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Mostrando postagens com marcador famílias. Mostrar todas as postagens
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Prefeito do Recife suspende o São João e destina 15 milhões para às famílias atingidas pelas enchentes

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30.5.22


Recife anuncia suspensão do São João; R$ 15 milhões serão destinados para atingidos pelas chuvas
Prefeito destacou ainda que concentra esforços "para garantir o acolhimento, a segurança e os passos seguintes"
Por Portal Folha de Pernambuco

O prefeito do Recife, João Campos, anunciou, na manhã desta segunda-feira (30), a suspensão dos festejos juninos, incluindo São João e São Pedro. 
Com a medida, o município poderá redirecionar R$ 15 milhões em recursos para ampliar os esforços de apoio às ações que estão sendo realizadas para mitigar os danos das chuvas. Aperte o Play e veja o pronunciamento de João Campos:
"Com isso, nós vamos incrementar em R$ 15 milhões as ações direcionadas para as famílias atingidas e, ao longo da semana, a gente vai compartilhar com vocês várias outras medidas de priorização para as famílias para as vítimas e para as pessoas que foram fortemente atingidas nesse momento", afirmou João.
O prefeito destacou ainda que concentra esforços "para garantir o acolhimento, a segurança e os passos seguintes". 

Em Surubim , Prefeitura faz a distribuição de Kits alimentação escolar nesta quarta feira 11/08, para alunos de toda a Rede Municipal

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10.8.21


A Prefeitura Municipal de Surubim , inicia nesta quarta feira (11.08), a entrega de Kits alimentação escolar para alunos de toda a rede municipal de ensino. A entrega tem início por volta da 8: 00  e se estende até às 16:30. Serão beneficiados alunos  do berçário, Maternal e pre- escola, como também  alunos  do 1° ao 9° ano do Ensino Fundamental. Retardatários podem receber até o dia 19/08.
"Para garantir a segurança alimentar dos nossos alunos, a  Prefeitura de Surubim vai continuar realizando a distribuição dos kits alimentação para todos os alunos da Rede Municipal de Ensino. 
A entrega será realizada pela Secretaria de Educação e Cultura nas unidades de ensino, de maneira organizada e orientada para evitar aglomeração". Diz um aviso nas redes sociais da Prefeitura. 
A entrega vai obedecer conforme calendário divulgado abaixo:  


Prefeitura de Casinhas beneficia diretamente dezenas de agricultores

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29.4.20

A Prefeitura Municipal de Casinhas por meio da Secretaria Municipal de Agricultura vêm realizando diversas ações que beneficia diretamente o homem do campo. No início do mês de março, foi dado início a primeira etapa de aragem de terras na zona rural de Casinhas. Os cadastros dos agricultores estão sendo feitas nas Associações Comunitárias de cada localidade. Por este motivo, o agricultor não precisa se deslocar para realizar o seu cadastro. A medida têm como objetivo evitar aglomerações de pessoas durante o período de pandemia do Coronavírus Covid-19.
O trabalho de aração de terras está sendo realizadas em diversas comunidades rurais do Município, de acordo com o Secretário de agricultura, o trabalho segue a todo vapor:
Já executamos  os trabalhos de aração de terras em varias comunidades. E  assim estamos avançando os serviços na maneira do possível. E um compromisso do Gestor Municipal, garantir a aração para todos, sem discriminação, com a finalidade de fomentar a produção agrícola, apoiando a nossa agricultura familiar. Os trabalhos de preparo do solo em nosso município estão em pleno vapor, o próprio secretário está acompanhando pessoalmente os serviços e como todos sabem da pandemia que o país enfrenta, é preciso fazer a nossa parte e seguindo as recomendações da saúde, pedimos a todos que “Fique em casa”.

PSE realiza ação durante treinamento para 48 famílias contempladas com cisternas na zona rural de Casinhas

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8.2.19


Foto: Divulgação/Reprodução
com ASCOM CASINHAS


O Programa Saúde na Escola (PSE) realizou mais uma importante ação no município de Casinhas, desta feita em parceria com o PSF do Sítio Montado e a Associação dos Moradores e Agricultores do Sítio Areia de Chatinha. É que nos dias 6 e 7 de fevereiro foi realizado um treinamento com 48 famílias da comunidade que serão beneficiadas com cisternas através da Diocese de Caruaru, em parceria com o Pro-Rural, a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente e o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável de Casinhas (CMDRS).

Na ocasião, a coordenadora do PSE, Elizangela Leandro, ministrou palestra educativa sobre  Planejamento Familiar e Prevenção da Gravidez na Adolescência e os Impactos no Corpo e na Vida, além de realizar uma sessão de acupuntura com os participantes.
Fotos: Divulgação/Reprodução





Planalto anuncia aumento do Bolsa Família no dia 1º de maio

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26.4.18


O percentual do aumento deve ser definido nesta quinta-feira. O ultimo reajuste foi feito em 2016

O programa beneficia atualmente 13,8 milhões de famílias, com renda por pessoa entre R$ 85,01 e R$ 170 mensais, desde que tenham crianças ou adolescentes de 0 a 17 anos
Foto: Google imagens
Estadão Conteúdo

CURTA-NOS



O presidente Michel Temer vai anunciar o segundo reajuste do Bolsa Família na sua gestão na próxima terça-feira (1º), Dia do Trabalho. O porcentual do aumento será definido em reunião marcada para esta quinta-feira (26) com representantes do Planejamento e do Ministério do Desenvolvimento Social, que administra o benefício. Um reajuste para repor a inflação de 2017, de 2,95%, teria custo de R$ 1 bilhão.

