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Ministro Barroso, do STF, suspende pagamento do piso salarial da enfermagem

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4.9.22



Ministro entendeu que nova lei traz risco de prejuízo no atendimento em hospitais com ameaça de demissões em massa e redução de leito.
O TEMPO Brasília

Ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) | Foto: Carlos Moura/SCO/STF


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, suspendeu a aplicação do novo piso salarial da enfermagem. A decisão é deste domingo (4). O ministro entendeu que pode haver prejuízo no atendimento em unidades hospitalares públicas e privadas com o "risco concreto" de demissão em massa de profissionais e de redução de oferta de leitos.

Barroso também concedeu o prazo de 60 dias para que entes públicos e privados da área da saúde explicarem o impacto financeiro, os riscos para empregabilidade no setor e eventual redução na qualidade dos serviços. Para ele, não é adequado que o piso entre em vigor até que esses pontos sejam esclarecidos.

A decisão foi tomada de maneira cautelar pelo ministro por meio de uma ação da Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde). Agora, será levada para validação do plenário, de modo virtual, nos próximos dias. Ao final do prazo, Barroso irá reavaliar o caso.

O piso salarial nacional da enfermagem foi aprovado por parlamentares e virou lei em 5 de agosto deste ano, com valor mínimo de R$ 4.750 por mês para enfermeiros. Técnicos de enfermagem devem receber no mínimo 70% disso (R$ 3.325). Já auxiliares de enfermagem e parteiras têm de receber pelo menos 50% desse valor (R$ 2.375).


O ministro defendeu ser importante a valorização dos profissionais de enfermagem, mas destacou que “é preciso atentar, neste momento, aos eventuais impactos negativos da adoção dos pisos salariais impugnados”. Ele ponderou que os Poderes Legislativo e Executivo não cuidaram das providências para que o aumento de custos fosse incorporado pela rede de saúde.

“No fundo, afigura-se plausível o argumento de que o Legislativo aprovou o projeto e o Executivo o sancionou sem cuidarem das providências que viabilizariam a sua execução, como, por exemplo, o aumento da tabela de reembolso do SUS à rede conveniada. Nessa hipótese, teriam querido ter o bônus da benesse sem o ônus do aumento das próprias despesas, terceirizando a conta", alegou.

Terão que dar explicações sobre o impacto fiscal os 26 estados e o Distrito Federal, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e o Ministério da Economia. Já o Ministério do Trabalho e a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) terão que informar detalhadamente sobre os riscos de demissões. Por fim, o Ministério da Saúde, conselhos da área da saúde e a Federação Brasileira de Hospitais (FBH) precisarão esclarecer sobre o alegado risco de fechamento de leitos e redução nos quadros de enfermeiros e técnicos.


Na ação, a CNSaúde apontou que a lei é inconstitucional porque sua criação seria de competência do presidente da República, enquanto é de autoria dparlamentar. Além disso, afirmou que a norma foi aprovada de forma rápida e sem amadurecimento legislativo na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, onde não passou por debate em nenhuma comissão.

A entidade apresentou ao STF que pesquisa realizada com entidades empregadoras apontou que, com o piso, 77% dos ouvidos reduziriam o corpo de enfermagem e 51% diminuiriam o número de leitos. Foi apontada uma possibilidade de demissão de 80 mil profissionais de enfermagem e fechamento de 20 mil leitos.

Na decisão, Barroso enfatizou que as entidades privadas que tenham condições podem e devem implantar o novo piso salarial dos profissionais, mas justificou que, de forma ampla, “as questões constitucionais postas nesta ação são sensíveis”.


“De um lado, encontra-se o legítimo objetivo do legislador de valorizar os profissionais de saúde, que, durante o longo período da pandemia da Covid-19, foram incansáveis na defesa da vida e da saúde dos brasileiros. De outro lado, estão os riscos à autonomia e higidez financeira dos entes federativos, os reflexos sobre a empregabilidade no setor, a subsistência de inúmeras instituições hospitalares e, por conseguinte, a própria prestação dos serviços de saúde", destacou.

De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o incremento financeiro necessário ao cumprimento dos pisos será de R$ 4,4 bilhões ao ano para os municípios, de R$ 1,3 bilhões ao ano para os estados e de R$ 53 milhões ao ano para a União. Já a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) indicou incremento de R$ 6,3 bilhões ao ano.

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A Paraíba não registra mortes por Covid-19 pelo sexto dia

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3.4.22


A Paraíba tem 597.934 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES), divulgadas neste domingo (3). O número de mortes confirmadas por Covid-19 é de 10.194 no estado desde o início da pandemia. São 489 novos casos nas últimas 24 horas, todos leves. Nenhuma morte foi registrada pelo sexto dia seguido.

A ocupação total de leitos de UTI na Paraíba é de 8%. Em João Pessoa, o percentual é de 17%. Em Campina Grande e no Sertão, 0% dos leitos estão ocupados.

Até o momento, 3.449.155 pessoas foram vacinadas com a primeira dose (84,98% do total) e 3.189.715 completaram os esquemas vacinais, o que representa 78,58% da população total do estado. Do total de vacinados com o esquema primário completo, 3.105.582 tomaram as duas doses e 84.133 utilizaram imunizante de dose única. Sobre as doses adicionais, foram aplicadas 41.588 em pessoas com alto grau de imunossupressão e 1.629.100 doses de reforço na população com idade a partir de 18 anos. A Paraíba já distribuiu um total de 9.134.144 doses de vacina aos municípios.

Boletim do coronavírus na Paraíba:
597.934 casos confirmados
10.194 mortes
223 cidades com casos confirmados
223 cidades com mortes registradas

G1 PB

Paraíba registra 16 mortes, 951 novos casos e 459 pacientes internados nas unidades de referência para Covid-19

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8.2.22


Até o momento, já foram realizados 1.365.478 testes para diagnóstico da Covid-19.
 ClickPB

Até o momento, já foram realizados 1.365.478 testes para diagnóstico da Covid-19. (Foto: Reprodução)
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta terça (8), 951 casos de Covid-19. Entre os casos confirmados neste boletim, 120 (12,62%) são moderados ou graves e 831 (87,38%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 522.528 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, já foram realizados 1.365.478 testes para diagnóstico da Covid-19.

