'Operação Piloto' foi deflagrada em três estados onde cumpre vários mandados de prisão e 36 ordens judiciais de busca e apreensão
Agência Brasil
PF apura denúncias de corrupção ativa e passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Em mais uma ação da Lava Jato, a Polícia Federal deflagrou hoje (11) a Operação Piloto na Bahia, em São Paulo e no Paraná. O objetivo é investigar o envolvimento de funcionários públicos e empresários com a empreiteira Odebrecht no favorecimento de licitação para obras na rodovia estadual PR-323.
Cerca de 180 policiais federais cumprem 36 ordens judiciais de busca e apreensão, de prisão preventiva e também prisão temporária em Salvador, São Paulo, Lupianópolis, Colombo e Curitiba – estas três últimas cidades no Paraná. Eles apuram denúncias de corrupção ativa e passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro. Entre os presos está o ex-governador do Paraná, Beto Richa.
O ex-governador do Paraná e candidato ao Senado Beto Richa (PSDB), sua mulher Fernanda Richa e seu ex-chefe de gabinete Deonilson Roldo foram presos nesta terça-feira, 11. As ordens de prisão são da Justiça do Estado e foram cumpridas pelo Gaeco, do Ministério Público do Paraná. O casal será levado para o Gaeco. A investigação está ligada ao Programa Patrulha do Campo.
Além desta ofensiva, aliados de Beto Richa foram alvo de mandados da Justiça Federal do Paraná. Também nesta terça, 0 Roldo foi alvo de um mandado de prisão da Operação Lava Jato. A Polícia Federal deflagrou a Operação Piloto nos Estados da Bahia, de São Paulo e do Paraná.As irregularidades teriam ocorrido em 2014 e envolvem o chamado Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht para beneficiar agentes públicos e privados no Paraná.
Em contrapartida, a construtora seria favorecida no processo de licitação para duplicação, manutenção e operação da rodovia estadual PR-323 na modalidade parceria público-privada.
'Piloto'
O nome de Operação Piloto remete ao codinome atribuído pelo Grupo Odebrecht em seus controles de repasses de pagamentos indevidos a investigados nesta ação policial. Os detidos serão conduzidos à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde permanecerão à disposição da Justiça.
Cerca de 180 policiais federais cumprem 36 ordens judiciais de busca e apreensão, de prisão preventiva e também prisão temporária em Salvador, São Paulo, Lupianópolis, Colombo e Curitiba – estas três últimas cidades no Paraná. Eles apuram denúncias de corrupção ativa e passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro. Entre os presos está o ex-governador do Paraná, Beto Richa.
O ex-governador do Paraná e candidato ao Senado Beto Richa (PSDB), sua mulher Fernanda Richa e seu ex-chefe de gabinete Deonilson Roldo foram presos nesta terça-feira, 11. As ordens de prisão são da Justiça do Estado e foram cumpridas pelo Gaeco, do Ministério Público do Paraná. O casal será levado para o Gaeco. A investigação está ligada ao Programa Patrulha do Campo.
Além desta ofensiva, aliados de Beto Richa foram alvo de mandados da Justiça Federal do Paraná. Também nesta terça, 0 Roldo foi alvo de um mandado de prisão da Operação Lava Jato. A Polícia Federal deflagrou a Operação Piloto nos Estados da Bahia, de São Paulo e do Paraná.As irregularidades teriam ocorrido em 2014 e envolvem o chamado Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht para beneficiar agentes públicos e privados no Paraná.
Em contrapartida, a construtora seria favorecida no processo de licitação para duplicação, manutenção e operação da rodovia estadual PR-323 na modalidade parceria público-privada.
'Piloto'
O nome de Operação Piloto remete ao codinome atribuído pelo Grupo Odebrecht em seus controles de repasses de pagamentos indevidos a investigados nesta ação policial. Os detidos serão conduzidos à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde permanecerão à disposição da Justiça.
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