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Brasil pode registrar mais mortes do que nascimentos em um mês, dizem pesquisadores

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8.4.21


Março registrou a menor diferença entre nascimentos e mortes dos últimos anos. Isso se deu principalmente pela explosão de óbitos neste que foi o mês mais mortal da pandemia.
 Jornal da Globo
País pode registrar mais mortes do que nascimentos em um mês, dizem pesquisadores

Pesquisadores que estudam a população brasileira dizem que abril pode ficar marcado por um fato inédito causado pela pandemia - pela primeira vez na história, o país pode registrar mais mortes que nascimentos em um mês.
Mesmo nas últimas décadas, com famílias menos numerosas, o país continuou crescendo, mas com uma diferença: o número de nascimentos começou a cair de forma gradual. Ou seja, a diferença entre nascimentos e óbitos passou a ficar cada vez menor.
A previsão do IBGE era de que essas duas linhas se cruzassem apenas em 2047, mas, no meio desse caminho, apareceu a pandemia.




Para especialistas em demografia, os impactos no sistema de saúde e na economia influenciam as decisões das famílias, o que reduz a taxa de natalidade.


Para o médico e neurocientista Miguel Nicolelis esse é mais um sinal do descontrole da pandemia no país. Ele afirma que, já em março, algumas regiões registraram mais óbitos do que nascimentos - é o caso do Rio Grande do Sul.

Paraíba confirma mais 14 mortes por Coronavirus

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7.12.20



PB confirma mais 14 mortes e taxa de ocupação hospitalar cresce

Até este domingo, 184 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde
A Paraíba contabilizou, nas últimas 24 horas, mais 673 casos confirmados de Covid-19, totalizando 149.385. O número de óbitos em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus saltou de 3.345 para 3.359 entre esse sábado (5) e domingo (6). Vinte e cinco mortes ainda estão sob investigação. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Até o momento, 478.038 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados na Paraíba.
Resumo | Últimas 24h na Paraíba

Confirmados: 149.385 (eram: 148.712)
Descartados: 202.387 (eram: 202.303)

Dentre os casos confirmados:

Internados: 343 (sem alterações)
Isolados em casa: 25.737 (eram: 25.081)
Recuperados: 119.946 (eram: 119.943)
Mortos: 3.359 (eram: 3.345)


Mortos

Dos 14 óbitos confirmados neste domingo (6) pela SES, seis ocorreram nas últimas 24 horas. As vítimas são seis homens e oito mulheres, com idades entre 39 e 88 anos. Três das 14 vítimas não possuíam comorbidades. Até este domingo, 184 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19.


Ocupação de leitos

A ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto, pediátrico e obstétrico em todo o estado é de 54%. Se for feito um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa (RMJP), 63% estão ocupados. Em Campina Grande, estão ocupados 44% de leitos de UTI adulto e, no Sertão, 85%.

Houve aumento na taxa estadual de ocupação de leitos. Nesse sábado (5), a Paraíba estava com 53% de taxa hospitalar. Campina Grande também teve ganho de 1% em relação aos dados anteriores da SES. A Região Metropolitana manteve a taxa do sábado, enquanto que o Sertão registrou queda de 5% na ocupação hospitalar.
Leitos para Covid-19 ativos em todo o estado

Enfermaria: 494 (188 ocupados)
UTI: 267 (155 ocupados)

PERNAMBUCO: Taxas de contágio da Covid-19 sobem nas 12 Regiões de Saúde de Pernambuco, aponta instituto

