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Acidente mata árbitro de futebol de Aroeiras/PB

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Faleceu vítima de acidente de moto, o árbitro de futebol amador de nome Cícero, morador da cidade de Aroeiras, no Estado da Paraíba. O fato aconteceu no início da noite desta segunda feira (30/11), quando Cícero trafegava em sua motocicleta Honda na PB 90. Segundo informações o acidente foi ocasionado por um cavalo na pista. 
Sem mais informações. 

Mulher de Surubim/PE morre atropelada em Bom Jardim

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Mulher conhecida por Rosa, morava perto do Matador em Surubim-PE. Segundo informações repassadas, ela foi visitar parentes em Pé de Serra de Bom Jardim-PE, ao descer do Toyota de Passageiros, ela foi atropelada por outro carro e morreu no local. Nessa tarde de segunda-feira, na PE-90, em Pé de Serra de Bom Jardim-PE


Que sua alma descanse em Paz!

Fonte: Blog Matuto Fuxiqueiro

Sarto Nogueira é eleito prefeito de Fortaleza

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Em vitória apertada, Sarto obteve 51,69% dos votos válidos, derrotando o candidato de Bolsonaro em Fortaleza. Ele vai suceder o aliado político Roberto Cláudio, atual prefeito da capital cearense.
 G1 CE

José Sarto, no momento da votação no segundo turno das eleições municipais 2020 — Foto: Jarbas Oliveira/Estadão Conteúdo


Sarto Nogueira (PDT) é eleito prefeito de Fortaleza em 2020. Com 100% das urnas apuradas, Sarto obteve 51,69% dos votos válidos e derrotou o candidato apoiado por Bolsonaro em Fortaleza, Capitão Wagner, que teve 48,31% dos votos válidos.

Resultado das urnas em Fortaleza nas eleições 2020:

Sarto (PDT), eleito: 668.652 votos (51,69%)
Capitão Wagner (Pros): 624.892 votos (48,31%)
Veja a apuração completa das urnas de Fortaleza
Sarto fez uma ampla coligação no 1º turno das eleições 2020 e ampliou a aliança no segundo, após atrair os candidatos derrotados. O prefeito eleito teve como principais apoiadores Cid e Ciro Gomes.

Sarto Nogueira é eleito prefeito de Fortaleza. — Foto: Natinho Rodrigues/SVM
Sarto Nogueira é eleito prefeito de Fortaleza. — Foto: Natinho Rodrigues/SVM


Em entrevista no momento da votação, neste domingo (29), Sarto disse que a prioridade de seu mandato será trabalhar para amenizar as crises sanitária e econômica causadas pela pandemia de coronavírus.

"Em primeiro, e eu diria simultâneo, a questão da crise sanitária e da crise econômica. Vamos trabalhar pra recuperar a economia, principalmente na periferia."
Logo que o TSE confirmou a vitória de Sarto, o governador do Ceará e aliado político, Camilo Santana, parabenizou o vitorioso. "Uma vitória da defesa da verdade, do respeito, da paz e do reconhecimento ao trabalho e à enorme disposição para enfrentar os muitos desafios que virão pela frente."

Sarto Nogueira tem 61 anos de idade e é casado com Natália Herculano.

Histórico político
Sarto Nogueira, prefeito eleito de Fortaleza, é o atual presidente da Assembleia Legislativa — Foto: SVM
Sarto Nogueira, prefeito eleito de Fortaleza, é o atual presidente da Assembleia Legislativa — Foto: SVM

Sarto Nogueira foi eleito deputado estadual por sete vezes, desde 1994. Antes, em 1988, ele foi eleito vereador de Fortaleza pelo Partido Democrata Cristão (PDC), sendo reeleito em 1992. Na eleição mais recente, em 2018, ele obteve 68.937 votos.

Ele também é médico formado pela Universidade Federal do Ceará e o atual presidente da Assembleia Legislativa do Ceará.

Assim como Roberto Cláudio há oito anos, Sarto foi eleito prefeito de Fortaleza enquanto assumia o cargo de presidente do legislativo estadual.


