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CASINHAS - professores e pais de alunos saem em passeata até a Prefeitura reivindicando volta às aulas presenciais e o cumprimento do piso salarial dos professores

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4.4.22


Professores e pais de alunos do Município de  Casinhas cidade que fica no Agreste do Estado de Pernambuco, saíram em passeata nesta segunda-feira04/04/ pelas principais ruas da cidade reivindicando o pagamento do piso salarial dos professores de 33,24% e a volta às aulas presenciais. Pais de alunos também reivindicam a entrega do kit alimentação escolar referente ao ano de 2022 e todo material escolar referente aos anos de 2021 e 2022. A categoria de professores também  reclama de que é a terceira vez que tentam contato com a Prefeita do Município para tomar conhecimento se a gestão Municipal vai cumprir o pagamento integral do piso salarial de 33,24%. Os professores decidiram pela greve no dia 24 de março por meio de uma assembleia presencial. 
A passeata saiu da Câmara Municipal passando pela Secretaria Municipal de Educação até a Prefeitura Municipal onde aconteceu um ato público pedindo que a Prefeita Juliana de Aguiar atendesse a categoria. Em contato com funcionários da Prefeitura, a gestora não se encontrava no local. Uma comissão de professores, vereadores e pais de alunos foram recebidos pela Secretária de Administração e finanças do Município. O vereador Elias de Muamba ainda chegou a entrar em contato com a Prefeita por meio de um telefonema. questionada por não atender a categoria, a Prefeita respondeu que estará reunindo o pessoal da contabilidade, assessoria jurídica para em seguida confirmar a reunião com a comissão do Sindupron. 
Também participaram do ato pela educação do Município os vereadores Áilla Barbosa - Presidente da Câmara Municipal,  o vereador Francismar, Elias de Muamba, Evaldo do Catolé e a professora vereadora Valdiane do Junco. O vereador Inácio do Toyota justificou que estava em viagem com paciente para hospitais da capital pernambucana. 

PARAÍBA: UFCG divulga calendário acadêmico do período 2021.2 e define data para retorno das aulas presenciais

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4.3.22


Aulas presenciais na instituição serão iniciadas em 2 de maio.
Por g1 PB
Reitoria da Universidade Federal de campina Grande (UFCG) — Foto: Marinilson Braga/UFCG


A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) divulgou o calendário acadêmico do período letivo 2021.2. As aulas iniciam em 2 de maio e, de acordo com o comunicado, as atividades previstas para o período letivo irão ocorrer no modelo presencial, podendo, excepcionalmente, ser ofertado algum componente parcialmente presencial ou remoto.

As matrículas em disciplinas dos ingressantes acontecerão no dia 18 de abril e dos veteranos no período de 19 a 22 de abril. As aulas terão início no dia 2 de maio e estão previstas para terminar dia 29 de agosto. Serão 100 dias letivos.


Atualmente, o ensino teórico da UFCG ainda está no período letivo 2021.1, que iniciou em 22 de novembro e só se encerra em 11 de abril, no modelo remoto.

Em fevereiro, o Colegiado Pleno da instituição instituiu o protocolo de biossegurança para o retorno das atividades presenciais com as medidas preventivas e estabeleceu a exigência do "passaporte" da vacina.

Escolas estaduais não terão aulas presenciais durante período de Carnaval em Pernambuco

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23.2.22


Setor administrativo da SEE, bem como as GREs, terão expediente normal
Por Portal Folha de Pernambuco

Sala de aula de escola estadual  - Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco
As escolas da rede estadual de Pernambuco não terão aulas presenciais durante o período de Carnaval, entre a próxima segunda-feira (28) e a Quarta-Feira de Cinzas (2).

A informação foi confirmada pela Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE), nessa terça-feira (22). Escolas particulares também não terão aulas no período, como foi determinado em acordo entre sindicatos em 9 de fevereiro.

Apesar da revogação do ponto facultativo nos dias em que seriam o Carnaval, as escolas seguirão o calendário escolar para este ano letivo que foi publicado no Diário Oficial em dezembro passado. Na programação, o período já havia sido definido como dias não letivos.


Leia também
• Escolas particulares de Pernambuco não terão aulas nos dias de Carnaval• Comércio e shoppings funcionarão normalmente durante Carnaval
Embora as escolas não tenham aulas, o setor administrativo da SEE, bem como as Gerências Regionais de Educação (GREs) terão expediente normal. 

