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NOVA ONDA COVID: ocupação de UTIs chega a 74% na rede pública, e 46 pacientes estão na fila em Pernambuco

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17.11.22


Atualmente 430 vagas de terapia intensiva (UTI) do SUS, em Pernambuco, estão com pacientes que apresentam sintomas de covid-19


BOBBY FABISAK/ACERVO JC IMAGEM

A nova alta da covid-19, impulsionada pela circulação das novas subvariantes da ômicron BQ.1 e XBB, já é refletida na assistência hospitalar pública em Pernambuco. 
Atualmente, segundo dados do painel que apresenta os dados de leitos de síndrome respiratória aguda grave (srag) no Estado, 430 vagas de terapia intensiva (UTI) estão com pacientes que apresentam sintomas de covid-19 (suspeitos ou confirmados). Isso corresponde a uma taxa de ocupação de 74% dos leitos de UTI, considerando as 581 vagas desse tipo ofertadas para srag, via Sistema Único de Saúde (SUS), em Pernambuco. 

Além disso, há 46 solicitações ativas para leitos públicos de UTI no Estado. São pacientes com srag que permanecem em fila até a regulação ofertar uma vaga. Desses 46, 32 são pessoas adultas e 14 são crianças.

Segundo mostra o painel de leitos da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag-PE), a última vez que Pernambuco teve um número semelhante de pacientes em fila foi julho deste ano. 

O número de pessoas em fila de espera retrata que está mais difícil encontrar uma vaga para pacientes com srag/sintomas de covid-19. 

Em relação aos leitos de enfermaria, Pernambuco tem 318 deles ocupados, entre os 507 disponibilizados na rede pública. Com isso, a taxa de ocupação das enfermarias está em 63%, e há 40 pessoas com sintomas de covid-19 em fila de espera por uma vaga desse tipo.

Entre os pacientes que aguardam um leito de enfermaria, 36 são adultos e 4 são crianças.  

NOVA ONDA DE COVID
Ao todo, neste atual momento da covid-19, a rede SUS de Pernambuco conta com 1.088 leitos (contando UTI e enfermaria). Desse total, 748 estão com pessoas que apresentam sintomas de covid-19. Assim, a taxa de ocupação geral está em 69%. 

A reportagem do JC entrou em contato com a Secretaria Estadual de Saúde (SES) para questionar como o governo analisa esse cenário de maior demanda por leitos durante esta nova onda da pandemia. 

Em nota, a SES diz que o governo de Pernambuco "continua monitorando de forma permanente e criteriosa a evolução do cenário epidemiológico da covid-19". 

Sobre o questionamento que fizemos diante do aumento na taxa de ocupação das vagas de UTIs e da fila de espera, a SES responde que "os leitos citados não são exclusivos para a covid-19, pois atendem pacientes com os mais diversos quadros respiratórios, virais ou não".

No entanto, a secretaria não menciona que outros agentes infecciosos estão por trás desse aumento na ocupação e da fila de espera. 

"Além disso, a Central de Regulação tem constatado, entre os usuários admitidos nos serviços de saúde, pacientes colonizados com a doença, mas internados por outros quadros clínicos que não a covid-19."

Não fica claro se esses pacientes teriam sido internados pela doença de base (diabetes, por exemplo), com a covid-19 sendo um achado em exames laboratoriais, ou se a covid-19 agravou a doença de base, o que poderia levar ao internamento. 

"A SES-PE também reforça que, no momento, o número de vagas disponíveis nos leitos voltados para casos de srag é superior à atual demanda, e as transferências estão sendo realizadas dentro do giro das unidades." 

A nota ainda destaca que Pernambuco "não vislumbra, no momento, a abertura de novas vagas", mas que, "se houver necessidade, haverá a conversão de leitos na rede própria e contratualizada". 

NOVA ONDA COVID: HÁ AUMENTO DE CASOS GRAVES? 
A Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES) ainda ressalta que o aumento da positividade para covid-19, nas últimas semanas, tem impactado principalmente no registro de casos leves.

"Para se ter ideia, na última semana epidemiológica (SE 45), o Estado registrou 32 casos de srag confirmados para a covid-19, o que representa 15 a mais do que o registrado na SE 44 e 18 a mais que a SE 43. Já entre os casos leves, o aumento foi bem maior: 3.207 casos confirmados na SE 45, 734 na SE 44 e 634 na SE 43."

A SES não explicou, contudo, que há uma demora maior para o processamento dos exames dos casos de srag, em comparação aos pacientes que apresentam manifestações leves da doença e que recebem, em 15 minutos, o resultado do teste. Assim, logo os casos leves entram para as estatísticas. 

Do Jornal do Commércio PE

Surubim registra primeiro caso da varíola dos macacos nesta quinta-feira (18)

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18.8.22


Surubim no Agreste de Pernambuco registrou nesta quinta-feira (18/08), o primeiro caso da varíola dos macacos, a informação foi divulgada por meio de uma nota da Secretaria Municipal de Saúde. A gestão Municipal avisa que todas as providências foram tomadas com a realização de coleta de material conforme os protocolos vigentes. A pessoa encontra-se em isolamento e está sendo acompanhado pela equipe de atenção básica. A transmissão da doença ocorre por meio de lesões, fluidos corporais, relações sexuais, gotículas respiratórias e materiais contaminados. Neste momento é importante adotar medidas de segurança, distanciamento, lavar as mãos com água e sabão, uso de máscaras cobrindo o nariz e a boca, evitar contato sexual com pessoas que tenham alguma lesão na pele. 