Campanha eleitoral
Sarto Nogueira, quando foi entrevistado no CETV 2ª Edição, da TV Verdes Mares — Foto: Kid Júnior/SVM
Sarto Nogueira, quando foi entrevistado no CETV 2ª Edição, da TV Verdes Mares — Foto: Kid Júnior/SVM

Sarto atuou durante toda a campanha com a maior coligação e teve o maior tempo na propaganda eleitoral de rádio e TV. No primeiro turno, ele concentrou críticas principalmente a Capitão Wagner, que aparecia em segundo lugar nas pesquisas e com quem disputou o segundo turno.

Ele também fez crítica à ex-prefeita Luizianne Lins (PT), dizendo que ela teve uma má avaliação quando foi prefeita. No segundo turno, Luizianne não manifestou apoio a Sarto ou Wagner, mas o PT fez coligação com o prefeito eleito.

No segundo turno, os candidatos derrotados declararam apoio a Sarto ou ficarem neutros. Com novos aliados, Sarto expandiu a rede de apoio.

Propostas eleitorais
Entre as propostas eleitorais apresentados por Sarto na campanha estão:

Saúde
O prefeito eleito afirma que "continuar e expandir as políticas dos últimos oito anos, que tem transformado a cidade, aperfeiçoando-as no que for necessário, e propor ações novas e criativas para avançar ainda mais".

Emprego e renda
Sarto prometeu que irá oferecer crédito de até R$ 3 mil a mulheres de baixa renda, por meio do programa "Nossas Guerreiras"; e prometeu a volta do aluguel social para mulheres que necessitam de proteção contra violência doméstica.

Educação
O prefeito eleito afirma em seu programa de governo que vai "continuar e expandir as políticas dos últimos oito anos, que tem transformado a cidade, aperfeiçoando-as no que for necessário, e propor ações novas e criativas para avançar ainda mais".

Eduardo Paes é eleito prefeito do Rio

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Eleito, Paes diz que foi 'vitória da política' e cita pandemia como 1º desafio como prefeito do Rio
Candidato do DEM ganhou com 64% votos do concorrente, Crivella, que tentava a reeleição, e criticou o radicalismo no cenário político. 'Certamente não fez bem a nenhum de nós', disse.
 Nicolás Satriano, G1 Rio
Em seu primeiro discurso como prefeito eleito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM) celebrou o que chamou de "vitória da política" contra a radicalização e disse que a pandemia será o primeiro desafio em seu terceiro mandato na Prefeitura do Rio -- governou antes entre 2009 e o fim de 2016.

"A primeira mensagem que eu queria passar é de agradecimento, aos cariocas que foram às urnas e acreditaram nas nossas propostas (...) Queria também celebrar aqui uma vitória da política. Nós passamos os últimos anos radicalizando a política brasileira. O resultado desse radicalismo certamente não fez bem a nenhum de nós cariocas, não fez bem a nenhum de nós brasileiros."
Como foi o tom das campanhas de ambos, Paes voltou a atacar Crivella:

"Nesse momento, os cariocas não disseram apenas sim às nossas propostas. Quero anunciar que o Rio está livre do pior governo da sua história. Hoje vocês estão livres a confirmar novamente a cidade da diversidade. O Rio vai voltar a dar certo. Com muita esperança. Eu tenho muita convicção que essa vitória de hoje é muito importante."

Resultados
Com 97,86% das urnas apuradas, às 19h15, Paes somava 1.599.092 votos, ou 64,14% dos válidos, derrotando o atual prefeito, Marcelo Crivella (Republicanos), que tinha 894.189 votos (35,86%). Crivella tinha o apoio do presidente Jair Bolsolnaro (sem partido).


Brancos (5,02%) e nulos (13,73%) somavam 575.326 votos. Houve ainda 1.685.459 abstenções (35,45%). Somados brancos, nulos e abstenções, chegava-se a 2.260.785 “não votos”, mais do que o obtido por Paes e por Crivella separadamente e quase a metade do eleitorado.

Paes venceu em todas as zonas eleitorais do Rio. Em número de votos, ficou atrás penas das abstenções, que bateram recorde: quase 1.7 milhão.

O vice-prefeito eleito é Nilton Caldeira, um dos fundadores do Partido Liberal (PL).

Primeiras medidas na segunda-feira
Paes celebrou a vitória em entrevista ao lado do presidente da Câmara, Rodrigo Maia — Foto: Reprodução
Paes celebrou a vitória em entrevista ao lado do presidente da Câmara, Rodrigo Maia — Foto: Reprodução

Questionado sobre suas primeiras medidas como prefeito, Paes disse que começará os trabalhos já na segunda-feira (29).

