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Delegado-geral considera como “muito grave”, as informações sobre provável esquema criminoso dos combustíveis na PB

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5.3.23



Em entrevista à imprensa, o delegado-geral da Polícia Civil da Paraíba, André Rabelo, considerou como muito grave as informações que foram colhidas pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) durante uma operação, realizada na quarta-feira (1º), para apurar um suposto esquema criminoso de venda de combustíveis.
Segundo as investigações iniciais do Procon-JP as distribuidoras estariam estocando ilegalmente combustível comprado às refinarias para só revender quando o preço do produto aumentasse de valor, repassando ilegalmente o reajuste aos postos e, consequentemente, lucrando de forma indevida. O relatório completo da operação será divulgado no dia 7 deste mês.

“O que foi narrado é muito grave e há apoio de boa parte do setor [de combustíveis]. Vamos aguarda o relatório definitivo para aprofundar e acompanhar toda a investigação e os desdobramentos. Percebemos que há muitos elementos e, dependendo do que ocorrer, saberemos se existe a necessidade de alguma operação”, disse André Rabelo.

Entenda o caso – A distribuidora de combustíveis Vibra, representante da bandeira BR, foi autuada pelo Procon Municipal de João Pessoa nessa quarta-feira (1º), após constatação de denúncia de aumento de preço para a gasolina, sem justificativa, desde o dia 25 de fevereiro. A empresa poderá ser multada em R$ 5 milhões.

A distribuidora, que terá o prazo legal para proceder à defesa, foi denunciada de forma anônima, mas já com suficiente comprovação dos preços praticados na plataforma oficial de pedidos da empresa, que mostra uma elevação no valor de venda da gasolina comum de R$ 0,6895 desde o último dia 25 de fevereiro.

De acordo com o secretário Rougger Guerra, não há qualquer justificativa para a majoração desse produto nesse período e em tal patamar, seja por uma maior incidência tributária, seja pelo preço oficial nas refinarias. “Isso fere frontalmente o artigo 39, incisos V e X do CDC, se constituindo prática abusiva. Esse tipo de irregularidade requer uma penalidade à altura e que tenha todo o rigor da lei e seja proporcional ao potencial lucrativo da medida irregularmente adotada”, afirmou.

Na terça-feira (28), o Procon-JP já havia emitido autos de constatação, de notificação e de infração para a distribuidora de combustíveis Raizen, representante da Shell no Brasil, por se recusar a prestar informações sobre o bloqueio do sistema que recebe os pedidos de compra de combustíveis por parte dos postos, além de se negar a informar o volume desses produtos em sua base na Paraíba. A multa pode chegar a R$ 2 milhões.

Da Redação

PB AGORA 

BRASIL Tributo sobre etanol será de R$ 0,02 e sobre a gasolina fica em R$ 0,47, que cai para R$ 0,34

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28.2.23





O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou, nesta terça-feira (28), os detalhes da reoneração dos combustíveis sinalizada pelo governo federal ontem (27) e que passará a valer a partir de amanhã (1º), com o fim da vigência de parte da Medida Provisória 1.157/2023.

Em entrevista coletiva na sede da pasta, Haddad disse que a gasolina sofrerá reoneração sobre o preço final de R$ 0,47 por litro. Considerando o anúncio de redução de preços feito pela Petrobras mais cedo, a cobrança cai para R$ 0,34 por litro. 

Já no caso do etanol, a retomada de impostos federais significará um incremento de R$ 0,02 (dois centavos) nos preços cobrados por litro.

Segundo o ministro, a medida respeita determinação de emenda constitucional aprovada em 2022 que previa diferença de R$ 0,45 na cobrança de tributos sobre os dois produtos em desfavor do combustível fóssil. Ou seja, o movimento de reoneração restabelece vantagem competitiva conferida aos biocombustíveis.

Em relação ao diesel, a expectativa é de queda nos preços, já que a isenção de impostos federais está mantida até o fim do ano e a Petrobras anunciou hoje redução de preços de R$ 0,08 (oito centavos) por litro. O combustível é considerado o que provoca maior impacto sobre a inflação, dada sua relevância no transporte de pessoas e cargas no país.

A reoneração dos combustíveis faz com que o governo reduza o nível de frustração de receitas com o benefício tributário prorrogado no início do terceiro mandato de Lula.

Na segunda, o Ministério da Fazenda havia informado, por meio de sua assessoria de comunicação, que o governo retomaria 100% de sua arrecadação com a retomada dos impostos federais sobre os combustíveis, mas não entrou em detalhes sobre a aplicação da medida.

A ação estava prevista no conjunto de medidas anunciadas por Haddad em janeiro para equilibrar as contas públicas e reduzir o déficit previsto para 2023 e era foco de disputa entre as alas econômica e política do governo. As estimativas da equipe econômica apontam para um impacto fiscal de R$ 28,88 bilhões com os impostos federais sobre os combustíveis.

