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Congresso pode votar mudança do ICMS sobre combustíveis nesta semana

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12.10.21


Foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press
O Congresso pode votar nesta semana o projeto que altera a cobrança de ICMS sobre combustíveis e pode provocar uma diminuição dos preços dos produtos para o consumidor. Pela proposta, o imposto teria uma alíquota única em todo o país e estaria atrelado à quantidade do combustível, não incidindo sobre o preço total, como ocorre hoje. O cálculo do ICMS seria feito com base na média dos preços de dois anos anteriores. No modelo atual, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulga, a cada 15 dias, o preço médio dos combustíveis no período, para fins de cálculo do ICMS.
A expectativa do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) é que, se aprovado, o PLP 16/21, de autoria do Executivo, resulte em uma queda de 8% no preço da gasolina, de 7% no preço do etanol e de 3,7% no preço do diesel. Entre especialistas e deputados da oposição, no entanto, o projeto não mexe em uma questão essencial: a política de preços da Petrobras, que acompanha os valores praticados no exterior.

 

Para o advogado tributarista da Zilveti Advogados, Jordão Novaes Oliveira, a mudança é positiva, desde que venha acompanhada de outras medidas. “A medida em si pode ser considerada como efetiva, pois é mais racional, dá mais segurança e simplifica o método para o contribuinte. Contudo, é importante que seja aprovada com outros debates, como o da metodologia da Petrobras de paridade internacional de preços, e permitir postos com autosserviços, por exemplo” explicou.

O especialista aponta que é possível que estados percam arrecadação com a mudança, mas defende que a unificação é importante para diminuir a complexidade do sistema. “Em termos práticos, caso seja realizada uma unificação de alíquotas, alguns estados irão, de fato, perder arrecadação e eles são extremamente dependentes da receita oriunda dos combustíveis. Entretanto, não é possível admitir uma disparidade tão grande entre as alíquotas nacionais em um produto que tem uma importância fundamental”, afirmou.

Para o vice-líder da oposição no Congresso, Afonso Florence (PT-BA), se o governo quer diminuir impostos para reduzir o preço dos combustíveis, deveria se preocupar também com os tributos federais que incidem sobre o produto, já que o ICMS é competência estadual. “Isso é inconstitucional, vai ter judicialização. O caminho mais rápido seria desonerar PIS e Cofins e onerar na mesma medida em agrotóxicos e outros produtos que fazem mal à saúde para compensar os gastos com SUS e Previdência”, completou Florence. (Colaborou Bernardo Lima*)

De Surubim,Danilo Cabral assume liderança do PSB na Câmara

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3.2.21


O deputado Danilo Cabral (PSB) foi indicado pela bancada líder do PSB na Câmara Federal nesta terça-feira (2). A escolha foi confirmada e protocolada junto à Casa nesta terça-feira (2), quando ele já participou da reunião de líderes para a definição da escolha dos cargos na Mesa Diretora. O parlamentar assume com o compromisso de intensificar a oposição ao governo Bolsonaro, mas com a preocupação de estabelecer o diálogo para a discussão dos problemas decorrentes das crises sanitária, econômica e social.

“Esse será um ano desafiador e precisamos estar mais organizados, mobilizados e conscientes dos combates que precisaremos travar. Somos de um partido de oposição, mas acredito no diálogo. Pretendemos exercer a liderança construindo mais pontes do que muros. A situação do país exige de nós grandeza, desprendimento e compromisso com o povo que está sofrendo. Temos que focar na solução dos problemas, acima das disputas partidárias”, declarou Danilo Cabral. O parlamentar defendeu que a Câmara dos Deputados, no início desta nova Legislatura, acompanhe o andamento da vacinação e coloque, urgentemente, em pauta o auxílio emergencial. Ele é a favor da renovação do pagamento do benefício pelos próximos seis meses.

Danilo Cabral também afirmou que a bancada do PSB irá lutar para que o presidente Bolsonaro responda pelos crimes de responsabilidade, que tem cometido reiteradamente na Presidência da República. "Não restam dúvidas de que as mais de 225 mil vítimas fatais do Coronavírus, também são vítimas de Bolsonaro. Seja por incompetência, pelo mau uso do dinheiro público ou pela ação deliberada para desmobilizar as ações de combate a Covid-19, ele deve ser responsabilizado por suas atitudes”, disse.

O deputado destacou a atuação do antigo líder, Alessandro Molon (RJ), à frente da bancada ao longo do ano passado. “Espero dar continuidade ao trabalho iniciado por ele, que exerceu a liderança com muita responsabilidade, quando as crises sanitária, econômica e social exigiram do Congresso Nacional, e consequentemente de seus líderes, respostas à altura dos desafios impostos”, afirmou. E agradeceu a confiança de seus pares e do presidente do partido, Carlos Siqueira.

Natural de Surubim, no Agreste pernambucano, Danilo Cabral exerce seu terceiro mandato como deputado federal. É advogado e servidor de carreira do Tribunal de Contas de Pernambuco. Nos governos Eduardo Campos (2007-2014), foi secretário de Educação e de Cidades. No ano de 2015, foi secretário de Planejamento e Gestão do governo Paulo Câmara, deixando o cargo para retomar o mandato como deputado. Na Câmara, foi presidente da Comissão de Educação (2018), vice-presidente da Comissão Especial do Fundeb (2020), e das Frentes Parlamentares em Defesa da Chesf, do Sistema Único de Assistência Social e pela Valorização das Universidades Federais.