Paraíba tem 24 casos em investigação de varíola dos macacos, informa a SES

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11.8.22


Já são dois casos descartados e um confirmado. Número de casos em investigação subiu na Paraíba.
Subiu para 24 o número de casos suspeitos de varíola dos macacos que estão sendo investigados na Paraíba, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES). Um caso já foi anteriormente confirmado no estado e outros dois foram descartados.
São 14 casos investigados em João Pessoa, dois em Santa Rita e um em Campina Grande, Cruz do Espírito Santo, Rio Tinto, Mulungu, Ingá, Belém e Sousa. De acordo com a Secretaria de Saúde, a maioria dos casos em investigação é de pessoas com sintomas leves e que cumprem isolamento em casa.
O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse em evento recente realizado em João Pessoa que o Brasil deve adquirir 50 mil doses de vacina contra a doença para serem aplicadas em profissionais da saúde, mas não deu previsão de quando vai viabilizar a compra ou a aplicação.
"Num primeiro momento a vacina será destinada aos profissionais de saúde que lidam com material contaminado. À medida que surgirem evidências, e se for necessário ampliar, todo mundo vai ter que se preparar para ofertar vacinas em maior quantidade", afirmou Marcelo Queiroga.
Sobre a doença
A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas iniciais costumam ser febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, gânglios (linfonodos) inchados, calafrios e exaustão. Dentro de um a três dias ou mais desses sintomas, o paciente começa a desenvolver erupções cutâneas.

Em caso de qualquer sintoma, a orientação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou, dependendo da cidade, um hospital regional para que seja feita a coleta de material para notificação e investigação.
Usar máscaras, manter o distanciamento e higienizar as mãos são formas de evitar o contágio pela doença, como informou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

G1 PB

Brasil já tem mais de 200 casos confirmados de varíola dos macacos

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11.7.22

 

Agência Brasil Por: Victor Aguiar

Foto: FREYA KAULBARS / RKI ROBERT KOCH INSTITUTE / AFP
O Brasil já tem 219 casos confirmados de varíola dos macacos. O total de casos foi contabilizado pela Agência Brasil, com base em informações divulgadas pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro.
Segundo o Ministério da Saúde, São Paulo tem o maior número de casos: 158. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro, que, de acordo com a Secretaria de Saúde do estado, soma 34 confirmações da doença.O Ministério da Saúde informa que os outros casos foram registrados nos estados de Minas Gerais (14), Paraná (três), Rio Grande do Sul (três), Ceará (dois), Rio Grande do Norte (dois), Goiás (dois) e Distrito Federal (um).

Aumento dos casos de Covid-19 leva Paraíba a reativar os leitos no estado

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7.7.22


Último boletim da doença registrou 18 pessoas hospitalizadas e 5 óbitos.

Hospital Regional de Patos, PB, reativa 12 leitos de enfermaria para tratamento da Covid-19 — Foto: Divulgação/Ascom

O último boletim da Secretaria de Saúde do Estado registrou 1.760 novos casos da doença na Paraíba, sendo 1.742 leves e 18 hospitalizados, além de 5 mortes nas últimas 24 horas. Com o atual cenário, leitos para Covid-19 em vários municípios estão sendo reativados para retaguarda.

Os leitos que foram criados anteriormente estavam sendo utilizados para outras necessidades da saúde, mas, com o aumento dos casos, voltaram a ser usados para a doença. Existem atualmente 500 leitos e outros estão sendo reativados para deixar em retaguarda, em cidades como Cajazeiras, Piancó e Patos, além dos que já funcionam em João Pessoa e Campina Grande.
Renata Nóbrega, secretária de Saúde do Estado, avalia como um momento de cautela e proteção coletiva.

“Nós estamos considerando a nova circulação da subvariante da Ômicron e o aumento de casos”, informa a secretária e pede uma atenção especial das pessoas que estão com gripe para procurar uma Unidade de Saúde da Família (USF) e realizar o teste. Caso positivo, manter o isolamento, considerando que com o fim da emergência pública as pessoas perderam o medo da doença.

A secretária também destaca que a Covid-19 permanece circulando normalmente, assim como novas variantes e subvariantes, pois não existe um controle efetivo da doença ainda.

“A população precisa participar com relação a vacinação. A vacinação é a melhor alternativa para evitar ir ao hospital e diminuir o risco de óbito”, alerta.
Todas as mortes registradas nas últimas 24 horas foram de pessoas idosas, e a SES alerta para a importância de completar o esquema vacinal para manter a imunidade referente à Covid-19. “É importante destacar que mais de 60% desses casos dos óbitos que estão ocorrendo são de pessoas que não tomaram a quarta dose”, informa Renata Nóbrega.

De acordo com a Secretária da Saúde, no mês de junho, foram registradas 170 internações e existe uma tendência de aumento no mês de julho, com a possibilidade de chegar a 300 internações. Principalmente com a circulação das sub variantes BA4 e BA, que não têm confirmação no estado, mas que foram notificadas em Pernambuco e Rio Grande do Norte, estados vizinhos. “Nossa rede precisa estar pronta para fazer toda atenção necessária aos paraibanos”, finaliza Renata.

G1 PB

Caso suspeito de varíola do macaco em Pernambuco deve ser notificado em até 24h, estabelece Saúde

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30.6.22


Até esta quinta-feira (30), segundo a SES-PE, não há nenhum caso suspeito notificado em Pernambuco

Imagens microscópicas do vírus da varíola dos macacos - Foto: Freya Kaulbars/Rki Robert Koch Institute/AFP
Em nota técnica, a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) estabeleceu que todos os serviços de saúde do Estado, sejam privados ou públicos, devem notificar casos suspeitos ou prováveis de varíola dos macacos em um prazo de até 24 horas. 
Até esta quinta-feira (30), segundo a SES-PE, não há nenhum caso suspeito notificado em Pernambuco - o Brasil já acumula 21 casos, de acordo com o mais recente balanço do Ministério da Saúde.

As notificações sobre os casos prováveis e suspeitos devem ser feitas ao Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Pernambuco (Cievs/PE).

