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Ex-executivo da Odebrecht que delatou Aécio na Lava Jato é encontrado morto

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18.9.19

O executivo também acusou o ex-ministro de Dilma Rousseff, Edison Lobão (MDB) de cobrar propina até mesmo quando ele estava internado na UTI de um hospital
Da Folha PE

Henrique Valladares, ex-vice-presidente da Odebrecht e um dos principais delatores da Operação Lava Jato, foi encontrado morto nesta terça (17) no seu apartamento no bairro do Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro. De acordo com informações da Polícia Civil, o corpo já passou pelo Instituto Médico Legal (IML) e a causa da morte foi indeterminada.
Valladares foi um dos responsáveis pela delação envolvendo Aécio Neves (PSDB). Ele afirmou que chegou a pagar ao tucano R$ 50 milhões, que foram depositados em contas no exterior.

O executivo também acusou o ex-ministro de Dilma Rousseff, Edison Lobão (MDB) de cobrar propina até mesmo quando ele estava internado na UTI de um hospital.

Segundo a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, o ex-ministro de Minas e Energia aproveitou uma "visita de cortesia" ao então presidente da Odebrecht Energia, para solicitar vantagens indevidas em contratos para as obras de construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.

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O caso ocorreu em 2012, quando Valladares estava internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. Ele acabou por indicar o então diretor de relações institucionais da Odebrecht Energia, Ailton Reis, para tratar dos pagamentos de propina com Edison Lobão, de acordo com a delação.

Nos dois casos, a Odebrecht pedia como contrapartida facilidades na área de energia. O executivo chegou a mencionar pagamentos para o chefe da tribo indígena nas regiões de interessa da empresa.

Ele contou que pagou propina a índios para eles não criarem problemas com as obras das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, em Rondônia. O dinheiro ilegal ainda encheu o bolso de sindicalistas da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para evitar manifestações nos locais, segundo relatou o executivo em 2017.

Ainda não há informações sobre o enterro de Henrique Valladares. Procurada, a Odebrecht ainda não emitiu nota sobre a morte do executivo.

Cássio responsabiliza Aécio por imagem desgastada do PSDB: "Você provocou a ventania e escapou da tempestade"

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3.1.19


"Você provocou a ventania e escapou da tempestade". A frase é do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) ao se referir ao também senador Aécio Neves (PSDB-MG) que deixou a Casa Alta para tomar novo rumo agora em 2019 como deputado federal.
A declaração de Cássio repercutiu na mídia nacional e foi admitida pelo próprio tucano, na tarde desta quinta-feira (03), durante entrevista ao programa Arapuan Verdade. Cassio disse que realmente proferiu a frase para Aécio e ainda responsabilizou o colega pela atual imagem desgastada do partido perante a sociedade.

"Aconteceu mesmo, e não foi nos corredores, foi no gabinete do senador Tássio Jeressati. Toda terça-feira a bancada do PSDB no Senado, às vezes com alguns convidados, se reúne sob os auspícios do senador Tasso, para um almoço que ele nos oferece, então estávamos todos lá quando Aécio entrou e eu disse a frase, eu disse exatamente isso. De fato ele foi responsável, inegavelmente, por um dano enorme na imagem do PSDB, isso repercutiu no partido como um todo e ele terminou optando em não ser candidato a senador e foi candidato a federal e se elegeu, foi quando eu disse, ele provocou a ventania e escapou da tempestade, porque na bancada do PSDB no Senado, dos que foram candidatos á reeleição, ninguém se reelegeu, então o partido hoje tem consciência do dano que o episódio que envolveu o senador Aécio provocou", ressaltou.

Sem acusar ou inocentar, Cássio disse ainda que espera que Aécio possa responder na justiça pelos seus atos, com a devida ampla defesa, para que tudo o que for mal entendido seja esclarecido, e o que não for , que sejam determinadas as penas da lei.

"Que ele possa responder pelos seus atos na justiça, que ele tenha direito a ampla defesa e que a verdade seja esclarecida definitivamente sobre todos os episódios", arrematou.
Do PB Agora

PF faz buscas em imóveis de Aécio Neves e Paulinho da Força em operação que investiga 6 parlamentares

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11.12.18


A procura de documentos faz parte de operação baseada em delações de Joesley Batista e Ricardo Saud. Os executivos do grupo J&F relataram repasse de propina de quase R$ 110 milhões ao senador do PSDB.


