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Região do Brejo da Paraíba tem estradas interditadas e alagamentos após fortes chuvas

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9.6.22


Temperatura pode chegar a 18º C e chuva deve se manter até a sexta (10). Barragens e cachoeiras cheias foram registradas nesta quinta-feira (9).
As fortes chuvas registradas desde a madrugada desta quinta-feira (9), causaram vários transtornos nas cidades do Brejo paraibano. Borborema foi o município que registrou maior quantidade de chuvas, chegando a 49,1 mm, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (AESA). A previsão é de mais chuva até esta sexta-feira (10).
Em Areia, árvores e pedras deslizaram, obstruindo o asfalto da cidade. Quedas de barreiras e alagamentos foram registradas em Solânea. Entre Bananeiras e o distrito de Rua Nova há preocupações no trânsito, pois uma árvores caiu na PB-105 e também houve deslizamento de barreira.

Cidades do Brejo que registraram chuvas

Borborema 49,1 mm
Bananeiras 32 mm
Serraria 25 mm
Sapé 12,8 mm
Guarabira 12, 7 mm
Areia 10,7 mm
Sertãozinho 9 mm
Alagoinha 2,1 mm
Mari 1,7 mm
Caiçara 1, 3 mm
Jacaraú 0,9 mm
Araçagi 0,8 mm
Fonte: a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa)
Segundo Sérgio Tomé, presidente do grupo ‘Turismo do Brejo’, as cachoeiras da região estão cheias. A barragem que abastece Solânea e Bananeiras, após secar nos últimos meses, registrou quase 50% da capacidade nesta quinta-feira. Também foram registradas sangrias de açudes na região.

Previsão da Aesa
Entre a tarde desta quinta-feira (9) e a manhã de sexta-feira (10) a previsão é de céu nublado com chuvas a qualquer hora no Litoral, Brejo e Agreste. No Sertão e Alto Sertão, céu parcialmente nublado e poderão ocorrer chuvas pontuais.
No Brejo, a temperatura pode chegar a 18 graus celsius entre esta quinta e sexta. Já a máxima deve ficar em torno dos 27 graus, segundo Carmem, meteorologista da Aesa.

G1 PB

URGENTE: Barreira desliza e atinge seis casas no Recife; bombeiros e Samu socorrem moradores

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10.8.21


Deslizamento ocorreu no Brejo da Guabiraba, na Zona Norte, e três pessoas foram socorridas. Uma barreira deslizou em Jaboatão, mas não deixou feridos. Chuva deixou ruas alagadas no Grande Recife.
G1 PE e TV Globo
Moradores ficam feridos em deslizamento de barreira no Brejo da Guabiraba, no Recife


As fortes chuvas registradas no Grande Recife entre a segunda-feira (9) e esta terça-feira (10) provocaram alagamentos e deslizamentos de terra. Na Rua Cabo Hermito Sá, no Brejo da Guabiraba, na Zona Norte da capital, uma barreira deslizou e atingiu seis casas, das quais três ficaram destruídas (veja vídeo acima).

Ruas ficaram alagadas, trecho de pista cedeu e árvores caíram
Grande Recife e Zona da Mata têm alerta de chuva
Três pessoas ficaram feridas e foram retiradas do local do deslizamento. Uma mulher não identificada foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros, que disse que o deslocamento dessa vítima foi feito pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Local de deslizamento de terra onde seis casas foram atingidas no bairro de Brejo da Guabiraba, na Zona Norte do Recife — Foto: Reprodução/TV Globo

Entretanto, o Samu afirmou que socorreu dois feridos: um homem de 40 anos, identificado como Gleidson Tavares, e um adolescente de 16 anos, chamado Gleidson Júnior. Ainda segundo o Samu, eles foram levados para o Hospital da Restauração, no Derby, na área central do Recife, mas a unidade de saúde disse que não recebeu pacientes com esses nomes.

O auxiliar de produção Adriano Tavares mora em um dos imóveis atingidos e contou que estava em casa quando o deslizamento aconteceu.

"Perdi geladeira, perdi sofá, perdi muita coisa, mas o principal Jesus me deu, que foi a minha vida. Quando a casa cedeu na sala, minha esposa correu. Eu não tive tempo de correr e desci com o sofá, com tudo, nos escombros, mas consegui sair normal. Não me machuquei", disse o morador.
Segundo ele, os vizinhos também foram atingidos quando a casa cedeu. "Já caiu em cima de outros imóveis. Caiu em cima da vizinha, atingiu meu vizinho ao lado e duas casas ao lado. Foram, pelo menos, quatro famílias. [...] Posso dizer que nasci de novo porque foi muito sério", contou.

