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Lula lidera corrida eleitoral de 2022 e marca 55% contra 32% de Bolsonaro

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12.5.21


Lula lidera corrida eleitoral de 2022 e marca 55% contra 32% de Bolsonaro no 2º turno, diz Datafolha
Petista também marca 55% contra 32% de Bolsonaro em um eventual 2º turno, diz Datafolha
Filha PE
Pouco mais de dois meses após ter seus direitos políticos restabelecidos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida para a Presidência com margem confortável no primeiro turno e venceria o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na segunda etapa, revela pesquisa Datafolha. O petista alcança 41% das intenções de voto no primeiro turno, contra 23% de Bolsonaro.

Em um segundo pelotão, embolados, aparecem o ex-ministro da Justiça Sergio Moro (sem partido), com 7%, o ex-ministro da Integração Ciro Gomes (PDT), com 6%, o apresentador Luciano Huck (sem partido), com 4%, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que obtém 3%, e, empatados com 2%, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) e o empresário João Amoêdo (Novo).


Somados, os adversários de Lula chegam a 47%, apenas seis pontos percentuais a mais do que o petista. Outros 9% disseram que pretendem votar em branco, nulo, ou em nenhum candidato, e 4% se disseram indecisos.
O levantamento foi realizado com 2.071 pessoas, de forma presencial, em 146 municípios, nos dias 11 e 12 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Num eventual segundo turno contra Bolsonaro, Lula levaria ampla vantagem, com uma margem de 55% a 32%. Ele receberia a maioria dos votos dados a Doria, Ciro e Huck, enquanto o presidente herdaria a maior fatia dos que optam por Moro, seu ex-ministro da Justiça e atual desafeto.

O petista também venceria na segunda etapa contra Moro (53% a 33%) e Doria (57% a 21%). Já Bolsonaro empataria tecnicamente com Doria, marcando 39%, contra 40% para o tucano. E perderia para Ciro, obtendo 36%, contra 48% para o pedetista.

É a primeira pesquisa do Datafolha feita desde que o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, anulou as condenações judiciais do petista, com a justificativa de que a Justiça Federal em Curitiba não era o foro competente para as ações.

A decisão de Fachin depois foi referendada pelo plenário do STF, que deu a Lula outra vitória relacionada à Lava Jato: o reconhecimento de que o ex-juiz Sergio Moro foi parcial ao condenar o petista no caso do tríplex de Guarujá (SP).
As decisões do Supremo não significam a absolvição de Lula, uma vez que as quatro ações penais a que o ex-presidente responde na Lava Jato seguem tramitando, agora na Justiça de Brasília.

Na prática, o petista readquiriu o direito de disputar a Presidência no ano que vem, e não perdeu tempo em retomar contatos políticos.

Após ter sido imunizado com as duas doses contra a Covid-19, ele viajou a Brasília na semana passada, onde teve encontros com representantes de diversos partidos. Além de contatos com a esquerda, também conversou com lideranças do centrão e até do MDB, partido que capitaneou o impeachment conta a ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016.

Assim que a pandemia permitir, ele pretende também realizar viagens por estados brasileiros, numa espécie de pré-campanha. Segundo aliados, Lula pretende se apresentar como um político moderado, de centro, e cogita repetir a fórmula de suas duas vitoriosas campanha presidenciais, em 2002 e 2006, com um empresário como vice.

Nesta pesquisa, Lula mantém seu padrão tradicional de apoio, com índices superiores de intenção de voto em segmentos de menor renda e escolaridade. Ele marca 51% entre os que declaram ter ensino fundamental, e 47% na faixa de renda familiar de até dois salários mínimos mensais. Por outro lado, seu índice cai para 30% nos que têm curso superior, e 18% no estrato mais rico, o de renda maior do que dez salários mínimos. Mais uma vez, o Nordeste demonstra ser o maior reduto eleitoral para o petista, onde ele atinge 56%.

Bolsonaro, por sua vez, vive um momento de abalo em sua imagem, em razão da criticada gestão da pandemia, que é objeto de uma CPI no Senado. Ele tem 36% das intenções de voto entre os que declaram estar vivendo normalmente, mesmo com a pandemia, em empate técnico com Lula (33%). Bolsonaro tem promovido aglomerações, e muitas vezes dispensa o uso de máscaras.

Na outra ponta, aqueles que dizem estar totalmente isolados apoiam Lula de forma maciça (58%), contra apenas 8% dados a Bolsonaro.

O presidente tem mais apoio do que a média entre os homens (29%), os eleitores que têm ensino médio (26%) e os de renda de 5 a 10 salários mínimos (30%). O presidente perde para o petista em todas as regiões, mas tem melhor desempenho no Sul e no Centro-Oeste/Norte, nas quais é forte o agronegócio, uma de suas grandes bases de apoio. Tem 28% em ambas.

Em outro segmento que costuma dar apoio ao presidente, o dos evangélicos, Bolsonaro tem 34%. Mas Lula também vai bem neste grupo, com 35% das intenções de voto, uma situação de empate técnico. Bolsonaro também sofre os efeitos do aumento do desemprego e do repique da inflação, sobretudo a de alimentos.

No mês passado, o pagamento do auxílio emergencial pelo governo federal foi retomado, mas com um valor mais baixo, o que limitou a recuperação da popularidade do presidente. Dentre os que receberam o benefício, 22% declaram intenção de voto em Bolsonaro, o que não destoa da média geral aferida pelo instituto.

Entre os que se declaram desempregados à procura de trabalho, Bolsonaro tem apenas 16% das intenções de voto. O único estrato profissional em que ele lidera é o dos empresários, com 49% contra 26% de Lula.

Com o avanço da CPI da Covid, os apoiadores do presidente retomaram a participação em manifestações de rua, muitas vezes ignorando os protocolos de proteção contra a pandemia. Isso ocorreu em diversas cidades no Dia do Trabalho, enquanto o próprio presidente prestigiou um ato de motociclistas em Brasília no domingo (8).