Também foram confirmados 16 novos óbitos desde a última atualização, oito deles ocorridos nas últimas 24h. Com isso, o estado totaliza 9.848 mortes. O boletim registra ainda um total de 381.241 pacientes recuperados da doença.


* Dados oficiais preliminares (fonte: SI-PNI, e-SUS Notifica, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h, do dia 08/02/2022, sujeitos à alteração por parte dos municípios.
 
Óbitos

Todos os 223 municípios paraibanos registraram óbitos por Covid-19. Os óbitos divulgados neste boletim ocorreram entre os dias 04 e 08 de fevereiro, sendo dois em hospitais privados e os demais em hospitais públicos. As vítimas são 10 homens e 06 mulheres, com idades entre 15 e 96 anos, residentes dos municípios de Aparecida (1); Campina Grande (1); João Pessoa (6); Juazeirinho (1); Mamanguape (3); Remígio (1); Santa Rita (1); São Mamede (1) e Teixeira (1).  Diabetes foi a comorbidade mais frequente e quatro deles não tiveram comorbidades informadas. 

Cobertura Vacinal

Foi registrado no Sistema de Informação SI-PNI, a aplicação de 7.336.239 doses. Até o momento, 3.219.120 pessoas foram vacinadas com a primeira dose (79,31% do total) e 3.015.225 completaram os esquemas vacinais, o que representa 74,28% da população total do estado. Do total de vacinados com o esquema primário completo, 2.888.739 tomaram as duas doses e 126.486 utilizaram imunizante de dose única.  Sobre as doses adicionais, foram aplicadas 24.850 em pessoas com alto grau de imunossupressão e 1.076.965 doses de reforço na população com idade a partir de 18 anos. A Paraíba já distribuiu um total de 6.832.643 doses de vacina aos municípios. 

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 61%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 89%. Em Campina Grande, estão ocupados 53% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 50% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro estadual de regulação hospitalar, 35 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo 459 pacientes estão internos nas unidades de referência pra Covid-19.

Taxa de ocupação nos leitos para pacientes com Covid-19 em Pernambuco apresenta queda

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1.7.21


UTIs têm ocupação em torno de 70% nas redes pública e privada do Estado

Da Portal Folha de Pernambuco

Embora ainda registre números elevados de novos casos diários da Covid-19 e de mortes pela doença, Pernambuco apresenta, há algumas semanas, uma tendência de queda nos indicadores relacionados ao coronavírus Sars-CoV-2.

Nos últimos dias, esse cenário se tornou mais perceptível com a diminuição nas taxas de ocupação dos leitos hospitalares destinados ao tratamento de pacientes com quadros suspeitos ou confirmados de infecção pelo vírus, sobretudo os de terapia intensiva (UTI).

Nesta quarta-feira (30), a ocupação média dos leitos no Sistema Único de Saúde está em 67%, de acordo com o boletim da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE).

Nas UTIs, que contam com 1.786 vagas, a ocupação é de 71%, enquanto nas enfermarias, que têm um conjunto de 1.250 leitos, a ocupação está em 61%.

Na rede privada, a ocupação média é 63%. São 369 leitos de UTI, estando 70% deles preenchidos no momento, e 199 de enfermaria, com 50% deles ocupados.

Também estão em queda as notificações de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), condição que pode ser desencadeada por uma gama de vírus respiratórios além do coronavírus Sars-CoV-2, incluindo outros tipos de coronavírus.

Desde meados de março até o início de junho deste ano, os registros de pacientes com SRAG oscilaram em patamares elevados, com média de 1.700 casos por semana. Nas últimas duas semanas, foi possível perceber uma queda nessas notificações (ver quadro abaixo).
Em azul, notificações de SRAG. Em laranja, o número de diagnósticos positivos para a Covid-19. Fonte: SES-PE

Números
Ainda assim, o fluxo de novos casos permanece acentuado. Nesta quarta, 11% do total de novas notificações foram de pacientes com SRAG - 105 de um total 975 diagnósticos. Também foram confirmados laboratorialmente mais 45 óbitos, ocorridos entre os dias 19 de abril e esta terça-feira (29).

Os pacientes (20 do sexo masculino e 25 do sexo feminino) tinham idades entre 31 e 94 anos - 30 a 39 (4), 40 a 49 (5), 50 a 59 (14), 60 a 69 (5), 70 a 79 (5), 80 ou mais (12).

Eles eram residentes dos municípios de Abreu e Lima (1), Belo Jardim (1), Bezerros (2), Bom Conselho (1), Brejinho (1), Calumbi (1), Camaragibe (4), Carpina (1), Caruaru (1), Catende (1), Cumaru (1), Custódia (2), Escada (1), Garanhuns (2), Ipubi (1), Jaboatão dos Guararapes (2), Lagoa dos Gatos (1), Manari (1), Moreno (1), Paulista (2), Pedra (1), Pesqueira (1), Petrolina (1), Recife (7), Salgadinho (1), Salgueiro (1), Santa Filomena (1), São Lourenço da Mata (2), Serra Talhada (1) e Trindade (1).

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Das 45 vítimas, 30 tinham doenças preexistentes: doença cardiovascular (21), doença renal (6), diabetes (5), obesidade (5), tabagismo/histórico de tabagismo (3), doença respiratória (2), hipertensão (1), imunossupressão (1), doença hepática (1) e etilismo/histórico de etilismo (1) - um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais seguem em investigação.

Com esses novos dados, Pernambuco passa a somar 550.292 casos confirmados da Covid-19, dos quais 465.330 são pacientes recuperados.