Este será o segundo ano consecutivo que, apesar da revogação do ponto facultativo de Carnaval, as escolas da rede estadual não terão aulas. 

A rede estadual de Pernambuco, com 33 mil professores e 1.052 escolas, tem cerca de 131 mil alunos no ensino fundamental e 312 mil no ensino médio. 

Educa PE segue disponível
A SEE ressalta que, no período, além de atividades complementares propostas pelas escolas para os estudantes, a plataforma Educa PE seguirá disponível para acesso.

"Lembramos que as escolas vêm reforçando junto aos estudantes e as equipes escolares a importância das medidas de biossegurança necessárias ao  enfrentamento da Covid-19, que devem ser mantidas também durante esses dias que não terão aulas presenciais", pontuou o secretário de Educação e Esportes de Pernambuco, Marcelo Barros, em comunicado.

Aroeiras chega a 173 casos ativos de covid-19, associação de profissionais da educação pedem cautela para aglomeração em encontros pedagógicos e início de aulas presenciais

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3.2.22


O Município de Aroeiras, no Agreste do Estado da Paraíba registrou 173 casos ativos de covid-19, o resultado foi divulgado por meio de um boletim nesta quarta- feira 02/02 pela  Secretaria de Saúde do Município. Faleceram 25 pessoas desse o início da Pandemia. 
Em nota, a associação dos professores de Aroeiras pedem cautela a secretria de educação do Município a reavaliação de todas atividades presenciais marcada para os próximos dias. Confira a nota na íntegra: 

NOTA ASPMEA           02.02.2022

Diante da explosão INCONTROLÁVEL E CÉLERE de casos de COVID-19 em nossa cidade, pela variante 
Ômicron, a ASPMEA apela aos gestores do nosso município PRUDÊNCIA na retomada de atividades 
presenciais que antecipam as o ano letivo, sobretudo para cuidar do nosso bem mais precioso: a vida.
O que está acontecendo com a disseminação desenfreada dessa variante, altamente transmissível, com casos confirmados entre funcionários das escolas, SINTOMÁTICOS e ASSINTOMÁTICOS, emite um alerta para que reforcemos as medidas de segurança já conhecidas, tais como: uso de máscaras com altos níveis 
de proteção, higienização constante das mãos e objetos, e PRINCIPALMENTE, DISTANCIAMENTO SOCIAL.
Decretos Estaduais mais rígidos tentam diminuir a velocidade do contágio que, mesmo aparentemente leve em vacinados, pode ser fatal para crianças não-vacinadas e imprevisível para adultos 
com ou sem comorbidades. Logo não é hora de UM DEVIR NEGACIONISTA, muito menos de promover 
espaços colaboradores de infecção e reinfecção. A pandemia não acabou e, se agirmos com negligência, 
podemos arcar com novas e dolorosas perdas, para as quais lamentações inúteis são vazias, quando, de algum modo, colaboramos com elas. 
Mais do que nunca, precisamos assumir uma postura atenta a esses sinais, de modo que sirvam de exemplo para que façamos as regulações necessárias, sobremaneira nesse momento em que o vírus se mostra atuante e a taxa de circulação em curva de ascendência. Logo, promover mais um espaço de contato, quando tudo parece recomeçar, é no mínimo, imprudente.
 Assim sendo, nossa Associação apela ao bom-senso da Secretária de Educação de Aroeiras, na pessoa da Professora Mirileide Silveira, no que tange a reprogramar as atividades presenciais da Semana Pedagógica-2022, para o modelo remoto, considerando que aglomerar mais de 200 profissionais da educação, de diferentes escolas, cidades e faixas etárias, nas dependências do Ginásio Poliesportivo O Bezerrão, no dia 07 de fevereiro e, posteriormente, nas dependências da EMEF Jardirene Oliveira de Souza, entre os dias 08 e 09, ainda em reforma, é impraticável, além de incoerente com a postura cuidadosa assumida até aqui,. Outrossim, contraria o Decreto Estadual Nº 41.010 DE 07 DE FEVEREIRO DE 2021 que “Estabelece o Plano Educação Para Todos Em Tempos De Pandemia - PET-PB, que dispõe sobre o processo de retomada das aulas presenciais dos Sistemas Educacionais da Paraíba e demais instituições de Ensino Superior sediadas no território paraibano.” Sobre tal normativa ainda em vigor, chamamos a atenção para o
Artigo 43º, em que se lê:
Ar. 43. § 2º Recomenda-se a continuidade de reuniões de planejamento, demais encontros 
pedagógicos e reuniões com as famílias por meio da utilização de plataformas digitais.
Diante desse cenário de crise iminente, intentamos um posicionamento da Secretaria Municipal 
de Educação no que diz respeito a reorganização da alocação da Semana Pedagógica, bem como de reuniões 
presenciais que desrespeitem às normas mínimas de distanciamento, GARANTINDO E DETERMINANDO que
tais eventos possam acontecer, por meio do sistema remoto, evitando assim, novas contaminações e, 
consequentemente, o afastamento dos profissionais de seus postos de trabalho.
 Cabe-nos dizer, ser desejo de todos a retomada das atividades pedagógicas no modo presencial, 
prova disso fora a adesão imediata de servidores à vacinação. No entanto, a seguridade também faz parte 
da qualidade do ensino e o resguardo de todos os envolvidos neste momento do retorno, que deve ser 
gradual, é pactuada por meio do zelo e do compromisso coletivo.
 A saúde física e emocional somente será possível se houver compreensão, cooperação, espírito 
de solidariedade, e acima de tudo extrema responsabilidade. 
 ASPMEA - Associação dos Servidores Públicos Municipais da Educação de Aroeiras.


