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MAIS UM: Ministro da Defesa renuncia ao cargo

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29.3.21


O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, informou em nota oficial nesta segunda-feira (29) que deixará o cargo. A exoneração ainda não foi publicada no "Diário Oficial da União".
O comunicado não informa o motivo da decisão, que não havia sido antecipada pelo ministro ou pelo presidente Jair Bolsonaro até esta segunda. Azevedo e Silva foi anunciado como ministro ainda durante a transição de governo, em 2018.
O nome do substituto ainda não havia sido anunciado até a última atualização deste texto.


Azevedo foi chefe do Estado-Maior do Exército, um dos postos de maior prestígio na Força, e passou à reserva em 2018. Quando foi anunciado ministro, ele era assessor do então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.


Azevedo e Silva permaneceu por dois anos e três meses à frente do Ministério da Defesa. As Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) são vinculadas à pasta.


Neste período, Bolsonaro manteve o hábito de visitar a sede do ministério, na Esplanada dos Ministérios, e priorizou os gastos na área. O governo aprovou uma reformulação da carreira dos militares, por exemplo, e conseguiu negociar junto ao Congresso regras diferenciadas para a categoria na reforma da Previdência.


Azevedo e Silva foi o segundo militar a comandar o Ministério da Defesa desde a criação da pasta, em 1999, no governo de Fernando Henrique Cardoso. O primeiro militar a ocupar o posto foi o general Joaquim Silva e Luna, indicado por Michel Temer.
G1

Presidente do Banco do Brasil renuncia ao cargo

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19.3.21

/

Agência Brasil


Depois de menos de seis meses no cargo, o presidente do Banco do Brasil (BB), André Brandão, renunciou nessa quinta-feira (18). A renúncia foi divulgada no início da noite, em fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão responsável por regular as relações de companhias com ações na bolsa de valores com os investidores. A saída terá efeito a partir de 1º de abril.

Segundo o comunicado, Brandão apresentou o pedido de renúncia ao presidente Jair Bolsonaro, ao ministro da Economia, Paulo Guedes e ao presidente do Conselho de Administração do BB, Hélio Lima Magalhães.


Brandão tinha assumido o comando do Banco do Brasil em 22 de setembro do ano passado, sucedendo a Rubem Novaes. Nos quase seis meses de administração, a gestão concentrou-se em cortar custos.

O presidente do BB implementou um programa de desligamento voluntário de cerca de 5 mil funcionários do banco e fechou 361 pontos de atendimento em todo o país, para economizar R$ 353 milhões em 2021 e R$ 2,7 bilhões até 2025. Em contrapartida, a gestão anunciou a abertura de 14 agências voltadas ao agronegócio.

Ludhmila Hajjar rejeita convite para Ministério da Saúde. Bolsonaro cogita outros nomes

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15.3.21


'Não houve convergência técnica entre nós', diz médica que rejeitou convite de Bolsonaro para assumir Ministério da Saúde
Ludhmila Hajjar era a mais cotada para assumir a pasta no lugar de Eduardo Pazuello. Em entrevista à GloboNews, ela defendeu medidas de isolamento com respaldo técnico e negociação para compra de mais vacinas.
A médica Ludhmila Hajjar disse nesta segunda-feira (15) que não aceitou substituir Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde porque não havia "convergência técnica" entre ela e o governo. Em entrevista à GloboNews, Ludhmila defendeu medidas de isolamento social para reduzir a mortalidade e prioridade à negociação de vacinas.
"Cenário no Brasil é bastante sombrio. O Brasil vai chegar em 500 mil, 600 mil mortes", afirmou ela, ao comentar o atual momento da pandemia.
Segundo a médica, o que o governo esperava não se encaixa no seu perfil. "A minha qualificação, os meus planos e meus objetivos seguem uma linha, que eu acho que é distinta do governo atual. Então, só me cabe respeitar e agradecer a oportunidade." Ludhmila disse que a preocupação do governo é com a economia e os impactos sociais, mas ela apresentou outras ideias para enfrentar a pandemia.

"Penso pra isso neste momento, para reduzir as mortes, tem que reduzir a circulação das pessoas, de maneira técnica e respaldada por dados científicos. E um Ministério da Saúde forte pode dar esse respaldo que os governos estaduais precisam, esse apoio e essa união. Penso e considero ser emergencial a abertura de leitos com capacitação estrutural e humana."
A médica também defendeu que o Ministério da Saúde se preocupe em orientar equipes médicas sobre a melhor forma de atender pacientes com Covid-19, criando uma referência nacional de protocolo (veja o vídeo abaixo). "Não dá para esperar dezembro a população ser vacinada."

