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André de Paula se coloca candidato ao Senado, mas não diz por qual coligação

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3.5.22


O deputado disse que vai disputar o Senado neste ano, mesmo que não seja pela Frente Popular, da qual faz parte há anos
André de Paula (PSD) e Eduardo da Fonte (PP) estão juntos na disputa do social democrata pelo Senado - FOTO: REPRODUÇÃO / INSTAGRAM

O deputado federal André de Paula (PSD) reafirmou, nesta terça-feira (3), que será candidato ao Senado por Pernambuco. Ele concedeu entrevista coletiva na sede regional do PSD, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife.

Mesmo com o anúncio, segue a dúvida sobre qual caminho André vai trilhar nas eleições 2022, pois ele não conseguiu se viabilizar como candidato ao Senado pela chapa da Frente Popular e ainda não afirma por qual coligação será sua candidatura.
Confira a coletiva de André de Paula
"Cumpri todas as etapas para chegar aqui e dizer que sou candidato a senador pelo Estado de Pernambuco. Quero agradecer as mensagens de carinho de prefeitos, vice-prefeitos, apoio nunca faltou do meu partido. Convoquei essa coletiva para deixar claro que eu serei, nas próximas eleições, candidato a senador e colocar meu nome à disposição dos pernambucanos. Sempre mereci distinção, confiança, me preparei para servir a Pernambuco no Senado", disse.

Chamou a atenção durante a coletiva a presença e o apoio do deputado Eduardo da Fonte, presidente estadual do PP, a André de Paula. Nos últimos dias, a relação de Da Fonte com o PSB azedou e o PP também foi cotado para deixar a Frente Popular.
André aproveitou a presença do aliado para destacar que não está isolado. "Cumpro as etapas do processo, vou aguardar a formalização das postulações e temos a convicção de que não estarei sozinho, muito pelo contrário".
Tudo meu é muito pensado, tudo meu é muito pesado, e fiz questão de deixar claro que o segundo momento será construído. Então, não estou descartando ninguém.André de Paula

Portas abertas

Sem querer apontar para qual caminho vai seguir, André deixou todas as portas abertas. Ele não descartou apoiar a candidatura de Marília Arraes (SD) a governadora assim como não descartou continuar na Frente Popular, apoiando Danilo Cabral (PSB).

Mas - caso a Frente Popular bata o martelo pela deputada estadual Teresa Leitão na vaga ao Senado - André deve desembarcar do grupo. Contudo, ele foi evasivo ao falar sobre isso e afirmou, apenas, que a política é "feita de passos".

Durante a coletiva, André de Paula destacou a força do nome de Marília Arraes em pesquisas recentes. "As pesquisas dizem ela é candidata forte, a construção que ela tem na vida pública, a credibilidade que ela tem, não tenho dificuldade em ver virtudes nos adversários. Ela é amiga de ordem pessoal, mas amizade não se confunde com política. A decisão não levará em conta isso", disse André. Ele ainda disse que para onde o PP e o PSD forem serão importantes.
Agora, seu próximo passo será buscar apoio de prefeitos e outros atores políticos de Pernambuco para firmar essa postulação ao Senado Federal e ver como a Frente Popular, liderada pelo PSB de Paulo Câmara, vai reagir ao anúncio.

"Vou abrir interlocução com partidos, prefeitos, aliados e vamos colocar esse barco na rua, buscar apoio e construir politicamente essa caminhada", afirmou o deputado federal.
Lula

Sobre a eleição nacional, André de Paula confirmou que deve apoiar a candidatura de Lula (PT) a presidente. Ele disse que os diretórios do PSD nos Estados devem estar livres para a melhor articulação, mas explicou que em Pernambuco o apoio deve seguir ao petista.

"Lula é pernambucano, é querido, não é por acaso que tem 67% das intenções de voto no Estado, é o maior eleitor de Pernambuco. Então, nossa inclinação é estar ao lado de Lula", afirmou.

Citação

Tudo meu é muito pensado, tudo meu é muito pesado, e fiz questão de deixar claro que o segundo momento será construído. Então, não estou descartando ninguém.André de Paula



Fonte : Jornal do Comércio






































URGENTE: Pernambuco se aproxima dos 10 mil casos de influenza; mortes chegam a 76

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26.1.22


Estado analisa causa da morte de outros 123 pacientes com resultado laboratorial detectável para influenza A

 Portal Folha de Pernambuco

Vacina contra gripe - Foto: Marconi Meireles/ Folha de Pernambuco
Dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) divulgados nesta terça-feira (25) indicam que Pernambuco contabiliza oficialmente 9.711 casos de influenza A desde o último dia 18 de dezembro. Desse total, 9.500 são do subtipo H3N2 e 211, não subtipados. 

Entre os casos graves de gripe notificados, 1.185 são de influenza A, sendo 1.152 do subtipo H3N2 e 33 de não subtipados.  

Dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), 203 evoluíram para óbito, dos quais 76 foram causados por agravamento da influenza A - 75 confirmadas para H3N2 e uma para não subtipado.

"Os outros 123 óbitos com resultado laboratorial detectável para influenza A estão em investigação para a causa da morte. Vale frisar que um paciente infectado com o vírus influenza pode vir a falecer de outras causas que não sejam o próprio vírus", informou a SES-PE, em comunicado. 

Os exames laboratoriais foram processados pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen-PE), e os dados indicam o que foi processado até o último domingo (23). 

"É importante destacar que esse número não representa a totalidade de casos, uma vez que a vigilância da influenza não é universal", ressalta a SES-PE.

Mortes
Os 76 pacientes que morreram por influenza A eram residentes dos seguintes municípios: Abreu e Lima (1), Aliança (1), Cabo de Santo Agostinho (1), Camaragibe (3), Catende (1), Condado (1), Escada (3), Ferreiros (1), Garanhuns (1), Goiana (1), Gravatá (1), Ilha de Itamaracá (1), Ipojuca (2), Jaboatão dos Guararapes (8), Jaqueira (1), Joaquim Nabuco (1), Lagoa de Itaenga (1), Limoeiro (1), Macaparana (1), Olinda (7), Palmares (6), Paudalho (2), Paulista (4), Recife (16), São Caitano (1), São Joaquim do Monte (1), São Lourenço da Mata (4), São Vicente Férrer (1), Sirinhaém (1), Timbaúba (1), Vicência (1).

