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Prefeito de Toritama dispara contra políticos que andam comprando lideranças: "Não vendo o apoio de vocês"

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27.8.22


Durante um ato político na zona rural de Toritama, no Agreste de Pernambuco, o prefeito Edilson Tavares detonou com político corrupto ladrão e que engana às pessoas. O chefe do executivo Municipal ainda disparou contra um político que anda comprando apoio de lideranças políticas. 
"Um ex- prefeito não sei lá de que, uma liderança política, dá um dinheiro aquela pessoa R$ 50 mil R$ 100 mil conto, aquela pessoa diz que têm não sei quantos votos, a pessoa lá têm estes votos? a pessoa só têm um rapaz? Quem me procura eu só digo eu só tenho o meu, a mulher têm hora que até ela vota diferente de mim. Assista parte do discurso de Edilson Tavares em Toritama:

Eu não vendo vocês, eu não vendo o apoio de vocês, quem me procura eu digo, você vai ajudar Toritama? 
Apareceu um no gabinete estes dias sabe Paulo, não porque veja bem, eu quero o seu apoio, vou ajudar a sua cidade, vou botar recurso eu digo: chegou cedo para 2026. Eu disse: comece a botar de agora, quando for em 2026 eu vou olhar o que você fez aí você vai ter o meu apoio e a minha gratidão.
A fala do prefeito refere-se a pré candidatos a Deputado que busca o apoio de Edilson na eleição deste ano. 

Lula é aplaudido de pé durante fala no parlamento europeu; confira íntegra do discurso

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16.11.21


Durante o discurso, Lula afirmou que o Brasil 'tem jeito' e que ainda falou que é possível 'construir uma economia justa'
Portal Folha de Pernambuco

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi aplaudido de pé durante discurso no parlamento europeu, em Bruxelas, capital da Bélgica, nesta segunda-feira (15). 

Durante seu discurso, Lula afirmou que o Brasil "tem jeito" e que ainda falou que é possível "construir uma economia justa".
 
"E apesar, sobretudo, das mortes de mais de 610 mil brasileiros, muitas delas evitáveis – caso houvesse por parte do atual governo o interesse em combater com seriedade o coronavírus", ressaltou o ex-presidente durante seu discurso. 

Confira na íntegra o discurso de Lula:
Eu quero começar falando não da América Latina, nem da União Europeia, nem de algum país, continente ou bloco econômico em particular, e sim do vasto mundo em que vivemos todos nós – latino-americanos, europeus, africanos, asiáticos, seres humanos das mais diferentes origens.

Vivemos em um planeta que tenta a todo momento nos alertar de que precisamos de novas atitudes e de uns dos outros para sobreviver. Que sozinhos estamos vulneráveis às tragédias ambientais, sanitárias e econômicas. Mas que juntos somos capazes de construir um mundo melhor para todos nós.

No entanto, ignoramos esses alertas. Insistimos em não aprender com os erros do passado.

O resultado da nossa falta de compreensão está à vista de todos: pandemia, desigualdade, fome, emergências climáticas que no futuro próximo poderão comprometer a sobrevivência da espécie humana na Terra.

Apesar de tudo isso, quero reiterar aqui minha crença inabalável na humanidade.

Não nasci otimista – aprendi a ser. Porque vi em vários momentos da minha vida o quanto um ser humano é capaz de realizar, e o quanto um povo é capaz de construir, quando existe força de vontade e geração de oportunidades.

Quem vive hoje no Brasil, ou acompanha o noticiário sobre o país, tem todos os motivos para estar pessimista. Mas aonde quer que eu vá, faço questão de dizer: o Brasil tem jeito – apesar do projeto de destruição colocado em prática por um bando de extremistas de direita sem a menor noção do que seja cuidar de um país e de seu povo.

O Brasil tem jeito, apesar dos 19 milhões de brasileiros que passam fome. Apesar dos 19 milhões de desempregados e desalentados, que já desistiram de procurar um novo emprego. Apesar dos ataques constantes contra a população negra e indígena. Apesar do avanço da destruição do meio ambiente, inclusive na Amazônia.

E apesar, sobretudo, das mortes de mais de 610 mil brasileiros, muitas delas evitáveis – caso houvesse por parte do atual governo o interesse em combater com seriedade o coronavírus.

Apesar de tudo, digo com total convicção: o Brasil tem jeito. Sei disso porque num passado muito recente nós fomos capazes de reconstruir e transformar o país, e temos plena capacidade de reconstrui-lo outra vez.

Da mesma forma que acredito que o Brasil tem jeito, acredito também que o mundo tem jeito. Apesar dos 750 milhões de pessoas que passam fome, apesar dos 5 milhões de mortos pela Covid-19, apesar da desigualdade que não para de crescer, apesar dos conflitos étnicos, religiosos e geopolíticos que não raro alimentam as guerras.

Como disse no início desta fala, meu otimismo não nasce do acaso, mas da experiência. Acredito que a humanidade tem jeito porque estou aqui hoje, neste Parlamento Europeu, reunido com representantes de países que em meados do século 20 eram inimigos ferozes no campo de batalha, numa das maiores  carnificinas da história.

60 milhões de pessoas morreram na Segunda Guerra Mundial. É bem provável que os antepassados de vocês tenham lutado em lados opostos. Que tenham matado, morrido e sofrido na pele as atrocidades da guerra.

Vocês e seus países teriam, portanto, razões para se odiarem uns aos outros. No entanto, são protagonistas de uma das mais extraordinárias experiências da história moderna, que foi a construção da União Europeia.

Vocês estão hoje aqui, neste Parlamento Europeu, em clima de paz, buscando juntos soluções para a construção de uma Europa melhor.

