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Homem têm coração e cabeça arrancados e colocados em uma estaca em Vertentes do Lério, PE

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Homem têm cabeça e coração arrancados e colocados em uma estaca; braços da vítima ficaram espalhados na estrada do Sítio Salvador na zona rural.
As duas pernas do homem também foram cortadas

Um crime de morte chocou moradores do Município de Vertentes do Lério neste domingo (21), cidade que fica localizada no Agreste de Pernambuco. O fato aconteceu mais precisamente no Sítio Salvador, na zona rural, próximo ao Distrito do Tambor. O  homem de nome  André Olegário de Oliveira, morador da mesma comunidade, foi brutalmente morto com requintes de crueldade por pessoa  ainda revelada pela Polícia. 
A vítima teve a cabeça arrancada e fincada em uma estaca, a barriga do homem foi aberta por instrumento perfurante do onde retiraram o coração do homem que foi colocado em uma estaca, pernas e braços também foram cortados. 
A vítima ainda teve os braços jogados em uma estrada que dá acesso aquela comunidade que fica cerca de  8 quilômetros de Surubim, também no Agreste. 
A Polícia Civil esteve no local fez o levantamento cadavérico e encaminhou o corpo para o IML- Instituto de Medicina Legal. 
O caso será investigado pela Delegacia de Vertentes do Lério.








LUTO: Morre a mãe de Cláudio porteiro da Escola Professor Daniel do Sítio Montado de Casinhas

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Morreu na manhã deste domingo (21), a mãe de Cláudio mais conhecido por "Ringo" morador de Surubim próximo ao Colégio Marista Pio XII. O velório acontece na sua residência. O sepultamento acontece nesta segunda feira (22) no cemitério do Distrito de Oratório em Casinhas.

BOLSA FAMÍLIA: Sem orçamento, só metade dos recursos do Bolsa Família está garantido em 2019; Bolsonaro chegou a anunciar 13º

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No projeto do Orçamento de 2019, 50% dos recursos do Bolsa Família estavam condicionados à emissão de títulos da dívida

Diretor do FGV Social, Marcelo Neri, Bolsa Família é um grande aliado do ajuste fiscal  / Foto: Saulo Cruz/Divulgação

O Bolsa Família, principal programa de transferência de renda do governo federal, e que atende 14 milhões de famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, é uma das poucas unanimidades entre os candidatos à presidência da República, Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL). Ambos prometem apoio ao programa.

Bolsonaro chegou a anunciar a criação de uma 13ª parcela para quem recebe o Bolsa Família, mesma proposta defendida pelo governador reeleito de Pernambuco Paulo Câmara (PSB) durante sua campanha. Já Fernando Haddad falou em ampliar o número de famílias atendidas e melhorar os sistemas de controle de pagamento dos benefícios. Na vida real, a verba integral para o pagamento do Bolsa Família sequer está garantida para o ano que vem porque o orçamento do governo federal para 2019 ainda não foi votado pelo Congresso.

O problema que o futuro presidente da República vai enfrentar é que na proposta inicial do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA 2019), enviado ao Congresso pelo Executivo, em agosto, 50% dos recursos do Bolsa Família (cerca de R$ 15 bilhões) estavam condicionados à emissão de títulos da dívida. Na prática, seria necessário pedir a abertura de crédito adicional via projeto de lei já em 2019, o que depende da aprovação do Legislativo por maioria absoluta.

Com a repercussão negativa, o presidente Temer recuou e chegou a anunciar a inclusão na proposta de orçamento o valor integral de custeio de R$ 30 bilhões. Essa recomposição ainda não aparece no sistema de informação orçamentária da União. Da forma como está, o próximo governo terá que receber autorização da Câmara Federal e do Senado para poder financiar o segundo semestre do Bolsa Família de 2019.

O projeto de Lei Orçamentária, atualmente, está na fase de incorporação de emendas, mas deve ser votado até o final deste ano. Para Marcelo Neri, diretor do FGV Social (Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas), o Bolsa Família é importante porque é um grande aliado do ajuste fiscal, custa menos de meio por cento do produto Interno Bruto (PIB) e atende 1/4 da população brasileira. “É o benefício social de melhor custo e tem impacto direto na melhoria da situação da pobreza. Não garantir os recursos totais é preocupante”, diz o economista.

Neri relata que em 2015, ano em que o benefício ficou congelado, a pobreza extrema subiu 23%. “O interesse pelo Bolsa Família, e demais programas sociais do governo, cresce nos anos de eleição e, passado esse período, deixam de ser prioridade. Só espero que nunca sejam um problema”. Neri diz que é básico fomentar redes de proteção social justamente em épocas de crise, pois desmontar essa rede tem efeito danoso sobre a economia. Ele não acredita que os Estados possam assumir a manutenção ou mesmo ampliação do programa, como muitos candidatos ao governo prometeram. “A maioria dos Estados está tão ou mais quebrada que o governo federal. De qualquer forma, não me parece uma estratégia interessante esvaziar o Bolsa Família”, conclui Neri.

PODER DE CONVENCIMENTO
O professor de ciências contábeis e atuariais da Universidade de Brasília (UNB), Roberto Bocaccio Piscitelly, confirma que o próximo ano será muito complicado do ponto de vista fiscal e orçamentário. Ele diz que as incertezas quanto ao orçamento não diminuirão, qualquer que seja o resultado das urnas no segundo turno da eleição presidencial. “O orçamento atual já necessita de uma suplementação. Mas é difícil acreditar que o Congresso não vá aprovar recursos para a área social”.

Para Bocaccio, resolver esta equação vai exigir do próximo presidente muito poder de convencimento. “Quem tomar posse em 2019 terá que inspirar confiança nos agentes econômicos internos e externos. A arrecadação está muito baixa e o que precisamos é de investimentos na produção”.

Para o professor, a retomada do crescimento econômico não se dará pelo consumo, e sim, pelo investimento na produção. “Quando a produção cresce, a arrecadação também cresce. O governo precisa recuperar a arrecadação para poder respirar e investir.” Roberto Bocaccio aponta ainda que outros recursos para a retomada econômica seria o governo rever a política de renúncias fiscais que, segundo ele, corroem a capacidade fiscal dos Estados e agilizar a cobrança dos 2 trilhões de reais das dívidas ativas da União. “Quem deve ao governo não é molestado. É preciso acabar com a farra das anistias fiscais”, sintetiza.


Aroeiras realiza Festa da Padroeira com Missa, coroação de Nossa Senhora no sábado e encerramento neste domingo (21), Veja as imagens

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Foi realizada na noite deste sábado (20) em Aroeiras, na Paraíba. A Paróquia Nossa Senhora do Rosário realiza a tradicional Festa de sua padroeira que teve início no dia 12 de outubro e encerramento neste domingo (21).
A nona noite realizada neste sábado foi dedicada aos motoristas com uma procissão com a imagem da santa saindo do trevo da cidade que fica no entroncamento na rodovia PB 102 percorrendo todo o trecho da PB 90 até a igreja Matriz onde foi celebrada a missa com o Padre José Vanildo da área Pastoral da Catingueira, em Campina Grande. 
Também foi realizada a coroação de Nossa Senhora e Show com o Padre no palco que fica ao lado da Paróquia. As atividades festivas da Padroeira encerra-se neste domingo (21), com homenagem a todas as comunidades, missa com o Padre José Daniel procissão e Apresentação do Grupo Sons do Silêncio de  Cabaceiras e Show coma Banda Restauração   































































































































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