O anúncio no Dia do Trabalho será usado por Temer como uma tentativa de deixar uma marca social. O último reajuste do Bolsa Família foi de 12,5%, em 2016, logo após a posse do presidente. O programa beneficia atualmente 13,8 milhões de famílias, com renda por pessoa entre R$ 85,01 e R$ 170 mensais, desde que tenham crianças ou adolescentes de 0 a 17 anos.



Na segunda-feira (23) em reunião no Planalto, Temer pediu ao Planejamento e ao MDS definição sobre o reajuste até esta quinta-feira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.




Casinhas - Ciclo de palestras reafirma a importância da participação dos pais na educação escolar

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17.4.18


As palestras estão sendo ministradas pela educadora Betânia Leal 

Da Página oficial Prefeitura Municipal de Casinhas 

Ciclo de palestras reafirma a importância da participação dos pais na educação escolar

Com o tema "Educar Edificando Valores Para a Vida", a Secretaria de Educação de Casinhas vem realizando um importante ciclo de palestras direcionado às famílias dos alunos matriculados nas escolas da rede municipal de ensino. A iniciativa conta com o apoio das equipes gestoras e tem o objetivo de trazer à tona uma reflexão sobre a importância e a responsabilidade da família na formação do estudante, bem como no processo ensino-aprendizagem.

"A boa relação entre escola e família é imprescindível para o êxito escolar, já que essa surge como uma aliada em busca da qualidade no processo de aprendizagem. Para isso, a comunicação direta com os responsáveis, o fornecimento de informações relevantes, as reuniões e demonstrações de práticas pedagógicas para que eles conheçam e participem da vida estudantil da criança e do jovem são essenciais", explica a coordenadora de Planejamento Estratégico e Projetos da Secretaria de Educação, Betânia Leal.

"Tudo isso deixando claro para a família que a escola não é a única responsável pela educação da criança e sim colabora com uma parcela significativa desse processo. A missão da escola é formar cidadãos críticos e conscientes, o da família seres humanos mais humanos", acrescenta Betânia, também responsável por ministrar as palestras, que já ocorreram nas escolas Professor Daniel (Montado), Pio XII (Junco), Benedito Roseno Freire (Chatinha) e Gedeão Almeida (Catolé).

CURTA-NOS





Ciclo de palestras para famílias chega a Escola Municipal Benedito Freire, no sítio Chatinha de Baixo, em Casinhas

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14.3.18

Betânia Leal ministrando palestra na Escola Municipal Roseno Freire -  Foto: Betânia Leal reprodução

Foto: Betânia Leal

A Secretaria Municipal de Educação de Casinhas, cidade situada no Agreste de Pernambuco, foca a formação da educação familiar, como foco na gestão Municipal. "O trabalho de formação das famílias é tão importante quanto o processo de aprendizagem das crianças". Disse Betânia Leal
Nesta quarta feira (14/03), foi realizado I ciclo de palestras para as Famílias na Escola Municipal Roseno Freire do Sítio Chatinha de Baixo. 
A palestra foi ministrada pela  Coordenadora Betânia Leal com os temas:  Que educação eu quero para o meu filho?  - Ensinar envolve treinamento contínuo Como educar baseado nos valores que transformam vidas?. Estes foram um dos temas explanados pela palestrante para os pais de alunos.
De acordo com o Secretário Municipal de Educação Givanildo Melo, “Acreditar, envolver-se, transformar uma educação que edifica valores para a vida precisa de uma família integrada. A escola precisa mostrar para as famílias a tão grande importância que as mesmas têm no acompanhamento da educação de seus filhos”.Disse.
O acesso à educação é um dos direitos mais básicos de todo ser humano, sendo fundamental para que as crianças e adolescentes cresçam e se tornem adultos capazes de exercer sua cidadania, produzirem e contribuírem ativamente para a sociedade.
Para que os anos escolares sejam ainda mais benéficos e completos, o apoio dos pais é muito importante.Com a participação da família na vida escolar do filho, a criança recebe todo o acompanhamento necessário e relaciona muito melhor o que aprende em casa e com as lições da sala de aula.




