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Presidente do PT em Pernambuco, Doriel diz que PT tem nomes para disputar Governo do Estado e Senado nas próximas eleições

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14.10.21


 Blog da Folha
Aberto o leque de possibilidades para que se defina a participação do PT Pernambuco nas eleições de 2022 e na crença de que não há espaço para uma terceira via na próxima eleição presidencial, o presidente estadual do PT-PE e deputado estadual Doriel Barros (PT) afirma que a sigla pretende iniciar uma série de conversas com os diversos líderes partidários pernambucanos para reforçar o palanque do ex-presidente Lula em Pernambuco. Segundo ele, o pleito do próximo ano ficará centralizado em dois extremos: o ex-presidente Lula (PT), e o atual chefe do Poder Executivo nacional, Jair Bolsonaro (Sem partido). 

“As conversas estão a todo vapor, e acredito que no inicio do próximo ano o PT vai ter uma posição em relação ao seu caminho em relação ao seu caminho aqui em Pernambuco e o diálogo com a Nacional também está sendo feito, e essa é uma decisão que iremos tomar em conjunto, mas o que cabe a Pernambuco nós estamos fazendo, estamos formando uma boa base para 2022”, afirmou.

Em entrevista à Rádio Folha FM 96.7, nesta quarta-feira (13), o presidente estadual do PT também expressou seu desejo em ver concretizada a aliança entre PT e PSB no apoio a Lula, ventilando nomes da sigla petista que podem eventualmente dar a liga necessária para essa construção, como o do senador Humberto Costa e a da deputada federal Marília Arraes.

“A gente entende que a vaga de governador poderia estar dentro de uma construção com a Frente com um nome do PT, e nesse caso, o senador Humberto Costa se apresenta com muita força para uma construção com a Frente Popular, e sabemos que Humberto tem uma capacidade interlocução com todos os partidos que compõem a Frente de forma muito forte, então, é um nome que o PT tem para oferecer, não somente o dele, mas também o de Marília”, e completou destacando que, “numa composição com o PSB na cabeça, a nossa reivindicação seria a vaga de senador, e aí nós temos o deputado federal Carlos Veras, a deputada estadual Tereza Leitão, temos quadros importante que podem ocupar uma vaga de senador”.


Aroeiras PB: Pré candidatos a vereadores do grupo político Jailson e Eraldo divulgam vídeos de apresentação para a eleição deste ano

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5.8.20

Os Pré candidatos a vereadores de Aroeiras do Grupo Político de Jailson Andrade (Solidariedade) e Eraldo Ferreira (PL), divulgaram vídeos que faz referência a apresentação de sua pré candidatura para o pleito eleitoral deste ano. A iniciativa é chegar junto do povo aroeirense por meiio das redes sociais durante o período de pandemia do coronavírus. Estes são parte dos pré candidatos. Ainda iremos divulgar os demais. 
A eleição deste ano está prevista para o mês de novembro. Confira os vídeos abaixo:


             

Assista a íntegra do primeiro debate presidencial

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10.8.18


O encontro reuniu oito presidenciáveis, sendo eles: Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriotas), Ciro Gomes (PDT), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Marina Silva (Rede)

Oito candidatos participaram do primeiro debate
Foto: Nelson ALMEIDA / AFP
JC Online

Nesta quinta-feira (9), foi realizado o primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República para as eleições de 2018. Transmitido pela TV Bandeirantes, o encontro reuniu oito presidenciáveis, sendo eles: Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriotas), Ciro Gomes (PDT), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Marina Silva (Rede).




Antes do início das perguntas, o mediador Ricardo Boechat informou que Lula foi convidado para participar. No entanto, por estar preso desde abril pelo processo envolvendo o tríplex, o ex-presidente está impossibilitado de comparecer. A defesa do petista tentou garantir sua presença no encontro, mas os recursos foram negados pela Justiça e, pelas regras da emissora, ele não pôde enviar um representante.


Saiba quem são os candidatos à Presidência nas eleições 2018

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5.8.18


CURTA NOSSA PÁGINA ABAIXO


Segundo a legislação eleitoral, as chapas completas devem ser oficializadas até segunda-feira (6)
Mais de 10 chapas já foram oficializadas 
Fotos: ABr
ABr

Além da convenção do PPL, que lançou, neste domingo (5), João Goulart Filho como candidato à Presidência da República, outros candidatos foram escolhidos pelas legendas para concorrer ao cargo de presidente da República. Segundo a legislação eleitoral, as chapas completas com os candidatos, vices, alianças ou coligações têm de ser oficializadas até esta segunda-feira (6) para as eleições 2018.