As últimas semanas também viram uma intensa movimentação de Ciro, que busca dar uma guinada ao centro, após a volta de Lula ao cenário eleitoral. Seu partido contratou o publicitário João Santana, que trabalhou com o PT, para mostrá-lo como uma alternativa à polarização representada por Lula e Bolsonaro. Em vídeos divulgados em redes sociais, Santana também tem buscado suavizar a imagem do ex-ministro, conhecido pelo pavio curto.

Ele se sai melhor entre os que têm ensino superior (11%) e no estrato mais rico (13%).

A pesquisa revela ainda que Doria segue tendo dificuldades para capitalizar politicamente o fato de ter trazido ao Brasil a Coronavac, parceria do Instituto Butantan com um laboratório chinês. Até o momento, cerca de 80% das vacinas aplicadas no Brasil são fruto desta parceria, mas o tucano não tem conseguido transformar esse fato em intenções de voto.

Com relação aos demais candidatos, há dúvidas se vão mesmo concorrer. Huck teria

Presidente da Câmara Rodrigo Maia afirmou que pretende discutir o adiamento das eleições sem prorrogar mandatos de prefeitos

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19.5.20

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (19) que o Congresso Nacional discutirá o adiamento das eleições municipais deste ano – sem estender o mandato dos atuais prefeitos. O adiamento seria uma prevenção por conta da pandemia do novo coronavírus.

Segundo o presidente da Câmara, a maioria dos líderes da Casa defende o adiamento, desde que os mandatos dos atuais prefeitos e vereadores não sejam sejam prorrogados. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro e o segundo turno, se houver, para o dia 25 do mesmo mês.

Maia afirmou que o presidente do Senado e presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (19) que o Congresso Nacional discutirá o adiamento das eleições municipais deste ano – sem estender o mandato dos atuais prefeitos. O adiamento seria uma prevenção por conta da pandemia do novo coronavírus.
Segundo o presidente da Câmara, a maioria dos líderes da Casa defende o adiamento, desde que os mandatos dos atuais prefeitos e vereadores não sejam sejam prorrogados. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro e o segundo turno, se houver, para o dia 25 do mesmo mês.
Maia afirmou que o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (DEM-AP), deve criar um grupo de trabalho conjunto, formado por deputados e senadores, para decidir sobre a questão.
"O presidente Davi vai construir um grupo com a Câmara para que possamos discutir a questão da data da eleição, se nós vamos mantê-la no mesmo dia ou se a decisão do Parlamento vai ser modificá-la dentro do próprio mandato numa outra data. Então, seria o adiamento da eleição sem prorrogação de mandato", afirmou Maia.
"Isso, eu vi ontem na discussão com os líderes, que é uma posição quase de unanimidade. A maioria dos parlamentares entende que podemos ter o adiamento, mas não devemos ter a prorrogação de nenhum mandato", acrescentou o presidente da Câmara.
Segundo Maia, o grupo pretende tratar da questão também com o próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso. O ministro assumirá o comando da Corte dia 25 de maio.
No começo do mês, Barroso declarou em entrevista à GloboNews que um ponto central para o adiamento das eleições seria a testagem das urnas eletrônicas, prevista para junho. Se os procedimentos fossem prejudicados pela pandemia, segundo o ministro, um adiamento teria que entrar em pauta.

Barroso fala sobre a possibilidade do adiamento das eleições municipais
"Nós trabalhamos com o prazo de junho. Se até junho, não conseguirmos fazer os testes, aí eu vou informar ao Congresso Nacional, procurar o presidente da Câmara e do Senado e expor a eles as circunstâncias da Justiça Eleitoral", disse.

Barroso também defende que as eleições sejam mantidas em 2020, para evitar o risco de prorrogação dos mandatos atuais. Ainda de acordo com o ministro, a ocorrência do primeiro turno no primeiro fim de semana de outubro está definida na Constituição e, por isso, a mudança deve partir do Congresso.
Adiamento do Enem

Questionado sobre a possibilidade de adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), previsto para novembro, Maia defendeu que o governo tome uma decisão ainda nesta terça (19).

“A gente espera, eu espero, que a gente possa ter uma posição do governo no dia de hoje porque acho que resolve o problema da melhor forma possível, com diálogo entre o Parlamento e o Poder Executivo”, disse.

O Senado pode votar, nesta terça-feira, projeto que prevê a prorrogação de "provas, exames e demais atividades para o acesso ao ensino superior" por causa da pandemia do novo coronavírus.


Segundo Maia, caso os senadores concluam a votação da matéria sem que o governo decida sobre o tema, ele pautará o projeto também no plenário da Câmara.
"Se o Senado votar, eu vou votar. Se o governo não decidir na tramitação do projeto entre o Senado e a Câmara, eu vou votar”, afirmou.

Ainda segundo o presidente da Câmara, o tema tem grande maioria para ser aprovado nas duas Casas.

Entidades estudantis, universidades e colégios federais pedem o adiamento do Enem, argumentando que os alunos mais pobres não têm acesso ao ensino remoto durante o período de suspensão das aulas presenciais. Afirmam que, se o calendário inicial não for alterado, haverá uma ampliação das desigualdades sociais.
Projeto de ajuda a estados
Maia defendeu que a sanção ao projeto de ajuda aos estados e municípios, aprovado no último dia 6 pelo Senado, aconteça ainda nesta semana pelo presidente Jair Bolsonaro.
Segundo ele, o atraso pode gerar a necessidade de uma “segunda onda de apoio” aos entes federais, por meio de um segundo projeto, o que “não seria bom”.
“O presidente [Jair Bolsonaro] deve ter os seus motivos para estar adiando. Agora, quanto mais você adiar o apoio a estados e municípios, como a arrecadação já vem caindo desde o final de março, alguns vão ficar numa situação muito ruim de forma muito rápida”, disse.
O presidente da Câmara disse, ainda, considerar um “gesto simbólico importante” que haja uma reunião, por videoconferência, entre o governo federal e governadores durante a sanção do projeto.
“Acho que conflitos acontecem, as divergências são democráticas, mas na hora que vai se sancionar um projeto desse era bom que todos pudessem estar a mesma mesa e mostrando a importância que esse projeto tem para que estados e municípios possam continuar atendendo a população brasileira”, afirmou.
Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (DEM-AP), deve criar um grupo de trabalho conjunto, formado por deputados e senadores, para decidir sobre a questão.
"O presidente Davi vai construir um grupo com a Câmara para que possamos discutir a questão da data da eleição, se nós vamos mantê-la no mesmo dia ou se a decisão do Parlamento vai ser modificá-la dentro do próprio mandato numa outra data. Então, seria o adiamento da eleição sem prorrogação de mandato", afirmou Maia.
"Isso, eu vi ontem na discussão com os líderes, que é uma posição quase de unanimidade. A maioria dos parlamentares entende que podemos ter o adiamento, mas não devemos ter a prorrogação de nenhum mandato", acrescentou o presidente da Câmara.
Segundo Maia, o grupo pretende tratar da questão também com o próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso. O ministro assumirá o comando da Corte dia 25 de maio.
No começo do mês, Barroso declarou em entrevista à GloboNews que um ponto central para o adiamento das eleições seria a testagem das urnas eletrônicas, prevista para junho. Se os procedimentos fossem prejudicados pela pandemia, segundo o ministro, um adiamento teria que entrar em pauta.


