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Polícia investiga de onde partiu tiro que matou tenente


Armas e cápsulas de munições achadas no local foram recolhidas, junto com todas as armas usadas por agentes da Acadepol, para saber a procedência do disparo fatal
A polícia está investigando de onde partiu o tiro que matou o tenente da Polícia Militar Erivaldo Moneta da Silva, na madrugada de segunda-feira (10), em João Pessoa. Inicialmente, o caso dele foi tratado junto com o ataque que provocou a fuga em massa do PB 1, mas nessa terça-feira (11) a Secretaria de Segurança disse que as situações estariam isoladas.

O presidente do Sindicato dos Peritos da Paraíba (Sindiperitos-PB), Herbet Boson, disse nesta quarta-feira (12), ao Correio Debate da Rede Correio Sat que, no dia em que o policial foi morto, houve uma intensa troca de tiros na frente da Academia de Polícia Civil (Acadepol), no bairro Jacarapé, por onde o tenente passava e estaria em uma perseguição. Segundo ele, agentes da Acadepol também atiraram quando perceberam a ação de uma dupla de moto.

Ele relatou que o tenente à paisana seguia sozinho em um carro descaracterizado quando houve a troca de tiros. Depois de baleado, o tenente teria batido o carro em um poste. Conforme Boson, um projetil foi retirado do crânio da vítima e esse material será utilizado para o confronto balístico.

As cápsulas de munições achadas no local foram recolhidas, junto com todas as armas usadas por agentes da Acadepol, para saber a procedência do disparo que matou o tenente. Todo o material recolhido foi levado pela polícia para o Instituto de Polícia Científica (IPC) em Campina Grande.

Boson negou que a Acadepol tenha sido invadida e adiantou que não sabe o total de tiros disparados contra o carro do tenente, reforçando que só o laudo vai esclarecer mais detalhes da investigação. O resultado da perícia deve sair em até 30 dias.

*Com informações de Sandra Macedo, da Rede Correio Sat

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