As faixas etárias são: 0 a 5 (2), 10 a 19 (4), 20 a 29 (1), 30 a 39 (4), 40 a 49 (4), 50 a 59 (4) e 60 e mais (57). 

Os pacientes apresentavam comorbidades e possuíam fatores de risco para complicação por influenza, como diabetes, doença cardiovascular, doença renal crônica, hipertensão arterial e sobrepeso.

Em encontro com Lula, João Campos diz que não será 'empecilho' entre PT e PSB em 2022

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25.10.21





Foto: Reprodução/Twitter

Diário de PE
Em passagem por São Paulo, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), esteve, neste domingo, com o ex-presidente Lula (PT). De acordo com informações do jornal O Globo, durante o encontro, Campos informou ao líder petista que não será "empecilho" em uma possível aliança entre as duas legendas. Nas redes sociais, o socialista disse que a conversa abordou o fortalecimento de "forças democráticas" e a construção de uma frente ampla para "derrotar Bolsonaro, nas eleições do ano que vem".


O encontro entre João Campos e o ex-presidente Lula chama atenção, porque o prefeito do Recife, até então, era um dos nomes dentro do PSB que se posicionava contra uma aliança entre petistas e socialistas em Pernambuco nas eleições de 2022, postura adotada após desentendimentos com a deputada federal Marília Arraes (PT) durante as eleições municipais de 2020, onde os dois disputavam a prefeitura da capital pernambucana.



Em agosto, durante visita de Lula a Recife, João Campos chegou a participar de um jantar de "boas-vindas" ao ex-presidente realizado no Palácio do Campo das Princesas, mas fez questão de enfatizar que era a favor de candidatura própria do PSB no estado, não abrindo mão do protagonismo da legenda socialista em prol do PT.



De acordo com o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, João Campos, em mais um encontro com o líder petista, dessa vez em São Paulo, João Campos disse que não seria "empecilho" para uma possível aliança entre PT e PSB. Nas redes sociais, Campos publicou uma foto ao lado de Lula, durante o encontro realizado hoje, e disse que o diálogo foi em torno de estratégias para a construção de uma frente ampla que impossibilite a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em 2022.

"Conversei em São Paulo com o ex-presidente Lula sobre como as forças democráticas podem atuar para derrotar Bolsonaro, nas eleições do ano que vem", escreveu o prefeito. "Defendi novamente a composição de uma frente ampla, que apresente um projeto com ideias bem estruturadas para o país".


Apesar de reforçar apoio para 2022, em outro momento da publicação, Campos disse que alianças são assuntos do ano que vem. "O importante, na fase atual, é pensar caminhos para a educação, construir alternativas para o desenvolvimento regional, maneiras de combater a desigualdade (...) Alianças eleitorais devem ser discutidas só em 2022".

Aliança

Após o rompimento entre PT e PSB no estado pernambucano com as eleições municipais de 2020, uma possível aliança entre as duas partes no pleito do próximo ano virou uma incógnita. Mas os últimos movimentos no tabuleiro político em Pernambuco tem sinalizado um retorno de apoio entre as legendas, o que seria importante para viabilizar a candidatura do ex-presidente Lula à presidência e de um nome socialista – ainda indefinido – para suceder o governador Paulo Câmara (PSB).


A soma da influência que a figura de Lula possui no interior do estado com a força que o PSB também desfruta em Pernambuco é uma equação importante para viabilizar candidaturas ano que vem. Com isso, a um ano das eleições, o diálogo tem sido peça fundamental entre as legendas com o intuito de aparar arestas e, assim, pavimentar caminhos que conduzam a resultados positivos em 2022.

Firmar aliança com PSB é um dos desafios do PDT para 2022 em Pernambuco

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9.10.21


Foto: Câmara dos Deputados  Folha PE
Lideranças do PDT em Pernambuco se reuniram nesta sexta-feira para discutir articulações para 2022. Além da construção de um palanque para Ciro Gomes (PDT), também surge como prioridade a busca pela reeleição dos deputados Zé Queiroz (estadual) e Wolney Queiroz (federal). Dentro desse cenário, o PSB aparece como um partido estratégico para o PDT no estado, mas uma possível aliança dos socialistas com o PT pode pôr em xeque o elo com os pedetistas. Em um gesto esperançoso, Wolney Queiroz diz que tem sido constante a busca pelo apoio do PSB: "Esse é meu desafio". 
Encabeçado pelo presidente do PDT em Pernambuco, Wolney Queiroz, o encontro reuniu lideranças políticas do partido com o intuito de fazer avaliações sobre a atual situação da legenda no estado, bem como alinhar estratégias para as eleições de 2022. “Fizemos uma avaliação política estadual da sigla, pensando também nos movimentos que serão necessários por causa dos fins da coligações e os desafios que teremos pela frente”, informou Wolney. De acordo com Pedro Josephi - presidente da Fundação Leonel Brizola em Pernambuco - também foram fortalecidas as prioridades pedetistas.

“A gente tem dois deputados importantes pra lutar contra o bolsonarismo, são eles os parlamentares Zé Queiroz e Wolney Queiroz”, disse Pedro. “A prioridade do partido é a reeleição desses dois parlamentares”, completou o pedetista que também mencionou a busca pelo fortalecimento do nome de Ciro Gomes no estado. 
 
Questionado sobre os diálogos que vem sendo feito com o PSB, Josephi disse que a legenda trabalha em torno de um plano A e um plano B, movimentação que se tornou necessária com a volta do nome do ex-presidente Lula à disputa política. “O ex-presidente Lula tem a sua popularidade, é um ator político importante e tem pressionado o PSB, mas nós do PDT não estamos trabalhando apenas com um cenário”, destacou Pedro que também informou que o primeiro cenário ideal seria o PSB “fechando com a candidatura de Ciro Gomes”.

