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Pai e filho morrem após colidirem as motos que pilotavam

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8.3.22


Os dois bateram de frente com os veículos em uma estrada rural na cidade de Estreito

Nonaelton, filho de Raimundo Nonato, morreu na hora. O pai foi socorrido, mas não resistiu
Foto: Reprodução
Um acidente que parecia improvável tirou a vida de pai e filho na cidade de Estreito, no Maranhão, no último domingo, 6. Segundo o jornal O Dia, os dois morreram após colidirem, de frente, as motos que pilotavam em uma estrada da zona rural do município.

De acordo com o jornal, o pai, Raimundo Nonato, saiu com sua motocicleta à procura do filho, Nonaelton Nonato, para avisar que sua mãe estava passando mal. Nonaelton estava voltando para casa quando bateu com a moto do próprio pai.

O jovem morreu na hora, no próprio local do acidente. Já Raimundo foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Uma terceira pessoa, que estava na garupa de uma das motos, se feriu e foi socorrida.

Fonte: Redação Terra

10 Estados têm problemas para registrar casos de covid em novo sistema do governo

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1.10.21


Três semanas após mudança em sistema do Ministério da Saúde, 10 estados ainda têm problemas para registrar dados de Covid-19
Falhas nos registros afetam número de casos e variações da média móvel divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa. Acúmulo de notificações e atrasos no preenchimento têm sido relatados pelas secretarias estaduais de Saúde.
 G1

Uma mudança no sistema do Ministério da Saúde feita há três semanas ainda causa problemas no registro de casos de Covid-19 de pelo menos 10 estados do país. É o que mostra um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa, formado por g1, O Globo, Extra, Folha, Estadão e UOL, com base nas informações das secretarias estaduais de Saúde.

Balanços divulgados pelo consórcio têm sofrido várias distorções nas últimas semanas, como o represamento de casos e correções de dados já publicados. A alteração no sistema que centraliza os dados de casos de Covid-19, o e-SUS Notifica, foi feita no dia 8 de setembro.

Antes da mudança, a média móvel de casos vinha com tendência de queda, permanecendo assim por vários dias. Quando os estados começaram a corrigir as falhas de registro, a média de casos voltou a subir.

Houve alta de casos em 9 dos últimos 12 dias. E estabilidade nos outros.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que "o sistema e-SUS está estável e não há relatos de novas ocorrências".

Segundo especialistas, os problemas de registro prejudicam o acompanhamento dos números da doença no Brasil.

Com a atualização, o Ministério da Saúde passou a exigir mais informações que alteraram a maneira de preencher os dados e nem todos os estados conseguiram se adaptar rapidamente.

Os estados que dizem que ainda não conseguiram normalizar a situação são: Acre, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Piauí, Paraná e São Paulo.

Já Amazonas, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul e Santa Catarina afirmam que a situação já foi restabelecida.

Alagoas, Amapá, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte e Sergipe não responderam aos questionamentos.

Os únicos estados que dizem não terem sido afetados pela mudança no sistema do ministério são: Goiás, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pernambuco e Tocantins.

Os veículos do consórcio aplicaram o seguinte questionário aos 26 estados e ao DF:

O estado sofreu impacto com a mudança na API do Ministério da Saúde?
Se sim, qual foi o impacto?
Já foi normalizado?
- Se sim, quando?
- Se não, qual o problema ainda corrente?
Os estados relatam um acúmulo de notificações, demora do ministério para dar suporte e instabilidades diárias (veja ao fim desta reportagem o que diz cada um).

Mudança em sistema do Ministério da Saúde gera variações acentuadas no número de casos de Covid
Mudança em sistema do Ministério da Saúde gera variações acentuadas no número de casos de Covid

Especialistas avaliam mudança
Segundo o médico sanitarista e ex-diretor do DataSUS Giliate Coelho, pode ter faltado tempo e treinamento para o uso da nova plataforma.

"O Ministério passou a exigir, por exemplo, o lote, o número de lote de alguns tipos de exame que são realizados. Então, antigamente ele só pedia o dado se o exame foi realizado ou não e a data da realização. Aí ele passou a pedir o número do lote. Esse é um dado diríamos assim burocrático", explica.

"Exige um tempo dos profissionais se capacitarem, dos hospitais treinarem as equipes e também de modificação dos sistemas que são utilizados nos estados, municípios e hospitais. Então, com isso exige um tempo e quando a gente está no meio de uma pandemia realmente é complicado você realizar qualquer mudança um pouco mais abrupta porque você corre o risco do dado mínimo não ser enviado, que é o dado de notificação de Covid."
A mudança exigiu a revisão geral dos dados desde o início da pandemia. Em São Paulo, isso significa olhar para mais de 20 milhões de registros.