Para financiar auxílio, Maia volta a sugerir cortes de salário no Congresso

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9.6.20

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que apoia a redução de salários entre os parlamentares do Congresso Nacional para subsidiar o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600. A declaração veio após o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciar corte de 50% nas próximas duas parcelas do benefício, entregue a trabalhadores que tiveram diminuição da renda ou perderam seus empregos durante a pandemia. 
Após reunião ministerial no Palácio da Alvorada, na manhã desta terça-feira (9), o presidente Jair Bolsonaro chegou a sugerir que poderia cortar o próprio salário para colaborar com financiamento do auxílio emergencial. "A ideia da equipe econômica são mais duas parcelas, talvez de R$ 300, sei que tem parlamentar que quer mais duas de R$ 600. Se tivermos um programa para diminuir salários de parlamentares, tudo bem, eu pago até R$ 1 mil por mês, não tem problema nenhum", disse o presidente ao deixar o Alvorada.
Em resposta, Maia afirmou que os cálculos do presidente Bolsonaro estão longe da realidade dos gastos. "Acho que a conta está um pouco distante, o custo de dois meses [de auxílio] são R$ 100 bilhões, o custo anual dos salários dos parlamentares são R$ 220 milhões bruto", ponderou Maia, em coletiva. "Lembrando que a câmara já economizou mais de R$ 150 milhões. Mas nós não temos problema nesse debate, precisa ser feito".
O presidente da Câmara disse ainda que o corte não atingiria os servidores da Saúde que estão trabalhando diretamente com a pandemia, mas ressaltou que se todos aceitarem "o parlamento vai participar e defender". "Se todos os Três Poderes tivessem de acordo em um percentual que não seja muito grande, para que a gente possa garantir a renda emergencial para os brasileiros, tenho certeza que o parlamento está disposto a sentar à mesa, discutir os caminhos, para cuidar dos mais vulneráveis", concluiu Maia.
Diário de PE


Ministro do STF pede explicação de Maia sobre pedidos de impeachment e inclui Bolsonaro no processo

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24.4.20

Os casos sob análise do presidente da Câmara chegam a 24, incluindo pedidos de parlamentares do PSOL e um do deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), ex-aliado de Bolsonaro
Folha PE
O ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), solicitou que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), explique a situação dos pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que estão parados na sua mesa.

Leia também:
STF: Marco Aurélio vota para manter MP que combate efeitos da pandemia
Advogados pedem que STF investigue Bolsonaro por furar isolamento social da Covid-19

A decisão foi tomada no mandado de segurança em que os advogados Thiago Santos e José Rossini pedem para o STF obrigar Maia a analisar os pedidos de impedimento. Ambos também requerem que o chefe do Executivo seja obrigado a seguir as recomendações de autoridades sanitárias na pandemia do novo coronavírus.

No despacho, o magistrado incluiu Bolsonaro formalmente como parte no processo. Celso de Mello não indicou se acolherá as solicitações, mas explicou que, além da Advocacia-Geral da União, que representa o Executivo perante o Judiciário, o presidente também precisa fazer parte da ação. "A realização do ato citatório em questão constitui providência essencial ao regular prosseguimento da presente ação mandamental, pois a eventual concessão do mandado de segurança terá o condão de afetar a esfera jurídica de referido sujeito processual", ressalta.

Os autores do mandado de segurança também pedem que o STF determine que Bolsonaro apresente o resultado dos testes que realizou para o novo coronavírus e que esclareça a confecção de um suposto dossiê contra Maia. A ação solicita, ainda, que a corte dê um prazo de 15 dias para o presidente da Câmara analisar os pedidos de abertura de processo de impeachment contra Bolsonaro. Além disso, requerem a transferência de atribuições, que incluem a indicação de ministros do Executivo e de tribunais superiores, de Bolsonaro para o seu vice, Hamilton Mourão.

Para os advogados, o chefe do Executivo cometeu crime de responsabilidade ao estimular as pessoas a furarem o isolamento social e a se aglomerarem em meio ao avanço do novo coronavírus. Em outras ações, a AGU tem reiterado ao STF que o chefe do Executivo respeita todas as recomendações das autoridades sanitárias. Como prova disso, cita medidas que visam dar condições para as pessoas continuarem em casa, como a concessão de auxílio emergencial de R$ 600 reais para trabalhadores informais.

Nesta quarta-feira (22), o ex-candidato presidencial Ciro Gomes e o presidente do PDT, Carlos Lupi, protocolaram um pedido de impeachment contra o presidente por sua participação no ato de domingo (19) em que apoiadores pediam uma intervenção militar no país. Com isso, os casos sob análise do presidente da Câmara chegam a 24, incluindo pedidos de parlamentares do PSOL e um do deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), ex-aliado de Bolsonaro.

Mandetta segue no cargo após apoio de militares e da cúpula do Congresso

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6.4.20

Após dia tenso, Mandetta é mantido como ministro da Saúde
G1
Depois de um dia tenso, em que esteve ameaçado de demissão, Luiz Henrique Mandetta permanecerá como ministro da Saúde, segundo participantes de reunião no final da tarde no Palácio do Planalto à qual compareceram o próprio Mandetta e outros ministros do governo.

O motivo que levou o presidente Jair Bolsonaro a cogitar a demissão de Mandetta foram as divergências públicas de ambos a respeito das estratégias para conter a velocidade do contágio pelo novo coronavírus. O presidente defende o que chama de "isolamento vertical", ou seja, isolar somente idosos e pessoas com doenças graves, que estão no grupo de risco, a fim de não paralisar a economia. O ministro é a favor do isolamento amplo, adotado por governadores, pelo qual a recomendação é que as pessoas se mantenham em casa.

