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Alto Comissariado da ONU condena violência durante eleições no Brasil

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13.10.18


O Mapa da Violência também tem reunido denúncias, que são reportadas de forma voluntária, além daquelas já abordadas pela imprensa

Diversas iniciativas criadas espontaneamente por membros da sociedade civil têm mapeado incidentes observados em todo o país
Foto: Andolu Agency/Getty Images
Agência Brasil
Jornal do Comércio

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) condenou as agressões praticadas no Brasil durante as eleições deste ano. Em nota, a porta-voz do escritório, Ravina Shamdasani, fez, ainda, um apelo aos líderes políticos, pedindo que se mobilizem para refrear as ocorrências.

"Nós condenamos quaisquer atos de violência e pedimos uma investigação imediata, imparcial e efetiva desses acontecimentos. O discurso violento e inflamado presente nessas eleições, sobretudo contra LGBTI, mulheres, afrodescendentes e aqueles com diferentes visões políticas, é profundamente preocupante, particularmente em razão dos relatos de violência cometida contra esses indivíduos", diz a representante no informe.

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Iniciativas
Diversas iniciativas criadas espontaneamente por membros da sociedade civil têm mapeado incidentes observados em todo o país. Um mapa gerado no Google Maps, intitulado Violência política no Brasil, mostra pelo menos 53 casos de agressões reportadas pela mídia.



O Mapa da Violência também tem reunido denúncias, que são reportadas de forma voluntária, além daquelas já abordadas pela imprensa. Embora parte significativa das vítimas pertença a minorias sociais, no site há narrações que fogem a esse perfil, como a história contada por um homem de 38 anos, que se autodeclara branco e heterossexual. Ele alega ter sofrido uma possível intimidação, devido à sua posição política.

"Um caminhão me fechou na estrada, colou na traseira do meu carro buzinando e me prensou contra um outro caminhão. Eu estava usando um adesivo perfurado de um candidato do PT a Deputado. Ele não colocou apenas a minha vida em risco, mas também a do outro caminhoneiro", afirma. Segundo a vítima, o caso ocorreu no Paraná.

Outro depoimento postado diz respeito a um homem do Rio de Janeiro, também branco e heterossexual, de 35 anos, que teria sido hostilizado por causa dos dizeres estampados em sua roupa. "Algumas pessoas vestidas de vermelho rasgaram minha camisa amarela que estava escrito ‘Deus acima de tudo’", conta.

PSB, PSDB, Rede, DC e PPL devem anunciar nesta terça apoio no 2º turno

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9.10.18


Após breve descanso com o fim do 1º turno, os partidos políticos se reúnem para definir o apoio aos candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT)

 Agência Brasil 
Após breve descanso com o fim do primeiro turno das eleições, os partidos políticos se reúnem para definir o apoio aos candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). A expectativa é de que PSB, PSDB, Rede, DC e PPL anunciem nesta terça-feira (9), em Brasília, as decisões.

Informalmente, alguns líderes políticos sinalizaram como atuarão nesta reta final. O comando do PDT, do candidato Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, indicou que deve assumir um “apoio crítico” à candidatura de Haddad.

Sofrendo com uma redução nos quadros, o PSDB, que lançou o candidato Geraldo Alckmin, deve ter uma divisão interna, segundo analistas políticos. Mesmo se houver uma decisão fechada em torno de um dos nomes, a tendência é de racha. A vice na chapa de Alckmin, Ana Amélia, afirmou que apoiará Bolsonaro.

Nas redes sociais, o candidato do PPL à Presidência, João Goulart Filho, fez elogios a Ciro Gomes, mas não apontou se pretende apoiar Bolsonaro ou Haddad. A candidata da Rede, Marina Silva, fez severas críticas aos dois que disputarão o segundo turno, assim como João Amoêdo, do Partido Novo.

Reuniões

A Comissão Executiva Nacional do PSB se reúne, às 14h30, na sede do partido, em Brasília. Às 15h, a executiva nacional do PSDB também se encontra na capital federal. O PPL, que lançou João Goulart Filho, é outro partido que se reúne nesta terça-feira em Brasília.