Conhecemos o imenso poder de destruir que o ser humano tem em suas mãos, e que ele tantas vezes não hesitou em usar. Mas não podemos jamais esquecer que a humanidade tem também uma extraordinária capacidade de construir e reconstruir.

A União Europeia, o Parlamento Europeu e vocês, senhoras e senhores eurodeputados, são portanto exemplos dessa virtude humana. A União Europeia não é perfeita, como nada é, mas é um patrimônio da humanidade, como exemplo de cooperação e construção da paz entre os povos.

Senhores deputados e senhoras deputadas

Somos 7 bilhões e seiscentos milhões de seres humanos habitando este planeta. Homens, mulheres, crianças e velhos, ricos e pobres, pretos, brancos, gente de todas as cores.

Cada um de nós carrega dentro de si o seu universo particular. Somos diferentes uns dos outros, cada qual com sua individualidade, mas unidos todos por uma certeza ancestral: o ser humano não nasceu para ser sozinho.

O que me faz lembrar do pequeno trecho de uma das grandes obras primas da Bossa Nova, esse gênero musical brasileiro que conquistou o mundo. Um verso que diz o seguinte: “É impossível ser feliz sozinho.”

A verdade é que não é possível sermos felizes enquanto milhões de crianças ao redor do mundo vão dormir esta noite com fome, e acordarão amanhã sem saber se terão o que comer. 

Não é possível sermos felizes em meio a tamanha desigualdade, que cresceu de forma inaceitável em plena pandemia. Os ricos ficaram muito mais ricos e os pobres, ainda mais pobres.

A desigualdade entre ricos e pobres manifesta-se até mesmo nos esforços para a redução das mudanças climáticas.  O 1 por cento mais rico da população do planeta vai ultrapassar em 30 vezes o limite necessário para evitar que um aumento da temperatura global ultrapasse a meta de 1,5 grau centígrado até 2030.

O 1 por cento mais rico, que corresponde a uma população menor que a da Alemanha, está a caminho de emitir 70 toneladas de gás carbônico per capita por ano.

Enquanto isso, os 50 por cento mais pobres do mundo emitirão, em média, apenas uma tonelada per capta por ano, segundo estudo produzido pela ONG Oxfam e apresentado recentemente na COP 26.

A luta pela preservação do meio ambiente para mim é indissociável da luta contra a pobreza e por um mundo menos desigual e mais justo.

É preciso deixar bem claro que o otimismo, a esperança e a fé não podem ser jamais sinônimos de resignação. Por conta disso, eu me considero um otimista indignado.

Em 2009, os países ricos se comprometeram em aumentar para 100 bilhões de dólares ao ano, a partir de 2020, a contrapartida para os países em desenvolvimento preservarem a natureza e enfrentarem as mudanças climáticas. Esse compromisso não foi cumprido, e agora está sendo postergado para mais dois anos, ou seja, a partir de 2023, a transferência de 100 bilhões ao ano para enfrentar a emergência climática.

Iniciativa louvável, que merece ser celebrada. Mas não podemos esquecer que na crise de  2008, os Estados Unidos destinaram 700 bilhões de dólares para salvar da falência bancos que de forma irresponsável investiram em títulos imobiliários podres.

Na mesma época, o G-20 destinou mais 1,1 trilhão de dólares aos países emergentes e ao comércio mundial, para combater os efeitos da crise.

É preciso lembrar também que os Estados Unidosgastaram8 trilhões de dólares nas guerras pós-11 de setembro. Quantia suficiente para eliminar a fome no mundo e preparar o planeta para lidar melhor com as mudanças climáticas. E que no entanto foi usada para causar a morte direta de mais de 900 mil pessoas em países como Iraque, Afeganistão, Síria, Iêmen e Paquistão. Sem contar as mortes provocadas pela perda de água, esgoto e infraestrutura relacionadas com a guerra.

Ou seja, não faltam recursos para salvar bancos e para causar a morte ou o deslocamento forçado de milhões de seres humanos. Mas na hora de salvar vidas humanas ou o próprio planeta em que vivemos, a solidariedade dos países ricos é dezenas de vezes menor. 

Uma das maiores alegrias que tive quando presidente do Brasil, e mesmo depois de deixar a Presidência, foi percorrer o mundo, a convite dos mais diferentes países, para falar dos nossos extraordinários avanços econômicos e sociais.

Tive a honra de conduzir o Brasil ao posto de 6ª maior economia mundial. E de fazer do país um exemplo para o mundo de como é possível superar a extrema pobreza e a fome, com total respeito à democracia, em um curto espaço de tempo.

Vocês podem, portanto, imaginar o quanto dói participar de grandes eventos internacionais como este e ter que declarar o quanto o Brasil andou para trás desde o golpe de 2016 contra a presidenta Dilma Rousseff e a chegada da extrema direita ao poder.

O Brasil vive hoje uma tragédia social, econômica, ambiental e sanitária sem precedentes. Temos 2,7 por cento da população mundial. No entanto respondemos por 12 por cento das mortes por Covid registradas no mundo.

Choramos a morte de mais de 610 mil brasileiros. Não chegamos a essa trágica estatística por alguma fatalidade, e sim pela atitude criminosa do atual governo.

O atual presidente ironizou a gravidade da doença. Zombou dos mortos. Atrasou o quanto pôde a compra das vacinas. Fez propaganda enganosa e distribuiu medicamentos comprovadamente ineficazes contra o vírus.

Deixou faltar oxigênio em hospitais. Incentivou e promoveu aglomerações. Induziu a população à desconfiança quanto à eficácia das máscaras. Ajudou a espalhar fake news contra as vacinas, chegando a dizer que elas podem levar as pessoas com HIV a desenvolverem AIDS.

