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Exército antecipa troca do comandante do Batalhão da Guarda Presidencial

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25.1.23


A saída do tenente-coronel Paulo Jorge Fernandes da Hora do posto já estava prevista para fevereiro e será antecipada para sexta-feira

Por Agência O Globo

Tenente-coronel Paulo Jorge Fernandes da Hora - Foto: Reprodução

Um dos alvos da desconfiança do Palácio do Planalto, o tenente-coronel Paulo Jorge Fernandes da Hora antecipará a sua saída do comando do Batalhão da Guarda Presidencial (BGP), subordinado ao Comando Militar do Planalto, em Brasília. A mudança na cúpula da unidade estava prevista para fevereiro, mas deverá ser adiantada para sexta-feira (27). Ele será substituído pelo tenente-coronel Nélio Moura Bertolino.

Fernandes chefia a unidade estratégica, encarregada de proteger as sedes da Presidência da República. Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva suspeitam de que ele tenha tido uma postura leniente durante os ataques golpistas do dia 8 de janeiro. Ele se tornou alvo de pressão do governo após a divulgação de um vídeo em que o tenente-coronel aparece discutindo com policias militares, enquanto vândalos destruíam o Palácio do Planalto. A mudança na cúpula do BGP, porém, estava acertada desde maio de 2022.

Nesta terça-feira, o ministro da Defesa, José Múcio, deixou explícitas as suspeitas em torno da atuação de Hora e disse que ele será punido, caso fique comprovada a suposta leniência.

— Esse próprio vídeo eu entreguei, porque mandaram para mim, e está sendo investigado. Se for provado, por que uns dizem que ele estava reclamando de procedimento, outros dizem que ele era culpado. A minha preocupação, e a do presidente também, é que nós não partamos para punir quem não merece, mas punir quem merece. Se for provado, ele será condenado — afirmou Múcio.

Integrantes da cúpula do Exército admitem que a antecipação da saída do comandante ajuda a contornar o desgaste entre o Planalto e a Força. Nesta terça-feira, também foi oficializado que o ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, o tenente-coronel, Mauro Cesar Barbosa Cid, não vai mais assumir o 1º Batalhão de Ações e Comandos, unidade de Operações Especiais, em Goiânia. Ele é alvo de investigação do Supremo Tribunal Federal (STF) e, formalmente, apresentou um requerimento em que pede para não assumir mais o posto. O Globo apurou, no entanto, que o movimento foi negociado pelo novo comandante do Exército, general Tomás Miguel Ribeiro Paiva.

Os dois casos foram tratados na primeira reunião do novo comandante com a cúpula do Exército, realizada nesta terça-feira. General Tomás foi o escolhido para substituir o ex-comandante Júlio César Arruda, demitido no último sábado por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva por resistir a fazer as mudanças. O ministro da Defesa, José Múcio, justificou a troca na cúpula da força alegando "fratura de confiança".

Outro militar alvo de insatisfação do Planalto é o general Gustavo Henrique Dutra de Menezes, o atual chefe do Comando Militar do Planalto (CMP), que para entorno do Lula foi leniente com os golpistas. Por ora, não há uma mudança prevista para ele. Todavia, integrantes do Exércitos dizem de forma reservada que alterações podem ocorrer no próximo mês com novas promoções na Força.

Segundo O Globo apurou, na reunião com o Alto Comando nesta terça-feira, o novo comandante recebeu o apoio dos demais 16 generais que compõem a cúpula da Força. Em seu discurso, Tomás falou da necessidade de demonstrar unidade, blindar a instituição da atual crise política e buscar a pacificação.

CORTE DE VERBA: Operação Carro- Pipa controlado pelo Exército deixa de abastecer 105 Municípios Pernambucanos

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24.11.22

PERNAMBUCO
Corte de verba do Governo Federal prejudica acesso à água potável de 530 mil pernambucanos
Pernambuco é o estado com mais atendidos pelo programa atualmente.


O acesso à água potável através da Operação Carro-Pipa de quase 530 mil pernambucanos de 105 municípios está comprometido por cortes de verbas do programa, operado pelo Governo Federal e executado pelo Exército Brasileiro.
O programa atende atualmente cerca de 1,6 milhão de nordestinos em oito estados - Pernambuco é o que tem mais beneficiados e logo atrás está a Bahia, com quase 400 mil pessoas.

Desde a semana passada, diversos municípios têm relatado à Confederação Nacional de Municípios (CNM) denúncias de paralisações no envio dos caminhões com água. Programa histórico, a Operação Carro-Pipa é uma iniciativa para distribuir água potável às populações atingidas por estiagem e seca no semiárido da região Nordeste e na área norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

Atualmente, 759 municípios nordestinos estão em situação de emergência reconhecida pelo Governo Federal em razão da seca que afetou mais de 6,2 milhões de moradores da região apenas este ano, segundo a CNM.

"A CNM fez um levantamento em que aponta que os prejuízos causados pela seca na região Nordeste entre janeiro e novembro de 2022 chegaram a R$ 20 bilhões", diz comunicado da entidade.

Na última sexta-feira (18), a Prefeitura de Taquaritinga do Norte, no Agreste de Pernambuco, por exemplo, divulgou comunicado informando a interrupção do fornecimento de água através do programa "por tempo indeterminado".

