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Reviravolta: guarda dá versão que vai de encontro à delegada do caso do petista assassinado

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17.7.22


O depoimento de Daniele Lima dos Santos dá um novo tom ao caso de Marcelo Arruda, petista assassinado neste mês em Foz do Iguaçu

Depoimento de vigilante contradiz decisão da delegada do caso Marcelo Arruda, petista assassinado por policial bolsonarista - FOTO: Reprodução
Uol

O depoimento de Daniele Lima dos Santos dá um novo tom ao caso de Marcelo Arruda, petista assassinado neste mês em Foz do Iguaçu. A fala da vigilante vai de encontro à decisão da delegada, que descartou crime de ódio por motivação política, se baseando no relato da esposa do atirador.
De acordo com a vigilante, José da Rocha Guaranho entrou no local gritando "aqui é Bolsonaro". Marcelo celebrava sua festa de aniversário, com temática do PT. Ele foi candidato a vice-prefeito pelo partido, nas eleições de 2020.
O depoimento consta no inquérito, mas não foi citado na conclusão pela Polícia Civil do Paraná. Guaranho foi indiciado homicídio qualificado por motivo torpe e por causar perigo a outras pessoas. A delegada Camila Cecconello descartou crime de ódio.
Daniele diz que fazia ronda na rua do local do crime. Guaranho teria dito "aqui é Bolsonaro" quando chegou pela primeira vez na festa e, também, quando retornou e começou os disparos.
"No que ele entrou com tudo na chácara, eu só ouvi nitidamente ele falando 'aqui é Bolsonaro, porra'. Aí, dentro de dois minutos, começou o tiroteio", disse a vigilante, que pediu apoio e ligou para a polícia.
Vídeo: Bolsonaro é vaiado por apoiadores ao falar sobre "bandeira vermelha"
Quem é o maior financiador do PT em 2022? Resposta pode surpreender
"Não há nenhuma qualificadora específica para motivação política prevista em lei, portanto isto é inaplicável", diz a Polícia Civil, em nota enviada ao UOL.

Em Orobó, Professora faz relato de coragem e pede o cumprimento do Piso salarial durante reunião na Câmara

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25.3.22


"Vestida de coragem, guiada pelo Espirito Santo, levei ao Plenário da Câmara de Orobó, as dores da Educação e pedi audiência pública", 
 
Do Blog com Deus e a Verdade

Depoimento da Professora Madalena França

"Estivemos reunidos  na Sessão da Câmara, um grupo representativo da Classe dos professores, para juntos aos vereadores, solicitar que não votem um reajuste, abaixo de 33,24%, concedido pelo MEC e Governo Federal- menor salário possível a ser pago a um professor brasileiro em inicio de carreira.
Fazendo justiça ,agradecemos a presidente da Casa, que nos deu oportunidade de expor nossas reivindicações. Antes da Plenária tivemos uma conversa informal, onde ela confirmou, que estiveram reunidos com o prefeito, contador, secretário  e, como já havia noticiado neste blog, a proposta inicial de reajuste era realmente 10%. Segundo D. Lia, os vereadores acharam muito pouco e perguntaram se não poderia chegar a pelo menos 20%? E que no final o máximo que a prefeitura disse a eles que poderia reajustar, seria em 15%.

Seguiu então a minha fala: Expliquei que não compete a nenhum vereador, nem prefeito estipular percentual de reajuste de professor. O PISO SALARIAL é Lei Nacional, somente o MEC (Misistério da Educação) pode estipular percentual do Piso, pois eles fazem as contas baseados na matrícula de alunos do ano anterior e o valor aluno ano é reajustado de acordo com as perdas inflacionárias. Que esse ano o aumento foi um pouco maior, visto que devido a Pandemia, o governo Federal, não reajustou e foi incluído  o aumento de 2021 em 2022, para corrigir a defasagem salarial.

Expliquei que Orobó não segue as faixas salariais do Plano de Carreira e poucos professores tem quinquênios e Pó de Giz , que já foram congelados em 2016.