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23.6.20



De acordo com o Instituto de Redução de Riscos e Desastres (IRRD), em todo o estado, a taxa de contágio está acima de 1. No Sertão, índice chega a 2.5.
G1 PE — Recife
Estudo aponta que taxa de contágio aumentou em todas as regiões de Pernambuco
Todas as regiões de Pernambuco tiveram aumento na taxa de contágio do novo coronavírus, de acordo com dados do Instituto para Redução de Riscos e Desastres (IRRD-PE). O estudo considera as 12 Gerências Regionais de Saúde, divisão do território do estado feita pela Secretaria de Saúde (veja vídeo acima).
Segundo o IRRD, a taxa-geral de contágio da Covid-19 de Pernambuco está em 1.23. Isso significa que um grupo de 100 pessoas transmite a doença para 123. Esses 123 contaminam outras 146 e, assim, sucessivamente, em uma progressão geométrica.
"A taxa que a gente calcula está em 1.23. É como se fossem juros. A gente está a 23% de juros ao dia. Quando a gente compõe esse juro, a dívida fica gigante. Não é momento de relaxar", afirmou Jonas Albuquerque, cientista da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), que integra o IRRD.
Ainda mais preocupante do que a taxa global de contaminação, segundo ele, é a situação registrada em algumas Regiões de Saúde do estado.
Todas as regiões, de acordo com o estudo do IRRD, estão acima do número 1, considerado o marco que delimita uma epidemia em controle ou descontrolada, mas há algumas que chamam atenção: a região 12, que abrange Petrolina, Orocó, Cabrobó e outras quatro cidades, tem uma índice de 2,54.
Há também uma preocupação com a região 4, com uma taxa de contágio de 1,22. Nesta área, estão 32 municípios do Agreste, entre eles Caruaru e Bezerros.
Nesta terça-feira, o secretário de Saúde André Longo decretou quarentena mais rígida para esses municípios, a fim de diminuir a taxa de contágio.
A região com a melhor situação é a Geres 1, de Recife, Olinda, Paulista e outros municípios. A taxa é de 1,05.
A reabertura, de acordo com Jonas Albuquerque, contribuiu para o aumento dos números, que precisam ser baixados o quanto antes.
"Se a gente continuar com essa taxa, mesmo com todos os esforços do governo de fazer lockdown na região metropolitana, que foi excelente, mesmo todos esses esforços podem ir por água abaixo, porque a gente é inundado por essa contaminação em massa, com as pessoas relaxando na manutenção do controle", afirmou.

Confira abaixo os municípios de cada região e os respectivos índices.
I Geres - 1.05
Abreu e Lima, Araçoiaba, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Chã Grande, Chã de Alegria, Glória de Goitá, Fernando de Noronha, Igarassu, Ipojuca, Itamaracá, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Olinda, Paulista, Pombos, Recife, São Lourenço da Mata e Vitória de Santo Antão.

II Geres - 1.35

Bom Jardim, Buenos Aires, Carpina, Casinhas, Cumaru, Feira Nova, João Alfredo, Lagoa de Itaenga, Lagoa do Carro, Limoeiro, Machados, Nazaré da Mata, Orobó, Passira, Paudalho, Salgadinho, Surubim, Tracunhaém, Vertente do Lério, Vicência.

III Geres - 1.21

Água Preta, Amaraji, Barreiros, Belém de Maria, Catende, Cortês, Escada, Gameleira, Jaqueira, Joaquim Nabuco, Lagoa dos Gatos, Maraial, Palmares, Primavera, Quipapá, Ribeirão, Rio Formoso, São Benedito do Sul, São José da Coroa Grande, Sirinhaém, Tamandaré, Xexéu.

IV Geres - 1.22
Agrestina, Alagoinha, Altinho, Barra de Guabiraba, Belo Jardim , Bezerros, Bonito, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha, Camocim de São Felix, Caruaru, Cupira, Frei Miguelinho, Gravatá, Ibirajuba, Jataúba, Jurema, Panelas, Pesqueira, Poção, Riacho das Almas, Sairé, Sanharó, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria do Cambucá, São Bento do Una, São Caetano, São Joaquim do Monte, Tacaimbó, Taquaritinga do Norte, Toritama, Vertentes.


V Geres - 1.50

Águas Belas, Angelim, Bom Conselho, Brejão, Caetés, Calçados, Canhotinho, Capoeiras, Correntes, Garanhuns, Iati, Itaíba, Jucati, Jupi, Lagoa do Ouro, Lajedo, Palmerina, Paranatama, Saloá, São João, Terezinha.



VI Geres - 1.34

Arcoverde, Buíque, Custódia, Ibimirim, Inajá, Jatobá, Manari Pedra, Petrolândia, Sertânia, Tacaratu, Tupanatinga, Venturosa.

VII Geres - 1.65

Belém do São Francisco, Cedro, Mirandiba, Salgueiro, Serrita, Terra Nova, Verdejante.

VIII Geres - 2.54

Afrânio, Cabrobó, Dormentes, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, Santa Maria da Boa Vista.

