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A Itália pede que Bolsonaro seja destituído da cidadania honorária da região onde nasceu o seu bisavô

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12.1.23


Um grupo de deputados da região do Veneto, no norte de Itália, apelou ao presidente da câmara da cidade de Anguillara, Alessandra Buono, para retirar a cidadania honorária do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, cujo bisavô era nativo da região, após o assalto às instituições no domingo.

Archivo - Jair Bolsonaro. - Alan Santos/Brazilian Presidency / DPA
© Fornecido por News 360

"Após a tentativa de golpe no Brasil por apoiantes do antigo presidente, só podemos confirmar o absurdo deste reconhecimento, que pedimos que seja revogado com urgência", disseram os deputados regionais do Partido Democrático (PD) Vanessa Camani e Andrea Zanoni ao diário 'Podova Oggi'.

Ao PD juntaram-se outros partidos com representação parlamentar na região, tais como o Movimento 5 Estrelas (M5S), os Verdes e o Partido da Refundação Comunista, apelando ao presidente da Câmara de Anguillara, do partido da extrema-direita Liga do Norte, para revogar a distinção dada em Novembro de 2021.

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"Estamos perante acontecimentos muito graves. O ataque às instituições democráticas pelos apoiantes de Bolsonaro é um ataque à democracia e não pode ser tolerado de forma alguma", salientou a conselheira regional do M5S, Erika Baldin, que apelou a uma resolução de apoio a Luiz Inácio Lula da Silva.

Desde a invasão dos edifícios da Presidência, do Congresso e do Supremo Tribunal no domingo, as origens italianas de Bolsonaro vieram ao de cima no debate político do país europeu, tanto que o Ministro dos Negócios Estrangeiros Antonio Tajani teve de negar que a sua cidadania estava a ser processada: "Ele não a pediu e penso que não a pode ter", Tajani disse depois de a oposição ter questionado o governo a este respeito, na sequência da notícia de que em Novembro, poucos dias após a vitória de Lula nas eleições, dois dos seus filhos, Flávio e Eduardo, solicitaram à embaixada italiana em Brasília a abertura de um processo para obter a cidadania.

Fonte: (EUROPA PRESS)

Ipec: Bolsonaro é reprovado por 59% e aprovado por 35%

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13.9.22


Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (12) mostra o grau de avaliação do governo e da maneira de governar de Jair Bolsonaro (PL).

*Avaliação*
Ruim/péssimo: 45% (+2)
Ótimo/bom: 30% (=)
Regular: 23% (-2)
Não sabe/não respondeu: 2% (+1)

*Maneira de governar*
Aprovam 35% (-3)
Desaprova 59% (+2)
Não sabem avaliar: 5% (=)

O atual presidente vai melhor entre evangélicos (52% de aprovação), moradores da região Sul (46%) e Centro-Oeste (42%), e entre aqueles que têm uma renda familiar de mais de cinco salários mínimos (45%).

Bolsonaro tem pior desempenho entre moradores do Nordeste (71% de reprovação), eleitores sem religião ou que não professam a fé cristão (66%), católicos, moradores de periferias e pessoas com renda familiar de até um salário mínimo (64% nos três recortes).

A pesquisa ouviu 2.512 pessoas entre 9 e 11 de setembro em 158 municípios. 

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. 

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01390/2022.

Bolsonaro atinge 47% de rejeição em pesquisa

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24.6.22


No último levantamento, em maio, índice negativo tinha sido de 48%. A aprovação era de 25%. Oscilação está dentro da margem de erro.
Levantamento do Instituto Datafolha divulgado no final da noite desta quinta-feira (23) pelo site do jornal "Folha de S.Paulo" mostrou que 47% dos entrevistados consideram o governo de Jair Bolsonaro ruim ou péssimo. Na pesquisa anterior, em março, o índice de reprovação era de 48%. A oscilação está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2% para mais ou para menos. 26% aprovam a gestão.

Veja os resultados da pesquisa:
Ótimo/bom: 26% (25% no levantamento de maio, 25% em março; 22% em dezembro)
Regular: 26% (27% no levantamento de maio; 28% em março; 24% em dezembro)
Ruim/péssimo: 47% (48% no levantamento de maio; 46% em março; 53% em dezembro)
Não sabe: 1% (1% no levantamento de maio, 1% em março; 1% em dezembro)
A pesquisa ouviu 2.556 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 22 e 23 de junho em 181 cidades brasileiras. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Reprovam mais o governo atual os nordestinos, as mulheres e os mais pobres.