Buscas por desaparecidos continuam em Jardim de Monte Verde, Jaboatão dos Guararapes

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29.5.22


Buscas por desaparecidos continuam em Jardim de Monte Verde
Trabalhadores e moradores se dividem entre o choque e a urgência de ajudar

 Folha de Pernambuco
O trabalho de buscas por desaparecidos e retirada de escombros continua em Jardim Monte Verde, no Ibura, entre o Recife e Jaboatão dos Guararapes. Desde a madrugada de sábado (28), quando 19 pessoas morreram em quedas de barreiras, a comunidade se vê no choque da tristeza misturada ao vaivém de bombeiros, voluntários, soldados do Exército e agentes da Defesa Civil.
Ao longo da avenida Chapada do Araripe, que corta a vizinhança, a movimentação é intensa, tanto de trabalhadores quanto de moradores, que se dividem entre o choque e a urgência de ajudar. 

No ponto mais atingido, na rua Pico da Peva, as buscas e a retirada não param. Girlene de Brito, 36 anos, está na casa da mãe desde que a Defesa Civil interditou a residência onde mora diante do risco de deslizamento. Ela conhecia as vítimas que morreram no local.

"A gente não conseguiu dormir. Quando tentou, eram 4h da manhã. É terrível. A gente ficou ajudando, tirando o barro, dando água. Fui buscar comida, andando de um lado para o outro", contou. "O bonito de ver é a população ajudar tanto".

Presidente da Ucrânia diz que tropas russas tentarão tomar Kiev esta noite

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25.2.22


Rússia prepara uma ofensiva final para tomar capital durante a madrugada deste sábado (25)
Por AFP

Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia - Foto: HANDOUT / UKRAINE PRESIDENCY / AFP
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, afirmou que o exército invasor russo prepara uma ofensiva final para tomar Kiev, a capital, durante a madrugada deste sábado.

"Não podemos perder a capital. Falo com nossos defensores, homens e mulheres em todas as frentes: hoje à noite, o inimigo vai usar todas as suas forças para romper nossas defesas da maneira mais vil, dura e desumana. vão tentar um ataque", declarou Zelensky em um vídeo postado no site da presidência ucraniana.

"Hoje foi um dia difícil, mas com coragem. Lutamos pelo nosso Estado em todas as frentes, no sul, leste, norte e em muitas cidades do nosso belo país", acrescentou.
O líder ucraniano informou que conversou durante o dia com vários líderes ocidentais, incluindo Joe Biden, Emmanuel Macron e Olaf Scholz.

"Expliquei a eles a resposta que os ucranianos ainda esperam diante dessa agressão. Aceitei mais ajuda e apoio. Uma ajuda significativa para nosso Estado", resumiu.
"Nosso principal objetivo é acabar com esse massacre. As perdas do inimigo foram muito importantes", assegurou.

Em pesquisa, brasileiros reprovam presença de Militares no governo Bolsonaro

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12.7.21


Pesquisa do Instituto Datafolha publicada no final da noite deste domingo (11) pelo site do jornal "Folha de S.Paulo" aponta que a maioria dos brasileiros é contrária à participação de militares da ativa em atos políticos e tampouco em cargos no governo federal.
O instituto perguntou: militares da ativa devem ou não participar de atos políticos?

Sim: 34%
Não: 62%
Não sabem: 4%


Militares da ativa devem ou não participar de atos políticos?
Número em porcentagem (%)
3434626244SimNãoNão sabem020406080
Fonte: Datafolha


O levantamento também perguntou: militares deveriam ou não ter cargos no governo?

Sim: 38% (eram 43% em maio de 2020 e 41% em maio deste ano)
Não: 58% (eram 52% em maio de 2020 e 54% em maio deste ano)
Não sabem: 4% (eram 5% em maio de 2020 e 5% em maio deste ano)


A pesquisa ouviu 2.074 pessoas com mais de 16 anos nos dias 7 e 8 de julho. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.


MAIS PESQUISAS DATAFOLHA:



Militares no governo

Os militares têm grande participação no governo de Jair Bolsonaro, especialmente nos primeiro e segundo escalações. O general da ativa Eduardo Pazuello, por exemplo, comandou o Ministério da Saúde durante boa parte do período mais intenso e trágico da crise sanitária provocada pela pandemia do novo coronavírus.



O ex-ministro da Saúde é alvo da CPI da Covid, em andamento no Senado, justamente por sua gestão na Saúde. Ao deixar a pasta, ganhou um cargo no Palácio do Planalto.


Pazuello participou em maio de manifestação ao lado do presidente, no Rio de Janeiro, como mostra o vídeo abaixo. O episódio repercutiu mal inclusive internamente nas Forças Armadas.



Bolsonaro faz passeio de moto com apoiadores no Rio de Janeiro


O Estatuto dos Militares, lei de 1980, e o regulamento disciplinar do Exército, de 2002, dizem que é vedado ao militar do serviço ativo participar de qualquer tipo de manifestação política ou reivindicatória. O tema também está na Câmara dos Deputados, que debate proposta que pode terminar com a participação de militares da ativa no governo federal.



Na semana passada, as Forças Armadas reagiram às críticas do senador Omar Aziz (PSD-AM), em fala durante sessão da CPI da Covid.


Aprovam a participação militar em atos políticos e no governo os eleitores de Bolsonaro: 56% e 57% em cada quesito. Os apoiadores do ex-presidente Lula são contrários: 71% e 72% não concordam.


Mantido o cenário político atual, Bolsonaro e Lula devem participar da eleição presidencial em 2022. O petista lidera a corrida, com 46%, contra 25% de Bolsonaro.


Os jovens (46%) e aqueles que ganham de 5 a 10 salários mínimos (41%) apoiam militares em atos políticos.

