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É tetra! Alemanha é a campeã da Copa do Mundo no Brasil,veja as imagens

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13.7.14


Alemanha vence a Argentina na prorrogação e evita o pior na final da Copa do Mundo
Mario Goetze, de apenas 22 anos, saiu do banco para coroar toda uma geração de craques 

Goetze marcou um golaço aos 7 min do 2o tempo da prorrogação
Matthias Hangst/Getty Images
A incompetência da seleção brasileira não garantiu a final dos sonhos de qualquer competição. Mas só por isso não foi um grande espetáculo de futebol. A Alemanha venceu a Argentina por 1 a 0 na prorrogação e garantiu neste domingo (13), em pleno Maracanã, seu quarto título de Copa do Mundo (1954, 1974, 1990 e 2014).

O jovem Mario Goetze saiu do banco de reservas e colocou toda uma geração na história a oito minutos do fim com um gol de pura técnica. Mais do que isso, evitou que os hermanos verdadeiramente sambassem no Rio de Janeiro. Do outro lado, o craque Lionel Messi amargou mais uma decepção em sua história na competição.


Ainda que pelas linhas tortas, foi possível perceber que o amontoado de jogadores do time da Confederação Brasileira de Futebol não tinha mesmo condições técnicas e mesmo psicológicas de atuar em uma decisão deste porte. Alemães e argentinos justificaram a final mais repetida da história. A Copa do Mundo de 1986 ficou para trás e se repetiu a vitória em 1990.  

Grande parte dos brasileiros ainda tentou defender uma honra que de fato não existe desde a humilhação diante da Alemanha (7 a 1) e, como se não bastasse, a perda do terceiro lugar para a Holanda (3 a 0). Se de um lado os argentinos entoavam o hit “Brasil, diga-me o que sente”, os anfitriões responderam com vaias, gritos de “pentacampeão” e, claro, intermináveis provocações a Maradona.  









Como em toda grande final, os times se mostraram um tanto conservadores de início. Depois de 64 anos, agora com 74.738 torcedores, quase cem mil a menos que antes, o para sempre Maior do Mundo voltou a sentir a pressão de uma final de Copa do Mundo. Duas das maiores estrelas de hoje, Thomas Mueller e Lionel Messi aos poucos foram tomando conta do espetáculo. O camisa 10 hermano chutou para fora uma bola no início do segundo tempo e criou outras inúmeras chances. Sentiu falta do lesionado Di Maria na armação.

Cerimônia de encerramento é de novo modesta, mas supera fracasso na abertura  

O artilheiro Higuaín teve duas chances no primeiro tempo. Na primeira delas, chutou para fora cara a cara com Neuer. Na segunda, até marcou, mas estava impedido. Já a Alemanha sofreu desde o início. Sem Khedira, Kramer entrou no meio-campo. O problema é que esse último também sofreu uma lesão e teve de ser substituído. O técnico Joachim Low então resolveu arriscar um pouco mais e colocou Shuerrle. Os bávaros ainda tiveram uma chance perdida com Kroos e uma bola na trave de Hoewedes.

Sem saber, os alemães caíram em uma antiga armadilha dos argentinos apesar de exigirem bastante de Romero no segundo tempo. Os vizinhos enrolaram o jogo, se fecharam na defesa e viveram de uma mágica de Messi. A prorrogação era certa mesmo com as mudanças ofensivas de Joachim Low e a retranca de Alejandro Sabella.

Logo nos primeiros minutos da prorrogação, dois lances poderiam ter mudado a história da decisão. Schuerlle teve a chance para os alemães, enquanto Palacio tentou encobrir o goleiro e também desperdiçou. Foi só aos 7 minutos do segundo tempo que a história se decidiu. Os alemães aproveitaram um vacilo terrível da questionada zaga argentina e coube a Mario Goetze entrar para história. Dentro da área, o jovem de 22 anos dominou no peito e, como se fosse um veterano em Copas do Mundo, marcou um golaço.

A festa estava só começando no Maracanã. Até mesmo o banco de reservas alemão invadiu o campo para comemorar. A derrota não iria mais escorrer entre os dedos. Ao final, coube a decepção dos argentinos dentro e fora do campo. O olhar perdido de Messi foi acompanhado do choro dos torcedores nas arquibancadas.

Os pentacampeões parabenizaram os vencedores no apito final do italiano Nicola Rizzoli e, pelo menos os presentes no estádio, souberam reconhecer que já não têm o melhor futebol do mundo.    

R7

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Mulher é presa suspeita de explodir prédio da PM na PB por insatisfação com a Copa

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11.7.14


De acordo com a polícia, a mulher foi liberada depois de prestar depoimento, mas poderá responder pelo crime de dano ao patrimônio público

Reprodução/Diário do Sertão

Teto foi parcialmente destruído

Uma Mulher de 20 anos foi detida nessa quinta-feira (10) suspeita de explodir uma bomba no Destacamento da Polícia Militar em São José da Lagoa Tapada, a 462 km de João Pessoa, no Sertão da Paraíba. Ninguém ficou ferido e a explosão destruiu parte do teto do local.

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De acordo com informações do cabo Porfírio Lemos, comandante do destacamento, a mulher teria lançado dois explosivos caseiros no telhado do prédio, mas apenas um explodiu. A detonação foi suficiente para destruir o gesso que formava o teto do local. O outro artefato foi apreendido pelas autoridades.

