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União Brasil: fusão entre DEM e PSL reúne maior bancada da direta em 20 anos

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7.10.21



Foto: TONINHO BARBOSA

Reunidos em convenção simultânea ontem, o Democratas e o PSL aprovaram a fusão das legendas que dará origem ao maior partido do país, o União Brasil. A legenda será presidida pelo atual presidente do PSL, o deputado Luciano Bivar (PE). Já ACM Neto, que comanda o DEM, passará a ser o secretário-geral, segundo nome mais importante da legenda. A nova agremiação nasce capilarizada: somadas, detêm 545 prefeituras, cinco governos estaduais, oito senadores, 82 deputados federais, três pré-candidatos à Presidência da República e fundos eleitoral e partidário milionários.



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Pela disposição do encontro conjunto de ontem, a ideia do União Brasil é ter um postulante ao Palácio do Planalto, em 2022, consolidando-se como terceira via. Isso, aliás, foi deixado claro por ACM Neto, que não acredita na ida de Pacheco para o PSD, conforme se especula pelas movimentações do presidente pessedista Gilberto Kassab.


“Nunca ouvi nenhuma palavra sugerindo uma saída dele do Democratas. Acho que, com a criação do União Brasil, isso amplia o vínculo e o laço não só dele como de tantas outras lideranças”, afirmou.
Será a primeira vez, em 20 anos, que a direita reúne tantos parlamentares em uma única agremiação. A última vez foi no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, quando o PFL (atual DEM) elegeu 105 representantes. Segundo políticos a par da fusão, o líder da bancada na Câmara deverá ser o deputado Elmar Nascimento (DEM-BA), que conduziu as articulações para definir a união das siglas nos estados e é aliado próximo de ACM Neto.


Tanto Bivar quanto ACM Neto se esquivaram de projetar o futuro — disseram que até que ser obtido o aval para a fusão Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tudo continua como está e que a permissão da nova legenda saia até fevereiro, antes da abertura da janela partidária para as eleições de 2022. “Vamos agora decidir a política nacional não só no Congresso Nacional, mas em todos os estados do país”, disse o governador Ronaldo Caiado (DEM-GO), ao discursar na reunião do partido.


Estrago menor
Em relação aos bolsonaristas que integram os dois partidos, o estrago pelas saídas que já são esperadas tem tudo para ser menor do que o projetado inicialmente. Indicação disso foi o isolamento do ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, derrotado na convenção por ter votado contra a fusão e por não conseguiu manter o União Brasil atrelado ao governo federal. O líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), disse que a saída de parlamentares do PSL mais alinhados ao governo é esperada e que não vê uma debandada.


“Vi poucas defecções. O Onyx votou contra, mas fica e quer o controle do partido no Rio Grande do Sul. Eu desconheço as saídas. São realmente muito poucos do Democratas. Os do PSL já estavam precificados, era algo que já estava anunciado”, afirmou.


Segundo ACM Neto, existe, hoje, a necessidade de reduzir o número dos partidos do país. “A miríade que temos hoje confunde o eleitor, favorece o fisiologismo, dificulta enormemente a construção de consensos direcionados pelo interesse nacional. E finalmente mina a confiança dos brasileiros na política brasileira e na própria democracia”, destacou.


O poder de fogo do União Brasil
» Prefeituras – 458 do DEM e 87 do PSL
» Governos estaduais – Dois do DEM e três do PSL
» Bancada no Senado – seis senadores do DEM e dois do PSL
» Bancada na Câmara – 28 deputados federais do DEM e 54 do PSL
» Pré-candidatos à Presidência da República – senador Rodrigo Pacheco (MG) e o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta pelo DEM, e o apresentador de tevê José Luiz Datena pelo PSL

GADO BRAVO: coligação partidária de duas chapas majoritárias foram deferidas pela justiça Eleitoral

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18.8.21


Coligações que disputam a eleição suplementar majoritária em Gado Bravo tiveram a sua coligação deferida pelo Juiz Eleitoral da 
49ª zona Eleitoral em Queimadas. Os Partidos Juntos Por Gado Bravo da Coligação PL e cidadania consta aprovada. Da mesma forma a Coligação Unidos Por Gado Bravo os partidos PP, PSDB e Solidariedade. Os candidatos agora  aguardam a definição do seu registro de candidatura de acordo com o calendário eleitoral. Concorrem ao cargo de Prefeito e Vice Marcelo Jorge e Edmark Araújo e pela outra chapa Fernando Moraes e Ednaldo de Boa Vista. Os candidatos acima citados aguardam julgamento pelo Juiz eleitoral do registro de candidatura. 

A qualquer momento estaremos trazendo mais informações. Aguardem..


 

Partidos sinalizam apoio à Frente Popular e consolidam PSB

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28.6.21


Na semana passada lideranças políticas do PSB apontaram para a escolha do secretário de Desenvolvimento Econômico e ex-prefeito do Recife, Geraldo Julio, como candidato da Frente Popular a governador de Pernambuco. O movimento se deu após ruídos de que outras opções poderiam ser colocadas no jogo.

Além da sinalização positiva ao ex-prefeito do Recife por parte dos socialistas, nos bastidores a avaliação é a de que a coalizão liderada por Geraldo Julio deverá reunir os partidos mais representativos em 2022. Além do PSB e do PT, que convergem para uma aliança, deverão integrar a Frente Popular: Republicanos, PP, PDT, PSL, PSD e Solidariedade, além de siglas menores como Rede Sustentabilidade, Avante, PV e PROS. Oficialmente na oposição, o Podemos do deputado federal Ricardo Teobaldo também é esperado nas hostes socialistas, e o MDB, presidido pelo deputado federal Raul Henry, não é dado como certo na oposição.

Esta frente ampla emite um sinal para a classe política de que Geraldo Julio representará um time extremamente competitivo com um exército de prefeitos, vereadores, deputados e lideranças políticas muito numeroso e representativo, que levará o projeto da Frente Popular aos quatro cantos de Pernambuco. Com um tamanho menor, a oposição terá um desafio hercúleo diante da sinalização de partidos de permanecerem na Frente Popular, o que exigirá bastante jogo de cintura daquele que vier a ser escolhido pelo grupo para representar o palanque adversário.