Comandantes do Exército, Aeronáutica e Marinha deixam cargos após troca de Ministros

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30.3.21


Ministério da Defesa anuncia saída dos comandantes das três Forças Armadas

Na nota, o ministério não informou o motivo da saída dos três nem nomes dos substitutos. Anúncio acontece um dia após Fernando Azevedo e Silva ter deixado cargo de ministro.
G1 — Brasília
Comandantes da Aeronáutica, Antônio Carlos Moretti Bermudez; do Exército, Edson Pujol; e da Marinha, Ilques Barbosa — Foto: Acervo TV GLOBO

O Ministério da Defesa anunciou nesta terça-feira (30) a saída dos comandantes das três Forças Armadas: Edson Pujol (Exército), Ilques Barbosa (Marinha) e Antônio Carlos Moretti Bermudez (Aeronáutica).
Na nota, o ministério não informou o motivo da saída dos três nem anunciou os substitutos.
O anúncio acontece um dia após Fernando Azevedo e Silva ter deixado o cargo de ministro da Defesa. Para o lugar dele, foi anunciado o general da reserva Walter Souza Braga Netto, que até então comandava a Casa Civil.
Mais cedo, nesta terça, Pujol, Barbosa e Bermudez se reuniram com Braga Netto, em Brasília. O colunista do G1 e da GloboNews Gerson Camarotti já havia informado que os três haviam decidido colocar os cargos à disposição.
Esta é a primeira vez desde 1985 que os comandantes das três Forças Armadas deixam o cargo ao mesmo tempo sem ser em período de troca de governo.



Chefes das três Forças Armadas discutem a mudança no Ministério da Defesa
Influência nos quartéis
Segundo o Blog do Camarotti, a saída de Fernando Azevedo e Silva, nesta segunda (29), foi recebida com preocupação por integrantes da ativa e da reserva das Forças Armadas e como algo além de uma troca para acomodação de espaços no primeiro escalão do governo.
Ao colunista, um general da reserva enxergou o movimento como um sinal de que o presidente Jair Bolsonaro deseja ter maior influência política nos quartéis.
Em novembro do ano passado, o comandante do Exército, Edson Pujol, afirmou que os militares não querem "fazer parte da política, muito menos deixar a política entrar nos quartéis".
Na ocasião, o vice-presidente Hamilton Morão, também general quatro estrelas da reserva, reforçou a posição de Pujol.

Leia a íntegra da nota do Ministério da Defesa:


Ministério da Defesa


Centro de Comunicação Social da Defesa


Nota oficial


Brasília, DF


Em 30 de março de 2021


O Ministério da Defesa (MD) informa que os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica serão substituídos.


A decisão foi comunicada em reunião realizada nesta terça-feira (30), com presença do Ministro da Defesa nomeado, Braga Netto, do ex-ministro, Fernando Azevedo, e dos Comandantes das Forças

Deputado Federal Danilo Cabral cobra volta da Operação Carro-Pipa

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7.3.21

Da Folha PE

Por causa da suspensão do Programa Emergencial de Distribuição de Água, conhecido como Operação Carro-Pipa, o deputado federal Danilo Cabral, líder do PSB na Câmara dos Deputados, cobrou, através de pedido de informações, ao Ministério da Defesa, responsável pela ação em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento Regional, a retomada da iniciativa. Segundo informações do governo federal, há problemas com a operação em todo país que o programa teria suas atividades completamente paralisadas em março.

“Temos recebido reclamações de vários municípios pernambucanos sobre a suspensão da distribuição de água por carros-pipa, que é uma importante iniciativa do governo federal para as localidades onde não há abastecimento d’água para consumo humano. Por isso, solicitamos aos ministérios informações e a pronta retomada do programa”, afirmou Danilo Cabral.

A Operação Carro-Pipa federal é executada há mais de 20 anos em toda a região rural do Semiárido, abrangendo os estados do Nordeste e parte de Minas Gerais e Espírito Santo. Em 2020, a média mensal de atendimento foi de cerca de dois milhões de pessoas em 600 municípios. No total, foram investidos R$ 603 milhões para o serviço. Uma das justificativas para a suspensão do programa é pelo fato de o Orçamento da União para este ano ainda não ter sido aprovado pelo Congresso Nacional.

“Mas os ministérios têm recebido créditos extraordinários para despesas emergenciais e a Operação Carro-Pipa, por ser recorrente, não é considerada emergencial. Isso é meramente burocrático. É claro que assegurar água potável para a população é uma questão urgente e que deveria demandar atenção do governo”, criticou Danilo Cabral. Em seu pedido de informação, o parlamentar questiona, inclusive sobre a operacionalização do programa neste ano.

De acordo com a vice-presidente da Amupe e prefeita de Surubim, Ana Célia, a situação de muitos municípios é dramática, sobretudo no Agreste de Pernambuco, onde o inverno não chegou. “Estamos em meio a uma crise sanitária, muitos reservatórios estão com níveis baixos e, onde tem água, não tem mais carro-pipa para captar e distribuir nas cidades e povoados”, declarou Ana Célia. A prefeita ressalta que, neste momento de grande dificuldade, a população precisa de proteção do Poder Público e não do corte de serviços básicos. "Nós só vamos conseguir vencer esta terrível situação se todas as esferas de governo fizerem a sua parte e atuarem juntas para proteger a vida dos nossos cidadãos e cidadãs”, acrescentou.

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo, tem 30 dias para responder ao pedido de informação a partir do seu recebimento, sob o risco de crime de improbidade.