"Nós vamos deixar essas medidas pra amanhã. Não há dúvidas de que é um tempo mais exíguo. Eu espero contar com o apoio e gentileza do prefeito Marcelo Crivella. Não tenho dúvida que o primeiro desafio está na saúde, na pandemia."
"Eu quero dizer para todos que nos assistem que estou mais maduro, mais preparado. E que a partir de hoje a gente vai fazer o Rio dar certo."

Bruno Covas, do PSDB, é reeleito prefeito de São Paulo

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Tucano foi eleito com 59,38% dos votos válidos, derrotando Guilherme Boulos (PSOL) na disputa do segundo turno. Segundo último balanço do TRE, Covas fez a campanha mais cara na capital paulista, quase 6 vezes mais do que Boulos.
Por Marina Pinhoni, G1 SP

Bruno Covas (PSDB) foi reeleito neste domingo (29) prefeito de São Paulo com 59,38% dos votos válidos, derrotando o candidato Guilherme Boulos (PSOL). Ele toma posse em 1º de janeiro de 2021, e terá como vice o vereador Ricardo Nunes (MDB).

O resultado saiu às 18h59 com 93% das urnas apuradas. Boulos teve 40,62% dos votos válidos.

Veja apuração completa do segundo turno em São Paulo
Veja os candidatos a vereador eleitos em SP e como ficou a a composição da Câmara
PSOL triplica nº de vereadores eleitos e se torna a terceira maior bancada na Câmara de SP ao lado do DEM; PT e PSDB seguem líderes
Votos Totais
Bruno Covas (PSDB): 59,38% (3.060.905 votos)
Guilherme Boulos: 40,62% (2.093.471 votos)
Brancos: 4,39% (263.470)
Nulos: 9,76% (585.798)
O tucano foi reeleito com amplo leque de alianças políticas, formando coligação que engloba onze partidos (PSDB, MDB, PP, Podemos, PSC, PL, Cidadania, DEM, PTC, PV e PROS). O acordo garantiu o maior tempo de propaganda de TV no primeiro turno, mas não elegeu vereadores suficientes para formar maioria na Câmara Municipal (foram 25 das 55 cadeiras).

De acordo com dados parciais do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Covas foi reeleito com a campanha mais cara da capital: R$ 19,4 milhões até agora, quase seis vezes mais do que seu adversário no segundo turno, Boulos, que gastou R$ 3,4 milhões. Os candidatos podem prestar contas até dia 15 de dezembro.

A disputa do segundo turno foi acirrada. Embora o atual prefeito tenha liderado as pesquisas de intenção de voto desde o início, a diferença para o candidato do PSOL caiu na reta final. O crescimento de Boulos, no entanto, não foi suficiente para reverter o resultado nas urnas. O psolista telefonou para parabenizar Covas antes mesmo do encerramento da apuração.

Depois de confirmada a vitória, Boulos agradeceu aos eleitores e afirmou que o PSOL vai vencer um dia. "A gente vai ganhar. A gente vai vencer. Não foi nessa eleição, mas a gente vai ganhar", disse.

A pandemia do coronavírus influenciou a campanha, já que devido ao adiamento do calendário eleitoral os candidatos tiveram um período mais curto entre o primeiro e o segundo turno, de apenas quatorze dias. Ambos fizeram atividades online, entrevistas, encontros e atividades de rua – onde foram observadas aglomerações. No anúncio da vitória, os tucanos se aglomeraram em um ambiente fechado na sede do diretório municipal do PSDB, na Rua Estados Unidos, nos Jardins. Os jornalistas pediram para o partido manter apenas a imprensa no espaço, o que foi atendido.

Diretório do PSDB tem aglomeração à espera de pronunciamento de Covas  — Foto: Fabio Tito/G1
Diretório do PSDB tem aglomeração à espera de pronunciamento de Covas — Foto: Fabio Tito/G1

Houve apenas dois debates televisivos no segundo turno, sendo um deles em rede aberta. O debate na TV Globo, que estava marcado para acontecer na sexta-feira (27), foi cancelado após Guilherme Boulos testar positivo para a Covid-19.

No primeiro turno, Covas evitou o confronto direto com adversários. Sua principal estratégia foi destacar ações que realizou durante o mandato atual, principalmente no período da pandemia. O prefeito também quis ser conhecido como alguém que supera desafios, já que continuou trabalhando mesmo durante o tratamento contra o câncer.