Já o plano B envolve um cenário em que os socialistas possam vir a preferir caminhar com o PT. Buscando se antecipar às consequências que isso pode trazer, o PDT também tem buscado construir diálogo com outros partidos.  “O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e  o próprio Ciro têm dialogado com outras forças políticas, como ACM Neto que é presidente do DEM e é candidato a governador da Bahia”. A nível estadual, a conversa também tem se dado com outros nomes da oposição, como o prefeito de Petrolina e pré-candidato ao governo de PErnambuco, Miguel Coelho (DEM), e Armando Monteiro (PSDB). 

“O ano pré-eleitoral é o período de trocar conversas, debater o cenário para gente ver qual é o melhor caminho a se tomar”, afirmou Wolney Queiroz que demonstrou o grande interesse em construir alternativas políticas ao lado do PSB.  “Por enquanto tenho feito todos os gestos possíveis como deputado federal para os governos de Paulo Câmara e João Campos. Então o trabalho que temos que fazer agora é tentar atrair o PSB para apoiar a candidatura de Ciro Gomes, esse é meu desafio”, cravou. 
 
Apesar das dificuldades e apresentando uma ponta de esperança, Pedro Josephi fez questão de pontuar que existem nomes fortes dentro da sigla socialista em Pernambuco que são a favor da aliança com o PDT, como o próprio prefeito do Recife, João Campos, que lidera a prefeitura ao lado de Isabela de Roldão (PDT), e o secretário Geraldo Júlio (PSB). “São figuras que preferem uma candidatura alternativa, então é nisso que estamos apostando”, asseverou Pedro.  Contudo, independente do cenário, o pedetista lança o aviso:  “Uma coisa é certa, Ciro Gomes não vai ficar sem palanque em Pernambuco”. 

Maioria aprova aliança do PSB com PT em Pernambuco

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21.5.21


Blog do Magno

Dando sequência ao amplo questionário do levantamento do primeiro cenário eleitoral de Pernambuco com vista às eleições de 2022, quando questionada sobre uma aliança do PSB com o PT a maioria da população aprova. Dos entrevistados, 36,2% se manifestaram favoráveis e 26,8% contra, enquanto 25,5% se apresentaram indiferentes e 11,5% não souberam responder.

A maioria dos que aprovam está no Agreste (44,2%), seguindo-se a Zona da Mata (42,4%), os Sertões (34,6%), a Região Metropolitana (31,7%) e o São Francisco (21,8%). Estratificando, o segmento do eleitorado que se apresenta mais favorável é formado pelo eleitorado jovem, de 16 a 24 anos (39,9%), seguido pelos eleitores com renda mensal até dois salários (38,7%) e os eleitores com grau de instrução até a 9ª série (37,1%).

Entre os que reprovam, a maioria é de eleitores que ganham acima de dez salários (36,1%), de eleitores jovens (31,1%) e de eleitores com grau de instrução superior (30,9%). Por região, o maior percentual de eleitores que se manifestaram contra está na Região Metropolitana do Recife (32,3%), seguida do Agreste (24,5%), Zona da Mata (22,4%), os Sertões (22,1%) e o São Francisco (19,3%).

AVALIAÇÃO DE GESTÃO

O Instituto Opinião, que tem sede em Campina Grande (PB), aferiu, também, a avaliação dos eleitores entrevistados em relação aos Governos Bolsonaro e Paulo Câmara. A desaprovação do Governo Federal é maior do que do Governo Estadual, mas ambos estão numa faixa bastante crítica.

Enquanto Bolsonaro é desaprovado por 67,6% dos entrevistados, Paulo Câmara está na faixa dos 60,3%. Entre os que aprovam Bolsonaro são 26%, enquanto 6,4% não souberam responder. Em relação a Paulo Câmara, os que aprovam a sua gestão representam um percentual maior, de 27,7%, enquanto 12% não souberam responder.

Por região, a maior reprovação de Bolsonaro está na Zona da Mata (71,7%), seguida do Sertão do São Francisco (71,5%), Metropolitana (67,2%), os Sertões (66,7%) e o Agreste (65,5%). Já em relação ao Governo Paulo Câmara, a maior desaprovação está na Zona da Mata (63,9%), vindo em seguida o São Francisco (63,1%), o Agreste (60,4%), a Metropolitana (59,5%) e os Sertões (57,9%).

Estratificando, Bolsonaro tem suas maiores taxas de reprovação entre os eleitores com grau de instrução até a 9ª série (70%), entre os eleitores jovens (69,6%) e entre os eleitores com renda familiar até dos salários (69,6%). Entre os que aprovam, as maiores taxas estão entre os eleitores com renda familiar acima de dez salários (35,1%), entre os eleitores com grau de instrução superior (28,8%) e entre os eleitores na faixa etária entre 35 a 44 anos (28%).

Paulo Câmara, por sua vez, tem maior reprovação entre os eleitores com renda familiar acima de dez salários (71,2%), entre os eleitores na faixa etária entre 35 a 44 anos (69,2%) e entre os eleitores com grau de instrução superior (66,5%). Entre os que aprovam, a maior taxa está nos eleitores com grau de instrução até a 9ª série (33,9%), entre os eleitores jovens (32,6%) e entre os eleitores com renda familiar com até dois salários (30,8%).

A pesquisa foi a campo entre os dias 7 e 11 últimos, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios de todas as regiões do Estado. O intervalo de confiança estimado é de 95,5% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais e domiciliares.

Eduardo da Fonte reforça laços com o PSB

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20.4.21


Coluna da Folha desta terça-feira
Durante entrevista ao programa Folha Política desta segunda-feira na Rádio Folha, o presidente estadual do PP, deputado federal Eduardo da Fonte, fez um balanço sobre diversos temas atuais, bem como avaliou o cenário de 2022 no estado, em especial sobre a preparação do seu partido para a disputa.


 
Questionado sobre a regra eleitoral do próximo ano, ele afirmou acreditar que o sistema adotado nas eleições municipais será mantido, o que obrigará os partidos a montarem suas chapas proporcionais. Especificamente sobre o PP, Eduardo da Fonte disse ter a expectativa para que a sigla eleja quinze deputados estaduais e cinco deputados federais, ampliando suas bancadas em relação ao tamanho atual. Para isso, ele disse estar preparando o PP para o pleito.