Bolsonaro segue como presidente com a pior avaliação em igual tempo de mandato entre todos os presidentes eleitos após a redemocratização do país. Veja a comparação:


José Sarney (Outubro de 1988) *

Ótimo/bom: 7%
Regular: 24%
Ruim/péssimo: 65%
Não sabe: 4%
* Pesquisa realizada em apenas dez capitais
Fernando Henrique Cardoso (Junho de 1998)

Ótimo/bom: 31%
Regular: 41%
Ruim/péssimo: 25%
Não sabe: 3%
Lula (Julho de 2006)

Ótimo/bom: 38%
Regular: 40%
Ruim/péssimo: 21%
Não sabe: 1%
Dilma (Julho de 2014)

Ótimo/bom: 35%
Regular: 38%
Ruim/péssimo: 26%
Não sabe: 1%
Veja mais pesquisas do Datafolha:

55% dizem não votar em Bolsonaro de jeito nenhum, contra 35% de Lula
Lula vai melhor no NE e entre quem ganha menos; Bolsonaro lidera entre evangélicos e mais ricos
Pesquisa estimulada de intenções de voto no 1º turno
Outras pesquisa do Datafolha divulgada na tarde desta quinta mostrou os índices de intenção de voto para a eleição presidencial de 2022. Lula lidera a corrida presidencial, segundo o levantamento. Veja o resultado:

Pesquisa estimulada de intenções de voto no 1º turno

Lula (PT): 47%
Jair Bolsonaro (PL): 28%
Ciro Gomes (PDT): 8%
André Janones (Avante): 2%
Simone Tebet (MDB): 1%
Pablo Marçal (Pros): 1%
Vera Lúcia (PSTU): 1%
Em branco/nulo/nenhum: 7%
Não sabe: 4%
Felipe d’Avila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Leonardo Péricles (UP), Eymael (DC), Luciano Bivar (UB) e General Santos Cruz (Podemos) não pontuaram..


O instituto também pesquisou os votos válidos no primeiro turno - excluídos os brancos e nulos. Pelo percentual, Lula venceria no primeiro turno se a disputa fosse hoje.

Votos válidos

Lula (PT): 53%
Bolsonaro (PL): 32%

Datafolha: reprovação ao governo Bolsonaro atinge 53%, pior índice do mandato; aprovação é de 22%

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16.9.21


A pesquisa ouviu 3.667 pessoas dos dias 13 a 15 de setembro.
 G1
Levantamento do Instituto Datafolha divulgado nesta quinta-feira (16) pelo site do jornal "Folha de S.Paulo" informa que a reprovação ao governo Bolsonaro oscilou 2 pontos percentuais em relação ao levantamento feito em julho: 53% consideram o governo ruim ou péssimo, o pior índice do mandato; na última pesquisa, eram 51%.

Veja os resultados da pesquisa:
Ótimo/bom: 22% (eram 24% no levantamento anterior)
Regular: 24% (eram 24%)
Ruim/péssimo: 53% (eram 51%)
Não sabe: 1% (era 1%)

A pesquisa ouviu 3.667 pessoas com mais de 16 anos dos dias 13 a 15 de setembro em 190 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Esse é o primeiro levantamento da popularidade do presidente feito depois dos atos com pauta antidemocrática de 7 de setembro.

O recorde de rejeição acontece em meio à alta da inflação, com gasolina, gás e alimentos mais caros. O desemprego também permanece em patamar elevado, atingindo 14,4 milhões de pessoas.

Rejeição cresce na classe média e entre evangélicos
Segundo o Datafolha, se na média da população o avanço da reprovação a Bolsonaro foi de dois pontos percentuais, em alguns segmentos essa alta foi mais intensa.

"Foi o que aconteceu entre os mais velhos (de 45% para 51%), na parcela de menos escolarizados (de 49% para 55%), no grupo com renda familiar de 5 a 10 salários (de 41% para 50%) e no conjunto das regiões Norte e Centro-Oeste (de 41% para 48%). Houve recuo, por outro lado, na reprovação entre os mais ricos, com renda superior a 10 salários (de 58% para 46%)."