Embora o destaque das realizações ainda tenha marcado o tom de sua propaganda eleitoral no segundo turno, o tucano endureceu o discurso contra o adversário na tentativa de vinculá-lo à imagem de radical e inexperiente. Covas também ganhou os apoios dos candidatos derrotados Celso Russomanno (Republicanos), Joice Hasselmann (PSL) e Andrea Matarazzo (PSD).

As principais críticas enfrentadas foram em relação à escolha de seu vice Ricardo Nunes (MDB), cuja mulher registrou boletim de ocorrência em 2011 por violência doméstica. Nunes também é investigado por suposto envolvimento com esquema em creches. Covas afirmou que “coloca a mão no fogo” por Nunes, que “não responde a nenhum processo judicial, não há nenhuma denúncia no Judiciário.”

Ele também foi acusado por seu adversário de “esconder” o padrinho político João Doria, por causa da avaliação negativa do governador na cidade. Covas não realizou agendas conjuntas e nem apresentou Doria em suas propagandas de TV. Sobre as críticas, afirmou que “estranho seria o governador parar todos seus afazeres para fazer campanha para Prefeitura.”

Entre as principais propostas de Covas estão zerar a fila de creches, criar novas unidades de saúde (UPAs e UBSs), criar o maior programa de moradias populares na cidade, criar um sistema de transporte público por barcos e avançar no plano de privatizações.

Aos 27 anos, João Campos, do PSB, é eleito o prefeito mais jovem do Recife

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Ao final da apuração, o socialista recebeu 56,27% dos votos válidos e derrotou Marília Arraes (PT), que ficou com 43,73%.
 G1 PE
João Campos comemora eleição para prefeito do Recife — Foto: Pedro Alves/G'


João Campos, do PSB, foi eleito, neste domingo (29), prefeito do Recife para os próximos quatro anos. Aos 27 anos, ele é o mais jovem a se eleger prefeito na cidade. “Não tem como vir aqui hoje, celebrar essa vitória, e não falar daquele que é referência na minha vida, Eduardo Campos”, afirmou João no discurso após vencer o segundo turno das eleições municipais 2020 na capital pernambucana.

Veja a apuração completa por zona eleitoral da cidade
Segundo a Justiça Eleitoral, com 100% das urnas apuradas, João obteve 447.913 votos, que representaram 56,27% dos válidos. Marília Arraes (PT) obteve 348.126 votos, ou 43,73%.

João Campos (PSB) é eleito prefeito do Recife
João Campos (PSB) é eleito prefeito do Recife


Perfil
Recifense, João Henrique de Andrade Lima Campos tem 27 anos e é deputado federal em primeira legislatura e vice-líder do PSB na Câmara dos Deputados. Ele tem um patrimônio declarado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de R$ 242.769,80.

Filho do ex-governador Eduardo Campos, João Campos se formou em engenharia civil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em 2016.

João Campos assumiu o cargo de chefe de Gabinete do governo de Pernambuco, em 2016, durante o mandato do governador Paulo Câmara. João é vice-presidente nacional de Relações Federativas do Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Em 2018, se candidatou pela primeira vez e foi eleito deputado federal pelo PSB. Ele é um dos vice-líderes do partido na Câmara dos Deputados.

Com a vitória de João Campos, é a sétima vez que o PSB conquista o cargo de prefeito da capital pernambucana. Antes dele, Pelópidas Silveira foi prefeito três vezes (1946, 1955-1960 e 1963-1964), Jarbas Vasconcelos uma vez (1986-1988) e Geraldo Julio duas vezes (2013-2016 e 2017-2020).

A vice de João é Isabella de Roldão (PDT), que tem 45 anos. Os dois fazem parte da coligação Frente Popular do Recife, formada pelos partidos MDB, Rede, PCdoB, Solidariedade, Pros, PV, Avante, Republicanos, PP, PDT, PSD e PSB.

Campanha
João e Marília são primos de segundo grau. Ela é filha de Marcos Arraes de Alencar, que é irmão de Ana Arraes de Alencar, ambos filhos do ex-governador Miguel Arraes. Ana, por sua vez, é a mãe de Eduardo Campos, também ex-governador de Pernambuco, pai de João Campos.