A moradora de uma das casas atingidas, a dona de casa Ana Graça, contou que o deslizamento aconteceu por volta das 3h.

"Eu estava dormindo, eu só acordei porque meu irmão e minha cunhada começaram a gritar mandando eu sair. Eu ouvi a zoada, o barulho. Quando eu fui empurrar a porta do quarto, não deu mais para abrir porque já tinha caído metade da sala. Eu pulei a janela", afirmou a moradora.
Além do marido, ela estava em casa com o filho, de idade não informada, que ficou soterrado e precisou ser resgatado pelos bombeiros. "Meu filho dorme na parte de trás, então não conseguimos pegá-lo e ele ficou soterrado. Eu comecei a gritar, e minha cunhada tentou tirar a gente dali. Quando saímos, poucos minutos depois caiu a casa em cima dela, ela também ficou soterrada", relatou.

Casa da moradora identificada como Adriana, no Brejo de Guabiraba, na Zona Norte do Recife — Foto: Reprodução/TV Globo
Casa da moradora identificada como Adriana, no Brejo de Guabiraba, na Zona Norte do Recife — Foto: Reprodução/TV Globo


Ainda de acordo com Ana, a cunhada, o marido e o filho ficaram feridos. "Meu filho ficou duas horas embaixo dos escombros. A vizinhança começou a ajudar, chamando ele para tentar ver onde ele tava para não dormir, falando com ele até chegar os bombeiros, que foi por volta de 6h", contou.

Segundo o capitão do Corpo de Bombeiros Cléber Dutra, o filho da moradora estava sob os escombros da casa. "Quando chegamos ao local, ele já estava fora da situação de desastre, o pai e a mãe também, e a gente conseguiu fazer os primeiros curativos neles", afirmou.

Também de acordo com o capitão, ainda não foi possível saber a causa exata do deslizamento. "A gente não tem como afirmar, no momento, a causa do acidente, isso aí vai ser periciado pela Defesa Civil da cidade", declarou.

Moradora que se identificou como Ana contou que filho e cunhada ficaram soterrados na madrugada desta terça-feira (10) — Foto: Reprodução/TV Globo
Moradora que se identificou como Ana contou que filho e cunhada ficaram soterrados na madrugada desta terça-feira (10) — Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo Keila Ferreira, gerente-geral de Atenção Social da Defesa Civil do Recife, esse deslizamento de barreira deixou 20 pessoas desabrigadas em seis famílias.

"A gente vai fazer a acolhida das famílias. Elas preferiram ficar na casa de parentes e amigos. Estamos entregando donativos, cestas, colchões, atendimento psicológico, caso seja necessário. Depois disso, vamos ver a necessidade de encaminhamento para o benefício de auxílio-moradia ou outro tipo de benefício", afirmou.


A prefeitura do Recife informou, por meio de nota, que vai prestar apoio às famílias prejudicadas para que as famílias "em situação de calamidade" recebam R$ 1,5 mil para comprar móveis e eletrodomésticos.

"A autorização do pagamento será publicada no Diário Oficial do Município e os trâmites serão concluídos ainda nesta semana. Além disso, as famílias serão inclusas no auxílio-moradia", disse a gestão.

A Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco (Codecipe) autorizou que alguns moradores retornassem às casas para retirar objetos pessoais e documentos. Uma moradora identificada como Adriana contou que ela e o marido tiveram que sair correndo da residência durante a madrugada, pois a parede lateral da casa dela cedeu.

"Ele ainda caiu no buraco, mas conseguiu sair. [...] Um cano da Compesa [Companhia Pernambucana de Saneamento] que tinha aqui, um cano mestre, ficou jorrando água e vieram dois rapazes pra desligar. Eu vou ali no quintal da minha mãe deixar as coisas, mas não temos para onde ir", afirmou.

Em nota, a Compesa disse que "foi realizada uma busca no canal de atendimento da empresa (0800 081 0195) e não foi localizada qualquer notificação relacionada a vazamento para o endereço citado pela reportagem".

A companhia também declarou que adotou "o protocolo de segurança em áreas de morros com o desligamento do sistema de abastecimento de água, de maneira preventiva devido às fortes chuvas registradas".

