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URGENTE: Professores de Casinhas não receberam respostas de dois oficios encaminhados a prefeita sobre o piso de 33,24% e repudiam notícia propagada na Rádio Integração FM

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25.5.22


A prefeita de Casinhas, Juliana de Chaparral (DEM), usou dos microfones da Rádio Integração FM de Surubim, alegando que o sindicato dos professores não tinham enviado a proposta para pagamento do piso salarial dos professores de 33,34% . 
A notícia não é verídica,disse um dos professores,  já que o sindicato dos professores expediu e protocolou o ofício na prefeitura municipal propondo a prefeita que pagasse o piso parcelado em três vezes. Os dois ofícios foram encaminhados e protocolados na prefeitura municipal de Casinhas.
"Agente espera que o sindicato junto com os professores nos dê a resposta como vai ser". Disse a prefeita. 
A comissão esperou por volta de 15 dias pela resposta do primeiro ofícios, sem sucessos , o sindicato ainda  expediu o segundo ofício pedindo a resposta do primeiro ofício que também não foi respondido até a data de hoje. Portanto os professores estão com a verdade e aguardam que a prefeita pague o piso de 33,24% junto com os retroativos. Lembrando que foi proposto que a prefeita pagasse a primeira parcela de 15% agora  no salário do mês de maio.


Os professores pedem respeito, e  ao mesmo tempo REPUDIAM veemente qualquer fala que seja usada de forma inverídica. 
Que a   rádio Integração seja usada para falar a verdade a preservar a imagem e o respeito aos  professores do município de Casinhas 
Que esta emissora atente-se ao direito do contraditório  e dêem o mesmo espaço para ouvir os professores de Casinhas. 

CASINHAS - professores e pais de alunos saem em passeata até a Prefeitura reivindicando volta às aulas presenciais e o cumprimento do piso salarial dos professores

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4.4.22


Professores e pais de alunos do Município de  Casinhas cidade que fica no Agreste do Estado de Pernambuco, saíram em passeata nesta segunda-feira04/04/ pelas principais ruas da cidade reivindicando o pagamento do piso salarial dos professores de 33,24% e a volta às aulas presenciais. Pais de alunos também reivindicam a entrega do kit alimentação escolar referente ao ano de 2022 e todo material escolar referente aos anos de 2021 e 2022. A categoria de professores também  reclama de que é a terceira vez que tentam contato com a Prefeita do Município para tomar conhecimento se a gestão Municipal vai cumprir o pagamento integral do piso salarial de 33,24%. Os professores decidiram pela greve no dia 24 de março por meio de uma assembleia presencial. 
A passeata saiu da Câmara Municipal passando pela Secretaria Municipal de Educação até a Prefeitura Municipal onde aconteceu um ato público pedindo que a Prefeita Juliana de Aguiar atendesse a categoria. Em contato com funcionários da Prefeitura, a gestora não se encontrava no local. Uma comissão de professores, vereadores e pais de alunos foram recebidos pela Secretária de Administração e finanças do Município. O vereador Elias de Muamba ainda chegou a entrar em contato com a Prefeita por meio de um telefonema. questionada por não atender a categoria, a Prefeita respondeu que estará reunindo o pessoal da contabilidade, assessoria jurídica para em seguida confirmar a reunião com a comissão do Sindupron. 
Também participaram do ato pela educação do Município os vereadores Áilla Barbosa - Presidente da Câmara Municipal,  o vereador Francismar, Elias de Muamba, Evaldo do Catolé e a professora vereadora Valdiane do Junco. O vereador Inácio do Toyota justificou que estava em viagem com paciente para hospitais da capital pernambucana. 

Em Orobó, Professora faz relato de coragem e pede o cumprimento do Piso salarial durante reunião na Câmara

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25.3.22


"Vestida de coragem, guiada pelo Espirito Santo, levei ao Plenário da Câmara de Orobó, as dores da Educação e pedi audiência pública", 
 
Do Blog com Deus e a Verdade

Depoimento da Professora Madalena França

"Estivemos reunidos  na Sessão da Câmara, um grupo representativo da Classe dos professores, para juntos aos vereadores, solicitar que não votem um reajuste, abaixo de 33,24%, concedido pelo MEC e Governo Federal- menor salário possível a ser pago a um professor brasileiro em inicio de carreira.
Fazendo justiça ,agradecemos a presidente da Casa, que nos deu oportunidade de expor nossas reivindicações. Antes da Plenária tivemos uma conversa informal, onde ela confirmou, que estiveram reunidos com o prefeito, contador, secretário  e, como já havia noticiado neste blog, a proposta inicial de reajuste era realmente 10%. Segundo D. Lia, os vereadores acharam muito pouco e perguntaram se não poderia chegar a pelo menos 20%? E que no final o máximo que a prefeitura disse a eles que poderia reajustar, seria em 15%.