"O Brasil precisa de protocolos, e isso é pra ontem. (...) Nós estamos discutindo azitromicina, ivermectina, cloroquina. É coisa do passado. A ciência já deu essa resposta. Cadê um protocolo de tratamento? (...) Perdeu-se muito tempo na discussão de medicamentos que não funcionam."
Ela mencionou a importância de discutir o momento certo de internar ou entubar pacientes, além do uso de medicamentos como corticoides ou anticoagulantes. Para ela, grupos de especialistas e sociedades médicas deveriam estar dentro do Ministério da Saúde para elaborar recomendações.
O nome da médica encontrava respaldo entre parlamentares e integrantes do Supremo Tribunal Federal. No domingo, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), Lira disse numa rede social que o enfrentamento da pandemia “exige competência técnica” e “capacidade de diálogo político” e que enxerga essas qualidades em Ludhmila.
"É um desejo meu que quem vá substituir o Pazuello tenha autonomia. Depende uma mudança do governo, do que pensa sobre a pandemia."
Ataques
Após a revelação pelo blog da Andréia Sadi de que ela era a principal cotada para assumir o Ministério da Saúde no lugar de Eduardo Pazuello, a médica passou a ser alvo de ataques das redes bolsonaristas. Em entrevista, ela disse que recebeu ameaças e que tentaram entrar em seu hotel.

"Nestas 24 horas houve uma série de ataques à minha pessoa, à minha reputação. (...) Estou num hotel em Brasília, e houve três tentativas de entrar no hotel. Pessoas que diziam que estavam com o número do quarto e que eu estava esperando-os. Diziam que eram pessoas que faziam parte da minha equipe médica. Se não fossem os seguranças do hotel, não sei o que seria..."
Ludhmilla Hajjar comenta ataques que recebeu
Ludhmilla Hajjar comenta ataques que recebeu

Ludhmila, que se encontrou com Bolsonaro no domingo (14) em Brasília, voltará ainda nesta segunda para São Paulo, onde ela é supervisora da área de Cardio-Oncologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora de cardiologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.

Vacinas
Ludhmila Hajjar comenta pontos cruciais da condução na pandemia "resgatar o tempo perdido na aquisição das vacinas"
Ludhmila Hajjar comenta pontos cruciais da condução na pandemia "resgatar o tempo perdido na aquisição das vacinas"


Ainda na entrevista, a médica defendeu uma união em busca de vacinas para o país.

"Não podemos perder tempo com as vacinas. Nós já perdemos muito tempo. Tem que ser um esforço nacional, com melhora da articulação nacional. O Brasil tem que falar com a OMS, tem que falar com o mundo todo, tem que pedir ajuda e tem que ser ágil na aquisição de vacinas. A gente esperar que a população seja vacinada até dezembro, a gente vai perder muitas vidas."
Para ela, houve falta de negociação de doses com os fabricantes, "por subestimar a gravidade da pandemia".

Outros cotados
O governo cogita outros nomes para o cargo de Pazuello, como o médico Marcelo Queiroga. Ele já foi indicado para a presidência da Agência Nacional de Saúde Suplementar e aguarda a sabatina pelo Senado. Nesta segunda, o médico se reúne com Bolsonaro. Além disso, integrantes do governo acreditam que a saída do ministro pode desacelerar a investigação contra ele por suposta omissão na crise sanitária no Amazonas, onde a falta de oxigênio levou à morte de dezenas de pacientes no início do ano.

Essa avaliação também é compartilhada por ministros do STF, onde tramita a apuração. Mesmo a decisão do relator do inquérito, Ricardo Lewandowski, de enviar o processo para a 1ª instância por conta da saída de Pazuello do ministério pode demorar, aposta o Planalto.

'Não estou doente, o presidente não pediu meu cargo, mas o entregarei assim que pedir', diz Pazuello Ministro da Saúde

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14.3.21

Folha PE

O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, afirmou, neste domingo (14), que não está com problemas de saúde e que, por ora, continua chefiando a pasta.
"Não estou doente, o presidente não pediu o meu cargo, mas o entregarei assim que o presidente pedir. Sigo como ministro da saúde no combate ao coronavírus e salvando mais vidas", afirmou, em declaração distribuída por assessores do ministro.
Segundo o jornal O Globo, o ministro Pazuello pediu para sair alegando problemas de saúde. A Folha confirmou que Pazuello disse a Bolsonaro ter problemas cardíacos e que não se recuperou 100% das sequelas da Covid-19, doença que contraiu em outubro.
Pressionado pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro busca um substituto para o lugar do general Eduardo Pazuello. Caso a troca se confirme, o país terá seu quarto ministro em pouco mais de 12 meses de pandemia.

Conforme informou a coluna de Monica Bergamo, a cardiologista Ludhmila Hajjar, do Incor e da rede de hospitais Vila Nova Star, esteve em Brasília neste domingo para conversar com o presidente Jair Bolsonaro sobre a possibilidade de assumir a pasta. Ele tem apoio de líderes do chamado "centrão".