PF cumpre mandado de busca e apreensão em apartamento de Aécio Neves no RJ

Equipes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal cumprem, na manhã desta terça-feira (11), mandados de busca e apreensão em imóveis do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e da irmã dele, Andréa Neves, no Rio e em Minas Gerais.

Há equipes ainda em endereços dos deputados federais Paulinho da Força (SD-SP), em São Paulo. São investigados na ação, também, os senadores Agripino Maia (DEM-RN) e Antonio Anastasia (PSDB-MG) e os deputados federais Benito da Gama (PTB-BA) e Cristiane Brasil (PTB-RJ).

Além dos políticos, as buscas miram empresários que, afirmam promotores, emitiram notas fiscais frias para Aécio. A PF chegou a solicitar buscas em imóveis de Maia, Cristiane e Benito, mas os pedidos não foram aceitos pelo ministro Marco Aurélio Mello.

Segundo a PF, o senador Aécio Neves comprou apoio político do Solidariedade, por R$ 15 milhões, e empresários paulistas ajudaram com doações de campanha e caixa 2, por meio de notas frias.

Propina de R$ 110 milhões
A procura de documentos faz parte de operação baseada em delações de Joesley Batista e Ricardo Saud. Os executivos do grupo J&F relataram repasse de propina de quase R$ 110 milhões ao senador Aécio Neves. Suspeita-se que os valores eram recebidos através da simulação de serviços que não eram efetivamente prestados e para os quais eram emitidas notas fiscais frias.

A Operação Ross cumpre total de 24 mandados de busca e apreensão em oito estados e no Distrito Federal. São investigados os crimes de corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

A defesa do tucano, em nota, considerou a medida "desnecessária" (veja abaixo).

Senador Aécio Neves (PSDB), que foi eleito deputado federal, no dia da votação em Minas — Foto: Reprodução/TV Globo

Agentes estão em prédio de luxo na Avenida Vieira Souto, em Ipanema, Zona Sul do Rio, onde o senador e deputado federal eleito tem residência. Equipe também está em um imóvel em Copacabana, também na Zona Sul carioca, de Andréa.

A PF só conseguiu entrar às 7h10 no apartamento atribuído a Aécio no Rio. Há buscas em endereços ligados a Aécio e à irmã dele em Minas Gerais e em imóvel de Paulinho da Força em SP.

Andréa é considerada operadora do senador nas investigações da Lava Jato. Ela foi presa pela PF em maio de 2017 e foi solta há um ano, por decisão do ministro Marco Aurélio Mello.

Agentes da PF chegaram por volta das 6h em imóvel de Aécio Neves na Zona Sul do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo Agentes da PF chegaram por volta das 6h em imóvel de Aécio Neves na Zona Sul do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo
Agentes da PF chegaram por volta das 6h em imóvel de Aécio Neves na Zona Sul do Rio — Foto: Reprodução / TV Globo

A operação no Rio é braço de investida que ocorre simultaneamente em Minas Gerais, São Paulo (capital e interior, com nove mandados), Brasília, Bahia, Rio Grande do Norte, Tocantins, Amapá e Mato Grosso do Sul. Decorre do inquérito 4519, que tem como relator, no Supremo Tribunal Federal, o ministro Marco Aurélio Mello.

O que dizem os envolvidos
O G1 está tentando contato com a defesa de Cristiane Brasil e ligou para o telefone do deputado Paulinho da Força por volta das 7h15. Ele atendeu, mas desligou.

Alberto Zacharias Toron, advogado de Aécio, emitiu nota. "O senador Aécio Neves sempre esteve à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários que mostrarão a absoluta correção de todos os seus atos", afirma.

"É preciso que se esclareça que os recursos referidos pelos delatores da JBS agora como propina são as contribuições eleitorais feitas à campanha do PSDB em 2014 e devidamente registradas na Justiça Eleitoral", prossegue.

"Somam-se a esses valores contribuições legais feitas a outros partidos políticos. A medida é, portanto, desnecessária já que o Senador é o maior interessado no esclarecimento de todos os fatos", emenda.