Barreira desliza em Jaboatão
Barreira desliza, em Prazeres, Jaboatão, e destrói parte de uma casa
Barreira desliza, em Prazeres, Jaboatão, e destrói parte de uma casa


Uma barreira também deslizou em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. O deslizamento ocorreu na Rua Dom Expedito Lopes, no bairro de Prazeres, por volta das 6h30 (veja vídeo acima). O imóvel ficou parcialmente destruído. As áreas em que ficavam a cozinha e a sala foram soterradas pelo barro.

O morador da casa, Gustavo Silva, de 19 anos, disse que foi avisado por um vizinho de que o muro de sustentação parecia estar caindo. Ele gritou para que os moradores saíssem de casa e, assim, ninguém ficou ferido.

Barreira deslizou e atingiu casa em Jaboatão, no Grande Recife — Foto: Reprodução/TV Globo
Barreira deslizou e atingiu casa em Jaboatão, no Grande Recife — Foto: Reprodução/TV Globo

"Não faz um mês e meio que a Defesa Civil veio aqui, olhou o muro e disse que havia risco em um local, mas não no outro, que caiu. Disseram que não podiam fazer nada, porque não tinham recursos. Seis dias depois, o muro caiu e derrubou metade da minha casa", declarou.

Muro desaba em Camaragibe
Por causa das chuvas, muro desaba, no bairro de Santa Mônica, em Camaragibe
Por causa das chuvas, muro desaba, no bairro de Santa Mônica, em Camaragibe


Em Camaragibe, no Grande Recife, um muro desabou durante a madrugada desta terça-feira (10), entre duas casas na Rua Catarina, no bairro de Santa Mônica (veja vídeo acima).

A cabeleireira Maria Betânia da Silva disse que acordou assustada com o barulho. O muro que caiu bateu na lateral da casa dela mas não danificou nada.

"Eu estava dormindo e, de repente, foi um estrondo, como se estivesse desabando tudo. [...] Me acordei, chamei meu marido e peguei minha filha e a gente ficou na sala. Quando ele abriu, viu que foi o muro que tinha caído. Me desesperei", afirmou.

Não há risco de desabamento, segundo a Defesa Civil. "Eles disseram que não tinha mais perigo e que a gente podia ficar na casa. Disse que o que tinha que cair, já tinha caído, colocaram a lona e disseram para não mexer", contou.

Barreira cedeu no bairro de Santa Mônica, no município de Camaragibe, no Grande Recife — Foto: André Alves/WhatsApp
Barreira cedeu no bairro de Santa Mônica, no município de Camaragibe, no Grande Recife — Foto: André Alves/WhatsApp

O professor André Alves falou sobre o susto que teve. "Minha casa não chegou a ser atingida, mas a casa do vizinha ficou cheia de lama. Apesar do susto, não teve nenhum ferido porque as paredes não cederam, mas estamos preocupados", disse.

De acordo com a prefeitura de Camaragibe, "uma equipe técnica foi ao local verificar a ocorrência e uma equipe operacional vai até o endereço viabilizar a colocação de lona plástica". A gestão municipal disse, ainda, que ninguém ficou ferido nessa ocorrência.


Segundo Kátia Marsol, secretária de Defesa Civil de Camaragibe, essa foi a única ocorrência causada pela chuva na cidade. "Não teve nenhuma rachadura no imóvel, nem ninguém ficou ferido. Todos os nossos trabalhos estão sendo continuados, foi colocada lona na barreira em que desabou o muro", afirmou.


Chuva alaga casas e deixa famílias desalojadas em Tracunhaém

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15.5.21


As chuvas que atingiram a região da Mata Norte de Pernambuco nesta quinta-feira (13) provocaram transtornos e alagamentos em Tracunhaém.
De acordo com a Prefeitura Municipal, já somam 304 pessoas atingidas em um quantitativo de 92 famílias que precisaram deixar suas casas por conta do alagamento, além de ruas que ficaram alagadas e intransitáveis.

O prefeito de Tracunhaém, Irmão Aluísio (PL) criou um a força tarefa, composta por várias secretarias, para dar suporte às famílias que precisaram deixar as suas casas e perderam pertences, ou tiveram que retirar às pressas das casas.