Entre os que se curaram, 28.155 foram pacientes com quadros de SRAG, o que equivale a cerca de 56% de recuperação entre o total de casos graves notificados (48.584).

Outras 17.685 pessoas não conseguiram superar as complicações provocadas pelo coronavírus Sars-CoV-2 e faleceram. A maioria das vítimas fatais são homens (54%). No momento, os casos ativos, ou seja, os que têm a doença em curso, são mais de 67 mil.

Começa a funcionar a central de distribuição emergencial de oxigênio para municípios de Pernambuco

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30.5.21


A central emergencial de oxigênio, montada no Recife pelo Governo de Pernambuco, começou a fornecer oxigênio para garantir o abastecimento das unidades de saúde do interior do estado que atendem pacientes com a covid-19.


Neste sábado (29), o governador Paulo Câmara (PSB) comandou reunião do Comitê de Enfrentamento à Covid-19 e supervisionou o primeiro dia de funcionamento do serviço emergencial.

Para acessar a central, os municípios preenchem um formulário da Secretaria Estadual de Saúde com os números de leitos do serviço de saúde, consumo médio de oxigênio, tempo estimado para esgotamento da capacidade e do próximo fornecimento regular e a necessidade de cilindros.


“Passamos este sábado, 29 de maio de 2021, acompanhando a situação do abastecimento de oxigênio das unidades municipais de saúde do interior. Definimos, juntamente com os municípios, os critérios para a obtenção do oxigênio emergencial e o envasamento e entrega já iniciado na central montada aqui no Recife”, disse Paulo Câmara.

Até o momento, 65 municípios já solicitaram o apoio do Governo do Estado, com necessidade de 1,3 mil cilindros. Ao todo, a central emergencial está disponibilizando, nestes primeiros dias, 30 mil metros cúbicos de oxigênio para as redes municipais de saúde – quantitativo suficiente para abastecer até três mil cilindros de 10 metros cúbicos – com uma capacidade de abastecimento de 80 cilindros por hora.

“A questão central dessa dificuldade no interior diz respeito a problemas com fornecedores menores, que atendem aos municípios”, afirmou o secretário estadual de Saúde, André Longo.

Pernambuco bate recorder por dois dias com o número de pacientes na fila de leitos de UTI

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21.5.21


Pernambuco bateu, por dois seguidos, o recorde em 2021 do número de pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) que esperam por leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Essa fila, que tinha 249 pessoas na quarta (19), aumentou para 260 nesta quinta (20), segundo a Central Estadual de Regulação Hospitalar, que reúne as solicitações diárias por leitos nos hospitais .
Em 2020, o pico foi contabilizado no dia 11 de maio, quando 275 pessoas esperavam por uma vaga nas Unidades de Terapia Intensiva. O recorde deste ano foi contabilizado após Pernambuco registrar 242 adultos, 13 recém-nascidos e cinco crianças à espera de leitos de UTI.
A mãe de Wanessa Ribeiro, uma idosa de 61 anos, é uma das pessoas que estavam na fila. “Eu tô aqui no Hospital Aristeu Chaves, em Camaragibe [no Grande Recife], onde a minha mãe se encontra internada desde domingo, dia 16. Ela se encontra com suspeita de Covid, ainda não chegou o resultado do exame como positivo. Ela foi intubada na segunda feira (17) e precisa de um leito de UTI", disse.


Em 2020, recorde ocorreu no dia 11 de maio, com 275 solicitações de leito de UTI — Foto: Reprodução/TV Globo


Apesar de ter conseguido a vaga na UTI, a mãe de Wanessa, não conseguiu fazer a transferência para o leito porque estava com a saturação baixa: o nível de oxigênio no corpo da paciente caiu para 80%, enquanto o normal é 95%.


"É bem angustiante para a gente ver o nosso parente sem ter o atendimento necessário, sem ter a medicação necessária, sem ter o respirador adequado... O tempo vai passando e o nosso parente vai piorando. A minha mãe é a minha vida, é um membro da minha família que está aí dentro e eu preciso de ajuda", contou Wanessa.



O alto número de pessoas na fila por leitos de UTI acaba deixando as emergências cheias de pacientes.

Pernambuco bate recorde de pessoas em fila por leitos de UTI — Foto: Reprodução/TV Globo


"Enquanto profissional que trabalha na triagem do serviço de referência, a gente observa que os pacientes têm uma dificuldade maior em ser transferidos para a UTI. Os pacientes chegam, muitas vezes, do interior, com um tempo prolongado de internamento e necessitando de melhores cuidados, mas tem essa demora por conta da dificuldade para conseguir uma vaga", afirmou o médico infectologista Bruno Ishigami.


O governo do estado tem aberto novos leitos de UTI. A quantidade de leitos para pacientes com Covid-19 aumentou 65%, entre o dia 1º de março, quando havia 1.016 leitos desse tipo, e a quarta-feira (19), quando o total era 1.679 leitos de terapia intensiva, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde.
O médico Diego Montarroyos pede às pessoas que não parem de se cuidar para evitar a infecção pelo novo coronavírus. "Usem máscaras, se distanciem e o que mais nos dá esperança para voltar no próximo dia ao trabalho é a imunização em massa, é a possibilidade de vacina para todo mundo", declarou.

Covid-19 em Pernambuco

A confirmação, nesta quinta-feira (20), de mais 3.188 casos da Covid-19 e 65 óbitos provocados pela doença em Pernambuco levou o estado a totalizar 452.721 infectados pelo novo coronavírus e 15.192 mortes devido à pandemia. Os registros começaram a ser feitos em março de 2020.

