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Ucrânia encontra 410 corpos de civis na região de Kiev após saída de russos

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3.4.22


O número total foi divulgado após o prefeito de Bucha revelar que quase 300 de seus moradores foram enterrados em valas comuns por russos

Os corpos de 410 civis foram encontrados na região de Kiev recentemente libertada das tropas russas pelas forças ucranianas, informou neste domingo (3) a procuradora-geral ucraniana, Iryna Venediktova.

Durante um programa transmitido em vários canas de TV na Ucrânia, Venediktova revelou que "os peritos forenses já examinaram 140 deles".

Cidade Bucha, nos arredores de Kiev, é liberada, diz prefeito
Foto: ANSA / Ansa - Brasil
O número total foi divulgado após o prefeito de Bucha, Anatoly Fedoruk, revelar que quase 300 de seus moradores foram enterrados em valas comuns pelo Exército russo.

"Os corpos encontrados em Bucha levantam sérias questões sobre possíveis crimes de guerra", anunciou a Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra.

Corredores humanitários - Hoje, a vice-primeira-ministra ucraniana, Iryna Vereshchuk, havia informado que a expectativa é de que o trabalho de evacuação de civis com a ajuda da Cruz Vermelha de Mariupol continuasse, com um ônibus tentando se aproximar da cidade sitiada pelas tropas russas.

No entanto, a chefe da unidade de crise de Lviv, Nataliya Smikh, disse à ANSA que "os corredores humanitários para a chegada de alimentos e evacuações em Mariupol e Kharkiv estão bloqueados e o de Odessa funciona a 50%".

Terra

Rússia nega intenção de derrubar governo da Ucrânia, os dois países fecharam um acordo para manter seis corredores humanitários

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9.3.22


Oficialmente, o regime de Vladimir Putin diz que seu objetivo é "desmilitarizar" e "desnazificar" o país.
A Rússia negou nesta quarta-feira, 9, que seu objetivo com a invasão à Ucrânia seja derrubar o governo do presidente Volodymyr Zelenski, que alega ser o principal alvo da ofensiva de Moscou.
Em um briefing com jornalistas, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova, afirmou que houve "algum progresso" nas negociações em Belarus, garantindo que as Forças Armadas não receberam a tarefa de "derrubar o atual governo".


Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, durante entrevista coletiva em Moscou

Foto: Shamil Zhumatov

Oficialmente, o regime de Vladimir Putin diz que seu objetivo é "desmilitarizar" e "desnazificar" a Ucrânia e obter o reconhecimento da anexação da Crimeia e da soberania de Donetsk e Lugansk.

No entanto, potências ocidentais acusam a Rússia de querer instalar um governo fantoche pró-Kremlin em Kiev, assim como já acontece em Belarus, para evitar a aproximação de mais uma ex-república soviética com a União Europeia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Além disso, o próprio Zelenski disse ser o "alvo número 1" da ofensiva russa na Ucrânia.
Os dois países fecharam um acordo para manter seis corredores humanitários abertos nesta quarta-feira, envolvendo cidades como Enerhodar, Sumy, Mariupol, Volnovakha, Izium e os arredores da capital Kiev.

"Faço um apelo para que a Federação Russa assuma um compromisso público formal [de respeitar os corredores]", disse a vice-premiê da Ucrânia, Iryna Vereshchuk. "Habitantes de Volnovakha falaram comigo e me pediram que a promessa da Federação Russa seja respeitada. As pessoas precisam sair dos lugares onde estão se escondendo da chuva de mísseis que as está matando", acrescentou.

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Apenas em Sumy, cerca de 5 mil civis foram evacuados na última terça-feira, 8, e levados para Poltava, que ainda não é alvo da invasão russa. Até o momento, a guerra na Ucrânia já gerou cerca de 2,2 milhões de refugiados, segundo a ONU, e centenas de milhares de deslocados internos.

Ucrânia: 'Há risco claro de acidente nuclear', diz chefe da ONU para energia atômica

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Diante da tensão do momento, o argentino Rafael Mariano Grossi, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), se ofereceu para ser mediador de um encontro entre Rússia e Ucrânia no âmbito nuclear.
Marcia Carmo - De Buenos Aires para a BBC News Brasil       Do Site Terra

A usina nuclear de Zaporizhzhia foi atingida nas primeiras horas da sexta-feira (4/3)
Foto: BBC News Brasil

Na última sexta-feira (4/3), o Conselho de Segurança das Nações Unidas convocou uma reunião de emergência após o incêndio na usina nuclear de Zaporizhzhia, na Ucrânia. O incêndio, que foi controlado, despertou forte preocupação na comunidade internacional em meio à invasão da Rússia no território ucraniano.