A rejeição também oscilou para cima entre os que ganham até 2 salários mínimos (54% para 56%). E também entre os que recebem de 2 a 5 mínimos (47% para 51%).

Entre os evangélicos, a diferença entre a taxa de aprovação e reprovação, que estava negativa em seis pontos em julho (34% a 37%), saltou para 12 pontos em setembro (29% a 41%). A reprovação de Bolsonaro entre os evangélicos aumentou 11 pontos percentuais entre janeiro e setembro (de 30% para 41%).

De acordo com o instituto, os empresários se mantêm como o único segmento em que Bolsonaro tem aprovação (47%) numericamente superior à reprovação (34%).

Bolsonaro é mais rejeitado por quem tem ensino superior (85%), estudantes (73%), quem prefere o PSOL (63%), homossexuais/bissexuais (61%), quem tem de 16 a 24 anos (59%) e pretos (59%).

Vereadores de Vitória de Santo Antão PE rejeitam conceder título de cidadão a Bolsonaro

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3.9.21


Vereadores rejeitaram uma proposta para conceder ao presidente da República,
Jair Bolsonaro (sem partido), o título de Cidadão de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco. O presidente chega ao estado na sexta (3), onde cumpre agenda elaborada por apoiadores.


A sessão ordinária que deliberou sobre a honraria ao chefe do Executivo federal ocorreu na tarde desta quinta-feira (2) e teve um placar de 13 votos contra e três a favor.


Ao todo, Vitória de Santo Antão tem 19 vereadores. A maioria, 17, compareceu à sessão. A proposta foi apresentada pelo vereador Jose Antonio da Rocha, conhecido como Marcos da Prestação (Republicanos). O único que não votou foi o presidente, André de Bau (PSD).


Durante a sessão, houve protesto de moradores, que foram até a frente da Câmara Municipal com cartazes contrários a Jair Bolsonaro e a projetos enviados ao Congresso Nacional pelo governo.


Algumas das justificativas apresentadas para a negativa do título diziam que o "presidente não tinha serviços prestados à cidade da Zona da Mata pernambucana".


No Plenário, o vereador que propôs o título se disse triste com a decisão dos colegas e afirmou que Bolsonaro tem serviços prestados à cidade. Marcos da Prestação pediu que os outros parlamentares refletissem sobre o voto contrário a essa honraria.



"Eu não quero ser lembrado porque a legislatura de 2021 até 2024 negou um título de Cidadão ao presidente da República, mas respeito a opinião de todos, porque democracia é isso", afirmou.


Segundo o parlamentar, alguns colegas tinham falado que iam se abster, porque não queriam votar contra o título de Cidadão do presidente.


"Mas não é por falta de trabalho nem por falta de serviço prestado a Vitória de Santo Antão", justificou Marcos da Prestação.
G1 PE

Reprovação a Bolsonaro sobe para 51%

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9.7.21


Dados da pesquisa Ipespe encomendada pela XP Investimentos, divulgados nesta quinta-feira (8), mostram que a avaliação negativa do governo de Jair Bolsonaro voltou a crescer, atingindo 51% no início de julho. A tendência de piora já vinha sendo registrada nas últimas 11 rodadas do levantamento, que acompanha as avaliações do governo mensalmente, desde o início do mandato.
Desde outubro, quando atingiu seu menor patamar recente, o grupo dos que consideram o governo ruim ou péssimo passou de 31% para os 52% capturados pelo levantamento atual — o maior nível desde o início do governo. No mesmo período, os que avaliam o governo como bom ou ótimo saíram de 39% para 25%.


Percepção sobre corrupção aumenta

Sobre o governo estar sob suspeitas em negociações para a compra de vacinas, a percepção de que o noticiário é negativo para o presidente segue em alta e atingiu 60% — indicador que mantém correlação com a avaliação do governo.


Em relação às suspeitas de desvios, 81% dizem ter tomado conhecimento e elas são consideradas provavelmente verdadeiras por 63%. Para 41% há envolvimento de membros do governo e para 15%, de Jair Bolsonaro. Outros 28% avaliam que há envolvimento tanto de integrantes do governo quanto de Bolsonaro.


Impeachment divide a população

Sobre um pedido de impeachment do presidente, há divisão da população: 49% dizem ser favoráveis e 45% são contrários — há cinco meses, os favoráveis eram 46% e os contrários, 47%.