Na tarde de domingo, Bolsonaro disse a apoiadores no Palácio da Alvorada que alguns ministros viraram "estrelas" e falam "pelos cotovelos". O presidente afirmou também que a caneta dele funciona. Sem mencionar nomes, disse que "a hora deles [em referência a esses ministros] ainda não chegou. Vai chegar".

Na noite do mesmo dia, chegou a dizer para um interlocutor: "Já está demitido". Só faltava definir em que momento.

Mas nesta segunda-feira, a reação contra a saída do ministro foi forte.

Auxiliares militares do governo se manifestaram contra a demissão. Esses auxiliares disseram ao presidente que "o pior" cenário seria demitir o ministro em meio à crise do coronavírus.

A bancada da Saúde no Congresso também manifestou unânime apoio ao ministro, assim como os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Durante a reunião, quando já havia cedido aos apelos pela manutenção de Mandetta, Bolsonaro falou em "união" e disse que a hora é de se confiar "uns nos outros".

Na noite de domingo, Mandetta chegou a desabafar, segundo interlocutores, em telefonemas aos ministros Braga Neto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo). "Ameaça não dá. O presidente tem de tomar uma decisão", afirmou Mandetta aos dois ministros, segundo interlocutores.

Ele também vinha se declarando "magoado" com ataques a ele e a familiares nas redes sociais bolsonaristas.

A Braga Neto e Ramos, Mandetta teria afirmado que, se na entrevista coletiva diária desta segunda-feira sobre o balanço da epidemia de coronavírus no país, fosse questionado sobre o assunto, iria responder. E de forma "dura".

O ministro, no entanto, não participou da entrevista porque, no mesmo horário, estava entre os ministros convocados para a reunião com o presidente no Palácio do Planalto.

MUNDO: Presidente do Peru dissolve Congresso, que responde com suspensão e nomeação de nova presidente

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1.10.19

Crise política põe país em um impasse institucional, com dois presidentes: Martín Vizcarra, que dissolveu o Congresso e anunciou eleições legislativas para janeiro, e a recém-nomeada pelos congressistas, Mercedes Aráoz.
Por G1
Presidente do Peru, Martín Vizcarra, anuncia fechamento do Congresso e convocação de novas eleições — Foto: Peruvian Presidency/Handout via Reuters
Presidente do Peru anuncia fechamento do Congresso
O Peru entrou em crise política nesta segunda-feira (30) e iniciou uma briga pelo poder. O presidente do país, Martín Vizcarra, anunciou no início da noite que dissolveu o Congresso e convocou novas eleições após sofrer uma derrota no Parlamento (leia mais no fim da reportagem). Em retaliação, o Congresso, controlado pela oposição, aprovou a suspensão "temporária" por um ano de Vizcarra por "incapacidade moral", e nomeou como presidente interina a vice-presidente do parlamento, Mercedes Aráoz.
Vizcarra marcou eleições legislativas para 26 de janeiro 2020. Vizcarra também anunciou que o ministro da Justiça, Vicente Zeballos, foi nomeado como novo primeiro-ministro do país.
Por outro lado, o Congresso aprovou, em uma sessão que contou com a presença de apenas 86 dos 130 parlamentares, uma moção de apoiadores do ex-presidente Alberto Fujimori para declarar a "incapacidade moral do presidente da República e sua suspensão temporária", disse o chefe do Legislativo, Pedro Olaechea, e deu posse a Mercedez Aráoz.
"Estou assumindo temporariamente a Presidência da República", afirmou Aráoz antes afirmar que Vizcarra "incorreu em grave infração constitucional".
O país vive agora um impasse institucional, com dois presidentes, Vizcarra e Aráoz.
Em discurso na televisão, o presidente peruano acusou o Congresso de bloquear reformas anticorrupção. A maior parte dos parlamentares está na oposição a Vizcarra, que assumiu o poder após a queda de Pedro Pablo Kuczynsky, em 2018.
"Que seja finalmente o povo que decida. O fechamento que decidi está dentro de minhas prerrogativas presentes na Constituição, colocando um fim a esta etapa de bloqueio político", afirmou.
Após o anúncio, manifestantes tomaram as ruas das cidades peruanas, inclusive a capital Lima, para comemorar a decisão.

Manifestantes comemoram em Lima, capital do Peru, o fechamento do Congresso anunciado por Martín Vizcarra nesta segunda-feira (30) — Foto: Guadalupe Pardo/ReutersManifestantes comemoram em Lima, capital do Peru, o fechamento do Congresso anunciado por Martín Vizcarra nesta segunda-feira (30) — Foto: Guadalupe Pardo/Reuters
Manifestantes comemoram em Lima, capital do Peru, o fechamento do Congresso anunciado por Martín Vizcarra nesta segunda-feira (30) — Foto: Guadalupe Pardo/Reuters


A medida está prevista na Constituição peruana – segundo o texto, o presidente tem a prerrogativa de dissolver o Congresso e convocar eleições legislativas caso os parlamentares neguem confiança ou censurem o Conselho de Ministros.

Oposição tenta destituir presidente
A oposição, liderada por apoiadores do ex-presidente Alberto Fujimori, protestou contra a decisão e entrou com uma moção semelhante a um impeachment para declarar a presidência vaga e, assim, destituir Vizcarra por "conduta imoral".

Alguns parlamentares fujimoristas chamaram o fechamento do Congresso de "ditatorial".

"Eles pensam que aqui é uma monarquia, é isso que eles querem impor", afirmou Milagros Salazar, porta-voz do partido fujimorista Força Popular.
Por que o presidente decidiu fechar o Congresso?
Fachada do Congresso do Peru, em Lima — Foto: Guadalupe Pardo/ReutersFachada do Congresso do Peru, em Lima — Foto: Guadalupe Pardo/Reuters
Fachada do Congresso do Peru, em Lima — Foto: Guadalupe Pardo/Reuters

A origem da crise está na decisão do Congresso de eleger integrantes do Tribunal Constitucional Peruano nesta segunda-feira. O presidente Vizcarra considera a medida uma forma de a oposição controlar o Judiciário.