JUSTIÇA: Ministro Gilmar Mendes arquiva inquérito que investigava o ex-senador Aécio Neves

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24.10.18


O tucano era investigado por susposta maquiagem de dados no caso que ficou conhecido como 'Mensalão do PSDB'

Por: Estado de Minas com Diário de PE
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (23) o arquivamento de um inquérito que investigava o ex-senador Aécio Neves (PSDB/MG).

O tucano era investigado por susposta maquiagem de dados no caso que ficou conhecido como 'Mensalão do PSDB'. 

Delações premiadas apontam que o caso investigado teria ocorrido durante a apuração da CPI que investigava o 'Mensalão do PT', no ano de 2005. 

A Polícia Federal (PF) informou ter encontrado indícios de que Aécio Neves cometeu crimes e, inicialmente, a Procuradoria Geral da República (PGR) chegou a pedir ao STF que enviasse o inquérito para a primeira instância.

Porém, a PGR mudou o entendimento e pediu o arquivamento do caso por falta de indícios mínimos contra o tucano.

Em 14 de setembro, o ministro Gilmar Mendes negou o pedido da defesa de Aécio , que pedia o arquivamento do inquérito em que ele era investigado por supostamente intermediar o pagamento de vantagens indevidas da Odebrecht para a campanha de Antônio Anastasia ao governo mineiro, em 2010. A decisão atendeu pedido da Procuradoria-Geral da República.

FHC diz que reagiria com tristeza a prisão de Aécio

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27.4.18



Ex-presidente tucano comparou o caso à prisão do ex-presidente Lula

Silas Martí – Folha de S.Paulo - Nova York

Em visita à sede das Nações Unidas, em Nova York, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que reagiria “com tristeza” à possível prisão do colega tucano Aécio Neves, acusado de receber propina de empresas.

Ele comparou o caso à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que semanas atrás havia chamado de uma “notícia triste, mas justa”. Em relação a Aécio, FHC acrescentou que a “Justiça vai decidir”.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), durante entrevista à Folha em seu escritório na sede do iFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso), em São Paulo (SP). - Bruno Santos/Folhapress

Na ONU, ele se reuniria com o secretário-geral, António Guterres, para falar sobre a descriminalização das drogas, afirmando que essa sua bandeira deveria estar no debate eleitoral agora em curso no Brasil, mas não está por receio dos candidatos ao Planalto.

“Não vai entrar no debate. A questão é que você precisa ter uma descriminalização e uma regulamentação e muita campanha educativa. É mais um processo educativo”, disse o tucano, em Nova York. “É preciso que a sociedade entenda melhor o tema, e os políticos têm medo de discutir isso.”

Horas antes de seu encontro com Guterres, FHC participou de um evento organizado pelo Instituto de Tecnologias para o Trânsito Seguro, em que defendeu o uso de medidas mais inteligentes no combate ao uso de drogas, no caso, regras que não “sejam sentidas como perseguição”.

“Vivemos um momento de grande ansiedade no mundo e a tecnologia muda as relações entre as pessoas”, disse. “O uso de drogas também aumenta em consequência disso tudo.”

Na saída, FHC não quis entrar em detalhes sobre como vê a corrida eleitoral em curso no Brasil, mas disse que a sociedade está muito fragmentada e que o “futuro do PSDB é como o futuro de todos os outros partidos, vai depender da mensagem para o povo”.

Serraglio diz ter sofrido pressões de Aécio e Renan quando era ministro da Justiça; senadores contestam

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20.4.18


Deputado ficou menos de 3 meses no cargo de ministro. Ele afirmou em discurso que Aécio pediu indicação de um delegado para a PF e atribuiu a Renan pressões que motivaram demissão.
Por Camila Bomfim, TV Globo, Brasília
                                            