Estão abertas as inscrições para alistamento militar obrigatório

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6.1.21




Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Desde o início do ano está aberto o prazo de inscrição para o alistamento militar obrigatório para os jovens brasileiros do sexo masculino que completam 18 anos durante o ano de 2021. O prazo iniciou em 1º de janeiro e vai até 30 de junho. A prestação de serviço militar tem duração de 12 meses. As inscrições online podem ser feitas pelo site www.alistamento.eb.mil.br.
Para a inscrição online é necessário ter em mãos os seguintes documentos: CPF, carteira de identidade, comprovante de endereço com CEP, endereço de e-mail e telefone. Após preencher o formulário, o candidato pode acompanhar os próximos passos no mesmo site. O acesso é feito com o número do CPF e a senha criada no momento do cadastro.

Para quem não tem acesso à internet, a inscrição deve ser feita em uma Junta do Serviço Militar (JMS), mais próxima da sua residência. Nesse caso, o jovem deve apresentar certidão de nascimento ou prova equivalente e comprovante de residência ou declaração firmada por ele.
Casos especiais
Em alguns casos, o alistamento só pode ser feito presencialmente. É a situação do jovem que for arrimo de família, ou seja, o único responsável pelo sustento da família. Nessa situação, o jovem deve apresentar um requerimento pedindo dispensa de incorporação e também apresentar documentos que comprovem sua condição de arrimo.


Outra situação é para os jovens que se enquadrem na condição de pessoa com deficiência. De acordo com o Ministério da Defesa, para solicitar a dispensa o “portador de necessidade especial física aparente, entregará requerimento solicitando isenção do serviço militar e atestado médico com diagnóstico de incapacidade e o respectivo CID, que é a Classificação Internacional de Doenças”.


Caso a pessoa não tenha condição de comparecer à JSM por incapacidade absoluta, ele poderá ser representado por tutor ou curador.


Nome social
A legislação prevê ainda a a possibilidade de o jovem se alistar com o nome social. Nesse caso, o jovem deve se dirigir à junta militar com certidão de nascimento ou equivalente, comprovante de residência, documento oficial com foto, como: carteira de identidade, de trabalho, profissional ou passaporte e requerimento para uso de nome social, disponível neste endereço.


Para quem mora no exterior, é necessário dirigir-se à repartição consular com certidão de nascimento, comprovante de residência e documento oficial com foto.


A seleção dos jovens para ingresso nas Forças Armadas ocorre no período de 1º de julho a 28 de outubro. A primeira etapa é um teste de conhecimentos gerais, seguido de exames médicos e psicotécnicos. Após o resultado, os jovens podem ser incorporados ou dispensados do serviço militar. Caso seja dispensado, o jovem recebe o Certificado de Dispensa de Incorporação (CDI). Ele participa de uma cerimônia onde se compromete a se apresentar futuramente, caso seja necessário.



Os comentários abaixo não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.

Exército está se associando a genocídio' na pandemia do novo coronavírus, diz Gilmar Mendes

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13.7.20

Críticas do ministro do STF são em relação à ocupação de militares em postos de comando no Ministério da Saúde

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), fez duras críticas à ocupação de militares em postos de comando no Ministério da Saúde em meio à pandemia do novo coronavírus, em funções antes exercidas por quadros técnicos.


Segundo ele, o vazio de comando na pasta não é aceitável. O general Eduardo Pazuello, que não tem nenhuma experiência prévia na área de saúde, exerce o posto de ministro interino há 57 dias, sem que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) dê sinais que nomeará um novo titular. Gilmar disse que a situação liga o Exército a um "genocídio" causado pela Covid-19.

"Não podemos mais tolerar essa situação que se passa no Ministério da Saúde. Não é aceitável que se tenha esse vazio. Pode até se dizer: a estratégia é tirar o protagonismo do governo federal, é atribuir a responsabilidade a estados e municípios. Se for essa a intenção é preciso se fazer alguma coisa. Isso é péssimo para a imagem das Forças Armadas. É preciso dizer isso de maneira muito clara: o Exército está se associando a esse genocídio, não é razoável. É preciso pôr fim a isso", criticou.



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O ministro participou na tarde deste sábado (11) de um debate online organizado pela revista IstoÉ e pelo Instituto Brasiliense de Direito Público. O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta e o médico Drauzio Varella também fizeram parte da bancada de debatedores.

Logo depois das declarações de Gilmar, Mandetta também criticou o que chamou de "ocupação militar" na pasta que comandou até abril. Segundo ele, a situação deveria ser tratada com a mesma indignação que ocorreu com as denúncias de que Bolsonaro tentava interferir na Polícia Federal.
"Parece que na minha sucessão trocaram metade, e depois trocaram absolutamente todo o corpo técnico. Aí que está o maior problema. Vi toda aquela discussão do ministro Moro e todos abrindo inquérito para saber se havia ingerência na PF. Acho muito importante que nós averiguemos a interferência na PF. Mas e o desmanche do Ministério da Saúde na maior pandemia do século?", desabafou. "E não é nem uma interferência no Ministério da Saúde, é uma aniquilação. Uma ocupação militar do Ministério da Saúde".

No início do debate, Mandetta já havia feito críticas à gestão de Pazuello à frente da pasta, marcada pela tentativa de esconder os dados sobre os contaminados e os mortos pelo novo coronavírus. Segundo ele, o "Ministério da Saúde perdeu a credibilidade" para dialogar com a sociedade.
Mandetta ainda alfinetou Pazuello. Ao assumir o cargo, o general foi elogiado por membros do governo por sua experiência em cargos ligados à logística do Exército. "Ao invés de especialistas em logística, parece que são especialistas em balística. Porque eu só vejo acúmulo de óbitos nessa política que está sendo feita", ironizou ao ser questionado sobre o protocolo para o uso da cloroquina implantado pela atual gestão do Ministério da Saúde.