A expectativa é de que Rede e o DC, de Eymael, anunciem nesta terça também seus apoios. O MDB, presidido pelo senador Romero Jucá (MDB-RR), que perdeu a reeleição, deve se reunir nesta quarta (10) na capital federal. Já o PSTU, de Vera Lúcia, marcou para o dia 11 o anúncio.

O Podemos, que lançou Alvaro Dias, o Partido Novo, de João Amoêdo, e o PV, que lançou Eduardo Jorge, vice de Marina Silva, ainda não marcaram reuniões para decidir sobre o tema.

Agendas
Bolsonaro afirmou que pretende se reunir com o economista Paulo Guedes, apontado como seu eventual ministro da Fazenda. O candidato deverá permanecer em casa, no Rio de Janeiro. Nesta quarta-feira (10), ele será examinado por uma junta médica para poder definir sua agenda de campanha.

Haddad terá encontros nesta terça com governadores do PT e correligionários, em São Paulo. As reuniões ocorrem um dia depois de ele visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em Curitiba. O candidato ainda não anunciou como será a agenda de campanha até o segundo turno.

Na largada do segundo turno, Haddad revê Constituinte e Bolsonaro desautoriza vice

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8.10.18


Em entrevista ao Jornal Nacional, os dois concorrentes ao Palácio do Planalto tratam de temas espinhosos da campanha

Por: Correio Braziliense
Foto: TV/Globo
Os dois candidatos que avançaram ao segundo turno da eleição presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) foram entrevistados na noite desta segunda-feira (8/10) no Jornal Nacional, da Rede Globo. Enquanto o petista tentou se distanciar do ex-ministro Zé Dirceu, o deputado e capitão da reserva acenou para duas fatias do eleitorado em que teve desempenho pior: mulheres e nordestinos.

Logo nas considerações iniciais, Bolsonaro agradeceu aos eleitores do Nordeste — única região do país em que não teve maioria dos votos — e disse que só não teve desempenho melhor no local por conta de "fake news". "Não pretendemos acabar com o Bolsa Família", disparou. Em relação às mulheres, o candidato do PSL afirmou que pretende "jogar pesado na questão da insegurança pública e fazr com que a mulher se sinta protegida". Ele também reforçou o discurso com nichos do eleitorado que já lhe pertencem, citando uma passagem bíblica, agradecendo a lideranças evangélicas, policiais e integrantes das forças armadas e dizendo querer que "a inocência da criança em sala de aula seja preservada".

Depois, o deputado foi questionado sobre declarações do vice de sua chapa, o general Mourão, que já havia aventado a possibilidade de fazer uma nova Constituição com notáveis indicados pelo presidente e de o presidente dar um autogolpe. Bolsonaro respondeu: "Ele é general, eu sou capitão, mas eu sou o presidente". "Eu o desautorizei nesses dois momentos. Jamais posso admitir uma nova constituinte", acrescentou.

Em relação ao autogolpe, Bolsonaro — que errou o nome do vice em duas oportunidades, chamando-o de Augusto Mourão, quando seu nome, na verdade, é Antônio Hamilton Martins Mourão — disse não ter entendido "o que ele quis dizer", mas rechaçou a possibilidade. "Falta [a ele] tato, vivência com a política", afirmou. "Nesses dois momentos, ele foi infeliz. Deu uma canelada", completou.

Já Fernando Haddad fez um discurso em defesa da democracia. Desautorizou o ex-ministro José Dirceu, que em entrevista ao jornal El País, afirmou que "é uma questão de tempo" para o PT "tomar o poder". "Dentro do país é uma questão de tempo pra gente tomar o poder. Aí nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição", disse ele, quando questionado sobre o que acha da possibilidade de o PT "ganhar mas não levar" as eleições. Haddad afirmou que Dirceu não participa do comando de campanha dele e não participará do governo, caso seja eleito.

O candidato do PT ao Palácio do Planalto também afirmou que reviu a proposta de convocar uma Assembleia Nacional Constituinte. "Vamos fazer as reformas por meio de emendas constitucionais. Serão duas: primeiro, a tributária. Quem paga mais imposto é  o pobre, os muito ricos não pagam quase nada. A outra é a bancária. Não dá para viver com a concentração de bancos que temos no país", afirmou, citando que mantém o compromisso de isentar do Imposto de Renda quem ganha até cinco salários mínimos.