UFPE manterá aulas no formato remoto

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25.1.22


Diario de Pernambuco
Foto: Capistrano/Divulgação
A Universidade Federal de Pernambuco optou por manter as aulas no formato remoto por três semanas, a contar do dia 31 deste mês, data de início do semestre 2021.2. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (24) pelo reitor da UFPE e presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da Universidade, professor Alfredo Gomes.

Esta medida não se aplica aos componentes curriculares configurados como práticas profissionais (laboratórios, atividades em clínicas e/ou similares e estágios obrigatórios).

A decisão levou em consideração o disposto no parágrafo 4 do Art 1º da Resolução nº 28/2021 do Cepe, que fixou o calendário acadêmico do ensino de graduação presencial para o exercício do semestre letivo de 2021.2 o amplo diálogo com a comunidade acadêmica; e as reuniões do GT de Enfrentamento à Covid-19 da UFPE e o cenário atual da pandemia do novo coronavírus.


Pernambuco: Confira cronograma do retorno das aulas nas universidades e escolas públicas e privadas

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7.4.21


O Governo de Pernambuco divulgou o cronograma do retorno das aulas  presenciais de forma gradual, em todo o Estado, a partir desta segunda-feira (5/4) nas universidades e escolas públicas e privadas.

 Rede privada: a partir de 5/04 retorna a Educação Infantil e o Ensino Fundamental – Anos Iniciais; e a partir de 12/04 volta o Ensino Fundamental – Anos Finais e o Ensino Médio.
Rede estadual: a partir do dia 19/04 retorna o 3º ano do Ensino Médio e do Médio integrado a Educação profissional, o EJA médio, a Travessia Médio, a educação em prisões, os cursos técnicos de nível médio (concomitante ou subsequente), a Educação Infantil e o Fundamental Anos Iniciais; a partir de 26/04 será a vez do 2º ano do Ensino Médio e do Médio integrado a Educação profissional e Fundamental Anos Finais (9º e 8º Anos), EJA fundamental e Travessia Fundamental; e em 3/05 o 1º ano do Ensino Médio e do Médio integrado a Educação profissional, Fundamental Anos Finais (7º e 6º Anos) e atendimento sócio educativo.

Thank you for watching

Rede municipal: pode voltar a partir de 26/04, a critério de cada município.

Ensino superior e as demais atividades pedagógicas: a partir desta segunda-feira (5).

Para saber mais detalhes sobre o novo Plano de Convivência, acesse https://www.pecontracoronavirus.pe.gov.br

GRUPO PERNAMBUCO NEWS

Covid-19: Governo do Ceará suspende aulas presenciais e implanta toque de recolher

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18.2.21


Agência Brasil

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), assinou nesta quinta-feira (18) decreto com medidas mais rígidas para evitar aglomerações e conter o aumento dos casos de covid-19 no estado. Entre as elas estão o toque de recolher entre as 22h e 5h, a suspensão das aulas presenciais nas escolas, universidades públicas e privadas e a circulação e uso de espaços públicos, como praças, praias e calçadões.