Ciclo de Palestras pelas Famílias é realizada na Escola Municipal Gedeão Almeida do Sítio Catolé de Mitonho, em Casinhas

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5.3.18


Ciclo de Palestras pelas Famílias é realizada na Escola Gedeão Almeida, no sítio Catolé de Mitonho, em Casinhas

O primeiro ciclo de palestras realizada pela Secretaria Municipal de Casinhas, vêm acontecendo em várias escolas da área rural de Casinhas, cidade localizada no Agreste de Pernambuco. Desta vez, o estabelecimento de ensino beneficiada  foi a Escola Municipal Gedeão Almeida, situada no Sítio Catolé de Mitonho, com o Tema: “Escola e Família”: Responsabilidade compartilhada, a palestra foi conduzida por Betânia Leal. 
 “A escola acredita que o êxito do processo educacional depende da atuação da família, que por sua vez deve estar atenta aos aspectos do desenvolvimento da criança de modo que possa contribuir no preparo intelectual de forma efetiva e compromissada.” Içami Tiba
A escola recebeu a presença de pais, responsáveis, educadores e educandos, bem como, a participação da Psicóloga Lea e a conselheira Tutelar Ejane Aguiar. 
 Fotos: Betânia Leal - reprodução Facebook













Aroeiras - Confira a lista de Famílias que devem atualizar o Cadastro Único de Programas Sociais

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3.3.18


A gestão municipal do Cadastro Único de Programas Sociais do município de Aroeiras-PB solicita o comparecimento das famílias que receberam cartas enviadas pelo Ministério de Desenvolvimento Social requerendo a atualização do (com prazo até 16/03/2018), tendo em vista que há mais de dois (02) anos não há atualização do mesmo.
Lembramos que, o Cadastro Único é porta de entrada para vários programas e benefício , tais como: 

Programa Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada, Tarifa Social de energia elétrica , Programa Minha Casa Minha Vida, carteira do idoso, Programa das Cisternas, dentre outros.
A listagem que segue corresponde às “famílias Beneficiárias  ou não, do Programa Bolsa Família e de outros programas sociais com inconsistências de renda proveniente de dados do mercado de trabalho, recebimento de benefícios previdenciários ou Benefício de Prestação Continuada, contribuições previdenciárias ou óbito”. (PROCESSO DE AVERIGUAÇÃO, GRUPO 4) 
IMPORTANTE: BOA PARTE DAS FAMÍLIAS AQUI LISTADAS NÃO SÃO BENEFICIÁRIAS DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA, MAS SIM DE OUTROS PROGRAMAS OU BENEFÍCIOS SOCIAIS, A EXEMPLO DA TARIFA SOCIAL DE ENERGIA ELÉTRICA – TSEE, TAMBÉM CONHECIDA COMO “BAIXA RENDA DA ENERGIA ELÉTRICA”. 
Reiteramos que é imprescindível a atualização do cadastro para que as famílias não percam o acesso e/ou manutenção desses programas ou benefícios sociais.