O chamado "centrão" redobrou a pressão sobre Bolsonaro pela saída do general e quer indicar alguém ao cargo. O governo entendeu o recado e, na noite de sábado (13), o presidente e ministros militares foram ao encontro de Pazuello para discutir a situação.

A cobrança se dá no momento em que a escalada da pandemia assume velocidade inédita no país. No sábado (13), o Brasil registrou o 15º dia seguido de recorde da média de mortes em sete dias, 1.824 e o 52º consecutivo com o patamar de mortes acima de mil por dia.

Na quarta (10), o consórcio de veículos de imprensa formado por Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 aferiu, com as secretarias estaduais de saúde, o recorde de registros de óbito em 24h de toda a pandemia: 2.349, número que extrapola em mortes todas as tragédias brasileiras.
Ainda no início da tarde deste domingo (14), parlamentares diziam não saber se a troca aconteceria agora ou em 15 dias, devido a uma expectativa repassada a eles de que a curva de mortes diminua. Não há, contudo, nenhum indício de que isso vá ocorrer –pelo contrário.

Com a pandemia se agravando pelo país, Bolsonaro tem dando uma guinada em seu discurso, agora a favor da vacina –o que fez do ministro, cuja pasta errou entregas de doses para os estados e que só nos oito primeiros dias neste mês reduziu cinco vezes as previsões de vacinas, um telhado de vidro.

Em entrevista à Folha de S.Paulo publicada no sábado, o presidente do conselho que reúne os secretários estaduais de saúde, Carlos Lula, afirmou que ele e os colegas perderam a paciência com o general. Os estados enfrentam um cenário de colapso hospitalar em curso ou iminente, com a explosão de internações e mortes de norte a sul do país.

Pesa também no cálculo do entorno de Bolsonaro o retorno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao jogo político. Para parlamentares, este novo cenário serviu como catalisador da mudança de postura de Bolsonaro.

Ministro da Saúde Pazuello pede para deixar Ministério

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O presidente Jair Bolsonaro deve trocar nos próximos dias o comando do Ministério da Saúde, hoje a cargo do general Eduardo Pazuello, segundo fontes do Planalto. De acordo com esses interlocutores do presidente, o atual ministro comunicou a Bolsonaro estar com problemas de saúde e que, por isso, precisará de mais tempo para se a reabilitar. As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo.

O pedido de afastamento coincide com o auge da pressão de deputados do Centrão, que pleiteiam mudança no comando da pasta sob pretexto de má gestão durante a pandemia.

Pessoas próximas ao presidente já entraram em contato com dois médicos cardiologistas cotados para substituir Pazuello: Ludhmilla Abrahão Hajjar, professora associada da USP, e Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. O primeiro nome, como divulgou o blog de Andreia Sadi, é o preferido do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e de deputados do Centrão.

Um integrante do núcleo de Bolsonaro ouvido pelo Globo alega que a mudança não ocorrerá por pressão de parlamentares, mas, segundo ele, por motivos de saúde de Pazuello. Para sustentar seu argumento, essa fonte diz que, se fosse para ceder ao Centrão, o escolhido seria o deputado federal Dr. Luizinho (PP-RJ), que teria sido o primeiro nome indicado pelo bloco.

Além de criticarem a gestão de Pazuello, principalmente por conta do atraso no cronograma de vacinação, deputados do Centrão disseram em caráter reservado ao Globo que, com a volta de Lula ao cenário eleitoral, o bloco, hoje na base de Bolsonaro, ganha mais força para pleitear espaço na administração pública.

Sem citar especificamente o Ministério da Saúde, esses parlamentares lembraram que o grupo integrou o governo do petista e, em 2022, servirá como fiel da balança na composição de forças políticas entre o atual presidente e o ex.

No sábado, a troca no comando da pasta foi tratada em conversa de Bolsonaro com o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL). No final do dia, Bolsonaro se reuniu com os ministros Eduardo Pazuello, Walter Braga Netto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Fernando Azevedo (Defesa) no hotel de Trânsito do Exército, onde mora Pazuello.

Partidos do Centrão têm pressionado para a troca do ministro sob argumento de que a imagem de Pazuello está desgastada por conta das ações de combate à pandemia. Alegam ainda que o ministro apresentou números divergentes sobre a vacinação da população.

O ministro declarou formalmente ao Congresso que pretende distribuir 38 milhões de doses em março. Em solenidade na quarta-feira no Palácio do Planalto, Pazuello admitiu que o número pode ser menor. "Estamos garantindo para março entre 22 e 25 milhões de doses, podendo chegar a até 38 milhões de doses", disse.