Para evitar a nomeação, o primeiro ministro Salvador del Solar – que representa Vizcarra no Parlamento – entrou com uma proposta de reforma na nomeação dos juízes do Tribunal Constitucional. Essa proposta estava vinculada a uma moção de confiança, que, em caso de rejeição, permite que o presidente dissolva o Congresso e convoque novas eleições.

Os parlamentares simplesmente não votaram a proposta do governo. Assim, Vizcarra considerou a medida rejeitada e, então, fechou o Congresso.
Vizcarra assumiu a Presidência do Peru em 2018, após a renúncia de Kuczynsky. O ex-presidente foi acusado de corrupção em caso relacionado à empreiteira brasileira Odebrecht – as investigações, inclusive, receberam o apelido de "Lava Jato peruana".

Maia bate boca com líder do governo e diz que o excluiu de relações

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21.5.19


Diário de PE
Foto: Arquivo/Agência Brasil

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), bateram boca nesta terça-feira (21). 

Antes de encerrar reunião com líderes partidários, Maia afirmou que tem sido alvo de ataques constantes do governo e de seu líder na Câmara, e que havia excluído o deputado de suas relações pessoais.

"Fui atacado e por isso exclui ele das minhas relações pessoais", disse Maia, segundo líderes que participaram do encontro.

De acordo com relatos, o presidente da Câmara disse que, antes de encerrar a reunião, precisava expor um fato que havia ocorrido há alguns meses.

O presidente se referia a um episódio de março, em que o líder do governo criticou Maia e a "velha política". Na ocasião, o deputado enviou para correligionários postagens sobre supostas negociações de cargos nos governos Michel Temer (MDB) e Dilma Rousseff (PT) em troca do apoio do Congresso.

A primeira mensagem resgatava reportagem do jornal O Globo de novembro de 2017, cujo título é "Para aprovar mudanças na Previdência, Temer autoriza Maia a negociar cargos".

A segunda é uma charge que ironizava o diálogo do governo Dilma com o Congresso. Na imagem, a ex-presidente leva ao Congresso um pacote de cargos para garantir as conversas.

Na época, as mensagens chegaram ao grupo do presidente da Câmara, que entendeu como ataque. A relação entre os dois é tensa, e deputados dizem que o líder não é recebido por Maia há meses.

Vítor Hugo reagiu dizendo que as críticas nunca foram pessoais e que a mensagem foi tirada de contexto e que diversas vezes tentou buscar o contato com maia para estabelecer uma relação republicana.

"Não pretendo ser amigo de vossa excelência. A crítica pública que eu fiz e repito aqui foi uma crítica construtiva", afirmou.

O líder criticou ainda o fato de Maia reunir parte de líderes na residência oficial e disse que o presidente não quis "abrir as portas" para ele. 

Maia reagiu: "Se o deputado considera que diálogo é um pacote de dinheiro, me desculpe".
A discussão aconteceu durante reunião de líderes da Câmara que discutia a pauta da semana na Casa. O governo precisa aprovar ao menos três medidas provisórias nesta semana para evitar que elas percam validade. 

A mais importante delas é a MP 870, que reestrutura a Esplanada dos Ministérios. Caso ela não seja aprovada até o dia 3 de junho nas duas Casas do Legislativo, o número de pastas saltará para 29. 

O centrão concordou em votar a medida provisória e o líder do PP, Arthur Lira (AL) propôs que a votação fosse feita nominalmente.

O PSL tinha intenção de fazer esse requerimento para constranger deputados do centro a votarem pela manutenção do Coaf no ministério da Justiça. Os líderes da maioria, no entanto, decidiram peitar a estratégia do governo e dizem ter votos para mudar o órgão para a Economia.

URGENTE: Guedes defende capitalização ao encerrar audiência pública

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9.5.19


O ministro da Economia, Paulo Guedes, participa de audiência pública na Comissão Especial da Câmara que analisa a proposta de emenda à Constituição da reforma da Previdência (PEC 06/19).Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
 Comissão especial reuniu-se por mais de oito horas
 - 23:56 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O ministro da Economia, Paulo Guedes, encerrou a audiência pública da comissão especial que discute a reforma da Previdência realizada nesta terça-feira (8) com uma defesa enfática do sistema de capitalização (poupança individual para cada trabalhador). Na conclusão de mais de oito horas de reunião, ele declarou que a capitalização para benefícios maiores que um salário mínimo amplia a inclusão financeira das camadas mais pobres.

“Queremos garantir que os pobres tenham sua poupança também e apliquem nos juros de mercado. Estamos fazendo isso com esse espírito”, disse o ministro ao fim de mais de oito horas de audiência.

A primeira audiência pública da comissão especial que discute o mérito da reforma da Previdência durou pouco mais de oito horas e ouviu, além do ministro Paulo Guedes, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. Ao todo, a comissão terá 11 sessões para promover audiências públicas com cerca de 60 convidados.

Guedes rebateu o argumento de que a capitalização fará os empresários substituir os trabalhadores atuais por empregados mais jovens, que entrarão no mercado de trabalho com a opção de escolherem entre o sistema atual de repartição – em que os trabalhadores da ativa financiam os benefícios de quem se aposentou – e o regime de poupanças individuais. Isso porque, segundo o ministro, a opção só entrará em vigor para os futuros trabalhadores.