Ciro Gomes, o político temperamental que pode definir a eleição

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Integrante de uma poderosa família do estado do Ceará, foi prefeito, governador, deputado e ministro duas vezes, uma trajetória que o levou a sete partidos durante a carreira política

Votos em Ciro podem cobrir uma parte importante dos 17 pontos que separam Bolsonaro (46,04%) de Haddad (29,26%)
Foto: Thiago Gadelha / AFP
AFP

O candidato de centro-esquerda Ciro Gomes, um temperamental advogado e político nordestino, pode ter, com os 12,5% de votos recebidos no primeiro turno, uma das chaves do resultado do segundo turno presidencial.

Aos 60 anos, com posição de destaque em uma poderosa família do estado do Ceará, tentou encarnar uma terceira via entre o candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro e o aspirante do PT, Fernando Haddad, escolhido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que desde abril cumpre pena de 12 anos de prisão por corrupção.

As pesquisas reduziram suas pretensões de capitalizar o descontentamento do eleitor progressista com o petismo, que muitos associam à corrupção e crise econômica.

O resultado de domingo o deixou longe do segundo turno, de 28 de outubro, uma consequência, de acordo com os analistas, das poucas alianças que conseguiu estabelecer na campanha.

Mas agora seus votos, que superam os do candidato de centro-direita Geraldo Alckmin (4,76%), podem cobrir uma parte importante dos 17 pontos que separam Bolsonaro (46,04%) de Haddad (29,26%). E ter um impacto psicológico capaz de atrair outras adesões.



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Ministro de Lula
Gomes, que foi ministro da Integração Nacional de Lula, afirmou que discutirá com os líderes do PDT a posição para o segundo turno, mas antecipou um provável apoio: "Farei o que fiz por toda minha vida, que é lutar pela democracia e contra o fascismo", declarou.

Mas a disposição não é tão evidente como aparenta, pois o cearense critica com o mesmo ímpeto o atual presidente Michel Temer e a corrupção no PT.

Em sua terceira candidatura à presidência, o político experiente se deixou levar pela impetuosidade.

Um exemplo foi uma declaração sobre Bolsonaro durante a campanha. Ele chamou o rival de "nazista filho da puta".

Antes chegou a declarar, extremamente irritado, que Lula era um "merda", chamou Temer de "ladrão fisiológico" e alguns policiais de "marginais fardados".

As declarações já renderam a abertura de mais de 70 processos.

Ciro Gomes, integrante de uma poderosa família do estado do Ceará, foi prefeito, governador, deputado e ministro duas vezes, uma trajetória que o levou a sete partidos durante a carreira política.

Ocupou a pasta de Fazenda em 1994 (sob a Presidência de Itamar Franco), no primeiro ano de aplicação do Plano Real contra a hiperinflação, e foi ministro da Integração Nacional de Lula, de 2003 a 2006.

Ele foi pesquisador-visitante na Universidade de Harvard.

Sem falsa modéstia, afirmou na campanha que era o político "experiente, honesto e com autoridade" que o Brasil precisava.

Pai de quatro filhos, Gomes vive atualmente com a quarta esposa, Giselle Bezerra, uma produtora de televisão de 39 anos.

Em 2002, quando era casado com a atriz Patrícia Pillar, disse que se fosse eleito presidente o papel da primeira-dama ser "dormir" com ele.

Depois de confessar que foi criado em um ambiente "machista", Gomes afirmou que esta "piada" foi provavelmente "o maior erro" de sua vida.


ELEIÇÃO 2018: Confira os votos para Deputado Federal por seção eleitoral em Aroeiras, PB

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Confira os votos para Deputado Federal registrados em Aroeiras, na Paraíba por seção eleitoral. O Portal Casinhas Agreste junto ao TRE PB disponibiliza os dados relacionados aos deputados votados por seção eleitoral. Confira o número do candidato, nome, zona eleitoral e seção.





