Candidatos e candidatas a presidência
Álvaro Dias (Podemos) 
O senador Álvaro Dias foi escolhido pelos convencionais do Podemos para ser candidato à Presidência da República. A candidatura do parlamentar pelo Paraná foi oficializada em Curitiba, durante convenção nacional do partido. Na primeira fala como candidato, Álvaro Dias anunciou que, se eleito, vai convidar o juiz federal Sérgio Moro para ser ministro da Justiça, e repetiu a promessa de “refundar a República”.

Ele vai compor a chapa com o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, cujo partido, o PSC, havia decidido lançar candidatura própria à Presidência, mas desistiu em favor de uma aliança com o Podemos. Além do PSC, fazem parte da coligação até agora os partidos PTC e PRP.

Cabo Daciolo (Patriota)
A convenção nacional do Patriota oficializou a candidatura do deputado federal Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, o Cabo Daciolo. O evento ocorreu no município de Barrinha, no interior de São Paulo. O candidato foi escolhido por unanimidade. A candidata a vice é Suelene Balduino Nascimento, do mesmo partido. Ela é pedagoga com 23 anos de experiência e atua na rede pública de ensino do Distrito Federal.

Daciolo defende mais investimentos em educação e segurança por considerar áreas essenciais para o crescimento do país. Em discurso durante a convenção, Daciolo se posicionou contrário à legalização do aborto e à ideologia de gênero. 

Ciro Gomes (PDT)
O PDT confirmou no dia 20 de julho a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na convenção nacional que reuniu filiados do partido. Sua vice será Kátia Abreu (PDT).

Esta é a terceira vez que Ciro Gomes será candidato à Presidência da República: em 1998 e 2002, ele concorreu pelo PPS. Natural de Pindamonhangaba (SP), construiu sua carreira política no Ceará, onde foi prefeito de Fortaleza, eleito em 1988, e governador do estado, eleito em 1990. Renunciou ao cargo de governador, em 1994, para assumir o Ministério da Fazenda, no governo Itamar Franco (1992-1994), por indicação do PSDB, seu partido na época. Ciro Gomes foi ministro da Integração Nacional de 2003 a 2006, no governo do ex-presidente Lula. Tem 60 anos e quatro filhos.

Geraldo Alckmin (PSDB)
Em convenção nacional realizada na capital federal, o PSDB confirmou, nesse sábado (4), a candidatura do presidente do partido e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, à Presidência da República nas eleições de outubro. Dos 290 votantes, 288 aprovaram a candidatura de Alckmin. Houve um voto contra e uma abstenção. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a vice na chapa.

No primeiro discurso como candidato, Alckmin disse que quer ser presidente para unir o país e recuperar a "dignidade roubada" dos brasileiros. Ele defendeu a reforma política, a diminuição do tamanho do Estado e a simplificação tributária para destravar a economia.

Guilherme Boulos (PSOL)
O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores SemTeto (MTST), Guilherme Boulos, foi lançado no dia 21 de julho como candidato à Presidência da República pelo PSOL, na convenção nacional em São Paulo. Também foi homologado o nome de Sônia Guajajara, representante do povo indígena, para vice-presidente. 

Boulos destacou que irá defender temas que pertencem aos princípios do partido, como o direito ao aborto e à desmilitarização da polícia. 

Henrique Meirelles (MDB)
O MDB confirmou, no dia 2 de agosto, o nome de Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda, como candidato à Presidência da República. O partido informou que Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, será o vice na chapa.

Henrique Meirelles destacou como prioridades investimentos em infraestrutura, para diminuir as distâncias no país, além de saúde e segurança pública. O presidenciável também prometeu reforçar o Bolsa Família. Para gerar empregos, Meirelles disse que pretende resgatar a política econômica, atrair investimentos e fazer as reformas para que o país cresça 4% ao ano. 

Jair Bolsonaro (PSL)
O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), 63 anos, foi confirmado, no dia 22 de julho, como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo PSL. O vice é o general Hamilton Mourão, do PRTB.

Na convenção, Bolsonaro adiantou que, se eleito, quer excluir o ministério das Cidades e fundir pastas como Fazenda e Planejamento, assim como Agricultura e Meio Ambiente. O candidato prometeu ainda privatizar estatais. 



João Amoêdo (Partido Novo)
João Dionisio Amoêdo foi oficializado candidato à Presidência da República pelo Partido Novo durante convenção na capital paulista, no dia 4 de agosto. O cientista político Christian Lohbauer foi escolhido como candidato à vice-presidente. Entre as principais propostas de Amoêdo estão equilibrar as contas públicas, acabar com privilégios de determinadas categorias profissionais, melhorar a educação básica e atuar fortemente na segurança. O presidenciável também é favorável à revisão do Estatuto do Desarmamento.

João Amoêdo disse que quer levar renovação à política e mudar o Brasil. O presidenciável defendeu a privatização de empresas estatais.