O fato ocorreu na terça-feira (8), dia em que o Brasil foi historicamente derrotado pela Alemanha na Copa do Mundo. Conforme o Cabo, ela alegou que teria cometido o crime porque estaria revoltada com o resultado da partida. “Por mais de 48h, acionamos o policiamento da região para resolver o caso. A mulher apresentava sinais de embriaguez e disse que o jogo teria sido o motivo, mas isso não justifica nada”, disse o policial.

Ela foi detida em São José da Lagoa Tapada e levada para a delegacia de Polícia Civil em Sousa, cidade que fica na mesma região.

De acordo com a polícia, a mulher foi liberada depois de prestar depoimento, mas poderá responder pelo crime de dano ao patrimônio público.
Fonte: Correio Pb

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Felipão dá novas provas de que virou um treinador medíocre, mas não mostra arrependimento

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9.7.14


Premiado com o cargo de técnico da Seleção após largar o Palmeiras à beira da queda para a Série B em 2012, Luiz Felipe Scolari dá nova prova de que virou treinador de segunda, mas se orgulha de um trabalho pífio e não mostra arrependimentos
Belo Horizonte — Em 2008, Joachim Löw encerrou o casamento de Luiz Felipe Scolari com a seleção de Portugal. Foi ele o responsável pela eliminação bem menos contundente, por 3 x 2 nas quartas de final da Eurocopa. Ontem, o treinador alemão pode ter aposentado Felipão. Pelo menos da Seleção Brasileira. Depois de deixar a esquadra lusitana, Felipão colecionou fracassos. Não vingou no Chelsea e arrumou emprego no Palmeiras. Ganhou uma Copa do Brasil, mas foi frouxo ao largar o clube paulista à beira da queda para a Série B a fim de preservar a biografia. Como diria um colega dele de profissão, a bola pune. A sucessão de gols da Alemanha colocou o ultrapassado Felipão em seu devido lugar — sentado no banco — aos 23 minutos do primeiro tempo. De lá, só levantou no sexto gol. Ainda resta a decisão do terceiro lugar, mas a trajetória do responsável pelo penta foi do céu ao inferno em 12 anos.

Felipão lamenta herança do pior dia de sua vida: 'Vou ser lembrado por ter perdido de 7 a 1'
O pior dos pecados capitais é o orgulho. Ao entrar na sala de imprensa do Mineirão, Felipão gabou-se do pífio trabalho na Copa do Mundo de 2014. Sofreu diante do México, do Chile e da Colômbia e teve todos os seus conceitos ultrapassados expostos ao mundo em 30 minutos. Ainda assim, não se arrependeu de nada. “Minha dívida? Não tenho dívida. Fiz o meu trabalho como sempre faço em qualquer lugar. Fiz aquilo que eu achei que era o mais correto e o melhor. Da forma como trabalhamos, nós tivemos apenas uma derrota. De um ano e meio para cá, essa foi a terceira derrota. Foi horrível pelo resultado, 7 x 1. Não é dívida e nem crédito. Em 2002, nós ganhamos. Agora, nós perdemos”, disse.

Rússia 2018

Felipão não teve humildade sequer para aceitar que o futebol brasileiro precisa se repensar. “Por quê? Por que perdemos um jogo hoje (ontem)? Essa equipe terá 12, 13 jogadores na próxima Copa, em 2018. É um caminho que está sendo feito. É a pior derrota do mundo, mas é um caminho que temos que aprender com isso tudo”, desconversou.

Limitado para fazer o Brasil jogar no mínimo como Gana, que empatou por 2 x 2 com a Alemanha, ou Argélia, derrotada por 2 x 1 na prorrogação, Felipão não aceitou as críticas nem sequer sobre o time escalado ontem. “Não me arrependo. Não é assunto para conversar agora. Foi um resultado. Vou me arrepender do quê? Tivemos oportunidades. Imaginava que, com a volta do Oscar, do Hulk e do Bernard, nós tivéssemos como fechar o meio de campo. Até a hora do primeiro gol, tudo estava organizado. Após o gol, o nosso time ficou desorganizado e ficamos em pânico. As coisas foram acontecendo para eles e dando errado para nós. A escolha é o técnico quem faz e ele precisa arcar com as consequências”, afirmou.

Na única resposta em que disse o óbvio ululante, Felipão deve ter sido beliscado por alguém e admitiu. “Provavelmente tenha sido a pior derrota da minha carreira. Eu perdi outros jogos. Quando se perde de um, de quatro ou de cinco é sempre igual porque fica o sentimento de não ter conseguido mudar o panorama do jogo. Se pensar na minha vida como técnico, como jogador, foi o pior dia da minha vida. Mas continua a vida. Vou ser lembrado por ter perdido por 7 x 1. Mas era um risco que eu sabia que eu corria. Os riscos que nós assumirmos, nós temos que assimilar e seguir em frente a nossa vida. É o que eu vou fazer.”