Durante o primeiro turno, João Campos liderou todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelo Ibope e pelo Datafolha. Marília chegou a ficar em terceiro lugar, atrás de Mendonça Filho.

Quando a apuração dos votos do primeiro turno terminou, João Campos teve 233.028 votos, o que corresponde a 29,17%, e terminou em primeiro lugar. Marília Arraes havia recebido 223.248 votos, o equivalente a 27,95%, e estava em segundo lugar.


No segundo turno, Marília chegou a liderar as primeiras pesquisas realizadas pelos institutos Ibope e Datafolha, mas foi ultrapassada por João na semana seguinte no Ibope, mantendo a liderança no Datafolha. No sábado anterior à votação, ele tinha 50% de intenção de voto nas duas pesquisas, enquanto ela também somava 50% em ambos os levantamentos.

O segundo turno foi marcado por trocas de acusações entre os candidatos do PSB e PT. Marília Arraes disse que o adversário escondia as gestões do prefeito Geraldo Julio e do governador Paulo Câmara, ambos do PSB, afirmou que o primo não tinha experiência para ocupar a prefeitura e sugeriu que ele não tinha vontade política para buscar recursos e concretizar propostas.

João Campos afirmou que a adversária não reconhecia o trabalho feito na cidade, colocava “gosto ruim” nas obras socialistas e prometia ações que não podia cumprir.

Propostas
Entre as principais propostas de João Campos, apresentadas durante a campanha, estão: construir o Hospital da Criança, duplicar o número de vagas nas creches municipais, criar três centros voltados para empreendedores, aumentar o número de unidades do Compaz, ampliar as faixas azuis (exclusivas de ônibus) e investir mais de R$ 50 milhões em áreas de morro.

Ele também prometeu triplicar trecho da BR-232, construir um parque na Zona Sul, investir em tecnologia para combater corrupção, criar centros para acolher pessoas sem-teto e fazer parcerias com igrejas na assistência social.

Confira o resultado da votação para prefeito do Recife:

João Campos (PSB): 56,27%
Marília Arraes (PT): 43,73%
Brancos: 3,48%
Nulos: 9,17%
Abstenções: 21,26%

João Campos é eleito prefeito do Recife

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Com mais de 96% das urnas apuradas, o deputado federal João Campos (PSB) foi eleito o novo prefeito do Recife. Em uma disputa entre primos, o filho do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos venceu Marília Arraes (PT) no segundo turno.

  Segundo dados divulgados até as 18h18, Campos foi vitorioso em todas as zonas eleitorais. 


Recife, PE
96,09%

seções apuradas: 2751 de 2863
2º TURNO

Prefeito

João Campos

PSB ELEITO
56,21%

428.922 votos

 
Marilia Arraes
Marilia Arraes

PT
43,79%

334.140 votos

Cícero Lucena é eleito prefeito de João Pessoa

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Cícero Lucena (Progressistas) obteve 53,16% e Nilvan Ferreira (MDB) 46,84% dos votos válidos.
G1 PB

Cícero Lucena, do Progressistas, foi eleito prefeito de João Pessoa, neste domingo (29), para os próximos quatro anos de mandato. Com 100% das urnas apuradas, Cícero obteve 185.055 votos, o que corresponde a 53,16% dos votos válidos. O outro candidato do 2º turno, Nilvan Ferreira (MDB) obteve 163.030 votos (46,84%).

Do total, 15.164 foram votos brancos (3,79%), 37.103 nulos (9,27%) e houve 121.917 abstenções (23,34%). Confira como foi a apuração em João Pessoa.

Biografia de Cícero Lucena
Cícero Lucena nasceu em São José de Piranhas, na Paraíba, e tem 63 anos de idade. Empresário da construção civil, Cícero é casado, tem três filhos e cinco netos.

Iniciou sua vida política em 1990, quando foi eleito vice-governador da Paraíba, assumindo o cargo de governador por nove meses, em 1994, quando o então governador Ronaldo Cunha Lima renunciou para concorrer ao Senado Federal nas eleições daquele ano. Em 1996, foi eleito prefeito de João Pessoa, sendo reeleito em 2000. Foi também senador entre 2007 e 2015.

Em 2012, perdeu a disputa para a Prefeitura de João Pessoa, sendo derrotado no 2º turno para o atual prefeito Luciano Cartaxo, que está encerrando o seu segundo mandato este ano. Em 1º de janeiro de 2021, Cícero vai iniciar o seu terceiro mandato como prefeito pessoense.