João Goulart Filho (PPL)
O PPL lançou, no dia 5 de agosto, João Goulart Filho como candidato à Presidência da República. Ele é filho do ex-presidente João Goulart, o Jango, que teve mandato presidencial, de 1961 a 1964, interrompido pela ditadura militar. É a primeira vez que João Goulart Filho concorre ao cargo. 

O candidato a vice é Léo Alves, professor da Universidade Católica de Brasília. Algumas propostas do candidato são a redução drástica dos juros da dívida pública para dar condições ao Estado de investir no desenvolvimento social, o resgate da soberania, o controle das remessas de lucros das empresas estrangeiras e a revisão do conceito de segurança nacional.

José Maria Eymael (DC)
O partido Democracia Cristã (DC) confirmou, no dia 28 de julho, durante convenção na capital paulista, a candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República, nas eleições de outubro, e do pastor da Assembleia de Deus Helvio Costa como vice-presidente.

Na área econômica, as diretrizes gerais de governo do DC incluem política macroeconômica orientada para diminuição do custo do crédito ao setor produtivo, apoio e incentivo ao turismo e a valorização do agronegócio com ações de governo específicas, que ainda não foram divulgadas, e apoio aos pequenos e médios produtores rurais.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A convenção nacional do PT escolheu, por aclamação, no dia 4 de agosto, o nome de Luiz Inácio Lula da Silva para ser o candidato à Presidência da República. O encontro também homologou o apoio do PCO e do PROS à candidatura do PT.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está preso em Curitiba, desde 7 de abril, após ter sido condenado em segunda instância no caso do triplex de Guarujá. O ator Sérgio Mamberti leu, na convenção, uma carta escrita por Lula, onde ele afirmou que "querem fazer uma eleição presidencial de cartas marcadas, excluindo o nome que está à frente na preferência popular em todas as pesquisas".

Manuela D' Ávila (PCdoB)
A deputada estadual Manuela D'Ávila foi confirmada pelo PCdoB, no dia 1º de agosto, como candidata do partido à Presidência da República. 

Depois de ter a candidatura lançada com apoio unânime dos delegados do partido, Manuela D'Ávila apresentou bandeiras como a da reforma da segurança pública, a justiça tributária, o combate às grandes corporações e a revogação da reforma trabalhista e da emenda constitucional que estabeleceu um teto para os gastos públicos por 20 anos. Ela criticou o “desemprego recorde”, a queda da massa salarial e a evasão de jovens de universidades e escolas técnicas.

Marina Silva (Rede)
A primeira convenção nacional da Rede Sustentabilidade confirmou, por aclamação, no dia 4 de agosto, o nome Marina Silva como candidata da sigla à Presidência da República. O candidato à vice na chapa, o médico sanitarista, Eduardo Jorge, do Partido Verde (PV), também foi apresentado oficialmente no encontro. 

A presidenciável prometeu uma campanha limpa, sem notícias falsas e sem destruir biografias. Se comprometeu com as reformas da Previdência, tributária e política, que acabe com a reeleição e incentive candidaturas independentes. Se eleita, Marina também disse que pretende fazer uma revisão dos “pontos draconianos” da reforma trabalhista que, segundo ela, seriam feitas a partir de um diálogo com o Congresso.

Vera Lúcia (PSTU)
Em convenção nacional, o PSTU oficializou, no dia 20 de julho, a candidatura de Vera Lúcia à Presidência da República e de Hertz Dias como vice na chapa. A escolha foi feita por aclamação pelos filiados ao partido presentes na quadra do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na zona leste da capital paulista.

De acordo com Vera Lúcia, o plano de governo prevê reforma agrária, redução da jornada de trabalho sem redução de salário e um plano de obras públicas para atender as necessidades da classe trabalhadora. 

O PSTU decidiu que não fará nenhuma coligação para a disputa presidencial, nem alianças nas eleições estaduais.


Conheça os pré-candidatos ao governo de Pernambuco

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21.6.18


Blog do Jamildo - Jornal do comércio

Em outubro, o governador Paulo Câmara buscará garantir ao PSB o quarto mandato consecutivo à frente do Palácio do Campo das Princesas. Porém, além do atual gestor, ao menos outros cinco pré-candidatos tentarão o cargo em 2019.


CURTA-NOS



No bloco de oposição, o senador Armando Monteiro Neto – segundo colocado nas eleições de 2014 – é pré-candidato e ‘comanda’ a frente ‘Pernambuco vai mudar’ composta por PTB – partido de Armando -, DEM, PSDB, PRB, Podemos, PV e PPS.

Além da frente encabeçada por Armando, PSOL, Rede, PRP e PT podem disputar o comando do Estado com candidaturas próprias.

A situação do PT, no entanto, é a mais incerta até o momento, devido a indefinição de apoio ou não da sigla ao PSB, que pode apoiar a campanha de Paulo Câmara à reeleição ou manter a pré-candidatura da vereadora do Recife Marília Arraes ao cargo.