ADELINA SOARES DA SILVA NASCIMENTO
ALCINEIDE GABRIEL DO NASCIMENTO ALVES
ANALIA LOURENCO DA SILVA LIMA
ANALIA PEREIRA DA SILVA
ANDREIA MONTEIRO DA SILVA
ANDRESSA DE LIMA JUSTINO
ANTONIO ALVES DA SILVA FILHO
ARIANE SILVA DE ARAUJO RODRIGUES
CARLOS ALBERTO BATISTA BARBOSA
CICERA GONCALVES DA SILVA
DANIELA SABINO DA SILVA
DENISE GALDINO DA SILVA
DIONETE LEANDRO DE SOUZA
EDILEUZA ALVES DE MOURA
EDILSON ANIZIO DA SILVA
EDJANE BARBOSA DOMINGUES ALVES
EDJANE FRANCISCO DE ARAUJO
EDLEUZA JORGE DA SILVA
ELIANE GOMES DE FARIAS
ELISBAO FRANCISCO DE OLIVEIRA JUNIOR
ELIZABETE PAULINO SOBRINHA
ERIVALDO MENDONCA DE SOUZA
EVA GUEDES DA SILVA
GABRIELA COSTA DE LIMA
GENILDA DA SILVA FERREIRA
GENIRA DA SILVA FRANCISCO
GILMARA BARBOSA BEZERRA
GIRLAINE DA SILVA LIMA
GLORIETE CLARINDO PEREIRA
JACILENE EUZEBIO DA SILVA
JANEIDE BRITO DA SILVA MELO
JENNYFER DARIELI DE VASCONCELOS LOPES
JOAO HERIQUE PEREIRA DA CRUZ
JOAO LINALDO DA SILVA
JOSE GEMERSON DE FREITAS
JOSE JOAQUIM DO NASCIMENTO
JOSE ROBERTO HILARIO DE ANDRADE
JOSE SERAFIM GALDINO
JOSEFA BARRETO BERNARDINO
JOSEFA CARDOSO DA SILVA
JOSEFA COSTA DE LIMA
JOSEFA DE LOURDES DE ALBUQUERQUE
JOSEFA DO SOCORRO BARRETO DA SILVA
JOSEFA MARIA DA SILVA
JOSEFA MARIA DE ALMEIDA
JOSEFA MARIA DE JESUS
JOSEFA PEREIRA ALVES
JOSEFA RISIANA CUSTODIO LOPES
JOSEFA SIMONE DE MENEZES
JOSETE MARTINS MARQUES
JOSIELI LINO ALVES
JOSIMARIA DA SILVA
JOSIVANIA OLIVEIRA DA SILVA
KATIANE MARIA DA SILVA
LIGIA PATRICIA CARNEIRO CANDIDO
LUANA BARBOSA DA SILVA
LUANA JOSE GUEDES
LUCIANA DA SILVA MARQUES
LUCIANA DA SILVA MARQUES
LUCIENE PIRES MARCULINO MONTEIRO
LUZINETE BIDAO DA SILVA
MARCELIA DE LIRA
MARIA ALCIONE DA SILVA
MARIA ALVES PEREIRA
MARIA APARECIDA DA SILVA BARBOSA
MARIA APARECIDA FREITAS CORREIA
MARIA BERNADETE FERREIRA DE LIMA
MARIA BETANIA MUNIZ DA SILVA
MARIA DA GUIA LOPES DOS SANTOS BARBOSA
MARIA DAS GRACAS BEZERRA DA SILVA
MARIA DAS GRACAS DE SOUZA
MARIA DE FATIMA DA SILVA SOARES
MARIA DE FATIMA PEREIRA
MARIA DE FATIMA PEREIRA DOS SANTOS SILVA
MARIA DE LOURDES BARBOSA BATISTA
MARIA DO AMPARO BERNARDO MONTEIRO
MARIA DO SOCORRO BARBOSA PEREIRA
MARIA DO SOCORRO BRITO SERPA
MARIA DO SOCORRO DA SILVA
MARIA DO SOCORRO DO NASCIMENTO CRUZ
MARIA DO SOCORRO LOPES DA SILVA
MARIA ELOI DA SILVA
MARIA GIRLEIDE DA SILVA
MARIA GOMES DE SOUZA
MARIA HERCULANO DA SILVA
MARIA IZABEL GONCALVES
MARIA JOSE BARBOSA FERREIRA
MARIA JOSE BEZERRA DE SENA
MARIA JOSE DA CONCEICAO
MARIA JOSE DA SILVA
MARIA JOSE DA SILVA MOURA
MARIA JOSE DE SOUZA NASCIMENTO
MARIA JOSE DOS SANTOS SILVA
MARIA JOSE MARINHO
MARIA JOSE PEREIRA BARBOSA
MARIA JOSEANE PEREIRA MENDES
MARIA LUCIENE DIAS ARAUJO DA SILVA
MARIA NATALIA EUZEBIO DA SILVA
MARIA SEVERINA DE SOUZA
MARIA TELMA MENDES DA SILVA
MARIZA SOARES DA SILVA
MARLENE BARBOSA TAVEIRA
MARLI ALVES DE MOURA SOUZA
MARLUCE FRANCISCA DA SILVA GALDINO
MICHELLE DA SILVA
NATALI DE OLIVEIRA MENDONCA DA SILVA
OLIVIA GOMES DE OLIVEIRA
OVIDIA BARBOSA RIBEIRO
PALLOMA NUNES DE ALBUQUERQUE AGUIAR
PALOMA VITORIA FERNANDES DA SILVA
PATRICIA LINO ALVES E SILVA
PATRICIA POLIANA VENANCIO PIMENTEL ANTERIO
PAULA ELIANE SILVA NASCIMENTO
POLLYANA VIEIRA DA SILVA
RAFAELA DA SILVA FERREIRA
ROMILDA PEDRO DE SOUZA
RONALDO ALMEIDA DE LIMA
ROSA PEREIRA BARBOSA
ROSALBA ALVES DE ARAUJO
ROSILENE ALVES DA SILVA
ROSIMAR MENDES DE OLIVEIRA FERREIRA GOIS
ROSIVAL BARBOSA DA SILVA
ROUGRAS ALVES LUNA
SEVERINA DA SILVA
SEVERINO DE SOUSA CAVALCANTI
SILVANEIDE CASUZA DA SILVA
SILVANETE ARAUJO DA SILVA
SIMONE ALVES MONTEIRO
SONIA MARIA DE OLIVEIRA BERNARDO
TEREZA MEDEIROS DE SOUZA
UILSON ALVES DA SILVA
VALCIRA DA SILVA BATISTA ARAUJO
VALDETE BARBOSA DE ARAUJO
VALDILENE DOS SANTOS BARBOSA
VALDILENE PEREIRA DA SILVA
VALQUIRIA ANDRADE QUEIROZ
VALQUIRIA GOMES DA SILVA
VANUSA MONTEIRO BERNARDO DA SILVA
VERA LUCIA DE FREITAS
VERA LUCIA GOMES DE ALMEIDA
WALESKA KETULY GOMES SOARES

Att,
Gestão Municipal do Cadastro Único e Programa Bolsa Família - Aroeiras-PB.
Horário de funcionamento: 08:00 às 14:00 horas.