As inconsistências que começaram a aparecer entre casos confirmados e suspeitos passaram a ser analisadas por um grupo de técnicos da Secretaria Estadual da Saúde, explica Olívia Ferreira de Paula, assessora do centro de vigilância epidemiológica. Nesta semana, eles descobriram que parte das informações não estão entrando ou não estão sendo lidas pelo novo sistema.

"Essa alteração não aconteceu de forma integral e completa no banco porque isso leva tempo", afirma Olívia.

"Assim como o estado de São Paulo leva um tempo para processar os 20 milhões, os mais de 20 milhões de notificações de casos de covid no estado, entre casos confirmados, suspeitos e descartados. É essa volumetria, esse banco de dados, que a gente tem que reprocessar todas as vezes."

Segundo ela, não houve tempo hábil para se adaptar à mudança.

"Então o ministério mudou a chave e ficou pendente essa questão de alterar os resultados. Só que ele não havia notificado ninguém sobre esse período de reprocessamento, e a necessidade de se reprocessar as bases de dados para ter o resultado correto."
Na quinta-feira, a Fiocruz divulgou que o Brasil registra o menor patamar de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) desde o início da pandemia. Um número que pode refletir um quadro diferente do apresentado pelos dados das secretarias.

A professora Márcia Castro, da Escola de Saúde Pública de Harvard, diz que é grave ficar sem dados seguros. Segundo ela, as atualizações nos bancos de dados são necessárias, mas não deveriam atrapalhar o acompanhamento da evolução da pandemia.

"Sem dados você não tem como agir, né? Quer dizer, o poder da informação é exatamente você conseguir mensurar o problema e portanto achar respostas pro problema."
"A gente tem que se lembrar que o Brasil é muito grande, são 5.570 municípios, e a capacidade de alguns municípios em se adaptar a essa mudança, que muda toda a rotina da coleta da entrada de dados, vai criar esse gargalo", explica Márcia.

"Então talvez a pergunta mais importante é por que houve essa mudança, como que essa mudança vai levar a uma melhor resposta por parte do governo e se portanto isso justifica o custo que a gente está vendo agora."

RJ, SP e CE estão entre os mais afetados
O estado do RJ foi um dos mais afetados pela mudança. Os dados ficaram ocultos depois da alteração e, dez dias depois, apareceram 92 mil novos registros em apenas dois dias. Segundo a secretaria estadual de saúde, os casos tinham ocorrido no início da pandemia.

Em São Paulo também houve problemas. Houve uma queda brusca nos números depois da atualização do sistema do SUS. Dias depois, foi feita uma correção e surgiram 45 mil novos casos em dois dias (16 e 17),

Já no Ceará, foram retirados 12 mil casos do total no dia 20.

Nos estados mais populosos, a extração é feita somente via API, uma tecnologia que permite a comunicação entre sistemas de forma mais fácil, principalmente em casos de grandes volumes de dados. Por isso, nem todas as secretarias foram impactadas da mesma forma com as mudanças no sistema.

O que dizem os estados
Veja o que diz cada um dos estados:

ACRE: Diz que houve acúmulo de notificações durante o período de ajuste nos procedimentos para coleta dos dados. E que estão finalizando os ajustes.

ALAGOAS: Não respondeu.

AMAZONAS: Não especificou, mas em nota no dia 23/9 disse ter identificado instabilidade no e-SUS Notifica no dia 10 a 13 de setembro.

AMAPÁ: Não respondeu.

BAHIA: Nos dias 11 e 21 de setembro, a Bahia não conseguiu extrair a base de dados do Ministério da Saúde. "Nos dias 12 e 21 de setembro enviamos o script de extração para o Ministério da Saúde e somente em 24 de setembro tivemos suporte da equipe de tecnologia ministerial."

CEARÁ: Assim como outros estados, o Ceará diz que percebeu os impactos no fluxo de dados sobre casos de Covid-19 com a alteração da API do Ministério da Saúde. "Muitas vezes, sofrendo com lentidão, indisponibilidade e falta de clareza na documentação técnica."

DISTRITO FEDERAL: "Agora há necessidade de um tempo maior para que as informações sejam acessadas e analisadas no sistema. No entanto, é importante frisar que no DF este impacto é menor, pois a Secretaria de Saúde do DF também faz a captação de novos casos diretamente dos laboratórios da rede pública e privada, não utilizando exclusivamente o ESUS. Para todos os casos com resultados positivos para Covid-19, os laboratórios do DF possuem a rotina diária de informar também diretamente ao Cievs/DF."

ESPÍRITO SANTO: Diz que não foi afetado.

GOIÁS: Diz que não foi afetado.

MARANHÃO: Diz que não foi afetado.