Nacionalmente, a prioridade é a busca pela aliança com o PSB e o PCdoB, em busca de uma coligação em que um dos partidos pode ocupar a vice na chapa presidencial. Se o acordo for fechado, a indicação deverá ser seguida nos palanques estaduais.

Confira abaixo os possíveis candidatos:
Paulo Câmara (PSB)


Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem
Sucessor e apadrinhado pelo ex-governador Eduardo Campos, Paulo Henrique Saraiva Câmara, 45 anos, foi eleito em 2014 com 68% dos votos no primeiro turno, sendo o candidato a governador mais bem-votado do país naquela eleição.

Antes disso foi Secretário de Administração (2007–2010), Secretário de Turismo (2010) e Secretário da Fazenda de Pernambuco (2011–2014) durante a administração de Eduardo Campos.

Este ano, Paulo Câmara conta com o apoio do MDB, PDT, PR, PP, PCdoB, PPL, PSD, Solidariedade, PMN e Pros. Em 2014, eram 20 partidos, além do próprio PSB.

O governador ainda busca uma aliança com o PT, que espera por decisão da executiva nacional para declarar apoio ou não ao socialista.


Socialistas romperam com os petistas em 2012, na eleição municipal do Recife, quando lançaram Geraldo Julio para a prefeitura da capital pernambucana.

Em 2013, para viabilizar a campanha presidencial de Eduardo Campos, foi interrompida a aliança nacional e, no segundo turno das eleições de 2014, o PSB apoiou Aécio Neves (PSDB).

Armando Monteiro (PTB)
Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

Nome escolhido para disputar o governo de Pernambuco pelo bloco de oposição ‘Pernambuco vai mudar’ (PTB, DEM, PSDB, PRB, Podemos, PV e PPS), Armando Monteiro Neto, 66 anos, foi eleito senador em 2010 e tem mandato até o fim deste ano.

Por três vezes foi deputado federal por Pernambuco e disputou as eleições de 2014 para o Governo do Estado, recebendo 31% dos votos, sendo derrotado por Paulo Câmara no primeiro turno.

A chapa de Armando conta com o ex-ministro da Educação Mendonça Filho (DEM) como candidato ao Senado, restando uma vaga a ser definida. A vice também está em aberto e deve ficar com o PSDB.

Marília Arraes (PT)
Foto: Divulgação

Marília Arraes, 34 anos, é vereadora do Recife pelo terceiro mandato consecutivo, busca viabilizar sua candidatura junto ao PT, que ainda analisa uma possível aliança com o PSB e assim apoiar Paulo Câmara na busca pela reeleição. Marília, porém, nega que subiria no palanque do governador se a aliança se consolidar.

Neta de Miguel Arraes e prima de Eduardo Campos, ex-governadores de Pernambuco, a vereadora lançou nesta terça-feira (19), sem garantia, o nome do deputado federal Sílvio Costa (Avante) como candidato ao Senado em uma possível chapa majoritária. A coligação, porém, foi negada pelo presidente estadual da sigla, Bruno Ribeiro.

» ‘Seria uma grande honra’, diz Marília Arraes sobre aliança com Julio Lóssio
» Lossio ironiza palanque de oposição: ‘Pernambuco quer voltar’

Marília Arraes era filiada ao PSB, mas rompeu com o partido em 2014, após divergir do primo Eduardo Campos. Em 2016, entrou no PT.

Além de Marília, o PT tem o deputado estadual Odacy Amorim e o dirigente José de Oliveira como pré-candidatos ao Palácio.

Júlio Lóssio (Rede)

Foto: Reprodução Facebook
Médico oftalmologista, Júlio Lóssio, 46 anos, também é pré-candidato ao cargo pela primeira vez. Foi prefeito de Petrolina quando era filiado ao MDB por dois mandatos (2009-2016). Filiado a Rede – ‘partido de Marina Silva’ -, sua candidatura possui um papel importante para a disputa presidencial, pois garante um palanque em Pernambuco para Marina em sua terceira candidatura ao governo federal.

» Não vamos ser instrumentos de barganha política, diz Armando
» Sem garantia, Marília anuncia Silvio Costa para o Senado e quer Humberto

Danielle Portela (PSOL)
Foto: Divulgação

O PSOL de Pernambuco concorre ao governo em 2018 com uma chapa majoritária composta exclusivamente por mulheres. A pré-candidata ao Governo do Estado será a advogada e historiadora Danielle Portela, já as vagas para o Senado Federal serão postuladas por Albanise Pires e Eugênia Lima.

Coronel Luiz Meira (PRP)

Foto: Renato Spencer/ Acervo JC Imagem

Filiado ao Partido Republicano Progressista (PRP), o Coronel Luiz Meira é ex-diretor-geral de Operações da Polícia Militar. É apoiado pelo pré-candidato ao Planalto e deputado federal Jair Bolsonaro o que ‘garante’ palanque para o presidenciável do PSL no Estado.