Os pesquisadores também perguntam se o entrevistado aprova ou desaprova o governo, sem oferecer opção intermediária equivalente ao regular. A desaprovação alcançou 60%, outro recorde na série. A aprovação é de 34%.


Outros indicadores vão na contramão da piora na imagem do governo, como a melhora na percepção sobre o caminho da economia (a avaliação de que ela está no caminho certo oscilou de 29% para 30%) e o medo sobre a pandemia de coronavírus (caíram de 45% para 38% os que dizem estar com muito medo).


Eleições: Lula na frente

A rodada de julho da pesquisa XP/Ipespe mostra que, a 15 meses da eleição presidencial, o ex-presidente Lula manteve a trajetória de crescimento e atingiu 38% das intenções de voto, contra 26% de Jair Bolsonaro — a distância, que era de 4 pontos percentuais (p.p), em junho, passou para 12 p.p. Na sequência, aparecem Ciro Gomes (10%), Sérgio Moro (9%), Luiz Mandetta (3%), João Doria (2%) e Guilherme Boulos (2%).


Num cenário em que Doria é substituído por Eduardo Leite, do mesmo partido, o governador do Rio Grande do Sul vai a 4%. Nesse mesmo cenário, Moro é substituído por Datena, que alcança pontuação de 4%. A liderança permanece com o ex-presidente Lula, com 35% — 8 pontos à frente de Bolsonaro, que tem 27%.


No cenário espontâneo, em que não são apresentados os candidatos, Lula e Bolsonaro são os mais mencionados. O ex-presidente oscilou 1 p.p. em relação a junho, e tem 25%. O atual mandatário recuou 2 p.p., e aparece com 22%.


Em simulações de segundo turno, Lula amplia a vantagem sobre Bolsonaro e atinge 49%, contra 35% do atual presidente.


O levantamento foi feito entre os dias 7 e 10 deste mês e tem margem de erro de 3,2 pontos. O Ipespe fez 1.000 entrevistas telefônicas por meio de operadores devidamente treinados.
Fonte: Diário de PE

Para 58%, Bolsonaro não tem capacidade de liderar o Brasil

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16.5.21


A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não tem capacidade de liderar o Brasil segundo 58% dos brasileiros, mostrou pesquisa realizada pelo Datafolha na terça (11) e quarta-feira (12). É o maior percentual da série histórica desde que o instituto começou a fazer a pergunta, em abril de 2020.


Para 38%, Bolsonaro possui, sim, condições de comandar a nação, com base no que ele fez e está fazendo pelo país; 4% responderam não saber. O resultado vem a público em meio às críticas pela lentidão na vacinação contra a Covid-19, o descontrole da pandemia e a deterioração da economia.

O levantamento foi feito a partir de 2.071 entrevistas de forma presencial em 146 municípios espalhados por todo o Brasil. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Na pesquisa anterior, de março, 56% disseram não enxergar capacidade, 42% afirmaram que sim e 3% não opinaram. Desde a aferição de 27 abril do ano passado, a parcela dos que respondem que o presidente carece de aptidão para governar o país é superior à dos que veem o contrário.

Nos subgrupos representados na pesquisa, o de empresários é o único que majoritariamente acha hoje que Bolsonaro é capaz de liderar o Brasil, com 62% dos entrevistados que expressaram esse sentimento.

A categoria é também a que concede a melhor avaliação positiva ao governo, com 48% de ótimo ou bom -na média geral da população, o índice é de 24%, a pior marca do mandato até aqui.

Com exceção do empresariado, em todos os demais segmentos sociodemocráficos relevantes os resultados sobre a inaptidão do atual chefe do Executivo sobressaem, de acordo com o Datafolha.

A avaliação de que o presidente tem capacidade para a missão também é elevada entre os evangélicos. Nessa parcela, que usualmente confere popularidade a Bolsonaro, 49% veem nele condições de liderar o país, índice que cai para 34% entre católicos e para 28% entre espíritas/kardecistas.

No recorte geográfico, o diagnóstico de incapacidade atinge o maior patamar (65%) no Nordeste -região que, segundo o Datafolha, concentra hoje a maior resistência a Bolsonaro e desaprovação do governo.

Já na região Sul, que entrega ao presidente suas maiores taxas de aprovação e intenção de voto para 2022, o percentual dos que o julgam capaz é de 44%, ante 51% que pensam o contrário.