Que nós professores não queremos planilhas prontas. A gente quer que a secretária de Educação , forneça a Folha Nominal de cada professor , escola onde trabalha, quantas aulas tem  e quanto ganha, se tem direito a quanto ganha e se deveria estar incluso na folha da Educação?! Resumindo. Queremos uma auditoria bem feita, com a presença de todos os poderes, inclusive o MP, na intensão de enxugar a folha de pagamento, eliminar as possíveis gratificações extraordinárias, as possíveis pessoas que se encontram recebendo pelo FUNDEB sem dele ter direito. Depois que tudo isso for feito, se ainda assim, comparar a Receita do FUNDO e não der para pagar, formalizar um Documento construído e assinado em consenso com os professores, requerendo da União a Complementação que faltar: É quando vamos dizer: Alô seu presidente; O senhor deu o aumento de 33,24% mas não mandou o dinheiro suficiente. Mas para dizer isso;  é preciso provar que ele realmente não mandou. Como se prova?  Mostrando nome a nome de quem tem direito ao FUNDEB, onde trabalha e quanto ganha. Eu particularmente não acredito que Bolsonaro, mandou o Piso para Toritama, Petrolina, Buenos Aires, Feira Nova, Machados, Natuba, Gado Bravo, Umbuzeiro, e para o país inteiro e não mandou para Orobó. Mas caso fique provado que isso aconteceu, ai nós professores aceitaremos um reajuste menor, enquanto esperamos a complementação da União chegar; porém, constado em ata e assinado, que na hora que o dinheiro chegar seja repassado. Nós não queremos nada além do que é nosso direito de forma transparente!

Sobre os vereadores: Agradecemos a Júnior de Ubiraci, por ter colocado a indicação, solicitando o reajuste do Piso do Professor de forma correta e adequada a Lei, federal 11.738 que reajustou em 33,24%, aos vereadores David Filho, Lúcio Donato, e Amilton que  nos trataram com carinho e em suas falas concluíram dizendo contem comigo! É a Mesma Coisa de dizer eu voto sim ao piso do Professor. Aos demais, constatei algumas falas inseguras. Paulo Brito, disse que merendeiras e pessoal da limpeza está dentro dos 70% para pagamento do professor. Equívoco. Não! Esses pessoal se enquadra nos outros 30%. Eduardo do Cimento disse ter vontade de votar o piso Correto. Não vale só a vontade vereador, seu papel é votar o que está na Lei. A vontade só não basta.  Dona Lia disse que é pesado para eles, e eu entendo, não é fácil decidir entre cumprir a lei  justa e perder suas regalias. Ser situação por vezes também tem o ônus , não é só o bônus . Os demais eu dispenso até comentários. Me entristece ver um Jurista, estando vereador, conhecendo a lei,  ter que se opor a ela, subordinando-se ao poder Executivo.
Ai, Ai... teve quem quis humilhar e foi humilhado!

Nós não negociamos nosso Direito aos 33,24 % . Lei se cumpre! Os caminhos a serem tomados foram expostos. Se provar que faltou dinheiro dentro da legalidade , recorremos ao presidente do Brasil!

Para falar das Flores: foi pedido dotação Orçamentária para incluir mais de dois Milhões que chegou do Governo Federal para investir na Educação de Orobó em um projeto de robótica. Isso, é fora a verba do FUNDEB: Dinheiro é bom demais! Mas tem coisa que parece piada! O aluno de Orobó, chegará a robótica antes de ter  chegado a um celular para fazer as atividades on- laine.  Muitas famílias, não tem nenhum e outras tem um , para dividir para três ou quatro da mesma família. Isso é Brasil meu povo!

Agradeço a parceria daqueles poucos que vestiram-se de coragem para lutar por todos!








Ministro Alexandre de Moraes manda PF tomar depoimento de Bolsonaro em até 30 dias

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7.10.21


Presidente será interrogado em inquérito que apura se ele interferiu politicamente na Polícia Federal. Bolsonaro queria depor por escrito, mas nesta quarta admitiu fazê-lo pessoalmente.
 TV Globo — Brasília
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta quinta-feira (7) que a Polícia Federal tome em 30 dias — presencialmente — o depoimento do presidente Jair Bolsonaro no inquérito que apura se ele interferiu politicamente na instituição.

Dentro desse prazo, Bolsonaro poderá marcar dia e hora para ser interrogado sobre a acusação do ex-ministro Sergio Moro: a de que o presidente agiu para blindar aliados e familiares de investigações.

A decisão de Moraes foi tomada após a Advocacia-Geral da União (AGU) ter informado nesta quarta-feira ao Supremo que o presidente admite prestar o depoimento pessoalmente (vídeo abaixo).

Bolsonaro diz que aceita depor presencialmente à PF; STF adia julgamento sobre formato
Bolsonaro diz que aceita depor presencialmente à PF; STF adia julgamento sobre formato


A comunicação foi feita minutos antes de o STF começar o julgamento que iria discutir o modelo do depoimento do presidente, se presencial ou por escrito.

A AGU defendeu anteriormente que o depoimento fosse por escrito por causa do cargo, o que não foi acolhido pelo relator original do caso, o ministro Celso de Mello, que se aposentou no ano passado.

Celso de Mello entendeu que o presidente só tem a prerrogativa de depor por escrito quando figura como testemunha em um inquérito. Neste caso, Bolsonaro é investigado.