“Nenhum empresário vai trocar um empregado experiente por um jovem sem experiência nenhuma. O que estou fazendo é dar a oportunidade a esse jovem que hoje deixa de ter um emprego formal [com carteira assinada] por causa dos encargos trabalhistas”, disse Guedes. O ministro lembrou que, em nenhum momento, pretende extinguir o regime de repartição. “Não cometeria esse crime com a geração futura, de desativar a Previdência que existe.”

Responsabilidade do Congresso
O ministro reiterou que caberá ao Congresso decidir se adota o sistema de capitalização. Segundo ele, caso a proposta atual seja desidratada, e a economia com a reforma da Previdência fique inferior a R$ 1 trilhão, o governo abre mão de lançar o sistema de capitalização, que seria definido por lei complementar.

De acordo com Guedes, a resistência em conter os gastos públicos têm sido a principal causa da queda da taxa de crescimento nas últimas décadas. “Vi a taxa de crescimento cair de 7,5% ao ano há 40 anos para 5% durante o período militar, 2% depois, até chegar a 0,5% ao ano hoje. A expansão descontrolada de gastos corrompeu a política e estagnou a economia”, disse.

Sem citar fontes, o ministro criticou comerciais de entidades de servidores públicos com críticas à reforma. Segundo ele, os opositores gastaram cerca de R$ 100 milhões com publicidade contrária à reforma. “Os corporativistas estão gastando três vezes mais do que o governo com publicidade”.

Confusões
Nas duas horas finais de audiência, o presidente da comissão especial, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), deixou que todos os parlamentares inscritos fizessem as perguntas com o ministro apenas respondendo ao final da sessão. Em três momentos, houve princípio de confusão, mas os ânimos foram contidos após a atuação de Ramos.

O primeiro foi quando Guedes relembrou a prisão do deputado José Guimarães (PT-CE) com dólares na cueca em um aeroporto em São Paulo em 2005. Ao retornar à comissão, o deputado, que tinha ido ao Plenário da Câmara, tomou a palavra e lembrou que foi inocentado pela Justiça. Guedes pediu desculpas por tê-lo citado.

O segundo momento de tumulto ocorreu quando Guedes se irritou com o deputado Bira do Pindaré (PSB-MA), que chamou o ministro de representante dos banqueiros. O presidente da comissão pediu calma às duas partes, e a sessão foi retomada. No terceiro momento de bate-boca, o deputado Carlos Veras (PT-PE) disse que o governo estaria liberando R$ 40 milhões em emendas parlamentares para os deputados que votassem a favor da reforma. Marcelo Ramos disse que o parlamentar estava ofendendo o Congresso e deu cinco minutos de intervalo, após o qual a audiência foi retomada e seguiu sem incidentes até o fim.

PT estadual vota a favor da candidatura de Marília Arraes ao governo

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2.8.18


Sob forte pressão da Executiva Nacional, a maioria absoluta dos militantes do PT gritavam pela resistência local

Diário de PE
Foto: Nando Chiappetta/DP

A reunião do diretório do PT em Pernambuco se transformou no principal evento político do país nesta quinta-feira (2). Todas as atenções da esquerda nacional - e o olhar atento dos demais atores políticos envolvidos na eleição que se aproxima - estavam voltados para a decisão dos 251 delegados petistas no Recife em relação à manutenção da candidatura da vereadora Marília Arraes ao governo do estado. Sob forte pressão da Executiva Nacional - que, na noite anterior, fechou um acordo com o PSB para apoiar a reeleição do atual governador Paulo Câmara - a maioria absoluta dos militantes do PT gritavam pela resistência local. Sentimento que ficou ainda mais exposto quando o senador Humberto Costa foi hostilizado em sua chegada ao encontro. Cercado e acuado pelos gritos de “golpista”, Humberto tentou utilizar uma possível orientação do ex-presidente Lula como justificativa para seu posicionamento contra a candidatura de Marília: “Vocês acreditam que existe alguma coisa que seja aprovada no PT que não tenha o apoio ou o conhecimento de Lula?”

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De Curitiba, ainda em frente à sede da Polícia Federal onde Lula está preso, a presidente do partido, Gleisi Hoffman, gravou um vídeo para reforçar o posicionamento do PT de apoiar o PSB em Pernambuco. A senadora estava reunida com o ex-presidente minutos antes de gravar o vídeo e, desta forma, enviava um recado direto e seco para Marília. A “voz silenciosa” de Lula ecoava pelos corredores e salas do Recife Praia Hotel. Durante o processo de votação dos delegados, a portas fechadas, a vereadora e pré-candidata deixou a sala e foi para uma ala reservada do hotel fazer ligações. Do lado de fora, ouviu coros de apoio dos militantes. A divisão do partido estava clara. O futuro de Marília não.

Eram 20h40 quando o som que veio do salão onde acontecia a votação deixou claro o que acabara de acontecer ali dentro. A candidatura da vereadora Marília Arraes resistiu à pressão da cúpula do partido. A decisão da Executiva Nacional foi “derrubada” pelos delegados pernambucanos.

Isso significa que Marília terá sua candidatura oficializada? Ainda não. O ex-deputado federal Fernando Ferro explicou os próximos passos do imbróglio: “Depois desse encontro vai haver uma votação do recurso da Executiva Nacional nesta sexta-feira (3). Se não tivermos sucesso, vamos recorrer a última instância domingo.Isso está sendo muito ruim para o partido. Tem muita gente querendo se desfilar. Como lidar com isso? Sou favorável até que recorramos a instâncias jurídicas. Isso pode destroçar o PT de Pernambuco”.