Experiências com medicamentos ineficazes, usando seres humanos como cobaias involuntárias, chegaram a ser realizados no Brasil, reeditando os horrores do nazismo.

Além disso, cerca de 116 milhões de brasileiros, metade da nossa população, vive hoje em situação de insegurança alimentar, de moderada a muito grave. Desses, cerca de 19 milhões, quase duas vezes a população da Bélgica, chegam a passar um dia inteiro sem ter o que comer.

Isso está acontecendo no Brasil, que é o terceiro maior produtor mundial de alimentos.

E está acontecendo porque o Brasil, que em 2014 saiu do Mapa da Fome da ONU pela primeira vez na história, hoje copia o que o neoliberalismo trouxe de pior ao mundo: alta concentração de renda, baixa geração de empregos, destruição de direitos trabalhistas, desmonte das políticas sociais, ausência do Estado, abandono dos mais pobres à própria sorte.

O resultado dessa trágica equação não poderia ser outro: miséria, fome, desesperança.

Mas eu estou aqui para dizer outra vez a vocês e ao mundo: o Brasil tem jeito. Porque ele é muito maior do que qualquer um que tente destruí-lo.

O Brasil é o país que num passado muito recente encantou o mundo com as suas políticas inovadoras, que retiraram da extrema pobreza 36 milhões de pessoas – o equivalente à soma das populações inteiras de Portugal, Suécia, Dinamarca e Irlanda.

O Brasil é o país que assumiu voluntariamente diante do mundo o compromisso de reduzir em 75 por cento o desmatamento na Amazônia, como forma de conter a emissão de gases poluentes.

E cumprimos antecipadamente nossa promessa – entre 2004 e 2012, nós, de fato, reduzimos em 80 por cento o desmatamento da Amazônia, contribuindo para minimizar o avanço das mudanças climáticas.

Infelizmente, os países ricos, justamente os principais responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa, não cumpriram a sua parte. Talvez porque os ricos acreditem que tenham como se proteger, e as mudanças climáticas afetarão com maior intensidade os mais pobres, o que é a triste realidade.

Mas o que eles esqueceram é que todos nós – ricos e pobres – precisamos do mesmo oxigênio para respirar, precisamos de água limpa para sobreviver, precisamos de um planeta saudável, onde nossos filhos possam viver com saúde e paz.

Felizmente, essa era de trevas que se abateu sobre o planeta, por conta da ascensão de governos de extrema direita pelo mundo afora, emite claros sinais de que está chegando ao fim.

Partidos e candidatos progressistas vêm conquistando importantes vitórias. Isso está acontecendo em vários países, e estou certo de que vai acontecer também no Brasil, a partir da eleição presidencial do ano que vem.

O Brasil voltará a ser uma força positiva no mundo. Voltaremos a ser criadores de políticas públicas capazes de mudar para melhor o nosso planeta.

Acreditamos num mundo multipolar. Voltaremos a ter uma política externa altiva e ativa. Vamos fortalecer o Mercosul, reconstruir a União de Nações Sul-Americanas, a Unasul, e ampliar nossas parcerias com a União Europeia. 

Vamos aperfeiçoar os termos do acordo Mercosul-União Europeia. Não queremos uma América Latina voltada exclusivamente para o agronegócio e a mineração. Temos total capacidade de sermos também países industrializados, tecnologicamente avançados.

O acordo hoje se encontra paralisado, por conta da desconfiança de países europeus quanto ao cumprimento dos compromissos ambientais assumidos pelo governo brasileiro.

Temos imensas extensões de terras agricultáveis, temos tecnologia, pesquisas agropecuárias avançadas. Nossa produção de alimentos não precisa desmatar a Amazônia para exportar soja ou criar gado. As atividades criminosas dos que destroem o meio ambiente devem ser punidas, e não podem prejudicar toda a economia brasileira.

Temos uma biodiversidade extraordinária, e os nossos biomas haverão de se regenerar após a extinção do atual governo, que estimula o desmatamento e as queimadas, o avanço do garimpo em áreas de proteção ambiental, os ataques aos povos indígenas.

O povo brasileiro não quer que essa destruição continue. Os brasileiros querem a Amazônia viva e de pé. E para isso, é necessário construir alternativas sociais e de desenvolvimento, com ciência, tecnologia e o protagonismo e respeito aos povos que vivem na floresta, seus saberes e sua cultura.

Meus amigos e minhas amigas,

Acreditamos num mundo cada vez mais plural, unido em torno de valores como solidariedade, cooperação, humanismo e justiça social. Acreditamos numa nova governança mundial, começando pela ampliação do Conselho de Segurança da  ONU, e vamos continuar lutando por ela.

Acreditamos que somos capazes de construir no mundo uma economia justa, movida a energia limpa, sem a destruição do meio ambiente e livre da exploração desumana da força de trabalho. 

Acreditamos que outro Brasil é possível, outra Europa é possível e outro mundo é possível – porque, num passado muito recente, fomos capazes de construí-lo.

Podemos ser felizes juntos. E seremos.

Muito obrigado a todos.

Bolsonaro pinta na ONU retrato distorcido do Brasil em discurso para base radical

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21.9.21


Presidente manteve o tom de campanha, pontuado por dados falsos ou distorcidos

Bolsonaro em discurso na Assembleia-Geral da ONU, nesta terça-feira (21) - Foto: Pool/AFP
O presidente Jair Bolsonaro usou o discurso de abertura da 76ª Assembleia-Geral da ONU para fazer um relato distorcido da situação do Brasil, em um aceno à sua base radical.

Havia a expectativa de que o presidente atendesse aos apelos da ala moderada do governo e fizesse um discurso de caráter mais diplomático e conciliador, o que não ocorreu. O tom de campanha prevaleceu, pontuado por dados falsos ou distorcidos.