14 pré candidos a Presidência já declararam intenção de disputar a presidência

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23.1.18


Pelo menos 14 políticos já anunciaram a intenção de disputar a Presidência da República na eleição deste ano; saiba quais.
Por G1, Brasília


A eleição é em outubro e o registro oficial dos candidatos é só em agosto. Mas a movimentação de políticos e partidos já é forte em torno de nomes para disputar a sucessão do presidente Michel Temer. Além do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo menos 13 políticos já formam uma lista de pré-candidatos declarados à Presidência da República. Além deles, há casos de políticos que se colocaram à dispisição dos partidos, mas ainda não viraram pré-candidatos.

PRÉ-CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA
Veja os nomes (em ordem alfabética):

Álvaro Dias (Podemos) (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado/Arquivo) 

Alvaro Dias cumpre o quarto mandato de senador (três consecutivos desde 1999 e um de 1983 a 1987). Entre 1987 e 1991, foi governador do Paraná. Começou a carreira política no PMDB. Depois passou por PST e PP, até se filiar ao PSDB, em 1994. Em 2001, foi expulso do PSDB, por agir contra orientações do partido, mas retornou em 2003 e voltou a sair em janeiro de 2016, para entrar no PV. Anunciou a pré-candidatura à Presidência da República em novembro, durante evento do Podemos no Rio de Janeiro.

Arthur Virgílio (PSDB) (Foto: Pedro França/Agência Senado/Arquivo) Arthur 
Arthur Virgílio e Geraldo Alckmin (PSDB)



O atual prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, se elegeu deputado federal pela primeira vez em 1982 pelo PMDB. Em 1988, no PSB, foi eleito prefeito de Manaus. Um ano após a eleição, migrou para o PSDB, partido que ajudou a fundar. Voltou à Câmara dos Deputados, eleito em 1994 e reeleito em 1998. Ocupou o posto de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência no governo Fernando Henrique Cardoso. Em 2002, se elegeu senador. Voltou a ser prefeito de Manaus, eleito em 2012 e reeleito em 2016. Em outubro de 2017, enviou carta ao PSDB anunciando a intenção de disputar com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a indicação para ser o candidato do partido a presidente da República.

Médico de formação, Geraldo Alckmin começou a carreira pública em Pindamonhangaba, onde se elegeu vereador em 1973. Depois, foi prefeito da cidade e deputado estadual e federal por São Paulo. Em 1986, se elegeu deputado constituinte federal. Em 1988, deixou o PMDB, partido que integrava até então, para fundar o PSDB. Em 2001, assumiu o governo de São Paulo após a morte do então governador Mário Covas. Se reelegeu em 2002. Em 2006, disputou a Presidência e perdeu para o então presidente Lula. Em 2010, elegeu-se novamente para o governo de São Paulo, reeleito em 2014. Em dezembro de 2017, foi eleito presidente nacional do PSDB e anunciou a pré-candidatura para o Palácio do Planalto.

Arthur Virgílio propõe que a escolha do nome do PSDB seja por prévia, o que não está decidido.

Ciro Gomes (PDT) (Foto: Roosewelt Pinheiro/Agência Brasil/Arquivo) Ciro Gomes (PDT) (Foto: Roosewelt Pinheiro/Agência Brasil/Arquivo)

Atual vice-presidente do PDT, Ciro Gomes foi ministro da Fazenda entre setembro de 1994 e janeiro de 1995, período do final do governo de Itamar Franco e início do de Fernando Henrique Cardoso. Foi também ministro da Integração Nacional, entre janeiro de 2003 e março de 2006, no primeiro mandato do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Disputou a Presidência duas vezes (1998 e 2002, derrotado em ambas). Foi governador do Ceará, prefeito de Fortaleza e deputado estadual e federal pelo Ceará. Já se filiou a sete partidos (PDS, PMDB, PSDB, PPS, PSB, PROS e PDT),

Cristovam Buarque (PPS) (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado/Arquivo) 
Cristovam Buarque é ex-governador do Distrito Federal (1995 a 1999) e ex-ministro da Educação (2003-2004, no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva). Exerce o segundo mandato de senador. É formado em engenharia mecânica, tem mestrado em ciências econômicas e doutorado em economia e desenvolvimento. Também já foi reitor da Universidade de Brasília (UnB), entre 1985 e 1989. Antes de entrar no PPS, foi filiado ao PT e ao PDT.