Serraglio diz que sofreu pressão de Aécio e Renan quando era ministro

O deputado Osmar Serraglio (PP-PR) afirmou que quando era ministro da Justiça do governo Temer, no ano passado, sofreu pressões dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Renan Calheiros (MDB-AL).
Serraglio disse que Aécio tentou alterar o curso de investigações na Operação Lava Jato e que Renan Calheiros fez pressão contra ele. Segundo o deputado, essas pressões resultaram na demissão dele do ministério.
Em notas, as assessorias de Aécio Neves e Renan Calheiros contestaram as acusações de Serraglio (leia mais ao final desta reportagem).
A coluna da jornalista Lydia Medeiros, do jornal "O Globo" entrevistou o deputado Osmar Serraglio e perguntou de que forma ele foi pressionado por Aécio. Serraglio afirmou que vai dizer quando for chamado a falar sobre isso, como testemunha.
Na última terça-feira, enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) decidia que Aécio se tornaria réu por causa das acusações feitas por delatores do grupo J&F, o deputado fez um discurso no plenário da Câmara.
Sem mencionar diretamente o nome de Aécio Neves, o ex-ministro falou sobre pressões que teria recebido do tucano para aceitar a indicação de um delegado da Polícia Federal escolhido pelo senador.
"Quem já foi candidato a presidente da República e que foi colhido em ligação telefônica com o acusado Joesley Batista em que demostrava revolta com minha conduta quando ministro da Justiça por me recusar a ceder às suas pressões objetivando a indicação de delegado da PF de sua preferência para investigar suas ações delituosas", afirmou Serraglio.
No mesmo discurso, sem dar detalhes, ele disse que sofreu o mesmo tipo de pressão do senador Renan Calheiros.
"Pressões semelhantes advieram do senador Renan calheiros, ex-presidente do Congresso, multi-investigado pela PF. Por aí, já se descortinam algumas das razões de alto nível político-partidário que instabilizaram minha permanência na pasta", declarou.
Osmar Serraglio deixou o Ministério da Justiça em maio do ano passado. Não ficou nem três meses no cargo. Ele tomou posse em março e foi demitido em maio.

Em diálogo gravado pelo empresário Joesley Batista, delator na Operação Lava Jato, Aécio falou da insatisfação com Serraglio porque, de acordo com o senador, ele não controlava a PF e Lava Jato.
A partir dessas conversas e de depoimentos da delação de executivos do grupo J&F, o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou a denúncia e transformou Aécio Neves em réu por corrupção passiva e obstrução de justiça. Agora, começará a primeira fase do processo: coleta de provas e depoimentos. Aécio ainda responde a outros oito inquéritos no Supremo.
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), em foto de novembro de 2017 (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado/Arquivo) O senador Aécio Neves (PSDB-MG), em foto de novembro de 2017 (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado/Arquivo)
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), em foto de novembro de 2017 (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado/Arquivo)
O que dizem os citados
Aécio Neves - Em nota, a defesa de Aécio Neves disse que o senador jamais tentou interferir na nomeação de delegados para a condução de qualquer inquérito e que essa questão é afeita exclusivamente à Polícia Federal.
A nota da defesa afirma ainda que todas as conversas que Aécio teve sobre o tema foram para mostrar inconformismo com inquéritos abertos, segundo a nota, "sem qualquer base fática e com a demora para conclusão deles".
Sobre os termos inadequados usados para se referir ao então ministro da Justiça, na conversa com Joesley Batista, a nota afirma que, na época, o senador telefonou para Osmar Serraglio na época, para se desculpar.

A defesa do senador reafirmou que não houve nenhuma atitude imprópria de Aécio e que lamenta que isso possa ter sido entendido de forma diversa.
Renan Calheiros - Em nota, Renan Calheiros disse que não se prestaria a falar com Osmar Serraglio e que virou oposição ao governo Temer justamente quando ele assumiu o ministério. A nota diz que ele jamais se relacionou com esse grupo político.

STF decide hoje se torna réu o senador Aécio Neves

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17.4.18



STF decide nesta terça se torna Aécio réu por corrupção passiva e obstrução
A sessão está marcada para às 14h, mas não será transmitida ao vivo pela TV Justiça.
Na conversa gravada entre Joesley e Aécio, base para a denúncia, eles acertam o pagamento dos R$ 2 milhões em quatro parcelas de R$ 500 mil
 / Foto: EBC
JC Online
Com informações do Estadão Conteúdo
A primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio Mello, Luiz Fux, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso, julga nesta terça-feira (17), se recebe a denúncia oferecida pela Procuradoria-geral da República (PGR) contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) pelos supostos crimes de corrupção passiva e obstrução de Justiça, instaurado em maio de 2017, com base na delação da JBS. A sessão está marcada para às 14h, mas não será transmitida ao vivo pela TV Justiça.

CURTA-NOS


O relator do inquérito é Marco Aurélio e a defesa do senador tem a expectativa de que a denúncia seja rejeitada pela Corte. Aécio aparece em uma gravação em que pede R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, um dos donos da J&F, que administra a JBS, sob a justificativa de que precisava pagar despesas com sua defesa na Lava Jato.