AGORA: Bolsonaro, 32%; Haddad, 23%; Ciro, 10%; Alckmin, 7%; Marina, 4%, diz Ibope

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3.10.18


Pesquisa Ibope para presidente: Bolsonaro, 32%; Haddad, 23%; Ciro, 10%; Alckmin, 7%; Marina, 4%
Nos votos válidos, Bolsonaro tem 38%, Haddad, 28%, Ciro, 12%, Alckmin, 8%, e Marina, 4%. Levantamento foi realizado na segunda (1) e na terça (2).
Por G1

Ibope divulga nova pesquisa de intenção de votos para presidente

O Ibope divulgou nesta quarta-feira (3) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 3.010 eleitores na segunda-feira (1) e na terça-feira (2).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 32%
Fernando Haddad (PT): 23%
Ciro Gomes (PDT): 10%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Marina Silva (Rede): 4%
João Amoêdo (Novo): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Alvaro Dias (Podemos): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 11%
Não sabe/não respondeu: 6%
Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos.

Pesquisa Ibope - 3 de setembro - evolução da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1

Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na segunda-feira (1º):

Bolsonaro passou de 31% para 32%;

Haddad foi de 21% para 23%;

Ciro foi de 11% com 10%;

Alckmin foi de 8% para 7%;

Marina se manteve com 4%;



Os indecisos foram de 5% para 6% e os brancos ou nulos, de 12% para 11%.

Votos válidos
Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Os números são:

Jair Bolsonaro (PSL): 38%
Fernando Haddad (PT): 28%
Ciro Gomes (PDT): 12%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 4%
João Amoêdo (Novo): 3%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%

Pesquisa Ibope - 3 de outubro - Evolução da intenção de votos válidos — Foto: Arte/G1 Pesquisa Ibope - 3 de outubro - Evolução da intenção de votos válidos — Foto: Arte/G1


Rejeição
O Instituto também perguntou: "Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?".

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:

Bolsonaro: 42%
Haddad: 37%
Marina: 23%
Alckmin: 17%
Ciro: 16%
Meirelles: 10%
Cabo Daciolo: 9%
Eymael: 8%
Boulos: 8%
Vera: 8%
Alvaro Dias: 8%
Amoêdo: 7%
João Goulart Filho: 6%
Poderia votar em todos: 3%
Não sabe/não respondeu: 7%



Pesquisa Ibope - 3 de outubro - evolução da taxa de rejeição na intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1 Pesquisa Ibope - 3 de outubro - evolução da taxa de rejeição na intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope - 3 de outubro - evolução da taxa de rejeição na intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1

Simulações de segundo turno
Haddad 43% x 41% Bolsonaro (branco/nulo: 12%; não sabe: 3%)
Pesquisa Ibope - 3 de setembro - simulação de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro — Foto: Arte/G1 Pesquisa Ibope - 3 de setembro - simulação de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope - 3 de setembro - simulação de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro — Foto: Arte/G1

Ciro 46% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 13%; não sabe: 3%)
Pesquisa Ibope - 3 de outubro - simulação de 2º turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1 Pesquisa Ibope - 3 de outubro - simulação de 2º turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope - 3 de outubro - simulação de 2º turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1


Alckmin 41% x 40% Bolsonaro (branco/nulo: 16%; não sabe: 3%)
Pesquisa Ibope - 3 de outubro - simulação de 2º turno entre Alckmin x Bolsonaro. — Foto: Arte/G1 Pesquisa Ibope - 3 de outubro - simulação de 2º turno entre Alckmin x Bolsonaro. — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope - 3 de outubro - simulação de 2º turno entre Alckmin x Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

Bolsonaro 43% x 39% Marina (branco/nulo: 16%; não sabe: 2%)
Pesquisa Ibope - 3 de outubro - simulação de 2º turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1 Pesquisa Ibope - 3 de outubro - simulação de 2º turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope - 3 de outubro - simulação de 2º turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1

Sobre a pesquisa
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 3.010 eleitores
Quando a pesquisa foi feita: 1º e 2 de outubro
Registro no TSE: BR-08245/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e "O Estado de S.Paulo"
PESQUISAS IBOPE E DATAFOLHA PARA PRESIDENTE
Pesquisa Ibope mais recente