Ao determinar o prazo para o depoimento, Alexandre de Moraes arquivou recurso da AGU contra a decisão de Celso de Mello.

Nesta quarta (6), depois de a AGU ter informado sobre a intenção de Bolsonaro depor presencialmente, o julgamento no STF acabou suspenso para Moraes avaliar se o recurso ainda deveria ser julgado.

Segundo interlocutores da AGU, Bolsonaro fez um aceno ao Supremo, numa tentativa de mostrar que não estava disposto a criar um novo confronto.

Ministros do Supremo ouvidos pela TV Globo avaliam que o presidente somente se antecipou ao plenário, uma vez que a tendência era de que a maioria determinasse que ele teria de prestar esclarecimentos de forma presencial a um delegado.

CASINHAS - João Camêlo fala emocionado de sua relação histórica com seus familiares e com o povo de Casinhas

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11.7.20



O Prefeito João Camêlo (PSB) participou do Programa Fique Por Dentro e destacou o aniversário de Emancipação Política de Casinhas. Durante a entrevista ele destacou a sua história familiar, estudantil, profissional e como prefeito de Casinhas durante três mandatos. Durante a entrevista o Prefeito ficou emocionado por alguns minutos ao mencionar o nome de seus familaires. A relação do homem João Camêlo com seu familaires e o povo de Casinhas é demonstrado durante a entrevista. O programa foi ao ar na quinta feira com os apresentadores Falberto Leandro e Carla Cabral: 
É um prazer enorme está aqui com todos vocês, eu nasci em Oratório, na época pertencíamos a Surubim, nasci no ano de 1965, somo em três filhos, comecei a estudar com 6 anos de idade na localidade na Escola Antônio Emiliano de Farias, estudei com a professora Sacramento, Professora Matilde, minha madrinha Dona Ci. Passei aquele período vim para a Sede A Escola Municipal São Luiz, professor Luiz era o Diretor em 1980 concluir o 8º ano. Fui para Campina Grande, passei três meses, não me acostumei, voltei para Oratório, fui estudar na Escola Severino Farias, que inclusive o padre trabalhava naquela época. Fiquei lá até o final de 1981 decidir voltar para Campina Grande no ano de 1982 até 1988 prestei vestibular  uma par odontologia e outra para Farmácia não tive Êxito os pontos que fiz não dava para passar. Não tinha nada haver comigo!No ano de 1988 voltei para Casinhas, Oratório, me casei no ano de 1989 com Gláucia, tive cinco filhos [...] emocionado. Ficamos trabalhando com meu pai como agricultor e pecuarista, eu junto com ele seguimos em frente, quando em 1995, quando Casinhas foi emancipada uma grande luta José Guerra de Farias junto com o Padre Luzi se empenhou muito fizeram muitas visitas e nós graças a Deus vencemos. Aconteceu a primeira eleição no ano de 1996, onde tiveram dois candidatos, a então candidata Rosineide Barbosa e José Guerra, quando Rosineide venceu a eleição e assumiu a partir de janeiro de 1997. Fui convidado pela Prefeita na época para assumir a Secretaria de administração e finanças e aceitei fiquei até o ano 2000 como Secretário nas duas pastas. A partir de 2001 fui para a Secretaria de Obras ficando até março de 2004 quando me afastei quando nesse meio tempo quando teria o novo candidato e o meu nome era forte para candidato a Prefeito. E assim. aconteceu fui lançado a candidato e fomos vitoriosos. Assumimos em 2005 e ficamos até 2008 fomos reeleitos ficamos até o ano de 2012. Em 20016 as pessoas conversando comigo me incentivando para que eu saísse candidato a prefeito, saímos candidato e saímos vitoriosos pela terceira vez. Agradecemos aos casinhenses pela confiança que depositaram em mim nos três mandatos. Sou de Casinhas, gosto de Casinhas sou nascido e criado em Casinhas como detalhei a minha vida desde que nasci,  Casinhas da gema  assim como o Padre Luiz e como tantos outros. Tenho muito respeito por esta terra e se Deus quiser vou continuar tendo muito respeito porque o povo de Casinhas merece o que estamos fazendo por eles e muito mais por nosso Município".  Disse o Prefeito. 