Exército dá recado a Trump sobre uso político de militares

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15.6.20

Os meus generais," dizia Donald Trump, quando se referia aos militares que alistou para integrar seu gabinete mesmo antes de tomar posse, em janeiro de 2017.
Na quinta-feira (11), o mais importante militar da ativa no país deixou claro que o Exército não vai terceirizar um general para Trump chamar de seu.

O chefe do Estado-Maior Conjunto, general Mark A. Milley, pediu desculpas ao povo americano e às Forças Armadas por ter participado da encenação promovida pelo presidente no dia 1º, quando manifestantes pacíficos protestando contra a morte de George Floyd foram dispersados com bombas de gás para que Trump saísse numa caminhada em direção a uma igreja que não frequenta e onde posou com uma Bíblia.

Milley estava em uniforme de camuflagem, reforçando a imagem de inserção oficial do Exército num artifício de propaganda política presidencial.

O pedido de desculpas de Milley foi um recado cristalino, diz à Folha o historiador e autor Richard Kohn, professor emérito da Universidade da Carolina do Norte.

"Milley lembrou ao país que o militar é o servo neutro do Estado", disse Kohn, "sem recorrer a um ataque pessoal ao presidente" que, nos Estados Unidos, é o comandante-chefe das Forças Armadas.

Um ponto de virada na tensão com o presidente pode ter sido a declaração do general Jim Mattis, condecorado ex-secretário de Defesa de Trump, que renunciou em 2018.

Depois que Trump ameaçou convocar o Exército para reprimir protestos contra o assassinato de Floyd, Mattis condenou o uso de forças armadas para política interna. "Devemos rejeitar a responsabilizar aqueles eleitos que zombam da nossa constituição," disse Mattis.

Em agosto de 1974, pouco antes de Nixon renunciar para não sofrer impeachment pelo escândalo Watergate, seu secretário de Defesa James Schlesinger, preocupado com a instabilidade, disse ao chefe do Estado-Maior Conjunto, George Brown, para conferir primeiro com ele qualquer ordem militar emitida por Nixon. Tecnicamente seria um golpe branco contra a autoridade constitucional do chefe de Estado?

Timothy Naftali dirigiu a Biblioteca Nixon de 2007 a 2011. Falando por telefone com a Folha, ele diz que a iniciativa de Schlesinger foi motivada pela covardia de Nixon, que delegava a subordinados decisões controversas, e Schlesinger temia que um renegado subalterno desse ordens malucas em nome do presidente.

O democrata Joe Biden sugeriu, na quinta, que Trump ia tentar roubar a eleição de novembro. Pergunto a Richard Kohn se, como em 1974, os militares discutem a cadeia de comando sob um presidente tão instável. Com certeza, admite. "Desde o começo deste governo, eles conversam sobre cenários incomuns."

Mas lembra que, ao meio dia de 20 de janeiro de 2020, se o perdedor da eleição estiver na Casa Branca, deve ser escoltado pelo Serviço Secreto a um helicóptero. E não terá qualquer poder constitucional, seja de apertar o botão nuclear ou pedir um hambúrguer.

Bolsonaristas que participaram de ato na porta do QG do Exército no Recife são chamados pela Polícia Civil para esclarecimentos

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25.4.20

Blog do Jamildo

O número total de pessoas chamadas a se explicar não é conhecido, mas alguns organizadores de grupos bolsonaristas que tomaram parte de um evento na porta do Quartel General do Exército, no domingo, gerando aglomeração na BR-232, em desacordo com o decreto de Paulo Câmara pelo combate à pandemia, estão sendo chamados a prestar depoimento na Polícia Civil.
As intimações citam como referência crime de desobediência, em cartas expedidas pela Delegacia de Jardim São Paulo.
O pré-candidato a prefeito do Recife Alberto Feitosa, do PSC, saiu em defesa das manifestações e criticou o governador Paulo Câmara.

“Meu pensamento está alinhado com o que disse Bolsonaro. Sou contra o fechamento de instituições ou aplicação do AI-5. O que eu critico é o uso de dois pesos e de duas medidas, pelo governo do Estado. No País que pessoas defendem drogas, aborto, em que os governadores do Nordeste assinam carta criticando a Justiça pela prisão de Lula, as pessoas não podem se manifestar (no caso, a favor do AI-5)? A Justiça não se manifestou quando Lula pediu que as pessoas foram para rua. Aqui, o governador, chefe da Polícia Civil, criticou a prisão de Lula, mas manda agora a Polícia Civil promover um ato de intimidação contra uma manifestação pacífica”, reclamou.


Veja a nota oficial da Polícia Civil de Pernambuco

“A Delegacia de Jardim São Paulo abriu Inquérito Policial para investigar o descumprimento do artigo 268 do Código Penal, que frisa “infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação doença contagiosa” e determinações sanitárias contidas em decretos estaduais e municipais da cidade do Recife, que proíbem aglomerações a partir de 10 pessoas. Isso porque na manifestação do último domingo, no Curado, a polícia recebeu denúncias de que havia cerca de 100 pessoas reunidas às margens da BR-232. Líderes da manifestação estão sendo intimados para esclarecer os fatos. É importante ressaltar que o inquérito não tem como objeto a motivação do protesto, mas a desobediência de medidas de prevenção à disseminação do novo Coronavírus. Desde os primeiros registros da doença no Estado, as forças de segurança atuaram em cerca de 40 mil denúncias de desobediência às orientações de saúde pública, entre aglomerações e funcionamento irregular de estabelecimentos, e 220 pessoas, em 56 cidades pernambucanas, foram conduzidas para delegacias.”

