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Quase 80% das mortes por Covid-19 são de pacientes com atraso na vacinação, afirma secretário

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8.2.22


Dados de levantamento feito pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) foram divulgados nesta terça-feira (8). Percentagem de internados sem vacina chega a 83%.

Secretário estadual de Saúde, André Longo - Foto:
Quase 80% das mortes por Covid-19 registradas nos últimos dias em Pernambuco envolveram pacientes que não estavam completamente imunizados contra a doença, ou seja, não tinham tomado as duas doses necessárias para concluir o esquema vacinal. Já entre os internados com síndrome respiratória na rede pública, a porcentagem de pessoas com atraso na vacinação está em 83%.

Os dados são de um levantamento da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), divulgado na tarde desta terça-feira (8) pelo secretário André Longo durante coletiva de imprensa no Palácio do Campo das Princesas, no Recife. Segundo informou o gestor, a proporção exata das mortes de quem não tinha tomado a primeira ou a segunda dose é de 79,4%. Além disso, das vítimas que estavam com a vacina em dia, 85% eram idosos ou pacientes com comorbidades.

"Estes dados comprovam que as vacinas evitam casos graves e óbitos e ratificam a necessidade de estarmos em dia com todas as doses disponíveis. As vacinas podem impedir que seu filho adoeça ou tenha complicações. Leve seu filho para se vacinar, nesse momento em que estamos trazendo mais força à vacinação infantil", ressaltou Longo.

Folha PE

Congresso pode votar mudança do ICMS sobre combustíveis nesta semana

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12.10.21


Foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press
O Congresso pode votar nesta semana o projeto que altera a cobrança de ICMS sobre combustíveis e pode provocar uma diminuição dos preços dos produtos para o consumidor. Pela proposta, o imposto teria uma alíquota única em todo o país e estaria atrelado à quantidade do combustível, não incidindo sobre o preço total, como ocorre hoje. O cálculo do ICMS seria feito com base na média dos preços de dois anos anteriores. No modelo atual, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulga, a cada 15 dias, o preço médio dos combustíveis no período, para fins de cálculo do ICMS.
A expectativa do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) é que, se aprovado, o PLP 16/21, de autoria do Executivo, resulte em uma queda de 8% no preço da gasolina, de 7% no preço do etanol e de 3,7% no preço do diesel. Entre especialistas e deputados da oposição, no entanto, o projeto não mexe em uma questão essencial: a política de preços da Petrobras, que acompanha os valores praticados no exterior.

 

Para o advogado tributarista da Zilveti Advogados, Jordão Novaes Oliveira, a mudança é positiva, desde que venha acompanhada de outras medidas. “A medida em si pode ser considerada como efetiva, pois é mais racional, dá mais segurança e simplifica o método para o contribuinte. Contudo, é importante que seja aprovada com outros debates, como o da metodologia da Petrobras de paridade internacional de preços, e permitir postos com autosserviços, por exemplo” explicou.

O especialista aponta que é possível que estados percam arrecadação com a mudança, mas defende que a unificação é importante para diminuir a complexidade do sistema. “Em termos práticos, caso seja realizada uma unificação de alíquotas, alguns estados irão, de fato, perder arrecadação e eles são extremamente dependentes da receita oriunda dos combustíveis. Entretanto, não é possível admitir uma disparidade tão grande entre as alíquotas nacionais em um produto que tem uma importância fundamental”, afirmou.

Para o vice-líder da oposição no Congresso, Afonso Florence (PT-BA), se o governo quer diminuir impostos para reduzir o preço dos combustíveis, deveria se preocupar também com os tributos federais que incidem sobre o produto, já que o ICMS é competência estadual. “Isso é inconstitucional, vai ter judicialização. O caminho mais rápido seria desonerar PIS e Cofins e onerar na mesma medida em agrotóxicos e outros produtos que fazem mal à saúde para compensar os gastos com SUS e Previdência”, completou Florence. (Colaborou Bernardo Lima*)

Preço do gás de cozinha tem nova alta nas distribuidoras a partir desta segunda

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14.6.21


O preço médio de GLP sofreu reajuste de 5,9% nas distribuidoras
Ana Carolina Nunes, da CNN Brasil*


A partir desta segunda-feira (14) o gás de cozinha está mais caro. O preço médio de GLP sofreu reajuste de 5,9% nas distribuidoras, passando para R$ 3,40 por quilograma (kg), o que representa aumento médio de R$ 0,19 por kg. A Petrobras anunciou o aumento na última sexta-feira (11).