Um total de 15 famílias já haviam sido abrigadas em abrigos improvisados na Escola Municipal Tancredo Neves e na Creche Santo Antônio, locais preparados pela Secretaria de Educação.

Três loteamentos foram atingidos no município, como aconteceu nos Loteamentos Liberdade, Baixa Verde e Carlos Lapa.

Foram realizadas no local atendimento pré-hospitalar pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.

A Secretaria Municipal de Assistência Social Prefeitura deu início a doação de cestas básicas, cobertores, colchões, lençóis, produtos de higiene pessoal e quentinhas, além de cadastrar as famílias que ficaram vulneráveis.

A Secretaria de Transportes disponibilizou ônibus para transporte das pessoas que precisaram deixar as comunidades e seguirem para os abrigos improvisados.

A equipe da Secretaria Municipal de Obras mantem o monitoramento de todas as comunidades evitando transtornos maiores, enquanto a Secretaria Municipal de Segurança Pública disponibilizou a Guarda Municipal para dar suporte a logística desenvolvida pela prefeitura.

O prefeito Irmão Aluísio desde as primeiras horas de chuvas no município percorreu as áreas de alagamentos, buscando entender os prejuízos provocados pelas chuvas.

O Conselho Tutelar do município também manteve sua atividade nas comunidades, buscando garantir o direito da criança e adolescente.

Olinda PE: Moradores fazem vigília em pontos de risco de deslizamento e ficam ilhados em áreas alagadas

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19.6.19


Mesmo depois das chuvas, situação é complicada em Olinda. No Alto da Bondade, vizinhos se revezam para monitorar barreira. Em Jardim Fragoso, está difícil sair de casa.

Bairro do Fragoso, em Olinda, está completamente alagado nesta terça-feira (18) — Foto: Reprodução/TV Globo


Alagamentos e perigo de deslizamento de barreiras preocupam moradores de Olinda, no Grande Recife. Em Jardim Fragoso, famílias estão ilhadas e acreditam que a situação piorou depois das obras do Canal do Fragoso. No Alto da Bondade, vizinhos fazem vigília e se revezam para monitorar as encostas. Na cidade, disse a Defesa Civil, há mais de 7 mil pontos de risco.

Vídeo mostra moradores de Olinda usando barco em rua alagada
"De uns anos para cá, quando começou essa obra, aconteceu isso. Estou saindo de barco para comprar comida, não estou indo trabalhar. Isso é lama pura, essa água é muito perigosa", afirma a autônoma Veruska Sobral, fazendo referência aos serviços do canal.

Na manhã desta terça-feira (18), a reportagem da TV Globo esteve na Ruas Humberto de Lima Mendes, Joaquim Antônio de Medeiros e Pintor Manuel Bandeira, no mesmo bairro. Todas as vias estavam alagadas, mesmo depois das chuvas. (Veja vídeo acima)

"A gente quer trabalhar e não pode, quer sair de casa e não pode. Hoje mesmo, tenho que resolver um negócio no banco e não posso ir", afirma o pedreiro Elias da Silva. "Eu tenho muito medo desses alagamentos, principalmente à noite", acrescenta a dona de casa Valda Coelho.

Vigília
Chuva preocupa moradores de áreas de morro em Olinda

Moradora do Alto da Bondade, a dona de casa Janaína Alves tem feito vigílias para pedir proteção à família e aos vizinhos devido aos riscos de deslizamentos. Nesta terça (18), ela e outros moradores se revezavam para monitorar a situação de uma barreira na comunidade. (Veja vídeo acima)

Morando de aluguel com duas filhas em um terreno que está cedendo, ela tem guardado as roupas em sacolas e baldes, caso precise sair às pressas. “Que pare essa chuva, Jesus, porque eu não aguento mais. Não sei o que é dormir”, afirma.

"Estou tirando tudo, porque, se acontecer qualquer coisa, até com a roupa do couro eu saio. Eu sei que Deus está escutando minhas preces, mas quando começa a chover o nervosismo começa de novo”, afirma a dona de casa.


Janaína Alves tem passado as noites em claro com medo de deslizamento de barreiras onde mora, em Olinda — Foto: Reprodução/TV Globo Janaína Alves tem passado as noites em claro com medo de deslizamento de barreiras onde mora, em Olinda — Foto: Reprodução/TV Globo
Janaína Alves tem passado as noites em claro com medo de deslizamento de barreiras onde mora, em Olinda — Foto: Reprodução/TV Globo

Janaína não é a única a sofrer com o medo de acidentes. No município, a situação é compartilhada por Marcelo Alves, que mora do outro lado de uma barreira na Rua Carlos Antônio Dias e tem saído para trabalhar preocupado.