No tocante ao cenário eleitoral do estado para governador, o progressista disse que o condutor natural do processo é o governador Paulo Câmara que recebeu elogios pela sua postura no combate à Covid-19, quando sublinhou que a prioridade dos pernambucanos deve ser vencer a pandemia.

As falas do dirigente partidário e parlamentar da bancada federal, que também elogiou a gestão de João Campos no Recife, enaltecendo as ações do prefeito contra a pandemia, em especial a vacinação que tem sido referência para o Brasil inteiro, serviram para reforçar os laços entre socialistas e progressistas, e evidenciaram que os dois partidos estarão juntos em mais um processo eleitoral no próximo ano.

Encontro – Os deputados Fernando Filho, Antonio Coelho e Priscila Krause estiveram reunidos com o presidente estadual do Democratas, Mendonça Filho, para tratar da ampliação das bancadas do partido na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa de Pernambuco nas eleições de 2022. O partido tem três deputados estaduais e apenas um deputado federal em Pernambuco.

Autoridades – A CPI da Pandemia no Senado Federal deverá ouvir diversas autoridades que ocuparam postos estratégicos no governo federal. Além do atual ministro Marcelo Queiroga, a CPI pretende ouvir os ex-ministros da Saúde Eduardo Pazuello, Nelson Teich e Luiz Henrique Mandetta. O ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, o ex-chefe da secretaria de Comunicação Fabio Wajngarten e o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, também serão ouvidos.

Vacinas – Além das autoridades, a CPI pretende ouvir representantes dos laboratórios da Pfizer, Fiocruz, Butantan, AstraZeneca, Sputnik V e Janssen para saber como foram as negociações destes laboratórios com o governo federal para a aquisição de vacinas, e consequentemente descobrir se houve alguma irregularidade por parte do governo federal.

Suspensão – A Câmara dos Deputados derrubou o veto para a suspensão do Profut. Com isso, clubes como Náutico, Santa Cruz e Sport terão as parcelas suspensas, voltando a pagar somente após a pandemia. A medida irá garantir um alívio financeiro aos clubes brasileiros. O deputado federal Augusto Coutinho (Solidariedade) comemorou a medida.

Inocente quer saber – Qual prefeito das cidades acima de 100 mil habitantes realiza a melhor gestão em Pernambuco?

'PT não descarta a possibilidade de estar na frente popular', disse Humberto Costa

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9.4.21


Dois dias após a reunião do ex-presidente Lula e o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, reunião esta, que muitos enxergam como uma possível reconciliação do PSB e PT, o senador Humberto Costa (PT) declarou à Rádio Clube AM, na manhã desta sexta-feira, em entrevista ao titular da coluna Diario Político, Rhaldney Santos, no programa Manhã na Clube, durante transmissão realizada no canal do Youtube do Diario de Pernambuco, que não descarta a possibilidade do PT ocupar a frente popular nas eleições de 2022. “O PT não descarta a possibilidade de estar na frente popular”, disse. Para Humberto, o que há mais de importante no momento, é ter um presidente da República com outra postura, “não estou dizendo que tenha que ser do PT, e sim, precisamos de outro e se isto envolver o debate aqui em Pernambuco com o PSB, eu tenho certeza que o PT estadual não vai se negar a este debate”, comentou o senador sobre uma possível aliança dos partidos. Foram esses entre outros assuntos no cenário político nacional e estadual abordados na entrevista.

Aliança com PSB - 2022

“Depende muito deste cenário nacional, é importante dizer que nós, por exemplo, saímos do governo do estado não por discordar da gestão de Paulo Câmara, nós temos muito respeito pelo governador. No período que tivemos dentro do governo, ele nos tratou da melhor maneira possível, foi um aliado respeitoso, procurou nos ouvir em muitos momentos importantes. Nós não temos nada contra ele, nem contra frente popular. Eu acredito que o PT não teria dificuldade de voltar para frente popular (...) quando a gente está na política, a gente tem que pesar em cada momento, o que é mais importante, então, nesse momento temos que ter um presidente da República com outra postura, não estou dizendo que tenha que ser do PT, e sim, precisamos de outro e se isto envolver o debate aqui em Pernambuco com o PSB, eu tenho certeza que o PT estadual não vai se negar a este debate, não vai colocar empecilhos ou obstáculos a sua realização.”

PT e PSB

“Lula sempre teve uma ótima relação com o PSB desde a época de Miguel Arraes. Esta semana houve uma reunião em que participaram Paulo Câmara, o presidente nacional do PSB, Márcio França, o próprio governador Casagrande, e pelas informações que eu obtive do PSB e do próprio PT foi uma reunião muito produtiva, muito boa e que eu acho que vai dar frutos neste objetivo de resistir ao que está acontecendo hoje no Brasil. Se isso resultar também numa aproximação política então nós vamos discutir mais para frente (...) nós já temos uma longa experiência política e não vamos ser nós o empecilho.”

Candidatura - Lula

“Quem promove a radicalização política no país, hoje, sem dúvidas, é o governo e o presidente Bolsonaro. São eles que têm reiteradamente ameaçado as instituições, a dependência entre os poderes. E pode ter certeza, se vier um candidato de centro, claro, ele vai bater no PT também. Mas pode ter certeza que vai procurar enfrentar e polarizar com o Bolsonaro. O pior para o Brasil é a manutenção de Bolsonaro, se o melhor nome para derrotá-lo no campo da centro-esquerda for Lula, for Haddad ou for Ciro, nós temos que trabalhar para juntar todo mundo neste caminho e neste contexto.”

Lula - Pernambuco

“Se ele realmente recuperar de forma definitiva os direitos políticos, é um nome muito forte, não há dúvidas, especialmente aqui no Nordeste, muito especialmente aqui em Pernambuco. Ele tem dito reiteradamente que a candidatura dele não é um martelo batido e ponta virada, que ele está mais preocupado em construir neste ano de 2021 uma resistência a tudo isso que estamos vivendo. O governo que aí está tem cometido equívocos extremos, tem ameaçado a própria democracia e Lula acha que é importante nós criarmos uma barreira de contenção para que Bolsonaro não avance e tentar desrespeitar a constituição. E que ele só pretende discutir a eleição apenas ano que vem e que o PT não vai querer impor nenhum nome, isso é o que ele tem dito reiteradamente e eu concordo plenamente com esta visão.”