Barroso fala sobre a possibilidade do adiamento das eleições municipais
"Nós trabalhamos com o prazo de junho. Se até junho, não conseguirmos fazer os testes, aí eu vou informar ao Congresso Nacional, procurar o presidente da Câmara e do Senado e expor a eles as circunstâncias da Justiça Eleitoral", disse.
Barroso também defende que as eleições sejam mantidas em 2020, para evitar o risco de prorrogação dos mandatos atuais. Ainda de acordo com o ministro, a ocorrência do primeiro turno no primeiro fim de semana de outubro está definida na Constituição e, por isso, a mudança deve partir do Congresso

Adiamento do Enem
Questionado sobre a possibilidade de adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), previsto para novembro, Maia defendeu que o governo tome uma decisão ainda nesta terça (19).


“A gente espera, eu espero, que a gente possa ter uma posição do governo no dia de hoje porque acho que resolve o problema da melhor forma possível, com diálogo entre o Parlamento e o Poder Executivo”, disse.


O Senado pode votar, nesta terça-feira, projeto que prevê a prorrogação de "provas, exames e demais atividades para o acesso ao ensino superior" por causa da pandemia do novo coronavírus.


Segundo Maia, caso os senadores concluam a votação da matéria sem que o governo decida sobre o tema, ele pautará o projeto também no plenário da Câmara.


"Se o Senado votar, eu vou votar. Se o governo não decidir na tramitação do projeto entre o Senado e a Câmara, eu vou votar”, afirmou.


Ainda segundo o presidente da Câmara, o tema tem grande maioria para ser aprovado nas duas Casas.


Entidades estudantis, universidades e colégios federais pedem o adiamento do Enem, argumentando que os alunos mais pobres não têm acesso ao ensino remoto durante o período de suspensão das aulas presenciais. Afirmam que, se o calendário inicial não for alterado, haverá uma ampliação das desigualdades sociais.





Projeto de ajuda a estados




Maia defendeu que a sanção ao projeto de ajuda aos estados e municípios, aprovado no último dia 6 pelo Senado, aconteça ainda nesta semana pelo presidente Jair Bolsonaro.


Segundo ele, o atraso pode gerar a necessidade de uma “segunda onda de apoio” aos entes federais, por meio de um segundo projeto, o que “não seria bom”.


“O presidente [Jair Bolsonaro] deve ter os seus motivos para estar adiando. Agora, quanto mais você adiar o apoio a estados e municípios, como a arrecadação já vem caindo desde o final de março, alguns vão ficar numa situação muito ruim de forma muito rápida”, disse.


O presidente da Câmara disse, ainda, considerar um “gesto simbólico importante” que haja uma reunião, por videoconferência, entre o governo federal e governadores durante a sanção do projeto.


“Acho que conflitos acontecem, as divergências são democráticas, mas na hora que vai se sancionar um projeto desse era bom que todos pudessem estar a mesma mesa e mostrando a importância que esse projeto tem para que estados e municípios possam continuar atendendo a população brasileira”, afirmou.


Eleições 2020: ‘Adiamento das eleições municipais de outubro é uma possibilidade real’, diz Barroso, presidente eleito do TSE

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4.5.20

O presidente eleito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, admitiu que há uma possibilidade de adiamento das eleições 2020 por causa dos efeitos da pandemia do novo coronavírus.

No entanto, o ministro defendeu que, se efetivado, o adiamento do pleito seja ainda em 2020, evitando prorrogações de mandatos dos atuais prefeitos e vereadores.

“As convenções partidárias são no final de julho até o começo de agosto, e a campanha eleitoral começa em 15 de agosto. Se não puder ter alguma aglomeração em agosto, temos uma dificuldade. Porém, é mais grave um pouco ainda. A Justiça Eleitoral tem que fazer teste das urnas e treinos de mesários e isso teria junho como limite”, disse Barroso, em entrevista à Rádio Gaúcha, na manhã desta segunda-feira (27).

Luís Roberto Barroso foi eleito, em abril, o próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No final de maio, ele substitui a atual presidente, ministra Rosa Weber, e terá como uma das missões comandar a Corte durante a realização das eleições municipais, com data sob incógnita por causa da pandemia da covid-19.
“Até o momento, ninguém fala com precisão quando a curva vai evoluir e quando vai começar a ser descendente. Desejaria não adiar as eleições, mas, se for necessário adiar, é de competência do Congresso porque depende de uma emenda à Constituição. Se for necessário adiar, que ele seja pelo prazo mais breve possível. Desejaria adiar por algumas semanas, ainda este ano, para que não haja adiamento de mandato”, acrescentou Barroso, que também é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Há uma possibilidade real de que elas precisam ser adiadas e nesse caso gostaria de que se adiasse o prazo minimo possível para se evitar a prorrogação de mandatos”, frisou o magistrado.

O presidente eleito do TSE também disse que tem conversado com profissionais de saúde para ter uma melhor percepção a respeito do quadro do coronavírus no Brasil.