Enquanto a militância fazia festa em torno de Marília, o senador Humberto Costa afirmou que a decisão do diretório de Pernambuco dificilmente será validada pela cúpula nacional. “A decisão de amanhã (sexta, 3) se não houver nada novo, será manter a decisão da executiva. Hoje eu defendi a aliança com o PSB e amanhã defenderei de novo”, afirmou o senador que - no entanto - não se negou a dar as mãos a Marília após o resultado: “Serei candidato ao Senado de todo jeito”.

*Com informações dos repórteres Aline Moura e Danilo Andrade.


Humberto Costa é hostilizado em reunião do PT

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Senador foi cercado aos gritos de "golpista" e garantiu que apoio ao PSB foi uma orientação de Lula

Aline Moura - Diario de Pernambuco


CURTA-NOS




Danilo Andrade/Esp.DP
Acontece neste momento, no Recife Plaza Hotel, em Boa Viagem, o encontro estadual do PT que vai definir o posicionamento dos 300 delegados do partido em Pernambuco em relação à candidatura da vereadora Marília Arraes ao governo. De acordo com o regimento interno, o encontro tem autonomia em relação à executiva nacional - que ontem definiu, por 17 votos a 8, retirar a candidatura de Marília e apoiar integralmente a reeleição do governador Paulo Câmara (PSB). A estratégia tem como objetivo principal evitar a aliança do PSB com Ciro Gomes na corrida presidencial e, ainda, facilitar a reeleição de Fernando Pimentel no governo de Minas Gerais. 

Na chegada ao hotel, a pré-candidata reforçou seu posicionamento. "O recado que eu recebi de Lula foi dizendo para gente tocar a campanha, que se ele tivesse aqui estaria na campanha da gente". Depois, Marília Arraes seguiu para uma sala fechada, onde seu reuniu com lideranças do partido. Do lado de fora, os militantes demonstram apoio à candidatura da vereadora. Quase todos usam adesivos com nome de Marília. Entre eles está o ex-deputado federal, Fernando Ferro, que disparou: "O acordo com o PSB é uma irresponsabilidade completa. Vamos até onde tiver brecha jurídica".


João Camêlo e secretários participam do 5º Congresso Pernambucano de Municípios

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6.4.18


O prefeito de Casinhas, João Camêlo (PSB), participa desde ontem do 5º Congresso Pernambucano de Municípios, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). Com o tema "Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Meta Global, Ação Municipal", o evento acontece no Centro de Convenções de Olinda e conta com várias atividades abordando temas que incluem saúde, transparência no uso de recursos, gestão sustentável da água e de resíduos sólidos e saneamento. Neste momento, ao lado de um dos secretários da sua comitiva, André Ferreira (Agricultura), o prefeito acompanha uma dessas atividades, na Sala de Desenvolvimento Rural, Caminhos para Produção e Consumo Consciente.


O prefeito de Casinhas, João Camêlo (PSB), está participando, neste momento, do 5º Congresso Pernambucano de Municípios, que teve início na manhã de hoje e se encerra nesta sexta-feira (6), no Centro de Convenções, em Olinda, na Região Metropolitana. Em sua companhia, a secretária de Administração e Finanças, Isabella Camêlo, os secretários Givanildo Melo (Educação) e André Ferreira (Agricultura) e o assessor especial Jucélio Sales. Amanhã, outros gestores do município também deverão se juntar à comitiva. A abertura do evento, feita pelo presidente da Amupe, José Patriota (PSB), contou com a presença do governador Paulo Câmara (PSB) e várias autoridades políticas.


Foto: Divulgação/Reprodução
O tema do Congresso é "Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Meta Global, Ação Municipal". Realizado pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), o evento terá atividades abordando temas que incluem saúde, transparência no uso de recursos, gestão sustentável da água e de resíduos sólidos e saneamento. Durante o congresso, também será feito o lançamento pelo Sebrae do prêmio "Prefeito Empreendedor" e do Anuário dos Municípios Pernambucanos, versão 2018, em formato digital.

Foto: Divulgação/Reprodução
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) serão abordados em todas as 21 oficinas, nas duas palestras magnas e no seminário "Transparência e Participação para a Democratização da Gestão Pública". Especialista na área jurídica com diversos livros sobre direito, licitações e contratos, Jacoby Fernandes fará a palestra magna "Licitações e Contratos (Lei 8.666/93) Para Uma Gestão Sustentável".

Objetivo de Desenvolvimento Sustentável é tema do 5º Congresso de Município Pernambucanos Promovido pela AMUPE