MINAS GERAIS: "Os sistemas e-SUS e SIVEP-Gripe, do Ministério da Saúde (MS), apresentaram lentidão acentuada ao longo das três últimas semanas, o que demandou das equipes da SES-MG mais tempo para o levantamento de dados. Atualmente, os sistemas continuam apresentando lentidão."

MATO GROSSO DO SUL: Não respondeu.

MATO GROSSO: Diz que não foi afetado.

PARÁ: Diz que notou instabilidade no sistema API do Ministério da Saúde na últimas semanas. "Devido a essa situação, o preenchimento de algumas informações na página se encontra em atraso. A secretaria informa que já notificou o MS sobre a situação."

PARAÍBA: "A alteração da API do MS fez com que alterássemos o script de contabilização de casos Covid-19. O script está passando por alterações, desse modo não há como avaliar o impacto."


PERNAMBUCO: Diz que não foi afetado.

PIAUÍ: "Não conseguimos mais baixar por completo os casos inseridos no e-SUS."

PARANÁ: "Houve mudanças técnicas, como mudanças de nomenclaturas, o que por sua vez prejudica a API que alimenta o sistema da secretaria. Além disso, houve interrupção na alimentação dos dados, o que impacta o balanço diário."

RIO DE JANEIRO: "A secretaria não divulgou balanço um dia e divulgou com atraso em outro. Cerca de 92 mil casos do início da pandemia e que não eram computados foram incluídos de uma vez só no balanço."

RIO GRANDE DO NORTE: Não respondeu.

RONDÔNIA: "Dificuldade para importar o Banco Diário e adequação da leitura do campo 'testes', gerou a não atualização dos dados em determinadas datas."

RORAIMA: "Duplicidades nos dados, caracteres inválidos, campos em branco."

RIO GRANDE DO SUL: "O Ministério da Saúde implementou em setembro algumas mudanças no sistema de notificações do e-SUS, que é utilizado para o registro de casos leves de covid-19 e que não precisam de hospitalização. As alterações feitas demandaram alguns ajustes nas ferramentas automatizadas que a Secretaria da Saúde do RS usa para a tabulação de dados do sistema. As adequações já foram efetuadas e neste momento o fluxo das notificações no sistema até a publicação dos casos encontra-se normalizado."

SANTA CATARINA: "Foram incluídos 20.488 novos casos e excluídos 2.701 (o que resulta em 15.081 novos casos no balanço do dia 22). Nem todos os casos eram retroativos, e houve mudança nos números de casos ativos, que quase dobrou."

SERGIPE: Não respondeu.

SÃO PAULO: "Estatísticas posteriores à alteração deixaram de incluir parte dos casos leves de Covid-19 notificados no decorrer da pandemia, e estatísticas retroativas não foram migradas para novos campos inseridos na base de dados, e a nova API e orientações do Ministério não permitem a identificação destes dados."

TOCANTINS: Diz que não foi afetado.

Do G1

CONVITE: "Eu mesmo mostro para ele", diz Flávio Dino após Bolsonaro sugerir que seguidores entrem em hospitais para filmar oferta de leitos

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12.6.20

"Se Bolsonaro não fosse essa pessoa despreparada e desesperada, saberia que não precisa mandar invadir hospital. Basta verificar os boletins que os governos estaduais publicam com o número de leitos ocupados. E se ele quiser visitar os nossos hospitais, eu mesmo mostro para ele", disse o governador do Maranhão
Após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sugerir a seus seguidores que invadam hospitais públicos e de campanha do País para filmar oferta de leitos, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) manifestou-se no Twitter, dizendo que ele mesmo poderia mostrar as unidades de saúde do estado ao mandatário.
"Se Bolsonaro não fosse essa pessoa despreparada e desesperada, saberia que não precisa mandar invadir hospital. Basta verificar os boletins que os governos estaduais publicam com o número de leitos ocupados. E se ele quiser visitar os nossos hospitais, eu mesmo mostro para ele", disse Dino.
Se Bolsonaro não fosse essa pessoa despreparada e desesperada, saberia que não precisa mandar invadir hospital. Basta verificar os boletins que os governos estaduais publicam com o número de leitos ocupados. E se ele quiser visitar os nossos hospitais, eu mesmo mostro para ele.
O governador também disse que o  presidente "não pode mandar invadir hospital e filmar locais onde estão pacientes e profissionais trabalhando. E também não pode mandar extraoficialmente nada para Polícia Federal. Se manda, tem que ser por ofício assinado. E ABIN não pode investigar"
Bolsonaro não pode mandar invadir hospital e filmar locais onde estão pacientes e profissionais trabalhando. E também não pode mandar extraoficialmente nada para Polícia Federal. Se manda, tem que ser por ofício assinado. E ABIN não pode investigar.
No dia em que o Brasil ultrapassou a marca de 40 mil mortes e 800 mil infectados por coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sugeriu aos seus seguidores que entrem em hospitais de campanha e hospitais públicos e filmem o interior para averiguar se os leitos estão livres ou ocupados. Em transmissão ao vivo em sua página no Facebook, nesta quinta-feira (11), ele afirmou que há "ganho político" em aumento do número de óbitos.