Nesse inquérito, também são investigados a irmã do senador, Andréa Neves, seu primo Frederico Pacheco de Medeiros e Mendherson Souza Lima, ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrella (MDB-MG).

Na conversa gravada entre Joesley e Aécio, base para a denúncia, eles acertam o pagamento dos R$ 2 milhões em quatro parcelas de R$ 500 mil. Aécio enviou o primo, Fred, e disse: "Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara".



A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, acusou Aécio de usar o cargo para atingir "objetivos espúrios" ao pedir o recebimento da denúncia, que havia sido feita pelo seu antecessor, Rodrigo Janot.

"O teor das articulações de Aécio Neves, obtidas por meio das interceptações telefônicas, ilustra de forma indubitável que a conduta do acusado, que procurou de todas as formas que estavam ao seu alcance livrar a si mesmo e a seus colegas das investigações, não se cuidou de legítimo exercício da atividade parlamentar. Ao contrário, o senador vilipendiou de forma decisiva o escopo de um mandato eletivo e não poupou esforços para, valendo-se do cargo público, atingir seus objetivos espúrios", afirmou Raquel Dodge.

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'Fui ingênuo, mas não cometi nenhuma ilegalidade', diz Aécio
Defesa
Procurado pela reportagem, o advogado Alberto Zacharias Toron, que defende o senador tucano, foi sucinto. "Nós não temos sinalização de como a Turma irá julgar, mas a expectativa é de ser rejeitado."


STF marca para dia 17 julgamento de denúncia contra Aécio

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12.4.18

O presidente da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes, marcou para o dia 17 deste mês o julgamento sobre a recebimento da denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) em um dos inquéritos resultantes da delação do empresário Joesley Batista, da JBS.
Do Site  Terra

Segundo a denúncia, apresentada há mais de 10 meses, Aécio solicitou a Joesley Batista, em conversa gravada pela Polícia Federal (PF), R$ 2 milhões em propina, em troca de sua atuação política. O senador foi acusado pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, os crimes de corrupção passiva e tentativa de obstruir a Justiça.

Após contestações da defesa de Aécio, a denúncia foi reiterada no fim do mês passado pela atual procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para quem a "o senador vilipendiou de forma decisiva o escopo de um mandato eletivo e não poupou esforços para, valendo-se do cargo público, atingir seus objetivos espúrios".

Aécio Neves já negou diversas vezes qualquer irregularidade no pedido feito a Joesley Batista, alegando que a quantia dizia respeito a um empréstimo pessoal, sem nenhuma contrapartida em favor do empresário.

Também são alvos da mesma denúncia a irmã do senador, Andrea Neves, o primo dele, Frederico Pacheco, e Mendherson Souza Lima, ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrella (PMDB-MG) flagrado com dinheiro vivo. Todos foram acusados de corrupção passiva.


PIORES: Veja coloca Cássio Cunha Lima como penúltimo e Aércio em último na lista dos piores senadores

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28.12.14


Cássio Cunha Lima Senador pelo Estado da Paraíba tira a nota  0,13
Veja põe Aécio em último na lista de melhores senadores
O pernambucano Armando Monteiro ficou em terceiro lugar

A revista Veja publicou na edição deste fim de semana um ranking que coloca o tucano Aécio Neves como o pior senador do Brasil em 2014. Ele foi o único senador a receber pontuação zero no chamado 'Ranking do Progresso', divulgado pela revista pelo quarto ano consecutivo. A Veja publica um quadro com os 'nove eixos considerados fundamentais para isso'.

A lista de senadores é liderada por Eduardo Amorim, do PSC-SE. Já na de deputados, quem está no topo são dois tucanos: o líder do PSDB na Casa, Antonio Imbassahy (BA), e Marcus Pestana, presidente do PSDB de Minas Gerais. A revista aponta que, no ranking deste ano, há 'maior equilíbrio entre parlamentares do governo e da oposição na Câmara Federal'.