Casos suspeitos, explica a SES-PE, são todos aqueles de indivíduos que apresentem "início súbito de erupção cutânea aguda sugestiva de monkeypox" em qualquer parte do corpo, incluindo a região genital.
Essas erupções devem estar associadas ou não ao inchaço dos gânglios ou relato de febre. Além disso, o paciente deve ter histórico de viagem a país endêmico ou com casos confirmados de varíola dos macacos desde 15 de março deste ano; ter vínculo epidemiológico com casos suspeitos, prováveis ou confirmados; e ter histórico de "contato íntimo" com desconhecidos e/ou parceiros casuais nos 21 dias anteriores ao início dos sintomas. 
O indivíduo com quadro suspeito deve ser isolado de forma imediata. Caso o exame laboratorial confirme a infecção, o paciente só poderá deixar o isolamento quando as lesões desaparecerem completamente.

A secretaria destaca ainda que o paciente suspeito ou confirmado deve também se abster de sexo, incluindo oral. Durante o período, poderão receber tratamento de suporte para aliviar os sintomas da doença. 

Os responsáveis pelo cuidado devem usar medidas de proteção individual apropriadas, como usar máscara e limpar objetos e superfícies tocadas. 

Para os casos descartados, a SES-PE orienta a verificação da necessidade de permanência do isolamento considerando diagnóstico diferencial. 
Rastreamento e monitoramento de contatos dos casos suspeitos devem ocorrer por, no mínimo, 21 dias.

Varíola dos macacos
Doença viral zoonótica causada pelo monkeypox vírus, a varíola dos macacos tem com principais sintomas febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, adenomegalia (aumento dos linfonodos do pescoço), calafrios e exaustão.
 
Comumente, de um a três dias após o início da febre, o paciente desenvolve erupção cutânea. 

FOLHA PE

Varíola dos macacos: OMS descarta emergência internacional no momento, mas reconhece preocupação

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26.6.22



Atualmente, o rótulo de 'emergência global' se aplica apenas à pandemia de coronavírus e aos esforços contínuos para erradicar a pólio.
25/06/2022 18h03  Atualizado há 18 horas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que, neste momento, a varíola dos macacos não é uma emergência de saúde de importância internacional, mas reconheceu a necessidade de preocupação com a doença. A conclusão está no relatório final, divulgado neste sábado (25), do primeiro Comitê de Emergência do sobre o surto da varíola dos macacos em vários países.

"No geral, no relatório, eles me informaram que, neste momento, o evento não constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, que é o nível mais alto de alerta que a OMS pode emitir, mas reconheceram que a própria convenção do comitê reflete a crescente preocupação", Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS sobre o relatório.

"Eles expressaram sua disponibilidade para serem convocados novamente conforme necessário", completou.

Atualmente, o rótulo de "emergência global" se aplica apenas à pandemia de coronavírus e aos esforços contínuos para erradicar a pólio.

Os sintomas iniciais costumam surgir dentro de 1 a 3 dias (às vezes mais). Após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

Especialistas ainda não sabem, exatamente, como a doença está sendo transmitida. Geralmente, a varíola dos macacos passa de animais para humanos. Transmissão sexual também é investigada.

As lesões passam por cinco estágios antes de cair, segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. A doença geralmente dura de 2 a 4 semanas.

Como se proteger
O uso de máscaras, o distanciamento e a higienização das mãos são formas de evitar o contágio pela varíola dos macacos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou a adoção dessas medidas, frisando que elas também servem para proteger contra a Covid-19.

"Tais medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos, têm o condão de proteger o indivíduo e a coletividade não apenas contra a Covid-19, mas também contra outras doenças", disse a agência.

g1

Covid-19: Brasil notifica 140 óbitos e 71,9 mil casos em 24 horas

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22.6.22


Agência Brasil
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 71.906 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas em todo o país. De acordo com os órgãos, foram confirmadas também 140 mortes por complicações associadas à doença.

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta quarta-feira (22). Segundo a pasta, os estados do Tocantins e da Paraíba não informaram os dados e Mato Grosso do Sul não enviou atualizações sobre óbitos.

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 31.890.733.

O número de casos em acompanhamento de Covid-19 está em 688.335. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta e nem resultaram em óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 669.530 desde o início da pandemia. Ainda há 3.313 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente morreu, mas a investigação se a causa foi Covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 30.532.868 pessoas se recuperaram da Covid-19. O número corresponde a 95,8% dos infectados desde o início da pandemia.

Estados
Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por Covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.250), Rio de Janeiro (74.020), Minas Gerais (61.916), Paraná (43.574) e Rio Grande do Sul (39.858).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.152), Tocantins (4.158) e Sergipe (6.354).

Vacinação
Até hoje foram aplicadas 446.278.419 doses de vacinas contra a Covid-19, sendo 177,5 milhões como primeira dose, 160,2 milhões como segunda dose e 4,9 milhões como dose única. Outras 91,6 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço e 7,8 milhões ganharam segunda dose extra, ou quarta dose da vacina.




diário PE


Covid-19 afeta aulas presenciais em 16 escolas estaduais com professores infectados na Paraíba

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20.6.22


Serão sete dias de quarentena dos professores para que, então, as aulas presenciais sejam retomadas. Nenhum aluno foi infectado, de acordo com a Secretaria.

Conforme a Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia da Paraíba, as 16 escolas com registro de professores infectados pelo coronavírus passarão por sanitização especializada. (Foto: Pixabay)
Professores de pelo menos 16 escolas estaduais da Paraíba testaram positivo para Covid-19 e tiveram que se afastar do trabalho. As aulas presenciais foram suspensas nas unidades, de acordo com informações da Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia da Paraíba ao ClickPB. As aulas serão remotas durante o período de quarentena dos educadores.
Serão sete dias de quarentena dos professores para que, então, as aulas presenciais sejam retomadas. Nenhum aluno foi infectado, de acordo com a Secretaria.
Ainda conforme a Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia da Paraíba, as 16 escolas com registro de professores infectados pelo coronavírus passarão por sanitização especializada.
São nove instituições que ainda estão em aulas remotas e outras já voltaram às atividades presenciais, de acordo com a Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia da Paraíba.
As informações preliminares são de que os casos foram registrados em João Pessoa, Campina Grande, Cuité e Patos, mas a Secretaria ainda não confirmou ao ClickPB os locais. O ClickPB já noticiou o caso de nove professores infectados somente no Colégio Estadual da Prata, em Campina Grande, na semana passada.