Pesquisa Datafolha mais recente

Eleições 2018: todas as pesquisas para presidente do Ibope e do Datafolha

Ciro diz que só sua eleição livraria Lula da cadeia

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25.7.18

Josias de Souza

O presidenciável do PDT, Ciro Gomes, declarou-se convencido de que apenas a sua vitória pode libertar Lula da prisão. Afirmou que, eleito, devolverá juízes e o Ministério Público “para a caixinha”. Insinuou que o pior que poderia acontecer para o condenado petista seria a chegada de um adversário ao Planalto: “Você imagina se com um cabra desses do outro lado o Lula tem alguma chance de sair da cadeia. Nenhuma! Só tem chance de sair da cadeia se a gente assumir o poder e organizar a carga”.

As declarações foram feitas em entrevista à TV Difusora, do Maranhão. A conversa foi ao ar há uma semana, em 16 de julho, quatro dias antes da convenção em que o PDT aclamou Ciro como seu candidato. Língua em riste, o personagem criticou a candidatura cenográfica de Lula. Previu que a Justiça Eleitoral enquadrará o líder petista na Lei da Ficha Limpa em meados de setembro. Só então, vaticinou Ciro, Lula indicará outro petista para disputar o Planalto no seu lugar.

“Ora, o Brasil não aguenta um presidente por procuração numa alturas dessas”, declarou Ciro, antes de se colocar nos sapatos do eleitor: “O camarada vai dizer assim: ‘eu gosto muito do Lula, mas só porque eu gosto muito do Lula ele vai apontar outra Dilma?' Não é por nada, é que o país está num momento muito difícil.O país está precisando de pulso, de liderança, de autoridade, até para corrigir a carga.”

Foi nesse ponto que Ciro condicionou a libertação de Lula ao seu hipotético triunfo nas urnas. O candidato traduziu o significado da expressão “organizar” ou “corrigir a carga”. Quer dizer “botar juiz para voltar para a caixinha dele, botar o Ministério Público para voltar para a caixinha dele. E restaurar a autoridade do poder político.” É algo que Ciro acredita que apenas ele será capaz de fazer, “porque ninguém inventa [uma liderança] do dia para a noite.”

Prazo para regularizar título de eleitor termina dia 9

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6.5.18


O cidadão deve ir ao cartório eleitoral de posse do título de eleitor caso o possua, além de um comprovante de residência e um documento oficial de identificação pessoal que tenha, no mínimo, nome, filiação, data de nascimento e nacionalidade

Agência Brasil 
FolhaPE

A participação nas eleições é facultativa apenas para analfabetos, pessoas com idade entre 16 e 18 anos ou mais de 70 anos
A participação nas eleições é facultativa apenas para analfabetos, pessoas com idade entre 16 e 18 anos ou mais de 70 anos
Foto: José Cruz/Agência Brasil
Brasileiros que ficaram mais de três eleições sem votar ou justificar a ausência têm até a próxima quarta-feira (9) para regularizar a situação. Para efeito dessa contagem, cada turno de um pleito representa uma eleição. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quase 1,9 milhão de eleitores estavam em situação irregular no país em maio de 2017.


O cidadão deve ir ao cartório eleitoral de posse do título de eleitor caso o possua, além de um comprovante de residência e um documento oficial de identificação pessoal que tenha, no mínimo, nome, filiação, data de nascimento e nacionalidade. No caso dos homens, também é necessário levar o comprovante de quitação militar.


Outras solicitações

Também termina na próxima quarta-feira o prazo para que o eleitor que tem 15 anos, mas vai completar 16 anos até a data da eleição e pretende votar, requerer o título. O mesmo dia também é o prazo final para que pessoas com deficiência que necessitam de atendimento especial informem sua situação à Justiça Eleitoral para que sejam remanejadas para uma seção adaptada.