Quando a pandemia começou, Bolsonaro desfrutava de posição mais confortável no quesito capacidade. No início de abril de 2020, ele era tido como apto a liderar o país por 52%, ante 44% que o julgavam inábil. Depois disso, a taxa de incapacidade passou a ocupar a dianteira em todas as pesquisas.

Desde então, o presidente deu sinais de inoperância diante da crise, sabotando medidas de prevenção sanitária, negligenciando vacinas e transmitindo imagem de desalinhamento com seu "posto Ipiranga", o ministro Paulo Guedes, a quem alegadamente terceirizou a condução da economia.

Sob Bolsonaro, o Brasil se transformou em um dos epicentros globais da Covid, doença que já matou mais de 430 mil brasileiros. A responsabilidade do governo no descontrole da pandemia é alvo da CPI da Covid, que foi instalada no Senado em e já reuniu depoimentos comprometedores para o Executivo.

Segundo o Datafolha, 51% da população consideram a atuação de Bolsonaro na pandemia ruim ou péssima, ante 21% de pessoas que acham sua conduta ótima ou boa.

Na seara econômica, os brasileiros experimentam o agravamento de problemas como inflação, desemprego e fome, em meio a um cenário de paralisia da agenda do governo no Congresso e do enfraquecimento crescente de Guedes.

Apesar de notícias alvissareiras, como a volta do pagamento do auxílio emergencial, agora com alcance reduzido, e a criação de 837 mil vagas de trabalho com carteira assinada no primeiro trimestre, os sinais de retomada da atividade são lentos e desiguais, formando um quadro ainda preocupante.

Um pedido de reconhecimento da incapacidade civil de Bolsonaro para ocupar o cargo foi apresentado na quinta-feira (13) ao STF (Supremo Tribunal Federal) por um grupo de acadêmicos, advogados e professores. Na ação civil pública, eles reivindicam o afastamento do presidente.

Os autores apontam razões jurídicas, sociais e psíquicas. Afirmam que Bolsonaro "não está exercendo devidamente" a função e falha na execução de políticas públicas, pecando por "palavras, ações e omissões". Além disso, apresenta "incapacidade de cognição e ação".

O grupo requisita ao STF a realização de perícia médica para verificar possível anormalidade de personalidade do presidente. O relator do caso é o ministro Gilmar Mendes, que ainda não se manifestou.

A ação é assinada pelo presidente da APD (Academia Paulista de Direito), Alfredo Attié Jr., e pelos professores Renato Janine Ribeiro (USP), Roberto Romano (Unicamp), Pedro Dallari (USP) e José Geraldo de Sousa Jr. (UnB), além dos advogados Alberto Toron e Fábio Gaspar.

Datafolha: 54% reprovam desempenho de Bolsonaro na pandemia; 22% aprovam

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17.3.21


Pesquisa ouviu 2.023 pessoas nos dias 15 e 16 de março; margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
 G1
Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada nesta terça-feira (16), no site da "Folha de S.Paulo", aponta que 54% dos entrevistados avaliam como ruim ou péssimo o desempenho do presidente Jair Bolsonaro na gestão da crise provocada pelo novo coronavírus. Na pesquisa anterior, realizada em janeiro, esse índice era de 48%.

Segundo o levantamento, 22% consideram ótima ou boa a performance de Bolsonaro na condução do enfrentamento à pandemia. O índice anterior era de 26%.

A pesquisa nacional do instituto foi realizada por telefone nos dias 15 e 16 de março e ouviu 2.023 pessoas. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Os percentuais são (em parênteses, os índices das pesquisas passadas):

54% avaliam como ruim ou péssima a atuação de Bolsonaro na pandemia (janeiro: 48%; dezembro: 42%; agosto: 43%; junho: 49%; maio: 50%; abril: 45%; abril: 38%; abril: 39%; março: 33%)
22% avaliam como ótima ou boa a atuação de Bolsonaro na pandemia (janeiro: 26%; 27dezembro: 30%; agosto: 30%; junho: 27%; maio: 27%; abril: 27%; abril: 36%; abril: 33%; março: 35%)
24% avaliam como regular a atuação de Bolsonaro na pandemia (janeiro: 25%; dezembro: 27% agosto: 25%; junho: 23%; maio: 22%; abril: 25%; abril: 23%; abril: 25%; março: 26%)
Não soube responder: 1%

De acordo com a pesquisa, 43% dos entrevistados acreditam que Bolsonaro é o principal culpado pela situação da crise sanitária. Nesta terça, o Brasil registrou 2.798 mortes por Covid em 24 horas, novo recorde da pandemia, e mais 282 mil mortos no total pela Covid-19. Veja abaixo um resumo.