Ao longo da vida política, passou por três partidos: PMDB, PSDB e agora Progressistas.

Campanha de Cícero Lucena
Para a campanha de 2020, Cícero fez alianças com outros sete partidos, formando a coligação Pra Cuidar de João Pessoa. Entre eles, estava o Cidadania - partido que indicou o vice na chapa, o vereador Léo Bezerra. O prefeito eleito teve o apoio do governador João Azevêdo (Cidadania).

No primeiro turno, eram 14 os candidatos. Cícero ficou em primeiro lugar e conquistou 75.610 votos, o que representou 20,72% dos votos válidos. Nilvan obteve 60.615 votos, o que representou 16,61% dos votos válidos.

Durante todo o 2º turno, as pesquisas do Ibope encomendadas pela TV Cabo Branco já indicavam a vitória de Cícero Lucena. Na primeira pesquisa, Cícero aparecia com 55% e Nilvan com 45% dos votos válidos. Na segunda pesquisa, Cícero aparecia com 58% e Nilvan com 42% dos votos válidos.

Principais propostas
Cícero Lucena dividiu suas propostas de governo em 11 eixos, que tratam de áreas como saúde, educação, respeito ao usuário do transporte público, segurança, transparência, turismo e cultura, sustentabilidade, habitação, direitos humanos, inovação e assistência social.

Em seu plano de governo, ele deixa claro que os eixos devem ser pensados como transversais, com ações circulando entre os diferentes eixos. Ampliação da rede hospitalar, alfabetização, melhoria da frota de ônibus e criação de festivais de cultura são alguns dos temas abordados.

APURAÇÃO - João Campos segue liderando com 55,47% em mais de 70 por cento das urnas no Recife

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Com um total de U 70,45% de urnas apuradas,  
João Campos (PSB) lidera com  55,47% - 309.364 votos. Segundo lugar a Candidata a Prefeita Marília Arraes (PT) com  44,53% - 248.352 votos.

PARAÍBA- Com 95,02 % das urnas apuradas, Cícero Lucena perto da vitória em João Pessoa, PB

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João Pessoa, PB
95,02%

seções apuradas: 1165 de 1226
2º TURNO
Prefeito

C
Cicero Lucena

PP
53,59%

177.275 votos

 
Nilvan Ferreira
Nilvan Ferreira

MDB
46,41%

153.538 votos

 
TOTAL
380.737
VÁLIDOS
330.813 (86,89%)
BRANCOS
14.486 (3,80%)
NULOS
35.438 (9,31%)
ABSTENÇÕES
116.883 (23,49%)

Edmilson Rodrigues, do PSOL, é eleito prefeito de Belém (PA)

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Edmilson derrotou Delegado Federal Eguchi, do Patriota, na disputa do segundo turno, com 51,76% dos votos válidos.
Por G1 PA — Belém

Edmilson Rodrigues (PSOL) e Edilson Moura (PT) são eleitos no 2º turno das Eleições de Belém (PA) — Foto: Elcimar Neves

Edmilson Rodrigues, do PSOL, foi eleito neste domingo (29) prefeito de Belém. Ele derrotou nas urnas Delegado Federal Eguchi, do Patriota, com quem disputou o segundo turno das eleições. O resultado foi confirmado com 98,56% das urnas apuradas, às 17h40.
Edmilson Rodrigues tem 63 anos, é solteiro e tem superior completo. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 182.305,80. O vice é Edilson Moura, do PT, que tem 57 anos. O candidato pela coligação "Belém de Novas Ideias" (PSOL, PT, PCdoB, PDT, PCB, Rede e UP) disputa a Prefeitura de Belém pela quinta vez. Foi prefeito de Belém entre 1997 e 2000, sendo reeleito para 2001 a 2004, e também já teve três mandatos como deputado estadual e dois de deputado federal.