Ações – Com mais de 5 milhões de doses distribuídas contra a Covid-19, Pernambuco conseguiu reduzir a utilização dos leitos de UTI para 85%, isso foi possível graças a maior rede de leitos do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O estado também possui a segunda menor taxa de mortalidade do país, o que tem permitido a flexibilização das medidas restritivas e consequentemente a reabertura das atividades comerciais.

Ambulâncias – O deputado estadual Antônio Moraes (PP) entregou duas ambulâncias para a cidade de Macaparana. O parlamentar fez a entrega no final de semana ao lado do prefeito Paquinha, que comemorou a chegada dos dois equipamentos para ajudar a melhorar a saúde do seu município.

Expectativa – Com a chegada de novas doses de imunizantes, há forte expectativa para que o prefeito do Recife, João Campos, possa baixar a idade mínima para novos grupos receberem doses contra a Covid-19. O último anúncio ocorreu no último dia 9, quando a idade mínima ficou em 43 anos. Recife já vacinou 50% da população adulta com pelo menos uma dose, sendo uma das cidades com vacinação mais avançada do país.

Destino – O MDB e o PL deverão ser o destino da maioria dos políticos da oposição. Eles chegaram à conclusão que divididos em diversos partidos, sem o advento da coligação, terão grande dificuldade de montar chapas proporcionais. Caso o MDB fique na Frente Popular, o DEM deverá ser o destino dos nomes que poderiam ir para a sigla.

Folha PE

Eleições 2020: apenas onze partidos estão aptos para receber Fundo Eleitoral

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20.8.20

Valor destinado a essas legendas totaliza R$ 797,6 milhões
Agência Brasil

Apenas 11 dos 33 partidos políticos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cumpriram, até o momento, todas as exigências previstas na legislação e foram habilitados a receber recursos do Fundo Eleitoral para as Eleições de 2020. Dos R$ 2,03 bilhões que serão disponibilizados pelo Tesouro Nacional para este fim, R$ 797,6 milhões terão como destino essas legendas, o que corresponde a 39,2% do valor total.
De acordo com o TSE os partidos que já foram autorizados a receber os recursos são PSL (R$ 199,4 milhões); PSD (R$ 138,8 milhões); PSDB (R$ 130,4 milhões); PL (R$ 117,6 milhões); PTB (R$ 46,6 milhões); Solidariedade R$ 46 milhões); Patriota (R$ 35,1 milhões); PSC (R$ 33,2 milhões); Rede (R$ 28,4 milhões); PV (R$ 20,4 milhões); e PMB (R$ 1,2 milhão). O partido Novo e o PRTB, que teriam direito a receber R$ 36,5 milhões e R$ 1,2 milhão, respectivamente, abriram mão das verbas do Fundo para as Eleições Municipais de 2020 por decisão interna das legendas.
Segundo o TSE, os recursos do fundo são liberados às legendas somente “após a definição dos critérios para a sua distribuição, que devem ser aprovados pela maioria absoluta dos membros dos diretórios nacionais de cada agremiação e, posteriormente, informados e certificados pelo Tribunal”.
Ainda estão em fase de diligência os documentos encaminhados por PP (R$ 140,6 milhões), Republicanos (R$ 100,6 milhões), DEM (R$ 120,8 milhões), e DC (R$ 4 milhões). Após o envio dos documentos, cabe à Presidência da Corte certificar que as petições dos partidos contêm todos os requisitos exigidos para a liberação do fundo, determinar a transferência dos recursos às contas bancárias informadas pelas legendas e publicar os critérios fixados pelos partidos, informou o TSE.

Entre os critérios de distribuição do fundo está a obrigação de aplicação mínima de 30% do total recebido para o custeio da campanha eleitoral das candidatas do partido ou da coligação. Os valores absolutos e os percentuais desse custeio devem ser amplamente divulgados pelos partidos, de forma a permitir o controle da Justiça Eleitoral.



Veja quanto cada partido vai receber do fundo eleitoral para as eleições municipais de 2020

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18.6.20

Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta quarta-feira (17) o cálculo da divisão de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) destinado para as campanhas dos partidos nas eleições de 2020.

No total, R$ 2 bilhões serão distribuídos para as 33 legendas. O PT vai receber R$ 201 milhões, a maior quantia. O PSL ficou em segundo lugar no rateio e receberá R$ 199 milhões. Na terceira posição está o MDB, com R$ 148 milhões. A tabela com a distribuição para todos os partidos pode ser acessada no site do TSE.

O partido Novo e o PRTB abriram mão do fundo e não vão receber recursos para financiar as campanhas de seus candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador.


A distribuição dos recursos leva em conta os votos válidos recebidos pelo partido e número de parlamentares da sigla na Câmara dos Deputados e no Senado.

Na sessão de ontem do TSE, após pedido de revisão do primeiro cálculo, divulgado no início do mês, o tribunal decidiu considerar que também deve ser levado em conta na divisão dos recursos do fundo o número de senadores eleitos pela legenda nas eleições de 2018, mas que saíram dos partidos. A divisão inicial levou em conta a representatividade das legendas no primeiro dia útil de junho.

