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Líder do MDB no Senado confirma que Lula vai selar acordo com MDB de vários Estados, entre os quais a Paraíba

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13.7.22


Em Brasília para eventos e reuniões, o ex-presidente Lula, que lidera as pesquisas para a corrida ao Palácio do Planalto, iniciou conversas ontem (12) para acertar os palanques regionais

FOTO: REPRODUÇÃO
Na próxima segunda-feira (18), uma reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e emedebistas irá selar a aliança do MDB com o PT em nove estados, dentre os quais a Paraíba, onde deve selar a aliança com o pré-candidato ao Governo Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que tem o petista e ex-governador Ricardo Coutinho como companheiro de chapa e pré-candidato ao Senado.

Em Brasília para eventos e reuniões, o ex-presidente Lula, que lidera as pesquisas para a corrida ao Palácio do Planalto, iniciou conversas ontem (12) para acertar os palanques regionais.

Em reunião com o senador Eduardo Braga, que é líder do MDB no Senado, Lula acertou o apoio à sua candidatura ao governo do Amazonas, em uma aliança que incluiu ainda o senador Omar Aziz (PSD-AM), candidato à reeleição, e definiu outros palanques com PT e MDB juntos, a exemplo da Paraíba, primeiro estado citado por Braga. “Segunda-feira que vem é dia de alinhar a parceria entre o ex-presidente Lula e dez diretórios estaduais do MDB. O encontro com o pré-candidato do PT à Presidência da República vai ser em São Paulo. MDB e PT vão caminhar juntos nessas eleições na Paraíba, no Amazonas, no Rio Grande do Norte, Piauí, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Bahia e Alagoas. Uma parceria boa para o Brasil e para todos os brasileiros”, disse Eduardo Braga. Veja: https://twitter.com/EduardoBraga_AM/status/1547200969783615494

Da Redação do Se Liga PB

MDB declara apoio à pré-candidatura de João Campos a prefeito do Recife

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11.8.20

O MDB confirmou, nesta terça-feira (11), o apoio à pré-candidatura do deputado federal João Campos (PSB) a prefeito do Recife.

O anúncio já era esperado, pois o partido compõe a gestão do prefeito Geraldo Julio (PSB) e não havia apresentado uma pré-candidatura sólida na pré-campanha eleitoral.

Em nota, a MDB de Pernambuco disse que a aliança com a Frente Popular, grupo encabeçado pelo PSB, ocorre desde 2012. “Não há razão para uma alteração de curso no atual cenário político do estado”, diz.

“Entendemos que, diante de todas as adversidades econômicas vividas pelo país nos últimos anos, com forte impacto nas receitas do setor público, o prefeito Geraldo Julio tem honrado os compromissos assumidos com o povo do Recife”, acrescenta o manifesto do MDB de Pernambuco.

Ainda de acordo com o comunicado, o MDB vê em João Campos a qualificação para governar o Recife, caso seja eleito nas eleições de novembro.

“Acreditamos, também, que o deputado João Campos reúne todos os atributos para ser o candidato dessa ampla frente política e cumprir a honrosa missão de governar a cidade e enfrentar seus grandes desafios”, complementa o MDB.

No estado, o MDB tem entre as suas principais lideranças os senadores Jarbas Vasconcelos e Fernando Bezerra Coelho e o deputado federal Raul Henry.

“Houve uma movimentação do senador Fernando Bezerra Coelho e depois do senador Jarbas Vasconcelos, declarando que gostariam de me ter como candidato do partido em Recife. Mas, eu coloquei desde o início que essa candidatura dependia de um conjunto de fatores, do ponto de vista de convergência”, afirmou Raul Henry à repórter Mirella Araújo, do JC.

Jarbas e Raul são aliados do PSB desde 2012. Inclusive, em 2018, o senador integrou a chapa encabeçada pelo governador Paulo Câmara em Pernambuco.

Já o senador Fernando Bezerra Coelho não apoiará João Campos na disputa do Recife. Nesta terça-feira (11), em entrevista à Rádio Jornal, o líder do governo Bolsonaro no Senado disse que respeita a decisão do MDB nas eleições do Recife, mas que seguirá na oposição ao PSB, partido com o qual rompeu politicamente em 2017.

Vice
O MDB é um dos partidos cotados para ocupar a vaga de vice na chapa encabeçada por João Campos.

O secretário de Segurança Pública do Recife, Murilo Cavalcanti, era um dos cotados para a vaga, mas não deixou o cargo a tempo do prazo de desincompatibilização.

No MDB, o nome mais cotado agora é o do deputado federal Raul Henry.

No entanto, segundo bastidores do PSB, a vaga segue em aberto. Além do MDB, outros partidos cotados para a vice na chapa do PSB são PP, PDT e PSD.