APURAÇÃO: João Campos sai na frente na contagem dos votos para Prefeito do Recife, PE

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O candidato a Prefeito do Recife, João Campos lidera a apuração das urnas neste domingo 29/11. Até o momento foram apuradas 721 urnas de um total de 2863. João Campos PSB obteve até o momento 
54,71% o que corresponde a  108.863 votos. Acompanhe aqui a contagem dos votos em tempo real.
Atualização:
Recife, PE
56,30%
seções apuradas: 1612 de 2863
João CamposPSB
55,14%
 
246.066 votos

Marilia Arraes

PT
44,86%

200.160 votos
G1 PE

Datafolha | João e Marília aparecem empatados numericamente

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Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (28) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos para a prefeitura do Recife, no 2º turno das Eleições 2020:


João Campos (PSB): 50%
Marília Arraes (PT): 50%

Em relação aos levantamentos anteriores do Datafolha, divulgados em 19 de novembro e em 26 de novembro:
João Campos (PSB): tinha 45%, subiu para 48% e, agora, tem 50%
Marília Arraes (PT): tinha 55%, desceu para 52% e, agora, tem 50%

O percentual de votos válidos de cada candidato corresponde à proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos.
Votos totais

Nos votos totais, que incluem os eleitores indecisos e os que pretendem votar em branco ou nulo, os resultados foram os seguintes:
João Campos (PSB): 42%
Marília Arraes (PT): 42%
Branco/nulo/nenhum: 12%
Não sabe: 4%

Em relação aos levantamentos anteriores do Datafolha, divulgados em 19 de novembro e em 26 de novembro:
Marília Arraes (PT): tinha 41%, subiu para 43% e, agora, tem 42%
João Campos (PSB): tinha 34%, subiu para 40% e, agora, tem 42%
Branco/nulo/nenhum: tinha 21%, desceu para 13% e, agora, 12%
Não sabe: tinha 3%, subiu para 4% e se manteve em 4%
Número do candidato

A pesquisa também perguntou aos eleitores o número que eles pretendem digitar na urna eletrônica para confirmar ou anular o voto para prefeito do Recife. Confira os números:

Total de entrevistados
Menções corretas: 93%
Incorretas: 1%
Não sabe o número: 4%
Não sabe anular: 2%

Marília Arraes
Menções corretas: 96%
Incorretas: 1%
Não sabe: 3%

João Campos
Menções corretas: 93%
Incorretas: 1%
Não sabe: 6%

As perguntas cujas somas das porcentagens não totalizam 100% são decorrentes de arredondamentos ou de múltiplas respostas.
Sobre a pesquisa
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 1.803 eleitores do Recife
Quando a pesquisa foi feita: entre 27 a 28 de novembro
Registro no TRE: PE-08731/2020
Contratantes da pesquisa: TV Globo e jornal “Folha de S.Paulo”
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.
Jornal do comércio

Irmãos gêmeos são ordenados padres em Pernambuco

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Dois Salettinos que são irmãos gêmeos univitelinos serão ordenados padres em Pernambuco. A cerimônia de ordenação de Emerson e Henrique Aguiar está marcada para o dia 11 de dezembro, às 19h, na Igreja Matriz de São Pio X, em Camaragibe. A celebração será presidida pelo bispo da Diocese de Caruaru, dom frei José Ruy Gonçalves Lopes.

Depois de passarem a vida morando juntos, eles precisaram se separar para cumprir a missão. Após terminarem o curso de Teologia, Emerson foi para o Santuário Nossa Senhora da Salette, no Rio Grande do Sul. Já Henrique foi para a Paróquia São Benedito, em Valença, na Bahia.
"A gente descobriu desde muito cedo, acho que com uns 12 anos. Éramos coroinhas na paróquia e despertou aquele despertar vocacional. Primeiro ele, e eu, vendo ele, também me identifiquei com essa vocação", relembrou Emerson.

Henrique acredita que a missão é uma grande responsabilidade, mas uma graça de Deus. "Todo jovem quando descobre que a vocação é o sacerdócio, começa a brincar de celebrar missa em casa. Foi assim conosco. Trazia os folhetos da missa para casa, tinha a bolacha, o café, o suco e era a missa", contou.

Os dois revelam ainda que com frequência são confundidos, até por pessoas que convivem com eles a mais tempo.
Veja

JUNTAS solicitam a virtualização das inscrições nos editais de Cultura em Pernambuco

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O Projeto de Lei das Codeputadas traz uma demanda do setor, que enfrenta dificuldades burocráticas devido à distância de suas cidades até a capital pernambucana.