"Pode ser que eu esteja equivocado, mas na totalidade ou em grande parte ninguém perdeu a vida por falta de respirador ou leito de UTI. Pode ser que tenha acontecido um caso ou outro. Seria bom você fazer, na ponta da linha, se tem um hospital de campanha aí perto de você, um hospital público, arranja uma maneira de entrar e filmar. Muita gente tá fazendo isso, mas mais gente tem que fazer para mostrar se os leitos estão ocupados ou não, se os gastos são compatíveis ou não", disse Bolsonaro.

Bolsonaro orientou que, caso as imagens demonstrem alguma anormalidade, sejam enviadas ao governo federal para que a Polícia Federal ou Agência Brasileira de Inteligência (Abin) possam investigar.

De acordo com o presidente, o governo está recebendo relatos de mortes por covid-19 de pessoas que já tinham problemas sérios de saúde e a família não sabia que havia contraído a doença. "Isso não é uma pessoa ou outra. São dezenas de casos por dia que chegam nesse sentido. Não sei o que acontece, o que querem ganhar com isso. Tem um ganho político, só pode ser isso, aproveitando as pessoas que falecem para ter um ganho político e culpar o governo federal", afirmou.

PF mira em desvios de R$ 92 milhões em cidade do Maranhão

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30.11.18


Por: AE
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 29, a Operação Hybris para combater crimes de responsabilidade, lavagem de dinheiro e organização criminosa supostamente praticados pelos ex-gestores da prefeitura de Jenipapo dos Vieiras (MA) no período de 2005 a 2013. Os investigadores estimam prejuízo aos cofres públicos de R$ 92 milhões. 

Foram apreendidas quatro caminhonetes de luxo, duas motos e duas armas de fogo sem registro. Jenipapo dos Vieiras tem 16 mil habitantes e fica a cerca de 500 quilômetros da capital, São Luís. A cidade tem o terceiro menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Maranhão. Entre os 5.565 municípios brasileiros, a cidade ocupa a 5.541.ª posição.

Os envolvidos foram indiciados pelos crimes de responsabilidade, lavagem de dinheiro e associação criminosa, cujas penas máximas podem alcançar 22 anos de prisão.

Em nota, a Polícia Federal informou que as investigações começaram em 2012 e identificaram um esquema que se apropriou de recursos públicos por meio de fraude em licitações e ocultação de valores por meio de compra de imóveis no interior do Estado do Maranhão. Segundo a PF, os bens foram distribuídos entre familiares do ex-prefeito do município.

"O grupo criminoso atuava desde 2005 dissimulando os desvios de verbas públicas destinadas aos fundos de participação municipal, saúde e educação por meio da contratação de empresas familiares que operacionalizavam as ações, que aconteciam principalmente com o saque em espécie de milhões de reais", informou a PF.

A Polícia Federal cumpriu 11 mandados judiciais de busca e apreensão nas cidades de São Luís, Jenipapo dos Vieiras e Cedral e, ainda, foi determinado o sequestro judicial de 62 imóveis que estão em nome dos investigados. A operação teve a participação de 60 Policiais Federais da Superintendência Regional do Maranhão.

Nome

Segundo a PF, o nome Hybris vem do filósofo grego Aristóteles, que definia a humilhação de pessoas pelo mero descaso, independentemente de causa ou qualquer coisa que tenha acontecido ou que tenham feito. Assim, Hybris representaria o descaso que alguém tem pelos outros, ou pelos deuses, quando acha que pode fazer tudo que quiser. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: Estadão Conteudo


Estados do Nordeste reagem ao projeto “Escola Sem Partido”

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18.11.18

Seguindo exemplo do Maranhão, Paraíba e Alagoas são contra iniciativa que pretende acabar com a “doutrinação” nas escolas

Redação OP9
Projeto Escola Sem Partido está sendo apreciado em Brasília. Foto: Agência Brasil/Arquivo

Enquanto o Congresso Nacional discute o projeto “Escola Sem Partido”, que prevê o fim da “doutrinação ideológica” nas escolas, alguns estados do Nordeste decidiram tomar medidas por conta própria para barrar a proposta que tramita em Brasília. Uma canetada do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), opositor da matéria apreciada pelos deputados federais, acalorou ainda mais a discussão. Paraíba e Alagoas também seguiram o exemplo maranhense e se manifestaram contra o projeto defendido pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).Quer receber notícias diariamente? Curta a nossa página


Na última segunda-feira (12), Flávio Dino assinou um decreto que “assegura a liberdade de expressão e opinião aos professores, estudantes e funcionários” da rede estadual de ensino. “Falar em Escola Sem Partido tem servido para encobrir propósitos autoritários incompatíveis com a nossa Constituição e com uma educação digna”, criticou o governador em uma rede social.