Presidente do Banco do Brasil coloca cargo à disposição de Bolsonaro

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28.2.21


Correio Braziliense
Foto: Alan Santos/PR
O presidente do Banco do Brasil (BB), André Brandão, colocou o cargo à disposição do presidente Jair Bolsonaro. A interlocutores, ele demonstrou estar incomodado com o clima político de Brasília e, sobretudo, com os rumores de que poderia ser o próximo alvo de Bolsonaro.

Brandão decidiu colocar o cargo à disposição depois que Bolsonaro anunciou a troca o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, pelo general Joaquim Silva e Luna. A manutenção do executivo no BB já era uma incógnita desde o anúncio do plano de reestruturação do banco, que irritou o Palácio do Planalto e fez Bolsonaro pedir sua demissão no início do ano. E a interferência na Petrobras renovou os rumores de que o Banco do Brasil seria o próximo foco de interferências do presidente da República.

Com larga carreira no mercado financeiro, Brandão julgou que seria melhor se antecipar a qualquer medida desse tipo para evitar mais uma onda de turbulência no Banco do Brasil. Ele também não quer ficar sendo fritado pelo Planalto, pois já demonstrou insatisfação com as amarras políticas que rondam o BB e impedem o andamento de medidas de mercado que julga corretas. Por isso, já comunicou a decisão ao ministro da Economia, Paulo Guedes.

Apesar da tentativa de criar a imagem de uma saída tranquila, Brandão mexe com os mercados nesta sexta-feira (26/02). As ações do Banco do Brasil caíam mais de 4% nos últimos minutos do pregão diante da decisão do executivo. No BB, o clima também é de estresse, pois os funcionários do banco vinham aprovando a gestão técnica de Brandão. Oficialmente, contudo, nem o BB, nem o governo comentaram o assunto.

AROEIRAS- Prefeito conta com apenas 4 vereadores na Câmara Municipal e contas reprovadas ainda não foram votadas

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5.9.20

A Câmara Municipal de Aroeiras composta por 11 vereadores, apenas quatro dão sustentação a base Psedebista do Prefeito Mylton Marques, o grupo político do prefeito ainda está fragmentado com a saída do vice Prefieto Jailson Andrade. Blindado por centralizar a política no seu berço familiar, o grupo do anfitrião perdeu nos últimos anos mais da metade dos parlamentares de sua base política. Agora, o grupo político  conta com apenas os vereadores Mário Barbosa, Junior de Chicão (não concorrerá a eleição), Manoel Avelino "Leca e Antonio José , o Zé Bodinho Presidente da Câmara. 
Contas reprovadas do prefeito a mais de um ano não é votada  na Câmara Municipal.
As contas do Prefeito que foram reprovadas pelo TCE PB ainda não foram votadas pela Câmara. O vereador Wilder Mendonça ainda tentou colocar em pauta mais foi impedido pelo Presidente da Câmara Municipal, o zé Bodinho. A pergunta que fica no ar: Qual o motivo que as contas do prefeito naõ foram mais colocadas em pauta e deliberadas para votação? A população está de olho no comportamento de cada parlamentar. 
Eleição 2020
Dos vereadores de mandato para a eleição deste ano, alguns parlamentares poderão não concorrer, outros vereadores tradicionais há indícios que  não voltarão a Casa Pedro de Andrade no próximo ano.  Também estão na lista  nome de vereadores cotados para compor a chapa de vice prefeito,  também para prefeito para a próxima  eleição. Também há na lista nome de vereadores que não concorrerão a eleição. Após as convenções partidárias, veremos o desfecho e formação dos grupos políticos para a eleição no dia 15 de novembro. 


Ministro da Saúde, Henrique Mandetta, é demitido do cargo

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16.4.20

Bolsonaro e Mandetta tiveram divergências públicas em razão das estratégias para conter a velocidade do contágio da Covid-19..
Em meio à pandemia do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro demitiu nesta quinta-feira (16) o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. A informação foi divulgada pelo próprio ministro em uma rede social.

“Acabo de ouvir do presidente Jair Bolsonaro o aviso da minha demissão do Ministério da Saúde. Quero agradecer a oportunidade que me foi dada, de ser gerente do nosso SUS, de pôr de pé o projeto de melhoria da saúde dos brasileiros e de planejar o enfrentamento da pandemia do coronavírus, o grande desafio que o nosso sistema de saúde está por enfrentar”, escreveu Mandetta.

“Agradeço a toda a equipe que esteve comigo no MS e desejo êxito ao meu sucessor no cargo de ministro da Saúde. Rogo a Deus e a Nossa Senhora Aparecida que abençoem muito o nosso país”, prosseguiu.

Ex-deputado federal, Mandetta estava à frente da pasta desde o início do governo, em janeiro de 2019, e ganhou maior visibilidade com a crise provocada pelo novo coronavírus.

Nas últimas semanas, contudo, Bolsonaro e Mandetta tiveram divergências públicas em razão das estratégias para conter a velocidade do contágio da Covid-19, doença provocada pelo vírus.