Bolsonaro disse, por exemplo, que não houve caso de corrupção em seus quase três anos de governo, embora haja diversas investigações envolvendo aliados e sua família, inclusive relacionados à compra de vacinas contra a Covid-19.

Também falou que no dia 7 de setembro o Brasil teve a maior manifestação de sua história. Outras ocasiões, como a campanha das Diretas Já (1984), os protestos de junho de 2013 e pelo impeachment de Dilma Rousseff, entre outros eventos, reuniram muito mais ativistas.

Afirmou ainda que o Brasil pagou um auxílio emergencial de US$ 800, o que daria R$ 4.260 na cotação atual. Este foi o valor total pago em alguns casos, mas parcelado ao longo de meses, não o dinheiro que cada família teve para passar o mês.

Bolsonaro usou a tribuna da ONU para defender o tratamento precoce contra a Covid, algo que a ciência não aponta ter eficácia. Disse que ele mesmo fez uso da técnica e que o tempo dirá quem estava certo.

Também fez uma crítica indireta às vacinas. Disse que até novembro 90% dos que "escolheram" ser vacinados serão atendidos e se posicionou contra o passaporte sanitário, a exigência de apresentar um comprovante de imunização para acessar lugares e serviços públicos.

Este foi o terceiro discurso do líder brasileiro na ONU. Em 2019, ele usou a tribuna para atacar críticos de sua política ambiental, a imprensa e países como Cuba e Venezuela. Em tom agressivo, que lembrava o da campanha eleitoral do ano anterior, disse que, antes de sua posse, o Brasil estava à beira do socialismo.

No ano passado, em discurso por vídeo (a Assembleia-Geral foi quase toda virtual, por causa da Covid), voltou ao tema. Disse que o Brasil era vítima de mentiras sobre as queimadas na Amazônia e que boa parte delas seria motivada por "causas naturais inevitáveis". Também defendeu suas ações na pandemia e acusou a imprensa de disseminar pânico sobre a doença.

A participação deste ano durou 12 minutos. Em 2019, Bolsonaro falou por 32 minutos. No ano passado, a fala durou pouco mais de 14 minutos.

A Assembleia-Geral da ONU deste ano tem como temas a crise climática e a recuperação dos países pós-pandemia, e aposta em um modelo híbrido: cerca de cem líderes farão discursos ao vivo, e outros enviaram falas em vídeo. A instituição buscou reduzir os riscos de contágio pela Covid e limitou as comitivas: cada país poderá levar apenas seis pessoas ao evento. O acesso de jornalistas foi vetado, com exceção apenas para os que possuíam escritório dentro da entidade.

Além de Bolsonaro e Biden, estarão presentes o premiê britânico, Boris Johnson, que se encontrou com o brasileiro na segunda (20), o premiê indiano, Narendra Modi, e o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.
A lista dos que não viajaram para o evento inclui Emmanuel Macron, presidente da França, Angela Merkel, primeira-ministra da Alemanha, e o dirigente chinês, Xi Jinping. As falas dos líderes ocorrerão ao longo do dia.

Depois do discurso deste ano, havia a expectativa de que Bolsonaro poderia ter alguns segundos de contato com o presidente americano, Joe Biden, que discursa em seguida -na campanha americana de 2020, ele abertamente defendeu a reeleição de Donald Trump, de quem é próximo. Os dois ainda não se falaram oficialmente desde a posse do democrata, em janeiro, mas o tempo de encontro no plenário não deve ser suficiente para mais do que um aperto de mãos ou uma conversa breve.

Não é esperada uma reunião bilateral entre Biden e Bolsonaro nesta semana, mas conversas oficiais entre ministros e secretários dos dois países estão ocorrendo. Nesta terça, por exemplo, o chanceler Carlos França se encontrará com o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken.

A imunização tem sido o principal tema da viagem de Bolsonaro aos EUA antes da Assembleia. A cidade de Nova York determina que apenas vacinados possam ir a eventos em lugares fechados e comer na área interna de restaurantes. Sem comprovante de imunização, o presidente tem optado por comer ao ar livre. No domingo (19) à noite jantou uma pizza na calçada com ministros, em uma lanchonete sem mesas, e na segunda (20) almoçou em uma tenda montada do lado de fora de uma churrascaria brasileira. Ele tem evitado falar com a imprensa que acompanha a viagem.

Ativistas tem feito protestos contra o presidente. Eles estiveram na porta do hotel, em sua chegada no domingo (19). Na segunda (20), eles circularam com um caminhão pelas ruas de Nova York, com frases como "Bolsonaro is burning the Amazon" (Bolsonaro está queimando a Amazônia, em inglês). Na noite de segunda, este caminhão foi levado até a rua onde o presidente participava de um jantar oficial. Houve um princípio de confusão entre os manifestantes e a comitiva presidencial. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, mostrou o dedo do meio ao grupo que criticava o governo.

A ONU não exigirá comprovante de vacinação dos participantes da Assembleia-Geral nem a realização de testes. Aposta em um sistema de confiança, no qual os presentes se comprometem a não estar com Covid, não ter sintomas da doença nem ter tido contato recente com infectados.

Houve ao menos um caso de Covid na comitiva brasileira. Um funcionário do cerimonial da Presidência que viajou há cerca de dez dias a Nova York para ajudar a organizar a visita teve resultado positivo em um exame no sábado (18). Não há detalhes sobre quantas pessoas estiveram com ele nos últimos dias, nem quantas delas estiveram com o infectado e depois com o presidente ou seus ministros.

Os encontros nos corredores da ONU e em reuniões paralelas são importantes para azeitar relações diplomáticas, que podem gerar acordos futuros, o que estimulou a entidade a buscar um evento presencial, apesar dos riscos. Os países de líderes que não irão ao evento deverão enviar delegações, que também participarão de encontros multilaterais.