Fonte: Diário de PE
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Os 14 motivos para o fiasco da Seleção Brasileira

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Entenda por que a família Scolari conseguiu ser pior do que a criticada geração de Barbosa e não chegou sequer à final. As razões vão da empáfia à falta de treinos e de variações táticas




Belo Horizonte — Sessenta e quatro anos depois da derrota para o Uruguai na última rodada do quadrangular final da Copa de 1950, a Seleção Brasileira conseguiu fazer justiça com a geração de Barbosa. A esquadra de Flavio Costa será lembrada para sempre como o time que, ao menos, foi vice em casa. A família Scolari será, no máximo, terceira colocada. Os motivos para a maior tragédia em 100 anos vão da entrega do elenco nas mãos de um guru ao desperdício de datas e até de tempo para treinar.


A santíssima trindade formada por Luiz Felipe Scolari, Flavio Murtosa e Carlos Alberto Parreira — que chegou a dizer que o Brasil estava com a mão na taça na apresentação em Teresópolis — frustrou 200 milhões de torcedores. Cabe a Felipão cumprir o que disse um dia em uma palestra para alunos, em Brasília, na L2 Sul: “Se eu não ganhar a Copa do Mundo, vou pedir asilo aqui ao lado, na Embaixada do Kuwait”. A seguir, o Correio Braziliense aponta 14 motivos para o histórico fracasso na Copa do Mundo de 2014.


1. Desperdício de dias
Apenas um jogador convocado por Luiz Felipe Scolari participou da decisão da Liga dos Campeões da Europa:
o lateral-esquerdo Marcelo. Em vez de aproveitar e antecipar a apresentação do elenco em pelo menos uma semana, a Seleção Brasileira foi uma das últimas a dar início ao período de treinos para a Copa do Mundo.
No mínimo, seis dias jogados fora.

2. Nas mãos de um guru
Luiz Felipe Scolari chegou à Copa do Mundo de 2014 muito mais como motivador do que treinador. Na bagagem, levou para a Granja Comary o livro Como se tornar um líder servidor, com a intenção de conquistar o elenco na base da cordialidade. Foi assim na apresentação do elenco na Granja Comary, quando recebeu jogador por jogador na porta.

3. Stand up comedy
A troca de sorrisos, as piadas e até o momento talk show entre Felipão e Neymar na sala de imprensa do Itaquerão, na véspera da estreia contra a Croácia, eram apenas um disfarce da pressão que ambos tentavam evitar publicamente. No dia seguinte, apesar da vitória, parte do elenco demonstrou em campo que estava à beira de um ataque de nervos.

4. Refém de um sistema
Com a conquista da Copa das Confederações em cima da Espanha, Felipão “morreu” abraçado ao esquema 4-2-3-1 das cinco vitórias no evento teste de 2013. A maior falha é jamais ter testado o time sem Neymar. O camisa 10 começou todas as partidas da segunda era Scolari — à exceção da de ontem. Quando precisou se reinventar, Felipão entrou em pane: não tinha tempo e muito menos recursos humanos.

5. Sol tapado com peneira
A comissão técnica não teve sensibilidade para perceber e corrigir os buracos deixados pelos avanços de Daniel Alves e Marcelo ao ataque, expostos antes da Copa pelo fraco Panamá e a forte Sérvia. Os problemas se repetiram na estreia contra a Croácia, mais um alerta para o treinador, mas o problema foi empurrado para debaixo do tapete até o caos diante da Alemanha.

6. Teimosia
Felipão sabia que o volante de confiança vinha de uma péssima temporada no Tottenham, da Inglaterra. Em vez de testar opções, insistiu com Paulinho à exaustão e só jogou a toalha em Brasília, quando colocou Fernandinho em campo. O entrosamento de Luiz Gustavo com Fernandinho foi pouco ensaiado nos trabalhos na Granja Comary.

7. Novena
O treinador notou que o centroavante estava isolado no esquema tático. A bola não chegava a Fred nos coletivos, e o camisa 9 não mostrava mobilidade para recuar e buscar jogo. Na segunda parte dos treinos, saía Fred e entrava Jô, que pouco acrescentava. A ideia de Neymar como falso 9 jamais foi testada.

8. Sono ou displicência
Ou Felipão dormiu em cima do relatório entregue por Regina Brandão com o perfil dos 23 convocados, ou houve erro de avaliação da profissional de confiança dele. Ambos devem ter percebido que o capitão deveria ser outro, mas insistiram em manter a braçadeira com o zagueiro Thiago Silva. O diagnóstico foi exposto em público nos pênaltis contra o Chile.

9. Vista grossa
Foram muitas as horas vagas na concentração que poderiam ter sido usadas em treinamentos. Prova disso
foi a invenção de moda de Daniel Alves e Neymar, que aproveitaram a falta do que fazer para tingir os cabelos.
O cuidado estético representou a maior novidade “tática” da Seleção no empate por 0 x 0 com o México, no Castelão, em Fortaleza, pela segunda rodada da fase de grupos.

10. Falha recorrente
Felipão não teve a coragem de corrigir um dos problemas mais graves apresentados contra o Chile: o excesso de ligações diretas da defesa para o ataque. Um reflexo dos treinos, nos quais o treinador e os colegas Flavio Murtosa e Carlos Alberto Parreira foram incapazes de agrupar e ordenar que tocassem a bola com paciência diante de adversários retrancados.