Defesa Civil de Casinhas cancela reunião entre líderes de cisternas e pipeiros do Exército devido coronavírus

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24.3.20

Secretário de Agricultura e Meio Ambiente, André Ferreira também é coordenador deProteção e Defesa Civil de Casinhas
(Foto: Henrique Silva/Divulgação)

 ASCOM CASINHAS
A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil de Casinhas (COMPDEC), coordenada pelo atual secretário de Agricultura e Meio Ambiente, André Ferreira, está comunicando aos líderes de cisternas do município que são cadastrados na Operação Pipa do Exército Brasileiro o cancelamento da reunião que estava marcada com eles para esta quarta-feira, dia 25 de março. "Optamos por cancelar para evitar a aglomeração de pessoas visando preservar a saúde e proteger a todos contra o coronavírus", justifica o secretário André Ferreira.

Prorrogadas inscrições para seleção no Exército

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12.9.19

Selecionados serão designados para João Pessoa, Campina Grande, Caicó, Garanhuns, Maceió, Natal, Petrolina, Recife e São Bento do Una

As inscrições para processos seletivos que vão contratar miltares temporários no Exército foram prorrogadas para as vagas de Oficiais Técnicos Temporários (OTT), que possuem nível superior, Sargentos Técnicos Temporários (STT) e Cabos Especialistas Temporários (CET) de diversas áreas técnicas. Há oportunidades na Paraíba. Veja abaixo os editais.

De acordo com o Comando da 7ª Região Militar do Exército Brasileiro (7ª RM), que abrange os estados da Paraíba, Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte, a remuneração dos selecionados varia entre R$ 2.627 e R$ 6.993.

As inscrições terminariam nesta quinta-feira (12), mas foram prorrogadas e agora seguem até o próximo domingo (15). A seleção busca brasileiros, de ambos os sexos, com idade entre 19 a 37 anos.

Os selecionados serão designados para as seguintes cidades: João Pessoa, Campina Grande, Caicó, Garanhuns, Maceió, Natal, Petrolina, Recife e São Bento do Una.

Editais
No Comando do 1º de Grupamento de Engenharia, em João Pessoa, serão abertas vagas para Oficiais, duas vagas para Engenharia Ambiental, uma para Direito e uma para Capelão (Teologia Católica), além de vagas para Sargentos Temporários.

Veja abaixo os links para os editais de acordo com os cargos. Nos editais, o candidato pode conferir as especialidades com vagas disponíveis.

Decreto de armas: Exército veta fuzil para cidadão comum e libera pistolas 9 mm e .45

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15.8.19

Bolsonaro ampliou a potência das armas que podem ser adquiridas pela população em geral, mas cabia ao Exército definir os modelos.
Por Tahiane Stochero e Vitor Sorano, G1
Pistola .40, usada pelas polícias militares, poderá ser comprada pela população, para manter em casa. Porte não é permitido — Foto: Reprodução/Polícia Civil
O Exército Brasileiro vetou a compra de fuzis por cidadãos comuns, mas liberou o acesso a pistolas que antes eram de uso restrito das forças de segurança, como a 9mm e a .45. As regras constam de uma portaria publicada nesta quinta-feira (15) no Diário Oficial da União. O texto regulamenta um dos decretos sobre armas do presidente Jair Bolsonaro, que foi publicado em junho.

A portaria define quais armas são classificadas de uso permitido, que podem ser adquirido por qualquer pessoa que cumpra os requisitos legais para ter uma arma; e as de uso restrito, que só podem ser usados por categorias específicas.

Os fuzis de diversos calibres, como 5.56mm e 7.62mm, foram classificados como restritos – ou seja, não podem ser adquiridos pelo cidadão comum.

POSSE E PORTE DE ARMAS: entenda o que está valendo e o que precisa ser definido
Já pistolas como a 9mm Parabellum e a 45 Glock Automatic foram classificadas como de uso permitido – ou seja, podem ser adquiridas pelo cidadão comum. As duas arma, antes, eram de uso restrito de forças de segurança.

Logo após a publicação dos decretos de Bolsonaro, a fabricante de arma Taurus afirmou que seu fuzil T4 estaria liberado à população, o que não ocorreu. A arma não está entre as de uso permitido e o calibre dela, 5.65, foi classificado como restrito.


Para comprar uma arma, o cidadão precisa obter a autorização para a posse, que o permite ter o equipamento em casa. Para transportá-lo fora de casa é preciso ter uma outra autorização, a de porte.

Decreto ampliou potência
Em maio, Bolsonaro publicou um decreto que ampliou a potência das armas que poderiam ser classificadas como de uso permitido. O texto estabeleceu que estariam nessa categoria armas e munições com energia cinética de até 1.620 joules – número quatro vezes superior ao que era permitido até então.

O decreto, de número 9.785, alterava uma série de outras normas sobre posse e porte de armas, e acabou revogado pelo próprio presidente, mas a ampliação da potência foi mantida, por meio do decreto 9.847, que está vigente.

Os decretos, entretanto, estabeleceram que caberia ao Exército definir quais armas e munições se enquadram nos novos limites estabelecidos pelo presidente. A tarefa foi atribuída à a Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados.

Os militares, então, fizeram diversos testes reais e em simulador para verificar a energia cinética emitida no cano da arma e, com isso, definiram as listas de armas permitidas e restritas publicada nesta quinta-feira (veja abaixo).