CASINHAS: Com o Tema: Família, as escolas Municipal São Luiz, Luiz Ventura e Manoel Basílio iniciam atividades pedagógicas para pais de alunos em 2018

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24.2.18


Escolas destacam palestras com o tema Família para pais de alunos
As Escolas Municipal São Luiz e Luiz Ventura promovem palestra com foco na educação de valores da família.

Fotos: Reprodução/Facebook
As Escolas Municipal São Luiz, localizada no centro da cidade de Casinhas, no Agreste de Pernambuco e a Escola Municipal Luiz Ventura no Sítio Lagoa de Pedra,abriram o ano letivo com atividades dedicadas aos pais dos alunos das referidas escolas. Na quarta feira dia (21), professores e pais de alunos reuniram-se no auditório Senador Antônio Farias da Escola Municipal São Luiz para assistir uma palestra com Josy Silva que tratou:" A missão da família no dia a dia da escola pode fazer toda a diferença na aprendizagem".

Palestra reúne pais de alunos no auditório da Escola Municipal São Luiz de Casinhas

“A família é como um barco em um mar tempestuoso. Quando todos remam juntos com amor e cooperação, ele sempre chega ao cais da Felicidade”. Frase compartilhada na página do Facebook da Escola.
A escola Municipal Luiz Ventura, de Lagoa de Pedra também compartilhou um belíssimo momento com as famílias. De acordo com a escola quatro pontos foram discutidos no encontro:
Pensado pelo MEC em 2011;
Importância da relação dos pais/ família em casa;
Valores;
Importância da Participação efetiva da família na escola. Marcaram presença a gestão Escolar , Cristina Queiroz, coordenadores, professores e pais de alunos.

Palestra dedicada às famílias idealizada pela Escola Municipal Luiz Ventura de Lagoa de Pedra de Casinhas


 O tema Família também foi trabalhado pela Escola Municipal Manoel Basílio, do sítio Areia de Chatinha, área rural de Casinhas. Fortalecendo o entrelaçamento entre pais, filhos e escola, a escola promoveu o dia da Família na escola com tema: “Família e escola união que faz a diferença” momento em que toda a escola proporcionou mais um dia marcante na vida de cada um que esteve presente, tiveram a oportunidade de participarem de momentos de harmonia e diversão em companhia de seus filhos, vivenciando, assim, momentos de intensa troca e carinho, essência de uma relação saudável, com rodas de conversas, apresentações, dinâmicas, vídeos e atividades do dia -a dia. 




















Arena PE,de­sa­pro­pri­a­ções: a der­ro­ta que o mun­do não viu

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17.7.15



  
Por Mariana Dantas

Quando o Brasil foi escolhido, em outubro de 2007, para sediar a Copa do Mundo em 2014, os moradores do Loteamento São Francisco do Timbi, em Camaragibe, Região Metropolitana do Recife, estavam entre os milhões de brasileiros que vibraram com a notícia em frente à televisão. Eles nem imaginavam que aquele evento mudaria o rumo de suas vidas, infelizmente para pior. Passados quase oito anos daquele anúncio, das cerca de 400 famílias da área que tiveram suas casas desapropriadas, nenhuma conseguiu comprar um imóvel igual ou melhor do que aquele em que morava. Um ano após o fim do Mundial, muitos receberam apenas uma parte da indenização. Outros, sequer um centavo.


O sentimento de revolta dos antigos moradores aumenta quando olham para o lugar onde antes existam as suas casas. Quase nada foi feito. O mato cresce em meio ao lamaçal. No local, já deveriam estar construídas - e em funcionamento - quatro pistas de acesso à Arena Pernambuco. Apenas uma via de mão dupla foi feita às pressas poucos meses antes do evento. Os postes de iluminação vivem desligados e faltam placas de sinalização. A obra, denominada de Ramal Externo da Copa, também incluía a ampliação do Terminal de Passageiros do Camaragibe, que até agora não saiu do papel.




“Esse mato é mais uma prova que todo esse sofrimento foi em vão. Impossível não se revoltar”, afirma a comerciante Maria Aparecida Lourenço, 41, que morava no loteamento desde que nasceu. Casada e com dois filhos, hoje paga aluguel, à espera da indenização. O terreno da família abrigava duas residências e dois pontos comerciais, um deles uma lanchonete onde Maria Aparecida trabalhava com o marido. A avaliação da propriedade inteira foi de R$ 290 mil. Como a área estava no nome de parentes já falecidos, precisou ingressar com pedido de inventário na Justiça – a indenização só pode ser paga em nome do atual proprietário. O processo corre na Justiça. “Não temos R$ 15 mil para pagar as taxas judiciais e por isso recorremos à Defensoria Pública”, diz a comerciante.

A lanchonete da família passou a funcionar em um ponto alugado no mesmo loteamento, bem próximo da sua antiga casa. “Passamos a pagar dois aluguéis e o movimento da nossa lanchonete caiu em 50%. É uma situação muito difícil; é por isso que alguns dos nossos vizinhos falecerem de infarto, AVC e depressão. Tristeza mata”, afirma Ednaldo da Silva Ferreira, 55, marido de Maria Aparecida.