“Infelizmente, a curva no Brasil neste momento ainda é ascendente. Tem havido mais casos e óbitos a cada dia. Tenho conversado com alguns epidemiologistas e eles dizem que o ciclo é de cerca de 3 meses e meio, mas tudo é um pouco imprevisível”, afirmou Barroso à Rádio Gaúcha.

Razões
O ministro justificou que é contrário ao cancelamento das eleições 2020 para a unificação em 2022 porque isso prejudicaria o jogo democrático e também porque, eventualmente, com muitos cargos em disputa daqui a dois anos, o debate e a votação poderiam ficar confusos para os eleitores.

“O que sou completamente contrário é o cancelamento da eleição para se fazer em 2022. Em primeiro lugar, por uma questão democrática, porque esses prefeitos e vereadores atuais foram eleitos para 4 anos. A população tem o direito de, ao final dos 4 anos de mandatos, decidir se quer renovar os mandatos ou alternar o poder. A segunda razão é que, se você fizer tudo coincidir tudo em 2022, o eleitor terá de votar para 7 cargos distintos. É muito nome, fica confuso para o eleitor fazer essas escolhas simultaneamente”, disse Luís Roberto Barroso.


Sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em Brasília. Foto: Divulgação/TSE
“Com a agravante de que a eleição nacional para presidente tem uma pauta completamente diferente das eleições municipais. Na eleição nacional, você discute a politica do SUS (Sistema Único de Saúde). Na eleição municipal, discute-se transporte urbano e outros problemas locais. Se adiar a eleição deste ano para 2022, ou vai se nacionalizar a eleição municipal ou municipalizar a eleição nacional”, alertou o ministro sobre o debate eleitoral.

Eventuais impactos
Em relação aos impactos de um eventual adiamento para 2022, Barroso citou que a Justiça Eleitoral seria impactada por causa do volume de candidatos. O número de julgamentos de candidaturas aumentaria, na avaliação do presidente eleito do TSE, e isso poderia causar prejuízo também às Cortes Eleitorais.

“Na eleição desse ano, teremos para as eleições municipais cerca de 750 mil candidatos. Agora, imagine somar a esse numero todos os candidatos a presidente, governador, senador, deputado federal, deputado estadual, prefeitos e vereadores”, disse Barroso.

“E, desde a Lei da Ficha Limpa, a Justiça Eleitoral tem de julgar impugnações das eleições de preferência antes das eleições. Agora, nesses números estratosféricos você não consegue e aí tem que julgar depois da eleição, anular eleição e fazer outra, redistribuir votos”, afirmou o ministro.


Presidente do TSE reafirma que calendário eleitoral das Eleições 2020 está sendo cumprido

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4.4.20

Apesar do preocupante cenário criado pela pandemia de coronavírus, ministra Rosa Weber considera prematuro o debate sobre adiamento do pleito no atual momento, pontuando mais uma vez que a velocidade da evolução do quadro exige permanente reavaliação das providências
 TSE
No âmbito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), neste momento ainda há plenas condições materiais de cumprimento do calendário eleitoral, apesar da crise sem precedentes no sistema de saúde do país causada pela pandemia do novo coronavírus.

Além das medidas já adotadas para adequar rotinas à nova realidade e seguir as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e das autoridades médicas e sanitárias – entre as quais a restrição da circulação de público no Tribunal, a suspensão de eventos, o trabalho remoto, o incremento das votações pelo Plenário Virtual, a suspensão de prazos processuais – por meio da Resolução 23.615/2020, e a implantação da possibilidade de realização de sessões por videoconferência a partir da próxima semana, o Tribunal segue orientando suas ações no sentido do estrito cumprimento das etapas do calendário. Estas, em essência, estão previstas pela legislação federal e pela Constituição da República. Assim sendo, em viés jurídico qualquer iniciativa em sentido diverso extrapola os limites de atuação da Justiça Eleitoral.

Os graves impactos da pandemia na saúde pública têm acarretado múltiplas dificuldades em todas as áreas. Não é diferente no âmbito da Justiça Eleitoral. No entanto, conforme já referi em nota divulgada na última segunda-feira (23), neste momento é prematuro tratar de adiamento das Eleições Municipais 2020. Essa avaliação é compartilhada pelo vice-presidente, ministro Luís Roberto Barroso, que estará na Presidência do TSE durante o próximo pleito.

Esclareço que, no tocante ao cronograma de testes de equipamentos e sistemas eletrônicos, o TSE está alerta quanto às inevitáveis alterações ante o atual quadro de excepcionalidade. Já estão sendo estudados ajustes nos formatos de realização de tais testes. O Plano Geral contempla 20 testes, alguns deles repetidos mais de uma vez, com objetivos, complexidades e amplitudes diversos. Trata-se de um processo de depuração das soluções tecnológicas para atingir o menor nível de erro possível.

Até o momento, três desses testes foram cancelados: o Simulado Nacional de Hardware, que envolve todos os Tribunais Regionais Eleitorais e precisou ser suspenso na metade da execução planejada em virtude das políticas de isolamento impostas; o Teste do Sistema de Prestação de Contas; e o Teste de Desempenho da Totalização. Importante mencionar que os testes são qualitativos e não impeditivos.

Por fim, lembro que os questionamentos, submetidos ao TSE via Processo Judicial Eletrônico (PJE) acerca de eventual modificação dos marcos temporais previstos no calendário eleitoral, são objeto das Consultas nº 0600278-45.2020.6.00.000 e nº 0600282-83.2020.6.00.0000.

Estamos acompanhando atentamente a evolução diária do cenário nacional, inclusive para eventuais reavaliações, mantidas as atividades essenciais à realização das Eleições 2020.