TRANSPARÊNCIA: Umbuzeiro vai gastar quase R$ 2 milhões com combustíveis em 2023

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18.1.23


A Prefeitura de Umbuzeiro irá gastar quase R$ 2 milhões com o fornecimento de combustíveis ao longo do ano de 2023, de acordo com contrato publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) na primeira semana de janeiro. Serão pagos R$ 1.833.630,85 pela administração do município por meio de parcelas mediante requisição diária e/ou periódica. O contrato foi realizado por meio de pregão eletrônico.

Na prévia do censo 2022, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Umbuzeiro conta com 9.124 habitantes. Se o valor que foi homologado o contrato fosse dividido para cada habitante, cada umbuzeirense receberia um 'abono' de R$ 200.

Apesar do alto valor, ele ainda é menor do que o empenhado ao longo de 2022. No ano passado, a gestão do prefeito José Nilvaldo Araújo (Cidadana) empenhou R$ 1.900.498,74 para o abastecimento da frota municipal. Com isso, em apenas dois anos, a cidade de menos de 10 mil habitantes irá gastar R$ 3.734.129,59. Confira detalhes:





Fonte: https://www.clickpb.com.br/politica/municipio-da-paraiba-com-9-mil-habitantes-vai-gastar-quase-r-2-milhoes-com-combustiveis-em-2023-343302.html

Preço da gasolina de deve reduzir até R$ 0,20 e diesel cai até 0,40 a partir na Paraíba

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7.12.22


A previsão é de que nos próximos dias a redução aconteça de forma gradativa em todos os postos da Paraíba. (Foto: Reprodução)




Os motoristas sentirão um pouco de alívio no bolso a partir desta quarta-feira (7) com a redução no preço dos combustíveis na Paraíba. A novidade, anunciada nesta terça-feira (6) pela Petrobras, terá um impacto no valor do diesel e da gasolina.

A redução na gasolina pode chegar até R$ 0,20 e do diesel até R$ 0,40. De acordo com o empresário Omar Hamad, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado da Paraíba (SINDIPETRO-PB), a previsão é de que nos próximos dias a redução aconteça de forma gradativa em todos os postos.

"Essa redução é bastante significativa e com maior impacto no preço do diesel. Conforme for sendo repassado os novos preços, os postos repassam aos consumidores a partir desta quarta-feira", disso ao ClickPB, nesta terça-feira (6).

AJUSTE PETROBRAS

Redução

Gasolina A –(R$0,20)
Diesel S10 - (R$0,40)
Diesel S500 - (R$0,40)

Impacto produto misturado

Gasolina C –(R$0,1460)
Diesel S10 - (R$0,36)
Diesel S500 - (R$0,36)

Especialista dá dicas para economizar combustível

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11.7.22


André Ráguine 

_Docente do UniFavip Wyden, mestre em engenharia química com ênfase em análise de biocombustíveis traz sugestões valiosas para o consumidor_ 

Mesmo com as quedas recentes nos preços dos combustíveis, para adequação à nova lei nacional em relação à gasolina, o etanol e o diesel, o consumidor ainda está pagando caro para abastecer. São valores que, em meio a alta inflação do país, arrancam uma grande fatia do orçamento familiar, trazendo um grande impacto econômico para a população.

Diante deste cenário, é preciso ter alternativas para driblar as dificuldades frente à economia e aliviar o bolso. Por isso, o docente do UniFavip Wyden e mestre em engenharia química com ênfase em termodinâmica e análise de biocombustíveis, Marcélio Alves, elencou algumas dicas de como economizar combustível.

Respeitar a troca de marchas: Trocar as marchas sempre na rotação correta, mantendo o giro do motor compatível à marcha lhe renderá uma economia no combustível por não estar prolongando a troca com o aumento da rotação;

Manutenção em dia: A manutenção em dia evita que o motor consuma mais combustível que o necessário, além de aumentar a vida útil do componente. É importante checar regularmente e, se necessário, trocar os filtros de ar, de óleo, de combustível e fazer a substituição das velas;

Sempre calibrar os pneus: Circular com os pneus em boas condições é essencial para economizar combustível. Pneus murchos influenciam diretamente no rendimento do veículo, pois geram mais atrito com a via;

Evitar acelerar e frear bruscamente: Para prevenir o desgaste do motor, é importante trocar as marchas de forma suave e medir a força do pé no acelerador para não desperdiçar combustível;

Qualidade do combustível: A qualidade do combustível é essencial para garantir maior eficácia do automóvel, já que funcionando bem o motor consome menos. Além disso, gasolina, etanol ou diesel adulterados podem trazer sérios danos para o veículo. Por isso, prefira sempre abastecer em postos de combustíveis de confiança.