Antes deste último aumento, o botijão de 13 kg já podia ser encontrado por mais de R$ 100 na cidade de São Paulo. Na região Norte da capital, por exemplo, o preço chegava a R$ 113. Em maio, o preço do gás de cozinha subiu 1,24%, em média, em todo o Brasil, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Já o gás encanado teve aumento de 4,58%.

Preço do gás de cozinha deve continuar alto com petróleo e dólar caros
Moradores de São Paulo estocam gás de cozinha e relatam disparo nos preços
Este não é o primeiro reajuste do gás de cozinha no ano. Em janeiro, a Petrobras elevou o preço em 6%. No mês seguinte, a alta foi de 5,1%. Em março, um novo reajuste médio de R$ 0,15 por quilo foi anunciado e, em abril, o aumento foi de 5%.

Vale dizer que a conta de luz subiu 5,73% e a conta de água e esgoto teve aumento de 1,61%, o grupo Habitação foi o que teve mais impacto no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) em maio, sendo responsável pelo incremento de 0,28 percentual. No mês passado, a inflação oficial do Brasil avançou 0,83%, a maior taxa para o mês desde 1996.

Nesta sexta, a Petrobras também anunciou redução de 2% da gasolina nas refinarias, a partir de sábado (12). O preço médio do diesel, por sua vez, não sofrerá alterações.

"Importante reforçar o posicionamento da Petrobras que busca evitar o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais. Nossos preços seguem buscando o equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio, para cima e para baixo", afirmou a companhia, em comunicado.

A Petrobras reforçou ainda que "os valores praticados nas refinarias são diferentes dos percebidos pelo consumidor final no varejo". A empresa lembra que até chegar ao consumidor são acrescidos "tributos federais e estaduais, custos para envase pelas distribuidoras, além dos custos e margens das companhias distribuidoras e dos revendedores".

Perspectivas do preço

Para quem se pergunta se o preço do gás vai cair, o cenário não é tão animador assim. 

Primeiro, temos que entender os fatores que determinam o preço do gás no Brasil. O economista e professor da FGV-RJ (Fundação Getulio Vargas) Mauro Rochlin conversou com o CNN Brasil Business para explicar a formação de preço do combustível. 

O gás de cozinha ou encanado é um derivado do petróleo. Portanto, o preço do combustível fóssil é o principal fator para a formação de preço do botijão. E é aí que a coisa começa a ficar complicada. 

O barril do petróleo Brent era negociado a US$ 72,40 nesta quinta-feira, muito próximo do patamar pré-pandemia –em 20 de maio de 2019, a cotação alcançou US$ 72,83. No período mais agudo da recente crise econômica, o preço do barril do Brent chegou a afundar para US$ 22,74. 

Portanto, se o petróleo está mais caro, o gás na sua cozinha também ficará. 

Ainda é preciso considerar que a commodity é negociada em dólares. Hoje, cada dólar vale cerca de R$ 5. É verdade que o real está se valorizando ante a moeda norte-americana, mas a alta do preço do petróleo vem anulando este que seria um fator positivo no preço do gás. 

O governo interveio e zerou a alíquota de PIS e Cofins que incide sobre o gás de cozinha, mas a redução no preço não chegou ao consumidor porque as empresas aproveitaram para ter alguma margem de lucro. 

"Muitas companhias já avisaram que, analisando a planilha de custos, não poderão repassar a queda do imposto, ou seja, a medida só vai ajudar a aumentar a lucratividade das distribuidoras", disse, em março, o presidente da Associação Brasileira dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo (Asmirg), Alexandre Borjaili.

*Com informações de Leonardo Guimarães e Natalia Flach, do CNN Brasil Business

Ministério da Justiça notifica supermercados para explicarem alta de itens da cesta básica

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9.9.20

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e Segurança Pública notificou, nesta quarta-feira (9), a Abras (Associação Brasileira de Supermercados) e os representantes de produtores de alimentos que expliquem, em cinco dias, o aumento do preço dos alimentos que compõem a cesta básica.
O anúncio foi feito no mesmo momento em que o presidente dos supermercadistas, João Sanzono Neto, era recebido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ministro Paulo Guedes (Economia) no Palácio do Planalto.