Ministra Rosa Weber

Presidente do TSE

ELEIÇÕES 2020: TSE esclarece disseminação de "boatos" sobre adiamento das eleições 2020

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2.4.20



Ação nos perfis da Corte nas redes sociais visa ao esclarecimento de boatos disseminados sobre as eleições
Neste dia 1º de abril, conhecido internacionalmente como Dia da Mentira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) promoveu uma ação em seus perfis nas redes sociais para esclarecer diversos boatos que circulam sobre a Justiça Eleitoral e sobre as eleições, especialmente durante a atual pandemia do coronavírus (Covid-19) enfrentada pelo país e pelo mundo.
Uma dúvida recorrente dos brasileiros, por exemplo, é sobre o adiamento das Eleições Municipais 2020, marcadas para o dia 4 de outubro deste ano. Sobre o tema, é importante destacar que, até o momento, não houve qualquer decisão nesse sentido, uma vez que tal mudança no calendário eleitoral depende de alteração legislativa por parte do Congresso Nacional ou do próprio texto da Constituição Federal. Dessa forma, cabe à Justiça Eleitoral cumprir os prazos previstos na legislação.
"Temos recebido diversos questionamentos e sugestões da população em nossas redes sociais, a maioria relacionada aos prazos do calendário eleitoral e à aplicação de recursos eleitorais. Buscamos atuar de forma integrada com os outros órgãos para esclarecer a população. Afinal, desinformação se combate com informação!", explica Ana Cristina Rosa, assessora-chefe de Comunicação do TSE.
A ação do TSE está inserida na iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que promove a campanha #FakeNewsNão. Por isso, as publicações da Justiça Eleitoral trazem as seguintes hashtags: #FakeNewsNão, #NaDúvidaNãoCompartilhe, #DiaDaMentira, #AprilFoolsDay. Para reforçar, todos podem usar as mesmas palavras nas maiores plataformas digitais como Facebook, Twitter, Instagram e YouTube.

O juiz auxiliar da Presidência do TSE e coordenador do grupo gestor do Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020, Ricardo Fioreze, ressalta que a ação, desenvolvida de forma coordenada entre os órgãos do Poder Judiciário, tem como propósito principal alertar sobre o significado da desinformação e todos os prejuízos que essa prática pode acarretar no dia a dia das pessoas. “Por essa perspectiva, temos o objetivo de conscientizar principalmente os eleitores sobre o fenômeno e incentivá-los a exercer um espírito crítico em relação às informações que eles recebem e repassam sem a devida checagem dos fatos”, disse o magistrado, ao lembrar principalmente de falsas informações veiculadas sobre o processo eleitoral e, de modo mais específico, sobre a urna eletrônica.
“Na mesma linha, nós buscamos conscientizar os eleitores sobre o cuidado que eles precisam ter em não reproduzir automaticamente informações duvidosas e, para isso, nós temos também a preocupação de municiar esses eleitores com informações verdadeiras sobre ferramentas e recursos que estão disponíveis para fazer a verificação de dados”, enfatizou Ricardo Fioreze.



Acesse as redes sociais do TSE e saiba mais sobre todos os temas que estão sendo esclarecidos neste dia 1º de abril, data que carrega a simbologia do Dia da Mentira. Fique por dentro e repasse a verdade. Apoie a #FakeNewsNão.

'Adiar eleições é uma discussão completamente equivocada', diz Rodrigo Maia

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22.3.20

Presidente da Câmara afirmou que foco deve ser o enfrentamento da crise provocada pela Covid-19. Ministro da Saúde defendeu adiamento das eleições em razão da pandemia.
Por G1 — Brasília
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), divulgou áudio neste domingo (22) em que diz que a discussão sobre um possível adiamento das eleições municipais em razão do coronavírus é "completamente equivocada".

A medida foi defendida pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante entrevista coletiva mais cedo neste domingo. Na avaliação de Mandetta, o adiamento serviria para que ações "políticas" não prejudiquem as medidas que estão sendo adotadas para o enfrentamento da epidemia de coronavírus.

Rodrigo Maia afirmou que o processo político-eleitoral não deve fazer parte dos debates para a construção de soluções para o enfrentamento da crise.

"A discussão de adiar as eleições é uma discussão completamente equivocada. Nestes próximos meses, o nosso foco deve e será, certamente, do Poder Executivo, do Parlamento e do Judiciário, o enfrentamento a essa crise, com os Três Poderes trabalhando de forma unida", declarou o deputado.

O presidente da Câmara disse ainda que o debate deve girar em torno das questões de saúde, de proteção do emprego e dos mais vulneráveis.

Constituição

A Constituição Federal estabelece a realização de eleições municipais no primeiro domingo de outubro deste ano.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e futuro presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, também se manifestou a respeito do assunto. Barroso lembrou que, para o adiamento ocorrer, será necessária uma alteração à Constituição.


"É papel do Congresso Nacional deliberar acerca da necessidade de adiamento, inclusive decidindo sobre o momento adequado de fazer essa definição. Se o Poder Legislativo vier a alterar a data das eleições, trabalharemos com essa nova realidade", afirmou Barroso, que assume a presidência do TSE em maio.

O ministro acrescentou que, se o adiamento vier a ocorrer, deve ser "apenas pelo prazo necessário e inevitável para que as eleições sejam realizadas com segurança para a população".

"A realização de eleições periódicas é um rito vital para a democracia", completou o futuro presidente do TSE", concluiu o magistrado.

Íntegra
Veja a íntegra da nota do ministro do STF Luís Roberto Barroso:

A saúde pública é o bem supremo a ser preservado no país. Tudo o que possa impactá-la deve ser adequadamente avaliado.
A Constituição prevê a realização de eleições no primeiro domingo de outubro. A alteração dessa data depende de emenda constitucional. Portanto, não cabe a mim, como futuro presidente do Tribunal Superior Eleitoral, cogitar nada diferente nesse momento.
É papel do Congresso Nacional deliberar acerca da necessidade de adiamento, inclusive decidindo sobre o momento adequado de fazer essa definição. Se o Poder Legislativo vier a alterar a data das eleições, trabalharemos com essa nova realidade.
Se o adiamento vier a ocorrer, penso que ele deva ser apenas pelo prazo necessário e inevitável para que as eleições sejam realizadas com segurança para a população. A realização de eleições periódicas é um rito vital para a democracia
Câmara dos Deputados
Luiz Henrique Mandetta
Rodrigo Maia