Um dos moradores que morreu sem ver a cor do dinheiro foi Romildo José dos Santos, 67, sogro da cabeleireira Paula Oliveira, 38. A família era proprietária há mais de 40 anos de um sítio de cinco hectares, hoje cortado pela via de acesso à Arena. As casas de seu Romildo e de Ana Paula ficavam justamente do lado do terreno que foi desapropriado.


“Quem aguenta ver o seu bem maior, a sua casa, sendo derrubado sem previsão de quando vai receber algum valor?! Esse lugar era a vida do meu sogro, que sempre foi muito alegre e cheio de saúde", afirma Paula. "Homens de terno chegaram aqui, entraram sem permissão para medir no nosso terreno, como se já fossem os donos. Prometeram que até os pés de fruta seriam replantados. E meu sogro viu tudo ser destruído, sem receber a indenização para reconstruir sua casa. Em 26 de julho do ano passado, dois dias antes de uma parte do dinheiro sair, uma porcentagem muito pequena, ele passou mal e morreu”, recorda.


A cabeleireira ainda luta na Justiça para receber o restante da indenização. Com a morte do sogro, o processo complicou ainda mais porque a família precisou dar entrada no pedido de inventário. Segundo Paula, nove vizinhos, a maioria idosos entre 70 e 90 anos, morreram no último ano. “Tenho certeza de que esse sofrimento contribuiu para encurtar a vida dessas pessoas”.

O aposentado Gerônimo Sebastião de Oliveira, de 72 anos, morava com o filho e a esposa desde 1975 no Loteamento São Francisco do Timbi em uma casa de três quartos que fez melhorias ao longo dos anos. Recebeu até agora 80% do valor do imóvel, avaliado pelo Governo em R$ 44 mil. Um ano depois do Mundial, ainda aguarda o restante do dinheiro. “Na época, chamei um perito que avaliou minha residência em R$ 150 mil, três vezes mais”, disse o aposentado, que hoje sofre de depressão. Com o dinheiro, conseguiu comprar uma casa de um cômodo na Vila Santa Maria, comunidade distante da antiga residência.

Pelo menos duas vezes por semana, o aposentado vai ao Fórum de Camaragibe para saber se o dinheiro foi liberado. “Eu não quero culpar a construção da Arena, que até considero um desenvolvimento para o Estado. Quero culpar os governantes irresponsáveis, que não se preocupam com a nação brasileira. Cadê os defensores dos direitos humanos? Cadê a promotoria? Cadê o Ministério Público? Que país é esse? Sem lei. Porque honesto aqui não tem valor”.



Ednaldo da Silva Ferreira, 55 anos
"Alguns vizinhos faleceram, outros adoeceram. Outros o dinheiro não deu para comprar uma casa e vivem pagando aluguel. A luta continua; só espero estar vivo quando receber a indenização."


Nieres Maria da Silva, 38 anos
"Faz 32 anos que eu moro aqui. Tem uma coitada que morava aqui e vivia de ajuda dos vizinhos. Ela não tem como fazer inventário e até hoje não recebeu a indenização: está morando no lixão. Tem gente que não recebeu. Ficam embromando. Na minha forma de pensar, estão querendo vencer o povo pelo cansaço."


Maria Lúcia Ribeiro de Oliveira Silva, 57 anos
"Todo mundo está sofrendo muito. Quem ficou sofre com assaltos e com a lama. Todo mundo tem medo de andar por aqui à noite. Meu cunhado foi desapropriado. Além da casa, tinha duas oficinas e hoje não tem onde trabalhar. Foi tirado a pulso. Disseram que, se ele não saísse, ia ser preso. E até agora não recebeu o dinheiro."


Paulo Sérgio dos Santos, 44 anos
"Meu sentimento é de raiva. Morava aqui há 18 anos. Eram três casas: a minha, a do meu sogro e uma alugada. Hoje é um terreno cheio de lama. A gente recebeu o dinheiro, mas não foi um valor adequado para que pudéssemos comprar outra. Ninguém conseguiu comprar. Os aluguéis estão caríssimos e os imóveis e terrenos, mais ainda."


Gerônimo Sebastião de Oliveira, 72 anos
"Pessoas com 70, 80 e até 90 anos foram jogadas na rua. E o dinheiro que deram foi uma pequena mixaria, que não dá para comprar nem sequer um mocambo. Construí a minha casa, o meu lar, sem saber que no futuro o inimigo vinha destruir."


Ana Paula Oliveira, 35 anos
"Quase todos os dias alguém do Estado aparecia para tirar a gente daqui. Meu sogro explicava que estava construindo uma casinha do outro lado terreno, com empréstimo que tinha feito, porque não tinha para onde ir. Já idoso, botou a mão na massa e passou a morar num casebre. A gente tentou melhorar a situação dele, mas não conseguiu. Ele morreu sem ver a cor do dinheiro."