CRM-PB constata colapso na ocupação de leitos Covid no Sertão paraibano

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19.5.21


Segundo o conselho, ocupação de UTIs está em 100% e de leitos de enfermaria em 91%

Foto: Imagem ilustrativa/Divulgação/Codecom PMCG

Os hospitais referência para o tratamento da Covid-19 no Sertão paraibano estão com todos os 75 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ocupados. Nas enfermarias, dos 75 leitos instalados, 64 estão ocupados, restando onze leitos disponíveis. Os dados foram levantados pelo Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), nesta terça-feira (18).

Apesar do incremento do número de leitos de UTI entre os meses de março e maio, passando de 61 para 75, os serviços de saúde referência no atendimento à Covid-19 de Cajazeiras, Patos, Pombal e Piancó estão sobrecarregados. Todos estão com ocupação de 100% nos leitos de UTI. O Hospital Regional de Piancó está trabalhando acima do limite. Com sete leitos intensivos, há oito pacientes internados. Na enfermaria a situação se repete: são 12 leitos de enfermaria instalados, porém há 16 pacientes internados.

“O CRM-PB vem acompanhando o crescimento do número de casos de Covid-19 e o aumento de internações em UTIs e enfermarias em todo o Estado. A situação é preocupante em todas as regiões, especialmente no Sertão, em que identificamos percentuais de 100% em todos os serviços de saúde. Infelizmente, estamos vivenciando uma situação de colapso da rede pública de saúde do Sertão”, destacou o diretor de Fiscalização do CRM-PB, Bruno Leandro de Souza.

O levantamento do CRM-PB analisou cinco unidades de saúde referência Covid no Sertão paraibano. Os hospitais regionais de Patos e Cajazeiras e Pombal, além da UPA de Cajazeiras registraram 100% de ocupação. Já o Hospital Regional de Piancó está com 114%.

Nas enfermarias, a situação é semelhante, com 91% de ocupação. Há dez vagas no Hospital de Patos e uma no de Cajazeiras, mas no de Piancó o número de pacientes internados é superior à sua capacidade. As ocupações de enfermaria estão com estes índices: Hospital Regional de Patos (70%); Hospital Regional de Cajazeiras (95%); UPA de Cajazeiras (100%); Hospital Regional de Pombal (100%) e Hospital Regional de Piancó (133)%.

Pernambuco registra 90 mortes por covid em 24 horas

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1.5.21


Pernambuco registra 2.178 novos casos de Covid-19 e 90 mortes nas últimas 24h
Segundo boletim divulgado neste sábado (1º), a ocupação de UTIs da rede pública caiu para 89%

Por Portal Folha de Pernambuco
Pernambuco registrou, neste sábado (1º), 2.178 casos da Covid-19. Entre os confirmados nas últimas 24h, estão 197 (9%) casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 1.981 (91%) leves. Agora, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) Pernambuco totaliza 408.763 casos confirmados da doença, sendo 40.431 graves e 368.332 leves.
Também foram confirmados 90 óbitos, ocorridos entre os dias 21 de novembro de 2020 e 30 de abril 2021, sendo 45 homens e 45 mulheres. Desse montante, 65 são de pacientes que tinham doenças preexistentes, como diabetes, hipertensão e câncer. Eles tinham idades entre 30 e 98 anos, além de um bebê de apenas um mês. Com isso, o Estado totaliza 14.128 mortes pela Covid-19.



A SES-PE confirmou ainda 2.178 novos casos de infecção pela Covid-19. Entre os confirmados neste sábado, 197 (9%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 1.981 (91%) são leves.

Pernambuco atingiu a menor taxa de ocupação de leitos de UTI desde o mês de março. Na rede pública de saúde, a média chegou a 89%. Já nos hospitais particulares a ocupação caiu para 80%.

AUMENTO: 74 pessoas morrem de covid-19 em Pernambuco

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1.4.21


A secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta terça-feira (30), 2.233 casos da Covid-19. Entre os confirmados do dia, 215 (9,6%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 2.018 (90.4%) são leves. Agora, Pernambuco totaliza 346.800 casos confirmados da doença, sendo 35.888 graves e 310.912 leves. 

MORTES
Também foram confirmados 74 óbitos, ocorridos entre 01/12/2020 e 29/03/2021. Com isso, o Estado totaliza 12.118 mortes pela Covid-19.

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Pode faltar oxigênio em pequenos municípios, diz Governo

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18.3.21

Diário de PE
O diretor de Logística do Ministério da Saúde, general Ridauto Fernandes, classificou nesta quinta-feira (18) como perigoso o cenário de abastecimento de oxigênio medicinal no país. Em audiência pública na Comissão Temporária da Covid- 19 do Sendo, ele pediu apoio dos parlamentares para que o Congresso e o Ministério da Saúde se empenhem em uma mudança legislativa com urgência, para que as grandes empresas não se recusem a abastecer carretas de envasadores que atendem principalmente cidades do interior.

"O cenário atual é perigoso, podendo levar ao desabastecimento de oxigênio medicinal na ponta, especialmente em pequenos hospitais e municípios do interior", alertou, acrescentando que a expectativa da falta perigosa desse produto na ponta da linha, nos pequenos hospitais, é de poucos dias.

"Temos carretas de produtores da Amazônia que estão esperando numa planta [fabrica de oxigênio] do interior do Maranhão. Já está com a carreta parada lá há dias, e não é abastecida. Temos envasadores do Paraná que chegam às plantas também e não conseguem abastecer. Na hora que chega para envasar os cilindros, há muito mais cilindros para envasar, e ele não dá conta de envasar o que precisava. Aí o pequeno hospital fica com problemas", explicou o general.

Para  Fernandes, a solução é criar um dispositivo em lei que dê ferramenta que possibilite que as grandes produtoras recebam as carretas, e não as recusem. "Temos de criar uma ferramenta para que a indústria não possa recusar a carreta que chega para ser enchida. Embora seja um concorrente, alguém que vá receber aquele oxigênio e revendê-lo, no momento, não temos estrutura, o grande não consegue chegar à ponta da linha. Então dependemos das carretas que estão na mão dos pequenos, dos envasadores, para poder fazer chegar à ponta da linha. Se não chegar à ponta, nas Unidades de Pronto Atendimento e pequenos hospitais, teremos mais mortes", avaliou.