MDB

“Eu torço para que o MDB continue na frente popular, apesar das divergências políticas que são muitas e histórias, eu tenho muito respeito pelo presidente do MDB aqui de Pernambuco, Raul Henry, acho que ele é um parlamentar necessário à bancada de Pernambuco e ao povo de Pernambuco, acho que é importante garantir que ele continue como deputado federal. Todos vocês sabem de uma história de divergências que eu tenho com o senador Jarbas Vasconcelos, mas todo mundo lembra que nós marchamos juntos agora na última eleição, eu tenho por ele também muito respeito, então eu torço para que possamos todos estar juntos na eventual disputa aqui em Pernambuco em 2022 e que o MDB possa participar. O PT não descarta a possibilidade de estar na frente popular, vai depender muito da questão nacional.”

Marília Arraes

“Em relação ao clima da permanência da deputada no PT, eu tenho procurado não me intrometer, especialmente por ser um tema que está vinculado à direção nacional do partido, eu só apenas integrante do diretório nacional e como eu vou, inclusive me posicionar caso coisas como essa venha a discussão, eu tenho preferido não me manifestar. Na verdade o que eu considero, é que a deputada Marília Arraes vem de uma matriz de esquerda, porém, que é um pouco diferente da matriz do PT, são culturas diferentes, então acredito que faz parte de um processo de adaptação.”

CPI

“Eu não sei o porquê do governo estar com tanto medo desta CPI, o que a CPI vai tratar são de coisas que já são públicas, como a possibilidade do governo ter interferido nesta situação que estamos vivendo hoje, quando sabotou as medidas de isolamento social de estados e municípios, se o governo foi imprudente na forma como trabalhou a questão da aquisição das vacinas (...) se o governo realmente recomendou ou não o tratamento com essas drogas que são boas para outras coisas, mas não à Covid-19, então são todas coisas públicas e por quê o governo está com tanto receio desta CPI? O que nós vamos investigar serão essas coisas e no final a decisão que a CPI toma é encaminhar para outras autoridades, eu não vejo razão para tanta agonia.”

PSB de Pernambuco avalia situação de Lula e ventila nova aliança com PT para fortalecer Geraldo Julio em 2022

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10.3.21

Blog do Jamildo

Após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltar a ser elegível com a anulação nas condenações na Operação Lava Jato, o cenário das eleições para 2022 passou a ser reavaliado no âmbito nacional. Em Pernambuco, a situação não é diferente, sobretudo nos partidos PSB, PT e PDT.


Para 2022, o PSB tem como provável candidato a governador o ex-prefeito do Recife e atual secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Geraldo Julio, na tentativa de suceder Paulo Câmara. O PT, por sua vez, até então, tem como nome mais cotado o senador Humberto Costa.

No caso do PT, o objetivo de lançar Humberto seria para fazer um palanque para Fernando Haddad (PT) na eleição presidencial. Agora, com Lula elegível – e se isso se efetivar até as convenções partidárias do próximo ano, os planos podem priorizar uma aliança em torno da factível candidatura do ex-presidente ao Palácio do Planalto.

Três fontes do PSB ouvidas pelo Blog na noite da segunda-feira (08) e na terça-feira (09) preferiram não se manifestar publicamente sobre o assunto. Mas são unânimes: uma aliança do PSB em Pernambuco com o PT é possível e uma aliança entre Geraldo Julio e Lula traria benefícios eleitorais para ambos.

Na composição, o PT poderia sacrificar Humberto Costa para governador, que até o momento não confirmou publicamente a intenção de disputar, em prol de um apoio do PSB, ou de parte dele, a Lula no âmbito nacional.

A avaliação de parlamentares do PSB é de que, com a alta popularidade de Lula no estado, sobretudo no interior, a eleição de Geraldo Julio (PSB) para governador ficaria mais segura, diferentemente de uma aliança com o PDT, de Ciro Gomes – menor potencial de votos no estado em relação a Lula, historicamente.

“Quem traria mais benefícios para o nosso palanque? Uma aliança com Ciro Gomes ou com Lula, sendo candidato?”, resume um integrante do PSB de Pernambuco.

Um deputado do PSB, de outro estado, é contrário à aliança do PSB com o PT e defende um movimento em prol de nomes de centro, como Luciano Huck. “O momento pede equilíbrio”, afirma. Entretanto, o parlamentar admite: “quem comanda o PSB é o grupo de Pernambuco”.
E o PDT?

Nesse cenário, um dos maiores prejudicados seria o PDT, que pretende lançar como candidato a presidente o ex-ministro Ciro Gomes. Pedetistas veem com cautela a possibilidade de um afastamento com o PSB.

“Muito precipitado. Zerou o processo de Lula, deve ter a instrução na Justiça Federal de Brasília que anda rápido. Em 1 ano e meio, é muito possível que haja julgamento”, diz uma fonte do PDT.

“É um aliado nosso de primeira hora (o PSB), mas é um partido autônomo e está no legítimo direito de seus interesses. E o PSB vai aliar aquilo que for pertinente para si”, acrescenta outro pedetista, sob reserva.


A aliança com o PSB é tratada como “plano A” do PDT. Em 2020, os dois partidos estiveram juntos em eleições de capitais, como Maceió, Fortaleza, São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, com a dobradinha de João Campos e Isabella de Roldão.
Acordão em 2018

Em 2018, o PSB não apoiou o PDT e ficou “neutro” na eleição presidencial. Em Pernambuco, estado do grupo mais forte do PSB, os pessebistas apoiaram Fernando Haddad (PT) para presidente, em 2018. Dois anos antes, o PSB apoiou o impeachment da então presidente Dilma Rousseff.

PT e PSB fizeram acordo de bastidor em 2018. O PT retirou a pré-candidatura Marília Arraes para o Governo de Pernambuco e apoiou Paulo Câmara. E o PSB rifou aliança provável com Ciro Gomes e apoiou o PT em Pernambuco.