Em entrevista ao Fantástico, no domingo (12), Mandetta disse que a população não sabe “se escuta o presidente ou o ministro” da Saúde em relação a medidas.

Em coletiva nesta quarta (15), no Palácio do Planalto, o então ministro da Saúde disse que era claro o “descompasso” entre a pasta e as orientações do presidente Jair Bolsonaro. Segundo Mandetta, pessoas cotadas para a sucessão no cargo chegaram a ligar para ele em busca de aconselhamento.

Na entrevista, o ministro também disse que a equipe montada por ele e empossada em 2019 trabalharia em conjunto, e ajudaria na transição para evitar uma ruptura na política contra a Covid-19.
O último dia

Na manhã desta quinta, Mandetta participou de um seminário virtual sobre o enfrentamento ao coronavírus. Durante o papo, afirmou que a perspectiva era de que a mudança no comando do ministério acontecesse “hoje, no mais tardar amanhã”.

No mesmo horário, o presidente Jair Bolsonaro recebeu no Palácio do Planalto o oncologista Nelson Teich. O médico, que atua em São Paulo, desembarcou em Brasília como o principal cotado para assumir o Ministério da Saúde.

Em artigo recente sobre a pandemia, Teich se mostrou a favor do isolamento horizontal, como Mandetta. Ele também afirmou, também em texto nas redes sociais que o enfrentamento da crise não pode levar em conta apenas fatores econômicos ou apenas fatores sanitários.

Até a publicação desta reportagem, nem a reunião com Bolsonaro nem a nomeação de Teich para o cargo tinham sido oficializadas pelo Palácio do Planalto.
Discordâncias

O presidente defende o que chama de “isolamento vertical”, ou seja, isolar somente idosos e pessoas com doenças graves, que estão no grupo de risco. Bolsonaro repete que o isolamento amplo, com suspensão de atividades, traz prejuízos à economia que ele considera até mais graves do que as mortes provocadas pelo coronavírus.

Mandetta reforçou nas últimas semanas a necessidade de isolamento para toda a população e reafirmou que as recomendações e determinações do Ministério da Saúde seguem parâmetros científicos e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Em três ocasiões diferentes, Bolsonaro saiu por ruas de Brasília e cumprimentou apoiadores, mantendo contato físico e descumprindo as orientações dadas por Mandetta e pelas autoridades internacionais de saúde.

A discussão sobre as medidas de restrição, com suspensão de atividades comerciais e aulas, por exemplo, gerou embate do presidente não só com Mandetta, mas também com governadores – em especial com o de São Paulo, João Doria (PSDB), e o do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).

Bolsonaro e Mandetta também discordaram sobre um remédio usado para tratamento de malária como alternativa para o coronavírus, a cloroquina (escute o podcast O assunto sobre o tema ao final da reportagem). Bolsonaro é entusiasta do remédio para tratar a Covid-19. Mandetta alerta para a falta de estudos científicos sobre o tema.

G1 com Se Liga PB

Moro aceita convite para comandar superministério da Justiça no governo Bolsonaro

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1.11.18


Em nota, juiz afirma que a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado o levou a tomar a decisão
Diario de Pernambuco
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Após 1h30 de reunião, o juiz federal Sérgio Moro aceitou nesta quinta-feira (1) o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para ocupar o cargo de ministro da Justiça. O magistrado vai divulgar uma nota detalhando os termos da proposta que aceitou. Na saída, Sérgio Moro chegou a deixar o carro onde estava para falar com a imprensa, mas, diante do tumulto no local, não fez nenhuma declaração.

Em nota, o juiz afirma que aceitou o 'honrado' convite com 'certo pesar', uma vez que terá que abandonar 22 anos de carreira jurídica. 'A perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, a lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão', justifica. Moro ainda ressalta que a Operação Lava Jato seguirá em Curitiba 'com os valores juízes locais'. 

Nesta manhã, Sérgio Moro chegou antes das 8h ao Rio de Janeiro para a reunião com o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), na casa do militar da reserva, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital.

No desenho esboçado pela equipe de Bolsonaro, o novo ministério da Justiça seria mais abrangente e incluiria a área de Segurança Pública - que tem sob seu comando a Polícia Federal -, mais a Secretaria da Transparência e Combate à Corrupção, a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). 

No Twitter, Jair Bolsonaro se pronunciou sobre Moro ter aceitado seu convite para comandar o superministério da Justiça. 'Sua agenda anti-corrupção, anti-crime organizado, bem como respeito à Constituição e às leis será o nosso norte!', escreveu. 