Click PB

PERNAMBUCO: Média móvel de casos de Covid sobe 75% em duas semanas

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16.6.22


No dia 2 de junho, a média móvel era de 573 casos diários. Nesta quarta (15), chegou a 1.004 casos diários.
A média móvel de casos confirmados do novo coronavírus subiu 75% nas últimas duas semanas, em Pernambuco. No dia 2 de junho, a média móvel era de 573 casos diários. Nesta quarta (15), chegou a 1.004 casos diários (veja vídeo acima).
Foram confirmados somente nesta quarta (15) 1.557 casos da doença. O número é o maior desde o dia 13 de abril, quando houve 1.669 notificações. No mês de junho, 863 casos têm sido registrados, em média, por dia.
A maioria dos novos infectados tem a forma leve da doença. Dos novos casos confirmados nesta quarta-feira, 11 são graves e 1.546 são leves.
O aumento dos casos de Covid-19 no estado também é notado nos índices diários e no aumento da procura por testes. Os pontos de testagem do Recife voltaram a ter longas filas de pessoas com sintomas gripais.
A Secretaria de Saúde do Recife disse que oferece uma média de 750 testes rápidos de Covid-19. Somente nos primeiros dias de junho, o governo informou que já enviou mais de três mil testes para os municípios
Alerta
A assistente administrativa Sara Vicente de Melo fez o teste e descobriu que estava com Covid. Ela afirmou que começou a ter sintomas de gripe na sexta (10).
"Como se fosse um resfriado leve, um pouco de coriza no nariz, um pouco de dor de cabeça, corpo bastante mole. E veio junto um pouco de tosse, sem catarro, tosse seca. Eu sabendo disso já comprei remédio. E eu pensando que era gripe", contou.
Os sintomas da variante ômicron, que tem circulado mais no estado, são mesmo muito parecidos com os da gripe. O médico infectologista Demetrius Montenegro, alertou que, por isso, os testes são ainda mais importantes.
"Estamos passando por um período em que outros vírus respiratórios estão acontecendo, principalmente nas crianças. Muita gente não vinha se testando, porque dizia que era uma gripe, mas não dá pra diferenciar gripe de Covid, principalmente com esses sintomas muita mais de congestão nasal, de tosse seca, de sinusite, não dá para diferenciar uma coisa pra outra, só fazendo teste", observou.
"Para a ômicron, precisa ser o esquema completo. Então, quem ainda não está com o esquema completo deve procurar a unidade de vacinação para tomar vacina e completar o esquema. Então, vacina e máscara, por enquanto, são as únicas coisas que temos pra nos defender desse vírus", disse Demetrius Montenegro.
Também é recomendado um isolamento de sete dias para as pessoas que estão sem sintomas e que passem pelo menos 24 horas sem nenhum sintoma, mesmo algum sintoma residual.
A partir do décimo dia, mesmo com algum sintoma residual, é possível sair do isolamento, porque já não há perigo de transmissão.
Uso de máscaras
O uso do equipamento de proteção em Pernambuco atualmente é obrigatório apenas nas escolas, unidades de saúde, farmácias e no transporte público.
Mas, diante do aumento de casos leves, a Secretaria Estadual de Saúde recomenda a utilização da máscara em todos os ambientes fechados, principalmente pelas pessoas que estão com sintomas gripais, idosos e imunosssuprimidos.
Nas ruas do Recife, muita gente continua usando máscara, inclusive em ambientes abertos. É o caso da vendedora Lucy Gomes, que trabalha no Cais de Santa Rita.
"É muito bom a gente usar máscara pra evitar. E agora que o pico aumentou a gente tem que manter, prevenir e não pegar novamente essa doença", disse.
A vendedora Erika Ferreira também não abre mão da máscara. Ela já teve Covid e ficou quase 20 dias doente.
"Permaneço de máscara em todos os lugares que eu vou porque, infelizmente, os casos estão voltando, então é melhor a gente se prevenir", afirmou.
Com a máscara, a aposentada Rita Francisca garantiu também todas as doses da vacina contra a Covid que estão disponíveis pra ela. "Já fui vacinada com as quatro, como se fala. Protegida, assim espero em deus", afirmou.
Leitos
No domingo (12), 505 leitos estavam ocupados na rede pública. É a primeira vez que o estado tem mais de 500 pessoas internadas em três meses. O último dia foi 11 de março, quando eram, exatamente, 500 leitos ocupados.
"Os sintomas são muito parecidos ao que aconteceu na onda de janeiro e fevereiro. São sintomas respiratórios mais altos, congestão, espirro, dor de cabeça, tosse, garganta doendo muito, mas sem comprometimento maior de pulmão. Quando acontece comprometimento maior de pulmão é tosse seca", afirmou o infectologista Demetrius Montenegro
O médico disse que não vem observando um aumento de casos com maior gravidade, de pessoas indo para Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).
"Quem está se internando, é para um controle de sintomas como dor de cabeça. Tem algumas pessoas com dor de garganta muito forte e que precisam se internar porque não conseguem tomar água, comer, terminam desidratando", disse.
Montenegro lembrou que com a vacina, associada ao uso de mascara, a proteção é muito maior. "E essa vacina vai te proteger de evoluir pra um caso de uma gravidade maior. Hoje, ainda quem se interna em UTI com uma situação de maior gravidade é quem ou que tem uma doença já de base muito avançada ou aquelas pessoas que não se vacinaram ainda", afirmou.