José Maria Eymael (PSDC) (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado/Arquivo) 

José Maria Eymael disputou quatro vezes a Presidência da República (1998, 2006, 2010 e 2014, derrotado em todas). Deputado federal constituinte, Eymael exerceu dois mandatos na Câmara (entre 1987 e 1995). Em 2012, disputou a Prefeitura de São Paulo, ficando em 11º lugar, com 5,3 mil votos. Eymael está no PSDC desde 1962 (à época PDC). Ficou conhecido pelo jingle "Ey, Ey, Eymael, um democrata cristão", lançado em 1985 quando se candidatou a prefeito de São Paulo pela primeira vez. É o atual presidente do PSDC.

Fernando Collor (PTC) (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado/Arquivo) 


Fernando Collor de Mello cumpre o segundo mandato consecutivo como senador por Alagoas. Ele se elegeu em 2006 e se reelegeu em 2014. Foi prefeito de Maceió (1979-1982), deputado federal (1982-1986) e governador de Alagoas (1987-1989). Em 1989, foi o primeiro presidente da República eleito pelo voto direto após a ditadura militar. Permaneceu no cargo até 1992, quando sofreu um processo de impeachment. Collor anunciou a pré-candidatura em 19 de janeiro deste ano em discurso em Arapiraca (AL).

Jair Bolsonaro (PSC) (Foto: Nilson Bastian/Câmara dos Deputados/Arquivo) 
Jair Bolsonaro é militar da reserva e cumpre o sétimo mandato consecutivo como deputado federal. Em 5 de janeiro, anunciou filiação ao PSL e pré-candidatura a presidente pelo partido, nona legenda à qual se filiou. É réu em ação penal no Supremo Tribunal Federal por suposta prática de apologia ao crime de estupro e por injúria. Em 2014, ele afirmou que não estuprava a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela "não merece". Em razão do episódio, o Supremo Tribunal Federal abriu em 2016 ação penal contra o deputado. A defesa argumentou que ele tem imunidade parlamentar e não incentivou outras pessoas a estuprar.

João Amoêdo (Novo) (Foto: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo/Arquivo) 

João Amoêdo fez carreira como executivo de empresas. Formado em Engenharia Civil e Administração, teve a maior parte da atuação profissional em instituições financeiras. Em 2011, passou a integrar o Conselho de Administração da construtora João Fortes. Também em 2011, participou da fundação no Partido Novo. É um dos idealizadores da sigla, que presidiu até julho de 2017, quando deixou a função para anunciar pré-candidatura à Presidência da República.

Levy Fidelix (PRTB) (Foto: Fábio Tito/G1) Levy Fidelix (PRTB) (Foto: Fábio Tito/G1)

Formado em jornalismo, Levy Fidelix foi candidato a presidente da República em três eleições (1994, 2010 e 2014), mas nunca chegou ao segundo turno. Trabalhou na campanha de Fernando Collor à Presidência em 1989 e, desde então, também disputou eleições para deputado federal por São Paulo, vereador e prefeito, mas jamais se elegeu. Em 2014, prometeu que, se eleito presidente, acabaria com os impostos sobre remédios. Em 26 novembro de 2017, lançou pré-candidatura para disputar a Presidência pela quarta vez.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (Foto: Mauro Pimentel/AFP/Arquivo) Luiz Inácio 
O metalúrgico e ex-sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva pretende se candidatar à Presidência pela sexta vez. Fundador do PT em 1980, foi o primeiro presidente do partido. Em 1986, se elegeu deputado federal constituinte por São Paulo. Presidente da República por dois mandatos consecutivos (2003-2006 e 2007-2010), conseguiu eleger como sucessora a ex-ministra Dilma Rousseff, que se reelegeu em 2014 e governou até 2016, quando sofreu impeachment. Em julho do ano passado, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro (crimes que ele nega ter praticado), Lula foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão pelo juiz Sérgio Moro.


Manuela D'Ávila (PC do B) (Foto: Marcelo Bertani/Agência ALRS/Arquivo)
Manuela D'Ávila (PC do B)

Jornalista, Manuela D’Ávila iniciou a carreira política no movimento estudantil. Foi vice-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) em 2003. Em 2004, se elegeu vereadora em Porto Alegre. Dois anos depois, em 2006, foi eleita deputada federal, reeleita em 2010. Desde 2015, é deputada estadual no Rio Grande do Sul. A pré-candidatura à Presidência da República foi anunciada em 5 de novembro de 2017 pelo PC do B.

Marina Silva (Rede) (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil/Arquivo) Marina Silva (Rede) 

Marina Silva foi deputada estadual no Acre (1991-1994) e senadora pelo mesmo estado por dois mandatos (1995 a 2010). Ela se licenciou do Senado de 2003 a 2008, quando ocupou o cargo de ministra do Meio Ambiente no governo Luiz Inácio Lula da Silva. Filiada ao PT desde 1986, deixou a legenda em 2009 para se filiar ao PV, partido pelo qual concorreu à Presidência em 2010, mas não conseguiu chegar ao segundo turno. Em 2014, se candidatou novamente, desta vez pelo PSB. À época, era vice na chapa encabeçada por Eduardo Campos, mas assumiu a candidatura após a morte dele em um acidente aéreo. Ficou em terceiro lugar. Anunciou pré-candidatura à Presidência em 2 de dezembro de 2017 durante encontro do partido Rede, do qual é fundadora.