DEPOIMENTO E PROVAS: ‘Depoimento foi longo, mas tranquilo’, diz Moro Após depoimento, ex-ministro disse que apresentou provas sobre suas acusações

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3.5.20

‘Depoimento foi longo, mas tranquilo’, diz Moro
Após depoimento, ex-ministro disse que apresentou provas sobre suas acusações

Da Veja

O ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública Sergio Moro prestou um longo depoimento na tarde deste sábado, 2, na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba e, após cerca de nove horas, disse a interlocutores que “fez um relato histórico de uma série de situações” envolvendo sua relação de trabalho com o presidente Jair Bolsonaro. “O depoimento foi longo, mas tranquilo”, declarou o ex-juiz da Lava-Jato. Sergio Moro informou que apresentou muitas provas que embasariam as acusações de que o presidente tentava interferir politicamente em órgãos de investigação, mas afirmou que o conteúdo completo de seus esclarecimentos virá à tona apenas quando o ministro Celso de Mello, relator do inquérito que trata das acusações de Moro no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizar o levantamento do sigilo de suas declarações.

“Foi um depoimento longo, mas tranquilo. Fiz um relato histórico de uma série de situações”, resumiu Moro, segundo relatos obtidos por VEJA. No depoimento à Polícia Federal, ele apresentou provas e detalhou casos, como o pedido de Bolsonaro para trocar o comando da Polícia Federal no Rio de Janeiro, classificado por ele como um exemplo de tentativa da interferência presidencial em órgãos de investigação. Em entrevista publicada na última edição de VEJA, Moro afirmou que apresentaria evidências de como o governo Bolsonaro tentou interferir politicamente na Polícia Federal, disse que começou a detectar há tempos que a administração federal não tinha o compromisso real de combate à corrupção e declarou que não aceitava ser chamado de “mentiroso”. Neste domingo, mais cedo, afirmou, nas redes sociais: “há lealdades maiores do que as pessoais”.
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Confira outros trechos da entrevista concedida pelo ex-ministro da Justiça a VEJA.


O senhor disse ter pedido uma pensão à sua família caso ‘algo acontecesse’ com o senhor no governo. Vincular a aceitação de um cargo a um benefício não é corrupção? É engraçado algumas pessoas falaram que seria um crime da minha parte, o crime de corrupção. O que externei ao presidente foi um desejo de que, se algo me acontecesse durante a gestão, como eu tinha perdido a pensão, que minha família não ficasse desamparada. Certamente teria de ser analisado juridicamente a viabilidade disso e a aprovação através de uma lei. Isso já aconteceu no passado em relação a outras figuras.
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Seria um pedido para sua família receber uma pensão caso o senhor fosse assassinado? Não existe nada de impróprio nesse tipo de solicitação. É evidente que é o tipo de solicitação que eu nunca queria que fosse cumprida, mas eu também não queria deixar, tendo me exposto assim, a minha família desamparada. A condição para a pensão ser paga seria a minha morte. A possibilidade de pensão foi comentada com o presidente e com o general Heleno [Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional]. Não foi uma coisa colocada no papel ou discutida tão profundamente.

Não é corrupção passiva privilegiada? Isso é um delírio. Se fosse acontecer, seria uma proposta de lei, após a minha morte, submetida ao Congresso para ser decidida. Não tem nada de ilegal nisso, até porque teria de vir na forma de lei. Não é uma solicitação de vantagem indevida por eu ser assassinado. Ridículo.

Em agosto do ano passado, o presidente anunciou que iria trocar o comando da Superintendência da PF no Rio. O episódio foi a primeira ingerência de Bolsonaro ou houve outros antes? De interferência na Polícia Federal sim, foi o primeiro. Houve uma solicitação do presidente para a substituição do superintendente do Rio de Janeiro. Entendi que essa solicitação não era correta. No entanto, em contato com o superintendente, ele manifestou desejo de sair por razões pessoais, que eram até pretéritas a essa solicitação [do presidente]. Nessa perspectiva, eu e o diretor Valeixo construímos uma solução para o superintendente sair e providenciamos um substituto técnico.
O embate entre o senhor e a PF na ocasião incluiu a possibilidade de toda a direção da polícia sair? O pessoal se equivoca. Não é uma disputa entre o presidente e o ministro. Eu não escolhi nenhum superintendente da Polícia Federal. Escolhi um delegado para ser o diretor da Polícia Federal, que é o Maurício Valeixo, e ele teve a liberdade de escolher todos os outros superintendentes. Eu não interferi em nenhum momento. Acho isso inapropriado. O presidente afirmou publicamente que ele tinha determinado tirar o superintendente por questões de produtividade. A direção da Polícia Federal emitiu uma nota de que isso não correspondia à realidade, o presidente entendeu que isso era um confronto com ele e ameaçou publicamente demitir toda a diretoria. Nós conseguimos contornar isso com diálogo.
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Se Bolsonaro interferiu, como o senhor diz, por que só pediu demissão oito meses depois? Por que eu não me demiti? Quero ser construtivo, não quero ser destrutivo. O que foi acertado com o presidente era que o substituto seria uma escolha da Polícia Federal. O presidente então deu uma declaração pública de que ele tinha escolhido o novo superintendente, o que gerou um novo problema dentro da Polícia Federal. Nós conseguimos fazer que o presidente refluísse e depois assumir o nome indicado pela própria Polícia Federal. O episódio, embora desgastante e inapropriado, conseguiu ser resolvido de uma maneira técnica.