Covid-19: "As próximas semanas não serão fáceis", diz Margareth Dalcolmo sobre pandemia de Covid-19 no Brasil

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13.6.22


Especialista pede mais rigor com medidas não farmacológicas para combater o Sars-CoV-19


“As próximas semanas não serão fáceis”. O alerta é da especialista em coronavírus, a médica, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e integrante do comitê de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margareth Dalcolmo, em fala à Folha de Pernambuco.

Para Dalcolmo, o momento atual da pandemia de Covid-19 pede a conscientização sobre mais rigor com as medidas não farmacológicas para combater o Sars-CoV-2, como o uso de máscaras de proteção, sobretudo em ambientes fechados, e a higienização das mãos.

“Não precisaria nem que nós fizéssemos os alertas que nós vamos continuar fazendo diariamente: é preciso usar máscaras em ambientes fechados”, diz a médica.
Em Pernambuco, a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes ao ar livre foi retirada em 29 de março. Pouco menos de um mês depois, em 20 de abril, a medida foi estendida a ambientes fechados. Atualmente, o uso do equipamento é obrigatório apenas em hospitais e farmácias, transporte público e escolas.

Margareth também cita que é preciso avançar com a vacinação para conter o vírus, especialmente de crianças. “É um apelo que eu, pessoalmente, fiz quando estive em Pernambuco três meses atrás e continuarei fazendo: é muito importante que as crianças acima de cinco anos sejam vacinadas com duas doses da vacina para a Covid-19”, afirmou.
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Segundo os dados mais recentes da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), apenas 28,35% das crianças de 5 a 11 anos receberam a segunda dose do imunizante em Pernambuco. O Estado liberou, nos últimos dias, a imunização com a quarta dose para adultos com 50 anos e mais e profissionais de saúde e todos com mais de 18 anos que estão em abrigos após as fortes chuvas.

Com mais de 100 artigos científicos publicados nacional e internacionalmente, Margareth Dalcolmo é um dos principais nomes da comunidade científica brasileira no combate à pandemia de Covid-19. Recentemente, lançou o livro “Um tempo para não esquecer - A visão da ciência no enfrentamento da pandemia do coronavírus e o futuro da saúde”, com tarde de autógrafos no Recife.
A médica Margareth Dalcolmo, no Recife, para lançamento de livro (Foto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco)

Leia, a seguir, a íntegra da entrevista com Margareth Dalcolmo:

Aumento de casos no Brasil
Não há dúvidas de que há um aumento epidemiológico de casos da Covid-19 a partir do aparecimento das novas variantes e subvariantes da cepa ômicron no mundo e inclusive no Brasil. Não é surpreendente que isso esteja ocorrendo na medida em que nós sabemos que essas cepas têm o que nós chamamos de escape vacinal. Ou seja, elas contaminam pessoas vacinadas mesmo com três, quatro doses de vacina.
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A característica clínica dos casos que nós temos observado é de menor gravidade, exatamente porque as vacinas protegem contra gravidade de doença e evitam hospitalizações e, evidentemente, os procedimentos de doença grave. Então, não há dúvida de que os casos são menos graves, porém, a taxa de transmissão é altíssima. Enquanto que a cepa original da Covid-19 tinha um R (que é aquela taxa de transmissibilidade) de aproximadamente 2,5, 3,0, essas cepas têm R de 10. Ou seja, 100 pessoas contaminam 1000 pessoas. Então, isso faz com que a transmissão da comunidade, considerando que muita gente, digamos, relaxou com as medidas não farmacológicas, sobretudo o uso de máscaras em ambiente fechado - o que eu sou particularmente contra. Eu sempre disse que era para manter o uso de máscara enquanto não houvesse um controle epidêmico mais efetivo e isso foi relaxado muito.

Eu moro no Rio de Janeiro, aqui tem lugares fechados onde está todo mundo sem máscara. Cada festa, cada recepção e cada manifestação que há gera muitos casos. Isto é, o que está acontecendo é o que nós temos visto já um relativo aumento de casos hospitalizados e esses casos estão relacionados a pessoas ou não vacinadas - infelizmente ainda existe gente que não está vacinada, o que é uma tristeza, uma coisa de uma negação absolutamente difícil de nós aceitarmos, considerando a eficácia muito já comprovada das vacinadas, sobretudo no Brasil.

A tragédia no Brasil teria sido muito maior do que já foi se não tivesse tido uma cobertura vacinal tão alta quanto a despeito de todas as nossas adversidades, nós conseguimos alcançar: de 80% da população vacinada pelo menos com duas doses.

Neste momento, eu considero absolutamente crucial que as pessoas retomem as medidas não farmacológicas, isto é, lavagem das mãos, considerando que essa cepa contamina também pelo toque, pelos objetos contaminados com aerossol, perdigotos, esse tipo de contaminação e em ambientes fechados usar máscara o tempo todo, máscara de boa qualidade.
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Uso de máscaras
Não precisaria nem que nós fizéssemos os alertas que nós vamos continuar fazendo diariamente: é preciso usar máscaras em ambientes fechados. A população está vendo pelo aumento do número de casos dentro de suas próprias famílias. Toda família hoje tem alguém doente. Não é uma pessoa só, em geral é marido e mulher, filho, criança, funcionários da casa e muitas pessoas ao mesmo tempo. Eu tenho vários aqui que eu estou acompanhando que são famílias inteiras. Um passa para o outro de maneira muito rápida, inclusive crianças pequenas, que ainda estão fora da faixa etária de vacinação. Uma coisa que é muito importante e que eu sei que em Pernambuco a taxa não está satisfatória é a cobertura vacinal da população pediátrica. Tem muita vacina, tem vacina disponível na rede e as famílias não estão levando no percentual adequado as suas crianças para receberem proteção vacinal. E é um apelo que eu pessoalmente fiz quando estive em Pernambuco três meses atrás e continuarei fazendo: é muito importante que as crianças acima de cinco anos sejam vacinadas com duas doses da vacina para a Covid-19.