Seguiu então a minha fala: Expliquei que não compete a nenhum vereador, nem prefeito estipular percentual de reajuste de professor. O PISO SALARIAL é Lei Nacional, somente o MEC (Misistério da Educação) pode estipular percentual do Piso, pois eles fazem as contas baseados na matrícula de alunos do ano anterior e o valor aluno ano é reajustado de acordo com as perdas inflacionárias. Que esse ano o aumento foi um pouco maior, visto que devido a Pandemia, o governo Federal, não reajustou e foi incluído  o aumento de 2021 em 2022, para corrigir a defasagem salarial.

Expliquei que Orobó não segue as faixas salariais do Plano de Carreira e poucos professores tem quinquênios e Pó de Giz , que já foram congelados em 2016.

Que nós professores não queremos planilhas prontas. A gente quer que a secretária de Educação , forneça a Folha Nominal de cada professor , escola onde trabalha, quantas aulas tem  e quanto ganha, se tem direito a quanto ganha e se deveria estar incluso na folha da Educação?! Resumindo. Queremos uma auditoria bem feita, com a presença de todos os poderes, inclusive o MP, na intensão de enxugar a folha de pagamento, eliminar as possíveis gratificações extraordinárias, as possíveis pessoas que se encontram recebendo pelo FUNDEB sem dele ter direito. Depois que tudo isso for feito, se ainda assim, comparar a Receita do FUNDO e não der para pagar, formalizar um Documento construído e assinado em consenso com os professores, requerendo da União a Complementação que faltar: É quando vamos dizer: Alô seu presidente; O senhor deu o aumento de 33,24% mas não mandou o dinheiro suficiente. Mas para dizer isso;  é preciso provar que ele realmente não mandou. Como se prova?  Mostrando nome a nome de quem tem direito ao FUNDEB, onde trabalha e quanto ganha. Eu particularmente não acredito que Bolsonaro, mandou o Piso para Toritama, Petrolina, Buenos Aires, Feira Nova, Machados, Natuba, Gado Bravo, Umbuzeiro, e para o país inteiro e não mandou para Orobó. Mas caso fique provado que isso aconteceu, ai nós professores aceitaremos um reajuste menor, enquanto esperamos a complementação da União chegar; porém, constado em ata e assinado, que na hora que o dinheiro chegar seja repassado. Nós não queremos nada além do que é nosso direito de forma transparente!

Sobre os vereadores: Agradecemos a Júnior de Ubiraci, por ter colocado a indicação, solicitando o reajuste do Piso do Professor de forma correta e adequada a Lei, federal 11.738 que reajustou em 33,24%, aos vereadores David Filho, Lúcio Donato, e Amilton que  nos trataram com carinho e em suas falas concluíram dizendo contem comigo! É a Mesma Coisa de dizer eu voto sim ao piso do Professor. Aos demais, constatei algumas falas inseguras. Paulo Brito, disse que merendeiras e pessoal da limpeza está dentro dos 70% para pagamento do professor. Equívoco. Não! Esses pessoal se enquadra nos outros 30%. Eduardo do Cimento disse ter vontade de votar o piso Correto. Não vale só a vontade vereador, seu papel é votar o que está na Lei. A vontade só não basta.  Dona Lia disse que é pesado para eles, e eu entendo, não é fácil decidir entre cumprir a lei  justa e perder suas regalias. Ser situação por vezes também tem o ônus , não é só o bônus . Os demais eu dispenso até comentários. Me entristece ver um Jurista, estando vereador, conhecendo a lei,  ter que se opor a ela, subordinando-se ao poder Executivo.
Ai, Ai... teve quem quis humilhar e foi humilhado!

Nós não negociamos nosso Direito aos 33,24 % . Lei se cumpre! Os caminhos a serem tomados foram expostos. Se provar que faltou dinheiro dentro da legalidade , recorremos ao presidente do Brasil!