IX Geres - 1.61
Araripina, Bodocó, Exu, Granito, Ipubi, Moreilândia, Ouricuri, Parnamirim, Santa Cruz, Santa Filomena, Trindade.
X Geres - 1.46
Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, Iguaraci, Ingazeira, Itapetim, Quixaba, Santa Terezinha, São José do Egito, Solidão, Tabira, Tuparetama.
XI Geres - 1.61
Betânia, Calumbi, Carnaubeira da Penha, Flores, Floresta, Itacuruba, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Belmonte, Serra Talhada, Triunfo.

XII Geres - 1.26
Goiana, Aliança, Camutanga, Condado, Ferreiros, Itambé, Itaquitinga, Macaparana, São Vicente Ferrer, Timbaúba.

Números da PUC-RJ também crescem
Há outro estudo, semelhante ao do IRRD, feito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Nela, os números de Pernambuco também cresceram. Depois de duas semanas com 0,9, a taxa de contágio cresceu para 1,15.


"Era esperado. Obviamente, quando se retoma as atividades, o convívio, mesmo que o 'novo normal' seja diferente do que a gente tinha antes, as pessoas mantêm um certo distanciamento social, utilizam máscara, você vai ter uma tendência de subida, que é o que a gente está observando nas duas últimas semanas", explicou Marcelo Fernandes, economista da FGV e um dos coordenadores da pesquisa.


Segundo ele, Pernambuco, assim como os demais estados do País, precisam recuar abaixo do número 1.



"A faixa abaixo de 1 tem uma situação controlada da epidemia. Obviamente ela não caracteriza toda a curva epidemiológica, mas te dá uma ideia de controle da epidemia, mas a gente sabe que é uma questão de tempo. Se a taxa permanece abaixo de 1, a epidemia se debela, e a gente resolve o problema", declarou.

Aroeiras PB: Após feriadão forçado, sobe para 7 casos novos de Coronavírus no município. Agora registra 40 Casos confirmados e 12 recuperados

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4.6.20

Após feriado forçado, número de Covid-19 aumenta e medidas de restrições não surtaram efeito.  Até o momento 12 pessoas foram recuperadas.

Aroeiras, no Estado da Paraíba divulgou na manhã desta quinta feira (04), mais 7 casos confirmados e um total  40 casos de coronavírus já registrados no Município. O boletim epidemiológico foi divulgado pela saúde e traz  casos novos distribuídos na zona rural e urbana. Até  o momento 12 pessoas foram recuperadas. Os casos confirmados de hoje  são  duas pessoas do Sítio Piaba, dois do Bairro de Torres, dois do Sítio Olho D’água e um do Sítio Uruçu. No boletim desta quinta feira também traz um morador do Distrito de Pedro Velho recuperado.
Os 28 moradores que encontram-se isolados em recuperação são das seguintes comunidades: (7) do centro da cidade, (4 )do Sítio Uruçu,( 5) Bairro Torres,(1 )Distrito de Pedro Velho, (5 )Sítio Piabas, (2) Sítio Papagaio, (1) Sítio Volta Grande,( 1) Sítio Carapebas, (2) Sítio olho D água.
Outros 98 Casos suspeitos estão sendo monitorados. Até o momento nenhum óbito registrado. 
            Movimentação de pessoas e veículos registrado na manhã desta quinta feira
Mesmo diante o fechamento do comércio por 4 dias ocasionado por um feriado forçado, isso não impediu o crescimento assustador no número de casos de Covid-19 no Município. Na manhã desta quinta feira após dias de isolamento Aroeiras foi anunciado mais 7 casos novos. O comércio foi invadido por um grande número de pessoas que circulavam pelo centro da cidade. A população claro, precisa fazer as suas compras e realizar as suas pendências. Estabelecimentos comerciais  têm adotado algumas regras para evitar a disseminação do vírus. 
A população pode e deve fazer a sua parte evitando aglomerações, evitar sair de casa sem máscaras, lavar as mães periodicamente, ter o máximo de cuidado onde há grande número de pessoas. 