Paraíba - Preço da gasolina cai para R$ 5,89 em João Pessoa

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7.7.22


De acordo com o aplicativo Preço da Hora, um posto de João Pessoa, no bairro dos Estados, está comercializando o litro da gasolina por R$ 5,89 no final da manhã desta quinta-feira (7). Em outros postos da capital, a gasolina pode ser encontrada por R$ 5,94 e R$ 5,97.

Os preços têm caído após a redução da cobrança do ICMS em cumprimento à Lei Complementar  que limita os estados a cobrarem somente até 18% de ICMS sobre os combustíveis. 

Antes da redução, preço médio da gasolina comum em João Pessoa estava em R$ 7,17.

O aplicativo Preço da Hora orienta que a população consulte os postos para confirmar se a gasolina ainda está sendo ofertada no mesmo valor encontrado no app, pois há atualização constante nos preços.


Do Click PB

Governo da Paraíba publica decretos que limitam alíquota de ICMS para os combustíveis

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2.7.22


Texto indica que medida possui caráter excepcional e extraordinário. Estado tenta derrubar lei federal no Supremo.

O Governo da Paraíba publicou um total de três decretos que tratam da nova alíquota de ICMS a ser incidido no preço dos combustíveis da Paraíba. A decisão, que diminui os índices, é em respeito à Lei Complementar Federal nº 194 de 23 de junho de 2022 e de uma decisão do ministro André Mendonça em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade que tratava da questão. Com isso, o índice do ICMS vai ser reduzido no estado, ao menos enquanto as decisões estiverem em vigor.

Os decretos estão publicados em edição suplementar do Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (1º).

O primeiro dos decretos diz que “não serão aplicadas alíquotas sobre as operações referidas em patamar superior ao das operações em geral”. Isso significa justamente que o índice de 18% previsto na nova lei deve ser respeitado.


O próprio decreto, no entanto, informa que esse tem “caráter excepcional e extraordinário”. Isso porque os governo estaduais, a Paraíba incluída, ainda tentam reverter a lei no Supremo Tribunal Federal (STF).

Os outros dois decretos servem para disciplinar a nova metodologia de cálculo do tributo.

Com as novas regras, a base de cálculo do ICMS para fins de substituição tributária nas operações com diesel, gasolina e GLP será a média móvel dos preços praticados ao consumidor final nos 60 meses anteriores à sua fixação.

O secretário da Fazenda, Marialvo Laureano, destacou que a medida deve causar um impacto negativo de R$ 750 milhões nos cofres do estado no próximo semestre.

G1 PB

Em Umbuzeiro, três postos de combustíveis baixam o preço da gasolina para R$ 7,09

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1.7.22



Em Umbuzeiro, no Estado da Paraíba , postos de gasolina baixam preço da gasolina nesta sexta- feira 1° de julho . A baixa de preço foram registradas nos Postos Noberto , RR Auto Posto e Posto Nossa Senhora do Livramento. 
Fotos: Adalberto ( Beto UMBUZEIRO ) 


GREVE: Caminhoneiros ameaçam paralisação em meio a alta dos combustíveis

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20.6.22


Líderes da categoria afirmam em nota: "a greve é o mais provável e não demora muito"


TOMAZ SILVA/AGÊNCIA BRASIL
PREJUÍZOS: Com aumento sucessivo dos combustíveis, número de transportadores autônomos caiu de 919 mil para 696 mil em cinco anos
Em nota divulgada pela Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), líderes caminhoneiros manifestaram descontentamento com o preço dos combustíveis e ameaçaram iniciar uma nova greve.
A principal crítica é sobre o projeto que limita a cobrança do ICMS, que, em teoria, pode amenizar a subida dos preços dos combustíveis, energia elétrica e comunicações.
O grupo entende que a mudança não deve gerar o impacto necessário para o consumidor final, e a culpa disso seria do Ministro da Economia Paulo Guedes.
"Muitos especialistas afirmam que esse problema tem soluções viáveis, mas está claro que essa não é a prioridade, o que vemos é um governo desesperado”, afirmaram.
Em nota, a entidade diz que caso não tenha suas despesas integralmente ressarcidas, a paralisação é uma opção provável.
“De uma forma ou de outra, mantendo-se essa política cruel de preços da Petrobras, sem a garantia que o caminhoneiro autônomo tenha suas despesas de viagem integralmente ressarcidas, a categoria vai parar. Se não for por greve, será pelo fato de se pagar para trabalhar. A greve é o mais provável e não demora muito”, finalizam.

Blog do Jamildo

Valor dos combustíveis volta a subir no Brasil

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11.6.22


Os valores da gasolina e do diesel voltaram a aumentar essa semana, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O preço médio do litro da gasolina passou de R$ 7,218 para R$ 7,247, aumento de 0,4%. O maior valor encontrado foi de R$ 8,490. O menor, R$ 6,180.