O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) foi criado pelo Congresso após a decisão do STF que, em 2015, proibiu o financiamento privado de campanhas políticas.
Veja quanto partido vai levar segundo o novo cálculo do TSE:

– PT: R$ 201.297.516,62

– PSL: R$ 199.442.419,81

– MDB: R$ 148.253.393,14

– PP: R$ 140.669.215,02

– PSD: R$ 138.872.223,52

– PSDB: R$ 130.452.061,58

– DEM: R$ 120.810.759,08

– PL: R$ 117.621.670,45

– PSB: R$ 109.545.178,16

– PDT: R$ 103.314.544,11

– Republicanos: R$ 100.632.561,34

– Pode: R$ 77.968.130,80

– PTB: R$ 46.658.777,07

– Solidariedade: R$ 46.037.917,83

– PSOL: R$ 40.634.516,50

– PROS: R$ 37.187.846,96

– Novo: R$ 36.564.183,26

– Cidadania: R$ 35.824.724,42

– PATRI: R$ 35.139.355,52

– PSC: R$ 33.239.786,22

– PCdoB: R$ 30.941.860,30

– Rede: R$ 28.430.214,66

– Avante: R$ 28.121.267,64

– PV: R$ 20.498.922,01

– PTC: R$ 9.498.596,58

– PMN: R$ 5.872.173,76

– DC: R$ 4.025.171,90

– PCB: R$ 1.233.305,95

– PCO: R$ 1.233.305,95

– PMB: R$ 1.233.305,95

– PRTB: R$ 1.233.305,95

– PSTU: R$ 1.233.305,95

– UP: R$ 1.233.305,95

– PHS: nada

– PPL: nada

– PRP: nada

Total: R$ 2.034.954.823,96

Deputados de PROS, PODE e PSB são os mais infiéis aos seus partidos na Câmara

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31.7.19

Deputados de PROS, PODE e PSB são os que menos seguem orientações do partido em votações no plenário da Câmara
Já os deputados menos infiéis às orientações do partido ou do bloco partidário são filiados a Novo, PCdoB e PSOL. Levantamento do G1 calcula a taxa de infidelidade com base nas 144 votações nominais na Câmara em seis meses de atividade em 2019.
Por Gabriela Caesar, G1
Os deputados do PROS, do PODE e do PSB foram os que menos seguiram as orientações das lideranças ou dos blocos partidários em votações nominais da Câmara. É o que aponta um levantamento do G1 com os dados de todas as votações nominais na Câmara dos Deputados de 1º de fevereiro a 12 de julho de 2019.

O PROS tem a maior taxa de infidelidade no período: 23,3% dos votos dos deputados da sigla foram diferentes da orientação do líder ou do bloco partidário. Em seguida, PODE e PSB registram taxas de 19,6% e 19,1%, respectivamente.

Taxa de infidelidade na Câmara — Foto: Diana Yukari/G1 Taxa de infidelidade na Câmara — Foto: Diana Yukari/G1
Taxa de infidelidade na Câmara — Foto: Diana Yukari/G1

Por outro lado, os partidos Novo, PCdoB e PSOL têm as menores taxas de infidelidade – ou seja, os deputados registram maior disciplina às orientações. No Novo, por exemplo, apenas um voto contrariou a indicação do líder. Os votos corresponderam à orientação em 99,9% (Novo), 97,7% (PCdoB) e 95,9% (PSOL) das situações.

PÁGINA ESPECIAL DA CÂMARA: veja como votou cada deputado nas principais proposições
PÁGINA ESPECIAL DO SENADO: veja como votou cada senador nas principais proposições
A liderança do PODE diz que o partido “tem uma postura de independência e respeito às peculiaridades regionais de cada parlamentar”. “No entanto, posições e projetos que dizem respeito ao posicionamento nacional do partido, como o caso do Coaf e a reforma da Previdência, votamos 100% juntos.”


Procuradas, as lideranças do PROS e do PSB não se manifestaram.

Alta disciplina
Para a cientista política e pesquisadora do Centro de Política e Economia do Setor Público (Cepesp) da FGV-SP Lara Mesquita, a alta disciplina de deputados em relação aos líderes e aos blocos partidários é algo positivo e que ajuda a formar uma base de apoio para governar o país.

“[A Câmara] Não tem cada deputado atuando conforme ele quer. Ele atua de acordo com a orientação partidária. E é por isso que é crível pensar em uma coalizão de governo firmada em termos de apoio ao partido, e não em uma coalizão de governo em que você tenha de negociar com cada parlamentar individualmente”, diz a pesquisadora do Cepesp da FGV-SP.

Lara Mesquita afirma ainda que os líderes partidários têm uma série de prerrogativas, como falar em nome da bancada durante as votações no plenário (ou ceder esse tempo a outro deputado), participar do colégio de líderes (que define semanalmente a pauta de votação) e indicar integrantes para as comissões da Casa.

A pesquisadora lembra ainda que o líder partidário é eleito pelos deputados do partido e, caso o líder tome atitudes que desagradem a bancada, ele pode ser substituído. Para ter um líder partidário, a legenda precisa ter eleito, no mínimo, 5 deputados, segundo o regimento interno da Câmara. Caso esse requisito não tenha sido alcançado, o partido pode formar, junto com outras siglas, um bloco partidário para atuar em conjunto durante a sessão legislativa.

Orientações do governo
O levantamento do G1 analisou também o posicionamento dos deputados de acordo com as orientações do governo. PSOL, PT e PCdoB foram os partidos que tiveram posicionamentos mais divergentes em relação às orientações do Palácio do Planalto.

A bancada do PSOL se manifestou de forma igual ao Planalto em 144 dos 905 votos dos deputados no plenário da Câmara. É a menor taxa de governismo nos seis meses de atividade (15,9%). Em seguida, o PT e o PCdoB registraram, respectivamente, taxas de 18,4% e 22,5%.


As bancadas de PSL, Novo e PSDB têm as maiores taxas de governismo. O PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, aderiu às orientações do governo em 94,2% dos votos. Os deputados do Novo votaram com o governo em 90,9% dos votos; o PSDB, em 88,3%.