As codeputadas Juntas (PSOL-PE) protocolaram, no dia 20 deste mês, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o Projeto de Lei nº 1701/2020, que permite a inscrição e submissão de projetos culturais em formato digital, alterando a Lei nº 16.113/2017, que dispõe sobre o Sistema de Incentivo à Cultura (SIC), uma reivindicação antiga do setor de Cultura. Atualmente, algumas ações estão disponíveis no formato virtual, no entanto, o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura-PE), principal instrumento de fomento à produção cultural no estado, inserido no Sistema de Incentivo à Cultura, prevê que a apresentação de projetos culturais e documentos sejam por meio físico, mediante protocolo na cidade do Recife ou envio pelos Correios.

A obrigação desse formato impresso, inclusive este ano, com a pandemia, quando deveria ser levado em consideração o distanciamento social, fez com que o SIC recebesse duras críticas de produtores e criadores, por causa do procedimento previsto nos editais e chamamentos públicos. As dificuldades de locomoção, agravadas com a crise causada pelo coronavírus, burocratiza o acesso aos recursos do Sistema, em afronta ao princípio da eficiência (art. 37 da Constituição Federal), restringindo a participação de diversas pessoas, devido à distância.

Para Paula de Renor, membra do Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco, "o Funcultura está muito atrasado, é jurássico com relação a isso e é impressionante porque nós estamos em Pernambuco e Recife é uma cidade onde tem um polo de cultura digital, que é referência para o Brasil inteiro e que o próprio governo não dialoga. Nós não podemos ser tão atrasados dessa forma. A pandemia veio para mostrar isso pra gente, mostrar como há esse despreparo e como nós estamos tão defasados com relação à digitalização”.

As codeputadas, através desse PL, levantam à discussão sobre a falta de digitalização dos editais e cobra essa ação do Poder Público. O Projeto de Lei não obriga, mas traz à tona o debate sobre percalços enfrentados pelas pessoas fazedoras de cultura, principalmente do interior de Pernambuco, que precisam se deslocar para enviar o material, quando tudo poderia ser facilitado de modo online. As parlamentares defendem que sejam permitidas as duas formas, tanto presencial quanto virtual, para contemplar também quem não tem computador ou acesso à internet, além de possibilitar a opção de imprimir os documentos e fazer o envio do material.

É importante ressaltar que essa possibilidade já existe em relação aos projetos na área do audiovisual, logo, é essencial que a mesma sistemática seja estendida para as demais modalidades e áreas de contempladas pelo SIC, com a finalidade de promover uma política pública mais democrática e coerente com as necessidades dos(as) produtores(as) culturais. Em oito anos de gestão, a Prefeitura do Recife lançou apenas dois editais do SIC, sendo o segundo na última semana de campanha eleitoral. Porém, há denúncias de que as pessoas do primeiro ainda não foram chamadas. Essas escolhas e atitudes do Poder Público mostram a falta de comprometimento com a categoria.

Ainda de acordo com Paula de Renor, “o Funcultura precisa se modernizar, esse é o primeiro critério, inclusive porque o princípio primordial da Lei de Incentivo à Cultura e de uma política pública para a cultura é a democratização e não pode haver uma democratização sem o acesso fácil de inscrição de projetos. (...) Por isso, é tão importante esse PL 1701 das Juntas, que observaram esse problema que os produtores estão passando e tocou em um ponto que é o ponto nevrálgico do nosso Sistema de Incentivo à Cultura. (...) Então, parabéns às Juntas! A gente fica muito contente, como produtora, eu como representante de teatro e ópera no Conselho Estadual de Política Cultural, dou os parabéns para essa iniciativa e eu acredito que a partir daí o governo informatize, digitalize os projetos e que a gente possa andar com a democratização maior e melhor para todo o estado".

A cultura é uma das pautas prioritárias da mandata, que colaborou na formação dos encontros virtuais do movimento “A Cultura Precisa Sobreviver” para debater e ampliar os entendimentos sobre a implantação da Lei Aldir Blanc (Lei nº 14.017/2020) no estado, ao lado do vereador reeleito Ivan Moraes e mais de 100 representantes de diversas áreas da cultura. Durante a quarentena causada pela Covid-19, as Juntas também solicitaram ao Governo de Pernambuco o pagamento imediato dos cachês do ciclo carnavalesco. Além disso, foi enviado um Ofício aos órgãos competentes e um Apelo neste mesmo teor à Alepe, solicitando alternativas para ajudar as pessoas que vivem da arte nesse período de pandemia.
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