Um dos principais objetivos do encontro era ouvir as percepções do diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), o embaixador argentino Rafael Mariano Grossi, que, a partir de um voo de Viena (Áustria) a Teerã (Irã), com interrupções na internet, explicou a situação na central nuclear naquele momento.
O silêncio e a espera dos diplomatas para que a conexão de Grossi fosse retomada mostraram a importância de suas avaliações e de seu papel neste momento - que envolve a Rússia, uma das maiores potências nucleares do planeta, que conta com armas do tipo, e a Ucrânia, que possui 15 reatores nucleares, decisivos para o uso de sua energia.

Grossi, de 61 anos, especialista em energia nuclear, é formado em ciências políticas e em questões nucleares. Ele presidiu em 2020 a Conferência do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) e é diretor-geral da agência da ONU desde 2019, onde chegou com apoio de vários países da América Latina.

Nesta entrevista exclusiva à BBC News Brasil, falando de Viena, em português, o diplomata e especialista em questões nucleares afirmou que "existe risco claro de acidente nuclear" na Ucrânia.

Diante da gravidade e da tensão da situação - com risco de acidente nuclear, como afirmou -, ele se ofereceu para ser mediador de um encontro entre Rússia e Ucrânia no âmbito nuclear.

Leia os principais trechos a seguir:

BBC News Brasil - O senhor se ofereceu para ser negociador em um encontro entre Ucrânia e Rússia na usina desativada de Chernobyl (que explodiu em 1986). Existe essa possibilidade?

Rafael Mariano Grossi - A Ucrânia é um país com uma rede nuclear muito importante. Tem 15 reatores nucleares, tem instalações como Chernobyl, que é simbólica e icônica, e tem muitas instalações de segurança, de lixo radioativo. Então, existe um risco claro de acidente nuclear. Portanto, no cumprimento da minha missão, que é uma missão técnica, eu, pessoalmente, ofereci visitar a Ucrânia para tentar negociar e chegar a um acordo com as duas partes. Chegar a um acordo com pontos-chave de segurança nuclear para que sejam evitados, exatamente, ataques às centrais, às instalações nucleares. Para garantir o fornecimento de eletricidade nestas instalações nucleares e garantir a refrigeração. Não é uma mediação política. Essa não é missão da agência, que tem um mandato muito claro e restrito às questões nucleares.

Guerra na Ucrânia supera marca de 2 milhões de refugiados

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8.3.22


Quase metade deste contingente foi para a Polônia na tentativa de fugir do confronto

A guerra na Ucrânia superou nesta terça-feira, 8, a marca de 2 milhões de refugiados, segundo dados das Nações Unidas.

Refugiados ucranianos chegam em Berlim, na Alemanha
Foto: EPA / Ansa - Brasil
O portal da agência da ONU para refugiados (Acnur) dedicado à crise ucraniana mostra que, por volta de 7h30 (horário de Brasília), a cifra de deslocados internacionais em função da invasão russa era de pelo menos 2.011.312, sendo que mais da metade desse contingente (1,2 milhão) se dirigiu à Polônia.

Outras importantes nações de destino são Hungria (191,3 mil), Eslováquia (140,7 mil), Moldávia (82,8 mil), Romênia (82 mil) e a própria Rússia (99,3 mil). Para efeito de comparação, o número de refugiados ucranianos no mundo até junho de 2021, segundo o Acnur, era de 53,5 mil.

De acordo com a própria ONU, a crise de refugiados na Ucrânia apresenta o crescimento mais rápido na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. O país tem cerca de 44 milhões de habitantes, e o número de deslocados internacionais tende a aumentar rapidamente, já que centenas de milhares de pessoas fugiram de suas casas, mas ainda não cruzaram as fronteiras.

Em coletiva de imprensa em Oslo, na Noruega, o chefe do Acnur, Filippo Grandi, disse que as guerras na Bósnia-Herzegovina e no Kosovo também tiveram de 2 a 3 milhões de refugiados, "mas em um período de oito anos".

Evacuação

Após três dias de tentativas fracassadas, a Rússia anunciou nesta terça-feira a abertura de corredores humanitários para evacuação de civis de cinco cidades ucranianas: a capital Kiev, Kharkiv, Chernihiv, Sumy e Mariupol, que estão entre os principais alvos da ofensiva de Moscou.

