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Troca de tiros entre policiais de SP e MG deixa um morto em anexo de hospital em Juiz de Fora


Segundo as primeiras informações, três policiais civis paulistas atiraram contra dois mineiros na tarde desta sexta (19).
Por Bárbara Guimarães, Nathália Alves e Rafael Antunes, G1 Zona da Mata e MGTV

Polícia atende ocorrência no Hospital Monte Sinai em Juiz de Fora — Foto: Ana Paula Cruzeiro/G1

Um policial civil morreu e outro ficou ferido após uma troca de tiros na tarde desta sexta-feira (19) em um prédio anexo do Hospital Monte Sinai, no Bairro Dom Bosco, em Juiz de Fora.

De acordo com as informações preliminares da Polícia Militar (PM), uma confusão começou no estacionamento do local pouco antes das 17h.

Os envolvidos, a princípio, são três policiais civis do estado de São Paulo, que escoltavam um detento em tratamento na unidade.

Dois policiais de Minas viram os homens, que estavam à paisana, armados e iniciaram abordagem a eles. O terceiro policial paulista viu a cena e atirou contra os policiais mineiros.

Um dos policiais de Minas morreu no local e um de São Paulo ficou ferido e está no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da unidade.

Dentro da viatura da Polícia Civil houve outra confusão, porque os agentes de São Paulo não queriam entregar as armas.

Pelo menos quatro pessoas envolvidas na ocorrência estão na Delegacia de Polícia Civil, no Bairro Santa Terezinha, onde prestam depoimentos.

Ainda não foi informado o que ocorreu com o preso que era escoltado pelos policiais.

O G1 entrou em contato com as assessorias da Polícia Civil, do hospital e da Secretaria da Segurança Pública do Governo do Estado de São Paulo e aguarda retornos.

A ocorrência segue em andamento.

Agressão no mesmo hospital em 2015
Em setembro de 2015, um fisiculturista, de 25 anos, invadiu o mesmo hospital e agrediu a mãe e sete funcionários.

Ele quebrou vasos de plantas e jogou remédios no chão, além de entrar em áreas restritas da unidade.

Pacientes que aguardavam atendimento entraram em pânico e uma confusão generalizada começou. Na ocasião, foram necessários 15 policiais e sete viaturas para atender a ocorrência e conseguir imobilizar o fisiculturista.

Ele foi detido na época por lesão corporal, desobediência, por ter resistido à prisão e por injúria racial, já que ofendeu os funcionários do hospital.

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