Durante o interrogatório, Maurício confessou que jogou o corpo no rio, mas alegou que não teria sido o autor do assassinato
Dione Gomes da Silva - Foto: Cortesia
Maurício Alves de Andrade, acusado de matar a manicure Dione Gomes e jogar o corpo da vítima no Rio Tejipió, no Recife, em janeiro de 2021, foi julgado nesta quarta-feira (10). Ele foi condenado pelo júri a 20 anos e seis meses de prisão pelo homicídio triplamente qualificado - motivo torpe, não dar chance de defesa à vítima e contra a mulher por razões da condição de sexo feminino (previsto no artigo 121, p. 2º, incisos I, IV e VI), ambos do Código Penal, e um ano e dois meses de prisão por ocultação de cadáver.
No total, 21 anos e oito meses de prisão em regime fechado.
Durante o interrogatório, conduzido pelo juiz Jorge Luiz dos Santos Henriques, Maurício confessou que jogou o corpo da então companheira no rio, mas alegou que não teria sido o autor do assassinato.
Ele afirmou que o crime teria sido praticado por três pessoas que invadiram a sua casa. O defensor público Bruno Henrique Barros não pediu a sua absolvição.
Folha PE











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