"Até 9h30 [4h30 em Brasília], mais de 150 pessoas tinham sido evacuadas [em Kiev]", afirmou o chefe da administração regional de Kiev, Oleksiy Kuleba.

No entanto, a vice-premiê ucraniana, Iryna Verechtchouk, disse ter recebido "informações" que apontam que a Rússia quer "atrapalhar" o corredor humanitário de Sumy e forçar as pessoas a percorrerem um "itinerário não concordado e perigoso".

A União Europeia já aprovou a concessão de proteção temporária para as pessoas em fuga da Ucrânia, que poderão residir, trabalhar, estudar e receber assistência médica no bloco. 

Terra

'Preciso falar com Putin… é a única maneira de parar a guerra', diz Zelensky

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3.3.22


Presidente ucraniano fez novo apelo por ajuda dos países ocidentais.


Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em entrevista coletiva de 3 de março de 2022 — Foto: Reprodução/ GloboNews

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que a "única maneira de parar a guerra”, enquanto as negociações estão em andamento, é que ele fale diretamente com o presidente russo Vladimir Putin.

"Eu preciso falar com Putin... porque essa é a única maneira de parar esta guerra", disse Zelensky.
Ele fez um apelo aos países ocidentais, nesta quinta-feira (3), para que aumentem seu apoio, insistindo em que se seu país for derrotado pela Rússia, ela atacará o restante da Europa Oriental, a começar pelos países bálticos, para chegar "até o Muro de Berlim".
"Se desaparecermos, que Deus nos proteja, em seguida será Letônia, Lituânia, Estônia etc. (...) Até o Muro de Berlim, acreditem em mim", disse Zelensky à imprensa, pedindo aos ocidentais que "fechem o céu" ucraniano aos aviões russos, ou que deem aviões para Kiev. "Nós buscamos a liberdade", afirmou.
Zelensky: 'Eu amo meu país e estou no lugar onde posso ajudar mais'
Zelensky: 'Eu amo meu país e estou no lugar onde posso ajudar mais'

"Eu tenho medo, obviamente, de que meus amigos morram. Eu, como presidente da Ucrânia, não tenho direito a ter medo de morrer. Claro que dentro de mim, eu sinto dor. Temo pelos entes queridos. Tenho medo de não ter mais meu país. Eu tenho medo. O que vamos dizer a nossos filhos?", disse Zelensky.

G1

Reunião entre Rússia e Ucrânia para negociar fim da guerra é adiada para quinta

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2.3.22


Encontro inicialmente previsto para hoje foi remarcado para possibilitar a chegada da delegação ucraniana

A segunda rodada de negociações entre Ucrânia e Rússia foi adiada para quinta-feira (3/2). Segundo a agência russa Tass, o encontro inicialmente previsto para hoje, foi remarcado para possibilitar a chegada da delegação ucraniana a Belovezhskaya Pushcha, na região de Brest, próxima a Polônia.

As negociações entre os dois países devem colocar a possibilidade de um cessar-fogo na agenda. “Esperamos os executivos ucranianos amanhã, já estão a caminho”, afirmou o líder prova delegação russa, Vladimir Medinski.

Segundo a mesma fonte, o exército do país governado por Vladimir Putin está também providenciando um corredor de segurança para a delegação ucraniana. De acordo, com várias agência de notícias russas, estará em cima da mesa um possível cessar-fogo.

Correio Braziliense

Rússia e Ucrânia se reúnem pela 1ª vez para negociações

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28.2.22


A expectativa de uma resolução hoje é bastante baixa, mas esse é um primeiro passo para uma tentativa de pacificação

Membros da delegação ucraniana desembarcam de helicóptero ao chegarem para conversar com representantes russos na região de Gomel - 28 de fevereiro de 2022
Foto: Sergei Kholodilin/BelTA/Divulgação via REUTERS

Terra

A primeira reunião entre as delegações russa e ucranianas para tentar um acordo de cessar-fogo na guerra começou nesta segunda-feira, 28, em Gomel, em Belarus. A expectativa de uma resolução hoje é bastante baixa, mas esse é um primeiro passo para uma tentativa de pacificação.

O quinto dia do ataque da Rússia contra a Ucrânia foi marcado por menos ataques militares e pela expectativa do primeiro encontro formal entre delegações dos dois países.

"As próximas 24 horas serão cruciais para a Ucrânia", disse o presidente do país, Volodymyr Zelensky, logo no início do dia. O mandatário informou que continua em contato constante com as lideranças ocidentais e que voltou a conversar com o premiê britânico, Boris Johnson, e com o presidente polonês, Andrzej Duda, sobre o atual momento do conflito.