Veja a nota do MDB na íntegra
A Comissão Executiva Estadual do MDB de Pernambuco, reunida na data de hoje, resolveu manter sua aliança com a Frente Popular de Pernambuco na eleição para a Prefeitura da Cidade do Recife, marcada para o próximo dia 15 de novembro. Esta é a linha que o partido vem adotando desde 2012 e não há razão para uma alteração de curso no atual cenário político do estado.

Entendemos que, diante de todas as adversidades econômicas vividas pelo país nos últimos anos, com forte impacto nas receitas do setor público, o Prefeito Geraldo Júlio tem honrado os compromissos assumidos com o povo do Recife.

Acreditamos, também, que o Deputado João Campos reúne todos os atributos para ser o candidato dessa ampla frente política e cumprir a honrosa missão de governar a cidade e enfrentar seus grandes desafios.

Moro solta Mário Miranda, operador de propina do MDB

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1.6.18


Mário Miranda é o alvo principal da Operação Dejà Vu

Por: Agência Estado -  Diário de Pernambuco

 Miranda está livre, mas não pode sair do País, por imposição de Moro. Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom

O juiz Sérgio Moro mandou expedir alvará de soltura de Mário Miranda, apontado como operador de propinas do MDB, nesta sexta-feira (1). Alvo principal da Operação Dejà Vu, fase 51 da Lava Jato, Miranda confessou crimes e colocou à disposição da Justiça US$ 7,2 milhões em valores repatriados da Suíça.

O dinheiro, segundo ele próprio, teve origem em "práticas ilícitas em contratos da Petrobras".

A investigação Dejà Vu mira contrato da área Internacional da Petrobras no valor de US$ 825 milhões que teria rendido propinas de US$ 40 milhões ao MDB, em suposto encontro entre delatores da Odebrecht, os ex-presidentes da Câmara Henrique Eduardo Alves e Eduardo Cunha e Temer, então candidato a vice-presidente, em 2010.

Miranda e outro operador, Sérgio Bocaletti, são suspeitos de receber US$ 31 milhões por meio de contas mantidas por operadores financeiros no exterior e supostamente representavam políticos do MDB. Os operadores são investigados por entregas de valor equivalente em moeda nacional, em espécie e no Brasil, ao encarregado pelo recebimento e distribuição do dinheiro aos agentes políticos.

Sob sigilo, as declarações de Miranda foram registradas pela força-tarefa da Operação Lava Jato no dia 16.

O depoimento envolve contrato que, segundo a Odebrecht e os investigadores, beneficiou o MDB em 2010, em suposto acerto com políticos da cúpula do partido, dentro do escritório de Michel Temer em São Paulo.

O termo foi assinado após a prisão de Miranda na 51ª fase da Operação Lava Jato, que mira suspeita de propinas em benefício do partido.

Nesta sexta-feira, o juiz Sérgio Moro despachou. "Considerando que R$ 6.129.355,34 já foram depositados na conta judicial, expeça-se o alvará de soltura em relação a Mario Ildeu de Miranda, bem como o termo de compromisso com as cautelares. Deverá subscrever no prazo de cinco dias os formulários necessários para a renúncia dos valores bloqueados no exterior e repatriação dos mesmos junto ao Ministério Público Federal."

Miranda está livre, mas não pode sair do País, por imposição de Moro. "Oficie-se ainda à Delegacia da Polícia Federal de Fronteira para registrar a proibição de que deixe o país."

Para os procuradores da força-tarefa da Lava Jato, há "contas secretas ainda mantidas no exterior e que não tiveram saldos sequestrados", como a offshore Fairfamily Foundation, mantida pelo operador nas Bahamas.

De acordo com o advogado Antonio Figueiredo Basto, que defende o operador, no depoimento do dia 16 Mário Miranda "respondeu a todas as perguntas e enfrentou as apontadas omissões que, segundo o MPF, justificaram a prisão preventiva".

Basto disse que o operador "manifestou em seu depoimento que abre mão de eventuais valores depositados no exterior e concorda com a repatriação, comprometendo-se ainda a apresentar, quando os bancos enviarem, os documentos da conta da fundação no Banco Heritage que deram origem à movimentação para a instituição nas Bahamas".

Entre as contas de valores ilícitos repatriados e já postos à disposição das autoridades pelo operador estão uma mantida no banco suíço Julius Bar, com saldo atualizado em 2 de abril de 2017 no valor de US$ 1.834.682, e outra no Credit Suisse, com saldo atualizado em 17 de março de 2017 no valor de US$ 5.449.540.

De acordo com Miranda, o valor totaliza US$ 7.284.222, a ser atualizado. Ainda restaria conferir o "saldo na conta mantida nas Bahamas cujos demais dados desconhece".

Defesas
No dia 20 de maio, quando o depoimento de Miranda foi divulgado, a reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, mas não obteve resposta.

Foram procuradas as defesas dos ex-deputados e ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Alves, mas elas também não se manifestaram.


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