As novas regras começam a valer a partir desta quinta-feira e se estenderão pelos próximos 10 dias, segundo o Governo do Ceará.

A medida foi anunciada após reunião virtual com o Comitê Estadual de Enfrentamento da Covid-19, formado por profissionais de Saúde, presidentes do Tribunal de Justiça e Assembleia Legislativa, e Ministério Público Estadual e Federal, e a prefeitura de Fortaleza. De acordo com o governador, as decisões levaram em consideração a situação epidemiológica do estado e sua curva ascendente de contaminação.

Santana disse que, no período de 18 de janeiro até nesta quarta (17), o número de pacientes internados em leitos de UTI com covid-19 passou de 226 para 652, enquanto que os pacientes em enfermarias saltou de 581 para 1.026.

“Com esse crescimento exponencial na capital, mas também no interior do estado, fomos orientados por profissionais, pelos números e a partir da ciência para chegar a essas medidas mais restritivas, válidas até o dia 28 de fevereiro”, explicou o governador.


Pelo decreto, o horário de funcionamento do comércio, de segunda a sexta-feira será até as 20h. Os bancos seguem com atendimento normal.

Segundo o decreto, no sábado e domingo, bares e restaurantes funcionam até as 15h, e o comércio, inclusive os shoppings, até as 17h. Apenas os serviços essenciais estão liberados para funcionar após as 20h. O decreto também proíbe a realização de festas ou eventos comemorativos, em ambientes abertos ou fechados, públicos ou privados em todo o estado.

Os espaços públicos terão circulação restrita todos os dias a partir das 17h e o toque de recolher para a população ocorrerá das 22h até as 5h do dia seguinte. Durante o recolhimento a determinação é de que as pessoas fiquem nas suas residências. A exceção é para quem trabalha em atividades essenciais ou específicas.

Também haverá a suspensão das aulas presenciais em escolas e universidades públicas e privadas a partir de amanhã (19). Com isso, as aulas serão remotas.

O decreto também diz que os servidores públicos deverão trabalhar de forma remota, com exceção das atividades essenciais. O regime de teletrabalho também é recomendado ao setor privado.

No caso das igrejas e templos religiosos, o funcionamento está liberado até as 20h. Mas os locais devem adotar medidas para evitar aglomerações e manter o distanciamento entre as pessoas.

Além das restrições de circulação de pessoas, o governo disse que vão continuar as barreiras sanitárias em Fortaleza e no interior. O transporte público intermunicipal continuará funcionando, mas com fiscalização e medição de temperatura dos passageiros nas saídas e chegadas.

MEC autoriza aulas não presenciais até dezembro de 2021

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10.12.20


Validação da decisão do Conselho Nacional de Educação foi publicada na edição desta quinta-feira (10) do Diário Oficial da União
Agência Brasil
O ministro da Educação, Milton Ribeiro, homologou o Parecer nº 19, do Conselho Nacional de Educação (CNE), que estende até 31 de dezembro de 2021 a permissão para atividades remotas no ensino básico e superior em todo o país. A validação da decisão do CNE foi publicada na edição desta quinta-feira (10) do Diário Oficial da União (DOU), em despacho assinado pelo próprio ministro.

De acordo com o parecer, aprovado pelo colegiado em outubro, os sistemas públicos municipais e estaduais de ensino, bem como as instituições privadas, possuem autonomia para normatizar a reorganização dos calendários e o replanejamento curricular ao longo do próximo ano, desde que observados alguns critérios, como assegurar formas de aprendizagem pelos estudantes e o registro detalhado das atividades não presenciais.

Outra regra definida no parecer é a que flexibiliza formas de avaliação dos estudantes durante a vigência do estado de calamidade pública. “Em face da situação emergencial, cabe aos sistemas de ensino, secretarias de educação e instituições escolares promover a redefinição de critérios de avaliação para promoção dos estudantes, no que tange a mudanças nos currículos e em carga horária, conforme normas e protocolos locais, sem comprometimento do alcance das metas constitucionais e legais quanto ao aproveitamento para a maioria dos estudantes, aos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, e à carga horária, na forma flexível permitida por lei e pelas peculiaridades locais”.
Atividades presenciais

A volta às aulas presenciais, segundo a decisão CNE, também homologada pelo MEC, deve ser gradual, por grupos de estudantes, etapas ou níveis educacionais, “em conformidade com protocolos produzidos pelas autoridades sanitárias locais, pelos sistemas de ensino, secretarias de educação e instituições escolares”.