11. Anestesia
A parceria de Felipão com Carlos Alberto Parreira teve ganhos e perdas. Calmo, sereno e tranquilo, o técnico do tetra foi, durante todo o tempo, uma espécie de calmante para Scolari. O atual treinador assumiu em algumas entrevistas que, às vezes, queria voltar a ser o Felipão de antes, dar um tratamento de choque no elenco e na imprensa, mas recuava ao ouvir
os conselhos do coordenador.

12. Sobrecarga
Felipão errou na convocação. Quando percebeu que deveria ter apostado em Robinho ou Kaká para diminuir a pressão sobre Neymar, era tarde demais. Olhou para o elenco, procurou um um jogador casca grossa para desviar o foco do camisa 10 e não o encontrou. Coube ao menos uma vez ao goleiro Julio Cesar assumir o papel e falar em nome do grupo na Granja.

13. Insegurança
Pedir ao assessor de imprensa pessoal para pegar seis jornalistas pelo braço na Granja Comary e levá-los para uma conversa reservada, a fim de pedir conselhos, foi a prova final de que Felipão havia deixado o elenco escapar das suas mãos. O desembarque às pressas de Regina Brandão em Teresópolis, para recolocar o grupo no divã, constituiu outra prova de que algo estava errado.

14. Salto alto
Tanto Luiz Felipe Scolari quanto Carlos Alberto Parreira chegaram a Teresópolis cantando vitória antes da hora. O experiente Parreira chegou a dizer: “O Brasil está com a mão na taça”, antes mesmo de a bola rolar. Depois da partida contra o Chile, Felipão reviu os conceitos e afirmou que, se a Seleção fosse derrotada, não seria o fim do mundo. Está sendo.

Fonte: Diário de PE

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Vídeo:Torcedor Leva uma violenta mordida na orelha em jogo da Copa do Mundo em São Paulo

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30.6.14




A Copa do Mundo tem proporcionado jogos incríveis, mas na Europa, um acontecimento lastimável nas arquibancadas teve mais repercussão que o futebol neste domingo. Nove dias depois da vitória do Uruguai sobre a Inglaterra, na Arena Corinthians, em São Paulo, o jornal Sunday People divulgou um vídeo onde o inglês Robert Farquharson aparece tendo a orelha mordida por outro inglês em um ataque de raiva. O resultado foi brutal e a vítima perdeu um pedaço do lóbulo da orelha esquerda.Veja o vídeo abaixo:


 



O autor da filmagem foi o torcedor Billy Grant, que disse que a cena enojou todos os presentes. Logo depois do ataque, ele vai com a câmera até a Farquharson, que diz: 'Ele mordeu a minha orelha e me chamou de negro'. A polícia inglesa já se pronunciou, atráves da chefe superintendente Rachel Barber, e disse que investiga o caso, que pode se enquadrar como crime de ódio racial.

- Nós temos o nome do agressor, mas ainda não o alcançamos. A vítima está recebendo todo o suporte do consulado no Brasil - declarou Barber ao Telegraph, de Londres.


Segundo os ingleses, Farquharson teria chegado a fazer um boletim de ocorrência em São Paulo no dia seguinte ao ocorrido. Tudo aconteceu perto do final da partida, vencida pelo Uruguai com dois gols de Luis Suárez. No jogo seguinte, o atacante deu uma mordida no zagueiro italiano Chielini e recebeu da Fifa uma suspensão de nove jogos pelo Uruguai e quatro meses sem jogar. Relembre o lance de Luisito abaixo:


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HAJA CORAÇÃO!!!! Com sofrimento e nos pênaltis, Brasil está nas quartas

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28.6.14

Júlio César defende duas cobranças e Brasil passa pelo Chile nos pênaltis

Marina Padilha
Do NE10

Foto: AFP

Foi uma vitória sofrida. Marcada pelo domínio dos chilenos, muitas faltas e erros de arbitragem. Mas foi também a consagração do Camisa 1 da Seleção Brasileira. Durante o tempo regulamentar e a prorrogação, Júlio César fez belíssimas defesas. Na cobrança de pênaltis, fez ainda mais. Com o placar de 1x1 no tempo regulamentar e de 3x2 nos pênaltis, o Brasil se classificou para as quartas de final e joga contra Uruguai ou Colômbia na próxima sexta (4), às 17h, na Arena Castelão, em Fortaleza.

JOGO - Foi um primeiro tempo pegado. Prova disso é o número de faltas: 23 no total, sendo 14 do Brasil e 9 do Chile. Quem mais sofreu com a marcação, como já esperado, foi Neymar. Tanto que já aos três minutos o atacante foi calçado pelo zagueiro Mena e passou cerca de cinco minutos fora de campo, recebendo atendimento e reclamando de dores no joelho. Para alívio da torcida brasileira, esclarecida de que sem Neymar o time desandaria, o craque logo voltou a campo.

Considerando o duelo contra o Brasil um clássico, o técnico Sampaoli resolveu fechar a marcação com três zagueiros, além de Díaz e Aranguiz no meio-campo. À procura de espaço para atacar, os brasileiros precisavam investir nas jogadas aéreas, visto que a zaga do Chile é a mais baixa de todas as outras equipes deste Mundial.

E foi assim que o Brasil abriu o placar, aos 18 minutos. Após cobrança de escanteio pela esquerda, Thiago Silva desviou para dentro da área e, a princípio, acreditava-se que David Luiz tinha marcado seu primeiro gol pela Seleção. Mas foi com um toque do zagueiro Jara que a bola entrou.