Planejamento
 
Representantes de empresas de produção e distribuição do gás do país também participaram da audiência e responsabilizaram a falta de planejamento das Secretarias de Saúde quanto à demanda do produto pela fabricação do material menor que a necessidade.

Aos senadores da Comissão Temporária da Covid-19, os empresários também ressaltaram a dificuldade em transportar o insumo e pediram que motoristas e técnicos entrem no grupo prioritário na fila de vacinação.

"Como fornecedor não temos a capacidade de prever a demanda, temos a condição de conhecê-la, prepará-la, mas os dados epidemiológicos são obtidos pelas secretarias dos estados", justificou o diretor executivo de negócios da produtora White Martins, Paulo César Gomes.

Já o representante da Air Liquid Brasil, Rafael Montagner, disse que a demanda dos hospitais aumentou 10 vezes acima do que estava previsto. "A dificuldade é a falta de previsibilidade para produção para que a empresa possa se organizar", reforçou acrescentando que outro problema da falta de planejamento é a falta estrutura de armazenamento do gás pelas unidades de saúde. "É um desafio de transporte e estocagem dos hospitais".

Para otimizar o abastecimento, o presidente da Associação Brasileira de Indústria Química (Abiquim), Ciro Marino, cobrou que o Ministério da Saúde centralize  essa logística, para que o setor produtivo se concentre apenas na produção. Para a Abiquim,  as empresas do ramo têm sido sobrecarregadas burocraticamente pelo assédio de secretarias, prefeituras, agências e órgãos em diversos níveis da administração pública, diante do quadro de incertezas.

"Temos pedido com veemência que o governo federal assuma o controle e centralização dessas informações perante autarquias, municípios, entidades e tudo, de forma que as empresas possam se concentrar nos seus negócios novamente. Que é produzir, organizar, expandir capacidades, de forma que o governo federal possa alimentar essas entidades e municípios com informações adequadas",  disse Marino.

Sobre esse assunto, a diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Meiruze Freitas adiantou que mecanismos de centralização da gestão da logística relacionada ao oxigênio medicinal devem estar prontos em breve.

Transporte
 
Outro problema levantado na audiência foi a questão do transporte desse oxigênio.Para o representante do departamento de logística do Ministério da Saúde, Ridauto Lúcio Fernandes,  não é uma operação simples. É preciso manter uma temperatura específica dos caminhões, processo "bastante trabalhoso". "Se não tiver nessa temperatura, ele pode imbuir e se perder", explicou.

Outra dificuldade apontada durante a audiência pública para abastecer os hospitais com oxigênio, foi a falta de mão de obra qualificada para o serviço. Para que o oxigênio chegue ao hospital é preciso treinar assistentes técnicos e motoristas que estão na linha de frente entregando o produto. "Os motoristas dos nossos caminhões, não são somente motoristas, mas também são operadores técnicos. Não é mão de obra fácil para ser contratada e treinada", observou o representante da White Martins.

Novas audiências
 
O presidente do colegiado, senador Confúcio Moura (MDB-RO), informou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, falará na Comissão no dia 25 sobre as ações do governo no combate à pandemia.

PARAÍBA: Fornecedora de oxigênio está com dificuldades de atender demanda, diz Prefeitura de João Pessoa

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16.3.21


Gestão municipal explica que problema se dá por causa do aumento dos casos de Covid-19. Ainda assim, tranquiliza a população dizendo que há estoque nos hospitais da cidade.
G1 PB
A Prefeitura de João Pessoa emitiu nota oficial nesta terça-feira (16) declarando que, por causa do aumento de casos de Covid-19 nos estados e do consequente aumento no número de internações, a empresa fornecedora de oxigênio para os hospitais da cidade vem tendo dificuldades para atender a demanda em toda a região Nordeste. A gestão municipal explicou que foi avisada do problema pela própria empresa, deixou claro que ainda possui oxigênio em estoque nos hospitais, e que o caso ainda não provoca riscos imediatos. Ainda assim, por precaução, já iniciou contato com outras empresas do setor.

A atual fornecedora de oxigênio para os hospitais pessoenses é a White Martins, uma gigante do setor de fornecimento de gases em geral, entre eles o oxigênio hospitalar, e que está presente em praticamente todo o território brasileiro. Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa ficou de analisar a questão e se posicionar assim que possível.

De acordo com a nota da Prefeitura, o problema estaria concentrado na falta de se conseguir, na quantidade que a demanda vem exigindo, os insumos relacionados ao oxigênio hospitalar.

A nota diz ainda que a gestão municipal já iniciou “uma grande operação” que visa encontrar novas alternativas para que não falte oxigênio aos pacientes em atendimento. “Todos os envolvidos na atenção em saúde que compete ao município estão unidos no esforço para solucionar o problema e evitar o desabastecimento na sua rede de saúde”, destaca o texto.

São Paulo bate recorde e registra 679 novas mortes por Covid-19 em um dia; estado confirmou 1 óbito a cada 2 minutos nas últimas 24h

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Máxima anterior era de 521 mortes confirmadas em 24h no estado. Coordenador do Centro de Contingência contra Covid-19 do governo de SP prevê recorde de mortes pela doença 'em alta escala', e vice-governador do estado diz que Doria não descarta lockdown, mas que medida precisa ser coordenada nacionalmente.
Por G1 SP — São Paulo
O estado de São Paulo registrou 679 novas mortes provocadas pela Covid-19 nesta terça-feira (16), o recorde em 24 horas desde o início da pandemia. Isso equivale a uma nova morte confirmada a cada 2 minutos e 6 segundos. O estado agora totaliza 64.902 óbitos causados pelo coronavírus.

O recorde anterior, registrado na semana passada, era de 521 mortes em um dia, e representava pouco mais de uma morte a cada 3 minutos.