Valéria Monteiro (PMN) 


Jornalista e ex-apresentadora do Jornal Nacional e do Fantástico nos anos 1990, Valéria Monteiro se filiou ao PMN em 12 de janeiro, em ato na Câmara Municipal de São Paulo. É dona de uma produtora. Em setembro, quando ainda não estava filiada a partido político, anunciou que pretendia disputar a Presidência da República.

POSSÍVEIS PRÉ-CANDIDATOS
Veja nomes (em ordem alfabética) de políticos que se colocaram à disposição para uma pré-candidatura à Presidencia ou que foram apontados pelo partido como possíveis postulantes:

Aldo Rebelo e Beto Albuquerque (PSB)
Aldo Rebelo foi deputado federal por seis mandatos consecutivos (1991 a 2015) e presidiu a Câmara entre 2005 e 2007. De 2004 a 2005, foi ministro das Relações Institucionais no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na gestão Dilma Rousseff, comandou os ministérios do Esporte, da Ciência e Tecnologia e da Defesa. Ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), foi filiado por 40 anos ao PCdoB, partido que deixou em 2017 para se filiar ao PSB. Em 8 de janeiro, enviou carta ao presidente do PSB, Carlos Siqueira, na qual pôs o nome à disposição do partido para disputar a Presidência.

Segundo o presidente do PSB, depois que Aldo Rebelo se ofereceu como pré-candidato, o ex-deputado Beto Albuquerque (PSB-RS) também manifestou interesse em concorrer ao Planalto. Procurado pelo G1, Beto Albuquerque confirmou que se ofereceu para ser o nome do partido à Presidência. Ele afirmou que não há "antagonismo" com Aldo Rebelo, mas defendeu que o candidato do PSB "seja um nome de militância, com história no partido". Albuquerque é advogado, filiado ao PSB desde 1986. Foi deputado estadual no Rio Grande do Sul duas vezes (1991-1994 e 1995-1998) e deputado federal por quatro mandatos consecutivos (de 1998 a 2014). Em 2014, integrou, como vice, a chapa encabeçada por Marina Silva, então candidata a presidente pelo PSB. O presidente do PSB diz que definirá o pré-candidato em março.

Henrique Meirelles (PSD)
Henrique Meirelles fez carreira como executivo da área financeira, com atuação internacional. Foi presidente do Bank of Boston no Brasil entre 1984 e 1996, quando foi escolhido para presidente mundial da companhia. Em 2002, se elegeu deputado federal pelo PSDB de Goiás. Em 2003, assumiu a presidência do Banco Central, escolhido pelo então recém-eleito presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Comandou o BC até 2010, quando terminou o governo Lula. Voltou a integrar o governo em 2016, dessa vez como ministro da Fazenda, convidado por Michel Temer, que assumiu após o afastamento e posterior impeachment de Dilma Rousseff. Meirelles tem participado frequentemente de eventos em igrejas, entidades e associações, mas já disse que só decidirá em abril se pretende lançar pré-candidatura a presidente.

Paulo Rabello de Castro (PSC)
Paulo Rabello de Castro é economista. Foi presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e é o atual presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em outubro de 2017, filiou-se ao PSC. Segundo a assessoria do partido, é o único nome em análise para uma eventual candidatura própria. Ele, porém, ainda não anunciou se disputará a Presidência, mas tem aparecido em propagandas do partido na TV e participado de eventos do PSC. Em novembro do ano passado, ao ser questionado sobre o assunto, não descartou a possibilidade de concorrer. É apontado pelo PSC como o nome do partido. O G1 procurou Rabello novamente nesta terça (23), mas não o localizou.

PSOL
O partido informou que lançará um nome à Presidência, mas ainda não tem pré-candidato definido. Segundo a assessoria do partido, essa definição será feita em março.

Rodrigo Maia (DEM)
Atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia está no quinto mandato consecutivo como deputado federal. Assumiu a presidência da Câmara no ano passado, depois que o então presidente, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), renunciou ao cargo (depois teve o mandato cassado). Em 2017, Rodrigo Maia presidiu o DEM, partido que ajudou a fundar. É filho de Cesar Maia, ex-prefeito do Rio de Janeiro, e casado com Patricia Vasconcelos, enteada de Moreira Franco, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência. Maia também não anunciou pré-candidatura, mas é o principal nome cogitado no partido ao qual é filiado, o DEM.