Segundo as autoridades ucranianas, as tropas russas estão "diminuindo o ritmo da ofensiva" com militares que permanecem a cerca de 30 quilômetros do centro da capital Kiev. Alguns ataques pontuais foram registrados próximos à cidade e também em Kharkiv, segundo maior município do país, que está sob ataque mais intenso desde a madrugada de domingo (27).

Mas, os russos pedem que seja reconhecida "sua supremacia aérea" na Ucrânia, algo não feito pelos ucranianos.

Em um segundo pronunciamento, Zelensky fez dois apelos contundentes. O primeiro foi político para a União Europeia. O mandatário quer que seu país tenha uma "adesão imediata" ao bloco, que vem se movimentando intensamente para aplicar duras sanções contra Moscou e para fazer um inédito fornecimento de armas e equipamentos militares a um país em guerra.

Após a fala, o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, afirmou que já sabe que "o governo ucraniano está preparando o pedido oficial para se unir à UE". "Isso quer dizer que a Comissão Europeia deverá tomar um posição oficial e significa que o Conselho também precisará adotar uma posição. Eu acredito que esse será um debate muito rápido", disse em uma rápida entrevista com os jornalistas.

O segundo apelo foi para os soldados russos para que eles deponham armas. "Abandonem os seus equipamentos. Vão embora daqui. Não acreditem em seus comandantes e não acreditem nos seus propagandistas. Salvem-se", disse em um vídeo publicado nas redes sociais.

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Kiev afirma que desde o início do ataque ordenado por Vladimir Putin, mais de 4,5 mil soldados russos morreram ou ficaram feridos. Moscou, por seu lado, não dá números de vítimas, mas reconheceu neste domingo pela primeira vez que "há heróis" que morreram ou se feriram na batalha. A guerra de informações também não torna possível a verificação real de quantas pessoas faleceram na batalha.

Os ataques da Rússia contra a Ucrânia começaram no dia 24 e aparentavam tomar rapidamente o controle do país. No entanto, a defesa ucraniana tem sido mais resistente do que o esperado e a nação ainda está sob o comando de Zelensky - que negou um pedido dos Estados Unidos para fugir de Kiev. "Não preciso de carona, preciso de armas", disse ao governo de Washington.

Desde então, os aliados ocidentais vem impondo sanções em todos os setores econômicos e produtivos da Rússia além de fornecer dinheiro e armamentos para a defesa ucraniana. Até o momento, como o conflito se concentra apenas no território ucraniano, nenhuma outra nação se envolveu na guerra.

Rússia veta resolução da ONU contra guerra; Brasil condena invasão

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25.2.22


Rússia veta resolução condenando invasão da Ucrânia no Conselho de Segurança da ONU; Brasil vota a favor
A China, Emirados Árabes Unidos e Índia se abstiveram. Essa foi a primeira vez que o Brasi se posicionou oficialmente sobre a crise no leste da Europa – e foi contrário à invasão russa.

Embaixador da Rússia nas Nações Unidas, Vassily Nebenzia, durante votação de resolução do Conselho de Segurança sobre a guerra na Ucrânia em foto de 25 de fevereiro de 2022 — Foto: Carlo Allegri/Reuters

A Rússia vetou a resolução do Conselho de Segurança da ONU que serviria para condenar a invasão da Ucrânia nesta sexta-feira (25). Foi o único país a votar contra, mas seu voto tem poder de veto.

A resolução recebeu o voto favorável de 11 dos 15 membros do Conselho, entre eles o Brasil, que ocupa um assento temporário no grupo. China, Emirados Árabes Unidos e Índia se abstiveram.

A representante dos Estados Unidos, a embaixadora Linda Thomas-Greenfield, foi a primeira a discursar e justificar seu voto – a favor de uma condenação à invasão russa.

"Vimos russos protestando contra as atitudes de Putin, eles não querem ver inocentes morrendo pela ambição dele. Nós temos a obrigação solene de não virar as costas para os ucranianos", disse.

Membros do Conselho de Segurança da ONU em reunião sobre a guerra da Ucrânia em foto de 25 de fevereiro de 2022 — Foto: Carlo Allegri/Reuters

Brasil se posiciona
Embaixador do Brasil na ONU, Ronaldo Costa Filho, disse que o Conselho de Segurança deve agir urgentemente diante da agressão da Rússia. Essa foi a primeira vez que o Brasil se manifestou oficialmente e foi contra a invasão russa à Ucrânia.