Metade dos hospitais municipais de São Paulo têm 100% de lotação nas UTIs
Lotados, hospitais da rede privada de São Paulo solicitam leitos públicos
Os novos registros não significam, necessariamente, que as mortes aconteceram de um dia para o outro, mas que foram computadas no sistema neste período. As notificações costumam ser menores em finais de semana, feriados e segundas-feiras, por conta do atraso na contabilização.

A média móvel de mortes, que considera os registros dos últimos sete dias, também foi recorde nesta terça-feira (16) e chegou a 400 óbitos diários. O valor é 50% maior do que o registrado há 14 dias, o que para especialistas indica forte tendência de alta da epidemia.

Como o cálculo da média móvel leva em conta um período maior do que o registro diário, é possível medir de forma mais fidedigna a tendência da pandemia.

O estado teve ainda 17.684 novos casos da doença confirmados nas últimas 24 horas. No total, São Paulo chegou a 2.225.926 casos de Covid-19 confirmados desde o início da epidemia.

A média móvel de casos foi recorde nesta segunda-feira e chegou a 13.129 casos por dia, um número 39% maior do que o verificado 14 dias atrás, o que também indica tendência de alta.

Explosão da Covid-19 em SP
Em postagem nas redes sociais, o secretário-executivo do Centro de Contingência para o coronavírus do governo paulista, João Gabbardo, comentou a explosão de casos registrados no país e pediu ao novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que não se posicione contra medidas mais rígidas de isolamento social.

Mais cedo, em entrevista à GloboNews, o vice-governador do estado, Rodrigo Garcia, disse que João Doria não descarta decretar um lockdown, mas afirmou que o governo não tem condições de determinar o fechamento do estado sem que tal medida seja coordenada nacionalmente.

Levantamento feito pelo G1 e pela TV Globo aponta que ao menos 75 pessoas com Covid ou suspeita da doença morreram na fila de espera por leito de UTI no estado.

O colapso da saúde também atinge a rede particular da capital paulista. Nesta terça, o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, disse que os hospitais privados estão solicitando leitos do SUS porque não conseguem atender a demanda. “Algo inédito”, afirmou Aparecido.

Municípios em colapso
Desde primeiro de março, ao menos 45 pessoas morreram de Covid na fila de espera por vaga em UTI
Desde primeiro de março, ao menos 45 pessoas morreram de Covid na fila de espera por vaga em UTI

O estado tem 69 municípios com 100% de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para Covid-19, segundo anunciou nesta segunda-feira (15) o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn.

O total corresponde a pouco mais de 10% das cidades paulistas, já que o estado tem 645 municípios. Nem todas as cidades possuem leitos de UTI porque, em municípios menores, os pacientes mais graves são encaminhados para hospitais regionais de referência.

O total de internados em UTI nesta segunda-feira (15) foi 60% maior do que o pico da primeira onda da pandemia, em 2020. No domingo, foram registradas 24.285 pessoas internadas, sendo 10.507 em UTIs e 13.778 em enfermaria. O número total de internados no estado, incluindo leitos de UTI e de enfermaria, está batendo recordes todos os dias desde 27 de fevereiro.

A taxa média de ocupação de UTIs em São Paulo, contando leitos particulares e públicos, chegou a 89% nesta segunda-feira (15).

Esgotamento do sistema

Especialistas alertam para a possibilidade de colapso do sistema, já que a capacidade de criação de leitos, especialmente de UTI, é limitada.

Neste domingo, o secretário municipal da Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, disse que a próxima semana será a mais difícil de toda a pandemia na cidade e admitiu o risco de colapso no sistema de saúde.

"O que a gente deve enfrentar esta semana vai ser o momento mais difícil dessa pandemia, nestes últimos 14 meses", alertou o secretário.
Um cálculo matemático mostra que São Paulo pode chegar ao colapso de seu sistema de saúde nos primeiros dias de abril, caso o atual ritmo de avanço da pandemia permaneça o mesmo.

Todos os leitos de UTI disponíveis para Covid-19 nas redes pública e privada do estado devem acabar nesse prazo, se o ritmo atual de internações pela doença e de abertura de novos leitos se mantiver em crescimento.


Uma morte a cada cinco minutos
O estado de São Paulo registrou uma nova morte por Covid-19 a cada cinco minutos nas duas primeiras semanas de março. Só nos primeiros 14 dias de março foram 4.630 óbitos pela doença – oito a mais que o total de dezembro inteiro.

Nessas duas semanas, também já foram confirmados 161.355 novos casos, o que representa 40 confirmações a cada cinco minutos.

Brasil registra 2.207 mortes em 24 horas; média móvel volta a bater recorde

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11.3.21



País contabilizou 11.284.269 casos e 273.124 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Casos e mortes apresentam tendência de alta.
G1
O país registrou 2.207 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta quinta-feira (11) 273.124 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 1.705, novamente um recorde. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 49%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quinta-feira.
Na quarta-feira, o Distrito Federal não divulgou seus números de mortes e de casos, o que elevou suas somas hoje.
Também já são 50 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, 14 dias acima de 1,1 mil, e pelo décimo segundo dia a marca aparece acima de 1,2 mil. Foram 13 recordes seguidos de 27 de fevereiro até aqui.
Veja a sequência da última semana na média móvel:

Sexta-feira (5): 1.423 (recorde)
Sábado (6): 1.455 (recorde)
Domingo (7): 1.497 (recorde)
Segunda-feira (8): 1.540 (recorde)
Terça-feira (9): 1.572 (recorde)
Quarta-feira (10): 1.645 (recorde)
Quinta-feira (11): 1.705 (recorde)

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 11.284.269 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 78.297 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 69.680 novos diagnósticos por dia -- a maior média de casos desde o começo da pandemia. Isso representa uma variação de 30% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.