Variantes e subvariantes
A subvariante que predomina no Brasil é a BA.2 e já tem detectado pela vigilância genômica feita por nós na Fiocruz de circulação em pequena quantidade, mas já presente e certamente vai aumentar, da BA.4 e BA.5, que são aquelas mais predominantes hoje, por exemplo, no Hemisfério Norte - nos Estados Unidos é a que mais circula. Não há dúvidas, são subvariantes da ômicron 2 com alta capacidade de transmissão.

Doses de reforço
É demonstrado que doses de reforços para Covid-19 são muito importantes. A terceira dose é mais importante do ponto de vista de proteção do que a própria quarta, ela oferece uma taxa de proteção sobre as duas doses anteriores enorme, comprovadamente demonstrado por estudos. A quarta dose ainda corresponde a uma maior taxa de proteção. É muito importante essa medida, estou de acordo que toda a população acima de 50 receba sim as duas doses de reforço. Considero como uma medida de saúde pública correta.

Fim da pandemia?
Eu particularmente tenho uma visão muito clara sobre isso: acho que essa angústia é uma angústia desnecessária. Ninguém está querendo fim de pandemia no sentido assim de o que nós estamos acompanhando da realidade. Não adianta nós querermos algo que é, nesse momento, inalcançável. Esse é o momento em que medidas pessoais e coletivas, solidárias entre as famílias, entre colegas de trabalho, entre grupos de pessoas, como proteger-se a si mesmo e, portanto, aos demais, como receber as vacinas nas doses necessárias, vacinar as crianças, aí nós saberemos que, como a Covid-19 é uma virose aguda de transmissão respiratória, como todas as demais que já houve na história da humanidade, a tendência dela é ir-se aplainando e ir diminuindo ao longo do tempo. Porém, neste momento, ainda não é o momento que nós podemos falar que esteja em desaparecimento, absolutamente. Ela ainda depende de medidas sanitárias muito coletivas e muito precisas. É preciso que as pessoas não gastem a sua angústia com isso. Estão cansadas? Nós não temos sequer o direito de estar cansados, nós temos que continuar nos protegendo e protegendo todas as pessoas que conosco convivem.

Casos graves e mortes
Boletins da Fiocruz já detectaram que a grande maioria dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), que ocorrem neste momento, são devido à Covid-19. Então, ao dizer que a maior parte dos casos são leves, sem gravidade, também não estamos dizendo que não haja casos mais graves. Quem são as pessoas que podem evoluir para casos mais graves? São, em primeiro lugar, as não vacinadas, as muito idosas e/ou aquelas que, mesmo não sendo idosas, são portadoras de uma condição imunológica de fragilidade, isto é, transplantados de órgãos, pessoas que usam medicação imunossupressora por longo tempo e que deixam o seu sistema imune mais fragilizado. Essas pessoas e, além disso, as crianças são aquelas que estão contribuindo para o aumento de casos de Srag cuja causa, da maior parte delas, é a Covid-19.

Próximas semanas
Os órgãos de imprensa, que têm se comportado de maneira tão aliada à ciência no Brasil, mantenham esse alerta ainda neste momento permanentemente. As próximas semanas não serão fáceis e todo mundo deve manter o uso de máscaras nas próximas duas a três, quatro semanas no Brasil inteiro, em todas as áreas onde haja contato com pessoas e celebrações, ambientes de trabalho, etc.
















Covid-19: hospitais privados registram aumento de 94% de casos da doença no Brasil

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9.6.22


Cerca de 30% dos atendimentos em pronto-socorros ocorridos no período estavam associados à infecção pelo coronavírus
 Agência O Globo

Os hospitais privados brasileiros registraram um aumento médio de 94% no número de casos confirmados de Covid-19 nas últimas duas semanas. É o que aponta o mais recente levantamento realizado pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp). Cerca de 30% dos atendimentos em pronto-socorros ocorridos no período estavam associados à infecção pelo coronavírus.
Por conta da doença, 4,52% dos pacientes acabaram internados e, aproximadamente 1,2% precisaram ser encaminhados para UTI.
"Estamos entrando em uma semana de maior preocupação em relação às duas últimas. O crescimento dos atendimentos nos pronto atendimentos tem sido muito expressivo nos hospitais, o que reflete no aumento do número de internações e faz com que as instituições voltem a precisar ampliar a destinação de leitos para Covid-19", disse em nota Antônio Britto, diretor-executivo da Anahp.
Segundo o levantamento feito pela associação, a ocupação hospitalar nas últimas duas semanas chegou a 84% — em abril esse número não passou de 77,5%. Britto pondera que esse crescimento está associado às internações por Covid-19, num momento em que as unidades de saúde retomaram a realização de procedimentos eletivos (que foram suspensos durante os períodos mais críticos da pandemia).
A pesquisa também indicou que, no período, 5,5% dos profissionais de saúde foram afastados por diagnóstico positivo para covid-19. Além disso, ao avaliar a incidência de síndromes gripais, o resultado indicou um aumento de 32% desses casos não relacionados à Covid em pronto atendimento.
A Anahp representa mais de 1.300 hospitais privados brasileiros localizados em 17 estados, de todas as regiões do país. Os dados do levantamento se referem ao período que vai de 23 de maio a 4 de junho.
O boletim Infogripe da Fiocruz divulgado nesta quinta-feira mostra que, nas últimas quatro semanas, os diagnósticos de Covid-19 corresponderam a 69% das ocorrências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil. Também em relação ao total de óbitos por vírus respiratórios, o estudo aponta a mesma propensão, 92,22% foram em decorrência do coronavírus.
Um levantamento feito pelo O GLOBO mostrou que em pelo menos sete unidades da federação houve aumento de internações e atendimentos por Covid, embora o número de óbitos não tenha acompanhado. Dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) apontem que os testes positivos para Covid-19 saltaram 326% em maio.