"O enquadramento do uso da força contra a Ucrânia como um ato de agressão, precedente pouco utilizado neste Conselho, sinaliza ao mundo a gravidade da situação", reforçou o embaixador brasileiro.
Na quinta-feira (25) o vice-presidente Hamilton Mourão disse que o Brasil não era neutro neste conflito e que não concordava com a invasão do território ucraniano. A fala foi desautorizada pelo presidente brasileiro, Jair Bolsonaro durante uma transmissão pela internet.

"Renovamos nosso apelo pela cessação total das hostilidades, pela retirada das tropas e pela retomada imediata do diálogo diplomático", disse o embaixador ao Conselho. "Não há alternativa à negociação para resolver a crise atual."
Embaixador brasileiro em reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas em Nova York — Foto: Carlo Allegri/Reuters
Embaixador brasileiro em reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas em Nova York — Foto: Carlo Allegri/Reuters

Costa Filho disse também que o país tentou manter uma posição de equilíbrio, e que durante as negociações do texto, o Brasil procurou "manter o espaço de diálogo, mas ainda sinalizando que o uso da força contra a integridade territorial de um Estado-membro não é aceitável no mundo atual".

"As preocupações de segurança manifestadas pela Federação Russa nos últimos anos, particularmente em relação ao equilíbrio estratégico na Europa, não dão à Rússia o direito de ameaçar a integridade territorial e a soberania de outro Estado", disse o embaixador brasileiro.

Como é formado o Conselho de Segurança?
O Conselho de Segurança da ONU é formado por 15 membros das Nações Unidas. Destes, dez assentos são rotativos, e cinco são permanentes – estes são os que têm direito a veto.

Fazem parte da atual formação do Conselho de Segurança os países:

Albânia
Brasil
China*
França*
Gabão
Ghana
Índia
Irlanda
Quênia
México
Noruega
Rússia*
Emirados Árabes
Reino Unido*
Estados Unidos*
*Países com assento permanente no Conselho de Segurança. Todos eles têm direito a vetar as resoluções votadas.

O que pode acontecer após o veto?
Após a rejeição do Conselho de Segurança, um texto semelhante poderia ser enviado à Assembleia Geral das Nações Unidas, para ser avaliada pelos 193 membros da ONU e onde não há direito de veto.

O texto vetado pelos russos havia sido apoiado por cerca de sessenta países – além dos 11 membros do Conselho que foram favoráveis a ele –, e pedia para a Rússia "cessar imediatamente o uso da força" e "abster-se de qualquer ameaça ilegal ou uso de força contra um estado membro da ONU".

A resolução pedia ainda que a Rússia "retirasse imediata, completa e incondicionalmente" suas forças militares da Ucrânia e "revertesse" a decisão de reconhecer a independência das províncias do leste ucraniano de Donetsk e Luhansk, em guerra, uma vez que "viola a integridade territorial".

G1

Papa Francisco pede união para enfrentar pandemia na missa do Domingo de Páscoa

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12.4.20

Tradicional benção 'Urbi et Orbi' proclamada na Basílica de São Pedro, no Vaticano, sem a presença de fiéis.
 G1

Papa Francisco celebrou missa do Domingo de Páscoa, com as portas da Basílica de São Pedro, no Vaticano, fechadas — Foto: Andreas Solaro / AFP

O Papa Francisco celebrou neste domingo (12) a missa de Páscoa, com a tradicional benção "Urbi et Orbi" (à cidade de Roma e ao mundo), sem a presença de fiéis na Basílica de São Pedro, no Vaticano, por causa da pandemia de Covid-19. Na celebração, que foi transmitida pela internet, ele pediu união para enfrentar a pandemia.

“Este não é tempo para a indiferença, porque o mundo inteiro está sofrendo e deve sentir-se unido ao enfrentar a pandemia”, disse o pontífice.
Acompanhe a celebração da Páscoa pelo Brasil e pelo mundo; FOTOS

Papa Francisco celebra a missa de Páscoa neste domingo (12) com a Basílica de São Pedro, no Vaticano, com as portas fechadas — Foto: Andreas Solaro / AFP

O pontífice fez um apelo para que não faltem os bens de primeira necessidade aos que vivem nas periferias, aos refugiados e aos desabrigados. O papa pediu ainda a redução das sanções internacionais, que impedem a alguns países de proporcionar apoio adequado aos seus cidadãos.