Taxa de governismo por partido

partido taxa de governismo total de votos
PSL 94,2% 5.159
Novo 90,9% 867
PSDB 88,3% 2.554
DEM 88,1% 2.295
MDB 88,1% 2.880
PL 88,0% 3.193
PSD 87,9% 3.158
PP 87,2% 3.109
PSC 86,8% 726
Patriota 86,8% 446
PTB 86,4% 1.032
PHS 85,6% 118
PRB 85,0% 2.727
SD 84,7% 1.215
PRP 83,8% 74
Cidadania 82,7% 721
PODE 78,1% 852
PMN 76,2% 206
Avante 71,7% 619
PTC 71,4% 21
PROS 70,7% 849
DC 69,2% 13
PV 58,7% 358
PPL 52,2% 23
Rede 40,0% 80
PSB 39,6% 2.983
PDT 39,3% 2.184
PCdoB 22,5% 680
PT 18,4% 4.217
PSOL 15,9% 905
Fonte: Câmara dos Deputados
Deputados infiéis
O levantamento do G1 também identificou quais foram os deputados federais que menos seguiram as orientações dos partidos ou dos blocos partidários. São eles: Weliton Prado (PROS-MG), Átila Lira (PSB-PI), Rodrigo Coelho (PSB-SC), Felipe Rigoni (PSB-ES) e Boca Aberta (PROS-PR). Todos tiveram mais votos divergentes do que iguais às orientações partidárias.

Deputados mais infiéis aos partidos — Foto: Diana Yukari / G1 Deputados mais infiéis aos partidos — Foto: Diana Yukari / G1
Deputados mais infiéis aos partidos — Foto: Diana Yukari / G1

O deputado mais "indisciplinado" é Weliton Prado (PROS-MG). Em 69 votações nominais, ele votou diferente da orientação 46 vezes. A taxa de infidelidade de Prado é de 66,7%. Em nota, a assessoria do deputado afirma que ele tem “independência e coerência na atuação parlamentar, que é voltada para os interesses da população” e que esse compromisso está registrado em cartório desde o primeiro mandato na Câmara.


Em seguida, aparece o deputado Átila Lira (PSB-PI). Em 117 votações, ele contrariou a orientação do líder ou do bloco partidário 77 vezes. O percentual de infidelidade é de 65,8%. O deputado afirma que votou contra a orientação do partido ou do bloco principalmente em proposições que envolvem assuntos econômicos, como a reforma da Previdência, e que acredita em menos intervenção do Estado e mais livre iniciativa.

Já o deputado Rodrigo Coelho (PSB-SC) registrou 65 votos diferentes da orientação do partido ou do bloco partidário em 118 votações nominais no plenário. Isso significa que ele divergiu da sigla em 55,1% dos casos. A assessoria de imprensa de Coelho diz que o deputado “se manifesta independente de posições partidárias, nunca se classificando nem como situação e nem como oposição” e que “age por convicção e pela coerência do assunto tratado”.

“Todos os projetos foram analisados com cautela e as decisões foram tomadas por consciência de que seriam a melhor opção para o país. A fidelidade que deve existir na política é com a população, uma vez que o parlamentar considera o povo o seu único chefe”, afirma.

Integrante do movimento RenovaBR, o deputado Felipe Rigoni (PSB-ES) ocupa o 4º lugar na lista de deputados que mais divergem da orientação feita no plenário. Os votos foram diferentes da orientação do partido ou do bloco em 58 das 107 votações nominais. A taxa de infidelidade é de 54,2%.

Em nota, a assessoria de imprensa de Rigoni diz que o deputado “analisa todos os argumentos técnicos apresentados pelo partido antes de cada votação” e que “a definição do posicionamento do parlamentar é feita com base em evidências científicas e análise do contexto local”. “Por meio do aplicativo Nosso Mandato, Rigoni tem acompanhado a opinião dos eleitores, que registram alto índice de aprovação aos posicionamentos do deputado.”


Já o deputado Boca Aberta (PROS-PR) divergiu da orientação do líder ou do bloco partidário em 34 das 66 votações nominais em que houve manifestação do partido. Nas demais votações (32), Boca Aberta seguiu as orientações. A taxa de infidelidade do deputado é de 51,5%.

Boca Aberta reconhece que não considera a orientação partidária ao definir os posicionamentos no plenário da Câmara. Ele ainda diz que “nenhum partido presta” e que apenas está filiado a um porque a legislação proíbe a candidatura avulsa. “Eu não sigo orientação do partido. Eu sigo a orientação do povo. Porque quem votou não foi o partido. Quem votou em mim foi o povo abençoado paranaense”, diz.

Saiba quais partidos definiram apoio no segundo turno

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10.10.18



Do G1

Com a confirmação de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, os demais partidos começaram a definir a posição que adotarão no pleito.

No primeiro turno, Bolsonaro obteve 49,2 milhões de votos (46,03%) e Haddad, 31,3 milhões (29,28%). O segundo turno está marcado para o dia 28.

Saiba abaixo a posição dos partidos no segundo turno (em ordem alfabética):

DC: O partido de Eymael, que disputou o primeiro turno, decidiu, ontem, por uma posição de neutralidade no segundo turno. Com isso, os filiados estão liberados para votar em qualquer um dos dois candidatos.

DEM: O presidente do DEM, Antônio Carlos Magalhães Neto, divulgou nota, hoje, anunciando que o partido não apoiará no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto nem Jair Bolsonaro nem Fernando Haddad. O comunicado do DEM destaca que os integrantes da legenda terão liberdade para apoiar quem quiserem. O próprio ACM Neto se manifestou a favor de Bolsonaro.

Novo: O partido, que concorreu no primeiro turno com João Amoêdo, confirmou, ontem, que não vai apoiar nem Bolsonaro nem Haddad. No entanto, a sigla declarou, em nota aos militantes, que é "absolutamente" contrária ao PT, que, segundo o Novo, "tem ideias e práticas opostas às nossas".

Patriota: O candidato do partido à Presidência da República, Cabo Daciolo, afirmou que não apoiará nenhum dos dois candidatos que disputarão o segundo turno.

PDT: O partido do presidenciável Ciro Gomes, o PDT, anunciou "apoio crítico" a Fernando Haddad a fim de "evitar a vitória das forças mais reacionárias e atrasadas do Brasil". Na eleição presidencial, Ciro Gomes terminou o primeiro turno em terceiro lugar, com 13,3 milhões de votos.