DO JC

Em Casinhas, vídeo sobre a invasão de terreno da Prefeitura

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28.3.14


Famílias invadiram um terreno da Prefeitura de Casinhas na manhã desta quarta (26),o terreno fica localizado próximo a Unidade Mista Cecília Leal de Miranda (UMCLM) na vila Feliz. 
A ocupação iniciou sábado (23), informações que as famílias demarcaram o terreno e a Prefeita enviou um representante da Secretaria juntamente com a Polícia Militar de Pernambuco e propôs recebê-los na Prefeitura nesta quarta. Após a negociação, os moradores atenderam ao pedido e aguardaram até a data marcada.
Para relembrar

Em Casinhas, Invasão a terrenos de Prefeitura, o que seria um diálogo com a Prefeita, virou um protesto pelas ruas da cidade

Veja o vídeo:



"Diante a situação calamitosa, Um grupo formado por dezenas de moradores saíram às ruas em direção a Prefeitura Municipal de Casinhas para tentar um diálogo com a Prefeita do Município, Maria Rosineide Araújo Barbosa, que havia prometido na manhã de hoje (26), receber as famílias sem um teto para morar, o que seria um diálogo com a Prefeita virou um protesto pelas ruas da cidade. “O que foi motivado pela desatenção da Prefeita que não recebeu estas famílias”. Afirmou um agricultor.
Fato que revoltou a classe trabalhadora cansados de promessas saiu às ruas em passeata até a câmara de Vereadores da cidade, informações que chegaram a Casa Manoel Veiga de Lira e Silva, o Presidente José Edílson (Sinha do Junco) não recebeu às famílias que logo em seguida seguiram em direção às terras invadidas e decretando verbalmente o  termo de posse.
Sem resposta da prefeitura e Presidente da câmara, os moradores permanecem definitivamente nos terrenos com a promessa de continuar  até um posicionamento da Prefeita do Município.

Casinhas Agreste
www.casinhasagreste.com.br

Em Casinhas, Invasão a terrenos de Prefeitura, o que seria um diálogo com a Prefeita, virou um protesto pelas ruas da cidade

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27.3.14


 Famílias permanecem assentadas em terrenos invadidos

Assentados aguardam diálogo com a Prefeita

"Dezenas de famílias invadiram um terreno da Prefeitura de Casinhas na manhã desta quarta (26),o terreno fica localizado próximo a Unidade Mista Cecília Leal de Miranda (UMCLM) na vila Feliz. 
A ocupação iniciou sábado (23), informações que as famílias demarcaram o terreno e a Prefeita enviou um representante da Secretaria juntamente com a Polícia Militar de Pernambuco e propôs recebê-los na Prefeitura nesta quarta. Após a negociação, os moradores atenderam ao pedido e aguardaram até a data marcada.
De acordo com a constituição Federal, Todo cidadão brasileiro têm direito a uma moradia e vida digna para sobreviver juntamente com a família, é um dever do País, Estado e Município garantirem a todo cidadão brasileiro o direito a educação, saúde e habitação.


No Município de Casinhas, há uma grande desigualdade econômica e social, área territorialmente produtiva com cerca de 90% da população residente na área rural com terras produtivas em toda a sua extensão e com capacidade de exportar produtos para outros países, Estados e Municípios.
Na sede do Município, enfrenta um problema crônico que há longos anos têm marginalizado parte da população conhecidos como as mais pobres e carentes, a massa marginalizada, tomada pelo desemprego, saúde, educação, violência e um dos piores problemas destas famílias de não ter um teto para morar.

O Protesto e invasão.

"Diante a situação calamitosa, Um grupo formado por dezenas de moradores saíram às ruas em direção a Prefeitura Municipal de Casinhas para tentar um diálogo com a Prefeita do Município, Maria Rosineide Araújo Barbosa, que havia prometido na manhã de hoje (26), receber as famílias sem um teto para morar, o que seria um diálogo com a Prefeita virou um protesto pelas ruas da cidade. “O que foi motivado pela desatenção da Prefeita que não recebeu estas famílias”. Afirmou um agricultor.
Fato que revoltou a classe trabalhadora cansados de promessas saiu às ruas em passeata até a câmara de Vereadores da cidade, informações que chegaram a Casa Manoel Veiga de Lira e Silva, o Presidente José Edílson (Sinha do Junco) não recebeu às famílias que logo em seguida seguiram em direção às terras invadidas e decretando verbalmente o  termo de posse.
Sem resposta da prefeitura e Presidente da câmara, os moradores permanecem definitivamente nos terrenos com a promessa de continuar  até um posicionamento da Prefeita do Município.

Moradores afirmam que a posse da terra vai continuar

Em conversa com um agricultor, Antônio Andrade do Carmo (50) anos de idade, disse a reportagem. “Desde sábado (23) que começamos o movimento pela posse da terra, hoje é quarta feira estamos aqui, ninguém quer barulho com ninguém, apenas a gente quer o chão para agente construir que todo mundo precisa”. 