“Este não é tempo para egoísmos, pois o desafio que enfrentamos nos une a todos e não faz distinção de pessoas.”
Papa Francisco beija o altar no início da missa do Domingo de Páscoa na Basílica de São Pedro, no Vaticano — Foto: Andreas Solaro / AFP Photo


Como tradicionalmente não faz homilia durante a celebração no Domingo de Páscoa, sua mensagem foi transmitida no momento da benção "Urbi et Orbi", que é seguida da concessão da indulgência plenária.

Em tom bastante sóbrio, o pontífice dedicou sua mensagem aos afetados diretamente pelo novo coronavírus: enfermos, mortos e famílias das vítimas. Ele abriu mão do rito do “Resurrexit”, que recorda a surpresa do apóstolo Pedro ao ver o sepulcro vazio, pois, segundo a fé cristã, Jesus ressuscitou.

“Nesta noite, ressoou a voz da Igreja: ‘Cristo, minha esperança, ressuscitou!’. É um ‘contágio’ diferente, que se transmite de coração a coração, porque todo o coração humano aguarda esta Boa Nova. É o contágio da esperança.”
O papa defendeu que que as palavras indiferença, egoísmo, divisão e esquecimento não sejam ouvidas.

"Essas palavras prevalecem quando em nós vencem o medo e a morte, isto é, quando não deixamos o Senhor Jesus vencer no nosso coração e na nossa vida. Ele, que já derrotou a morte abrindo-nos a senda da salvação eterna, dissipe as trevas da nossa pobre humanidade e introduza-nos no seu dia glorioso, que não conhece ocaso.”

O Papa francisco celebra a missa do Domingo de Páscoa, com a tradicional benção 'Urbi et Orbi'; site do Vaticano transmitiu — Foto: Reprodução / Site do VaticanoO Papa francisco celebra a missa do Domingo de Páscoa, com a tradicional benção 'Urbi et Orbi'; site do Vaticano transmitiu — Foto: Reprodução / Site do Vaticano
O Papa francisco celebra a missa do Domingo de Páscoa, com a tradicional benção 'Urbi et Orbi'; site do Vaticano transmitiu — Foto: Reprodução / Site do Vaticano

No sábado (11), o Papa fez a cerimônia solene de vigília de Páscoa. A celebração também não teve a presença de fiéis tampouco batismos. As medidas são para evitar a disseminação do novo coronavírus. Na última sexta-feira (10), o Papa já havia celebrado a Paixão de Cristo com a Basílica de São Pedro vazia.

Desde a semana passada, o Papa Francisco realizou audiências gerais e o Angelus sem os fiéis para evitar a propagação do novo coronavírus. O pontífice também tem mantido a distância prudente recomendada de seus interlocutores.

A basílica e a Praça de São Pedro permanecem fechadas, seguindo as recomendações das autoridades italianas.

Centenas de fiéis participam da 2ª Caminhada de Nossa Senhora de Fátima em Casinhas

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12.5.19

Caminhada saiu do Centro de Casinhas até o distrito de Oratório (Mário Andrade/Divulgação) Natal Casinhas 
Centenas de fiéis participaram da 2ª Caminhada de Nossa Senhora de Fátima, ocorrido na manhã deste domingo do Dia das Mães. Organizada pela Área Pastoral Nossa Senhora das Dores, a caminhada teve concentração na Matriz Nossa Senhora das Dores, no centro da cidade. Após a celebração da missa, foi oferecido um café da manhã aos participantes, que cumpriram trajeto de aproximadamente 4 quilômetros até a Igreja de Nossa Senhora de Fátima, no distrito de Oratório, acompanhados da imagem da santa padroeira do local.
Fotos: Mário Andrade/MA Fotos e Vídeos
Quando chegaram ao destino, o padre Severino João, administrador paroquial de Casinhas, celebrou momento de oração e a benção do Santíssimo. O prefeito João Camêlo, a vice-prefeita Maria Pires, vereadores, secretários e demais auxiliares da sua gestão também participaram da manifestação de fé.
Blog Mais Casinhas


Fotos: Mário Andrade/MA Fotos e Vídeos










CONVITE: Aroeiras realiza caminhada pela Democracia e pró Haddad neste sábado (27)

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23.10.18



Um movimento organizado por militantes e apoiadores da Campanha do Presidenciável Fernando Haddad, mobiliza a população de Aroeiras para a caminhada pela Democracia


O ato será realizado no próximo sábado (27), em Aroeiras, na Paraíba, reúne moradores para demonstrar o apoio  a candidatura de Fernando Haddad a Presidente da República. O ato antecede o dia da eleição. A concentração acontece na entrada da cidade, próximo ao Ginásio o Bezerrão. O movimento pacífico pretende esclarecer a população da importância de votar em Haddad. A caminhada acontecerá  pelas principais ruas da cidade até o centro onde ocorrerá um ato democrático. 