Brasil tem 1.124 mortes e 20.727 casos confirmados de coronavírus, diz ministério

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11.4.20


Balanço da pasta foi divulgado neste sábado (11). Em 24 horas, foram mais 1.089 casos e 68 mortes somadas às estatísticas.
Por Rafaella Vianna, G1


Brasil tem 1124 mortes e 20.727 casos confirmados de coronavírus, diz Ministério da Saúde

O balanço dos casos de Covid-19 divulgados pelo Ministério da Saúde neste sábado (11) aponta:

1.124 mortes
20.727 casos confirmados
Letalidade: 5,4%
Evolução das mortes por coronavírus no Brasil desde 17 de março — Foto: Guilherme Pinheiro/ G1

Produção industrial de Pernambuco é a segunda mais alta do Brasil

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13.3.20

Diário de PE

Pernambuco teve o segundo maior crescimento da produção industrial na passagem de dezembro de 2019 para janeiro deste ano. O estado registrou alta de 8,7%, atrás apenas da Bahia, que teve incremento de 10,3%. As taxas positivas, somadas às outras registradas em mais 11 locais dos 15 pesquisados, ajudaram a manter a média nacional em avanço, de 0,9%. Pernambuco também apresentou crescimento em janeiro deste ano sobre o mesmo mês de 2019, com alta de 6,7%, a terceira maior, atrás apenas do Rio de Janeiro (9,8%) e Bahia (8,3%). Os resultados positivos, no entanto, não foram suficientes para puxar o acumulado dos últimos 12 meses para cima. A variação ficou negativa em 1,2% no estado, contra recuo de 1,0 no Brasil, segundo a Pesquisa Industrial Mensal Regional, do IBGE.

Para Cezar Andrade, coordenador do Núcleo de Economia da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), o resultado em janeiro foi positivo, principalmente porque Pernambuco vinha de um ano ruim em 2019. "Tinha tido um recuo de 2,2% e agora em janeiro volta a crescer para atender à demanda de meses iniciantes. Tem o carnaval, que aumenta a demanda de alguns produtos, não só dos pernambucanos, mas de todos que vêm para cá", explica.

Já na comparação com janeiro de 2019, o crescimento foi de 6,7%, puxado principalmente pela alta da indústria de alimentos, que registrou incremento de 28,1%. "O ano passado teve uma produção menor porque ainda tinha estoque e esse ano a produção aumentou para repor. Além disso, o setor de alimentos fechou 2019 com queda de 3,5% no acumulado do ano e esse ano já começa com resultado positivo para atender a essa demanda de começo de ano", afirma Andrade. Outros dois segmentos que também apresentaram desempenho positivo, acima da média geral, foram os de produtos de minerais não-metálicos (14,6%) e outros produtos químicos (11,5%). Em contrapartida, o setor de outros Equipamentos de Transporte teve uma queda significativa de 83,5%.

No acumulado dos últimos 12 meses, Pernambuco registrou queda de 1,2%. "Isso aconteceu porque 2019 foi um ano muito ruim. Então mesmo com o resultado positivo de janeiro, não consegue suprir o resultado ruim do ano passado. O setor mais sofrível do ano passado foi o de equipamentos de transporte, com exceção de veículos, porque pega a indústria naval e o Estaleiro Atlântico Sul puxou para baixo", acrescenta.

DESTAQUE: Educação de Casinhas comemora avanços significativos no SAEPE 2019

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ASCOM CASINHAS

Na última quarta-feira (11), a Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco divulgou o resultado do Sistema de Avaliação da Educação Básica de Pernambuco (SAEPE) 2019. Entre as escolas das redes municipais, nossa Casinhas, aqui no Agreste, foi destaque com excelentes resultados obtidos na avaliação, chegando a superar a média estadual. No 2°ano, a proficiência em Língua Portuguesa em 2019 foi de (620,42), em 2018 foi de (529,9) e em 2017 era de (540,2). Já em Matemática o nível atingido foi de (587,2), em 2018 foi de (504,8), em 2017 era de (524,2), numa escala de (0 a 1.000).

No 5° ano, em Língua Portuguesa, a proficiência atingida em 2019 foi de (219,5), em 2018 foi de (201,4), em 2017 era de (190,0). Em Matemática, a proficiência atingida foi de (232,9)  em 2018 foi de (214,9) e em 2017 era de (204,1), numa escola de (0 A 500). No 9° ano, o componente de Lingua Portuguesa atingiu em 2019 (252,3), em 2018 foi de (249,8), em 2017 era de (228,7). Em Matemática alcançou (271,0), em 2018 foi de (265,1), e em 2017 era de (232,4), ambos numa escola que varia de (0 a 500).