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27.3.18



 A Associação Municipalista de Pernambuco - AMUPE convoca prefeitos, vereadores, gestores públicos e a população em geral, para o 5º Congresso Pernambucano de Municípios a realizar-se no Centro de Convenções de Pernambuco, nos dias 5 e 6 de abril. As inscrições estão abertas e é gratuita pelo www.gongressoamupe.com.br.
 A abertura do evento começa às 10hs com presença de ministros, governador Paulo Câmara e demais autoridades. Ainda dentro da solenidade será assinado um Memorando de Entendimento entre o Governo do Estado/AMUPE/PNUD e o lançamento do Prêmio SEBRAE, “Prefeito Empreendedor”.
 Na parte da tarde, das 14h00 às 17h00, acontecerá a mesa redonda com debates sobre os Desafios e Oportunidades dos Municípios na Implementação dos ODS-Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Para falar sobre o tema: Henrique Villas, Secretário Executivo da Comissão Nacional de ODS (CNODS), Antônio Carlos Vilaça, prefeito de Barcarena/PA e José Patriota, presidente da AMUPE e representante da CNM na Comissão Nacional dos ODS, além de prefeito de Afogados da Ingazeira.
 No dia 06/04, durante todo o dia haverá um seminário sobre Transparência e Participação Social para a Democratização da gestão Pública Local, o Papel dos órgãos de controle na eficiência da gestão pública municipal, que será debatido por Fábio Araújo (CGU) e Rafael Bezerra da Prefeitura do Recife, e representante do CGE/PE, mediado pelo consultor técnico da CNM, Eduardo Stanz. À tarde haverá exposição das boas práticas dos municípios de: Afogados da Ingazeira. Igarassu, São Bento do Uma, Serra Talhada e Triunfo, mediado por Giane Bosseli, coordenador do Projeto Gestão Cidadã.
 Também na 6ª feira(6/04), acontecem as oficinas pela manhã e tarde ( 9 h às 12hs e 14h às 17). Durante o dia haverá atrações culturais dos municípios. O Congresso conta com muitas discussões de interesse municipalista que representam as 17 metas dos ODS. São 21 oficinas simultâneas, todas vinculadas ao tema central do evento: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, Meta Global, Ação Municipal.
 O prefeito de Gramado/RS, João Alfredo Castilhos Bertoluci, mostra  a experiência da cidade em unir voluntariamente a população para participar ativamente do turismo no município, promovendo a Geração de Renda e favorecendo o comércio local; Francisco Hebert, secretário de Educação de Sobral/CE, vai mostrar porque o seu Município Sobral no Ceará, foi constatado o melhor IDEB do Brasil; Camila Almeida da ONU Mulher, debate sobre Gênero, Inclusão e Empoderamento; Jô Mazarollo, diretora da Globo Recife, Guilherme Larsen do PNUD e Eduardo Amorim do Intervozes discutem sobre  como os ODS podem ser melhor divulgados, e tantos outros debates igualmente necessários para a melhoria de vida das pessoas.
 O Congresso conta ainda com discussões que incluem: O Uso dos Recursos do Fundo Municipal da Assistência da Assistência Social; Gestão de Saúde e o Impacto do Novo Sistema de Transparência de Recursos; Gestão Sustentável da Água; Resíduos Sólidos e Saneamento, entre outros.
 Uma palestra também bastante aguardada é com o especialista Jacoby Fernandes, conferencista famoso no meio jurídico e que escreveu diversos livros sobre direito, licitações e contratos. Ele fará a palestra magna “Licitações e Contratos (Lei 8.666/93) para uma gestão sustentável”, no dia 06/04 às 14h.
 Também presentes Gustavo Cesário, secretário executivo da Comissão Nacional de Municípios (CNM), a Superintendente do IPHA/PE, Renata Duarte, e o cantor/Educador e ator Silvério Pessoa, falam sobre Gestão da Cultura para o Desenvolvimento Sustentável, junto com o secretário Marcelino Granja.
 O Gerente Executivo do Pronaf do BNB, Josué Lucena, Jorge Mattos e Wellington Batista Secretário Estadual de Agricultura e Reforma Agrária/PE, debatem sobre o Desenvolvimento Rural, Caminhos para a Produção do Consumo Consciente. Também discussão os Resíduos Sólidos e Saneamento, o Desafio dos Municípios, entre outros.
 A Agenda 2030 é um plano de ação para as pessoas, o planeta e a prosperidade, que busca fortalecer a paz universal. O plano indica 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Os ODS e 169 metas para erradicar a pobreza e promover vida digna para todos. Para alcançar estes objetivos o envolvimento dos municípios é de fundamental importância.
 A AMUPE sai na frente e encabeça a missão de levar as informações e ajudar os municípios a ajustar seus planos e projetos às metas dos ODS.
 “Todos os municípios já trabalham, de alguma maneira com essa agenda. Mas queremos alinhar ainda mais nossas ações trabalhando com indicadores e monitorando os resultados”, disse José Patriota, presidente da AMUPE e que representa todos os municípios brasileiros, pela CNM, na Comissão Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
 Fazem parte da Comissão, além do governo federal, representantes do setor produtivo, instituições sem fins lucrativos, academia e governos estadual, distrital e municipal.



Casinhas, "juntos e misturados", vereadores de Casinhas participam de Congresso da UVP em Garanhuns

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25.10.15


A cidade de Garanhuns, no agreste pernambucano, foi escolhida para sediar, no período de 22 a 25 de outubro, o Congresso Estadual de Vereadores e Servidores e Prefeituras Municipais que marcará as comemorações de aniversário da União dos Vereadores de Pernambuco – UVP, que há 40 anos auxilia os vereadores no exercício dos seus mandatos e incentiva os gestores das Casas Legislativas a fortalecer a participação e a transparência do Poder Legislativo Municipal. 


O evento aconteceu no auditório do Hotel Tavares Correia, e já tem presença confirmada para proferir palestra, o vice-governador do Estado, Raul Henry, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, e o Conselheiro do Tribunal de Contas, Ranílson Ramos.



Estiveram presente os vereadores de Casinhas Marcelo Andrade, Verônica Geriz, Gilberto do Posto, Professora Magda, Inácio do Toyota e Fátima do Sindicato.

No sábado (24), os ex-presidentes, sócios fundadores e algumas lideranças estaduais e federais receberão uma homenagem pelos serviços prestados à entidade e por difundirem a importância do vereador à população.

“Foram 40 anos de muito trabalho e, a cada dia, tentamos preservar a memória política da UVP como uma entidade que é a soma de história, lutas e progresso”, ressalta o presidente Josinaldo Barbosa, vereador de Timbaúba. 