Já o valor do litro do diesel passou de R$ 6,882 para R$ 6,886, o que representa um leve aumento de 0,058% após seguidas quedas. Nesta semana, o maior valor encontrado pela ANP para o diesel foi de R$ 8,430, enquanto o menor foi R$ 5,640.

Em maio, o preço do combustível havia atingido um patamar recorde de R$ 6,943, o maior valor nominal desde que a ANP passou a fazer levantamento semanal de preços, em 2004. Por fim, o valor médio do etanol passou de R$ 5,083 para R$ 5,002, queda de 1,59%. No posto mais caro pesquisado pela agência, custava R$ 7,890. No mais barato, R$ 3,890.

Petrobas sinaliza que diesel continua a subir

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9.6.22


Pressionada a mudar sua política de preços, a Petrobras sinalizou nesta quarta-feira  que o custo dos combustíveis - principalmente o do diesel - segue uma tendência de alta e assim continuará. Isso indica que as medidas anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro na segunda-feira para conter o preço dos combustíveis, como a isenção de impostos federais e o pagamento de ICMS zerado pelos Estados, não deverão ter o efeito esperado.
Na avaliação da Petrobras, o atual cenário mundial é de escassez e, como o Brasil é deficitário em produção de óleo diesel, tendo importado quase 30% da demanda total em 2021, o resultado é este: "poderá haver maior impacto nos preços e no suprimento".
(Foto: FOTO: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL)

Petrobras eleva preço da gasolina em 18% e do diesel, em 25%

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10.3.22


Mesmo com aumento, defasagem estimada do preço da gasolina se mantém em 20% ante 31,6% anteriormente; no diesel, fica em torno de 19% ante 34,1%

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira que vai elevar o preço da gasolina e do diesel, após 57 dias sem reajustes. Para a gasolina, a alta será de 18% e, para o diesel, de quase 25%. Os novos valores começam a ser praticados nesta sexta-feira (11).

“Após serem observados preços em patamares consistentemente elevados, tornou-se necessário que a Petrobras promova ajustes nos seus preços de venda às distribuidoras para que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento”, disse a empresa em nota.

Com isso, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro. “Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,37, em média, para R$ 2,81 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,44 por litro”, diz.

Para o diesel, o preço médio vai de R$ 3,61 para R$ 4,51 por litro. “Considerando a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 3,25, em média, para R$ 4,06 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,81 por litro”.

“A redução na oferta global de produto, ocasionada pela restrição de acesso a derivados da Rússia, regularmente exportados para países do ocidente, faz com que seja necessária uma condição de equilíbrio econômico para que os agentes importadores tomem ação imediata, e obtenham sucesso na importação de produtos de forma a complementar o suprimento de combustíveis para o Brasil”, disse a companhia por meio de nota.

A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Fertilizantes calcula que, com o aumento anunciado nesta quinta-feira, o litro da gasolina nos postos deve subir para média de R$ 7,02 no país, contra a média atual de R$ 6,57 por litro.

O preço do petróleo no mercado internacional já vinha em alta e a situação se gravou de maneira dramática nos últimos 15 dias, em decorrência do conflito entre Ucrânia e Rússia, que é um importante produtor de petróleo e gás natural. O preço do petróleo Brent — referência nacional, tem sido negociado acima dos US$ 105 e a expectativa é que continue subindo no curto prazo.

Nesta semana, a situação se agravou ainda mais com a decisão dos Estados Unidos de proibir a importação da commodity. O movimento influencia os preços no Brasil, já que a Petrobras segue a paridade internacional.

GLP também é reajustado
O valor do GLP (gás liquefeito de petróleo), conhecido como gás de cozinha, também sobe nesta sexta-feira. O preço médio de venda do insumo passará de R$ 3,86 para R$ 4,48 por kg, equivalente a R$ 58,21 por 13kg, refletindo reajuste médio de R$ 0,62 por kg.

O último ajuste de preços do GLP foi feito há 152 dias. “Esses valores refletem parte da elevação dos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente a demanda mundial por energia”, diz a nota da Petrobras.

Vale ressalta que, na véspera, Receita Federal publicou uma instrução normativa zerando alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins sobre o botijão de gás de cozinha de 13 quilos (kg) de uso doméstico. A medida incide sobre a importação e a receita de comercialização do produto.

Ficam reduzidas a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep-Importação e da Cofins-Importação incidentes sobre o gás liquefeito de petróleo (GLP) que será, posteriormente à operação, envasado em recipientes de até 13 kg e destinado ao uso doméstico, diz a norma.

Defasagem se mantém
Mesmo com o aumento, a defasagem estimada do preço da gasolina se mantém. De acordo com cálculos do diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, essa defasagem fica em 20% ante 31,6% anteriormente.

Já no diesel, fica em torno de 19% ante 34,1%.