O palanque em Pernambuco, além de Paulo Câmara e da vice Luciana Santos (PCdoB), juntou Humberto Costa (PT) e Jarbas Vasconcelos (MDB), que foram candidatos e eleitos para o Senado Federal.

Em 2020, no Recife, PT e PSB estiveram em campos opostos. O PSB lançou João Campos, com apoio do PDT, e o PT lançou Marília Arraes, que perdeu no segundo turno para o filho do ex-governador Eduardo Campos.
João Campos e Paulo Câmara se manifestam sobre anulação

Pelas redes sociais, o governador do Estado, Paulo Câmara, disse que a reconquista dos direitos políticos pelo ex-presidente Lula seria uma vitória importante do campo progressista que “fará diferença no fortalecimento da democracia e no futuro do Brasil”.

Sem citar o nome de Lula, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), comemorou indiretamente, no Twitter, a anulação das condenações do ex-presidente na Operação Lava Jato.

Eleito no Recife em 2020 após uma campanha dura contra o PT, que tinha Marília Arraes como candidata, apoiada por Lula, João Campos disse que o respeito à lei deve prevalecer sobre qualquer paixão política.

“A democracia e o respeito à Lei devem prevalecer sobre qualquer paixão política. Essa é uma questão de Justiça, não de ideologia”, afirmou o prefeito.

“A nossa Constituição garante o direito soberano a qualquer brasileiro(a) de ser julgado(a) dentro da legalidade e dos preceitos da imparcialidade e impessoalidade. Independente da coloração partidária”, acrescentou João Campos no Twitter.

João Campos chegou a postar a mesma mensagem no Instagram, rede social de maior alcance, mas minutos depois apagou a publicação.

SURUBIM - Aliança a vista? Dr. Alex Fernando é o mais cotado e a melhor escolha de Ana Célia para vice

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4.9.20

Com objetivo da reeleição, Ana Célia está em busca de um nome para a cadeira de vice. Com avaliações diversas, a atual gestão precisa fazer um estudo cauteloso dos possíveis nomes de quem vai está ao seu lado no palanque. Velhas figuras compõem a lista e podem contribuir negativamente na sua campanha, trazendo de volta a antiga política que a população não aceita mais e colocando em xeque sua vitória. Em contrapartida o nome de Dr. Alex Fernando também aparece na lista e é um dos que agregam positivamente para conquistar mais 4 anos de poder. A crescente popularidade do seu nome indica que Surubim busca por novas figuras para governar o município. Em resumo, a escolha pelo nome de Dr. Alex seria a confirmação do compromisso de Ana Célia em implantar a nova política na cidade. 

Advogado e especialista em direito Público, Dr. Alex é presidente do Psol Surubim e dirigente do Psol em Pernambuco e desde que chegou na cidade vem exercendo seu trabalho com excelência, sempre envolvido em causas que beneficiam a população. 

Mesmo tendo divergências partidárias, a aliança PSB - PSOL pode proporcionar novos diálogos  que a política de surubim precisa, além de criar uma frente que diverge do governo federal.

Carpina e Aliança confirmam curas clínicas de COVID-19

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20.4.20


Do Voz do Planalto

A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco confirmou, no último boletim, um total de 2.459 de casos confirmados de COVID-19 no Estado. No total, Pernambuco soma 216 mortes pelo Novo Coronavírus e 96 pacientes recuperados.

Entre os pacientes que conseguiram a cura clínica de COVID-19 estão um caso na cidade de Carpina e outro em Aliança. A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde, desses municípios. Não foi repassado o perfil e a identificação dos pacientes.

As curas clínicas são situações em que os sintomas desaparecem totalmente ou se apresentam como insuscetíveis de modificação com terapêutica adequada. Atualmente, não há remédios ou vacina contra a doença, embora diversos testes sejam realizados em diversas parte do mundo.

De acordo com o boletim epidemiológico Aliança apresenta cinco casos confirmados do novo coronavírus e um óbito.

Em Carpina foram notificados dois novos casos em investigação no Município, além de dois casos notificados como descartados e um confirmado. O quantitativo total é de 21 notificações: quatro casos em investigação, 14 descartados e três confirmados, destes, um recuperado.  

REGIONAL// A região da Mata Norte de Pernambuco registra 12 municípios com um total de 40 casos confirmados. Fazem parte dessa lista: Paudalho (10), Goiana (06), Aliança (05), Timbaúba (04), Carpina (03), Lagoa do Carro (02), Glória do Goitá (02), Chã de Alegria (02), Tracunhaém (02) Lagoa do Itaenga (01), Macaparana (02) e Condado (01).

O número de mortes na Mata Norte corresponde a 14. Os óbitos aconteceram em Paudalho (05), Macaparana (02), Lagoa do Carro (01), Timbaúba (02) e Goiana (03) e Aliança (01).

O Prefeito de Casinhas João Camelo recebe a adesão política de Ricardo de Belo

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4.4.20


       João Camelo, Prefeito de Casinhas  e Ricardo de Belo unem forças política Foto: reprodução


A união política de Ricardo de Belo e João Camelo representa um anseio antigo do povo de Casinhas


O Prefeito de Casinhas João Camêlo Barbosa Neto (PSB), acaba de receber uma grande adesão ao seu grupo político, desta vez, o ex candidato a Prefeito de Casinhas, Ricardo Raimundo Araújo de Lima, mais conhecido por Ricardo de Belo. Os dois disputaram o cargo de prefeito na eleição Municipal no ano de 2016. O anúncio oficial aconteceu na noite deste sábado 04/04 na residência de Ricardo de Belo, que fica no povoado do Diogo, em Casinhas, no Agreste.Também participaram da reunião lideranças políticas de Lagoa de Pedra e do Diogo. De acordo com Ricardo: 
"Após analisar o cenário e dialogar com meu grupo, a decisão foi aderir à gestão socialista. Com a escolha, o objetivo é somar esforços para colaborar com a administração, com isso alavancando o crescimento e desenvolvimento do município".Frisou Ricardo.