Coronavírus: ministro defende adiar eleições e antecipar formatura de estudantes de medicina

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Para o ministro da Saúde, ações 'políticas' podem atrapalhar as medidas de combate à pandemia. Ele deu a declaração durante teleconferência com prefeitos de capitais.
G1 — Brasília
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, defendeu neste domingo (22) que as eleições municipais deste ano sejam adiadas para que ações "políticas" não prejudiquem as medidas que estão sendo adotadas para o enfrentamento da epidemia de coronavírus.
Em teleconferência com prefeitos de capitais, ele também informou que está sendo estudada a possibilidade de antecipar a formatura de estudantes de medicina para permitir que eles ajudem no tratamento aos doentes durante a crise.
"Eu faço até uma sugestão para você discutirem. Está na hora de olhar e falar assim: 'ó, adia, faz um mandato tampão desses vereadores, desses prefeitos'. Eleição no meio do ano é uma tragédia, vai todo mundo querer fazer ação política", disse Mandetta.
O ministro deu a declaração em meio a conversa com o prefeito de Belém (PA), Zenaldo Coutinho, que reclamou da dificuldade de contato com a secretaria estadual de Saúde do Pará.

Alunos de medicina
Aos prefeitos que participaram da teleconferência, Mandetta disse que o governo vai antecipar a formatura dos alunos de medicina que estejam no sexto ano e que "falta um mês, dois meses para se formar."

"Vamos acelerar, esses meninos são jovens. Eles não têm experiência mas eles podem fazer uma parte do atendimento. Eles têm 7.300 horas de capacitação. Faça uma imersão para eles, não para coloca-los no CTI, mas ele pode muito bem ajudar e trabalhar muito com aquela massa que tá atrás", disse o ministro.

A assessoria do Ministério da Saúde informou mais tarde neste domingo que a medida está sendo discutida com o Ministério da Educação.

Mandetta disse ainda que o governo federal está projetando, junto com uma universidade e empresas, a produção de um respirador básico para ser distribuído no país e que vai auxiliar no tratamento de doentes pelo novo coronavírus.

Na conversa, ele afirmou que, devido à alta da demanda provocada pela epidemia, o Brasil, assim como outros países, enfrenta dificuldades para comprar desses respiradores, que são usados principalmente em pacientes internados em UTIs.

"Você sonha com uma Ferrari, mas nos estamos desenhando com a Coppe-Rio, com algumas unidades do brasil de produção, um respirador, um fusquinha, pra que a gente possa ter com muita capilaridade”, disse Mandetta.

Coppe é o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Mandetta disse que o país tem duas empresas que produzem esse tipo de ventilador, que as duas estão produzindo na capacidade máxima e que o governo brasileiro barrou as exportações desses equipamentos para que atendam à demanda interna.

Ele afirmou ainda que o presidente Jair Bolsonaro está fazendo um "chamamento" para que empresas que tenham "similaridade" possam ajudar na produção de peças e no aumento da fabricação de ventiladores.

Mandetta também afirmou que vai avaliar a possibilidade de renovar automaticamente o contrato de médicos que atuam no programa Mais Médicos.

PARAÍBA: Presidente do TRE-PB comenta sobre possibilidade de adiamento das eleições

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21.3.20

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), desembargador José Ricardo Porto, comentou nesta sexta-feira, 20, que até o momento não há qualquer possibilidade de haver o cancelamento das eleições de outubro.

– Eu não vejo, até agora, qualquer possibilidade de haver o cancelamento das eleições de outubro. Nós ainda estamos no período de avaliação da propagação e da intensidade do Covid-19. Inclusive, o TSE, a pouco dias, informou de que os prazos eleitorais, notadamente no que diz respeito à transferência de eleitores, não estão suspensos. O que é que nos podemos alcançar dessa deliberação do TSE é que com os prazos não suspensos já há uma sinalização clara, evidente e palpável do não adiamento das eleições. Mas faço aqui um parêntese: tudo isso vai depender de como a proliferação e a intensidade do vírus estarão no período eleitoral. Por enquanto, posso lhe dizer que não existe a possibilidade evidente e palpável de qualquer tipo de deslocamento da data das eleições municipais – destacou.
Ascom 

Em Aroeiras, João Cabeludo do Sítio Areias adere ao Grupo PTB Aroeiras e confirma a sua pré candidatura para 2020

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10.3.20

O anúncio da adesão e filiação de João Cabeludo aconteceu na residência do Vice Prefeito Jailson Andrade nesta segunda feira 09/03. O anúncio destaca a importância de mais uma liderança a ingressar no PTB Aroeiras como mais um pré candidato forte que  reforça a equipe para o ano 2020. O Partido Trabalhista Brasileiro em Aroeiras vêm se destacando pela renovação e mudança no quadro político local alinhando-se aos anseios da juventude e a sociedade no geral na luta por  uma cidade mais justa e fraterna. De acordo com o Vice Prefeito Jailson Andrade: "É com muita alegria que nesta manhã recebi o apoio do pré candidato a vereador João cabeludo do Sítio Areias a nossa pré candidatura a prefeito.Quero agradecer primeiramente a Deus e a João pelo apoio. Com as bênçãos de Deus e a força do povo vamos a Vitória".

Jailson Andrade, Pré candidato a Prefeito é conduzido por uma Multidão no Carnaval de Aroeiras 2020

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23.2.20


Uma multidão fez questão de visitar o Vice Prefeito de Aroeiras e festejar o Carnaval na noite deste sábado 22/02. A concentração aconteceu na residência  de Jailson Andrade, que  e Pré Candidato a Prefeito para as eleições de outubro de 2020. Moradores de várias localidades de Aroeiras marcaram presença e caíram na folia junto ao Vice Prefeito. Uma festa que ficará na memória do povo aroeirense pela popularidade de Jailson. Um político nato, de família respeitada, e um  carisma fora do sério. 
O brilho mais forte da festa foi a marcante  Presença do povo, Jailson é do Povo! Jailson é do Povo!, assim gritava um de seus amigo e aliados político. Na festa também marcaram presença os vereadores de mandato,  pré candidatos e lideranças comunitárias. De lá, os foliões seguiram num arrastão até o corredor da Folia onde aconteceu uma bela festa ao lado do Povo aroeirense. Também marcou presença o Vice Prefeito de João Pessoa Manoel Junior, que fez questão de marcar presença ao lado de Jailson e amigos. 
Jailson Andrade agradeceu imensamente a todos amigos pela bela festa e apoio que vêm recebendo do povo aroeirense na sua trajetória política.  