IstoÉ

Guerra entre Rússia e Ucrânia pode impactar inflação e PIB no Brasil

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27.2.22


Guerra entre Rússia e Ucrânia pode impactar inflação e PIB no Brasil
Combustíveis, alimentos e câmbio sofrem efeitos do conflito
 Agência Brasil


Foto: Anatolii Stepanov/AFP
A invasão da Ucrânia por tropas russas pode produzir impactos econômicos a mais de 10 mil quilômetros de distância. O Brasil pode sentir os efeitos do conflito por meio de pelo menos três canais: combustíveis, alimentos e câmbio. A instabilidade no Leste europeu pode não apenas impactar a inflação como pode resultar em aumentos adicionais nos juros, comprometendo o crescimento econômico para este ano ao reduzir o espaço para a melhoria dos preços e do consumo.
Segundo a pesquisa Sondagem da América Latina, divulgada nesta semana pela Fundação Getulio Vargas (FGV), as turbulências na Ucrânia devem agravar as incertezas que pairam sobre a economia global nos últimos meses. No Brasil, os impactos deverão ser ainda mais intensos. Uma das razões é a exposição maior aos fluxos financeiros globais que o restante da América Latina, com o dólar subindo e a bolsa caindo mais que na média do continente.

A própria pesquisa, que ouviu 160 especialistas em 15 países, constatou a deterioração do clima econômico. Na média da América Latina, o Índice de Clima Econômico caiu 1,6 ponto entre o quarto trimestre de 2021 e o primeiro trimestre deste ano, de 80,6 para 79 pontos. No Brasil, o indicador recuou 2,8 pontos, de 63,4 para 60,6 pontos, e apresentou a menor pontuação entre os países pesquisados.

Grande parte da queda atual deve-se ao Índice de Situação Atual, um dos componentes do indicador, que reflete o acirramento das tensões internacionais e o encarecimento do petróleo no início de 2022. O outro componente, o Índice de Expectativas, continuou crescendo, tanto no continente como no Brasil, mas a própria FGV adverte que o indicador que projeta o futuro também pode deteriorar-se caso o conflito entre Rússia e Ucrânia se prolongue.

Canais

Segundo a FGV, existem diversos canais pelos quais a crise entre Rússia e Ucrânia pode chegar à economia brasileira. O principal é o preço internacional do petróleo, cujo barril do tipo Brent encerrou a semana em US$ 105, no maior nível desde 2014. O mesmo ocorre com o gás natural, produto do qual a Rússia é a maior produtora global, cujo BTU, tipo de medida de energia, pode chegar a US$ 30, segundo disse nesta semana em entrevista coletiva o diretor de Refino e Gás Natural da Petrobras, Rodrigo Costa.

O Brasil usa o gás natural para abastecimento das termelétricas. Para o diretor da estatal, a perspectiva é que a elevação dos reservatórios das usinas hidrelétricas no início do ano possa compensar, pelo menos nesta fase de início de conflito.

Em relação à gasolina, a recuperação da safra de cana-de-açúcar está reduzindo o preço do álcool anidro, o que também ajuda a segurar a pressão do barril de petróleo num primeiro momento. Desde novembro do ano passado, o litro do etanol anidro acumula queda de 24,6% em São Paulo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Universidade de São Paulo.

As maiores pressões sobre combustíveis estão ocorrendo sobre o diesel, que não tem a adição de etanol e subiu 3,78% em janeiro, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que funciona como prévia da inflação oficial.

Alimentos

Outro canal pelo qual a guerra no Leste europeu pode afetar a economia brasileira são os alimentos. A Rússia é a maior produtora mundial de trigo. A Ucrânia ocupa a quarta posição. Nesse caso, o Brasil não pode contar com outros mercados porque a seca na Argentina, tradicionalmente maior exportador do grão para o Brasil, está comprometendo a safra local.

A crise no mercado de petróleo também pressiona os alimentos. Isso porque a Rússia é o maior produtor mundial de fertilizantes, que também são afetados pelo petróleo mais caro. Atualmente, o Brasil compra 20% dos fertilizantes do mercado russo. O aumento do diesel também interfere indiretamente no preço da comida, ao ser repassado por meio de fretes mais caros.

Dólar e juros

O terceiro fator pelo qual a crise entre Rússia e Ucrânia pode impactar a economia brasileira será por meio do câmbio. O dólar, que chegou a atingir R$ 5 na quarta-feira (23), fechou a sexta-feira (25) a R$ 5,15 após a ocupação de cidades ucranianas por tropas russas. Por enquanto, os efeitos no câmbio são relativamente pequenos porque o Brasil se beneficiou de uma queda de quase 10% da moeda norte-americana no acumulado de 2022. O prolongamento do conflito, no entanto, pode anular a baixa do dólar no início do ano.