RANKING DO PROGRESSO 2014 - SENADORES

1º  EDUARDO AMORIM
NOTA: 10        
PARTIDO: PSC - SE

2º LINDBERGH FARIAS
NOTA: 9,53
PARTIDO: PT - RJ

3º ARMANDO MONTEIRO
NOTA:9,32
PARTIDO: PTB - PE

4º ANIBAL DINIZ
NOTA: 8,23
PARTIDO: PT - AC

5º EUNÍCIO OLIVEIRA
NOTA:7,75
PARTIDO: PMDB - CE

6º ANTONIO CARLOS VALADARES
NOTA: 7,72
PARTIDO: PSB - SE

7º ZEZE PERELLA
NOTA; 7,48
PARTIDO: PDT - MG

8º WALDEMIR MOKA
NOTA7,12
PARTIDO: PMDB - MS

9º RANDOLFE RODRIGUES
NOTA: 7,04
PARTIDO: PSOL - AP

10º GLEISI HOFFMANN
NOTA: 7
PARTIDO: PT - PR

11º VITAL DO RÊGO
NOTA: 6,95
PARTIDO: PMDB - PB

12º RODRIGO ROLLEMBERG
NOTA: 6,69
PARTIDO: PSB - DF

13º LÍDICE DA MATA
NOTA: 6,59
PARTIDO: PSB - BA

14º VALDIR RAUPP
NOTA: 6,56
PARTIDO: PMDB - RO

15º EDUARDO SUPLICY
NOTA: 6,46
PARTIDO: PT - SP

16º ACIR GURGACZ
NOTA: 6,27
PARTIDO:PDT - RO

17º FERNANDO COLLOR
NOTA: 6,23
PARTIDO: PTB - AL

18º EDUARDO BRAGA
NOTA: 6,2
PARTIDO:PMDB - AM

19º PAULO DAVIM
NOTA:6,19
PARTIDO: PV - RN

20º INÁCIO ARRUDA
NOTA:6,14
PARTIDO: PCdoB - CE

21º JADER BARBALHO
NOTA: 6,06
PARTIDO: PMDB - PA

22º LUIZ HENRIQUE
NOTA: 6,04
PARTIDO: PMDB - SC

23º JOSÉ PIMENTEL
NOTA: 5,88
PARTIDO: PT - CE

24º KÁTIA ABREU
NOTA: 5,84
PARTIDO: PMDB - TO

25º ANA AMÉLIA
NOTA:5,62
PARTIDO: PP - RS

26º CÍCERO LUCENA
NOTA: 5,59
PARTIDO: PSDB - PB

26º JOÃO CAPIBERIBE
NOTA: 5,59
PARTIDO: PSB - AP

27º CASILDO MALDANER
NOTA: 5,54
PARTIDO: PMDB - SC

28º VANESSA GRAZZIOTIN
NOTA: 5,53
PARTIDO: PCdoB - AM

29º ALFREDO NASCIMENTO
NOTA: 5,27
PARTIDO: PR - AM

30º ROMERO JUCÁ
NOTA: 5,05
PARTIDO: PMDB - RR

31º CIRO NOGUEIRA
NOTA: 4,99
PARTIDO: PP - PI

32º SÉRGIO PETECÃO
NOTA: 4,95
PARTIDO: PSD - AC

33º WALTER PINHEIRO
NOTA: 4,85
PARTIDO: PT - BA

34º PAULO PAIM
NOTA: 4,63
PARTIDO: PT - RS

35º JAYME CAMPOS
NOTA: 4,5
PARTIDO: DEM - MT

36º MARCELO CRIVELLA
NOTA: 4,49
PARTIDO: PRB - RJ

37º ANGELA PORTELA
NOTA: 4,45
PARTIDO: PT - RR

37º MOZARILDO CAVALCANTI
NOTA: 4,45
PARTIDO: PTB - RR

38º GIM
NOTA: 4,38
PARTIDO: PTB - DF

39º FRANCISCO DORNELLES
NOTA: 4,37
PARTIDO: PP - RJ

40º MAGNO MALTA
NOTA: 4,3
PARTIDO: PR - ES

41º ANTONIO CARLOS RODRIGUES
NOTA: 4,21
PARTIDO: PR - SP

42º FLEXA RIBEIRO
NOTA: 4,15
PARTIDO: PSDB - PA

43º ROBERTO REQUIÃO
NOTA: 4,13
PARTIDO: PMDB - PR

44º ALOYSIO NUNES FERREIRA
NOTA: 4,01
PARTIDO: PSDB - SP

45º DELCÍDIO DO AMARAL
NOTA: 3,97
PARTIDO: PT - MS

46º JOSÉ SARNEY
NOTA: 3,93
PARTIDO: PMDB - AP

47º BLAIRO MAGGI
NOTA: 3,9
PARTIDO: PR - MT

48º PAULO BAUER
NOTA: 3,89