Para falar das Flores: foi pedido dotação Orçamentária para incluir mais de dois Milhões que chegou do Governo Federal para investir na Educação de Orobó em um projeto de robótica. Isso, é fora a verba do FUNDEB: Dinheiro é bom demais! Mas tem coisa que parece piada! O aluno de Orobó, chegará a robótica antes de ter  chegado a um celular para fazer as atividades on- laine.  Muitas famílias, não tem nenhum e outras tem um , para dividir para três ou quatro da mesma família. Isso é Brasil meu povo!

Agradeço a parceria daqueles poucos que vestiram-se de coragem para lutar por todos!








Em Casinhas, Professores e pais de alunos fazem passeata pelo piso salarial e volta às aulas presenciais

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11.3.22


Foi realizado nesta sexta-feira 11/03, a primeira assembleia presencial com os professores e pais de alunos no Município de Casinhas, cidade que fica no Agreste de Pernambuco. A reunião foi realizada na Câmara Manoel de Veiga e Lira  e organizada pelo SINDUPRON - Sindicato Único dos Profissionais do Magistério das redes Municipais no Estado de Pernambuco e coordenada pela Comissão de base do Município de Casinhas. Durante a assembleia, professores  reivindicaram o pagamento do piso salarial do novo Fundeb de 33,24% e o retorno das aulas presenciais. O pedido do retorno das aulas presenciais também foi reforçado pelos pais de alunos que durante o discurso destacaram a necessidade de um ensino presencial de qualidade e que seja ofertado merenda para os alunos, material escolar e fardamento de qualidade.

Piso Salarial dos Professores no ano de 2022
O Piso Salarial Profissional Nacional para os Profissionais do Magistério Público da Educação Básica (PSPN) teve o reajuste de 33,24% anunciado no mês de janeiro   pelo Presidente da República, de R$ 3.845,63. Mais de 1,7 milhão de docentes serão beneficiados em todo o país, de acordo com o Ministério da Educação. O piso nacional da categoria é o valor mínimo que deve ser pago aos professores do magistério público da educação básica, em início de carreira, para a jornada de, no máximo, 40 horas semanais. Ele foi instituído pela Lei 11.738 de 2008, regulamentando uma disposição já prevista na Constituição Federal e na Lei de Diretrizes e Base da Educação (LDB). A lei estabelece, ainda, que os reajustes devem ocorrer a cada ano, em janeiro.O valor do piso do magistério é calculado com base na comparação do valor aluno-ano do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) dos dois últimos anos.
O valor aluno-ano é o valor mínimo estabelecido para repasse do Fundeb para cada matrícula de aluno na educação básica por ano. O repasse do Fundeb envolve recursos provenientes da arrecadação de estados e municípios e também da União, quando houver necessidade de complementação financeira.
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Após a assembleia presencial, professores e pais de alunos, realizaram uma passeata com faixas e cartazes pelas principais ruas da cidade até a Prefeitura Municipal. A comissão tentou  contato com a prefeita para tentar um diálogo para resoluções dos principais problemas que vêm afetando professores, alunos e pais de alunos. A informação era de que a Prefeita não se encontrava no Palácio Miguel Agostinho. A comissão chegou a ser  recebida pelo assessor político da Prefeita. 
Os professores ainda entraram em contato  com a Secretária de Educação do Município para buscar  informações sobre o retorno das aulas presenciais e quando seria efetuado o pagamento do piso. Quanto ao retorno das aulas presenciais ficou determinado que será no mês de abril e quanto ao pagamento do piso a resposta  foi de que não havia prazos nem quanto seria o valor. 
"Queremos dizer que de acordo com a Assembleia iremos tomar algumas decisões, estas decisões que vai ferir a nossa alma, o que nós mais queremos pais é vê os seus filhos estudando presencialmente porque nós já temos praticamente o ciclo vacinal completo e às crianças também estão sendo vacinadas. Porque insistir no ensino remoto? que agente sabe que muitos pais não têm internet. Aqui neste momento, estamos reivindicando o que é de direito legal constitucional, essa lei foi criada em 2008, que concede a cada ano, o direito do reajuste do professor, esse ano foi aplicada a alíquota de 33,24%". Disse o professor e Diretor do Sindicato Jairo. 
Veja a coleção de imagens captadas pelo comunicador Natal Casinhas:





































































FESTA DO TAPUIA 2022

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