Nesta semana, o secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle, disse que o Brasil está preparado para os impactos econômicos da guerra. Segundo ele, o país tem grandes reservas internacionais e baixa participação de estrangeiros na dívida pública, o que ajudaria a enfrentar os riscos de uma turbulência externa prolongada.

No entanto, caso o dólar continue a subir e a inflação não ceder, o Banco Central pode ver-se obrigado a aumentar a taxa Selic (juros básicos da economia) mais que o previsto. Nesse caso, o crescimento econômico para este ano ficaria ainda mais prejudicado. Na última edição do boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado elevaram a projeção anual de inflação oficial para 5,56% em 2022. Essa foi a sexta semana seguida de alta na estimativa. A previsão de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em apenas 0,3% neste ano.

Petrobras reajusta gasolina e diesel em até 8% a partir desta quarta-feira (12)

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11.1.22


Para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro
Por Agência O Globo

Estudos já mostram que o biocombustível é viável para carros elétricos - Foto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco
A Petrobras anunciou nesta terça-feira (11) aumento nos preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras. É a primeira alta em 77 dias.

Assim, a partir desta quarta-feira, dia 12, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro, uma alta de 4,85%. Desde janeiro de 2021, o preço da gasolina acumula alta de 77,04%.
Para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro. É avanço de 8,08%. Assim, no ano, desde janeiro do ano passado, o diesel já subiu 78,71% nas refinarias.

Segundo a Petrobras, os  ajustes são importantes para “garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras”.

Em 2021, os preços de gasolina e diesel para o consumidor final nos postos subiram mais de 44%, gás de cozinha 33% e GNV, 36%, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP).  Isso ocorre porque nem sempre é repassado para a bomba o reajuste anunciado pela Petrobras às distribuidoras. O preço final tem ainda outros componentes como a margem de lucro dos postos e os impostos.
Em nota, a Petrobras reiterou seu “compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, acompanhando as variações para cima e para baixo, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais”.


A Petrobras disse que os últimos aumentos ocorreram no dia 26 de outubro do ano passado. Em nota, a companhia frisou que “desde então os preços praticados para a gasolina foram reduzidos em R$ 0,10 litro em 15/12/2021, e permaneceram estáveis para o diesel”.

A companhia voltou a lembrar que o aumento para as distribuidoras representa apenas parte do preço final pago pelo consumidor na bomba. “Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,26, em média, para R$ 2,37 a cada litro vendido na bomba”, explicou a empresa.

No caso do diesel, considerando a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 3,01, em média, para R$ 3,25 a cada litro vendido na bomba.

PARAÍBA: Homem é preso suspeito de comprar e revender combustível furtado em João Pessoa

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12.11.21


A atividade ilegal era praticada por ele há cerca de dois anos

A prisão acontece no bairro do Bessa (Foto: Verinho Paparazzo/RTC)

Um homem foi preso suspeito de comprar e revender combustível furtado, na Paraíba. A prisão aconteceu no bairro do Bessa, em João Pessoa, nesta quinta-feira (11).

De acordo com o delegado João Paulo Amazonas, o homem preso já foi motorista de uma distribuidora de combustível. Ele está sendo investigado por comprar, e revender de forma irregular, o produto furtado por funcionários das distribuidoras.


Ainda segundo a polícia, o homem confessou a atividade ilegal, que é praticada há cerca de dois anos. O caminhão-tanque usado por ele foi apreendido.

“Eles [motoristas] saem das distribuidoras de Cabedelo para abastecer postos de combustíveis na cidade de João Pessoa. Quando retornam, desviam o trajeto e retiram o renascente combustível para ser revendido no mercado paralelo de forma irregular”, explicou o delegado.

O homem preso foi autuado pelos crimes de receptação qualificada, associação criminosa, crime ambiental e crime contra a ordem econômica. “Somadas as penas, dão mais de quinze anos”, afirmou o delegado.

Do T5

Bolsonaro diz que haverá novo aumento de combustíveis

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22.10.21


 Estado de Minas  
Foto: Clauber Cleber Caetano/PR
O presidente Jair Bolsonaro anunciou, nesta sexta-feira (22), em coletiva de imprensa no Ministério da Economia, ao lado do ministro Paulo Guedes, que o Brasil pode sofrer com  mais um reajuste no preço dos combustíveis.

"Não existe, da nossa parte, o congelamento de preços. Sabemos que as consequências são piores que o aumento em si. Sabemos que estamos na iminência de mais um reajuste no combustível", afirmou o presidente.

Segundo Bolsonaro, quando a alta chega ao disel, isso 'influencia' diretamente na inflação. "O caminhoneiro merece ter uma atenção da nossa parte. Ficou decidido, então, um auxílio aos mesmos, que ficará menos de R$ 4 bilhões por ano, também previsto no Orçamento", afirmou.

"Nós sabemos que, aumentando o preço do petróleo lá fora e o dólar aqui dentro, o reajuste em poucos dias ou semanas, tem que ser cumprido na ponta da linha pela Petrobras", disse.