Casinhas PE: O silêncio de João Camelo, eleições à vista, 2016 vêm aí

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24.3.15



Desde as eleições de 2012, o ex prefeito João Camelo, sem partido, mantêm o silêncio em todos os meios de comunicação local e regional quanto a seu posicionamento em fazer oposição ou não ao grupo da prefeita Rosineide Barbosa (PSDB).
Na eleição de 2014, Camelo apoiou a dupla Nilton Mota e Danilo Cabral dando aos dois uma reconhecida votação o que elevou a popularidade camelista. Desse período para cá, João Camelo não deu nenhuma declaração sobre o seu posicionamento em fazer oposição ou a adesão com o grupo da atual prefeita do Município.
Meses atrás, uma notícia divulgada por um blog local, havia declarado uma possível adesão  do ex prefeito a gestora Maria Rosineide Barbosa.
Mas nada oficial, apenas notícias extra-oficial que  aumentou ainda mais a curiosidade de muitos articuladores, oposicionistas e aliados políticos. Motivo que deixou a população ainda mais apreensiva.
Outra notícia moveu os apostadores no meio político casinhense, segunda informações do blog Mais Casinhas, o ex prefeito teria que devolver  dinheiro aos cofres públicos por suas contas terem sido aprovadas com ressalvas, mas coube recurso ao ex prefeito no mesmo tribunal de Contas do Estado de Pernambuco.
Seria um ataque político ao ex prefeito ou  um meio de aniquilar qualquer uma de suas intenções para concorrer  as eleições no ano de 2016? 
A “cria e o criador” em um jogo político como os “expert” desde final da década de 90 continuam no páreo, com silêncio ou não, os dois jogam as cartas para as próximas eleições.
Ano de 2015, prazo final para a formação dos grupos que poderão concorrer às eleições Municipalistas em 2016. A partir de agora muitos grupos políticos começaram as suas articulações para lançar candidaturas próprias.
Desde a emancipação política de Casinhas nunca se viu tanta apreensão quanto ao futuro da cidade.
O ex prefeito poderá concorrer nas eleições de 2014?
O mesmo drama foi vivido pela atual prefeita no ano de 2012 quando naquela época  teria sua candidatura liberada ou não pelo TRE. Mas por unanimidade foi liberada a sair candidata

Política de Surubim,Governador Eduardo Campos não quer briga no próprio grupo, Nilton Mota e Biu Farias,confira:

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20.9.13


DIÁRIO DO PODER - Surubim com Paulo Bueno.

 Agora a sorte, Nilton Mota pelo partido do PSB o Pre-Candidatura a deputado Estadual na região de Surubim,Agreste, o  Governador Eduardo Campos,também do PSB,não quer essa briga, cresce  a Pre-Campanha do secretário da Prefeitura do Recife,05 cinco vereadores do Partido do PSD da câmara de Surubim , eleitor neste ano, estão como o Nilton Mota da base aliada.
Nilton Mota tem feito de tudo para acalmar,as feras vereador Biu Farias e Véia de Aprígio quer  provar que ainda é possível mante PSD e PSB no mesmo barco da eleição com foi para Prefeito em Surubim 2012., com Ana Célia Cabral prima do Nilton Mota.
Informações de Paulo Bueno - Diário do Poder.

Casinhas Agreste
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Surubim, fogo cruzado, pré candidatos Biu Farias e Nilton Mota, os "Farias e os Barbosa Cavalcante"

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2.9.13


À esquerda, Severino Farias vereador  presidente (UVP) União dos vereadores de Pernambuco e à direita o secretário de Infraestrutura e Serviços Urbanos, Nilton da Mota Silveira, do prefeito de Geraldo Julio (PSB) na cidade do Recife.

As informações são de  Paulo Bueno DIÁRIO DO PODER Surubim - a palavra no dia 31-08 sábado já temos informação do Partido do PSB do Governador Eduardo e Danilo Cabral também do (PSB), em relação das duas Forças no Municipio de surubim.O  irmão do senador Antonio Farias, o vereador Severino Farias "Biu Farias " PSB presidente da UVP - União dos vereadores de Pernambuco,será pré-candidato a Dep. estadual ,pelo grupo Farias , amigos da familia Arraes há muito tempo em pernambuco há de mais 70 anos. 

O Partido Social brasileiro, já definiu o seu candidato a Estadual em Surubim, será o secretário de infra-estrutura da Prefeitura do Recife . o sr. Nilton Mota Silveira, que terá o apoio do Prefeito do Recife o sr. Geraldo Júlio fazendo dobradinha com seu primo Danilo Cabral (PSB) nas próximas eleições em 2014.

AGORA EM SURUBIM FOGO CRUZADO das FAMILIAS FARIAS E A FAMÍLIA BARBOSA CALVACANTE .
São coisas da política

Informações de Paulo Bueno

Casinhas Agreste
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