Esse processo de retorno ao presencial também deve envolver, segundo as diretrizes aprovadas, a participação das comunidades escolares e a observância de regras de gestão, de higiene e de distanciamento físico de estudantes, de funcionários e profissionais da educação, com escalonamento de horários de entrada e saída para evitar aglomerações, além outras medidas de segurança recomendadas.

Apesar de estender o prazo para atividades remotas em todas instituições de ensino até dezembro do ano que vem, o MEC determinou, em portaria editada na terça-feira (8), que o retorno às atividades presenciais nas instituições federais de ensino superior deve começar antes, a partir do dia 1º de março. A data anterior previa esse retorno já no dia 4 de janeiro, mas a pasta decidiu prorrogar esse prazo após reclamação das universidades e dos institutos federais.

Apenas cinco estados têm previsão para reabrir escolas; situação de Pernambuco segue indefinida

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31.8.20

Apenas Pará, RJ, RS, SC e SP têm previsão para reabrir escolas da rede estadual: veja a situação na sua região
Só o Amazonas já voltou. Na maioria da rede municipal das capitais e nos colégios particulares não há datas previstas para retomada das atividades presenciais.
Por G1*

30/08/2020 09h18  Atualizado há 19 horas

Volta às aulas presenciais em Manaus: escola instalou divisórias de acrílico nas mesas para evitar a transmissão do coronavírus — Foto: Arquivo Pessoal
Volta às aulas presenciais em Manaus: escola instalou divisórias de acrílico nas mesas para evitar a transmissão do coronavírus — Foto: Arquivo Pessoal


Apenas cinco estados têm previsão para retomar as aulas presenciais na rede estadual, aponta levantamento do G1 com dados das secretarias de educação. São eles: Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O Amazonas foi o único estado a ter voltado com as aulas nas escolas, em 10 de agosto.

Mesmo nesses lugares, a sinalização de volta às aulas presenciais ainda está sujeita a alterações, a depender da evolução da pandemia do novo coronavírus. Nos demais 20 estados e no Distrito Federal, não há nenhuma data definida para a retomada. Cenário semelhante ocorre nas redes municipais das capitais e na rede particular.

MAPA DO CORONAVÍRUS: consulte a situação na sua cidade
Desde março, as aulas presenciais estão suspensas em escolas, centros educacionais e universidades de todo o país em razão da pandemia. No início de julho, o Ministério da Educação (MEC) divulgou um documento com diretrizes sobre a volta às aulas presenciais, mas sem estipular uma data.

Veja abaixo as previsões de retomada nas redes estaduais, nas redes municipais das capitais e nos colégios particulares.

Rede estadual
Amazonas: único estado a ter retomado as aulas, em 10 de agosto; professores pediram ao governo a suspensão das aulas por causa do aumento de casos de Covid-19 na categoria;
Rio Grande do Sul: primeira quinzena de setembro, sem data definida, a começar pela educação infantil;
Pará: 1º de setembro (vai alcançar os ensinos infantil, fundamental, médio e superior. Vale para municípios que forem classificados com as bandeiras amarela, verde e azul);
Rio de Janeiro: 5 de outubro (no início, deve ser priorizado o retorno às aulas no 9°ano do ensino fundamental e no 3°ano do ensino médio para que os estudantes possam se formar);
São Paulo: 7 de outubro (Na primeira fase, somente 35% dos alunos de cada classe poderão frequentar as escolas a cada dia. Ou seja, em um dia vai um grupo, em outro dia, vai outro);
Santa Catarina: a partir de 13 de outubro (previsão é que comece com alunos de ensino técnico e ensino médio);
Ainda sem previsão de volta às aulas: Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.

Redes municipais das capitais
Na rede municipal, apenas três das capitais sinalizaram a volta às aulas, também sujeitas a mudanças devido ao coronavírus:

Belém (PA): setembro, ainda sem data definida. Sistema será híbrido, com uma parte de alunos presencialmente e outra parte com atividades educacionais não presenciais;
Florianópolis (SC): assim como a rede estadual, a previsão é que a retomada se dê a partir de 13 de outubro, com retomada gradual
São Luís (MA): expectativa de retomada em setembro, sem data ainda definida. Quando houver a volta, as atividades presenciais serão realizadas três dias por semana, enquanto os demais alunos estarão em aulas remotas, transmitidas por meio de teleaulas.
Demais capitais: sem previsão ou sinalização de data por causa da pandemia
Em relação ao levantamento do G1 feito em julho com as secretarias municipais de Educação das capitais, Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Macapá (AP) pretendiam voltar em agosto às aulas presenciais; São Paulo (SP), Palmas (TO) e Salvador (BA) planejavam a volta em setembro. Nas seis, houve adiamento. Apenas São Luís e Belém mantiveram os planos de que a retomada se dê em setembro.