“Saio às 5h, com o coração apertado. Não sei se caiu. Ligo para a minha irmã e pergunto ‘como tá a situação por aí?’ e ela diz ‘olha, caiu mais um pedaço’. Eu fico trabalhando com atenção lá e na minha casa”, conta o operador de equipamentos.

Procurada pela reportagem, a Defesa Civil de Olinda informou que todas as áreas de morro estão sendo monitoradas.

O órgão também afirmou ter colocado proteção plástica na barreira da Rua Carlos Antônio Dias. “A barreira está sendo acompanhada de perto pelos técnicos da Defesa Civil”, diz a nota.

Canal do Fragoso
Na segunda (17), a prefeitura de Olinda informou, por meio de nota, que as obras do Canal do Fragoso são de responsabilidade do governo do estado e que a administração municipal auxilia na limpeza dos trechos.

Procurada pela reportagem, a Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, afirma que "realiza constantemente a limpeza e desobstrução no trecho onde acontece a obra."


“O canal, em certos trechos, chega a ter três metros de largura. Isso afeta o escoamento da água. Essa obra vem para facilitar e resolver os problemas de drenagem e mobilidade da Região Metropolitana Norte”, afirma o diretor-presidente da Cehab, Bruno Lisboa.

O cronograma da primeira etapa da construção do canal vem sendo cumprido, segundo a Cehab. Trata-se do revestimento em 2.323 metros e a construção de oito pontes, no valor de R$ 165 milhões. Esse valor inclui as desapropriações.

“A primeira etapa da obra, que vai da construção do canal até a [Avenida] Fagundes Varela, está prevista para janeiro de 2020. A construção de alças na PE-15, até a ponte do Janga, e os serviços do canal e de duas vias paralelas devem terminar em dezembro de 2022”, afirma Bruno Lisboa.

A primeira licitação da segunda etapa da obra, orçada em R$ 170 milhões, já foi feita. Segundo o diretor-presidente da Cehab, as obras devem começar em julho de 2019.

“Até o dia 15 de julho, vamos dar a ordem de serviço para o início das obras da segunda etapa. A construtora vai se mobilizar para montar o canteiro. Até o fim de julho, teremos homens trabalhando na segunda etapa”, afirma.

Vídeos mostra enchente no rio Cai aí que atravessa Surubim; bairro Vela Vista ficou alagado

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13.4.18


        Chuvas registradas no Bairro Bela vista, em Surubim

Vídeos divulgados pelos internautas mostra fortes chuvas em vários pontos de Surubim, no Agreste de Pernambuco. Apac emitiu aviso de chuvas fortes a região Agreste.
Cidades do Agreste, como Surubim, registraram alagamento nas ruas em diversos pontos do município
Moradores comemoram as fortes chuvas derramadas em Surubim, de acordo com os vídeos, há ponto de alagamento e enchentes que atravessa a cidade. O Rio Cai aí é o principal rio que corta Surubim. A enchente foi registrada no Bairro Bela Vista e na saída de Surubim próximo ao matadouro passando pelo bairro Bela Vista.A Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac) emitiu um alerta de chuvas com intensidade moderada a forte na Zona da Mata Norte e no Agreste Pernambucano para esta sexta-feira (13) e tem validade até a manhã deste sábado (14).













Ruas ficam alagadas após chuvas em Surubim

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Choveu no município 74 milímetros durante a madrugada, diz APAC.
Por G1 Caruaru

 Ruas ficam alagadas após chuvas em Surubim (Foto: Assessoria/Divulgação) Ruas ficam 

Fortes chuvas atingiram a cidade de Surubim, no Agreste de Pernambuco, na madrugada desta sexta-feira (13). De acordo com Agência Pernambucana de Água e Clima (Apac), choveu no município 74 milímetros, o esperado para todo mês de abril são 113 milímetros de chuva.

Os maiores pontos de alagamento na cidade foram nos bairros do Centro e Salgado, onde as ruas ficaram alagadas. Conforme a assessoria de imprensa do município, uma equipe da Secretaria de Assistência Social está verificando as proporções dos danos causados pela chuva.





FESTA DO TAPUIA 2022

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