O levantamento também informa o desempenho geral de Bolsonaro até o momento. Os resultados:

Ótimo/bom: 30%
Regular: 24%
Ruim/péssimo: 44%
Não sabe: 2%
Quem é o principal culpado pela situação na pandemia?
Bolsonaro: 43%
Governadores: 17%
Prefeitos: 9%
População: 6%
Todos: 5%
Nenhum: 11%
Não sabe: 6%
Quem deveria ser o principal responsável por combater a pandemia?
Bolsonaro: 42%
Governadores: 20%
Prefeitos: 17%
População: 1%
Todos: 15%
Nenhum: 1%
Não sabe: 1%
Quem está combatendo melhor a pandemia?

Bolsonaro: 16%
Governadores: 38%
Prefeitos: 28%
População: 0%
Todos: 2%
Nenhum: 10%
Não sabe: 6%
Aprovação e rejeição de governadores na pandemia
Ruim ou péssimo: 35%
Ótimo ou bom: 34%
Regular: 30%
Não sabe: 1%
Desempenho do Ministério da Saúde na crise
Ruim ou péssimo: 39%
Ótimo ou bom: 28%
Regular: 32%
Não sabe: 1%

Bolsonaro tem rejeição de 42%, Haddad, 37%, aponta Ibope

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3.10.18

Bolsonaro tem rejeição de 42%, Haddad, 37%, aponta Ibope
Os dois primeiros colocados na disputa também ocupam as mesmas colocações no quesito rejeição

Dados foram divulgados nesta quarta-feira (3)
Fotos: AFP
Estadão Conteúdo

Os dois primeiros colocados na disputa também ocupam as mesmas colocações no quesito rejeição: 42% dos eleitores não votariam de jeito nenhum em Jair Bolsonaro (PSL), e 37% em Fernando Haddad (PT). A rejeição ao candidato petista cresceu à medida que passou a ser conhecido do eleitorado durante a campanha. Na primeira pesquisa do instituto em que apareceu como candidato, no dia 18 de setembro, ele era rejeitado por 29%. Em relação ao levantamento anterior, da última segunda-feira, ele oscilou um ponto para baixo. Pesquisa Ibope foi divulgada nesta quarta-feira (3).

Bolsonaro, por sua vez, tem conseguido diminuir sua rejeição, que chegou a ser de 46% no dia 24 de setembro e agora está em 42%. Nas duas pesquisas anteriores à de hoje, ele aparecia com 44%. O índice de rejeição é essencial para a viabilidade de um candidato no segundo turno - que, nas eleições deste ano, caminha para ser disputado entre Haddad e Bolsonaro, como mostrou pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 3.

Haddad só foi oficializado como nome do PT no dia 11 de setembro, após o indeferimento da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado no âmbito da Operação Lava Jato e preso em Curitiba desde abril. Nos últimos dias, Haddad tem sido alvo de ataques por parte dos adversários, que tentam surfar a onda do antipetismo - atualmente, 36% dos entrevistados pelo Ibope dizem que não votariam de jeito nenhum no partido.

Outros candidatos
Os índices de rejeição de Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) oscilaram dentro da margem de erro. O candidato pedetista foi de 18% a 16%; o mesmo movimento foi registrado pelo presidenciável tucano, que foi de 19% a 17%. O índice de Marina também é dois pontos menor e está em 23% - a menor taxa de rejeição registrada por ela desde o dia 5 de setembro.

Em seguida, aparecem Henrique Meirelles (MDB), com 10%; Cabo Daciolo (Patriotas), com 9%; Alvaro Dias (Podemos), Guilherme Boulos (PSOL), Eymael (DC) e Vera Lucia (PSTU), com 8%; João Amoêdo (Novo), 7%; e João Goulart Filho (PPL), 6%. Entre os entrevistados, 7% disseram que poderiam votar em qualquer candidato e 6% não souberam ou preferiram não responder.