No mesmo dia, o secretário Educação da Paraíba, Aléssio Trindade, assinou recomendação assegurando que as escolas “não interfiram na liberdade de cátedra dos professores”. O compromisso foi firmado durante uma reunião com o Ministério Público Federal (MPF), que também contou com a presença de representes da Prefeitura de João Pessoa e de reitores de universidades públicas e privadas.

Em Alagoas, o governador reeleito Renan Filho (MDB) vetou, em 2016, um projeto de lei denominado “Escola Livre”, que previa a “neutralidade” política, religiosa e ideológica dos professores, que não poderiam mais emitir opiniões sobre esses temas. Os deputados alagoanos derrubaram o veto do governador, que recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) alegando inconstitucionalidade.

Lei suspensa no STF
No ano passado, o ministro do STF Roberto Barroso suspendeu a lei por entender que não cabe aos parlamentares estaduais legislarem sobre organização do ensino. Na sua decisão, Barroso avaliou que a Constituição garante a “liberdade de aprender e de ensinar; o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas”. Em nota, Renan Filho disse concordar com o ministro.

Alguns estados nordestinos preferiram ficar neutros e ainda aguardam uma decisão da Câmara dos Deputados. A Secretaria de Educação de Pernambuco não respondeu ao questionamento da reportagem sobre a posição do governo em relação ao projeto Escola Sem Partido. Um projeto de lei que visa acabar com a “doutrinação” em sala de aula está parado nas comissões Assembleia Legislativa desde 2016.

No Rio Grande do Norte, um projeto de lei similar ao de Pernambuco também encalhou na Assembleia Legislativa potiguar. A atual gestão e a equipe do futuro governo estadual não se manifestaram.


PARAÍBA: Maranhão convoca coletiva a imprensa às pressas

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16.8.18

O pré-candidato ao governo do Estado, senador José Maranhão (MDB), convocou uma entrevista coletiva para esta quinta-feira (16), às 15 h, na sede do diretório estadual do partido em João Pessoa. A informação foi repassada ao Portal Correio pela assessoria do parlamentar.

O que teria motivado a entrevista, no entanto, não foi revelado pela assessoria. Nos bastidores especula-se uma possível desistência do emedebista ou o anúncio do segundo senador, já que na convenção do partido só anunciado um candidato ao Senado.

Após o anúncio da coletiva a reportagem do Portal Correio tentou contato com Maranhão, mas não obteve êxito. Pessoas ligadas ao emedebista também estão evitando tecer comentários sobre o que será dito pelo senador.

Em respeito à Legislação Eleitoral, o Portal Correio não publicará os comentários dos leitores. O espaço para a interação com o público voltará a ser aberto logo que as eleições de 2018 se encerrem.

PARAÍBA: Em convenção do MDB, Maranhão lembra que em 2014 também disputou contra duas máquinas e venceu as eleições

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5.8.18



Em convenção do MDB, Maranhão lembra que em 2014 também disputou contra duas máquinas e venceu as eleições 
Consolidado candidato ao Governo da Paraíba pelo MDB, o senador Maranhão animou a militância, durante convenção, neste domingo (05), ao apontar a fraqueza dos adversários, que em 2014 foram derrotados estando unidos e que agora, em 2018, serão derrotados novamente.

O senador destacou o fato de concorrer contra duas máquinas públicas: o Governo do Estado, que tem João Azevêdo como candidato, e as Prefeituras de João Pessoa e Campina Grande, que apoiam Lucélio Cartaxo (PV), mas depositou sua confiança na conscientização.

“Também nas eleições de senador, em 2014, existiam duas máquinas contra mim e elas estavam aliadas, do mesmo lado, e nós vencemos as eleições. Agora estão divididos, estão mais fracos”, avaliou.

O emedebista garante ter o projeto de desenvolvimento para a Paraíba mais inovador entre os seus oponentes. “O que o povo quer é um projeto novo, não uma cara. A cara muda com o tempo, o que não muda é o espírito, a capacidade de sentir do povo suas reivindicações e atender com soluções efetivas”, frisou.

Aos 84 anos, Maranhão é criticado por colocar seu nome na disputa pela quarta vez. “Eu sou velho, mas não sou velhaco, como muito”, alfinetou.