Além de Boris, Bolsonaro se encontrou com o presidente da Polônia, Andrzej Duda, ultraconservador que vem colocando em prática medidas contra mulheres e homossexuais, pouco antes do discurso. Não foram anunciados compromissos para a tarde. Ele deve partir de volta à Brasília de noite.

FOLHA PE

Biden diz que não quer nova Guerra Fria, mas dá recados à China em discurso na ONU

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Pressionado internacionalmente, presidente dos EUA tenta se colocar como líder global
Por Thiago Amâncio/Folhapress

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em discurso na ONU - Foto: Pool/Getty Images North America/Getty Images via AFP
Sem citar especificamente seu principal rival político e econômico, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou em seu discurso na 76ª Assembleia-Geral da ONU, nesta terça-feira (21), que o país não procura uma nova Guerra Fria, mas deu uma série de recados à China.

"Não estamos procurando, vou repetir, não estamos procurando uma nova Guerra Fria, ou um mundo dividido em blocos rígidos", afirmou o presidente americano.

Antes, porém, ele afirmou que o país defende a liberdade de navegação, em referência às reivindicações chinesas pelo Mar do Sul da China; se posicionou contra ataques cibernéticos, que o país também acusa a China de coordenar; e citou Xinjiang, região de minoria muçulmana onde os EUA acusam a China de genocídio, como um dos pontos de preocupação de violações de direitos humanos.

Biden enfrenta pressão internacional liderada pela França, após anunciar uma coalizão com a Austrália para conter os avanços regionais da China. O acordo significou o fim de uma parceria australiana com a França, o que foi visto pelo governo Macron como uma "punhalada nas costas" feita pelos Estados Unidos e convocou seu embaixador no país.

Com a desconfiança europeia, o presidente usou a fala, seu primeiro discurso em uma Assembleia-Geral como presidente, para reafirmar que o país voltou às discussões mundiais depois que Donald Trump abandonou fóruns multilaterais.

O presidente disse que "hoje, muitas das nossas preocupações não podem ser resolvidas com a força das armas", citando a Covid-19. "Estamos de volta à mesa nos fóruns internacionais, especialmente nas Nações Unidas, para focar em ações globais e desafios comuns", disse.

Biden focou seu discurso na necessidade de países trabalharem juntos para enfrentar a pandemia da Covid-19 e as mudanças climáticas.

Apesar do presidente da sessão, o chanceler das Maldivas, Abdulla Shahid, pedir que os líderes limitassem suas falas a 15 minutos, Biden falou por por mais de 30 minutos, e foi aplaudido ao final, ao fazer um apelo por uma ação conjunta. "Nós amos escolher construir um futuro melhor. Nós, vocês e eu", disse.

DISCURSO ODIENTO: População de Casinhas repudia a velha política adotada pela candidata da oposição

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14.10.20


A candidata da oposição a João Camêlo, no seu discurso usou palavras que são usadas na prática da velha política que tenta se camuflar no Município de Casinhas. Agora são dois discursos usados pela mesma pessoa em Municípios diferentes. Um discurso para Orobó, outro discurso para Casinhas. Lembrando que em Orobó,a candidata é primeira dama do Município. Ou seja, o discurso da mudança naquela terra não funciona. Em Casinhas, o tom discurso começa a ganhar ares de uma suposta mudança raivosa ao prefeito João Camêlo. Calma! Precisa usar muitas havainas para realmente conhecer toda uma história política do Município de Casinhas. O povo de Casinhas têm uma história de carinho com o Prefeito João Camêlo.
Um peso e duas medidas 
A candidata adversária não têm como se camuflar na nova política usando dos métidos políticos praticados em Orobó. Haja vista que a velha política que reina em Orobó está próximo de acabar. Em Casinhas a candidata se travestiu do novo com discurso do velho, então duas coisas que são distintas  na política. Os áudios gravados em uma reunião política no Sítio Catolé, a candidata usou de ataques pessoal veemente raivosos ao citar o candidato a Prefeito João Camêlo.  Os ataques da candidata adversária  passou dos limites, chegando a chama´-lo de  preguiçoso ao citar ele e seus familaires. 
Em outra gravação, a candidata perdeu a sobriedade política e a  ética ao mandar João Camêlo lavar a boca.

ONU: Estados brasileiros vão cumprir Acordo de Paris, diz Paulo Câmara nos Estados Unidos

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25.9.19

Paulo Câmara (à esquerda) discursou em nome de 11 estados brasileiros, os nove estados da região Nordeste e o Espírito Santo. Foto: Reprodução/Instagram (Foto: Reprodução/Instagram)
Paulo Câmara (à esquerda) discursou em nome de 11 estados brasileiros, os nove estados da região Nordeste e o Espírito Santo. Foto: Reprodução/Instagram
O governador do Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), afirmou durante evento em Nova York na manhã desta terça que os estados brasileiros vão cumprir seu papel no Acordo de Paris. 
Em um evento paralelo, o discurso aconteceu ao mesmo tempo em que o presidente Bolsonaro abria a Assembleia Geral da ONU com ataques a indígenas, à França (que lançou no dia anterior uma aliança pela Amazônia) e com a negação das queimadas no bioma. 

"Diante dos riscos de retrocesso por parte de nosso governo nacional, os estados brasileiros decidem assumir resolutamente seu papel", disse Câmara. 

O governador de Pernambuco, Paulo Camara (PSB), participou de eventos paralelos durante os discursos de chefes de Estado na Assembleia Geral da ONU. Ele discursou em nome de 11 estados brasileiros (os nove estados da região Nordeste e o Espírito Santo), que enviaram uma carta aos americanos confirmando estarem representados por Câmara.