Em desvantagem, o Chile continuou a marcar a saída de bola do Brasil e, aos 31 minutos, Hulk errou a devolução do passe ao lateral Luiz Gustavo e Sánchez pegou a bola. O atacante adiantou e mandou no canto direito de Júlio César.

Depois do empate, os brasileiros recuaram. Os chilenos, que já pareciam desacreditados na vitória, continuaram dominando a posse de bola, mas sem finalizações de perigo até o fim do primeiro tempo.

Na segunda etapa, mesmo com o embalo da torcida, o Brasil voltou mal. O time mostrava, mais uma vez, a falta de harmonia em campo e a dependência de Neymar que, muito marcado, pouco podia fazer. Aos 9 minutos, a seleção canarinho ainda chegou a comemorar um gol de Hulk, mas o árbitro anulou, alegando que o jogador tinha dominado a bola com a mão.

Dez minutos depois, Júlio César brilhou com uma bela defesa que quase deu uma virada no placar. Aránguiz, livre dentro da área, recebeu pela direita e mandou rasteiro, mas o goleiro estava bem posicionado.

Para o Chile, era uma grande partida. Sendo o único erro da defesa o gol do Brasil, os zagueiros tinham um desempenho eficaz, anulando Hulk no segundo tempo e marcando Neymar. Mais à frente, Sánchez e Vidal davam trabalho aos brasileiros.

Com uma péssima atuação no segundo tempo e minutos de sufoco na etapa final, o Brasil, quase que por milagre, conseguiu segurar o empate e levar o jogo à prorrogação. Era esperado que Felipão fizesse alguma mudança que influenciasse no meio-campo, anulado pela marcação chilena e por uma atuação apagada de Oscar.

Nos primeiros quinze minutos da prorrogação, o jogo parecia mais equilibrado. O Brasil chegava mais ao ataque e o Chile parecia deixar o tempo passar, esperando apenas uma oportunidade para contra-atacar.

Depois, La Roja preferiu ganhar tempo. A cada cinco minutos um chileno caía em campo alegando dores ou cansaço físico. Os brasileiros iam levando o jogo à base do nervosismo, insistindo nas finalizações e sofrendo com cada um dos poucos chutes a gol que os chilenos arriscavam. Um deles foi aos 14 minutos, quando Pinilla carimbou a trave de Júlio César, mas o jogo terminou mesmo no 1x1.

Antes da cobrança de pênaltis, Júlio César se emocionou em campo e foi consolado pelos demais jogadores. No gol, as duas defesas que garantiram o Brasil nas quartas de final: as cobranças de Pinilla e Sánchez, dois dos jogadores mais perigosos do Chile. Para o Brasil, David Luiz, Marcelo, Neymar marcaram.



FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 (3) x (2) 1 CHILE

BRASIL - Julio Cesar; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Fernandinho (Ramires) e Oscar (Willian); Neymar, Hulk e Fred (Jô). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

CHILE - Bravo; Francisco Silva, Medel (Rojas) e Jara; Isla, Díaz, Aránguiz, Vidal (Pinilla) e Mena; Sánchez e Vargas (Gutiérrez). Técnico: Jorge Sampaoli.

GOLS - David Luiz, aos 17, e Sánchez, aos 31 minutos do primeiro tempo.

CARTÕES AMARELOS - Jô, Luiz Gustavo e Hulk (Brasil); Mena, Pinilla e Francisco Silva (Chile).

ÁRBITRO - Howard Webb (Fifa/Inglaterra).

RENDA - Não disponível.

PÚBLICO - 57.714 pessoas.

PÚBLICO - Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte (MG).


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Suárez recebe punição de nove jogos e está fora da Copa

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26.6.14


Mordida rende nove jogos de suspensão, além de 4 meses afastado do futebol
 Esporte Interativo 

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Suárez tenta morder Chiellini na disputa do terceiro lugar da Copa das Confederações
A mordida de Luis Suárez no ombro do zagueiro Chiellini custou caro para o uruguaio. A Fifa anunciou, em entrevista coletiva, a suspensão de nove jogos pela seleção, além de quatro meses afastado de qualquer atividade relacionada ao futebol. Com isso, o jogador não encara a Colômbia no sábado, dia 28, pelas oitavas de final.

De acordo com o comitê, o jogador infringiu o artigo 48, parágrafo 1, e artigo 57. Além do tempo longe dos gramados, uma multa de 100 mil francos suíços, aproximadamente R$ 250 mil, deverá ser paga. Toda a polêmica começou na vitória por 1 a 0 contra a Itália, quando o atacante da Celeste se estranhou com o Chiellini e acabou mordendo o ombro do zagueiro italiano. O lance não foi visto pelo árbitro, por isso Suárez não foi punido durante a partida. 

A Federação Uruguaia apresentou a defesa alegando que não houve mordida, que se tratava de um choque casual, mas o argumento não foi aceito pelo comitê formado por 19 pessoas, todas elas vindas de países sem muita tradição no futebol.

Esta não foi a primeira vez que Suárez deu uma mordida adversário. Em 2010, quando atuava pelo Ajax, da Holanda, o atacante mordeu Bakkal, do PSV. Ano passado, já no Liverpool, a vítima foi o zagueiro sérvio Ivanovic, do Chelsea. 