Os calibres que não estiverem listados vão ser avaliados para serem incluídos em novas versões das listas. O G1 questionou a posição do Exército sobre o fato do fuzil T4 ter ficado fora dos permitidos, e aguarda retorno.

Em nota, a Taurus afirmou que, com a portaria do Exército, "terá a oportunidade de oferecer ao mercado brasileiro quase toda a sua linha de produtos, com diferentes tipos de calibres em vários modelos de armas, que já oferecemos aos clientes de todo o mundo, e que até então só oferecíamos uma pequena parcela deste portfólio. Isso certamente vai incrementar as vendas da companhia e nos aproximar muito dos nossos clientes, fortalecendo a marca".

Armas de porte e portáteis
A lista de armas de uso permitido publicada nesta quinta-feira inclui dois tipos de arma: as como "de porte", como as pistolas e revólveres; e as "portáteis", como carabinas e espingardas.

Há, entretanto, uma divergência em dois decretos de Bolsonaro sobre a possibilidade de o cidadão adquirir as armas portáteis.

O decreto nº 9.845, que está em vigor, diz que "não será concedida autorização para armas de fogo portáteis". Ou seja, carabinas e espingardas não poderiam ser vendidas ao cidadão comum.

Mas, o decreto nº 9.847, que também está em vigor e que foi publicado no mesmo dia, não faz essa restrição, e autoriza a venda de armas portáteis por estabelecimentos comerciais.

O G1 questionou o Planalto sobre a contradição, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

Fuzil nacional T4 da Taurus, calibre 5.56mm, não está dentre os permitidos à população — Foto: TV Globo Fuzil nacional T4 da Taurus, calibre 5.56mm, não está dentre os permitidos à população — Foto: TV Globo
Fuzil nacional T4 da Taurus, calibre 5.56mm, não está dentre os permitidos à população — Foto: TV Globo

Posse e porte
Posse e porte são coisas diferentes. Enquanto a posse é a autorização para comprar e ter a arma em casa ou no escritório, o porte é a autorização, concedida em um procedimento separado, para carregá-la consigo fora de casa, sendo concedido a determinadas categorias e sob o cumprimento de certas condições.

Calibres nominais de armas e munições de uso PERMITIDO

Calibre Nominal Energia (Joules) Classificação*
9x19mm PARABELLUM 629,81 Permitido
9x18 Makarov 285,95 Permitido
9x23 Winchester 795,6 Permitido
10mm Automatic 927,55 Permitido
221 RemingtonFireball 955,74 Permitido
25 Automatic 87,78 Permitido
25 North American Arms 151,7 Permitido
30 Luger (7.65mm) 396,41 Permitido
32 Automatic 195,65 Permitido
32 H&R Magnum 320,94 Permitido
32 North American Arms 268,81 Permitido
32 Short Colt 117,99 Permitido
32 Smith &Wesson 129,79 Permitido
32 Smith &WessonLong 177,17 Permitido
327 Federal Magnum 815,61 Permitido
356 TSW 680,34 Permitido
357 Magnum 1322,76 Permitido
357 Sig 685,72 Permitido
38 Automatic 419,17 Permitido
38 Smith &Wesson 202,51 Permitido
38 Special 437,88 Permitido
38 SuperAutomatic +P 569,23 Permitido
380 Automatic 280,26 Permitido
40 Smith &Wesson 666,25 Permitido
400 Cor-Bom 854,35 Permitido
44 S&W Special 632,48 Permitido
45 Automatic 590,48 Permitido
45 Auto Rim 471,2 Permitido
45 Colt 755,15 Permitido
45 Glock AutomaticPistol 661,6 Permitido
45 Winchester Magnum 1318,42 Permitido
6 x 45mm 1505,01 Permitido
17 Hornet 791,07 Permitido
17 Remington 1204 Permitido
17 RemingtonFireball 1115,4 Permitido
218 Bee 1028,16 Permitido
22 Hornet 973,61 Permitido
221 RemingtonFireball 1332,02 Permitido
25-20 Winchester 540,51 Permitido
30 Carbine 1278,46 Permitido
32-20 Winchester 433,44 Permitido
38-40 Winchester 716,53 Permitido
38-55 Winchester 1297,16 Permitido
44-40 Winchester 831,14 Permitido
17 Mach 2 206,73 Permitido
17 Hornady Magnum Rimfire 332,46 Permitido
17 Winchester Super Magnum 541,8 Permitido
22 Short 101,82 Permitido
22 Long 128,86 Permitido
22 Long Rifle 247,93 Permitido
22 Winchester Rimfire 228,91 Permitido
22 Winchester Magnum (Rimfire) 440,64 Permitido
Fonte: Portaria do Exército no Diário Oficial da União