A fala de Câmara também se respalda pelo movimento Governadores pelo Clima, que desde abril vem mobilizando estados brasileiros para garantir a implementação de políticas climáticas que respondam aos compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris, como o combate ao desmatamento ilegal e a promoção de energias renováveis. 

"O governador de Pernambuco faz um contraponto a Bolsonaro. Estende a mão para o planeta, em contraste com quem cuspiu", diz Alfredo Sirkis, diretor do Centro Brasil no Clima, organização que apoia o movimento de governadores junto à Abema (Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente).

O evento foi convocado pela Aliança para Ação Climática e reuniu representantes de organizações internacionais e de governos para discutir o desafio de tornar o mundo 'carbono neutro', até 2050. 

O prazo para neutralização das emissões de gases que geram o aquecimento global é dado por relatórios científico do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU) como limite para evitar as consequências mais desastrosas das mudanças climáticas. 

A neutralidade em carbono não significa necessariamente a redução completa das emissões, podendo acontecer também por meio da compensação das emissões por meio de medidas de estocagem de carbono, através principalmente do plantio de árvores. 

Câmara anunciou que está transformando a ilha de Fernando de Noronha em um território 'carbono neutro' e que em breve todos os resíduos da ilha serão reciclados. 

Também afirmou que Pernambuco e os estados do Nordeste vão não só cumprir seu papel para nas metas brasileiras no Acordo de Paris, como também vão se tornar neutros em carbono no longo prazo. 

"Para tanto trabalhemos para estabelecer as alianças necessárias com outros estados brasileiros, prefeituras, iniciativa privada, terceiro setor e academia. Faremos isso atraindo investimentos para uma nova economia, sustentável, geradora de empregos, renda e qualidade de vida para nosso povo", disse o governador. 

O movimento Governadores pelo Clima é análogo à resposta dada governadores americanos em 2017, quando o presidente Trump anunciou que os Estados Unidos deixaria o Acordo de Paris. O movimento We are still in (Nós ainda estamos dentro) reúne governadores, prefeitos, universidades e empresas americanas e  também estava representado no evento nesta terça.

ONU veta discurso do Brasil

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18.9.19

Brasil não discursará na cúpula do clima em Nova York
A decisão de vetar o discurso foi da Organização das Nações Unidas (ONU)
Foto: ONU News/Divulgação
JC Online
Com informações da Folha de S.Paulo
O Brasil não irá discursar na cúpula do clima da Organização das Nações Unidas (ONU) que acontece na próxima segunda-feira (23) em Nova York, nos Estados Unidos. A decisão de vetar o discurso foi da própria ONU.
"O Brasil não apresentou nenhum plano para aumentar o compromisso com o clima", disse o enviado especial da secretaria-geral da ONU, Luis Alfonso de Alba.
Além do Brasil, há possibilidade de vetar os Estados Unidos, Arábia Saudita, Japão, Austrália e Coreia do Sul. A lista final de discurso, que tem 63 países e inclui França e Reino Unido, deve ser divulgada nesta quarta-feira (18).

De acordo com Alba, foi solicitado pela ONU que os países enviassem um plano para aumentar a ambição dos compromissos climáticos.



João: "Vamos dar uma votação esmagadora no dia 7 de outubro aos nossos candidatos em Casinhas"

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25.9.18

Em seu discurso após a realização de uma grande caminhada no último domingo (23), pelas ruas do Centro de Casinhas, o prefeito João Camêlo (PSB) convocou a população a votar nos candidatos da chapa apoiada por ele no município. Ao lado do candidato a deputado estadual Aglailson Victor (PSB), Camêlo reforçou o motivo pelo qual decidiu apoiar o jovem socialista nestas eleições. "É trabalhador, honesto e compromissado, não apenas com a terra dele (Vitória de Santo Antão), mas também com todos os municípios que estão apoiando sua caminhada. Com Casinhas não é diferente, porque quando Victor chegou aqui pela primeira vez e foi apresentado à nossa população, ele me falou da receptividade, energia positiva e confiança que sentiu das pessoas do nosso município", disse.

Confira a íntegra do discurso do prefeito João Camêlo no ato político (as imagens são de Natal Casinhas):

 "Por isso, quero pedir a todas as pessoas que estão aqui hoje e as que não puderam estar, que vocês levem a nossa mensagem para que nós, juntos, possamos dar uma votação esmagadora no dia 7 de outubro ao nosso futuro deputado estadual Aglailson Victor 40123 e ao nosso deputado federal Danilo Cabral 4010, pois são eles que vão representar Casinhas tanto na Assembleia Legislativa de Pernambuco quanto no Congresso Nacional a partir de janeiro de 2019. Vamos votar fechado também com nossos senadores Jarbas Vasconcelos 156 e Humberto Costa 130, o nosso governador Paulo Câmara 40 e o presidente Fernando Haddad 13", discursou.