Confira nota oficial divulgada por Sérgio Moro 

“Fui convidado pelo Sr. Presidente eleito para ser nomeado Ministro da Justiça e da Segurança Pública. Após reunião pessoal na qual foram discutidas politicas para pasta, aceitei o honrado convite. Fiz com certo pesar pois terei que abandonar 22 anos de magistratura. A perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, a lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Significa consolidar avanços contra a corrupção e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operação Lava Jato seguirá em Curitiba com os valorosos juízes locais. De todo modo, para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências. Na próxima semana, concederei entrevista coletiva com maiores detalhes.”

Prefeito de São Lourenço da Mata reassume cargo após quase quatro meses de afastamento

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17.1.18


Ao retomar as atribuições de gestor municipal, nesta quarta (17), Bruno Pereira (PTB) afirmou ter convocado tabeliã para ato notarial a fim de registrar a situação da prefeitura ao reassumir o cargo.
Por Antonio Coelho, TV Globo
G1 PE
Prefeito de São Lourenço da Mata, Bruno Pereira (PTB), estava afastado do cargo desde setembro de 2017 (Foto: Reprodução/TV Globo)
Depois de ter o afastamento suspenso devido a uma decisão judicial emitida na terça-feira (16), o prefeito de São Lourenço da Mata, Bruno Pereira (PTB), voltou às atividades na sede da administração municipal nesta quarta-feira (17), por volta das 8h. Segundo o gestor desse município da Região Metropolitana do Recife, que estava afastado do cargo desde setembro de 2017, a retomada ocorreu com dificuldades.

“Os secretários da antiga gestão não estavam aqui para fazer a transição, então reassumimos com algumas dificuldades. Informamos ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas que trouxemos uma tabeliã para fazer um ato notarial e mostrar tudo como assumimos”, afirma.

O gestor, que permanece sendo alvo de investigações, espera que a situação seja resolvida de maneira breve. “Estamos querendo esclarecer isso o mais rápido possível para que a população não sofra mais com essa instabilidade”, finaliza.

Prefeito de São Lourenço da Mata é afastado por ordem da Justiça
Entenda o caso
Uma decisão judicial emitida na terça (16) pelo desembargador Alberto Virgínio, do Tribunal de Justiça de Pernambuco, suspendeu o afastamento de Bruno Pereira, que havia sido distanciado das atribuições na prefeitura em 26 de setembro de 2017, dia em que foi deflagrada a "Operação Tupinambá", da Polícia Civil, para investigar um grupo suspeito de desvio de bens e recursos públicos. (Veja vídeo acima)

A operação foi deflagrada no Recife, em São Lourenço da Mata e em Camaragibe, também na Região Metropolitana, assim como em Caruaru e Bezerros, no Agreste. Em São Lourenço da Mata, a sede da prefeitura foi isolada, mas quando os policiais entraram na sala da Secretaria de Administração para apreender contratos de licitação, o armário estava vazio.

Na casa de Bruno Pereira, foram encontrados R$ 23 mil em espécie. Segundo a Polícia Civil e o Ministério Público de Pernambuco, o prefeito é investigado por suspeita de desviar mais de R$ 20 milhões da prefeitura de São Lourenço da Mata. De acordo com denúncias feitas aos órgãos, Bruno Pereira teria feito contratos frauduentos e contratado "funcionários fantasmas".

Prefeito afastado de São Lourenço da Mata se defende de denúncias
Em entrevista coletiva concedida à imprensa na semana da operação, ele negou as denúncias e assegurou estar sendo vítima de um golpe. Bruno Pereira ainda informou que, dos R$ 23 mil encontrados em sua residência, R$ 14 mil eram de seu pai e outros R$ 6 mil eram de seu irmão. Os R$ 3 mil restantes seriam seus, já que ele afirmou ter o costume de guardar dinheiro em casa

Tiririca renuncia ao cargo de Deputado, vídeo

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6.12.17

Pela primeira vez na tribuna, deputado Tiririca anuncia que deixa a política

Parlamentar mais bem votado no ano de 2010, o humorista afirma que sai da Casa de leis totalmente envergonhado

O deputado Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca (PR-SP), anunciou no início da tarde desta quarta-feira (6/12) que irá deixar definitivamente a carreira política.

“Saio totalmente com vergonha. Não são todos, mas eu queria que vocês tivessem um olhar pelo nosso país, a nossa saúde”, discursou, enquanto ocupava a tribuna da Câmara Federal pela primeira vez em sete anos de Casa.  

