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PSB abre processo sobre deputados que apoiaram reforma da Previdência

15/07/2019

/ por casinhas agreste

11 parlamentares contrariaram orientação do partido e apoiaram projeto. Código de ética da sigla prevê desde simples advertência até expulsão.
Por Luiz Felipe Barbiéri e Geovanna Gravia, G1 e TV Globo — Brasília

15/07/2019 11h29  Atualizado há 7 minutos

O conselho de ética do PSB decidiu na manhã desta segunda-feira (15) abrir processo sobre deputados que votaram a favor da reforma da Previdência.

O presidente do conselho de ética, Alexandre Navarro, disse que a decisão final sobre o caso será do diretório da legenda, provavelmente, na segunda quinzena de agosto.

Na votação da proposta na semana passada na Câmara, 11 dos 32 deputados da bancada apoiaram o projeto, contrariando a orientação do partido, que havia fechado questão contra o texto.

Veja quem são os deputados do PSB que apoiaram a reforma:

Emidinho Madeira(MG)
Felipe Carreras (PE)
Felipe Rigoni (ES)
Jefferson Campos (SP)
Liziane Bayer (RS)
Luiz Flávio Gomes (SP)
Rodrigo Agostinho(SP)
Rodrigo Coelho (SC)
Rosana Valle (SP)
Ted Conti (ES)
Átila Lira (PI)
Fantástico mostra os bastidores da votação da reforma da Previdência

Código de ética
Segundo o código de ética da sigla, é vedado aos deputados descumprir as resoluções dos órgãos da legenda.

O conselho de ética do PSB é composto de três membros titulares e três membros suplentes. Cabe ao órgão opinar em todas as representações relativas à infidelidade partidária, quebra de princípios e deveres éticos e à violação do estatuto do partido.

O presidente do colegiado é o filiado Alexandre Navarro Garcia. Os outros dois titulares são Rafael de Alencar Araripe Carneiro e Tadeu Sávio Souza de Lira.


Processo
Com a abertura do processo, cada um dos parlamentares será chamado a se manifestar. Ao final da apuração, o conselho pode recomendar uma punição aos dissidentes. A decisão final caberá ao diretório nacional do PSB.

O código de ética do partido estabelece que o filiado que descumprirem as decisões tomadas democraticamente nos congressos do partido estará sujeito a medidas disciplinares que vão de advertência, censura pública, suspensão por doze meses, cancelamento da filiação até a expulsão do partido.

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