Qual foi o motivo real do presidente para trocar o superintendente? Acho que temos isso, se for o caso, no processo. Me reservo a informar o motivo quando foi instado [pela Justiça].

O senador Flávio Bolsonaro é investigado por suspeitas de ter participado de um esquema de rachadinha quando era deputado estadual no Rio. A investigação está com a Polícia Civil, mas o senhor foi cobrado a defender o senador publicamente? Não. E nem é papel do ministro da Justiça.

Voltando à PF, o senhor diz que não houve interferência sua nos trabalhos de investigação. Importante destacar, enquanto eu estive no Ministério da Justiça e da Segurança Pública, que a Polícia Federal realizou seu trabalho de maneira republicana, sem qualquer interferência indevida da minha parte. Minha compreensão era a de que é importante evitar qualquer espécie de interferência. Nunca interferi na PF. Acho inapropriado.
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O ministro Alexandre de Moraes suspendeu a posse do novo diretor-geral da PF, Alexandre Ramagem, e disse que a indicação fere o princípio da impessoalidade. Não vou comentar.


Moro presta depoimento à Polícia Federal neste sábado

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2.5.20

Diario de Pernambuco  Foto: Nelson Almeida/AFP
O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, vai prestar depoimento neste sábado (2) na Polícia Federal, em Curitiba (PR). Moro será questionado sobre as acusações direcionadas ao presidente Jair Bolsonaro, feitas quando anunciou sua saída do governo, há uma semana.
O depoimento foi determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, que preside a investigação. Celso de Mello determinou que Moro fosse ouvido em 5 dias, atendendo a pedido de parlamentares como o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e os deputados Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES). O prazo anterior dado pelo ministro era de 60 dias.
O inquérito foi autorizado pelo STF e vai investigar a veracidade das acusações feitas por Moro. Sendo falsas, o ex-ministro poderá responder na Justiça por denunciação caluniosa e crimes contra a honra.
Acusações feitas
O ex-ministro Sergio Moro afirmou que o presidente Jair Bolsonaro interferiu politicamente nas ações da PF. Ao Jornal Nacional, o juiz revelou mensagens trocadas, nas quais a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) tenta convencer Moro a permanecer no cargo, em meio à polêmica envolvendo a troca de comando da Polícia Federal.

A parlamentar se ofereceu para tentar convencer o presidente da República a indicá-lo para uma vaga de ministro do STF. Moro deixou o governo após Bolsonaro ter demitido o delegado Maurício Valeixo do comando da PF.

Chamado de "ladrão". Depoimento de Moro na Câmara acaba em tumulto

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3.7.19


Por: Agência Estado
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O depoimento do ministro da Justiça, Sérgio Moro, à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara terminou nesta terça-feira, 2, em tumulto. Após quase oito horas de sabatina, a sessão foi encerrada depois que o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) chamou Moro de "juiz ladrão" e "o mais corrupto da história do Brasil". Cercado por seguranças e deputados do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, Moro deixou a sala da CCJ por uma porta lateral sob gritos de "fujão" entoados por petistas.

A confusão pôs fim a uma audiência que já havia se transformado em uma arena de embates entre deputados da oposição e o ex-juiz da Lava Jato. Protegido por bolsonaristas, mas sem contar com a mesma "blindagem" que teve quando foi ao Senado, há duas semanas Moro se irritou com perguntas, usou de ironia nas respostas, partiu para a ofensiva e afirmou que acompanha como "vítima" as investigações da Polícia Federal sobre a troca de mensagens atribuídas a ele com procuradores da Lava Jato. Os diálogos foram divulgados pelo site The Intercept Brasil.
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"O senhor vai entrar, sim, nos livros de História como um juiz que se corrompeu, como um juiz ladrão. A população não vai aceitar como fato consumado um juiz que ganhou uma recompensa por fazer com que a democracia brasileira fosse atingida. É o que o senhor é: um juiz corrupto. O mais corrupto da história do Brasil", disse Braga.

Durante o bate-boca, parlamentares do PSL, em pé, também começaram a gritar "ladrão" para colegas da oposição que assistiam à cena. "Acho que prestei informações, respondi, houve até alguns ataques. No final, um deputado absolutamente despreparado, que não guarda o decoro parlamentar, fez uma agressão, umas ofensas inaceitáveis", afirmou o ministro a jornalistas. "Moro me chamar de desqualificado, para mim, é um elogio", rebateu o deputado.