Ainda continuando a reportagem o agricultor Everaldo Ulisses de Oliveira, pai de dois filhos. Disse. “A turma foi à prefeitura lá mandou avisar que quarta feira, que é hoje, estava esperando na Prefeitura para conversar com o pessoal, trocar diálogo a turma chegou lá e não estava ninguém, ela mandou o recado que não queria conversa com ninguém,assim agente ficou sabendo,mandou o fiscal que faz parte da prefeitura, agente quer que ela legalize o terreno para agente construir o barraco d agente, só isso que queremos. Dependo de R$ 70.00 (Setenta reais) que eu recebo da Bolsa Família”.

A doméstica conhecida como “D.Ina”, também realizou uma série de declarações a respeito da invasão do terreno. ”Isso aqui foi comprado pela Prefeitura prá fazer casas,até hoje não saiu,foi dado a algumas pessoas e todo mundo revoltou-se com isso, se um pode todo mundo têm direito, então um começou, dois começou, três começou e juntou todo mundo e vamos marcar, não têm líder aqui, não têm cabeça não têm nada é todo mundo junto.
Continuando a série de entrevistas, às famílias continuavam firme no que estavam declarando, embaixo do sol, com muita força de vontade de ganhar o terreno da Prefeitura a moradora Dona Maria José de Souza Silva, mãe de três filhos, disse: “Os meus três filhos não têm casa para morar, vivem em casa de aluguel, tenho um filho que recebe R$ 212,00, desse dinheiro é para tirar R$ 112,00 para fazer a feira e R$ 100 para pagar aluguel,quinta feira fui na Prefeitura cheguei lá de 06:00 horas da manhã saí de 5:00 da tarde, entrei no
gabinete dela (Prefeita) falei com ela, disse que não estava dando terreno de chão a ninguém,mas ela deu a um e outro não, ela deu a três pessoas,sabe que  agente precisava  ela não deu,aí agente se reuniu e invadiu. Outra moradora de nome Maria de Fátima,, disse. “ Agente quer uma casa para os filhos da gente, deram  a um e a outro não. “Não adianta”.
Em conversa com uma mãe de família, falou das grandes dificuldades para ajudar os filhos que não têm um teto para morar, disse: “Têm muitas mães que têm seus cantos, mas todas elas têm netos, filhos, nora, tudo dentro de casa, porque não pode pagar o aluguel, eu vivo de uma bolsa família de R$ 112,00, não tenho marido,tenho dois filhos que precisam,estou aqui também e vou lutar junto com o povo, vai ser todo mundo junto, se sair um vai sair todos, se não um não vai sair nenhum”.
Outro morador falou da importância de ganhar um terreno, José Nivaldo (36) anos de idade, disse-nos. “Quero ter minha casa, como os meninos aí que não têm um lugarzinho para morar, aparece esse chão aqui, eu mais os outros peguei esse chão aqui para mim também, sou filho de Deus tenho esse direito, feito os meninos aí agente precisa, dinheiro agente não têm para comprar um chão agente precisa de um chãzinho para fazer uma moradia”
Continuando a conversa, ainda o Senhor Antônio disse-nos: “Quero dizer em nome de todos, que aqui ninguém está fazendo protesto para destruir patrimônio público, nem está fazendo rebelião, em está destruindo nada de ninguém, o que o povo quer é uma moradia digna, que todo mundo merece”. O morador encerra a conversa sobre aplausos.


Ana Maria, casada, ”não tenho casa para morar, moro de favor na casa de minha sogra, estou aqui na batalha de um terreno eu quero construir minha casa e não tenho casa para morar,.
Na reportagem quem colaborou foi Francineide Barbosa a Silva, fui quinta feira para falar com Rosineide Barbosa pedir um chão para fazer a minha casa, porque onde moro, é um terreno são dos meus sogros, e casa de sogro e sogra não é minha, quero um canto para fazer para mim, dizer que é meu, ela falou que não podia dá e não deu terreno a ninguém não, quando o pessoal falou que ela deu os terrenos, falou que não era para dizer, que o terreno era comprado, dizer que não foi ela que deu, todo mundo disse e todo mundo invadiu.



"Os moradores em tom de voz disseram que ninguém sai do terreno ainda afirmaram que saiu o comentário que ó iria ganhar a casa quem não tinha, desejam ganhar o terreno e não irão sair enquanto a situação não seja resolvida".Disse uma moradora.


Dona Josefa, moradora do Sítio Umari de Casinhas. “Tenho uma filha que paga aluguel, todo mês é R$150 como é que vai? Como o povo invadiu, o rapaz foi e pegou um terreninho para ela, viu que ela não tem casa para morar, ela precisa como todos aqui precisam, ela é Prefeita, sou do partido dela, só que peço, ajude o pessoal que precisa que é necessitado, ainda não tivemos uma resposta, o fiscal pegou o nome de várias pessoas, como mãe veio representar a minha filha”.
O agricultor Edinaldo (53) anos de idade, conversou com a reportagem, Disse: “Estamos aqui desde sábado, até agora não tive nenhuma resposta, e estou para o que der e vier”.
Valdete,mãe de duas filhas, mora na casa da mãe há mais de quatro anos. “Não tenho casa ainda, e o terreno quero conseguir para construir a casa da gente, moro na casa da minha mãe ainda, aguardo uma resposta para construir a casa da gente”.



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