Para a secretaria, o alerta da alta de preços foi dado pelo arroz que, "apesar dos positivos volumes produtivos da última safra, sofreu diminuição da oferta no contexto global". Esse descompasso levou ao aumento do preço. "Não podemos falar em preços abusivos sem antes avaliar toda cadeia de produção e as oscilações decorrentes da pandemia", disse Juliana Domingues, Secretária Nacional do Consumidor.
Segundo Domingues, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor da secretaria expediu ofícios para o levantamento de dados. O objetivo do trabalho é verificar possíveis abusos, tanto dos varejistas quanto dos produtores.

Caso haja confirmação de dolo na formação dos preços, a Secretaria Nacional do Consumidor poderá aplicar multas cujos valores podem passar de R$10 milhões.

Desde a última sexta-feira (4), Bolsonaro tem feito apelos aos varejistas pedindo "patriotismo" para que eles evitem o repasse para o consumidor. O presidente, no entanto, negou que iria dar "canetadas" para segurar os preços.

Associações do varejo divulgaram cartas públicas alertando para o aumento de preços. A alta chega a superar 20% no acumulado de 12 meses em produtos como leite, arroz, feijão e óleo de soja –itens da cesta. Até julho, o IPCA acumula alta de 2,31% em 12 meses. Mas, no mesmo período, o item de alimentação e bebidas subiu 7,61%.

Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), os preços de alimentos básicos aumentaram em 13 das 17 capitais pesquisadas em agosto. Nas demais, caiu. Em São Paulo, a cesta básica custou R$ 539,95, alta de de 2,9% na comparação com julho.

Na pesquisa da entidade, no ano, o preço do conjunto de alimentos necessários para as refeições de uma pessoa adulta aumentou 6,6% e, em 12 meses, 12,15%.

Os supermercadistas têm rechaçado o tabelamento de preços. Eles defendem a retirada de tarifas de importação.

O peso da cesta básica no cálculo do IPCA (Índice de Preço para o Consumidor Amplo) –a inflação oficial– é de cerca de 13%. Sempre que um item sofre alta, ocorre impacto na cesta e na inflação.

Para evitar críticas por uma eventual volta da inflação puxada pelo preço do arroz e de outros itens da cesta básica, Bolsonaro pretende zerar o imposto de importação dos produtos.

Dólar bate R$ 5,73 com a saída de Moro do Governo Bolsonaro

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24.4.20

Correio Braziliense
Foto: Marcelo Casall Jr./Agência Brasil
O dólar bateu R$ 5,73 depois que o ex-juiz Sergio Moro deixou o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública. O novo recorde levou o Banco Central (BC) a intervir novamente no mercado. Ainda assim, o dólar opera na casa dos R$ 5,67, com alta de 2,5% às 12h desta sexta-feira (24). Às 12h22 a Bovespa abriu em queda com recuo de 9,58%, aos 72 mil pontos. Depois, as 13h09 já caía com menos intensidade, em cerca de 6%.


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O dólar começou o dia cotado a R$ 5,52, depois de dois dias consecutivos de alta. Mas continuou batendo recordes desde o início do pregão porque o mercado financeiro entende que a saída de Moro deixa o governo de Jair Bolsonaro ainda mais enfraquecido, já que o ex-juiz era considerado um dos pilares do Executivo. 

A disparada de mais de R$ 0,15 em pouco menos de três horas, já fez o Banco Central intervir diversas vezes no mercado hoje. Primeiro, a autoridade monetária ofertou 10 mil contratos de swaps cambiais. Depois, fez mais um leilão extraordinária de swaps. E, por fim, vendeu US$ 545 milhões em moeda à vista no mercado.

Ainda assim, o dólar não voltou mais para a casa dos R$ 5,65. E a Bolsa segue acumulando perdas. O Ibovespa opera com queda de 6%.

"A saída do ministro Sérgio Moro da pasta da Justiça é mais uma notícia negativa em meio a outros graves problemas gerados a partir do agravamento do impacto da crise do coronavírus. Instabilidade gera volatilidade", comentou o estrategista-chefe da Clear Corretora, Roberto Indech. Ele lembrou que "o mercado sempre antecipa movimentos e sinalizações, sejam elas financeiras ou políticas", mas pediu cautela aos investidores nesse momento de incertezas sobre o rumo do Ministério da Justiça e Segurança Pública. "A recomendação para os investidores é de cautela até que o presidente Bolsonaro nomeie um novo ministro para a pasta da Justiça, quando teremos uma sinalização mais clara da diretriz que o governo irá seguir", disse. 