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Copa do Mundo 2014:Justiça ordena parada técnica quando calor chegar a 32ºC em jogos da Copa

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20.6.14

Pirlo se hidrata na a vitória da Itália sobre a Inglaterra por 2 a 1 em Manaus: parada agora é obrigatória no calor
Pirlo se hidrata na a vitória da Itália sobre a Inglaterra por 2 a 1 em Manaus: parada agora é obrigatória no calor
A Justiça do Trabalho do Distrito Federal decidiu nesta sexta-feira (20) que toda partida da Copa em que a temperatura ambiente ultrapassar os 32 graus Celsius nos gramados, a parada técnica para descanso e hidratação dos atletas é obrigatória. Caso a Fifa não cumpra a determinação, pode pagar uma multa de R$ 200 mil por partida em que a parada não for feita.

A decisão do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) foi tomada em caráter liminar pelo juiz Rogério Neiva Pinheiro, da 1 Vara do Trabalho de Brasília, e atende a um pedido feito pelo MPT (Ministério Público do Trabalho). Ainda cabe recurso da decisão, que pode ser revertida também no julgamento do mérito. 

Na prática, a Fifa já estabeleceu a previsão de parada técnica quando a temperatura chega a 32 graus Celsius durante as partidas da Copa. Porém, o intervalo dependia de um acordo prévio entre as duas seleções que se enfrentam, que decidiriam pela parada ou não antes do jogo começar e comunicariam o juiz.

Agora , a parada se torna obrigatória nestas condições a cada meia hora de cada tempo da partida em dia de calor forte. Na liminar não fica especificado a duração mínima que o intervalo da parada técnica tem que ter. O MPT pedia que os juízes fossem obrigados a apitar a pausa técnica quando a temperatura chegasse a 30 graus celsius. 

Em sua decisão, o juiz afirma que se os jogadores são profissionais e não amadores, estão sujeitos a decisões da Justiça Trabalhista, e que o fato da maioria dos atletas da Copa serem estrangeiros e residirem fora do Brasil não muda este entendimento. "Entendo como legítima a preocupação do MPF com os atletas que participam da Copa do Mundo", afirma o juiz em sua sentença.

"Não é o fato de que são estrangeiros, tampouco de que recebem quantias vultosas pelo trabalham desenvolvido que os tornam excluídos da proteção à saúde no trabalho", diz o texto da decisão.
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Olha a zebra!!! Costa Rica derruba outro gigante e deixa italianos com as “barbas de molho”!!!

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Olha a zebra!!! Costa Rica derruba outro gigante e deixa italianos com as “barbas de molho”!!! Será que ainda dá para o Uruguai??? E a França é o novo “bicho-papão” da Copa???
Milton Neves



Os dois vencedores do Grupo D se encontraram na partida que premiaria o vencedor com a liderança isolada da chave.

Vindos de vitória sobre a Inglaterra, os italianos eram favoritos também pela história de sua camisa tetra campeã mundial.

Mas a Costa Rica já é a zebra da Copa!

Depois de derrubar os uruguaios por 3 a 1 na primeira rodada, os caribenhos venceram também a Itália.

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E olha que teve até Apito Amigo pros europeus, hein…

Em pênalti escandaloso de Chiellini no craque do time, Campbell.

No gol costarriquenho, Ruiz cabeceou por trás da zaga e a bola pingou dentro do gol e saiu.

E a tecnologia ajudou o futebol mais uma vez!

Com o apito final, a zebra se consagrou.

E agora a Itália decidirá a vaga contra o Uruguai.

Enquanto a ELIMINADA Inglaterra, pega a sensação Costa Rica, já classificada para as oitavas de final.

Às 16h00, Suíça e França duelaram na Fonte Nova.

E parece que só os franceses entraram em campo.

Com cinco gols e um volume de jogo absurdo, os Le Bleus agora tentam roubar da Holanda o título de “bicho-papão” da Copa.

Fato é, que desde 1998 os franceses vivem uma curiosa sina: um Mundial na final, outro caindo na primeira fase.

E como em 2010 eles deixaram a África sem vencer nenhum jogo


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Espanha perde para o Chile por 2x0 e dá adeus ao sonho do bi

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18.6.14


Da Agência Estado

O goleiro Casillas voltou a falhar na Copa do Mundo. Foto: AFP

A Espanha definitivamente não tem boa relação com o Maracanã. Há um ano, a seleção campeã mundial perdeu para o Brasil por 3 a 0 na final da Copa das Confederações. Nesta quarta-feira, o time de Vicente Del Bosque foi eliminado precocemente da Copa do Mundo pelo Chile ao perder por 2 a 0, sofrendo o seu 'Maracanazo'.

Com o resultado, o Chile garantiu a sua classificação antecipada e também a da Holanda, que havia vencido a Austrália por 3 a 2, pelo Grupo B. Os dois definem em duelo, na segunda-feira, no Itaquerão, o primeiro lugar da chave. A Holanda joga pelo empate

A equipe de Del Bosque, que se juntou a Itália (1950), Brasil (1966), França (2002) e Itália (2010) ao sair na primeira fase, é a primeira campeã mundial na história a ser eliminada nos dois primeiros jogos da competição. Apenas a campeã mundial Itália, em 1950, também no Brasil, jogou sua última partida na fase de grupos já eliminada.