Em seu segundo mandato consecutivo, o humorista foi o parlamentar mais bem votado nas eleições de 2010, com 1,3 milhão de votos  


(Veja vídeo abaixo)

Em Casinhas, "a saída de Sinha do Junco foi desrespeitosa com o legislativo Municipal e a Justiça Eleitoral", disse vereadora

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18.5.15



A vereadora de Casinhas Verônica Geriz falou da saída do vereador Sinha do Junco do legislativo Municipal, segundo a vereadora o parlamentar faltou com respeito com a Casa Manoel Veiga e a Justiça Eleitoral.
A reunião aconteceu na última quarta (13).
A vereadora afirmou que o vereador poderia ao menos ter deixado o cargo de vereador de forma respeitosa, acompanhe o vídeo abaixo e fique informado.
Muitas perguntas ficam no ar. o que têm por trás da saída do Sinha do Junco do Legislativo Municipal?
A saída dele foi em um momento ruim para a Prefeita Rosineide ou foi uma manobra para tentar recuperar a imagem do grupo da situação?
A saída de Sinha do Junco para assumir uma secretaria foi ruim?
Assista o vídeo abaixo:








No mesmo dia, a professora Magda Roberta assumiu o cargo no lugar do Sinha do Junco.


Felipão entrega cargo e deixa o futuro nas mãos de Marin

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12.7.14



Técnico volta a driblar perguntas sobre sua possível permanência no comando da seleção. Scolari elogiou o desempenho do time na decisão de terceiro lugar


Nem mesmo a segunda derrota consecutiva na Copa do Mundo, o que não ocorria com a seleção brasileira havia quarenta anos, foi o bastante para fazer Luiz Felipe Scolari descartar sua permanência no comando da equipe. Depois do revés para a Holanda, 3 a 0, neste sábado, no Estádio Nacional Mané Garrincha, Felipão driblou as perguntas dos jornalistas que tentavam descobrir quais são seus planos. “Isso eu não quero discutir com vocês”, afirmou, secamente. O treinador voltou a dizer que entrega o cargo ao presidente da CBF, José Maria Marin, para que ele escolha o que fazer daqui em diante. “Quem deve decidir é o presidente. Como nós já tínhamos combinado antes, no final da competição eu entregaria o cargo, ganhando ou perdendo, qualquer que fosse o resultado. Agora ele terá a capacidade de fazer uma análise do que é melhor fazer.”


Felipão fez uma avaliação positiva da atuação brasileira neste sábado, dizendo que o placar não representa bem o que foi a partida. “Não vejo como criticar a equipe, que teve desenvoltura, tomou um gol logo de cara, acho que foi prejudicada por erros de arbitragem. Mas ainda assim eles foram atrás, tiveram boas oportunidades, não fizeram um jogo ruim o suficiente para perder por 3 a 0. Não fomos mal, na minha opinião, e acho que os jogadores merecem ser reconhecidos pelo que fizeram.” Scolari disse ainda que acredita que não há motivo para que seus jogadores fiquem marcados pela campanha decepcionante na Copa. “Nós, no final da competição, não fomos bem, mas conseguimos uma classificação entre os quatro melhores e não podemos deixar de elogiá-los.” O técnico reconheceu, porém, que o time conseguiu apenas “bons momentos dentro dos jogos”, e não grandes atuações completas.
Fonte: Veja

Blog Casinhas Agreste
 www.casinhasagreste.com.br

 

Casinhas PE: [VÍDEO] José Heleno desabafa,o melhor discurso já visto até hoje em casinhas

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2.4.14


A Areia de Chatinha, zona rural de Casinhas, viveu um momento histórico na manhã da quarta (02) de março, os alunos e pais de alunos preparam uma homenagem inesquecível ao Diretor José Heleno Exonerado pela Prefeita de Casinhas, Maria Rosineide Barbosa.Veja o vídeo abaixo




Para relembrar:


Em Casinhas,[PERSEGUIÇÃO] José Heleno, Diretor de Escola, é retirado de cargo pela Prefeita de Casinhas

Casinhas-PE: Emocionante encontro de pais de alunos que saem em defesa de José Heleno, ouça


O diretor recebeu uma carta de exoneração do cargo, após ter pousado em uma foto ao lado de lideranças política de Casinhas em um encontro com o Secretário das cidades, Danilo Cabral, Nilton Mota, Marcelo Andrade, Verônica Geriz e Maria Pires e o irmão de Zé heleno o vereador Lázaro Santana, encontro formalizado na casa do Ex-vereador Walter Borges que contou com a presença do Ex Prefeito João Camelo.


Casinhas Agreste
www.casinhasagreste.com.br





Juíza da cidade de Belo Jardim é afastada por 140 dias

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30.1.14

A magistrada pode apresentar defesa a qualquer momento

O desembargador e presidente em exercício do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Fernando Eduardo Ferreira, determinou, a partir desta terça-feira (28), o afastamento da juíza da 2ª Vara da Comarca de Belo Jardim, no Agreste do Estado, Marcyrajara Maria Góis de Arruda.

A determinação, segundo publicação no Diário Oficial da Justiça de Pernambuco, foi tomada mediante decisão unânime da Corte Especial. Ao NE10 Interior, a assessoria de imprensa do TJPE informou que a magistrada foi afastada do cargo por 140 dias devido denúncias relacionadas ao exercício da profissão.