Vinte e dois estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, ES, MG, SP, DF, GO, MS, MT, AC, PA, RO, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

Brasil, 11 de março

Total de mortes: 273.124
Registro de mortes em 24 horas: 2.207
Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.705 (variação em 14 dias: +49%)
Total de casos confirmados: 11.284.269
Registro de casos confirmados em 24 horas: 78.297
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 69.680 por dia (variação em 14 dias: +30%)

Estados

Subindo (22 estados e o Distrito Federal): PR, RS, SC, ES, MG, SP, DF, GO, MS, MT, AC, PA, RO, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE
Em estabilidade (2 estados): AP e RR
Em queda (2 estados): RJ e AM
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).
Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação
Balanço da vacinação contra Covid-19 desta quinta-feira (11) aponta que 9.294.537 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 4,39% da população brasileira.


A segunda dose já foi aplicada em 3.736.776 pessoas (1,76% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 13.031.313 doses foram aplicadas em todo o país.

Variação de mortes por estados

Sul

PR: +122%
RS: +140%
SC: +90%




Sudeste



ES: +23%
MG: +26%
RJ: -29%
SP: +42%




Centro-Oeste



DF: +60%
GO: +145%
MS: +35%
MT: +61%




Norte



AC: +63%
AM: -39%
AP: +13%
PA: +37%
RO: +91%
RR: +5%
TO: +69%




Nordeste



AL: +56%
BA: +26%
CE: +84%
MA: +146%
PB: +79%
PE: +27%
PI: +73%
RN: +35%
SE: +72%

PARAÍBA: Perto do Colapso, pacientes são transferidos de João Pessoa para Campina Grande por falta de leitos na capital

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8.3.21


Transferências de uma cidade para outra têm sido comuns devido à ocupação de leitos, diz SES.
G1 PB
Dois pacientes foram transferidos de João Pessoa para Campina Grande, por falta de leitos para tratamento da Covid-19, na noite de domingo (7). De acordo com a assessoria da Secretaria de Estado da Saúde (SES), as transferências de uma cidade para outra têm sido comuns devido à ocupação de leitos na capital.

Os pacientes estavam em Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de João Pessoa e agora estão em atendimento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), no Hospital de Clínicas (HC), em Campina Grande.

Segundo a SES, quatro pacientes foram regulados na noite de domingo (7), mas até as 9h50, apenas dois deles já foram admitidos. A regulação significa que a vaga foi cedida, mas os pacientes ainda não chegaram até o hospital, em Campina Grande.

Em entrevista à TV Cabo Branco, na manhã desta segunda-feira (8), a médica socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Clarissa Rios relatou que ficou por pelo menos três horas dentro de uma ambulância, aguardando a liberação de um leito para internação de um paciente com Covid-19.

“A gente chegou em um momento que não queria. É um número muito grande de casos e o nosso sistema ainda em adaptação para conseguir dar conta. A gente não tem mais para onde levar os pacientes, pois precisamos de leitos e os leitos estão todos ocupados”, lamentou.


A médica explicou que, com a falta de vagas nos hospitais, a ambulância passa a ser o leito do paciente até que a equipe consiga um local para levá-lo.

“Ontem em uma das situações, permanecemos na ambulância durante três horas, montando uma UTI dentro da ambulância, para que a gente pudesse esperar um leito e esse paciente fosse deslocado”, disse.
Ainda segundo a médica, o serviço de regulamentação médica “está completamente lotado”.

“É uma angústia muito grande para nós porque não temos para onde levar os pacientes, nem o que dizer as pesos que estão precisando desse socorro”.

Ainda conforme a socorrista, se comparado ao “pico” da pandemia em 2020, os primeiros meses de 2021 estão muito piores. “A preparação do sistema de saúde ainda tem uma demora em relação à quantidade de casos que estamos tendo no momento”.

Hospitais de Pernambuco estão em colapso, afirma presidente do sindicato dos Hospitais do Estado

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De acordo com o sindicato dos hospitais, os leitos que vagos estão sendo higienizados para esperar pacientes da lista de espera
Para o Sindicato dos Hospitais de Pernambuco, não há mais como negar que o Estado já enfrenta um colapso no sistema de saúde. A afirmação foi feita pelo presidente da instituição, o médico sanitarista George Trigueiro, na manhã desta segunda-feira (8), em entrevista ao Passando a Limpo, da Rádio Jornal. 
Trigueiro traçou um paralelo entre os índices de ocupação de leitos nos hospitais públicos e particulares. “A informação de ocupação de 95% das UTIs, refere-se ao setor público. São cerca de 1.050 leitos ativados e, hoje, só tem 53 vagas disponíveis. Essas vagas estão em limpeza para receber quem está na lista de espera. Nos hospitais privados, segundo a Secretaria Estadual de Saúde, já temos 91% dos leitos ocupados. A perspectiva é que quando chegasse a 80%, já estaríamos à beira do colapso. Já dizíamos que a primeira onda não tinha passado, que a segunda onda viria aumentando com uma intensidade muito grande, que ia chegar ao pescoço e a gente ia tomar um caldo. A sensação é que estamos enfrentando um tsunami. Realmente, a situação é de colapso. Não temos o que negar”, declarou o presidente.
Em meio ao agravamento da pandemia e elevação nos números de leitos ocupados, muita gente ainda desrespeita as regras de isolamento social, o que é preocupante segundo o especialista. “Vimos nesse final de semana que as pessoas não estão compreendendo. Vi uma reportagem sobre uma balada aqui na área metropolitana, todo mundo sem máscara e até droga encontraram. A situação é difícil”, alertou Trigueiro.

O profissional também falou sobre as cirurgias eletivas que foram suspensas no Estado. “A partir de hoje, dia 8 de março, são suspensas as cirurgias eletivas nos hospitais. Hoje, os hospitais estão cheios dessas cirurgias inadiáveis, essenciais, que ficaram reprimidas por quase um ano, mas os hospitais estão cheios com esses outros pacientes”, comentou. 