Foto: Divulgação/Reprodução
A ideia do SAEPE é produzir informações sobre o grau de domínio dos estudantes nas habilidades e competências consideradas essenciais, além de ser uma ferramenta de monitoramento para a gestão escolar. O evento aconteceu no auditório do Hotel Onda Mar, no Recife, e reuniu secretários de Educação Municipais, secretários executivos, gerentes regionais de ensino, e equipes técnicas pedagógicas. O encontro tem o objetivo de fazer com que esses dados, que são divulgados anualmente, ganhem sentidos didáticos e que os gestores possam usar essas referências para ressignificar práticas pedagógicas e melhorar a qualidade da educação.

Foto: Divulgação/Reprodução
O secretário de Educação de Casinhas, Givanildo Melo, esteve presente e comemorou os excelentes resultados obtidos no município. "Crescemos em todas as etapas de avaliação, obtendo excelentes índices, consolidando assim um aumento significativo nos últimos 3 anos. Tudo isso porque a educação de Casinhas é feita a muitas mãos, da gestão na sala de aula ao acompanhamento familiar, da inclusão ao desenvolvimento de projetos, dos processos pedagógicos ao sistema de avaliação, procuramos sempre agregar requisitos imprescindíveis à formação de um cidadão que possa atuar na contemporaneidade como protagonista da sua história", destacou o gestor.

Foto: Divulgação/Reprodução
"Quando se investe na educação visando uma formação integral, quando o educando é o centro das nossas atenções, quando os esforços humanos, cognitivos, os planejamentos e recursos financeiros são direcionados com compromisso e responsabilidade, não podemos esperar outro resultado que não seja o avanço. Quando os professores fazem do simples o extraordinário, quando acolhem, pesquisam, buscam e efetivam um trabalho edificante, dentro da sala de aula, o resultado só pode ser este e nos orgulha. Muitas são as lutas diárias e os desafios, maior ainda é o DESEJO de todos os que fazem a educação de Casinhas acontecer", acrescentou.



Fotos: Divulgação/Reprodução
"A todos, nossa gratidão. Agradeço ao prefeito João Camêlo, que não tem medido esforços para apoiar todas as ações da educação de Casinhas, que tem nos motivado e dado condições para que possamos concretizar nas nossas escolas um trabalho edificante. Nosso muito obrigado a todos os pais, a todos que apoiam, a todos que colaboram com os processos educativos. E a vocês, estudantes, meus parabéns, e o nosso compromisso de continuar fazendo muito mais e melhor por vocês", pontuou.

Foto: Divulgação/Reprodução
A avaliação do SAEPE é feita com estudantes da rede pública estadual e municipal, dos 2ºs, 5ºs e 9ºs anos do ensino fundamental, 3ºs anos do ensino médio e Travessia nas disciplinas de língua portuguesa e matemática. Em 2019, cerca de 310 mil estudantes de 3.338 escolas participaram da avaliação. O SAEPE também contribui diretamente para a adaptação das práticas de ensino às necessidades dos alunos. Os resultados da avaliação produzidos pelo sistema são associados às políticas de incentivo para reduzir as desigualdades e elevar o grau de eficácia da escola, compondo em conjunto com as taxas de aprovação verificadas pelo Censo Escolar, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica de Pernambuco – IDEPE.

DESTAQUE: Educação de Casinhas avança no SAEPE

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28.3.19

Educação de Casinhas avança no SAEPE

Imagem: Divulgação/Reprodução
 ASCOM CASINHAS


Os resultados do SAEPE, uma importantíssima avaliação que mensura a aprendizagem de nossos estudantes nos 2°, 5° e 9° anos do Ensino Fundamental e 3° anos do Ensino Médio, em sua edição de 2018, foram divulgados. Ocorre que nos 5° anos e nos 9° anos do Ensino Fundamental, Casinhas ficou à frente dos resultados consolidados à nível do Estado de Pernambuco e em relação ao último resultado, em 2017, no qual o município teve um grande crescimento nestas duas etapas importantíssimas de nossa educação. Nos 2° anos, Casinhas ficou acima dos resultados consolidados do Estado, porém, a nível de município, registrou um pequeno declínio.