Podemos: Em nota divulgada nesta quarta, o partido anunciou que permanecerá neutro no segundo turno. A sigla liberou a militância para apoiar, individualmente, qualquer um dos candidatos.

PP: A sigla divulgou um documento nesta terça em que declara que manterá postura de “absoluta isenção e neutralidade” no segundo turno. A legenda integra o chamado bloco do "Centrão" e no primeiro turno do pleito havia participado da coligação do candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.

PPL: Em nota divulgada nesta terça, o PPL, que concorreu no primeiro turno com João Goulart Filho, declarou apoio a Fernando Haddad. Filho do ex-presidente Jango, Goulart Filho disse no comunicado que o país corre um "grande risco" diante da possibilidade de Bolsonaro se eleger no segundo turno.

PPS: O presidente do partido, Roberto Freire, anunciou, hoje, que o partido fará oposição às duas candidaturas por considerar que os dois projetos de governo 'flertam com ditaduras'.

PSB: Neutro no primeiro turno, o partido definiu, ontem, o apoio à candidatura de Fernando Haddad. A cúpula da legenda também resolveu liberar os diretórios regionais de São Paulo e do Distrito Federal, onde os candidatos do PSB, Márcio França e Rodrigo Rollemberg, respectivamente, disputarão o segundo turno ao governo estadual.

PSDB: Em reunião nesta terça, a Executiva Nacional do partido, que disputou o primeiro turno com Geraldo Alckmin, decidiu ficar neutro no segundo turno. A cúpula do PSDB, porém, decidiu liberar as direções estaduais da legenda a e os filiados a se posicionarem como quiserem nas unidades da federação.

PSOL: O partido, que disputou o primeiro turno com Guilherme Boulos, declarou que irá apoiar o candidato do PT, Fernando Haddad, no segundo turno. A decisão foi tomada pela Executiva Nacional do partido após reunião na segunda.

PR: O líder do partido na Câmara, deputado José Rocha (BA), informou, hoje, que a legenda decidiu não declarar apoio nem a Bolsonaro nem a Haddad no segundo turno. O PR resolveu liberar seus filiados para manifestarem apoio a quem quiserem. O líder do PR ressaltou que não se trata de neutralidade. "O PR se colocou numa posição de liberar todos os seus representantes. Temos parlamentares que apoiam Bolsonaro e outros, Haddad", justificou.

PTB: Em nota divulgada nesta terça, o partido anunciou apoio a Bolsonaro. Segundo a nota, as propostas econômicas do candidato do PSL são o principal motivo do apoio.

PRB: O partido decidiu não apoiar Haddad nem Bolsonaro. Informou ter liberado os filiados a votar em quem quiserem, conforme o interesse local.

Solidariedade: Hoje, o partido declarou que ficará neutro na disputa do segundo turno. A sigla liberou os diretórios e seus correligionários a se posicionarem "de acordo com a realidade local dos estados" e orienta o apoio a somente quem "respeitar a Constituição vigente" e “manter o compromisso com a democracia”.

Presidente do PEN se diz aliviado com saída de Bolsonaro no PEN. Com a chegada dele no PSL filiados anunciam saída

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6.1.18


Presidente do PEN se diz aliviado com saída de deputado
Segundo Adilson Barroso, Bolsonaro não poderia "ser convidado para entrar em uma casa e depois querer tomar ela inteira, expulsando seus moradores originais"
O presidente do PEN-Patriota, Adilson Barroso, se disse “aliviado” com a desistência de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) de ser o candidato por sua legenda. “Fiz das tripas o coração para tê-lo com a gente, mudei o nome do partido, mexi no nosso estatuto, dei mais de 20 diretórios para o grupo dele. Mas você não pode ser convidado para entrar em uma casa e depois querer tomar ela inteira para você, expulsando seus moradores originais”, disse o dirigente. 

Barroso afirmou que o relacionamento dele com Bolsonaro teria sido “envenenado” pelo advogado e assessor do deputado Gustavo Bebianno - que, segundo Barroso, queria tomar o “partido inteiro para o grupo de Bolsonaro”. 

O rompimento já havia se insinuado quando deputados da legenda se rebelaram contra o que chamavam de “fome” do grupo bolsonarista. Os deputados Walney Rocha (RJ) e Junior Marreca (MA) se posicionaram contra as mudanças no estatuto da legenda - principalmente aquela que impede alianças com partidos de esquerda (Marreca, por exemplo, é aliado do governador do Maranhão, Flávio Dino, que é do PCdoB).

Bem ao estilo Barroso, o presidente do PEN-Patriota já avisou que, sem Bolsonaro, pretende focar em convencer o ex-presidente do Supremo Joaquim Barbosa a sair candidato por seu partido.
"Dono"
O cientista político Vitor Oliveir, do Pulso Público, afirmou que “a questão de Bolsonaro tem a ver com a forma de operação dos partidos políticos no Brasil”. Para ele, o fato de os partidos terem “donos” cria dificuldades para Bolsonaro se impor como dono de uma legenda que não é dele. 

Já para o também cientista político Rogério Battistini, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, “Bolsonaro não está sabendo fazer o jogo político e criando dificuldades para sua própria candidatura”. 

Battistini afirmou ainda que a vontade de ter controle absoluto sobre uma legenda só “pode minar os sonhos eleitorais de Bolsonaro”.

'Livres', ala do PSL, anuncia saída após filiação de Bolsonaro
No texto, publicado nesta sexta (05) em sua página de Facebook, o grupo disse que recusa a reciclagem do passado e a "velha política de aluguel"

Presidente do PSL, deputado federal Luciano Bivar / Guga Matos/JC Imagem

JC Online

O “Livres”, corrente dentro do Partido Social Liberal, informou nesta sexta-feira (05), em sua página no Facebook, a saída do partido. No texto, o grupo diz que o motivo é a chegada do deputado Jair Bolsonaro, que será candidato pela legenda. Segundo o Livres, a negociação da candidatura foi feita “à revelia dos nossos acordos, é inteiramente incompatível com o projeto do Livres de construir no Brasil uma força partidária moderna, transparente e limpa”.