História

Em 20 de outubro de 1975, a União dos Vereadores de Pernambuco (UVP) foi criada por 22 vereadores preocupados em defender e valorizar a classe. Desde então, segue à frente de movimentos locais e nacionais em defesa da classe e fortalecendo a atuação dos parlamentares através de cursos de aperfeiçoamento realizados em parceria com a Associação Municipalista de Pernambuco, Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público, Controladoria Geral da União, Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Continua…


PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Dia 22/10- Quinta-feira 

15h30min: Início das inscrições e entrega de material 

18h: Encerramento 

Dia 23/10 – Sexta-feira 

Solenidade de Abertura : 9h 

Vereador Josinaldo Barbosa de Araújo – Presidente da UVP 

Vereador Gerson José de Carvalho Souza Filho – Presidente da Câmara Municipal de Garanhuns 

Izaias Régis Neto – Prefeito de Garanhuns 

Lideranças Estaduais e Federais 

Plenárias: 

10h30min – Economia – Palestrante: Dr. Raul Henry (Vice-Governador PE). 

11h15min – Debates 

12h – Intervalo para almoço 

Plenárias: 

15h – O Brasil e os novos Desafios para o Crescimento – Palestrante: Dr. Armando Monteiro 

Neto (Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior). 

15h45min – Debates 

16h15min – Inconstitucionalidade de Leis Municipais – Palestrante: Dr. Severino Cezário da Silva (Diretor Jurídico da UVP). 

16h45min – Debates 

17h – Encerramento 

Dia 24/10 – Sábado

Plenária: 

9h – Homenagens UVP 40 Anos: 

• A todos os ex-presidentes da UVP 

• Lideranças estaduais e federais 

10h – Lançamento do livro “Perto do Coração”, do jornalista Magno Martins

12h – Intervalo para almoço 

Plenárias: 

14h30min -A Importância do TCE perante os Municípios – Palestrante: Ranilson Ramos (Conselheiro do Tribunal de Contas de Pernambuco – TCE). 

15h15min – Debates 

15h45min -O marketing Político e Eleitoral nas Eleições de 2016 – Palestrante: Adriana Lopes Nóbrega Fragoso (Relações Públicas e Marketing Político). 

17h – Encerramento 

Dia 25/10 – Domingo

Plenária: 

9h30min – Os Reflexos da Reforma Política nas Eleições de 2016 – Palestrante: Dr. Felipe Ferreira Lima (Diretor do Instituto Egídio Ferreira Lima; Mestre em Direito com menção em Ciências Jurídico – Políticas). 

10h15min – Debates 

12h – Sorteios de prêmios entre participantes inscritos. 

Fonte: Blog do Dimas Santos 
Readaptado Casinhas Agreste

Congresso quer criar CPI para investigar gestão Marin na CBF

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27.5.15


Senador José Perrella (PDT-MG) afirmou que espera reunir mais de 50 assinaturas

José Perrela é um dos senadores interessados na CPI / 
Senado/Divulgação
BRASÍLIA - Senadores e deputados iniciaram um movimento nesta quarta-feira (27) para instalar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a gestão de José Maria Marin no comando da CBF.

O ex-dirigente foi detido nesta quarta pela polícia suíça em uma operação realizada a pedido das autoridades dos Estados Unidos. Ele e outros cartolas que também foram presos são investigados pela Justiça americana em um suposto esquema de corrupção.

O senador José Perrella (PDT-MG) afirmou que espera reunir mais de 50 assinaturas no Senado, mais que as 27 necessárias, para criar a comissão. Disse também já ter o apoio de parlamentares do PT e do PMDB, entre outros partidos. "Não acho que haverá senador que seja contra isso."

Perrella, ex-presidente do Cruzeiro, ajudou o governo Dilma Rousseff a derrubar a criação de uma CPI da CBF em 2013. Na época, ele disse que trabalhou pela retirada das assinaturas a favor da comissão a pedido de Marin, de quem era amigo pessoal.
Marín e outros dez banidos do futebol pela Fifa
EUA vão pedir colaboração do Brasil nas investigações sobre a Fifa
Nesta quarta, Perrella afirmou que não havia fato relevante na época que justificasse iniciar a comissão às vésperas da Copa do Mundo Fifa no Brasil.

O senador afirmou que há uma movimentação também na Câmara para abertura de uma CPI sobre o mesmo tema. Por isso, a comissão poderia ser mista, ou seja, com participação de representantes das duas Casas.

"Vamos investigar do período dele [Marin] para cá. Em um segundo momento, podemos até investigar alguma coisa para trás", afirmou.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que irá criar a CPI se houver as assinaturas necessárias.

ESQUEMA DE MAIS DE US$ 100 MILHÕES

As acusações, segundo a polícia suíça, estão relacionadas a um vasto esquema de corrupção de mais de US$ 100 milhões dentro da Fifa nos últimos 20 anos, envolvendo fraude, extorsão e lavagem de dinheiro em negócios ligados a campeonatos na América Latina e acordos de marketing e transmissão televisiva.

Em nota, autoridades suíças divulgaram que contas dos acusados foram bloqueadas no país. Elas eram usadas para recebimento de subornos.

Além dos detidos nesta quarta, outros sete dirigentes e empresários foram acusados de corrupção no caso por lavagem de dinheiro e fraude. "Era um esquema que atuava há 24 anos para enriquecer dirigentes através da corrupção no futebol internacional", informa nota da Justiça americana.

Segundo autoridades dos Estados Unidos, quatro acusados detidos confessaram culpa no caso nesta quarta.

Além da investigação nos EUA, as autoridades suíças recolheram nesta quarta (27) documentos na sede da Fifa, em Zurique, em uma apuração relacionada à escolha das sedes das Copas de 2018 e 2022.

FESTA DO TAPUIA 2022

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