Rede particular
Na rede particular, as aulas voltaram no dia 6 de julho em Manaus, a primeira capital do país a retomar as atividades presenciais, e em 3 de agosto em cerca de 50 escolas privadas do estado do Maranhão.

No Maranhão, ao menos três escolas suspenderam por alguns dias as atividades após professores terem testado positivo para o novo coronavírus. O mesmo ocorreu em colégios da Polícia Militar em Manaus.

Em cinco estados, mais o Distrito Federal, há sinalização de retomada:

Ceará: 1 de setembro, inicialmente com creche e pré-escola em Fortaleza; a presença às aulas é opcional
Rio Grande do Sul: primeira quinzena de setembro, sem data definida e deforma gradual;
Rio de Janeiro: 14 de setembro, com um terço da capacidade de alunos em aulas presenciais;
Santa Catarina: a previsão é que a retomada se dê a partir de 13 de outubro, com retomada gradual;
Mato Grosso do Sul: 10 de setembro, também de maneira escalonada
Distrito Federal: aulas voltariam em julho na rede particular, mas estão suspensas pela Justiça. Em 25 de agosto, ficou definido que a retomada ocorrerá a partir de 21 de setembro; o governo distrital sinalizou que homologará o que for decidido

Demais estados: ainda sem previsão
Estados mudaram de ideia
Em julho, o G1 mostrou que secretarias de Educação de 9 estados mais o DF planejavam a volta às aulas na rede estadual. Mas todos adiaram a volta em razão de a pandemia e o risco de contágio ainda persistir.

Foi assim com Maranhão, Rondônia, Tocantins, Rio Grande do Norte e Distrito Federal (pretendiam retomar as aulas presenciais em agosto e, agora, não têm mais data prevista)...
... também com Acre, Piauí e Paraná (pretendiam voltar em setembro e decidiram, depois, manter as aulas presenciais suspensas por tempo indeterminado)...
e São Paulo e Santa Catarina que agora trabalham com o retorno em 7 de outubro e a partir de 13 de outubro, respectivamente.
As diretrizes do governo federal
Entre as diretrizes divulgadas pelo MEC em 1º de julho para a retomada das aulas presenciais, estão:

Uso de máscara obrigatório
Medição de temperatura no acesso às áreas comuns
Disponibilização de álcool em gel
Volta ao trabalho de forma escalonada
Ventilação do ambiente
Possibilidade de trabalho remoto aos servidores e colaboradores do grupo de risco
Reuniões e eventos à distância
Distanciamento de pelo menos 1,5 m
Orientação para manter cabelo preso e evitar usar acessórios pessoais, como brincos, anéis e relógios
Não compartilhamento de objetos – incluindo livros e afins
Elaboração quinzenal de relatórios para monitorar e avaliar o retorno das atividades
* Com reportagem de Janine Brasil (G1 AC), Cau Rodrigues (G1 AL), Victor Cruz (G1 AM), Fabiana Figueiredo (G1 AP), Gabriel Gonçalves (G1 BA), Lucas Falconery (G1 CE), Carolina Cruz (G1 DF), Amaro Mota (G1 ES), Vanessa Martins (G1 GO), Rafaelle Fróes (G1 MA), Cristina Castro (G1 MG), Gabriela Azevedo e Taymã Carneiro (G1 PA), Dani Fechine (G1 PB), Pedro Brodbeck (G1 PR), Pedro Alves (G1 PE), Matheus Rodrigues (G1 RJ), Fernanda Zauli (G1 RN), Ana Kézia Gomes (G1 RO), Polyana Girardi (G1 RR), Lilian Lima, Cecilia Fontoura e Luana Casagranda (G1 RS), Valéria Martins (G1 SC), Cintia Acayaba (G1 SP), Joelma Gonçalves e Jéssica França (G1 SE) e João Guilherme Lobasz (G1 TO).

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