Eleições 2020: TRE-PE orienta sobre regras de propaganda

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5.2.20

'Não pode pintar muros, nem fixar faixas e cartazes. A calçada pode ter bandeiras, desde que não atrapalhem a passagem de veículos e pedestres', diz diretor-geral do tribunal.
Por Mhatteus Sampaio, TV Globo
O primeiro turno das eleições municipais acontece no dia 4 de outubro deste ano. Até lá, propagandas eleitorais precisam respeitar as regras determinadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O alerta foi feito pelo diretor-geral do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), Orson Lemos, no Bom Dia Pernambuco desta quarta-feira (5) (veja vídeo acima).

Em caso de descumprimento das regras, os candidatos podem pagar multas. "Neste ano, serão mais de 20 mil a vereadores e muitos ainda não sabem das regras", disse o diretor. Orson explicou que candidatos e eleitores precisam dobrar a atenção na publicidade tanto na internet quanto nas ruas.

"Alguns eleitores se apegam e tentam fazer a campanha como a de 2016, mas atualmente não podem pintar muros, nem fixar faixas e cartazes. A calçada pode ter bandeiras, desde que não atrapalhem a passagem de veículos e pedestres", afirmou.

Multa para quem joga 'santinhos' de candidatos na frente de escolas pode chegar a R$ 8 mil — Foto: Ricardo Novelino/G1Multa para quem joga 'santinhos' de candidatos na frente de escolas pode chegar a R$ 8 mil — Foto: Ricardo Novelino/G1
Multa para quem joga 'santinhos' de candidatos na frente de escolas pode chegar a R$ 8 mil — Foto: Ricardo Novelino/G1


Segundo o diretor-geral do TRE-PE, é preciso ter atenção também com o uso de adesivos de candidatos. "Não pode mais envelopar o carro, só colocar um adesivo de 50x40 centímetros em cada lado. Adesivo no vidro traseiro só se for perfurado", disse.

Os tradicionais "santinhos", folhetos pequenos de divulgação dos candidatos, continuam sendo permitidos, mas, em excesso, podem gerar multa. "Se alguém for pego derramando santinho nas portas das escolas pode pagar R$ 8 mil de multa", contou.

As regras preveem mais igualdade nas campanhas dos candidatos e visam ajudar na limpeza da cidade. O diretor-geral do TRE-PE também informou que as propagandas na internet são monitoradas.

ELEIÇÕES: Miguel Barbosa é o entrevistado deste sábado ao meio-dia na Integração FM

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24.1.20

Imagem: Divulgação/Reprodução
Blog Mais Casinhas 

O ex-prefeito de Bom Jardim e pré-candidato ao mesmo cargo nas eleições 2020, Miguel Barbosa (PP), será o  entrevistado do "Plantão de Notícias" deste sábado (25) na Rádio Integração FM (88.5). Em pauta, um pouco do perfil, das ideias e propostas do jovem postulante com vistas ao pleito de outubro deste ano na "Terra dos Paus d'Arcos". Apresentado pelo comunicador Alan Lucena, o programa será ao vivo, a partir do meio-dia.

Eleitores com mais de 70 anos precisam fazer a biometria

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28.11.19

De acordo com o TSE, os títulos podem ser cancelados

NE10 INTERIOR
Por Agência Brasil

Eleitores com mais de 70 anos precisam fazer biometria (Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
O eleitor com mais de 70 anos de idade também deve participar da coleta de dados biométricos realizada pela Justiça Eleitoral. Embora a Constituição Federal determine que o alistamento eleitoral e o voto são facultativos para o cidadão nessa idade, no caso de revisão eleitoral, todos os eleitores, inclusive aqueles para os quais o voto é facultativo – maiores de 16 e menores de 18 anos, maiores de 70 anos e analfabetos – devem comparecer aos cartórios para o cadastramento biométrico.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, os idosos com mais de 70 anos que não participarem do procedimento de revisão podem ter seus títulos cancelados. O TSE informa ainda que não serão canceladas as inscrições de eleitores com deficiência que impossibilite o cumprimento das obrigações eleitorais, desde que a informação conste no cadastro.
Biometria
O cadastramento biométrico é o procedimento de coleta das impressões digitais, fotografia e assinatura, com a atualização dos dados cadastrais do eleitor. De acordo com o tribunal, a medida reforça a segurança da identificação na hora do voto e é uma oportunidade para a Justiça Eleitoral realizar a atualização dos dados, excluindo os eleitores que não comprovem vínculo com o respectivo município.

Segundo o TSE, até o início de setembro, 72% dos eleitores brasileiros já tinham realizado a biometria. O prazo estipulado pelo TSE é 2022, mas em alguns municípios a biometria tem que ser feita antes, sob pena dos eleitores terem seus títulos cancelados, levando a problemas como impossibilidade de se tirar passaporte ou até a possibilidade de interrupção do recebimento do Bolsa Família.

Para mais informações, os eleitores devem procurar as unidades de atendimento da zona eleitoral em que forem inscritos ou a Corregedoria Regional Eleitoral da respectiva unidade da Federação.

Haddad é condenado pela Justiça Eleitoral na eleição para Prefeitura de São Paulo.Cabe recurso

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22.8.19

O candidato derrotado Fernando Haddad, em ato do Dia do Trabalhador organizado pelas centrais sindicais em SP Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

RIO — O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad foi condenado pela Justiça Eleitoral por falsidade ideológica eleitoral, o caixa dois , na campanha para a prefeitura da capital paulista em 2012. O juiz Francisco Carlos Inouye Shintate determinou pena de quatro anos e seis meses de reclusão, em regime semiaberto, e 18 dias-multa, cada um no valor de 1 salário-mínimo vigente na época do fato. Ainda cabe recurso da decisão.