Maranhão destaca seu favoritismo nos municípios e revela ser “quase unanimidade” entre a população. Ele afirmou que nos últimos anos se negou a fazer acordos espúrios. “E eles que falam tanto em juventude deveriam saber que juventude não é algo apenas da idade, é uma condição moral e espiritual”, pontuou.
Maranhão diz que recusou acordos espúrios para  ter campanha e futuro governo com ética e inovação

O candidato ao Governo pelo MDB, José Maranhão, rebelou em discurso no ginásio do Cabo Branco que optou pela dignidade na politica ao invés de aceitar acordos espurios de indecência para vencer o Governo a qualquer custo.

Em convenção na qual foram anunciadas 15 adesões ate proximo sabado, ele denunciou os acordos partidários anti-eticos.

– Estou convencido de que a politica não é só balcao de negócios explorados por gente que diz ser da politica.mas só pratica o pior da nova politica – afirmou.
Maranhão disse que não cedeu à troca de cargos.


– Vamos poe em prática um governo capaz, sustero e inovador para fazer a Paraiba a voltar a ser de todos – frisou.

Paraíba Agora



Em respeito à Legislação Eleitoral, o Portal Casinhas Agreste não publicará os comentários dos leitores. O espaço para a interação com o público voltará a ser aberto logo que as eleições de 2018 se encerrem.


Prefeita ‘ostentação’ vira ré de novo, desta vez, por desvios de R$ 2,7 milhões

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15.1.18

Foto: reprodução da internet

    
Estadão Conteúdo – A ex-prefeita de Bom Jardim (MA) Lidiane Leite da Silva virou ré em mais uma ação de improbidade, desta vez, por desvios de R$ 2,7 milhões em aluguel de veículos para o município. O ex-marido e mentor de sua carreira política, Humberto Dantas, conhecido como “Beto Rocha”, e outros já conhecidos por acusações sobre desvios ao lado da ex-prefeita “ostentação” também sentaram novamente no banco dos réus. A decisão é de 17 de novembro de 2017 e foi disponibilizada no Diário Oficial da última segunda-feira (8).

Segundo o juiz da 1ª Vara da Comarca de Buriticupu/MA, que responde também pela comarca de Bom Jardim, Raphael Leite Guedes, os acusados “apenas afirmaram que procederam de forma correta no referido procedimento licitatório, sem qualquer dolo, não juntando qualquer prova sobre o alegado, situação que, diante dos elementos presentes nos autos, milita em seu desfavor”.


“Assim sendo, RECEBO a presente ação de improbidade administrativa ajuizada em desfavor de Lidiane Leite da Silva, ex-prefeita municipal de Bom Jardim/MA, e de A4 Serviços de Entretenimento Ltda., Anilson Araújo Rodrigues, Antonio Oliveira da Silva, Fabiano de Carvalho Bezerra, Humberto Dantas dos Santos, Marcos Fae Ferreira França e Raimundo Nonato Silva Abreu, tendo em vista que, fazendo-se uma análise perfunctória, não se vislumbra nenhuma das hipóteses do §8º do art. 17 da Lei nº 8.429/92, tendo-se indícios da configuração de ato ímprobo por parte dos requeridos, o que restará esclarecido ao longo da instrução probatória, a ter lugar no presente feito”, anotou.

A prefeita ganhou notoriedade no meio do ano passado. Vaidosa, Lidiane exibia nas redes sociais imagens de uma vida de alto padrão para uma cidade de 40 mil habitantes, à beira da miséria, com um dos menores IDHs do Brasil. Carros de luxo, festas e preocupação com a beleza, o que inclui até cirurgia plástica, marcam o dia a dia da moça que se candidatou pela coligação “A esperança do povo”.

Atualmente em regime domiciliar, ela responde por desvios em variadas frentes, como merenda escolar, compra de caixões de luxo, obras de recapeamento de asfalto nunca executadas, reformas nas escolas, entre outros.

Segundo o Ministério Público do Maranhão, nesta ação, a ex-prefeita fraudou o Pregão Presencial n° 17/2013, com valor aproximado de R$ 2,7 milhões, para aluguel de veículos para a prefeitura de Bom Jardim.

“A suposta vencedora foi a empresa A4, que não tinha nenhum veículo registrado e teria sublocado carros e caminhões para servir ao Município”, afirma a Promotoria.

O suposto sócio da empresa, Anílson Araújo Rodrigues, afirmou em depoimento que “nunca foi empresário e, sim, um motoboy contratado por Fabiano de Carvalho Bezerra”.

Ele também garantiu que “nunca esteve em Bom Jardim e que teria assinado a ata da sessão pública de licitação em outro local e momento”.

