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Grupo terrorista ameaça matar Bolsonaro, diz revista

19/07/2019

/ por casinhas agreste
De acordo com líder, a motivação é porque "Bolsonaro e sua administração tem declarado guerra ao meio ambiente.”
Bolsonaro foi atingido por golpe de faca em setembro de 2018 por Adélio Bispo, que também costumava publicar ameaças ao presidente na internet
Foto: Raysa Leita/ AFP
JC Online
Com informações da revista Veja
Um grupo terrorista que já praticou, no mínimo, três atentados em Brasília, tem o presidente Jair Bolsonaro como seu próximo alvo. A Sociedade Secreta Silvestre (SSS) é caçada pela Polícia Federal há seis meses e se apresenta como a vertente brasileira do Individualistas que Tendem ao Selvagem (ITS), organização responsável por cometer diversos ataques a políticos e empresários ao redor do mundo. Detalhes e uma entrevista com o líder da SSS foram divulgados pela revista Veja nesta sexta-feira (19).

Os diálogos foram feitos com o líder do grupo, autointitulado como Anhagá, através da deep web, a camada da internet muitas vezes associadas à conteúdos ilegais, que não pode ser acessada através de meios tradicionais de busca. Ele diz ter entre 20 e 30 anos, ser do sexo masculino e revela ser um defensor da natureza. Seu nome fictício quer dizer “espírito que protege os animais, em tupi-guarani”. De acordo com ele, a motivação para o ataque é porque “Bolsonaro e sua administração tem declarado guerra ao meio ambiente.”

A Polícia Federal revela em inquérito que o grupo continua cometendo ataques extremamente graves e mostrando “profusão de ideias violentas e extremistas, além de divulgar ameaças contra a vida do Bolsonaro”.



Posse
Anhagá revela que o plano deveria ter sido executado no dia da posse presidencial, no dia 1º de janeiro, mas a ação foi adiada pelo forte esquema de segurança. “Vistoriamos a área antes. Mas ainda estava imprevisível. Não tínhamos certeza de como funcionaria”, diz o terrorista. Na ação seriam usadas bombas e armas, e teria como alvos Bolsonaro e sua família.

Alvos
Outros alvos de atentado são o ministro do meio ambiente Ricardo Salles e a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. “Salles é um cínico, e não descansará em paz, quando menos esperar, mesmo que saia do ministério que ocupa, a vez dele chegará. [Damares] se tornou a cristã branca evangelizadora que prega o progresso e condena toda a ancestralidade.

Antecedentes
O grupo é acusado de colocar uma bomba em frente a uma igreja católica a 50 quilômetros do Palácio do Planalto, em dezembro, e em abril, por explodir dois carros do Ibama em um posto do órgão em Brasília. O grupo exibiu os materiais utilizados na web e assumiu a responsabilidade pelos ataques.


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