Também segundo a assessoria, o período do afastamento pode ser prorrogado até que o Tribunal conclua as investigações sobre os fatos denunciados. O TJPE ainda informou que Marcyrajara pode apresentar defesa a qualquer momento.

Confira na íntegra a decisão publicada no Diário Oficial da Justiça de Pernambuco:
Poder Judiciário
Tribunal de Justiça de Pernambuco

Ato do dia 27 de janeiro de 2014

O desembargador Fernando Eduardo Ferreira, presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco, em exercício, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

Considerando a decisão unânime da Corte Especial, na Sessão do dia 27 de janeiro de 2014, nos autos do Procedimento Administrativo Prévio nº 617/2012-CGJ,

Resolve:

Nº 83/14–SEJU – afastar, cautelarmente, do exercício da função judicante, a Dra. Marcyrajara Maria Góis de Arruda , Juíza de Direito da 2ª Vara da Comarca de Belo Jardim, Matrícula nº 176.012-2, a partir do dia 28/01/2014 até a decisão final do processo administrativo disciplinar, sem prejuízo dos seus vencimentos e vantagens, nos termos do voto do relator.



Do NE10 
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Suplente do PSB assume mandato de vereador em Bom Jardim – PE

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14.8.13

Vereador Roberto Lemos (PSB)

A sessão ordinária realizada na manhã desta terça-feira (13) na Câmara Municipal do Bom Jardim, Agreste Setentrional de Pernambuco, foi bastante concorrida por ocasião da posse de Roberto Barbosa de Lemos (PSB) no mandato de vereador, em substituição ao edil Manuel Francisco dos Santos – “Manuel Caboclo”, do PDT, que tirou licença a fim de exercer o cargo de secretário municipal de Articulação Rural, convocado pelo prefeito Miguel Barbosa (PP).

Há dias que não só em Bom Jardim, mas em toda a região, comentava-se esta ousada atitude do prefeito Miguel Barbosa, prestigiando políticos oposicionistas, confirmada por volta das 9h00 de hoje, quando o presidente da CMBJ João Lima (PP) recebeu o ofício da Prefeitura convocando o vereador Manuel Francisco dos Santos (PDT) para a Secretaria Municipal de Articulação Rural. Imediatamente foi redigida uma portaria convocando o 1º suplente Roberto Barbosa de Lemos (PSB) que estava presente no plenário e procedeu o juramento regimental, sendo declarado empossado no mandato.



Ao usar a tribuna, Roberto Lemos, que já exerceu a vereança em outra legislatura, agradeceu ao prefeito Miguel Barbosa pela convocação do vereador Manuel Francisco para o seu secretariado, oportunizando o seu retorno à Casa Desembargador Dirceu Borges. ” De agora em diante, o prefeito Miguel Barbosa pode contar com o meu apoio integral, visando o desenvolvimento desta terra e que faço parte do seu grupo político; é uma decisão amadurecida e consciente”, disse Roberto Lemos, que aproveitou o ensejo para desejar bom desempenho ao vereador licenciado Manuel Caboclo em sua nova função pública.

Adiante, vários vereadores se revesaram na tribuna para saudar o novo integrante do Poder Legislativo bonjardinense. Até então, Roberto Lemos integrava o grupo político liderado neste município pelo deputado estadual e ex-prefeito Sebastião Rufino Ribeiro (PSB).

Fonte – DimasSantos /Fotos: Ênio de Andrade

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Prefeito renuncia por achar o seu salário baixo

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1.8.13

Da redação: 
redacaocasinhasagreste@bol.com.br

Verde preferiu seguir com sua carreira de médico (Foto: Prefeitura de Paranapanema)

(AG) – Sete meses após ser eleito, o prefeito de Paranapanema, no interior de São Paulo, Márcio Faber (PV), renunciou por considerar baixo o salário de R$ 5.850 que recebia como chefe do Executivo.

“Tinha dois rumos a seguir. Ou eu voltava a trabalhar e ganhava o meu dinheiro honestamente ou tirava isso da prefeitura”, disse à TV Tem, afiliada da Rede Globo na região de Sorocaba.

Márcio Faber é médico, atuava como ginecologista, e disse que ganhava cerca de R$ 30 mil por mês. “Eu pensei que daria para conciliar as duas coisas, a profissão de médico e o cargo de prefeito. Mas isso não é bem definido na parte jurídica, se eu posso ou não posso estar atuando. Para evitar complicação maior de uma cassação eu preferi renunciar”, declarou.

Faber foi eleito em outubro do ano passado com 55% dos votos validos. Por isso, a renúncia deixou os moradores surpresos.

Com a renúncia do prefeito, quem assumiu o cargo foi o vice. “Historicamente o vice quase não aparece, né?”, declarou Antonio Hiromiti Nakagawa (PV), novo prefeito de Paranapanema, à TV Tem.

Blog da Folha
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