 Bolsonaro veio ao Recife, nesta sexta (05), para um encontro com o presidente Nacional do PSL, o deputado federal Luciano Bivar (PE), para fazer um acordo sobre a filiação de Jair ao partido. No dia 21 de dezembro, a Executiva Nacional do PSL rechaçou qualquer possibilidade de filiação de Bolsonaro. A nota afirmava que ele não representava os ideais do partido.

O documento com a confirmação da chegada de Bolsonaro ao PSL foi divulgado pela Folha de São Paulo:


É com extremo pesar que comunicamos a saída do Livres do Partido Social Liberal.

Ao longo de quase dois anos, nos empenhamos na construção de um projeto inédito no Brasil: um novo partido político firmado em ideais de liberdade e integridade institucional. Conquistamos milhares de filiados em todos os estados do Brasil. Só no Facebook são mais de 150 mil seguidores. Formamos quadros qualificados que já haviam assumido o comando de 12 diretórios estaduais do PSL. Nosso vereador Lucas de Brito foi escolhido o melhor parlamentar de João Pessoa em 2017.

O ano de 2018 iria consolidar nosso projeto de renovação. Nossas novas lideranças políticas faziam do Livres o segundo partido mais representado no programa RenovaBR. Quadros do nível de Elena Landau desenvolviam um plano de trabalho para fazer da nossa Fundação uma das principais referências em políticas públicas na América Latina. Havíamos atraído alguns dos melhores parlamentares brasileiros dispostos a compor já no próximo mês uma bancada Livres de qualidade e integridade sem comparação no congresso nacional.

Agora, infelizmente, Livres e PSL tomam caminhos separados. A chegada do deputado Jair Bolsonaro, negociada à revelia dos nossos acordos, é inteiramente incompatível com o projeto do Livres de construir no Brasil uma força partidária moderna, transparente e limpa.

Além das origens e objetivos comuns que nos identificam com os ideais da liberdade, nós, do Livres, temos em comum também o mesmo inimigo: a velha política que satura o cidadão brasileiro.

Recusamos a reciclagem do passado. Não vamos arrendar nosso projeto à velha política de aluguel. Nosso compromisso não é com a popularidade das pesquisas da semana passada, mas com a população de um país que exige a transformação da política partidária. Não queremos servir a um grande nome, mas sim à grande massa de batalhadores de nosso Brasil. Se hoje a velha política nos derrota é porque ela não conseguiu nos conquistar.

Continuaremos a lutar por um estado mais enxuto, que concentre os recursos públicos em segurança, saúde e educação. Seguiremos na defesa das liberdades e oportunidades dos brasileiros que batalham e se sacrificam para construir suas famílias e suas carreiras, suas empresas e suas organizações - são eles os principais ativos de uma economia de mercado e a voz da consciência de uma civilização democrática.

Sabemos das dificuldades dessa nova etapa. Não fugiremos delas. Se escolhemos o desafio de um novo caminho à acomodação da velha política é porque tememos mais as facilidades do que as dificuldades da política. O grupo que hoje forma o Livres se esforçará em conjunto para amadurecer e formalizar nosso modelo de governança, por meio do qual iremos deliberar democraticamente sobre a estratégia do movimento para as eleições 2018.

Nós, do Livres, não descansaremos até que se instaure no Brasil um projeto político em que a democracia é uma garantia, as instituições são mais fortes que os interesses dos dirigentes, e o valor da liberdade é supremo e verdadeiro.

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PGR envia denúncia contra Globo ao Ministério Público Federal

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26.11.17


Documento pede a investigação da empresa pelo suposto pagamento de propina na compra dos direitos das Copas do Mundo de 2026 e 2030

Do Portal Correio 

A procuradoria-geral da República enviou para o MPF (Ministério Público Federal) no Rio de Janeiro a representação feita por três partidos políticos contra a Globo.

O documento pede a investigação da empresa pelo suposto pagamento de propina na compra dos direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2026 e 2030, e de jogos da Libertadores e da Copa Sul-Americana.

O caso foi relatado pelo argentino Alejandro Burzaco à Justiça norte-americana em delação premiada.

Segundo a assessoria da PGR, o envio trata-se de um procedimento protocolar, uma vez que os imputados não têm direito a foro privilegiado, e a sede da empresa não é localizada em Brasília. A procuradora-geral, Raquel Dodge, está na Costa Rica.

A promotoria da República no Rio de Janeiro agora deve decidir se abre ou não investigação sobre o caso.

Ao Jornal da Record, a emissora negou irregularidades e disse que não pode comentar o assunto por não ter sido notificada ou informada oficialmente.

Representação à PGR
A representação foi elaborada em conjunto por PDT, PT e Psol, que encaminharam à PGR (Procuradoria Geral da República) um pedido de abertura de investigação contra a TV Globo. O documento é datado de 22 de novembro.

Nele, os partidos afirmam que “o desvio da finalidade pública e a não observância aos princípios da Administração Pública podem conduzir à não renovação da concessão”. A não renovação impediria a Globo de transmitir sua programação pelo sinal aberto, pois todo canal de rádio e televisão é uma concessão do Governo Federal, que autoriza o uso de uma determinada frequência de rádio para isso.

O documento afirma que a Rede Globo poderia ser acusada de improbidade administrativa, devido às isenções fiscais recebidas em função da compra dos direitos de transmissão de acordo com a Lei do Audiovisual. Acusação que também poderia ser imputada a Marcelo Campos Pinto, ex-executivo da transmissora responsável pela compra dos direitos de transmissão.

Outra acusação que poderia, segundo o pedido, ser imputada é a de abuso de poder econômico e infração à ordem econômica, ao impedir a concorrência pelos direitos exclusivos de transmissão das competições de futebol.