Anílson Rodrigues afirmou desconhecer assinaturas tidas como suas em diversos documentos.

O próprio Fabiano Bezerra confirmou pagar R$ 3 mil mensais para que os dois supostos proprietários da empresa A4 atuassem como “laranjas”.

O promotor ressalta que solicitou, diversas vezes, cópias dos contratos de sublocação, “não tendo sido atendido”.

“Só se teve acesso aos documentos após o afastamento de Lidiane Leite, quando a ex-vereadora Sandra Regina os encontrou na sede da prefeitura. Os certificados de registro dos veículos estavam acompanhados de uma tabela com nomes, endereços, placas de veículos e outras informações.”

A Promotoria revela que uma cunhada de Antônio da Silva teria 18 contratos de sublocação de veículos pesados, totalizando quase R$ 200 mil mensais. Em depoimento, ela afirmou não trabalhar com aluguel de veículos e que a sua única renda seria o salário de professora, de R$ 724.

O Pregão Presencial 17/2013 também passou pela análise da Assessoria Técnica da Procuradoria-Geral de Justiça, que apontou irregularidades como a ausência de justificativa para a contratação, falta de cotação de preços e parecer jurídico, que deveria anteceder o edital, datado de quatro dias depois de seu lançamento.

Também não há termo de adjudicação da licitação e falta uma série de documentos exigidos da empresa, observa o promotor.

Outro detalhe é que a solicitação de dotação orçamentária tratava da aquisição de gás de cozinha. “Isso demonstra a falta de cuidado na falsificação dos documentos necessários para tentar dar aparência de legalidade ao certame”, afirma Fábio de Oliveira.

De acordo com ele “se observa nos comprovantes de transferências bancárias que a maior parte dos recursos usados para pagar a A4 e a Zabar vieram de fundos da educação, que nem poderia ser usados para fins diversos do costeio de pagamento de pessoal da educação”.

Crimes
Na denúncia, o promotor Fábio Santos de Oliveira elenca crimes supostamente cometidos por todos os envolvidos e aqueles específicos de cada um.

“Todos os envolvidos foram denunciados por constituir uma organização criminosa, com pena de reclusão de três a oito anos mais multa. Todos também foram enquadrados no crime de lavagem de dinheiro (reclusão de três a dez anos, mais multa) e em sete crimes previstos na Lei de Licitações, cujas penas podem chegar a 27 anos de detenção, além de multa.”

Lidiane “ostentação” e os outros quatro envolvidos foram denunciados, ainda, por crimes de falsidade ideológica – reclusão de um a cinco anos além de multa – e peculato, reclusão de dois a doze anos mais multa.

Antônio Oliveira da Silva também foi denunciado por corrupção ativa, cuja pena é de reclusão de dois a 12 anos, mais multa. Já Humberto Dantas dos Santos, o “Beto Rocha”, responderá por usurpação de função pública, “visto que exercia de fato o cargo de prefeito de Bom Jardim, sendo inclusive responsável pelos pagamentos realizados pela administração municipal”. A pena neste caso, é de reclusão de dois a cinco anos, além de multa.

Já Lidiane Leite da Silva, a “ostentação”, responde pela “recusa, o retardamento ou a omissão de dados técnicos indispensáveis à propositura de ação civil pública, quando requisitados pelo Ministério Público” – punido com pena de reclusão de um a três anos, mais multa.

A Promotoria também atribui à Lidiane extravio, sonegação ou inutilização de livro ou documento – reclusão de um a quatro anos -, e desacato, detenção de seis meses a dois anos ou multa

Defesa
A reportagem ainda não conseguiu contato com a defesa da ex-prefeita. O espaço está aberto para manifestação.
Blog do Jamildo

Paraíba, Maranhão é reconduzido a Presidência do PMDB; diz que possui "projetos políticos e administrativos" para a Paraíba.

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1.11.15

José Maranhão é reconduzido presidente do diretório estadual do PMDB
Senador considerou a reeleição como uma "prova da confiança na sua gestão" e agradeceu ao apoio dos colegas de partido.

O senador José Maranhão foi reconduzido à presidência do PMDB na Paraíba durante convenção estadual realizada nesse sábado (31), na sede do partido em João Pessoa.
 Portal Correio
José Maranhão considerou a recondução como uma "prova da confiança na sua gestão" e agradeceu ao apoio dos colegas de partido.

O senador também avaliou positivamente a convenção estadual e disse que se sente muito feliz com o número de adesões. Segundo Maranhão, a legenda conseguiu 50 mil filiações, o que, na visão do presidente do partido, foi um “recorde absoluto”. 