Convidado para explicar diálogos publicados pelo The Intercept Brasil, o ministro disse não reconhecer a autenticidade das conversas com o coordenador da Lava Jato em Curitiba, Delton Dallagnol, e outros procuradores e classificou como "revanchismo" as críticas recebidas. "Há uma tentativa criminosa de invalidar condenações", insistiu ele. "Se, durante as investigações da Lava Jato, eu tivesse deixado a corrupção florescer, não sofreria esses ataques. Qual foi a mensagem que revela que tem inocente condenado? Que inocentes?", provocou.

'Balão vazio'

Desde o início da audiência, a oposição se revezou nos ataques e o clima esquentou, com ásperas discussões entre deputados. Dois dias depois das manifestações de rua em apoio à Lava Jato, porém o ministro parecia mais seguro. "Se as minhas mensagens não foram adulteradas, não tem nada ali, nada. É um balão vazio cheio de nada", comparou.

Irônico, Moro chegou a dizer que se fala muito da anulação do processo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - preso desde abril do ano passado -, mas também é preciso perguntar se alguém defende o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB), o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ) e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque. "Precisamos de defensores destas pessoas. Que elas sejam colocadas imediatamente em liberdade, já que foram condenadas pelos malvados procuradores da Lava Jato, pelos desonestos policiais e pelo juiz parcial", disse Moro.

Houve gritos e dedos em riste na sala da CCJ. "Dispenso a ironia!", protestou a deputada Maria do Rosário (PT-RS). O ministro mexia nos papéis e desviava o olhar, quando questionado pela oposição. "Eu gostaria que o senhor me olhasse nos olhos. Desconfiem de quem baixa a cabeça!", afirmou a petista.

Na tentativa de provocar os adversários, deputados do PSL levantavam folhas de papel sulfite com apelidos dados por diretores da Odebrecht a políticos do PT beneficiados com recursos nas campanhas. Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) comandava a tropa, segurando "placas" com as inscrições "Solução" - apelido atribuído a Maria do Rosário - e "Montanha", alcunha dada ao deputado Paulo Pimenta (PT-RS). Os petistas, por sua vez, empunhavam cartazes com a reprodução do PowerPoint que virou piada nas redes, usado pelo Ministério Público Federal para condenar Lula.

Moro demonstrou impaciência com deputados do PT, do PSOL e da Rede, que cobraram seu afastamento do cargo, e deixou sem resposta algumas perguntas como, por exemplo, se a PF pediu ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que investigasse movimentações feitas pelo jornalista Glenn Greenwald, do The Intercept Brasil, conforme publicado pelo site O Antagonista.

O ministro reagiu com nervosismo ao ser questionado pela deputada Gleisi Hoffmann, presidente do PT, se tinha contas no exterior. "Se alguém tem algum elemento contra mim, que apresente. Não sou eu investigado por corrupção", respondeu Moro em referência às apurações da Lava Jato contra Gleisi. O deputado Boca Aberta (PROS-PR) deu um troféu para o ministro e afirmou que a taça simbolizava o combate à corrupção.

'Escolinha do Professor Raimundo'

"Isso aqui parece a Escolinha do Professor Raimundo", reclamou o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Felipe Francischini (PSL-PR), aos deputados que a todo momento interrompiam a audiência do ministro da Justiça, Sérgio Moro. Os "alunos" eram deputados que se provocavam durante a "aula", com direito até a "gemidão" do WhatsApp no meio de uma pergunta.

Entre os "travessos" estavam, do lado governista, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o líder do PSL, Delegado Waldir (GO). Na oposição, os petistas Paulo Pimenta (RS) e Zeca Dirceu (PR). Dirceu bateu boca com Éder Mauro (PSD-PA), que sentou em seu lugar. Francischini interveio. "Imagina se eu ainda precisar ficar cuidando do lugar de quem foi ao banheiro", disse o relator, completando com o bordão do icônico personagem de Chico Anysio: "E o salário, ó!" 

Moro admite saída se irregularidade for provada

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20.6.19

Em 9 horas no Senado, Moro minimiza crise e admite sair se for provada irregularidade
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Em depoimento de quase nove horas no Senado para explicar a troca de mensagens vazadas com o procurador Deltan Dallagnol, chefe da Lava Jato, o ministro Sergio Moro (Justiça) admitiu nesta quarta-feira (19) a possibilidade de deixar o posto no governo Jair Bolsonaro (PSL) caso sejam apontadas irregularidades em sua conduta.