Prefeito de Aroeiras presente em encontro Liderado por Romero, prefeitos da região da Borborema almoçam com Lucélio Cartaxo em CG

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5.5.18


Do Blog Márcio Rangel

O pré-candidato ao governo do estado, Lucélio Cartaxo (PSD), esteve presente em um almoço político nesta sexta-feira (4). O encontro foi liderado pelo prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB).

CURTA-NOS



Após cumprir uma agenda administrativa pela manhã com Lucélio, Romero levou ao Restaurante Mororó, no bairro da Palmeira, seis prefeitos, além de ex-prefeitos e diversas lideranças regionais. Participaram do almoço os prefeitos Milton Marques (PSDB), de Aroeiras; Fábio Ramalho, de Lagoa Seca (PSDB); Severo Luiz (PSDB), de Lagoa de Roça; Aquino Leite (PSDB), de Alagoa Nova; João Francisco (PSDB), de Areia, e Jonas de Souza (PSD), de Montadas.

Também prestigiaram o encontro os ex-prefeitos José Francisco Marques, o Chicão (PSDB), de Aroeiras, e Ramalho Alves (PSDB), de Lagoa de Roça, além de vereadores de vários municípios paraibanos.





Sem Eduardo Campos, PSB tem nova chance de conquistar protagonismo nacional

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15.4.18


Com 11 candidatos a governador, PSB pode lançar Joaquim Barbosa como candidato ao Palácio do Planalto


O ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa, pode ser candidato a presidência pelo PSB, mas enfrenta resistências
Foto: Agência Brasil
Paulo Veras
Quarenta e cinco milhões de eleitores governados em cinco Estados, onze pré-candidatos a governador e a possível candidatura presidencial do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa. Menos de quatro anos após a morte do ex-governador Eduardo Campos em plena corrida ao Planalto, o PSB tem uma segunda chance de deixar de ser um partido regional e se consolidar como protagonista no cenário nacional.

Após a morte de Eduardo, o PSB amargou anos de divergências entre Estados mais próximos do PSDB e outros do PT, e uma forte divisão entre apoiar ou não o governo Michel Temer (MDB). Por isso, encolheu de 34 para 25 o número de deputados federais e de seis senadores para quatro. Desde a última semana, porém, ao assumir as gestões de São Paulo e Rondônia após a desincompatibilização de ex-governadores que disputarão eleição, o PSB se tornou o partido que governa o maior número de eleitores em todo o País.

“É muito relevante um partido ter o maior número de brasileiros sendo governados no plano estadual com uma margem muito larga em relação aos outros partidos. É muito importante para nós. Um partido que começou há muitos anos atrás com uma atuação mais regional cresceu, teve uma candidatura à Presidência da República competitiva. Governar São Paulo (com Márcio França) é uma conquista muito forte”, explica o prefeito do Recife, Geraldo Julio, secretário nacional do partido.
Além de Pernambuco, onde o governador Paulo Câmara tentará a reeleição, o PSB tentará o governo também em São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal, Tocantins, Amapá, Rondônia, Sergipe, Paraíba e Rio Grande do Norte. Só na próxima semana, a Executiva Nacional deve concluir um balanço sobre quantos deputados federais e senadores espera eleger, mas o deputado pernambucano Tadeu Alencar, que assumirá a liderança da bancada em junho, diz que a sigla tem chances de fazer 40 parlamentares. “Para aqueles que achavam que sem Eduardo Campos nós íamos nos esfacelar, nós temos crescido sistematicamente”, explica Tadeu.

As disputas estaduais e a formação de uma ampla bancada capaz de garantir tempo de TV e financiamento público devem ser prioridades do PSB. Por isso, há incerteza em relação à candidatura presidencial de Joaquim Barbosa. O ex-ministro do STF, relator do Mensalão, é conhecido nacionalmente e tem mostrado resultados consistentes nas pesquisas internas, mas é também um neófito a seis meses das urnas, em um cenário onde o PSB precisa priorizar esforços, inclusive financeiros.

“O que nós queríamos, e estamos conseguindo, é que as resistências que haviam contra a possibilidade de ele ser candidato foram tremendamente atenuadas. Pode haver uma questão pontual. A gente evoluiu muito do ponto de vista de consolidar essa candidatura”, garante o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, que vê em Barbosa um candidato de densidade eleitoral.