Ricardo de Belo é empresário, casado, filho de Seu “Belo do Diogo” , que foi candidato a vereador de Surubim na década de 90. Ricardo de Belo é uma pessoa de um carisma extraordinário, pessoa simples, muito querido em todo o Município de Casinhas, filho de uma tradicional família, acabou herdando de seu pai o gosto pela política e tornou-se ao lado de seus correligionários uma importante liderança no Município de Casinhas. No ano de 2016 Ricardo de Belo obteve 858 votos, o que corresponde a 9,14% do eleitorado. 
Com a maioria dos vereadores na Câmara Municipal, João Camêlo tem exercido um importante trabalho a frente da Gestão Municipal. O socialista agora terá pela frente um forte aliado que somará politicamente. A união João Camelo e Ricardo de Belo representa um anseio antigo do povo de Casinhas 
O prefeito João Camêlo têm apresentado um importantes resultados na gestão municipal e ampliado cada vez mais a sua base política para a eleição 2020.
A reunião seguiu a recomendação do decreto estadual, sendo realizadas pequenos grupos.




Com a candidatura de Alckmin empacada, Centrão está de olho em Ciro

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4.10.18

Com a candidatura de Geraldo Alckmin empacada, partidos da coligação tucana ensaiam o desembarque. O nome de Ciro Gomes aparece como opção para o bloco por ter menor rejeição e possibilidade de chegar ao segundo turno

Correio Braziliense
O ex-governador do Ceará também recebeu acenos do Centrão na pré-campanha ao Palácio do Planalto, mas o namoro não se concretizou (foto: Nelson Almeida/AFP)

Às vésperas da eleição, pouco mais de 48% dos eleitores de Geraldo Alckmin (PSDB) cogitam mudar de voto, segundo o último levantamento da pesquisa DataFolha. Enquanto a indefinição da cúpula petista pairava sobre as candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva e de Fernando Haddad, o PT chegou a ser “desconsiderado” nas pesquisas de intenção de voto. Nesse cenário, Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) chegaram a ocupar, respectivamente, o segundo e o terceiro lugares entre os eleitores. Logo após, aparecia Alckmin. Ao longo das pesquisas eleitorais, a postulante da Rede e o tucano perderam espaço e devem sair da disputa menores do que entraram.

Com especial dificuldade em deslanchar a candidatura, Alckmin poderá sofrer novo revés. Ele está prestes a perder o apoio do Centrão, bloco formado por DEM, PR, PP, PTB, PSD, PRB, PPS e Solidariedade. Fiadores da campanha tucana, representantes dos partidos planejam um desembarque tão logo exista um caminho passível de trilhar. Entre as opções, o nome de Ciro Gomes é um dos mais viáveis. O pedetista disputava com Alckmin a cobiçada aliança do Centrão, que injetou dinheiro e tempo de tevê no PSDB, o recordista em propagandas eleitorais.

“O Centrão deu aporte aos tucanos, mas a desidratação foi maior. A dificuldade de encontrar apoio no próprio partido fez com que a vitória se distanciasse. O ex-presidente FHC (Fernando Henrique Cardoso) demorou para colocar fé no Alckmin. Tinha uma disputa interna com o (João) Doria. Muita coisa para resolver”, avaliou Leandro de Freitas, coordenador do curso de ciência política da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Integrantes do Centrão flertam com outros presidenciáveis desde a semana passada. Após muitas reuniões, decidiram que o desembarque é necessário. Diante de uma negativa do presidente do DEM em analisar um segundo turno apenas entre Bolsonaro (PSL) e Haddad, caciques dos demais partidos levaram o nome de Ciro à mesa. O ex-governador do Ceará também recebeu acenos do Centrão na pré-campanha, mas o namoro não se concretizou. Aliados dizem, agora, que “o PDT também é uma opção”.

Inicialmente, as conversas sobre o apoio do bloco parlamentar giravam em torno de Bolsonaro e Haddad. Como o forte do Centrão não é ideologia,  isso permite a mudança tanto para a direita quanto para a esquerda. O nome de Ciro surgiu como uma terceira opção, após o candidato pedetista ganhar fôlego nas redes sociais entre a classe média, mulheres e gays. “É uma resposta à rejeição de Bolsonaro e ao antipetismo, ainda aflorado após o impeachment de Dilma Rousseff”, explica um integrante do Centrão.

Movimentação

Especialistas acreditam que o objetivo do Centrão num eventual apoio a Ciro é desbancar Haddad, colocando o PDT na linha de frente dos que rejeitam Bolsonaro. O analista político da Capital Investimentos Vinícius Carvalho afirma que “a movimentação ocorre em um momento em que há a possibilidade de trocar Bolsonaro ou Haddad por Ciro Gomes. Embora ele esteja no segundo pelotão, tem menores índices de rejeição e, conforme as pesquisas, seria o único nome que desbancaria o militar no segundo turno”.

O passaporte de Ciro para o segundo turno ainda é considerado um problema. Pesquisas apontam que 26% dos eleitores dele pensam em migrar para Haddad. Números do DataFolha, entretanto, mostram que, numa eventual disputa com Bolsonaro em 28 de outubro, Ciro venceria por 45% a 39%. Na semana passada, o pedetista tinha 44%, e o deputado federal marcava 35%.

‘Vai depender do PT’, diz Paulo Câmara sobre aliança

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25.7.18


Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Blog do Jamildo
    
A dez dias da convenção do PSB, o governador Paulo Câmara, vice-presidente nacional do partido, deixou, nesta quarta-feira (25), para o PT a decisão sobre a possibilidade de aliança entre as duas legendas. “Vai depender do PT. Nós já deixamos muito claro que nós (no Estado) vamos apoiar a candidatura do presidente Lula e independe a questão de Pernambuco agora com a questão nacional”, afirmou.

O PT exigia uma aliança formal nacionalmente, apoiando a pré-candidatura de Lula com tempo de televisão.

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Ainda com o partido indefinido entre o apoio a Lula ou Ciro Gomes (PDT), ou ainda deixar os estados livres, a reunião do diretório nacional que aconteceria na próxima segunda-feira (30) foi adiada e não tem data para a acontecer. O adiamento foi definido em reunião da cúpula do partido nessa terça-feira (24), em Brasília, com a presença de Paulo Câmara. A decisão do PSB pode ficar ainda para a convenção, no dia 5. 