A pesquisa
A pesquisa foi realizada nos dias 01 a 02 de outubro de 2018. Foram entrevistados 3.010 votantes de 209 municípios. A margem de erro máxima estimada é de dois pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. Os contratantes da pesquisa são o Estado e a TV Globo. O número de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-08245/2018.

Bolsonaro tem rejeição de 44% e no segundo turno perde em quase todos os cenários

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15.9.18

O levantamento foi divulgado nesta sexta-feira pelo Instituto Datafolha
 Diario de Pernambuco

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Mesmo tendo crescido nas intenções de voto de 22% para 26%, o candidato pelo PSL, Jair Bolsonaro, segue com a maior rejeição entre os presidenciáveis. Ele oscila entre 43% para 44%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Datafolha.

Assim como Bolsonaro, Fernando Haddad (PT) cresceu nos índices e foi de 22% para 26%, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB) com 25%. Marina Silva (Rede) oscilou de 29% para 30% e Ciro Gomes (PDT) subiu de 20% para 21%.

Ciro Gomes é o candidato que ganha em todas as simulações de intenção de votos no segundo turno. Tendo destaque para melhor desempenho quando contra o concorrente petista Haddad. O pedetista ganha de 45% a 27%.

CIRO E BOLSONARO
HADDAD E BOLSONARO
MARINA E BOLSONARO

ALKMIN E BOLSONARO

Pesquisa: 87,4% desaprovam governo Temer; no NE são 88,8%

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31.7.18


Foto: Guga Matos/JC Imagem
Do Jornal do Comércio

    
A pesquisa divulgada pelo instituto Paraná Pesquisas nesta terça-feira (31) aponta uma rejeição de 87,4% do governo Michel Temer (MDB). No Nordeste, região onde o percentual é o maior, chega a 88,8%.

No País, são 9,1% os que aprovam a gestão. Os que não sabem ou não opinaram somam 3,6%.

Os que aprovam o governo no Nordeste são 7,7%.


Fonte: Paraná Pesquisas

Foram entrevistados 2.240 eleitores de 170 municípios brasileiros entre os dias 25 a 30 de julho de 2018. O grau de confiança é de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2% para os resultados gerais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-00884/2018.

Casinhas, aprovação e reprovação de contas da Prefeitura na Câmara de 1997 a 2013, Sete contas sem informação ao TCE PE

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5.11.15


Casinhas PEListagem das Contas

Aqui, estão disponíveis, por município, as consultas sobre as contas de Prefeitos julgadas pela Câmara Municipal, no período de 1994 a 2013, em concordância ou divergência com o parecer técnico emitido pelo TCE/PE, bem como dos julgamentos já informados pelo legislativo municipal.
ExercícioPrefeitoParecer do TCE*Julgamento da CâmaraStatus
2013Maria Rosineide Araújo BarbosaEm análise
2012João Barbosa Camelo NetoAguardando Trânsito
2011João Barbosa Camêlo NetoAprovadoNão Informado
2010João Barbosa Camelo NetoRejeitadoAprovado
2009João Barbosa Camelo NetoRejeitadoNão Informado
2008João Barbosa Camêlo NetoAprovadoAprovado
2007João Barbosa Camelo NetoAprovadoNão Informado
2006João Barbosa Camelo NetoRejeitadoAprovado
2005João Barbosa Camêlo NetoAprovadoAprovado
2004Maria Rosineide De A. BarbosaAprovadoRejeitado
2003Maria Rosineide Araújo BarbosaAprovadoNão Informado
2002Maria Rosineide De A. BarbosaAprovadoRejeitado
2001Maria Rosineide De Araujo BarbosaAprovadoNão Informado
2000Maria Rosineide De Araujo BarbosaAprovadoAprovado
1999AprovadoNão Informado
1998AprovadoAprovado
1997AprovadoNão Informado

Legendas

*Todos os pareceres aqui considerados apresentam a decisão final do TCE (ou seja, a decisão transitada em julgada, já que não cabe mais nenhum recurso ou pedido de rescisão administrativo).
A Câmara acompanhou o julgamento do TCE
A Câmara NÃO acompanhou o julgamento do TCE
O processo encontra-se em análise pelo TCE
O processo encontra-se aguardando trânsito
Dois prefeitos em um mesmo exercício
O TCE não possui informações sobre o julgamento da Câmara

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