"Eu não tenho nenhum apego pelo cargo em si. Apresente tudo. Vamos submeter isso, então, ao escrutínio público. E, se houver ali irregularidade da minha parte, eu saio. Mas não houve. Por quê? Porque eu sempre agi com base na lei e de maneira imparcial", disse.

Na audiência, Moro afirmou aos senadores estar "tranquilo" e que, se for divulgada pelo site The Intercept Brasil a íntegra das mensagens, "sem adulteração e sem sensacionalismo", "essa correção vai ser observada". Ele chamou o site de "aliado" de hackers.

O ministro prestou esclarecimentos à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. Ao final da audiência, só havia no plenário parlamentares alinhados à agenda de Moro -e senadores posaram para fotos ao lado do ministro.

"Acho que o objetivo maior desta comissão foi alcançado, que é, senão encontrar a verdade, porque cada um tem a sua opinião sobre ela, tentar buscar a Justiça e a verdade. E o fizemos através de um diálogo franco, aberto, equilibrado, democrático, em que soubemos falar, mas principalmente soubemos ouvir", disse a presidente da comissão, Simone Tebet (MDB-MS). Para oposicionistas, Moro acabou submetido a uma sessão amena, com questionamentos sutis da maioria.

A fala de Moro sobre eventual saída do cargo foi em resposta ao senador Jaques Wagner (PT-BA), que questionou a garantia de isenção em possíveis investigações sobre seu papel como juiz da Lava Jato -a Polícia Federal está subordinada ao Ministério da Justiça.

Durante evento em Guaratinguetá (interior de SP), Bolsonaro comentou as declarações de seu ministro e disse que não viu "nada de anormal até agora" nas mensagens relevadas pelo Intercept.

"Eu também não tenho apego ao meu cargo", disse Bolsonaro, que depois acrescentou: "Qualquer ministro é livre para fazer o que bem entender. O Sergio Moro é um patrimônio nacional, não é do presidente da República".

No Senado, Moro afirmou que a crise envolvendo a divulgação das mensagens não é um problema de governo e que tem recebido apoio de Bolsonaro. "Estou no governo e acaba havendo esta transferência."

Na sessão, Moro travou embates com senadores petistas e afirmou ainda ser alvo de um ataque hacker que mira as instituições e que tem como objetivo anular condenações por corrupção.

Moro se ofereceu para ir à CCJ para esfriar a coleta de assinaturas para a criação de uma CPI para investigá-lo.
Nas conversas publicadas pelo site, o ex-juiz sugere ao Ministério Público Federal trocar a ordem de fases da Lava Jato, cobra a realização de novas operações, dá conselhos e pistas, antecipa ao menos uma decisão judicial e propõe aos procuradores uma ação contra o que chamou de "showzinho" da defesa do ex-presidente Lula.

Filho mais velho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou que o governo "nunca cogitou" tirar Moro do cargo. "Isso só passa na cabeça de quem não tem nada na cabeça", disse à Folha.

No Senado, o ministro tentou reforçar o discurso de que a crise esperada com a divulgação das conversas não prosperou, já que, para ele, os diálogos não mostram nada mais que a atividade normal de um juiz.

Ele citou diversas vezes artigo de Matthew Stephenson, professor de direito em Harvard, cujo título é "O Incrível Escândalo que Encolheu? Novas Reflexões sobre o Vazamento da Lava Jato".

O texto, publicado no blog Global Anticorruption, Stephenson elenca motivos pelos quais mudou de opinião sobre a série de reportagens.

Ao longo de seu depoimento, Moro repetiu diversas vezes não poder confirmar a veracidade das mensagens, mas relativizou algumas delas, como a que cita o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal. O ministro disse não ver problema na mensagem "in Fux we trust" (em Fux confiamos).

"Posso ter mandado. Qual o problema de uma mensagem assim? Eu confio no Supremo, confio na instituição", afirmou. Mais tarde, disse: "É algo que posso ter dito, mas não posso afirmar com convicção que, eu tendo dito, foram com aquelas palavras".
Moro também negou haver qualquer acordo com o presidente Bolsonaro para que ele seja indicado ministro do STF.

"Essa história de vaga no Supremo é uma fantasia. Nunca me prometeu nada. Isso tem que ser discutido lá na frente. Não sei se vou querer, não sei se ele vai me oferecer", disse.
No Senado, Moro disse que "as vivandeiras da nulidade" querem a anulação completa da Lava Jato, o que seria, segundo ele, "o sonho de consumo de muita gente que se envolveu na prática destes crimes".

O ministro foi alvo de provocações, como quando o senador Otto Alencar (PSD-BA) disse que era exigir demais que Moro se lembrasse das conversas. "Não exijam muito da memória do ministro. Ele tem péssima memória."