Histórico

Este é o terceiro dia consecutivo de recordes na cotação do dólar. Na quarta-feira (22/4), a moeda saiu de R$ 5,32 para R$ 5,41 por conta da percepção do mercado de que o Banco Central (BC) vai cortar a taxa básica de juros (Selic) na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), reduzindo a rentabilidade das aplicações da renda fixa. Na quinta (23/4), subiu de R$ 5,41 para R$ 5,52, influenciado pelos juros e também pela incerteza política que ronda o governo federal desde a notícia de que o ministro Moro pediu demissão. E, nesta sexta, começou o dia batendo os R$ 5,65, já que esses ruídos se intensificaram com a exoneração de Maurício Valeixo da diretoria-geral da Polícia Federal. E, logo depois, tocou nos R$ 5,71 quando Moro confirmou o pedido de demissão do governo.

Mulher de Dominguinhos diz que cantor saiu da UTI neste sábado

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14.7.13

Da redação: 
redacaocasinhasagreste@bol.com.br

'Obrigada ao Brasil pela corrente de orações', disse Guadalupe Mendonça.

Do G1 PE

A mulher de Dominguinhos, Guadalupe Mendonça, informou que o cantor saiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no início da tarde deste sábado (13). "Saímos às 12h30. O clima era de festa. Ele apertou minha mão, olhou nos meus olhos e me puxou para ele. O tempo todo fazia sinal de sim. Ríamos, chorávamos, num clima de muita emoção. Liv [Moraes, filha do cantor] e eu estamos muito felizes. Obrigada ao Brasil pela corrente de orações", afirmou ao G1.

Dominguinhos havia voltado para a UTI no último domingo (7) com quadro de arritmia cardíaca, oscilação de pressão arterial e infecção respiratória.
Por volta das 21h, o Hospital Sírio-Libanês divulgou um boletim confirmando a alta após melhora da infecção respiratória e controle da arritmia cardíaca. "O quadro do paciente está estável", afirma a nota.
A cantora Liv Moraes confirmou ao G1 que o pai foi transferido para a Unidade Semi-intensiva do Sírio-Libanês. "Ele fez realmente contato conosco, devagarzinho. Para nós, [Dominguinhos ter saído da UTI] é ótimo", comentou.
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Dominguinhos é transferido para hospital de São Paulo
O sanfoneiro luta há seis anos contra um câncer de pulmão. Ao longo do tratamento, ele desenvolveu insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes. Dominguinhos estava em um hospital do Recife e foi transferido para o Sírio-Libanês, em São Paulo, no dia 13 de janeiro.
História
José Domingos de Morais, mais conhecido como Dominguinhos, é natural de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. Conheceu Luiz Gonzaga com oito anos de idade. Aos 13 anos, morando no Rio de Janeiro, ganhou a primeira sanfona do Rei do Baião, que três anos mais tarde o consagrou como herdeiro artístico.
Instrumentista, cantor e compositor, em 2002 ganhou o Grammy Latino com o "CD Chegando de Mansinho". Ao longo da carreira, fez parcerias de sucesso com Gilberto Gil, Chico Buarque, Anastácia, Djavan, entre outros. Atualmente, Dominguinhos é considerado o sanfoneiro mais importante do país.

www.casinhasagreste.com.br
Casinhas Agreste

Mariano vítima de bala perdida recebe alta,já está se recuperando em casa.

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30.3.13


De acordo com o blog do Dadau Casinhas o nosso amigo Mariano Gomes de Lima (foto), vítima de uma bala perdida na cabeça no último domingo (24), no Sítio  Diogo, recebeu alta nessa última sexta-feira (29). 
A boa notícia foi divulgada pelas  filhas, Cecília Oliveira, em sua página no Facebook: "Quero agradecer a todos que, direta ou indiretamente, nos deram o apoio à nossa família. Que Deus proteja a todos e que o Anjo da Guarda nos livre de todo o mal. Meu muito obrigada a todos, jamais esquecerei o que fizeram por mim e minha família. Meu pai teve alta, já chegou e está bem, graças a Deus. Sejam todos bem vindos à minha casa". 
Fonte: Dadau Casinhas
www.casinhasagreste.com.br

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