A Caminhada pela Democracia visa alertar os moradores  sobre a defesa da democracia e a resistência do Nordeste e Aroeiras na corrida eleitoral pró Haddad. 
De acordo com o cartaz: Nesta eleição são nossos direitos que estão em jogo, querem aprisionar os nossos sonhos, mas iremos resistir.  

Alemães protestam em massa contra xenofobia e extrema direita: 'Unidos contra o racismo'

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13.10.18


Organizadores estimaram mais de 150 mil pessoas na manifestação. Partido de extrema-direite AfD pode se sair bem na Bavária nas eleições estaduais neste domingo.
Por G1
 Milhares de pessoas se manifestam neste sábado (13) em frente ao Portão de Brandeburgo, em Berlim — Foto: Michele Tantussi/Reuters


Manifestantes de toda a Alemanha marcharam em Berlim neste sábado (13) contra a xenofobia e a extrema direita em um dos maiores protestos do país nos últimos anos.

Os organizadores estimaram, segundo a agência Reuters mais de 150 mil pessoas na manifestação. De acordo com a Associated Press, o número chegou a 240 mil, também segundo relatos de organizadores.

A manifestação deste sábado seguiu protestos contra a imigração em várias cidades do leste e um aumento no apoio ao partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD) antes das eleições estaduais no domingo.

Um porta-voz da polícia se recusou a estimar o tamanho da multidão no protesto, que foi organizado por grupos de direitos humanos, incluindo a Anistia Internacional.

Protesto contra xenofobia e extrema-direita é realizado neste sábado (13) em Berlim, na Alemanha — Foto: John Macdougall/ AFP Protesto contra xenofobia e extrema-direita é realizado neste sábado (13) em Berlim, na Alemanha — Foto: John Macdougall/ AFP
Protesto contra xenofobia e extrema-direita é realizado neste sábado (13) em Berlim, na Alemanha — Foto: John Macdougall/ AFP

Os manifestantes carregavam cartazes em que diziam "Construa pontes, não paredes", "Unidos contra o racismo" e "Somos indivisíveis - por uma sociedade aberta e livre". Alguns dançavam música pop em um dia quente de outono.

A chegada de mais de um milhão de migrantes, muitos de zonas de guerra no Oriente Médio, aumentou o apoio à AfD. Estima-se que a legenda se saia bem na eleição na Bavária, que costumava ser uma fortaleza do partido conservador União Social Cristã, que integra o governo de coalizão federal da chanceler Angela Merkel.

Repercussão política
Entre os apoiadores, está o ministro de Relações Exterioires Heiko Maas. Ele elogiou a manifestação ao jornal "Funke", e disse que os protestos são um "grande sinal" de que "a maioria do nosso país é a favor da tolerância e da abertura política".

O braço em Berlim da CDU, o partido conservador moderado de Angela Merkel, no entanto, tomou distância dos protestos. O oficial sênior da legenda, Stefan Evers, argumentou que há várias "organizações suspeitas" incluídas entre os manifestantes, segundo a agência Associated Press.

Ataques contra estrangeiros
Em agosto, grupos de extrema-direita na cidade de Chemnitz, no leste do país, entraram em confronto com a polícia e perseguiram pessoas que acreditavam ser estrangeiras após o esfaqueamento fatal de um alemão ter sido atribuído a dois migrantes.

Protestos semelhantes ocorreram em Dresden, Koethen e outras cidades do leste.

No entanto, o número de ataques violentos contra refugiados e contra abrigos na Alemanha caiu drasticamente no primeiro semestre deste ano.

Trump e Kim Jong-un se reúnem em Singapura

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11.6.18


Trump e Kim Jong-un começarão encontro histórico a sós
Mais de 2,5 mil jornalistas estão em Cingapura para acompanhar a reunião

Por: Agência Brasil

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump e o líder da Coreia do Norte Kim Jong-un, fazem uma reunião histórica em Cingapura nesta segunda-feira às 22h (9h de terça-feira, no horário local). Um oficial da Casa Branca confirmou à imprensa norte-americana que Trump e Kim iniciarão o encontro sozinhos, com apenas tradutores presentes. Em seguida, os principais assessores farão a reunião bilateral ampliada.

Comitivas dos dois países fizeram hoje um encontro prévio em um hotel. O secretário de estado Mike Pompeo acompanha o presidente norte-americano em Cingapura e adiantou que os Estados Unidos só aceitarão a %u201Ccompleta, verificável e irreversível%u201D desnuclearização da Coreia do Norte.