Segundo o juiz Francisco Carlos Inouye Shintate, da 1ª Zona Eleitoral, a UTC Engenharia doou R$ 2,6 milhões não contabilizados à campanha de Haddad. O promotor eleitoral Luiz Henrique Dal Poz, responsável pela acusação, escreveu que Haddad "deixou de contabilizar valores, bem como se utilizou de notas inidôneas para justificar despesas".

De acordo com a denúncia, a empreiteira UTC pagou R$ 2,6 milhões via caixa dois para custear serviços das gráficas LWC e Cândido Oliveira LTDA para a campanha vitoriosa do petista para a prefeitura em 2012.

A defesa de Fernando Haddad diz que vai recorrer da decisão do juiz Francisco Shintate, da primeira Vara Eleitoral.

"Em primeiro lugar porque a condenação sustenta que a campanha do então prefeito teria indicado em sua prestação de contas gastos com material gráfico inexistente. Testemunhas e documentos que comprovam os gastos declarados foram apresentados. Ademais, não havia qualquer razão para o uso de notas falsas e pagamentos sem serviços em uma campanha eleitoral disputada. Não ha razoabilidade ou provas que sustentem a decisão", diz a defesa.

O indiciamento foi resultado da Operação Cifra Oculta, baseada nas delações premiadas de Ricardo Pessoa, dono da UTC, e Walmir Pinheiro, executivo do grupo, feitas no âmbito da operação Lava-Jato.

Em seu depoimento, Pessoa disse que foi procurado porJoão Vaccar Neto, na época tesoureiro do PT, para quitar uma dívida de R$ 3 milhões que o partido teria com a gráfica, de propriedade da família do deputado Souza. Após negociar com a empresa, a UTC acabou pagando R$ 2,6 milhões. Segundo os delatores, o pagamento foi operacionalizado pelo doleiro Alberto Youssef.

Vaccari foi condenado pelo magistrado por lavagem e ocultação de bens, a dez anos de reclusão. O responsável da parte financeira da campanha, Francisco Macena, também foi condenado pelo crime de falsidade ideológica eleitoral.

Na sentença, o magistrado absolveu Haddad das acusações de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Haddad já havia sido denunciado por esse mesmo episódio na esfera criminal, mas a 12ª Câmara do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo trancou a ação em fevereiro.

A defesa do ex-prefeito de São Paulo diz ainda que a sentença é nula por carecer de lógica.

"O juiz absolveu Fernando Haddad de lavagem de dinheiro e corrupção, crimes dos quais ele não foi acusado. Condenou-o por centenas de falsidades quando a acusação mal conseguiu descrever uma. A lei estabelece que a sentença é nula quando condena o réu por crime do qual não foi acusado", afirmou.


Em Aroeiras,o Vice Prefeito Jailson Andrade recebe o apoio político de "Joãozinho dos Teclados" visando 2020

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10.8.19




Vice Prefeito Jailson Andrade recebe apoio político de "Joãozinho dos Teclados" 
Joãozinho dos Teclados reafirma sua pré candidatura e confirma seu apoio político para o vice Prefeito Jailson Andrade 
Visando 2020, o Vice Prefeito de Aroeiras, Jailson Andrade (PTB), esteve na manhã deste sábado (10/08) no Distrito de Pedro Velho, em Aroeiras, na Paraíba. O encontro aconteceu na residência de Joãozinho dos Teclados nome colocado como pré candidato a vereador para a eleição de 2020. "O apoio de Joãozinho dos teclados é extremamente importante para a nossa pré candidatura a Prefeito, Joãozinho também reafirmou a sua pré candidatura a vereador para o pleito de 2020 em defesa do povo de Pedro Velho, Riachão, Mangabinha e comunidades adjacentes". Disse Jailson Andrade. 



Também marcaram presença na reunião, o Presidente do PTB Aroeiras Leonardo Andrade e Rosana, esposa de Joãozinho.

Por unanimidade, TSE aprova contas de Eduardo Campos na campanha presidencial de 2014

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8.8.19


Publicado por Jamildo 
    
Do site jurídico nacional CONJUR

Por unanimidade, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral aprovou, nesta terça-feira (6), as contas do ex-candidato à presidência da República Eduardo Campos (PSB) nas eleições de 2014. Campos morreu ainda em 2014, antes do pleito, em um acidente de avião.

Prevaleceu entendimento do relator, ministro Luís Roberto Barroso.

Segundo o relator, “a despeito de haver irregularidades quanto a gastos realizados antes da abertura bancária e quanto à ausência de recibo eleitoral pela doação estimável pelo avião utilizado pelo candidato em sua campanha, seria possível a aplicação do princípio da proporcionalidade e da razoabilidade para a aprovação das contas com ressalvas, em especial considerando que foram os únicos apontamentos em contas que movimentaram mais de R$ 17 milhões”.

Após o falecimento do candidato, o administrador financeiro Renato Xavier Thiebaut informou ao TSE que não detinha informações suficientes sobre a cessão do avião, em especial sobre a quantidade de horas voadas durante o período da campanha eleitoral, informações que eram de domínio do próprio candidato e da tripulação da aeronave, razão pela qual buscou informações junto aos órgãos de controle do espaço aéreo.

O órgão técnico de contas do TSE havia se manifestou pela rejeição das contas, apontando que “a emissão de recibos deveria ser concomitante ao recebimento da doação, ainda que estimável em dinheiro, de maneira que o registro único dos voos realizados entre 5 de julho e 13 de agosto de 2014, período este citado na manifestação do prestador, já estaria em desacordo com a norma eleitoral”, manifestação ratificada pelo Ministério Público em seu parecer.

A defesa do candidato foi feita pela advogada Gabriela Rollemberg, que destacou em sua sustentação oral que as diligências possíveis foram todas realizadas.

“Sendo que as informações necessárias para a contabilização dessas horas de voo e a fixação do valor da doação estimada se tornou impossível, e as contas de candidato falecido devem ser prestadas dentro do que for possível”, afirmou.

FESTA DO TAPUIA 2022

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