“Condutas ilegais na obtenção de tais acordos verticais visam eliminar as oportunidades de competição entre as demais empresas de mídia brasileira para a obtenção do direito de exploração dos jogos. No presente caso, a aquisição ilegal dos direitos de transmissão, pelo pagamento de propina, conforme alegado pelo Sr. Burzaco, constitui uma condição limitadora da concorrência”, diz o pedido enviado à PGR.

Os partidos afirmam que a emissora arrecadou R$ 2,85 bilhões com patrocinadores da Copa do Mundo de 2014.

Delação premiada
A representação se baseia no depoimento feito por Alejandro Burzaco, ex-presidente da empresa Torneos Y Competencias, em delação premiada à Justiça norte-americana.

A emissora carioca foi tema recorrente no depoimento.

Em documento obtido pelo R7, a Globo é citada ao menos 14 vezes pelo executivo argentino em sua declaração perante a juíza Pamela Chen, que comanda o caso no Tribunal do Brooklyn, em Nova York, Estados Unidos.

Burzaco acusa a Rede Globo de pagar US$ 15 milhões em propinas (cerca de R$ 50 milhões) para garantir exclusividade na transmissão das Copas de 2026 e 2030.

O dinheiro teria sido enviado por meio do ex-diretor Marcelo Campos Pinto para a T&T, braço na Holanda da empresa de Burzaco em associação com a brasileira Traffic, de J. Hawilla, e posteriormente repassado para uma conta na Suíça de Julio Grondona, ex-presidente da Associação de Futebol Argentino e ex-vice-presidente da Fifa responsável por cuidar dos direitos de transmissão para a América Latina. O dirigente morreu em 2014.

Prazo para troca de partido termina esta semana

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27.9.15

Eleição 2016 gera movimentação de troca de partidos no Congresso
Quem quer mudar de partido para ser candidato, tem até sexta para se filiar.
Em busca de espaço político, deputados e senadores mudam de legenda.

Do G1, em Brasília

Pouco mais de um ano antes da eleição de 2016, deputados e senadores insatisfeitos nos próprios partidos se movimentam para trocar de legenda a tempo de concorrer.
O prazo para que um candidato possa se registrar em uma legenda e disputar um cargo eletivo na eleição municipal do ano que vem termina na próxima sexta-feira (2), exatamente um ano antes das próximas eleições.
A legislação eleitoral exige que um candidato esteja filiado a partido político pelo menos um ano antes do pleito. Mas esse prazo poderá mudar se a presidente Dilma Rousseff sancionar o projeto de lei da reforma política aprovado no Senado e na Câmara, que estabelece somente seis meses de antecedência e não mais um ano. 
Após 18 anos no PT, o deputado Alessandro Molon (RJ), um dos vice-líderes do partido na Câmara, se registrou nesta quinta (24) na Rede Sustentabilidade, legenda idealizada pela ex-senadora Marina Silva.
A intenção do ex-petista é ser candidato a prefeito do Rio de Janeiro em 2016, mandato que possivelmente não conseguisse disputar pelo PT.
Insatisfeitos com o espaço que tinham no PSB e no PMDB, os deputados Glauber Braga (RJ) e Danilo Forte (CE) fizeram o mesmo que Molon. Braga foi para o PSOL, enquanto Danilo Forte trocou o PMDB pelo PSB.

Forte explica que o PSB ofereceu a ele posto de direção no partido, além da possibilidade de se candidatar à Prefeitura de Caucaia, no Ceará.
“Estou assumindo a presidência do partido no estado do Ceará, num quadro de reconstrução depois da saída da família Gomes, que deixou o partido sem deputado federal, estadual e sem candidaturas no interior do estado. E existe possibilidade de eu ser candidato a prefeito em Caucaia, a segunda cidade do estado. É mais factível isso dentro do PSB que dentro do PMDB. No PMDB, já tinha inclusive um diretório montado no município”, afirmou Danilo Forte ao G1.
O deputado Glauber Braga diz que deixou o PSB pelo PSOL por se identificar mais com a ideologia do novo partido. Ele afirmou ainda que poderá ser candidato à Prefeitura de Nova Friburgo em 2016.
“O que me levou a mudar foi a afinidade ideológica, conciliada com a prática política do partido. A candidatura em 2016 é uma questão em aberto. Não descarto, mas não há decisão. Minha relação é com a Prefeitura de Nova Friburgo. Mas não foi isso que me levou a mudar de partido”, disse o deputado.
De olho na eleição presidencial de 2018, os irmãos Ciro e Cid Gomes deixaram o PROS em razão da possibilidade de se candidatarem pelo PDT.
No dia da filiação, o líder do partido na Câmara, deputado André Figueiredo (CE), afirmou que ambos são cotados para disputar a Presidência da República pelo partido.
“Ele (Ciro Gomes) é um dos nomes que o PDT pode, sim, apresentar para 2018, mas não foi condicionado à candidatura a vinda dele para o PDT”, disse Figueiredo, citando ainda Cid Gomes e o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) como possibilidades.
A senadora Marta Suplicy trocou o PT pelo PMDB de olho nas eleições para a Prefeitura de São Paulo, em 2016. O nome dela será submetido à convenção do partido, para definir se será, de fato, lançada na disputa.