Argentina detecta primeiro caso suspeito de varíola do macaco

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23.5.22


O Ministério da Saúde da Argentina anunciou, neste domingo, que foi detectado o primeiro caso suspeito de varíola do macaco do país. 

O paciente, que mora na província de Buenos Aires, mas viajou à Espanha entre os dias 28 de abril e 16 de maio, está isolado e apresenta bom estado clínico geral, conforme noticiou o portal "Infobae".

“Enquanto aguardam os resultados, foi formada equipe de trabalho em conjunto com a província de Buenos Aires e a Cidade Autônoma de Buenos Aires, para coordenar ações clínicas, diagnósticas e epidemiológicas para confirmar ou descartar o caso, prestar atendimento clínico adequado e implementar todas as medidas de controle de foco para evitar uma possível transmissão”, alertou a pasta.

O indivíduo procurou atendimento médico na cidade de Buenos Aires neste domingo, apresentando "sintomas compatíveis com a varíola do macaco", como "feridas em diferentes partes do corpo e febre".

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que, até este sábado, já foram confirmados 92 casos laboratorialmente. 

No domingo, Suíça e Áustria anunciaram seus primeiros casos confirmados, o que elevou o total de países com infecções por varíola do macaco para 15 nações. Nenhuma morte associada foi relatada até o momento.

"Vale ressaltar que o vírus da varíola dos macacos é considerado de moderada transmissibilidade entre humanos”, acrescentou o Ministério da Saúde da Argentina. “A transmissão entre parceiros sexuais, por contato íntimo durante a relação sexual com lesões cutâneas infecciosas, parece ser o modo provável de transmissão".

De acordo com o Ministério da Saúde argentino, as recomendações em caso de aparecimento dos sintomas, especialmente erupções cutâneas, são: isolar-se das outras pessoas, como não ir ao trabalho ou à escola, usar máscara e procurar atendimento médico. Também é indicado não doar sangue, células, tecidos, órgãos, leite materno ou sêmen enquanto estiver sob suspeita da doença.

Pernambuco confirma primeiro caso da subvariante BA.2 da Ômicron

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1.4.22


Boletim desta quinta-feira (31) registrou 1.411 casos da Covid-19 e 11 mortes no Estado
 Portal Folha de Pernambuco

Em boletim divulgado nesta quinta-feira (31), pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), foi confirmado o primeiro caso em Pernambuco da subvariante BA.2 da Ômicron, linhagem predominante no Estado. 

De acordo com o boletim, o registro positivo para a BA.2 veio em uma em amostra coletada no dia 4 de fevereiro, de uma paciente do sexo feminino, de 82 anos de idade, que possuía múltiplas comorbidades (doença de Alzheimer, hipertensão, diabetes, doença de Parkinson).

Os primeiros sintomas da idosa foram apresentados em 28 de janeiro, seguido de atendimento na atenção básica do Recife. Após piora no quadro, foi transferida para o Hospital Maria Lucinda, vindo a falecer no dia 20 de fevereiro. A mulher estava com o esquema vacinal completo contra a Covid-19. 

A amostra positiva foi detectada no último sequenciamento genético feito pelo Instituto Aggeu Magalhães (IAM/FiocruzPE), entregue nesta quinta-feira (31/03) à Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE).


Segundo o levantamento, dos 54 genomas analisados, todos (100%) foram identificados como da linhagem Ômicron (BA.1; BA.1.1; BA.2). As coletas foram realizadas entre o início de fevereiro e a primeira quinzena de março. 

“A BA.2 já circula em diversos estados brasileiros, o que aumentava ainda mais a possibilidade de circulação desta sublinhagem em território pernambucano. Por isso, continuávamos atentos à vigilância genômica do novo coronavírus no Estado, analisando periodicamente amostras de diversos períodos, o que possibilitou que identificássemos a subvariante no nosso sequenciamento genético mais recente”, pontua o secretário estadual de Saúde, André Longo. 

Segundo levantamento da Fiocruz, outros seis estados têm casos confirmados desta sublinhagem: Ceará, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

Boletim da SES-PE

No boletim desta quinta-feira (31), com os dados da Covid-19 em Pernambuco, foram registrados, em 24 horas, 1.411 casos de Covid-19 e 11 mortes pela doença no Estado.. 

Entre os confirmados hoje, 15 (1%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 1.396 (98%) são leves. Agora, Pernambuco totaliza 897.626 casos confirmados da doença, sendo 58.319 graves e 839.307 leves.

Os 11 óbitos confirmados do boletim desta quinta ocorreram entre 25 de abril de 2021 e a última sexta-feira (25). As novas mortes são de pessoas residentes dos municípios de Afogados da Ingazeira (1), Araripina (1), Ibimirim (1), Nazaré da Mata (1), Olinda (2) e Recife (5). Com isso, o Estado totaliza 21.411 mortes pela Covid-19. Os pacientes tinham entre 42 e 96 anos.

Aroeiras chega a 173 casos ativos de covid-19, associação de profissionais da educação pedem cautela para aglomeração em encontros pedagógicos e início de aulas presenciais

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3.2.22


O Município de Aroeiras, no Agreste do Estado da Paraíba registrou 173 casos ativos de covid-19, o resultado foi divulgado por meio de um boletim nesta quarta- feira 02/02 pela  Secretaria de Saúde do Município. Faleceram 25 pessoas desse o início da Pandemia. 
Em nota, a associação dos professores de Aroeiras pedem cautela a secretria de educação do Município a reavaliação de todas atividades presenciais marcada para os próximos dias. Confira a nota na íntegra: 