O secretário de Educação de Casinhas, Givanildo Melo, comemorou os resultados. "Sabemos que não é nada fácil conseguir estes índices. São muitas lutas, muitos desafios, muita parceria, muitos acompanhamentos, planejamento, ações estratégicas, união, foco e muito trabalho. Em nome de todos que compõem a educação municipal de Casinhas, agradecemos primeiramente a Deus, por nos iluminar e se fazer presente em nossa vida, ao prefeito João Camêlo, por não medir esforços para ajudar a educação do município, dando condições de trabalho, parcerias, investimentos e lutas", declarou.

"Agradecemos! Primeiramente a cada professor e professora de nosso município, pelas incansáveis lutas em sala de aula, por todo sacrifício e desejo de fazer com que nossa educação cresça a cada dia; a cada Gestor e Gestora escolar, a cada coordenador e coordenadora, a cada servidor, nosso reconhecimento e nosso muito obrigado. E aos nossos caríssimos estudantes, nossos parabéns! Continuaremos com muito afinco e determinação, dando condições e firmando parcerias para continuarmos avançando a cada dia e fazendo com que a qualidade da educação de nosso município só cresça", pontuou.

Surubim PE: Imagens revelam o crescimento da Jóia do Agreste

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21.3.19

      Fotos de Surubim PE foram feitas diretamente do Sítio Montado, na zona rural de Casinhas

Fotos: Edmilson Gonçalves (Blog Casinhas Agreste)

Imagens registradas no início da tarde desta quinta feira (21), revela paisagens da cidade de Surubim, cidade que fica no Agreste Setentrional de Pernambuco. As imagens foram feitas pelo Blogueiro Edmilson Gonçalves do Blog Casinhas Agreste. As fotos foram feitas no Sítio Montado, na zona rural de Casinhas, também no Agreste. Nas fotos, mostra uma cidade moderna, um crescimento estrondoso que aconteceu ao longo dos anos, vinculada a construção contemporânea, nas imagens mostram as grandes obras como prédios, residências, antenas de telefonia móvel em contraste com as propriedades rurais. Ainda nas imagens no fundo revela serras em localidades ainda não identificadas. O Super zoom liberada pelo equipamento do blogueiro destaca o centro de Surubim cidade berço das cidades de Casinhas e Vertentes do Lério. O espetáculo da natureza, mostra serras localizadas ao sul da cidade de Surubim, antenada com a modernidade, a cidade é considerada atualmente o grande centro comercial e econômico da região Agreste de Pernambuco. O setor terciário é o que mais cresce. atualmente Surubim é a quarta colocada no Pólo das confecções. As imagens também mostra a urbanização da Capital da Vaquejada através de loteamentos nas principais periferia da cidade. 


De acordo com o Wikipédia, Surubim originou-se de uma fazenda de gado, pertencente a Lourenço Ramos da Costa. Em 1864, ele construiu um oratório dedicado a São José, onde o padre português Antônio Alves da Silva celebrava as missas dominicais. No entorno do oratório surgiram as primeiras casas. Em 1878, o oratório foi substituído por uma capela. Em 8 de junho de 1891, a lei provincial nº 1585 criou a freguesia de São José de Surubim, instalada em 1885 e regida canonicamente pelo padre José Francisco Borges.
Foi emancipado, através da lei estadual nº 1.931, de 11 de setembro de 1928; se desmembrando do Município de Bom Jardim.
















PIB de Pernambuco cresce 1,9% em 2018 e supera crescimento nacional de 1,1%

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18.3.19


Dados do crescimento econômico do estado foram divulgados nesta segunda-feira (18) pela Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco.
Por G1 PE

18/03/2019 12h41  Atualizado há 23 minutos

 Na agropecuária, produção de uva foi um dos segmentos responsáveis pelo bom desempenho do setor em Pernambuco — Foto: Reprodução/TV Grande Rio 

O Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco teve um crescimento de 1,9% em 2018, em relação ao ano anterior, superando o crescimento de 1,1% do PIB nacional. De acordo com o resultado divulgado pela Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem) nesta segunda (18), o estado alcançou R$ 182,8 bilhões em valores correntes.

A agropecuária, a indústria e os serviços são os setores econômicos que, segundo a Condepe/Fidem, motivaram o resultado anual. Respectivamente, os três segmentos apresentaram crescimento de 5,3%, 2,0% e 1,7%.