Casinhas, Iniciam-se as especulações partidárias para as próximas eleições

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4.8.15


Faltando pouco mais de um mês prazo final para as filiações partidárias segundo o TSE ( Tribunal Superior Eleitoral), alguns partidos políticos em Casinhas encontram-se prontos para a próxima eleição Municipal para 2016.
Outros ainda estão em  formação, filiando moradores para  fortalecer o grupo para concorrer a cargos de vereador e Prefeito.
Partidos como o PSB, PSDB, PTB são partidos tradicionais e que o eleitorado casinhense sabe dos últimos acontecimentos nas eleições de 2012. Só para lembrar, na última eleição, os partidos serviram de interesse dos dois grandes grupos políticos da cidade, o grupo liderado pelo ex prefeito João Camelo e o grupo liderado pela atual prefeita de Casinhas.
Essa junção, não saiu da cabeça do eleitorado casinhense, houve muita revolta, voto de protesto o que culminou num grande desgaste das siglas acima citadas.
Gera uma desconfiança
O eleitor casinhense atualmente segue desconfiado em que sigla partidária seguir; filiar-se em uma sigla que sirva como “escora” para outros grandes partidos ou seguir numa linha totalmente diferente da política atual.
É de saber que em Casinhas, no passado muitos oportunistas filiam um amontoado de eleitores com um único interesse, chegar no processo eleitoral e negociar tal sigla com um grupo favorito, além doo único interesse de angariar dinheiro ou empregos para próxima gestão, é preciso que a população fique antenada. 
Partidos como DEM, PHS, PPS, são alguns partidos que encontram-se em formação para as próximas eleiçoes, outros ainda seguem em mesa de debate para despontar como nova mudança nesse quadro.
Em Casinhas, há grupos políticos que estão em formação,  não comunga com esse tipo de "negociata política"  espera uma verdadeira mudança e consciência do eleitorado para mudar esse quadro após 20 anos de um único grupo no poder.
Caso o eleitor tenha interesse de filiar em algum partido procurem as lideranças políticas de sua comunidade.

Casinhas, O que os políticos e dirigentes partidários tem feito para incentivar a Juventude?

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12.5.15

Texto; José Lira
2016 teremos eleições para escolha dos representantes locais e desde já as velhas raposas começam a dar a cara.

O que os políticos e dirigentes partidários tem feito para incentivar a Juventude?

Ao lembrar o discurso do papa Francisco em sua passagem ao nosso país, quando por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, alertando os políticos que aos jovens devem ser dadas condições para exercerem de maneira condigna seu papel na sociedade, falando que a juventude é a "janela pela qual o futuro entra no mundo". Foi bastante claro quando disse: "A nossa geração se demonstrará à altura da promessa contida em cada jovem quando souber abrir-lhe espaço".

Conforme levantamento do IBGE, a população acima de 34 anos de idade é de 5.004 pessoas, enquanto a população jovem de Casinhas soma 4.910 de pessoas – sendo, 1.526 entre 15 e 19 anos; 1.315 entre 20 e 24 anos; 1.149 entre 25 e 29 anos e 920 entre 30 e 34 anos – que precisam ser despertadas para ser o motor da transformação social e aplainar os caminhos de um amanhã que se lhes apresenta sombrio, uma existência que ameaça ser mais sofrida que a de seus pais. 

Nossos políticos assaltaram a política para si, se apoderaram dos Sindicatos, Movimentos sociais e diversas Associações, e, usam estas instituições como se fossem suas propriedades particulares, não oferecendo o mínimo espaço para participação dos jovens no processo político local. 

É preciso dar espaço e liberdade de atuação!

Lamentavelmente, os dirigentes partidários, quando muito, procuram cooptá-los, moldá-los e doutriná-los com cultura viciada em "ismos" (fisiologismo, grupismo, mandonismo, nepotismo) transformando-os em seus serviçais e candidatos aos "novos coronéis", para compartilhar juntos os currais da velha política.

Se a nossa geração continuar com a mesquinhez e o egoísmo de sempre, e, não abrir espaço para a juventude, a janela do futuro continuará fechada, e as conseqüências serão o atraso. Os políticos e dirigentes partidários precisam abrir os ouvidos, serem menos egoístas e abrir espaço para a juventude.


Casinhas-PE: Pós-eleição 2014, Casinhenses dispostos a pleitear candidaturas em 2016

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12.11.14

Artigo do Blog
Com Edmilson Arruda

A eleição municipalista de 2012 em Casinhas deixou uma marca incontestável durante todo o processo eleitoral, o fato culminou com revoltas e indignações a respeito de siglas partidárias que priorizaram candidaturas com perfil de um poder econômico favorável, caso contrário, a candidatura era extinta.
Alguém lembra? 

Naquela época, vários nomes eram cotados como estreantes para disputa de um cargo no legislativo casinhense, pessoas ligadas a Prefeita, outras ligadas a partidos composto pelo ex-prefeito João Camelo, que logo o tal partido foi levado para a prefeita que de imediato fez uma verdadeira seleção, tipo uma garimpagem, para se ter ideia havia alguns critérios para que o político ganhasse a vaga como candidato.
Realmente, algumas candidaturas foram minguadas, poucos tiveram a oportunidade de concorrer, pelo motivo dos partidos políticos estarem na maioria nas mãos da atual prefeita que ditava as regras.
Alguns destes pré-candidatos, alguns deles, jovens nem sequer foram cotados para essa seleção, pelo fato de não terem condições financeiras de bancar a campanha eleitoral, nomes negados, favorecendo aos  “caciques” da política local, ou seja, os ditos renomados favorecidos pelo poderio econômico em relação aos demais.
De fato, não houve diálogo quanto à democracia para que alguns jovens estreantes pudessem concorrer às eleições municipalistas. Sonhos interrompidos, ou melhor, sonhos adiados.
Algumas figuras na política de Casinhas desbancaram a candidatura dos estreantes, jovens que tinham o sonho a disputar a eleição naquela época.
A você jovem, que têm o desejo de ingressar na política, cuidado com as falsas promessas, aprendi uma coisa em minha vida, “quando a esmola é grande, o cego desconfia”
.
Siglas partidárias em mesa de negociação? Quanto vale para sair candidato? 
Pois bem, duas questões importantes.
A Primeira, não é confiável ser filiado em algum partido político em casinhas, pelo histórico, alguns destes partidos foi “negociado” fugiram de algumas regras importantes, como a ética e a moralidade na política brasileira.
Segunda, para ser candidato, lamentavelmente temos o dinheiro como prioridade, segundo ser um bom puxa saco ou ser alienado do sistema político opressor que tenta perdurar no cenário político durante décadas.

Afinal, vale a pena ser filiado a certas siglas partidárias? 
A você que deseja disputar as eleições em 2016, pense bem, observe quem são os considerados donos  destas siglas e a quem está por trás delas.


Blog Casinhas Agreste
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