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Ana Arraes não descarta disputar vice-presidência em 2018, diz Antônio Campos


Do JC
"Ela pode unir forças políticas que estão dispersas em Pernambuco", disse Antônio, que é filho de Ana Arraes

Rádio Jornal

Foto: Rodrigo Carvalho/Acervo JC Imagem

A ministra do Tribunal de Contas da União (TCU) Ana Arraes pode apressar sua aposentadoria na Corte para retornar ao cenário político nacional em 2018. Em entrevista à Rádio Jornal, na manhã desta segunda-feira (14), o advogado Antônio Campos (Podemos), filho mais novo da ministra, confirmou que Ana Arraes não descarta a possibilidade de ser vice numa chapa presidencial no próximo ano.

"Ela tem mais de cinco anos como ministra, tem feito belo trabalho e se aposenta como presidente do TCU, mas ela tem sido cortejada por Alckmin, Álvaro Dias. Existe a possibilidade de ser candidata a vice-presidente por ter sido ministra, por ser filha de Arraes, duas vezes deputada e ela pode unir forças políticas que estão dispersas em Pernambuco. Ela não descarta a candidatura, mas em 2018 ela toma a decisão", disse Antônio Campos.

Aos 70 anos de idade amanhã, a mãe do ex-governador Eduardo Campos (PSB) e filha do ex-governador Miguel Arraes (PSB) foi deputada federal por dois mandatos – eleita em 2006 e reeleita em 2010 com a maior votação do estado (387.581 votos) e quinta maior do Brasil.


Entretanto, caso retorne à política, Ana Arraes não necessariamente estará no PSB, partido ao qual se filiou em 1990, junto com o pai, e que representou por dois mandatos na Câmara Federal. Após a derrota do seu filho Antônio Campos na disputa pela Prefeitura de Olinda, no ano passado, Ana – que já estava desfiliada do PSB por ser ministra do TCU – ficou ao lado do filho na briga que ele travou com a legenda. Assim, existe a expectativa de que ela venha a escolher o Podemos como nova sigla.

Sobre a disputa em Pernambuco, Antônio Campos disse que o cenário ainda não está definido e que existe a possibilidade de o candidato do PSB não ser o atual governador do Estado, Paulo Câmara. "O cenário político estadual e nacional ainda não está definido e as forças políticas ainda estão analisando", comentou.

O advogado ainda disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá influência na disputa pelo governo estadual por ser um "personagem importante" para o Estado.

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