PERNAMBUCO: Sistema de saúde está chegando no limite', diz secretário de Saúde sobre aumento de pacientes com Covid-19

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1.3.21


'Sistema de saúde está chegando no limite', diz secretário de Saúde de Pernambuco sobre aumento de pacientes com Covid-19

Nesta segunda (1º), comitê de enfrentamento à doença deve definir novas medidas restritivas, segundo André Longo. Secretário afirmou que semana concluída sábado (27) foi a pior de 2021.
G1 PE
'Sistema de saúde está chegando no limite', diz secretário de Saúde de Pernambuco
Com mais de 90% de ocupação nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) da rede pública de Pernambuco devido à Covid-19, o secretário estadual de Saúde, André Longo, afirmou que a semana epidemiológica 8, finalizada no sábado (27), foi a pior de 2021 (veja vídeo acima). “O sistema de saúde está chegando no limite, tanto no público quanto no privado”, afirmou nesta segunda (1º)
Segundo Longo, o aumento das chuvas nos últimos dias leva ao aumento de doenças respiratórias, o que preocupa ainda mais o governo do estado. “Estaremos nos reunindo no comitê de enfrentamento [ao novo coronavírus] para avaliar essa situação e, muito provavelmente para adotar novas medidas, mais restritivas”, disse Longo.
Apesar de o estado ter cerca de 70 leitos de UTI da rede pública livres nesta segunda (1º), o número costuma oscilar devido à entrada de mais pacientes ou à abertura de mais leitos, segundo o secretário. Entretanto, o estado tem recebido novos pacientes numa velocidade maior do que a preparação de estruturas para assistir a essas pessoas.

“O que está acontecendo nas últimas semanas é que está entrando mais gente do que a nossa capacidade de tirar da UTI e isso gera um aumento na taxa. Notamos uma aceleração mais rápida desse processo. Na escalada que pode acontecer na semana 9, podemos chegar a ter uma situação em que faltam leitos no público e no privado”, afirmou.


Secretário estadual de Saúde de Pernambuco, André Longo — Foto: Everaldo Silva/TV Globo

De acordo com o secretário estadual de Saúde, há uma perspectiva de abertura de 50 leitos. O estado também iniciou processos de licitação para a abertura de hospitais de campanha, que haviam sido desativados devido ao alto custo de manutenção e ao baixo número de pessoas que precisavam de assistência nos meses de agosto e setembro de 2020.

“O que ocorre é que algumas estruturas provisórias têm um custo muito alto quando estão ociosas. Você não pode deixar uma estrutura ociosa sob pena de estar gastando recursos públicos. Estamos com processo licitatório para reativar hospitais de campanha. Estamos, também, buscando lançar editais para a contratação de novos leitos”, declarou Longo.

De acordo com o secretário de saúde, 236 leitos de UTI foram abertos de novembro de 2020 até esta segunda (1º). Há, ainda, previsão de abrir mais 100 leitos de UTI, mas Longo também pediu a colaboração da população.
“Se a doença continuar avançando com a velocidade que teve na última semana, especialmente, poderemos ter uma situação bastante delicada. A gente precisa trabalhar, todo mundo, para evitar essa situação”, disse o secretário.
A preocupação de Longo tem sido compartilhada por outras autoridades do país (veja vídeo abaixo).


Negociação de vacinas
Segundo André Longo, está em curso uma negociação da compra da vacina Sputnik V, da Rússia. Na terça (2), o governador Paulo Câmara (PSB) segue para encontrar em Brasília com a diretoria da farmacêutica União Química, produtora no Brasil do imunizante, para negociar a aquisição direta. A iniciativa é uma ação conjunta do Fórum de Governadores do Brasil.

No dia 23 de fevereiro, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou estados e municípios a adquirir vacinas contra o novo coronavírus, caso as doses previstas no Plano Nacional de Imunização (PNI) sejam insuficientes

UTIs públicas estão perto do limite, diz secretário de Saúde de Pernambuco

"Só nos interessa se houver entrega em curto espaço de tempo pra intensificar nosso plano de vacinação", disse Longo.

Ainda de acordo com o secretário de Saúde, há uma expectativa de o estado receber, até a quarta (3), 130 mil doses de CoronaVac entregues pelo Instituto Butantan ao Ministério da Saúde.

Restrição de serviços durante a madrugada

Secretário de Justiça alerta que lojas de conveniência de postos não são serviço essencial
Na sexta-feira (26), o governo de Pernambuco anunciou a restrição de atividades não essenciais em todo o estado, até 10 de março, das 22h às 5h. Nesta segunda (1º), o secretário de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Pedro Eurico, afirmou que as fiscalizações têm acontecido e que, se for preciso, medidas mais rigorosas devem ser adotadas (veja vídeo acima).
"O serviço essencial é o fornecimento de combustível. A loja de conveniência tem que fechar no mesmo horário das outras lojas não essenciais. Ou seja, 22h. Esse final de semana foi uma baderna o que aconteceu em alguns postos de gasolina. Lá em Boa Viagem, aqui na Conde da Boa Vista, e nós vamos endurecer", afirmou.


Pedro Eurico também afirmou que as restrições ocorrem de acordo com o monitoramento epidemiológico da pandemia no estado.


"Nós estamos, através das autoridades sanitárias, acompanhando a cada momento o desenrolar, o desenvolvimento da pandemia em Pernambuco. Se os números continuarem crescendo, o governo não vai ficar em cima do muro. Nós queremos preservar todas as atividades econômicas", disse.

Coronavírus em Pernambuco

Pernambuco confirmou, no domingo (28), 616 casos da Covid-19 e 22 óbitos provocados pela doença. Com isso, o estado passou a totalizar 299.475 infectados pelo novo coronavírus e 10.996 mortes. Os registros começaram a ser feitos em março de 2020.

FESTA DO TAPUIA 2022

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