Na ocasião, os italianos perderam da Suécia na estreia e viram os suecos empatarem com o Paraguai na segunda rodada. Como era um grupo de apenas três equipes, quando a Itália, campeã mundial em 1934 e 1938, encarou o Paraguai no último duelo da chave, a equipe europeia já estava eliminada. Mas desde que a Copa começou com grupos de quatro times, a Espanha é a primeira a ser eliminada nas duas primeiras partidas.

O JOGO - Com a torcida chilena entoando o hino chileno a capela, a partida começou com os jogadores sul-americanos emocionados com a demonstração vinda das arquibancadas do Maracanã, como já tinha acontecido em Cuiabá, na estreia vitoriosa contra a Austrália. E o time correspondeu, com dois lances de perigo contra a Espanha. Em jogada rápida pela esquerda com Mena, Vargas demorou para concluir e Javi Martínez, que entrava no lugar de Piqué, tirou para escanteio. Na cobrança, Jara cabeceou e a bola passou raspando a trave de Casillas.

Apesar da pressão inicial, a Espanha conseguiu equilibrar o duelo e, aos 15, o time de Del Bosque quase abriu o marcador. Diego Costa recebeu na entrada da área, chutou cruzado e, na sobra, Iniesta tocou para Xabi Alonso, que carimbou o goleiro Bravo, saindo de forma arrojada. Na sobra, o juiz apitou impedimento do meia espanhol.

Mas aos 19, o Chile fez o Maracanã explodir com uma jogada bem trabalhada, desde a recuperação de bola com Alexis Sánchez até a conclusão final de Vargas. Sánchez ligou rápido o ataque com Aranguiz, que se livrou da marcação da zaga. O meia foi rápido demais e tocou entre as pernas de Sérgio Ramos para encontrar Vargas livre na área. O atacante driblou Casillas, o que está virando um hábito nesta Copa, e completou para o gol vazio.

A vantagem deixou a Espanha ainda mais pressionada, já que o resultado eliminava a atual campeã do mundo. Aos 26, a Espanha quase empatou em jogada rápida pelo lado esquerdo. Jordi Alba levantou na área e Diego Costa chutou na rede, mas pelo lado de fora.

O confronto ganhava ares de drama quando o time espanhol não conseguia imprimir um ritmo mais rápido à partida e via o Chile marcar bem todas as tentativas de ataque. E o sinal de que os chilenos dominavam a partida veio aos 43 minutos, quando em falta bem cobrada por Sánchez, Casillas rebateu errado para o meio da área. No rebote, Aranguiz de 'bico' ampliou para os chilenos. O 'Maracanazo' espanhol estava bem próximo.

Na volta do intervalo, a equipe chilena manteve a mesma intensidade na marcação e na saída de bola, o que faltava aos espanhóis, que vieram para a etapa complementar com Koke, do Atlético de Madrid, no lugar de um apagado Xabi Alonso.

Na primeira oportunidade do segundo tempo, Diego Costa recebeu passe perfeito de Iniesta, mas não conseguiu concluir antes da chegada vital de Isla. Aos 10, numa jogada 'surreal', Busquets perdeu o gol mais feito da partida. Em sobra de cobrança de falta de Sérgio Ramos, Diego Costa conseguiu uma bicicleta para dentro da pequena área. Com Bravo fora da jogada, Busquets foi com o pé mole e mandou para fora, com o gol aberto à sua frente

Aos 17, a torcida chilena, presente am grande número no Maracanã, chegou a cantar 'olé' no toque de bola da equipe sul-americana, que fazia a Espanha provar de seu próprio veneno. Logo depois, aos 23, Isla quase marcou o terceiro ao completar para fora cruzamento de Mena.

Aos 34, a Espanha ainda tentava marcar com Cazorla, que chutou firme para boa defesa de Bravo. Em outra participação espetacular do goleiro chileno, aos 38, a Espanha quase marca com Iniesta, que chutou bem para excelente defesa de Bravo.

Com uma grande atuação de Bravo, o Chile soube controlar a bola e mandou a atual campeã do mundo para casa mais cedo. Agora, o Chile encara a Holanda brigando pela liderança no Itaquerão, segunda-feira, às 13 horas, e a Espanha cumpre tabela contra a Austrália, também na segunda, no mesmo horário, na Arena da Baixada, em Curitiba.

FICHA TÉCNICA

ESPANHA 0 x 2 CHILE

ESPANHA - Casillas; Azpilicueta, Javi Martínez, Sérgio Ramos e Jordi Alba; Busquets, Xabi Alonso (Koke) e Iniesta; Pedro (Cazorla), Diego Costa (Fernando Torres) e Davi Silva. Técnico: Vicente Del Bosque.

CHILE - Bravo; Jara, Medel e Francisco Silva; Isla, Vidal (Carmona), Díaz, Mena e Aranguiz (Gutiérrez); Vargas (Valdivia) e Sánchez. Técnico: Jorge Sampaoli.

GOLS - Vargas, aos 19, e Aranguiz, aos 43 minutos do primeiro tempo.

CARTÕES AMARELOS - Xabi Alonso (Espanha); Vidal e Mena (Chile).

ÁRBITRO - Mark Geiger (Fifa/Estados Unidos).