Em outras ocasiões, Kim afirmou estar disposto a se comprometer com o desarmamento nuclear, mas ainda há analistas céticos sobre a postura do líder. O encontro de Trump e Kim será o primeiro entre os líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte, inimigos desde a Guerra da Coreia (1950-1953).

Na véspera da reunião histórica, Kim Jong-un fez um passeio para conhecer pontos turísticos de Cingapura. Ele surpreendeu os hóspedes do hotel onde está hospedado ao dar uma caminhada pelas áreas comuns. No domingo, o líder norte-coreano foi recebido pelo primeiro-ministro do país que sedia o encontro histórico, Lee Hsien Loong.

Donald Trump também se encontrou com o líder cingapurense. O norte-americano, que completa 72 anos na quinta-feira (14), ganhou um bolo de aniversário adiantado. Sobre o encontro, disse acreditar que a reunião %u201Cvai funcionar muito bem%u201D.

O anúncio do encontro de Kim e Trump marcou uma reviravolta em um discurso, até então, agressivo entre os dois países. Ano passado, Trump ameaçou destruir totalmente a Coreia do Norte e chamou o norte-coreano de %u201Chomemzinho do foguete%u201D. Em resposta, Kim xingou o presidente de %u201Cignorante mentalmente perturbado%u201D.

Coreias afirmam compromisso a favor da desnuclearização da península

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27.4.18


Compromisso foi feito após uma reunião de cúpula histórica entre as Coreias nesta sexta-feira (27)

líderes coreanos afirmaram que estão comprometidos com a desnuclearização da península
Foto: KOREA SUMMIT PRESS POOL / AFP
AFP
Com Jornal do Comércio

O líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, afirmaram nesta sexta-feira (27) que estão comprometidos com a desnuclearização da península, após uma reunião de cúpula histórica.
"Coreia do Sul e Coreia do Norte confirmam o objetivo comum de obter, por meio de uma desnuclearização total, uma península coreana não nuclear", afirma um comunicado conjunto.

CURTA-NOS




Regime de paz
As duas Coreias tentarão este ano dar um fim à guerra de forma permanente, segundo o comunicado divulgado nesta sexta-feira após a reunião histórica entre os países, 65 anos depois do conflito bélico ter acabado com um armistício, ao invés de um tratado de paz.

Os dois países devem se reunir com os Estados Unidos e talvez a China (ambos signatários do cessar-fogo) "com o objetivo de declarar o fim da guerra e estabelecer um regime de paz permanente e sólido", destaca o texto.


Papa deseja futuro de paz para 2018

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1.1.18


Primeira oração do ano foi direcionada a imigrantes e refugiados.
 France Presse
Por France Presse

Papa Francisco na oração Angelus no Vaticano neste dia 1º de janeiro de 2018 (Foto: Vincenzo Pinto/ AFP)
O papa Francisco convidou os católicos, nesta segunda-feira (1º), a rezarem por um futuro de paz em 2018, em especial para os imigrantes e para os refugiados, por ocasião de sua primeira oração do Ângelus do ano.

Referindo-se ao trágico destino dos imigrantes "dispostos a arriscar sua vida" para garantir um futuro de paz - "que é direito de todos" -, o sumo pontífice lembrou da importância de um compromisso de todos para ajudá-los a atingir esse objetivo.

"Por favor, não apaguemos a esperança em seus corações. Não sufoquemos suas expectativas de paz", conclamou Jorge Bergoglio falando diante de milhares de fiéis reunidos sob a chuva na praça de São Pedro do Vaticano.

Ele também desejou aos fiéis um "ano de paz", lembrando que este dia de Ano Novo também é o da Jornada Mundial da Paz.


Casinhas- IV Caminhada pela Paz nos povoados de Bengalas, Vila Nova e São Domingos

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26.11.15


Foi realizada na manhã desta quinta (26) a Caminhada pela paz no povoado de Vila Nova, Sítio Bengalas e São Domingos.
O evento religioso contou com a participação de alunos e professores das Escolas Antônio Francisco de Paula, São Domingos e a Escola São Miguel.
Ainda participou do evento o padre da Área Pastora de Casinhas Padre José Ramos Falcão.
O objetivo do evento é propagar uma cultura de paz entre as famílias e no combate a violência contra as crianças. 
O Blog Parabeniza a todos pela organização e realização do evento

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FESTA DO TAPUIA 2022

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