Em Aroeiras, Luciano Cartaxo afirma compromisso de em 2019 concluir a adutora de Acauã

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15.9.18


 A caravana liderada por Lucélio Cartaxo, candidato ao Governo do Estado da Paraíba pela coligação Força da Esperança, reuniu apoiadores  na noite desta sexta feira (14) em Aroeiras, localizada no Agreste da Paraíba. Cartaxo recebeu o  do prefeito  Mylton Marques (PSDB) e do vice-prefeito Jailson Andrade (PTB), e do Prefeito de Gado Bravo, Doutor Paulo (PSDB)
   candidato a governador da Paraíba, em seu discurso afirmou o compromisso com Aroeiras, confira o discurso do candidato na íntegra:

"Quero dizer da alegria, da felicidade, de fazer uma caminhada muito bacana com todos vocês, poder abraçar, sentir o calor do povo dessa cidade, das pessoas, olhar no olho, assumir compromisso, apertar na mão, porque é assim que eu sei fazer política, a minha forma de fazer política é ao lado das pessoas. Eu gosto de está ao lado do povo, é por isso que eu vou fazer um governo humanizado, gosto das pessoas, no nosso governo ninguém vai ter mais importância do que o ser humano, nenhuma obra é mais importante do que qualquer cidadão. Para mim é motivo de muita honra e satisfação está aqui em Aroeiras, mais ao mesmo tempo, é motivo de muita responsabilidade ter sido recebido com muito carinho aqui nesta cidade. Está ao lado de pessoas de bem, que procura de dia e noite para que a cidade possa crescer gerar emprego e melhorar a vida das pessoas. Que me permita Prefeito, quero começar pelo seu pai, Chicão que é uma grande liderança aqui. Para mim, é um motivo de muita satisfação de está aqui ao seu lado, mais quero também cumprimentar o Prefeito Mylton.
Nós temos também, o vice Prefeito Jailson sempre atuante, que trabalha muito, sempre em parceria com o prefeito. Quero agradecer ao vereador Junior, que trabalha muito, que dá sustentação ao Prefeito que a cidade possa crescer e aprovar na Câmara os projetos desta cidade. Mais nós estamos aqui numa caminhada, que esta caminhada não é uma caminhada de um homem só, eu não acredito na vida que tudo se faz sozinho, por isto que nós temos um time, um time da união que vai fazer muito mais pela Paraíba. E esse time da união, está aqui o nosso Senador Cássio Cunha Lima, e têm como senador da República, foi Governador do Estado, Prefeito de Campina Grande que têm muito feito não só na cidade, mais também em todo Estado. Cássio, vice Presidente do Senado, e eu dizemos ninguém chega a um cargo tão importante se não tiver competência e credibilidade como o senador Cássio Cunha Lima.
Por isso que é fundamental que agente possa reeleger Cássio, e todos vocês sabem, essa eleição é um senador, e uma senadora, que é Daniela Ribeiro, que é Deputada Estadual, já foi vereadora na cidade de Campina Grande, que vai juntamente com Cássio em Brasília junto a nosso governo a fazer parcerias e fazer mais pela população de maneira geral. E nós temos um Deputado Federal, vinha conversando com o Prefeito Mylton, não só em Aroeiras, Agnaldo têm sido um verdadeiro governador da cidade de Aroeiras. É esse deputado junto a Cássio Cunha Lima que têm trazido recursos para a cidade. Têm feito investimento, que têm ajudado o Prefeito a Governar, nós estamos também ao lado do Prefeito Paulo de Gado Bravo, que também está conosco nesta caminhada. É incrível como este governador que está aí, não faz parceria com os Municípios que não estão na sua cartilha eleitoral. Nós vamos fazer um governo diferente, vamos somar  com os duzentos e vinte três Municípios. Para agente vale, é fazer mais pela população, como o Senador Cássio, quando o governador dá as costas para o Prefeito Mylton, na verdade está dando as costas para toda a população e todos vocês que moram na cidade. Nós vamos unir, fazer mais pela vida das pessoas. Porque esse governo falhou muito em segurança pública, a Paraíba deixou de ser aquele estado tranquilo quando as pessoas tinham tranquilidade de ir a um caixa eletrônico, de ir num banco, de poder realizar a s suas atividades, mais hoje, infelizmente é muito violento, esse governo é muito ruim em segurança pública. Agora, para tomar a moto de moto taxista, de trabalhador, isso ele sabe fazer. Mais nós iremos mudar essa realidade, um governo que prometeu uma adutora, e passou oito anos sem fazer, mais nós já assumimos o compromisso com o Prefeito Mylton, a partir de 2019, nós vamos concluir essa adutora, e vamos colocar água para todos vocês. Nós vamos fazer uma saúde próxima da população, não vai mais precisar mais o cidadão ir mais até João Pessoa ou Campina Grande para ser atendido, a saúde é vinte e quatro horas , a saúde não têm féria, não têm descanso, têm que trabalhar diuturnamente, ás vezes um minuto é fatal para os mais necessitados. Por isso vou colocar verba para o Hospital Municipal para que possa funcionar cada  vez melhor, para atender não só Aroeiras, como também as cidades da vizinhança. Vamos fazer parcerias para melhorar a vida da população, a vida pública não está fácil, a crise política é muito forte, a falta de credibilidade da classe política é muito grande, mais acredito que através da boa política podemos fazer muito mais, podemos superar as dificuldades, investir na educação, investir na saúde e habitação para a casa própria, emprego e renda para os nossos jovens que estão sem oportunidade de acesso ao seu primeiro emprego. Vamos criar os primeiros negócios para que o jovem possa se capacitar e receber financiamento do programa microcrédito para tocar seu próprio negócio e ajudar a sustentar a sua família. Vamos fazer um governo humanizado, próximo das pessoas,  procurando fazer mais, somar, para fazer mais com um prefeito que trabalha muito e parceiro. Mais, a partir de janeiro vai ter um governo amigo. Quero fazer um pedido a todos vocês, faltam 23 dias para a eleição, a partir do dia sete, vai ser uma grande vitória, mais para isso precisamos que cada um fale com sua família, fale com seu vizinho, fale com seus amigos, na igreja, no lazer, no esporte, vamos passa ruma imagem positiva, da Paraíba da esperança, da Paraíba que não persegue as pessoas, quero assumir o compromisso com vocês, de ser um governador amigo, para juntos fazer muito mais por Aroeiras e muito pela Paraíba. Vamos a vitória, o L de Lucélio, é o L da liberdade. Vamos a vitória Aroeiras, vamos a vitória Paraíba". Disse Lucélio cartaxo, candidato ao Governo da Paraíba. 