Calibres nominais e munições de uso RESTRITO

Calibre Nominal Energia (Joules) Classificação*
41 Remington Magnum 1657,91 Restrito
44 Remington Magnum 1849,35 Restrito
454 Casull 3130,41 Restrito
460 S&W Magnum 3883,88 Restrito
457 Linebaugh 2359,85 Restrito
480 Ruger 1986,47 Restrito
50 Action Express 1917,38 Restrito
500 S&W Magnum 3900,98 Restrito
500 Special 1991,78 Restrito
6mm Remington 3140,32 Restrito
6.5 Creedmoor 3356,24 Restrito
6.5 Grendel 2464,41 Restrito
6.5 x 55 Swedish 3152,18 Restrito
6.8mm Remington SPC 2636,84 Restrito
7mm Mauser (7x57) 3327,22 Restrito
7mm Remington Magnum 4365,04 Restrito
7mm Remington Short Action Ultra Magnum 4324,95 Restrito
7mm Remington Ultra Magnum 4961,65 Restrito
7mm Shooting Times Westerner 5086,92 Restrito
7mm Weatherby Magnum 4248,57 Restrito
7mm Winchester Short Magnum 4623,38 Restrito
7mm-08 Remington 3715,49 Restrito
7 x 64 Brenneke 3667,25 Restrito
7-30 Waters 2633,16 Restrito
7.62 x 39 2044,6 Restrito
8mm Mauser (8x57) 2801,88 Restrito
8mm Remington Magnum 5247,44 Restrito
9.3 x 62 4794,67 Restrito
204 Ruger 1715,78 Restrito
22-250 Remington 2340,59 Restrito
220 Swift 2340,59 Restrito
222 Remington 1717,63 Restrito
222 Remington Magnum 1711,17 Restrito
223 Remington 1959,07 Restrito
223 Winchester Super Short Magnum 2496,62 Restrito
225 Winchester 2074,61 Restrito
243 Winchester 2893,31 Restrito
243 Winchester Super Short Magnum 3020,36 Restrito
25 Winchester Super Short Magnum 3241,22 Restrito
25-06 Remington 3384,37 Restrito
25-35 Winchester 1720,04 Restrito
250 Savage 2372,58 Restrito
257 Roberts 2598,42 Restrito
257 Weatherby Magnum 4017,36 Restrito
26 Nosler 4488,65 Restrito
260 Remington 3129,17 Restrito
264 Winchester Magnum 3830,64 Restrito
27 Nosler 4623,38 Restrito
270 Weatherby Magnum 4681,35 Restrito
270 Winchester 4063,52 Restrito
270 Winchester Short Magnum 4480,03 Restrito
28 Nosler 4938,3 Restrito
280 AckleyImproved 4478,49 Restrito
280 Remington 4020,74 Restrito
284 Winchester 3674,33 Restrito
30 Nosler 5500,87 Restrito
30 Remington AR 2897,37 Restrito
30 Thompson Center 4022,98 Restrito
30-06 Springfield 4514,68 Restrito
30-30 Winchester 2727,99 Restrito
30-40 Krag 3173,01 Restrito
300 AAC Blackout 1924,61 Restrito
300 Holland&Holland Magnum 4462,77 Restrito
300 Remington Short Action Ultra Magnum 4715,03 Restrito
300 Remington Ultra Magnum 5635,08 Restrito
300 RugerCompact Magnum 4857,44 Restrito
300 Savage 3389,69 Restrito
300 Weatherby Magnum 5291,04 Restrito
300 Winchester Magnum 5278,22 Restrito
300 Winchester Short Magnum 4916,85 Restrito
303 British 3590,52 Restrito
307 Winchester 3303,65 Restrito
308 Marlin Express 3369,3 Restrito
308 Winchester 4119,43 Restrito
32 Winchester Special 2884,6 Restrito
325 Winchester Short Magnum 5303,51 Restrito
33 Nosler 6112,21 Restrito
338 Federal 4372,19 Restrito
338 Lapua Magnum 6548,66 Restrito
338 Marlin Express 3914,52 Restrito
338 Remington Ultra Magnum 6112,21 Restrito
338 RugerCompact Magnum 5203,47 Restrito
338 Winchester Magnum 5899,62 Restrito
340 Weatherby Magnum 6548,66 Restrito
348 Winchester 3777,58 Restrito
35 Nosler 6095,27 Restrito
35 Remington 2913,69 Restrito
35 Whelen 4556,56 Restrito
350 Remington Magnum 4702,32 Restrito
356 Winchester 3381,39 Restrito
358 Winchester 3691,95 Restrito
36 Nosler 6438,13 Restrito
370 Sako Magnum 5597,76 Restrito
375 Holland&Holland Magnum 6601,18 Restrito
375 Remington Ultra Magnum 6828,96 Restrito
375 Ruger 6554,94 Restrito
375 Winchester 2860,96 Restrito
376 Steyr 5409,68 Restrito
405 Winchester 4370,54 Restrito
416 Remington Magnum 6935,07 Restrito
416 Rigby 6762,77 Restrito
416 Ruger 6992,98 Restrito
416 Weatherby Magnum 8487,06 Restrito
44 Remington Magnum 2281,89 Restrito
444 Marlin 4594,48 Restrito
45-70 Government 4031,29 Restrito
450 Bushmaster 3809,55 Restrito
450 Marlin 4757,23 Restrito
457 Wild West Guns 4978,82 Restrito
458 Lott 7928,21 Restrito
458 Winchester Magnum 7551,52 Restrito
470 Nitro Express 6956,89 Restrito
475 Turnbull 5433,07 Restrito
500 Nitro Express 3" 7747,49 Restrito
5.56x45 mm 1748,63 Restrito
7.62x51 mm 3632,01 Restrito
12.7x99 mm 17112,5 Restrito
Fonte: Portaria do Exército no Diário Oficial da União
* Conforme o previsto no inciso I do art. 2º do Decreto nº 9.785, de 07 de maio de 2019.

Dúvidas ainda pairam
Tanto o Congresso Nacional quanto o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda devem analisar a constitucionalidade dos decretos editados por Bolsonaro que ampliaram a compra de armas pela população. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e do Senado já se manifestaram contra os decretos, o que levou o governo federal a enviar um projeto de lei ao Congresso para tentar regulamentar a questão.

No STF, partidos políticos também questionaram a constitucionalidade dos decretos. As ações ainda estão pendentes de julgamento.

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