Coletiva foi feita para afastar os boatos de que Paulo Guedes teria pedido demissão. O ministro vem sofrendo pressão da base governista para aprovar projetos mais populares, em vista das eleições de 2022.

Lado a lado, os dois comentaram a greve dos tanqueiros, o novo Auxílio Brasil, a pandemia de Covid-19 e o "furo" no teto de gastos.
 
“Em nenhum momento, eu pedi demissão. E nem o presidente [Jair Bolsonaro] me pediu isso“, destacou. “O presidente confia em mim”, confirmou.

Durante sua fala, o ministro prometeu que o país voltará a crescer ano que vem. “O Brasil é um país bem visto lá fora. As pessoas vêem o que a gente está fazendo aqui. O Brasil vai crescer bem mais no ano que vem”, afirmou.

Segundo o ministro da Economia,  furar o teto de gastos “não altera os fundamentos fiscais da economia brasileira". Para Guedes, o teto é um símbolo. “O teto é um símbolo do compromisso com as próximas gerações, não vamos deixar milhões de pessoas passarem fome para tirar 10 em gestão fisca”, disse.
 
Boatos de demissão 
Mais cedo, o jornalista Vicente Nunes, do Blog do Vicente, do Correio Braziliense, revelou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu demissão do cargo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O pedido terido sido feito na quinta-feira (21), durante uma "pesada discussão" entre o ministro e o presidente. "Guedes falou muitos tons acima do normal e disse que não aceitaria as manobras feitas pelo governo,  à sua revelia, para furar o teto de gastos a fim de bancar o Auxílio Brasil  de R$ 400."
 
Ainda segundo o texto, "o pedido de demissão de Guedes foi confirmado por quatro interlocutores ouvidos pelo Blog. Foi feito logo depois de o ministro ser comunicado por quatro auxiliares de que não ficariam no governo diante da farra fiscal para tentar reeleger Bolsonaro".

Preço do combustível vai aumentar a partir desta terça feira 09/03

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8.3.21


Petrobras sobe gasolina pela sexta vez no ano; diesel tem quinta alta
Litro da gasolina que já subiu mais de 50% este ano; preço do diesel ficou 41% mais caro desde dezembro.
G1
O preço médio de venda da gasolina passará a ser de R$ 2,84 por litro, alta de R$ 0,23 por litro (alta de 9,2%), enquanto o diesel passará a média de R$ 2,86 por litro, aumento de R$ 0,15 por litro (alta de 5,5%). 
A Petrobras vai elevar mais uma vez os preços da gasolina e do diesel nas refinarias a partir de terça-feira (9), informou a companhia nesta segunda-feira, por meio da assessoria de imprensa. A nova alta vem em meio aos trâmites para a substituição do presidente da petroleira, após intervenção do presidente Jair Bolsonaro.

O preço médio de venda da gasolina passará a ser de R$ 2,84 por litro, alta de R$ 0,23 por litro (alta de 9,2%), enquanto o diesel passará a média de R$ 2,86 por litro, aumento de R$ 0,15 por litro (alta de 5,5%).

É a sexta alta do ano nos preços da gasolina, e a quinta no valor do litro do diesel. Em dezembro, o litro da gasolina custava em média R$ 1,84. Já o do diesel saía a R$ 2,02.

Desde o início do ano, a gasolina acumula alta de 54% nas refinarias, enquanto o diesel subiu 41,6%.

Troca de comando

As sucessivas altas nos combustíveis este ano irritaram o presidente Jair Bolsonaro, que indicou o general Joaquim Silva e Luna para substituir o atual presidente Roberto Castello Branco do comando da estatal. O mandato de Castello Branco, no entanto, termina em 20 de março, e ele segue no cargo.

Lucro recorde

A Petrobras encerrou o quarto trimestre de 2020 com lucro recorde de R$ 7 bilhões, apesar do momento de crise. Segundo a Economatica, o resultado é tanto recorde nominal entre as empresas brasileiras como também quando se ajustam os valores dos maiores lucros da história pela inflação.

Aroeiras está entre 12 municípios que gastaram mais de R$ 1 milhão em combustíveis no ano de 2020 na Paraíba

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19.2.21

Click PB

O Sagres também mostra os gastos com combustíveis por microrregiões da Paraíba. Pela ordem dos que mais gastaram estão as microrregiões do Cariri Ocidental, de Sousa, de Cajazeiras, do Litoral Norte, de Campina Grande, da Serra do Teixeira, e de João Pessoa (Foto: Pixabay/Imagem ilustrativa)

Doze municípios paraibanos tiveram mais de R$ 1 milhão, cada um, em gastos com combustíveis, no ano de 2020, segundo apurou o ClickPB. Os dados são do Sagres do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba.