Na agropecuária, o saldo positivo se deve ao bom desempenho das chamadas lavouras permanentes, com incrementos na produção de uva, banana, manga e maracujá. No campo da indústria, o destaque fica com a indústria de transformação, com a expansão da fabricação de veículos automotores, produtos de metal, produtos de limpeza, de borracha e material plástico e bebidas.

No setor de serviços, as atividades imobiliárias e aluguéis, os serviços de alojamento e alimentação e serviços profissionais, administrativos e complementares são apontados como os segmentos que alavancaram o crescimento de 1,7%, em relação a 2017.

"A agropecuária foi um setor com crescimento expressivo, mas não é o único a influenciar o resultado do estado. A indústria e os serviços também têm peso. Tivemos uma retração no quarto trimestre, mas o quadro acompanhou o cenário nacional, que também foi de retração, e acredito que haverá uma recuperação para o ano de 2019", afirma o economista e gerente de estudos e pesquisas socioeconômicas da Condepe/Fidem, Rodolfo Guimarães.

Economia no 4º trimestre
No quarto trimestre de 2018, no entanto, houve uma redução de 1,1% em comparação ao semestre anterior. Segundo a Condepe/Fidem, o resultado foi motivado pelo desempenho de setores como a indústria, que apresentou queda de 10,1% no período em questão.

A agropecuária, com crescimento de 3,1%, e os serviços, com crescimento de 0,5%, também influenciaram o resultado do último trimestre de 2018.


Em comparação ao quarto trimestre de 2017, houve uma elevação real de 0,2%. O resultado, segundo a Agência, decorreu do desempenho da agropecuária e do setor de serviços, com respectivos percentuais de crescimento de 4,9% e 1,4%, e da queda de 3,9% na indústria. Em valores correntes, o PIB do 4º trimestre de 2018 em Pernambuco foi de R$ 50,7 bilhões.

Brasil fica quase na lanterna do crescimento mundial em ranking com 34 países

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30.11.14

Após queda na atividade econômica no terceiro trimestre deste ano, Brasil ocupou a 31ª colocação no ranking, ficando à frente apenas de Itália, Japão e Ucrânia


 A queda de 0,2% na atividade econômica brasileira no terceiro trimestre deste ano em relação a igual período de 2013, anunciada sexta-feira (28) pelo IBGE, deixou o País quase na lanterna do crescimento mundial. De uma lista de 34 economias, o Brasil ocupou a 31.ª colocação, segundo levantamento da consultoria Austin Rating.

O desempenho brasileiro ficou abaixo do verificado em países como Grécia e Espanha, que ainda tentam se reerguer de crises severas, e foi o pior entre as grandes economias emergentes, que compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

No topo do Brics, a China cresceu 7,3% no terceiro trimestre ante igual período do ano passado, enquanto a Índia teve alta de 5,3%. Já o Produto Interno Bruto (PIB) da África do Sul, que vive quadro de inflação elevada, juros altos e atividade em recuperação, teve aumento de 1,4%. A Rússia, mesmo às voltas com a crise geopolítica envolvendo a Ucrânia, avançou 0,7%.

O resultado brasileiro só não foi pior que a atividade de Itália, Japão e da própria Ucrânia. O economista-chefe da Austin Rating Alex Agostini, responsável pelo estudo, atribui a má colocação do Brasil à gestão equivocada da política econômica.

“Há profundos problemas na gestão da política econômica, com destaque para a atabalhoada política monetária de juros relativamente altos com inflação alta e atividade econômica em retração. Além, é claro, da política fiscal expansionista”, disse Agostini, em relatório.

A recuperação, defendeu o economista, depende de mais investimentos e novos acordos multilaterais, diversificando o leque de países parceiros em termos de comércio. Hoje, os grandes consumidores das exportações brasileiras são China (commodities) e Argentina (manufaturados), que passam por ajustes. “Esses países não deverão manter a mesma contribuição observada em anos anteriores.”

SETOR EXTERNO - No período de julho a setembro deste ano, o desempenho do setor externo foi favorável ao crescimento na comparação com igual período de 2013. O volume das exportações cresceu 3,8%, enquanto as importações tiveram avanço mais tímido, de 0,7%.

“As exportações cresceram mais que as importações. Tem quatro trimestres seguidos que a gente tem contribuição positiva do setor externo no crescimento”, disse Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o segundo trimestre, porém, o setor externo tirou fôlego da economia, já que a lógica foi justamente inversa. As importações foram 2,4% maiores, enquanto os embarques avançaram 1%.