Em um tom duro, o senador Cid Gomes (PDT-CE) disse que Moro, enquanto juiz da Lava Jato, tinha postura "de querer aparecer, se colocar como salvador da pátria".

Renan Calheiros (MDB-AL) lançou provocações a Moro e disse que não o prejulgaria. "Defendo sua presunção de inocência, o direito de defesa e acho, mais do que isso, que o senhor não está obrigado a responder sobre questões concretas destes vazamentos. Mas são coisas graves."

Ex Prefeito de Vertentes do Lério; usa de direito de resposta em rádio para se defender de suposta irregularidade referente ao ano de 2016

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29.8.18



O ex Prefeito de Vertentes do Lério, cidade que fica no Agreste de Pernambuco, se pronuncia sobre auditoria do Estado que apontou irregularidades na sua gestão no ano de 2016.
O atual Secretário de Finanças daquele Município; usa nota nas redes sociais para afirmar que não deixou de repassar documentos para o Tribunal de Contas. 

Uma notícia veiculada na Rádio Integração FM de Surubim,  relatou que o ex Prefeito de Vertentes do Lério teria que devolver mais de 1 milhão de reais aos cofres públicos. Ele teria 30 dias para se defender. Segundo o ex Gestor; a auditoria chegou a essa conclusão porque não foi apresentado todos os documentos e vai entregá-la dentro do prazo legal:
"Aos ouvintes da integração FM, e a todos que fazem essa rádio, em especial a Vertentes do Lério, e região, estou aqui hoje para prestar esclarecimento dizer referente ao  que foi dito no rádio, claro que o Tribunal de Contas me convocou, estive lá, me pediram uma documentação que estava faltando, mais eu já com receio de alguma coisa, eu tenho as cópias, as xerox, eu tenho trinta dias para entregar. Uma coisa que ainda cabe recurso se preciso for, porque minhas contas foram aprovadas 2013, 2014, 2015, está faltando esta, eu tenho certeza também que será aprovada. Quero deixar bem claro; aqui que eu fui um gestor de quatro anos pelo bem do povo. Não com malícia, não com falcatruas nem com coisas errada. Agora, se querem fazer comigo o que querem fazer com Lula. Aí é diferente, sou de Vertentes do Lério, não tenho rivalidade, eu tenho apenas amizades. Eu também, tenho o direito e obrigação de explicar a toda a população de Vertentes do Lério o que aconteceu. Não é  bom o que estão dizendo, quero deixar bem claro, que vivo em Vertentes do Lério, moro em Vertentes do Lério e devo satisfação ao povo, é por isso que estou aqui e quero agradecer o espaço a Integração. Meu povo querido de Vertentes do Lério, meu muito obrigado". Disse o ex gestor
Uma nota divulgada nas redes sociais pelo atual Secretário de Finanças de Vertentes do Lério,o Fábio França, alega que não deixou de entregar os documentos pedidos pelo TCE – Tribunal de Contas de Pernambuco. Confira a nota na íntegra: 
"Boa noite senhores de nossa cidade, diante de tantas falas após o Tribunal de Contas ter apontado irregularidades na administração anterior, preciso esclarecer que de forma alguma deixamos de atender ao Tribunal, tudo que nos foi solicitado foi entregue sem demora, quero parabenizar nossa equipe gestora e aos funcionários que trabalham diretamente na prefeitura, pois são pessoas de bem, honestas e decentes e não merecem que venham por a culpa nesses funcionários, desejo que façam suas defesas e que fique tudo certo, apesar que com Welita Sales, fizeram questão de prejudicar, mas, como ela mesmo diz...Vamos semear o bem,só podemos doar o que temos". Disse Fábio França. 
Também nas redes sociais, funcionários alegaram que foram vítimas de supostas acusações por não fornecer documentos ao TCE PE. O que provocou um certo desconforto para os aliados do atual Prefeito Renato Sales. Diante os fatos, os próprios servidores alegram que sempre foram prestativos e entregaram toda a documentação necessária ao TCE PE  - Tribunal de Contas de Pernambuco. 

PORTAL CASINHAS AGRESTE


DEPOIMENTO EM VÍDEO: Padre Gustavo Ferreira recebe título de Cidadania Aroeirense

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16.4.16



A Câmara Municipal de Aroeiras-PB, "Casa Pedro de Andrade" realizou Sessão Solene nesta sexta-feira, (15/04), às 19h30 concedendo o Título de Cidadão Aroeirense ao Reverendíssimo Pe. Gustavo Ferreira de Souza (Pároco da Paróquia de São Pedro, na cidade de Caraúbas-PB), pelos relevantes serviços religiosos e sociais prestados às cidades Aroeiras e Gado Bravo.Assista o vídeo abaixo





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