PARTIDO: PSDB - SC

48º RENAN CALHEIROS
NOTA: 3,89
PARTIDO: PMDB - AL

49º WILDER MORAIS
NOTA: 3,85
PARTIDO: DEM - GO

50º BENEDITO DE LIRA
NOTA: 3,76
PARTIDO: PP - AL

51º JOÃO VICENTE CLAUDINO
NOTA: 3,7
PARTIDO; PTB - PI

52º RUBEN FIGUEIRÓ
NOTA: 3,68
PARTIDOPSDB - MS

53º PEDRO SIMON
NOTA: 3,64
PARTIDO: PMDB - RS

54º JORGE VIANA
NOTA: 3,33
PARTIDO: PT - AC

55º IVONETE DANTAS
NOTA: 3,31
PARTIDO: PMDB - RN

55º LOBÃO FILHO
NOTA: 3,31
PARTIDO: PMDB - MA

56º RICARDO FERRAÇO
NOTA: 3,27
PARTIDO: PMDB - ES

57º PEDRO TAQUES
NOTA: 3,26
PARTIDO: PDT - MT

58º LÚCIA VÂNIA
NOTA: 3,23
PARTIDO: PSDB - GO

59º MÁRIO COUTO
NOTA: 3,14
PARTIDO; PSDB - PA

60º JARBAS VASCONCELOS
NOTA: 3,07
PARTIDO: PMDB - PE

60º VICENTINHO ALVES
NOTA: 3,07
PARTIDO: SD - TO

61º JOÃO ALBERTO SOUZA
NOTA: 3,01
PARTIDO: PMDB - MA

62º EPITÁCIO CAFETEIRA
NOTA: 2,61
PARTIDO: PTB - MA

62º MARIA DO CARMO ALVES
NOTA: 2,61
PARTIDO: DEM - SE

63º ALVARO DIAS
NOTA: 2,42
PARTIDO: PSDB - PR

64º ATAÍDES OLIVEIRA
NOTA: 2,25
PARTIDO: PROS - TO

65º ANA RITA
NOTA: 2,04
PARTIDO: PT - ES

66º CYRO MIRANDA
NOTA: 1,79
PARTIDO: PSDB - GO

67º HUMBERTO COSTA
NOTA: 1,77
PARTIDO: PT - PE

68º JOÃO DURVAL
NOTA: 1,74
PARTIDO: PDT - BA

69º JOSÉ AGRIPINO
NOTA: 1,64
PARTIDO: DEM - RN

70º WELLINGTON DIAS
NOTA: 0,76
PARTIDO: PT - PI

71º CLÉSIO ANDRADE
NOTA: 0,74
PARTIDO: PMDB - MG

72º CRISTOVAM BUARQUE
NOTA: 0,33
PARTIDO: PDT - DF

73º CÁSSIO CUNHA LIMA
NOTA: 0,13
PARTIDO: PSDB - PB

74º AÉCIO NEVES
NOTA: 0
PARTIDO: PSDB - MG
Fonte: Magno Martins

Blog Casinhas Agreste 
www.casinhasagreste.com.br


  Com Edmilson Arruda

CNT/MDA: Dilma e Aécio estão tecnicamente empatados

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20.10.14


A primeira pesquisa CNT/MDA divulgada após a votação do primeiro turno da eleição presidencial mostrou a candidata Dilma Rousseff (PT) com 45,5 por cento das intenções de votos, enquanto o candidato do PSDB, Aécio Neves, aparece com 44,5 por cento, mas apesar da vantagem numérica da petista, ambos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

Segundo a pesquisa, divulgada hoje, Dilma tem 50,5 por cento dos votos válidos, contra 49,5 por cento de Aécio. A margem de erro da pesquisa, realizada nos dias 18 e 19 de outubro, é de 2,2 pontos percentuais.

No primeiro turno, Dilma teve 41,6 por cento dos votos válidos e Aécio somou 33,6 por cento. A pesquisa ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de cinco regiões de país nos dias 18 e 19 de outubro.