“Isso é resultado da baixa competitividade da indústria doméstica, que vivencia problemas do lado da oferta”, avaliou o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno. A recente desvalorização do real ante o dólar, contudo, pode melhorar esse quadro, acrescentou Rostagno.


Blog Casinhas Agreste
 www.casinhasagreste.com.br


 

Pobreza cresce pela primeira vez em 10 anos

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6.11.14

Miséria cresce pela 1ª vez desde 2003, diz Ipea
Os números, recolhidos da Pnad mostram que subiu em cerca de 370 mil pessoas a quantidade de quem vive com menos de R$ 70 por dia

Foto: Chico Porto/JC Imagem


Dados levantados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontam que, entre 2012 e 2013, o número de pessoas que vivem na extrema pobreza no País teria aumentado em 0,4 ponto porcentual, passado de 3,6% da população para 4%. Os números, recolhidos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que subiu em cerca de 370 mil pessoas a quantidade de quem vive com menos de R$ 70 por dia. O governo, no entanto, diz que a diferença está dentro da margem de erro e não mostra uma tendência. O aumento é o primeiro desde que o Ipea iniciou a série histórica para esses dados, em 2004.

Os dados não chegaram a ser divulgados pelo governo, mas estão no site do Ipea na internet. Uma última atualização foi feita no último dia 31, mas o governo alega que estavam publicados desde 19 de setembro. Em outubro, o diretor de políticas sociais do instituto colocou o cargo à disposição depois que uma decisão da presidência do órgão proibiu a divulgação de pesquisas durante o período eleitoral. O jornal O Estado de S. Paulo perguntou nesta quarta-feira ao Ipea se essa decisão também foi tomada em anos anteriores, mas não recebeu resposta.

A ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, afirmou que é “absurda” e “injusta” a acusação de que o governo teria segurado dados por causa da campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff. “Os dados são públicos. Nós temos acesso no mesmo momento que vocês. Qualquer cidadão, qualquer pesquisador que conheça um pouco de estatística pode fazer a conta”, disse. “Não virou notícia antes porque não houve aumento.”

O governo atribui a diferença a uma flutuação estatística, uma diferença na amostra, dentro da margem de erro do levantamento. “Não é correto afirmar que houve aumento”, garantiu a ministra. “Se olharmos com cuidado vamos ver que o desemprego caiu, as ações do Brasil sem Miséria chegam fortemente nesse público. Nenhum outro elemento factual ou dado econômico permite supor que houve aumento.” Apesar de estar dentro da margem de erro, o pequeno aumento é o primeiro desde que o Ipea iniciou a série histórica para esses dados, em 2004. No ano anterior, o País registrava 23,2 milhões de pessoas na extrema pobreza. Desde então, a queda foi contínua - 60% no acumulado de oito anos, até 2012. O primeiro movimento contrário teria sido no ano passado. A ministra afirmou que, quando se chega a números tão baixos, é normal que as amostras registrem pequenas variações.

SAE

O ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Marcelo Neri, tentou desqualificar o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado nesta quarta-feira, que diz que o número de brasileiros em condição de extrema pobreza voltou a subir em 2013, passando de 10,08 milhões de miseráveis em 2012, para 10,45 milhões um ano depois, um aumento de 3,7%. "Foram dados, que inclusive não são dados oficiais, que foram levantados pelo Ipea, que não tem esse poder de dar o dado oficial de pobreza ou de extrema pobreza da Nação", afirmou Neri irritado, rebatendo estes números com outros dados também não oficiais, mas favoráveis ao governo.

"E o que eu digo é o seguinte: os dados das duas últimas Pnads (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) são muito bons. Eles mostram avanço da renda per capita de 5,5% real, já descontada a inflação, já descontado aumento da população, e foi um dado muito bom". Para ele, a imprensa está focando um dado específico que representa "fatores temporários" e não reflete a realidade.

O ministro negou ainda que o governo tenha escondido este dado social considerado negativo durante o período eleitoral. "Houve uma decisão do Ipea de se manter à margem do período eleitoral em relação a qualquer tipo de dado. Está se falando que existe um estudo sobre pobreza, não existe nenhum estudo sobre extrema pobreza escondido ou de qualquer forma que existe", afirmou.Com informações /Jornal do Commércio

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