Questionado sobre a formação da chapa, Paulo Câmara disse que espera concluir a articulação até a próxima semana. “Evidente tem que trabalhar hoje com o que tem de certo. O que tem hoje é uma aliança com vários partidos e o PT ainda não é uma certeza, pelo contrário é um conjunto de indefinições”, pressionou.

Caso o acordo com os petistas seja consolidada, uma das vagas ao Senado é prevista para Humberto Costa disputar reeleição. A outra é dada como certa para o deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB), homenageado nesta quarta-feira (25), no Recife, evento onde Paulo Câmara concedeu a entrevista. PP, PDT e PCdoB também reivindicam espaço na majoritária.

Agência bancária é alvo de criminosos em Aliança

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A ação, que envolveu troca de tiros, aconteceu por volta das 3h desta quarta-feira (25)

De acordo com a polícia, grupo teria tentado explodir Banco do Brasil
Foto: Reprodução/Google Street View
JC Online

Mais uma agência bancária foi alvo de criminosos em Pernambuco. Desta vez, o caso foi registrado em Aliança, na Zona da Mata Norte do Estado, na madrugada desta quarta-feira (25). De acordo com informações iniciais repassadas pela Polícia Civil, um grupo teria tentado explodir o Banco do Brasil da cidade.

Troca de tiros
A ação aconteceu por volta das 3h. Na fuga, os assaltantes trocaram tiros com policiais militares. Para dificultar a ação da polícia, os suspeitos do crime espalharam grampos em vias da região. Aperte o play e assista o vídeo: 



“Estamos tentando fazer esta aliança”, diz Paulo sobre o PT

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11.7.18


Em entrevista concedida ao Blog ‘Ação Popular’ na última segunda-feira (9), o governador Paulo Câmara (PSB) comentou sobre uma possível aliança política do PSB com o PT.

“Temos conversado com o PT, o presidente Lula, e estamos tentando fazer esta aliança, caso não seja possível iremos disputar uma eleição com propostas que sejam contra a forma que o Governo Federal vem administrando o Brasil, que até um dia desse queria vender o rio São Francisco para o estrangeiro, para que outras pessoas explorassem sem ter o mínimo de responsabilidade com a integração nacional”, disse Paulo.

O governador ainda defendeu que o Nordeste volte a avançar como avançou no governo Lula. “Então nós defendemos a bandeira de que o Brasil seja governado diferente, e que olhem para o Nordeste, que diminua as desigualdades sociais, que o Nordeste continue forte e avançando como foi na época do ex-presidente Lula. Não aceitamos que Pernambuco continue sendo retaliado da maneira política que o governo Temer vem administrando”.

Nesta quarta-feira (11), a senadora Gleisi Hoffmann – presidente nacional do PT – vem ao Estado para agendas com Marília Arraes (PT) e Paulo Câmara (PSB), o que reascende a possibilidade de um desfecho sobre uma possível aliança entre os partidos.  

Em Pernambuco, PT Nacional sinaliza por aliança com PSB de Paulo Câmara

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30.5.18


Ainda assim, os apoiadores da candidatura de Marília Arraes (PT) ao governo batem o pé e afirmam que nada está definido
Paulo nos últimos dias vem fazendo gestos para o PT
Foto: Felipe Ribeiro / JC Imagem
Da Editoria de Política

As conversas entre PT e PSB em Pernambuco evoluíram. Na manhã desta quarta-feira (30), uma reunião foi realizada por teleconferência do Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) nacional do PT com membros do PT estadual. Na conversa, ficou estabelecido que será realizada uma reunião com integrantes do PSB, entre eles o próprio governador Paulo Câmara, para tratar de uma possível aliança entre petistas e socialistas. Ainda assim, os apoiadores da candidatura de Marília Arraes (PT) ao governo batem o pé e afirmam que nada está definido. Mas fontes ligadas ao Palácio do Campo das Princesas afirmam que o PT Nacional fez um indicativo claro pela aliança com Paulo e que "ela já está amarrada".

"A conversa serviu para a gente se atualizar da evolução dos entendimentos que a direção nacional tem tido com partidos de esquerda, entre eles o PSB. Ainda não foi comunicada a decisão nem há retirada de candidatura. O que encaminhamos é que na próxima semana detalhar mais a possibilidade desdobrada com a participação com a direção de Pernambuco. Mas houve reunião de governadores do PT com PSB, e a conversa foi um passo a mais, depois Gleisi Hoffmann esteve com a direção do PSB e que isso está evoluindo está", disse o presidente do PT em Pernambuco, Bruno Ribeiro.

ENCONTRO DO PT
Bruno destacou que até o momento segue de pé o encontro do próximo dia 10 de junho, quando 300 delegados devem decidir se o partido vai seguir com candidatura própria ou fazer a aliança. Caso a aliança concretizada, o senador Humberto Costa (PT) deve ocupar uma das vagas ao Senado Federal na chapa majoritária de Paulo Câmara.

Defensora da candidatura de Marília, a deputada estadual Teresa Leitão (PT) destaca que  nada será definido sem a participação de Pernambuco "Pelo que eu vi na teleconferência, essas conversas (PT e PSB) de fato estão ocorrendo, mas são inconclusivas. Gleisi afirmou que nada será definido sem a participação de Pernambuco e considerando as duas posições existentes. Tudo será pesado, os prós e os contras. Avalio que pra Marília a reunião foi boa. Ficou claro que os vazamentos de que estava tudo resolvido estão incorretos", ressaltou.



Vaga no Senado
Se consolidando a aliança entre petistas e socialistas, a ideia é que uma das vagas do Senado seja reservada para que o senador Humberto Costa (PT) dispute a reeleição. Não há martelo batido sobre isso, mas a presença do PT na chapa majoritária já foi descrita como "natural" por membros do governo.

Quanto a participação dos petistas no governo do Estado, uma fonte do governo explicou que a destinação de um espaço para o PT na gestão estadual não está descartada, mas que é improvável. Isso porque faltam poucos meses para o fim do primeiro mandato. Por isso o PT poderia participar mais diretamente em um segundo mandato.

Por fim, rifando-se Marília Arraes da disputa, a vereadora poderia disputar um mandato de deputada federal ou estadual, desde que ela concorde em concorrer pela Frente Popular.

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