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Debate: Aécio e Dilma baixam tom e discutem propostas

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Dilma e Aécio durante debate realizado pela TV Record, em São Paulo, na noite deste domingo (19) (Foto: Andre Penner/AP Photo)

Do Portal G1

Presidenciáveis participaram do terceiro debate do 2º turno, na TV Record.

Ataques se deram em torno de temas, sem agressões de caráter pessoal.

Os candidatos a presidente Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) trocaram críticas em debate na noite deste domingo (20) na TV Record, mas privilegiaram a discussão de propostas e amenizaram o tom agressivo dos dois confrontos anteriores do segundo turno, o do SBT, na última quinta (16), e o da TV Bandeirantes, na terça (14).

Durante todo o debate, eles se trataram por 'candidato' ou 'candidata', sem se dirigirem um ao outro pelos nomes. Aécio chegou a afirmar, logo na primeira questão formulada a ele por Dilma, sobre o Supersimples: 'Agradeço a qualidade da sua primeira pergunta'. Em seguida, os dois presidenciáveis passaram a fazer acusações um ao outro, mas dentro de questões que abordaram temas de governo.

Ao perguntar sobre violência, Aécio disse que a rival 'tem problemas com números'.
Quanto a direitos trabalhistas, Dilma questionou o tucano sobre supostas 'medidas impopulares' que tomaria se eleito. Ele respondeu falando em demissões na indústria de São Paulo, apontando os 'piores' números de crescimento econômico.

O tucano lembrou falas anteriores da petista de que a inflação está sob controle, mas perguntou por que países vizinhos crescem mais com inflação menor. 'A inflação está aí', disse Aécio.

'Vocês sempre gostaram de plantar inflação para colher juros', respondeu Dilma.

Em diferentes momentos do debate, os dois divergiram sobre a paternidade de programas sociais. Dilma se referiu ao 'meu Bolsa Família'. 'Não faça isso. O Bolsa Família não é seu', retrucou o candidato.

Dilma disse que Aécio questiona algo que 'o mundo reconhece'.

Quando debateram sobre o Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), Dilma afirmou que o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) proibiu a construção de escolas técnicas. 'Não consigo entender essa obsessão de ter um programa para chamar de seu. O seu governo não inventou as escolas técnicas', disse Aécio.

O tucano questionou Dilma sobre a Petrobras. Neste sábado, ela admitiu que houve desvios de recursos na empresa. Ele quis saber se a candidata confia no tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que teria obtido recursos para campanhas do partido por meio da empresa.

'Da última vez que um delator denunciou alguém do seu partido, no caso do metrô e dos trens, o senhor disse que não confiava na palavra de um delator', afirmou Dilma. 'Se a senhora acha que houve desvios, a senhora está confiando na palavra do delator. Por que ao longo desses anos não se tomou providência?', indagou o tucano.

Leia abaixo a íntegra das considerações finais dos candidatos:

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Dilma: 'Aécio precisa aprender a respeitar as mulheres'

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Presidente comentou processo do tucano contra vídeo de campanha do PT que explora falas do senador em debates

Do portal Terra

A presidente da República e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff disse neste domingo que seu adversário, Aécio Neves (PSDB), “precisa aprender a respeitar as mulheres”. Ao ser questionada sobre um processo movido pelo tucano contra a campanha da petista, a mandatária disse que o senador mineiro “se processa” pela sua postura em debates eleitorais.

Veja o vídeo:


“O comportamento não foi comigo apenas. Da mesma coisa que ele acusou a candidata Luciana Genro (Psol, derrotada no primeiro turno), ele acusou do mesmo jeito. Nós mostramos uma realidade. Uma acusação grave para a mulher. Ele nos chamou de leviana. É disso que ele está querendo nos processar? Ele se processa a si mesmo. Ele tem de aprender a respeitar as mulheres”, disse a presidente em um entrevista para a imprensa em um hotel de São Paulo, onde estava hospedada.

Ontem, a campanha de Aécio informou que decidiu processar sua rival por injúria e difamação, devido a um comercial da campanha petista que mostra o tucano com dificuldades de respeitar as mulheres. 

O vídeo mostra o senador chamando ambas as candidatas de 'leviana', com o dedo em riste.

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Assista o vídeo do encontro de Aécio no Recife

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12.10.14


Veja abaixo as imagens de cobertura e sonora do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, durante entrevista coletiva concedida no Recife (PE).



Do Blog do Magno Martins

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