Resistências a Barbosa
Mas o fato é que Barbosa ainda enfrenta fortes resistências no PSB, inclusive em São Paulo e Pernambuco, os dois principais focos de poder político da legenda após a morte de Eduardo. Na última semana, o ex-ministro Aldo Rebelo deixou o partido e se filiou ao Solidariedade por discordar da candidatura.

“Pessoalmente, acho que é um equívoco Joaquim Barbosa ter se filiado ao PSB. Na minha ótica, ele inaugurou no País em 2005 essa visão falsa da demonização da política. Não acredito que é um quadro que vá contribuir para uma alternativa do PSB do ponto de vista do poder nacional. Acho que a saída é construir uma aliança com os partidos de esquerda”, opina o deputado estadual Isaltino Nascimento (PSB), líder do governo Paulo Câmara no Legislativo.

Para o cientista político Elton Gomes, professor da Faculdade Damas, o plano do PSB de se tornar a terceira força política nacional em 2014 foi frustrado pela morte prematura de Eduardo. “Agora, o PSB procura se reenergizar compondo alianças estratégicas no nível regional e mediante a entrada de um outsider, uma pessoa que vem de fora da arena política tradicional, que é o Joaquim Barbosa. É uma figura que goza de credibilidade, mas não vejo ele como um presidenciável viável. Até porque o PSB não tem a máquina político-partidária com condições de se sobrepor e eleger um presidente da República. É um momento difícil para todas as legendas”, explica.

Possível prisão de Lula altera disputa presidencial e muda cenário da eleição em Pernambuco

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5.4.18

O ex-presidente Lula (PT) ao lado do governador Paulo Câmara (PSB) e da ex-primeira-dama Renata Campos
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Paulo Veras
A rejeição do habeas corpus e a possível prisão do ex-presidente Lula (PT) altera a corrida pela presidência da República e interfere no cenário das eleições em Pernambuco, onde o apoio do petista tem forte apelo no eleitorado. No plano nacional, a decisão do STF deve tirar Lula da disputa presidencial, implicando um revés no projeto do PT, que via o ex-presidente liderar as pesquisas de intenção de voto. No Estado, afeta o plano do governador Paulo Câmara (PSB) de firmar uma aliança com o PT para enfrentar a oposição.

“A provável prisão dificulta ainda mais a estratégia da esquerda de colocar alguém no segundo turno. A candidatura dele vai sumir. E vai dificultar muito a estratégia do Lula de transferir voto para o seu candidato, que provavelmente será o (ex-prefeito de São Paulo) Fernando Haddad”, afirma o cientista político Ricardo Ismael, professor da PUC do Rio de Janeiro.


Habeas Corpus de Lula no STF
Infogram
As últimas pesquisas mostram que, sem Lula, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) lidera a disputa presidencial. Em sua maioria, porém, os votos de Lula migram para o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) e para a ex-senadora Marina Silva (Rede). Os levantamentos mostram uma dificuldade do ex-presidente em transferir votos para um substituto do PT. O cenário petista fica ainda mais difícil porque, se for preso, Lula não poderá mais circular pelo País ajudando na campanha da sigla.

“O candidato à presidência dao PT pode não conseguir ter o bônus eleitoral da transferência dos votos. Mas isso dá um discurso importante para outras candidaturas do partido a governador, senadores e deputados federais. No Nordeste, pode haver uma capitalização por parte dos candidatos do PT da prisão do ex-presidente dada a popularidade que ele tem na região”, projeta Marcos Augusto Queiroz, analista político da Akro Advice.



Eleição em Pernambuco
Em Pernambuco, aliados do governador Paulo Câmara evitaram antecipar o impacto de uma prisão de Lula nos planos eleitorais do PSB e ressaltavam que esse cenário ainda precisará ser melhor analisado. Os socialistas esperavam contar com o forte apoio de Lula no interior para consolidar a campanha pela reeleição do governador. Até o momento, porém, o PT mantém pré-candidaturas ao governo como a da vereadora do Recife Marília Arraes. O nome de Marília favorece o plano da oposição de levar a disputa para o segundo turno.

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