Em discurso feito após a recondução, José Maranhão disse que "o PMDB não está para brincadeira" e declarou que o partido está se reestruturando para retomar o governo do Estado, pois possui "projetos políticos e administrativos" para a Paraíba.  
Do Portal Correio

Maranhão: Justiça determina que tratamento de criança seja mantido pelo Estado

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19.5.15




Justiça determina que tratamento de criança seja mantido pelo Estado
Criança tem Tetralogia de Fallot; tratamento não está disponível no MA e PI.
Sentença obriga Estado a arcar com despesas de deslocamento para SP.
Do G1 MA

 Dudu tem doença cardíaca e corre risco de morte (Foto: Reprodução / TV Mirante)

Os pais do recém-nascido que aguarda cirurgia cardíaca no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo, tiveram mais uma vitória na Justiça. O desembargador Ricardo Duailibe, da Quinta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão determinou que o pequeno “Dudu” continuasse internado até que seu quadro clínico não represente risco de morte. A decisão foi divulgada no fim da tarde desta segunda-feira (18).

Assista o vídeo:





Reportagem veiculada hoje 18/05/2015 pela Globo no Jornal Bom dia BrasilForça Dudu, estamos com você!
Posted by Renaura MMota on Segunda, 18 de maio de 2015





O desembargador decidiu por manter internação do pequeno “Dudu” após demonstração da fragilidade da saúde do recém-nascido, atestada pelo Hospital da Beneficência Portuguesa, em São Paulo, onde ele se encontra internado.

Com isso, a transferência do recém-nascido para o leito pago pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como foi solicitado pelo Governo do Maranhão, por meio de recurso, só vai ocorrer quando for comprovado, mediante laudo médico, que o recém-nascido não corre qualquer risco de morte.
Com um mês de vida, o pequeno “Dudu” foi diagnosticado com Tetralogia de Fallot (T4F), doença caracterizada pela má-formação cardíaca. Como não há tratamento no Maranhão, os pais ajuizaram ação na Justiça pedindo que o Estado pagasse o tratamento em outro lugar.

O Estado do Maranhão recorreu à Justiça para tirar a criança do hospital onde está e transferi-la para a rede pública. Nem mesmo o parecer do médico sobre o risco impediu que o governo recorresse da primeira decisão sob o discurso de que o custo do tratamento é alto e que o dinheiro estaria servindo para “financiar riqueza sem justa causa para uma pessoa só”.

Entre os argumentos, está o caso recente de um bebê com o mesmo problema que foi tratado no mesmo hospital e que rendeu o que foi chamado de uma “conta para o poder público” que teria ultrapassado os R$ 2 milhões.





Ex governador da Paraíba arremata avião do estado

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30.11.13


Em leilão do Estado, Maranhão arremata avião Sêneca por R$ 350 mil
Aeronave virou destaque na Paraíba, em janeiro deste ano, após apresentar um problema no trem de pouso
Maranhão arrematou por R$ 350 MIL

Durante um leilão, realizado pelo Governo do Estado da Paraíba, nesta quinta-feira (28), o ex-governador e atual presidente estadual do PMDB, José Maranhão, arrematou pelo valor de R$ 350 mil, o avião Sêneca.

Com lance inicial de R$ 136 mil, Maranhão conseguiu arrematar a aeronave por R$ 350 mil. Uma construtora do Estado de São Paulo deu lance e arrematou outro avião do Estado, o Cheyenne III, por R$ 700 mil.

O Sêneca virou destaque na Paraíba, em janeiro deste ano, após apresentar um problema no trem de pouso e o piloto precisou fazer um pouso forçado.

Estavam no avião o governador, Ricardo Coutinho, o secretário-executivo do Programa de Aceleração do Crescimento, Ricardo Barbosa, o ajudante de Ordens, capitão Anderson Pessoa, e dois tripulantes.

Na ocasião, ninguém ficou ferido, mas o avião ficou bastante danificado.
Com informações Portal Correio PB
www.casinhasagreste.com.br
casinhas Agreste

Acusado de homicídio é levado para delegacia de jumento

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14.9.13




Raimundo Nonato, 33 anos, tentou matar a facadas Rafael Andrade Silva, 21 anos

Policiais Militares lotados em Buritirana (MA) prenderam Raimundo Nonato da Silva Sousa, 33 anos. Ele tentou matar a facadas Rafael Andrade Silva, 21 anos, o crime aconteceu no povoado Centro Novo.
De acordo com a policia, o crime aconteceu no inicio da madrugada de quinta-feira. A vitima chegou a ser atingida na área do estomago, e encontra-se internada no Socorrão, em Imperatriz (MA).
Raimundo foi preso horas depois de cometer crime, como o acesso ao povoado é praticamente impossível de carro, o jeito foi transportar o preso a cavalo até delegacia.

da Redação
WSCOM Online

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