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Intervalo entre segunda e terceira dose será reduzido para quatro meses

20.12.21

/ por casinhas agreste

Correio Braziliense

O ministro da Saúde disse que a intenção é proteger a população contra a variante ômicron. Estudos preliminares têm apontado que eficácia de vacinas contra a variante é reduzida com apenas duas doses (Walterson Rosa/Ministério da Saúde)
O ministro da Saúde disse que a intenção é proteger a população contra a variante ômicron. Estudos preliminares têm apontado que eficácia de vacinas contra a variante é reduzida com apenas duas doses (Walterson Rosa/Ministério da Saúde)
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou na tarde deste sábado (18) que o Ministério da Saúde vai reduzir o intervalo de aplicação de vacinas contra a covid-19 dos atuais cinco para quatro meses a partir da próxima semana. Segundo ele, a medida visa oferecer mais proteção à população contra a variante Ômicron, que tem pelo menos 19 casos confirmados no Brasil.


"Para ampliar a proteção contra a variante Ômicron vamos reduzir o intervalo de aplicação da 3ª dose de cinco para quatro meses. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir hospitalizações e óbitos, em especial em grupos de risco", disse ele, em seu perfil do Twitter. Segundo Queiroga, a portaria que oficializará mudança será publicada na próxima segunda-feira (20).

Até o momento, não há estudos conclusivos sobre a eficácia de todas as vacinas disponíveis hoje contra a covid-19 no caso da variante Ômicron. Algumas das principais farmacêuticas do mercado, no entanto, já disseram que estão desenvolvendo novas versões de seus imunizantes, como a Pfizer/BioNTech, Moderna, Janssen e Astrazeneca, já que estudos preliminares apontaram queda na proteção das vacinas produzidas por esses laboratórios.

Por aqui, ainda, há a discussão sobre a vacinação ou não de crianças entre cinco e 11 anos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a vacinação dessa faixa etária com a vacina da Pfizer, mas Queiroga anunciou que o Ministério da Saúde vai deixar para janeiro a decisão definitiva sobre vacinar ou não crianças.


Diário de PE



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