O levantamento leva em conta dados do SAGRES/TCE-PB, da Agência Nacional de Petróleo (ANP), da Receita Estadual da Paraíba e do IBGE.

O Município de João Pessoa foi o que mais gastou: R$ 3.551.754,30. Em seguida está a Prefeitura de Campina Grande: R$ 2.203.479,10. Ainda na casa dos R$ 2 milhões em combustíveis está Sousa, no Sertão da Paraíba, com R$ 2.147.039,60 gastos com combustíveis.

No Litoral Norte, Mamanguape gastou R$ 1.716.359,20. Coremas gastou R$ 1.315.027,20, seguido de Cajazeiras, onde foram gastos R$ 1.254.959,50. Em Aroeiras foram R$ 1.193.428,20 gastos em combustíveis. Em Ingá houve custo de R$ 1.100.298,20.

Pedras de Fogo usou R$ 1.092.705,10 na compra de combustíveis, seguido dos municípios de Joca Claudino (R$ 1.051.324,90), Catolé do Rocha (R$ 1.039.238,60) e Guarabira (R$ 1.006.196,00).

O Sagres também mostra os gastos com combustíveis por microrregiões da Paraíba. Pela ordem dos que mais gastaram estão as microrregiões do Cariri Ocidental, de Sousa, de Cajazeiras, do Litoral Norte, de Campina Grande, da Serra do Teixeira, de João Pessoa, de Guarabira, do Curimataú Ocidental, de Catolé do Rocha e do Cariri Oriental. Na sequência estão as microrregiões de Piancó, de Sapé, do Curimataú Oriental, de Itabaiana, do Seridó Oriental, do Brejo paraibano, do Litoral Sul, do Seridó Ocidental, de Itaporanga, de Patos, de Umbuzeiro e de Esperança em relação aos gastos com combustíveis nas prefeituras paraibanas.

Preços dos combustíveis devem seguir em alta durante todo o ano

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11.2.21

 

Outro item que pesa no orçamento das famílias, a energia elétrica também vai ficar mais cara. As tarifas podem subir 13%, em 2021, alertou o diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel),   Correio Braziliense 

 Os consumidores precisam preparar o bolso para o choque de preços que vem por aí em 2021. Os combustíveis já tiveram vários reajustes este ano e os valores devem continuar subindo. No ano, a gasolina vendida nas refinarias, pela Petrobras, acumula alta de 22% e o diesel, de 10,7%. O aumento é ainda maior na bomba, pois o valor é acrescido de impostos e das margens de lucro das revendas e das distribuidoras. Outro item que pesa no orçamento das famílias, a energia elétrica também vai ficar mais cara. As tarifas podem subir 13%, em 2021, alertou o diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone. A política de preços da Petrobras é de paridade internacional, ou seja, leva em conta o valor do barril de petróleo e o câmbio. Como as duas variáveis estão em alta, a tendência é de mais aumento dos combustíveis. O governo diz que tenta mexer nos impostos para reduzir o preço nas bombas e promete entregar ao Congresso uma proposta para alterar a incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é de competência estadual. Também estuda reduzir os tributos federais PIS/Cofins. De concreto, ainda nada.

Preço da gasolina pode subir 12% até final de fevereiro, diz Ativa Investimentos

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4.2.21


 Se confirmado, o reajuste nas refinarias tem potencial de afetar as bombas apenas na segunda quinzena do mês e impactar a inflação de março CNN 03/02/2021 | 16:07 Depois de duas altas no mês passado, o preço da gasolina deve continuar a subir em fevereiro. De acordo com cálculos da Ativa Investimentos, a Petrobras pode realizar um ajuste de 12% no valor do combustível nos próximos dias. Esse provável aumento, segundo a corretora, ocorrerá por causa da elevação do preço da gasolina no Golfo e na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex). “Evidentemente que alta dessa magnitude, se ocorrer, deverá ser parcelada, mas destacamos que hoje trabalhamos com tal potencial. Outra premissa que deve ser apontada é a hipótese de que a margem da companhia permanecerá constante desde o último reajuste”, explica Guilherme Sousa, economista da Ativa Investimentos. Se confirmado, o reajuste nas refinarias tem potencial de afetar as bombas apenas na segunda quinzena do mês e impactar a inflação de março. Em janeiro, a Petrobras anunciou dois aumentos na gasolina: um de 7,6% no dia 8, e outro de 5% no dia 26. No comunicado, a empresa reiterou que seus preços têm como referência a chamada paridade de importação, impactada por fatores como os valores do petróleo e o câmbio. Preço médio Levantamento divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostra que o preço médio da gasolina comum na semana encerrada em 30 de janeiro era de R$ 4,68. O menor valor encontrado para o litro do combustível foi de R$ 3,88, e o maior, de R$ 5,65. A pesquisa foi realizada em 2671 postos.

FESTA DO TAPUIA 2022

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