NOTA ASPMEA           02.02.2022

Diante da explosão INCONTROLÁVEL E CÉLERE de casos de COVID-19 em nossa cidade, pela variante 
Ômicron, a ASPMEA apela aos gestores do nosso município PRUDÊNCIA na retomada de atividades 
presenciais que antecipam as o ano letivo, sobretudo para cuidar do nosso bem mais precioso: a vida.
O que está acontecendo com a disseminação desenfreada dessa variante, altamente transmissível, com casos confirmados entre funcionários das escolas, SINTOMÁTICOS e ASSINTOMÁTICOS, emite um alerta para que reforcemos as medidas de segurança já conhecidas, tais como: uso de máscaras com altos níveis 
de proteção, higienização constante das mãos e objetos, e PRINCIPALMENTE, DISTANCIAMENTO SOCIAL.
Decretos Estaduais mais rígidos tentam diminuir a velocidade do contágio que, mesmo aparentemente leve em vacinados, pode ser fatal para crianças não-vacinadas e imprevisível para adultos 
com ou sem comorbidades. Logo não é hora de UM DEVIR NEGACIONISTA, muito menos de promover 
espaços colaboradores de infecção e reinfecção. A pandemia não acabou e, se agirmos com negligência, 
podemos arcar com novas e dolorosas perdas, para as quais lamentações inúteis são vazias, quando, de algum modo, colaboramos com elas. 
Mais do que nunca, precisamos assumir uma postura atenta a esses sinais, de modo que sirvam de exemplo para que façamos as regulações necessárias, sobremaneira nesse momento em que o vírus se mostra atuante e a taxa de circulação em curva de ascendência. Logo, promover mais um espaço de contato, quando tudo parece recomeçar, é no mínimo, imprudente.
 Assim sendo, nossa Associação apela ao bom-senso da Secretária de Educação de Aroeiras, na pessoa da Professora Mirileide Silveira, no que tange a reprogramar as atividades presenciais da Semana Pedagógica-2022, para o modelo remoto, considerando que aglomerar mais de 200 profissionais da educação, de diferentes escolas, cidades e faixas etárias, nas dependências do Ginásio Poliesportivo O Bezerrão, no dia 07 de fevereiro e, posteriormente, nas dependências da EMEF Jardirene Oliveira de Souza, entre os dias 08 e 09, ainda em reforma, é impraticável, além de incoerente com a postura cuidadosa assumida até aqui,. Outrossim, contraria o Decreto Estadual Nº 41.010 DE 07 DE FEVEREIRO DE 2021 que “Estabelece o Plano Educação Para Todos Em Tempos De Pandemia - PET-PB, que dispõe sobre o processo de retomada das aulas presenciais dos Sistemas Educacionais da Paraíba e demais instituições de Ensino Superior sediadas no território paraibano.” Sobre tal normativa ainda em vigor, chamamos a atenção para o
Artigo 43º, em que se lê:
Ar. 43. § 2º Recomenda-se a continuidade de reuniões de planejamento, demais encontros 
pedagógicos e reuniões com as famílias por meio da utilização de plataformas digitais.
Diante desse cenário de crise iminente, intentamos um posicionamento da Secretaria Municipal 
de Educação no que diz respeito a reorganização da alocação da Semana Pedagógica, bem como de reuniões 
presenciais que desrespeitem às normas mínimas de distanciamento, GARANTINDO E DETERMINANDO que
tais eventos possam acontecer, por meio do sistema remoto, evitando assim, novas contaminações e, 
consequentemente, o afastamento dos profissionais de seus postos de trabalho.
 Cabe-nos dizer, ser desejo de todos a retomada das atividades pedagógicas no modo presencial, 
prova disso fora a adesão imediata de servidores à vacinação. No entanto, a seguridade também faz parte 
da qualidade do ensino e o resguardo de todos os envolvidos neste momento do retorno, que deve ser 
gradual, é pactuada por meio do zelo e do compromisso coletivo.
 A saúde física e emocional somente será possível se houver compreensão, cooperação, espírito 
de solidariedade, e acima de tudo extrema responsabilidade. 
 ASPMEA - Associação dos Servidores Públicos Municipais da Educação de Aroeiras.


Paraíba tem mais de 3 mil casos de Covid-19 e 40 internações em 24h

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26.1.22


Sertão está com metade dos leitos de UTI de unidades de referência ocupados, aponta SES
A Paraíba registrou 3.172 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo informado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) em boletim emitido nesta quarta-feira (26). O estado agora totaliza 483.908 casos confirmados da doença.

Prefeitura de João Pessoa disponibiliza testagem de Covid-19 em universidades
Ainda conforme o boletim diário, 40 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo 248 pacientes estão internos nas unidades de referência pra Covid-19.

Segundo a SES, foram registrados mais dois óbitos, um deles ocorrido nas últimas 24 horas. As vítimas foram duas mulheres, de 65 e 83 anos. O estado também contabiliza 367.709 pacientes recuperados da doença

Ocupação de leitos
A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo estado é de 33%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 43%.

Em Campina Grande, estão ocupados 23% dos leitos de UTI adulto e, no Sertão, 50% dos leitos de UTI para adultos.

Ainda segundo a Secretaria, não houve atualização dos dados das vacinas aplicadas na Paraíba nesta quarta-feira (26). A última atualização foi feita no dia 20 de janeiro.
Correio PB


Casinhas registra 34 casos de covid-19 em moradores mais dois profissionais de saúde infectados pela doença

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25.1.22


O Município de Casinhas, no Agreste de Pernambuco, registrou 36 casos de covid, sendo 34 moradores distribuídos na zona rural e na cidade, e outros dois casos envolvendo profissionais de saúde que estão em tratamento domiciliar. No sítio Catolé foram registrados (03) casos, Junco (03), Montado (06), Serra Verde (03), Urbano (05), Vila Nova (07), Chatinha (04), fora do Município (03). No Município de Casinhas desde o inicio da pandemia aos dias atuais faleceram 12 pessoas. 
Os dados foram divulgados por meio de boletim covid-19 da Secretaria Municipal de saúde de Casinhas. 

FESTA DO TAPUIA 2022

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