RENDA - Não disponível.

PÚBLICO - 74.101 pessoas.

LOCAL - Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).

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Seleção não joga bem e só empata com o México

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17.6.14


Goleiro Ochoa foi o destaque na partida e o responsável pelo 0 a 0 no placar

Diogo Olivier, enviado especial a Fortaleza
por Diogo Olivier, enviado especial a Fortaleza

Foto: YURI CORTEZ / AFP
Não adiantou hino à capela. Nem o apoio comovente do Castelão, que recebeu 60 mil pessoas. Faltou futebol à Seleção Brasileira, apesar da ótima atuação do goleiro Ochoa, e contra isso não há quem possa. Os mexicanos é que fizeram a festa, tratando o 0 a 0 como ato de heroísmo.









Relembre os lances de Brasil x México

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A equipe do técnico Luiz Felipe Scolari ficou mesmo só no empate com o México, garantido na Copa pelas tabelas, numa repescagem da Concacaf. Agora, o Brasil terá de vencer Camarões em Brasília para não correr riscos na primeira fase.

O primeiro tempo foi equilibrado, com vantagem nas chances de gol para a Seleção, que obrigou o goleiro Ochoa a operar duas grandes defesas. Taticamente, entretanto, o México foi superior na primeira etapa, dentro de sua proposta.

Os alas Aguilar e Layun tornaram-se laterais. Raramente foram ao ataque. Assim, formou-se uma linha de cinco jogadores adiante de Ochoa, postada para roubar a bola e buscar o contragolpe com Peralta e Giovanni dos Santos. Guardado, sempre ele, pela esquerda, armou o México.

Confira as opiniões dos colunistas da RBS:

Do lado brasileiro, Ramires ajudou Daniel Alves na marcação pelo lado direito, mas foi opaco no ataque. Ficaram Oscar e Neymar com as tarefas de levar o time ao ataque, já que Daniel Alves e Marcelo encontravam a passagem pelos lados trancada. Paulinho e Fred, com participação pequena na partida, ajudavam a deixar o Brasil dependente de Oscar e, especialmente, Neymar.

Foram oito arremates do Brasil contra cinco do México, no primeiro tempo. A oportunidade mais aguda dos mexicanos aconteceu aos 40 minutos. Herrera arriscou de fora da área, expediente muito usado pela equipe do técnico Miguel Herrera, e a bola passou raspando a trave esquerda de Julio César. 



A Seleção quase abriu o placar com um cabeceio perfeito de Neymar, que encontrou uma defesa ainda mais espetacular do goleiro Ochoa. Ele saltou no cantinho e espalmou sobre a linha, lembrando Gordon Banks na Copa de 1970. Depois, aos 43 minutos, novamente o goleiro mexicano salva, fechando o ângulo e evitando o gol de Paulinho.

No intervalo, Felipão tirou Ramires e colocou Bernard para ser ponteiro. O começo da segunda etapa foi ruim para a Seleção. O México retornou superior, com apoio expressivo de milhares de torcedores no Castelão, se defendendo bem e ameaçando. 

Em 15 minutos já tinha três arremates, dois deles muito perigosos, de fora da área. Enquanto isso, o Brasil parecia sem ímpeto, sem encontrar soluções, com os lados do campo travados e Fred sumido em campo como poucas vezes se viu um camisa 9. A bola batia nele e voltava ao lugar de origem. Aos 17, de falta, Neymar consegue o primeiro chute do Brasil no segundo tempo. 

Aos 21 minutos, Felipão tira Fred e coloca Jô. O centroavante é vaiado a princípio, mas em seguida recebe aplausos. De fato, fracassou no jogo. Aos 23, Neymar mata no peito e arremata, mas Ochoa brilha pela terceira vez. A alteração melhorou o Brasil, que passou a pressionar. 

Cansado, Peralta saiu para entrar Chicharito Hernández. O jogo foi ficando dramático. Jô teve chance aos 29 minutos, após passe de Bernard, mas aí faltou talento para vestir a camisa que foi de Ronaldo. Ele chutou mascado, torto, já dentro da área. No finzinho, Ochoa fez mais uma defesa difícil, em cabeceio de Thiago Silva.

Mas o lance de Jô resumiu a Seleção. Um time sem força, distante do brilho da Copa das Confederações, e contra um adversário apenas mediano. E contra adversários mais fortes? O Brasil tem de jogar mais futebol, a começar contra Camarões.

COPA DO MUNDO, GRUPO A, 17/6/2014

BRASIL

Julio César; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho, Ramires (Bernard INT), Oscar (Willian 38'/2ºT)e Neymar; Fred (Jô 22'/2ºT)

Técnico: Luiz Felipe Scolari

MÉXICO

Ochoa; Rodriguez, Rafa Marquez e Moreno; Aguilar, Vazquez, Guardado, Herrera (Fabian 30'/2ºT) e Layun; Giovanni dos Santos (Jimenez 38'/2ºT) e Peralta (Hernandez 28'/2ºT)

Técnico: Miguel Herrera

Cartões amarelos: Ramires, Thiago Silva (B); Aguilar, Vazquez (M)

Arbitragem: Cuneyt Cakir, auxiliado por Bahattin Duran e Tarik Ongun

Público: 60.342 pessoas

Local: Castelão, Fortaleza

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