"Eu quero ser a voz do povo de Casinhas, eu vim aqui pra ficar, quero ser parceiro do Prefeito João Camelo". Disse Aglailson Victor em Casinhas

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27.8.18


Foi realizado no final da tarde deste domingo o primeiro ato político de lançamento das candidaturas a deputados em Casinhas, cidade  que fica no Agreste de Pernambuco. O evento aconteceu no centro da cidade, foi organizado pelo grupo  político do Prefeito João Camelo. 
O primeiro ato teve como objetivo o lançamento oficial pelo Prefeito João Camelo às candidaturas de Danilo Cabral para Deputado Federal que disputa a reeleição e Aglailson Victor que disputa pela primeira vez uma vaga na Assembleia Legislativa para Estadual.  Marcaram presença vereadores da base camelista, lideranças políticas, militantes e apoiadores da campanha  da dupla em Casinhas. 
Veja também:
CASINHAS - Grande ato político, reúne multidão no lançamento oficial das Candidatura de Danilo Cabral e Aglailson Victor apoiados pelo Prefeito João Camelo





O Deputado Aglailson Victor falou de sua alegria e da grande recepção em Casinhas, confira o depoimento do Candidato a Estadual. Aperte o play  e assista. Ou ainda leia o depoimento abaixo: 


Boa tarde a todos e a todas, quero começar cumprimentando os vereadores que estão aqui presentes, a vice Prefeita Maria Pires, o meu amigo, no líder João Camelo, quero falar e agradecer a todas as lideranças, a todos (as) vocês, que desde o momento que cheguei recebi todo o carinho, uma grande recepção, só tenho a agradecer. Eu quero falar, aqui primeiro, me apresentando; eu venho da cidade de Vitória de Santo Antão, de uma família marcada em Pernambuco, onde meu avô foi deputado por seis mandatos, meu pai foi deputado por quatro mandatos, inclusive foi votado por duas vezes pelo povo daqui de Casinhas. Hoje, ele é prefeito da cidade de Vitória, e hoje eu assumir esse compromisso, aos 23 anos de idade, muito novo, mais assumo o compromisso de representar o povo de Pernambuco. Por isso minha gente, a minha idade me faz ter mais forças, me faz ter mais gaz para continuar lutando pelo povo de Pernambuco. O povo de Pernambuco, assim como de todo Brasil, fica cada vez mais triste como os fatos políticos que agente vê nos noticiários as coisas ruins. Mais agente também sabe, quando a política é feita de forma correta, da forma como João conduz esse grupo político em Casinhas, da forma como eu aprendi com meus pais. Porque pela política que agente melhora a educação, é pela política que agente melhora a saúde, é pela política que agente faz a nossa cidade ter mais oportunidade. Eu quero ter o privilégio de ser a voz do povo de Casinhas lá na Assembleia, de ser parceiro desse povo e desse grupo, eu vim aqui pra ficar, eu vim aqui para ser parceiro do Prefeito João Camelo para lutar pelos desafios de Casinha. Eu quero trazer emendas para o povo de Casinhas, trazer novas obras, eu quero chegar para o Governo Paulo Câmara, não deixe esse povo, Paulo Câmara será governo por mais quatro anos, por que Pernambuco vai saber reconhecer o seu trabalho, porque no momento, e em todo o Brasil, a crise é muito grande que aflige todo o país, e Pernambuco continua avançando, Pernambuco têm a melhor educação do Brasil, Pernambuco segue avançando e o povo vai saber reconhecer isso, é no dia sete de outubro votando em Paulo Câmara. Eu quero falar, da responsabilidade João; de substituir esse grande deputado que foi Nilton Mota, que por muitas vezes ajudou o povo de Casinhas, está na campanha de Paulo Câmara não vais ser mais deputado. Mais eu estou preparado para fazer esse desafio, para fazer mais que Niltinho, para trabalhar pelo povo de Casinhas. Eu vim aqui para assumir esse compromisso com vocês, falar da minha alegria de está aqui, dos desafios de Casinhas , e que Casinhas vai contar comigo. Eu quero pedir licença para conversar com cada um de vocês, porque agente ainda vai ter oportunidade de conversar olho no olho de cada um de vocês". 
Esse é o primeiro ato oficial de campanha do apoio do Prefeito de Casinhas João Camelo nas eleições para Governo, Presidente, Senadores e deputados. 
Confira imagens registrada pelo fotógrafos Natal Casinhas e Henrique Silva:













"A democracia aconteceu em Casinhas". Disse Fátima do Sindicato em emocionante discurso na câmara, veja as imagens

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27.12.14

Fátima do Sindicato eleita Presidente da Câmara de Casinhas

A vereadora Fátima do Sindicato, eleita a nova Presidente da Câmara de Vereadores de Casinhas na manhã de sexta (26)

Por um placar de 5 votos a 0 a vereadora, assumirá o legislativo casinhense no próximo dia 1º de janeiro de 2015.
Com um discurso afinado, a parlamentar falou da importância da democracia em Casinhas, a vereadora disse: “Não é democracia? Por que os outros vereadores não vieram? Ainda continuando o discurso a vereadora disse que  o Presidente da Câmara José Edílson Soares de ter sumido com o livro de ata da câmara”.
“Agradeço a Deus e a justiça porque sabia que nós não estávamos errados, sabia que nós estávamos no direito, a democracia aconteceu em Casinhas” .Disse Fátima do Sindicato.

Continue acompanhando a matéria completa no vídeo abaixo



















Blog Casinhas Agreste 
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  Com Edmilson Arruda

FESTA DO TAPUIA 2022

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