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Polícia pede exclusão de mais de 60 aprovados em concursos públicos de Alagoas por meio de fraudes

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19.5.22


Foram constatadas fraudes nos concursos da Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Delegados indiciaram 77 pessoas; há indícios de fraudes também em concursos de Pernambuco.

Polícia Civil conclui inquérito da Operação Loki que investigava fraudes em concursos

A Polícia Civil solicitou à Justiça a exclusão de 61 candidatos aprovados por meio de fraudes em concursos da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Alagoas, realizados em 2021. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (18) pelo delegado-geral da Polícia Civil, Gustavo Xavier, que deu detalhes das investigações que resultaram na Operação Loki.
17 pessoas foram presas ainda na primeira fase da investigação. As primeiras cinco prisões aconteceram em agosto do ano passado, quando os candidatos foram flagrados, em Maceió e Recife, durante as provas da Polícia Civil. Outras 12 pessoas foram presas na megaoperação deflagrada em outubro em Alagoas, Sergipe, Pernambuco e Paraíba. Com a conclusão do inquérito, foram indiciadas 77 pessoas.
Com os primeiros presos, foram apreendidos pontos eletrônicos que seriam utilizados para receber as respostas das questões das provas. "Com base nessas apreensões, nós fizemos a extração desses dados e, consequentemente, obtivemos diversos elementos que materializaram o início da investigação", explicou o delegado Gustavo Xavier.
Os investigadores esclareceram que nem todos os envolvidos nas fraudes conseguiram aprovação. Alguns, mesmo fazendo uso de ponto eletrônico e outros meios ilícitos, foram eliminados dos concursos. Ao todo, foram pedidos 73 afastamentos, considerando também os candidatos eliminados.

Entre os aprovados apontados como fraudadores pela investigação, 36 já haviam sido afastados antes pela Justiça Cível. Porém, por meio de recurso, alguns candidatos conseguiram retornar ao certame. Por isso, a Polícia Civil decidiu solicitar o afastamento de todos os envolvidos.
"Nessa lista de candidatos afastados estão aqueles eliminados. Por exemplo, o candidato que teve altíssima pontuação no cargo de agente da Polícia Civil, mas foi reprovado na redação. Mesmo assim nós pedimos judicialmente o afastamento desse candidato porque ele poderia, em um recurso, conseguir reverter a nota menor dele e voltar ao certame", destacou o delegado José Carlos Reis.
Os concursos chegaram a ser suspensos durante as investigações e o governo do Estado anunciou que eles seriam refeitos do início. Contudo, decisões judiciais obrigaram que eles fossem retomados de onde pararam e os certames tiveram continuidade.
Para a polícia, com o afastamento dos aprovados, não há necessidade de anulação das provas. “Nós conseguimos expurgar pessoas que teriam relação direta ou indireta com a fraude de todos os concursos, Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas”, explicou o delegado Gustavo Xavier.
Os investigados, incluindo os candidatos que pagaram pelo esquema criminoso, foram indiciados por fraude em concurso público qualificado, que é aquela fraude que causa prejuízo à administração pública, e por organização criminosa.
Entre os presos e indiciados na Operação Loki está o ex-policial militar alagoano apontado como chefe da organização criminosa, Flávio Luciano Borges Nascimento. Segundo a Polícia Civil, alguns dos presos conseguiram na Justiça o direito de responder aos crimes em liberdade.

Fraudes em outros sete concursos
A investigação também descobriu indícios de fraudes em mais sete concursos, além dos concursos das polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros.
Entre esses outros concursos, segundo a Polícia Civil, um foi realizado em Alagoas, mas que não estava no radar da Operação Loki inicialmente, e os outros seis foram realizados em outros estados. Não foram divulgados detalhes dos certames para não atrapalhar as investigações.

“Com os dispositivos apreendidos, encontramos provas e elementos de informação importantes de fraudes nos três concursos da Segurança Pública [de Alagoas], e também indícios de fraude em seis concursos de Pernambuco”, afirmou o delegado.
As fraudes nos concursos daquele estado devem ser investigadas pela Polícia Civil pernambucana. “Colocamos no relatório [Da operação Loki] a solicitação de envio, pelo Judiciário, das provas para a Polícia Civil de lá, para que ele apurem essas fraudes naquele estado”, concluiu Campos.

G1 Alagoas

Segundo a Polícia Civil de Alagoas, 77 pessoas foram indiciadas na Operação Loki — Foto: Ana Clara Pontes/g1

Governo de Alagoas cancela concursos da PM, Polícia Civil e Bombeiros

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30.10.21


Decisão foi tomada após confirmação de fraudes nas provas dos três certames. Novas datas serão anunciadas para candidatos refazerem as etapas já realizadas.
G1 AL

Concursos públicos da PM, Polícia Civil e Bombeiros de Alagoas são cancelados


O governo de Alagoas anunciou nesta sexta-feira (29) o cancelamento das etapas já realizadas dos concursos da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros. O anúncio foi feito nesta manhã pela Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag).

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A decisão foi motivada, segundo explicou o secretário Fabrício Marques em uma live nas redes sociais, pelas fraudes descobertas na Operação Loki, que resultou na prisão de 12 pessoas nos estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Sergipe no último dia 21.

"Dada a extensão da fraude, os resultados preliminares da investigação em andamento deixaram clara a impossibilidade da plena identificação de todos que se beneficiaram com o crime, de forma que impede a exclusão apenas dos envolvidos no esquema", disse o secretário.
Leia a íntegra do comunicado sobre o cancelamento dos concursos
Em outro trecho, o comunicado cita que ficou comprovado que os criminosos envolvidos no esquema atuaram nos três concursos da Segurança Pública.

"A investigação constatou atuação de um esquema nacional criminoso que estaria agindo contra a lisura não só das provas da Polícia Militar, mas também de outros dois certames, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros de Alagoas", afirmou.


Com essa decisão, novas datas serão definidas futuramente para que os candidatos possam refazer as provas dos três concursos. O secretário não deu detalhes sobre o pagamento das inscrições e eventual devolução dos valores no caso algum candidato decidir por não repetir as provas.

"O Estado tomou a decisão pelo cancelamento das fases atuais e a gente vai retomar essas fases que já foram realizadas até agora. A decisão, já informada à Justiça, busca assegurar que apenas os candidatos que, de fato, possuem as qualificações necessárias ao ingresso no serviço público sejam os verdadeiros aprovados".
O concurso da Polícia Militar tinha sido suspenso no dia 15 de setembro para aguardar o andamento das investigações. Já os concursos da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros seguiram as demais etapas após a realização das provas objetivas.

Na última quarta-feira (27), foi divulgado no site do Cebraspe, organizadora dos três certames, a consulta individual aos gabaritos oficiais definitivos, aos cadernos de provas e à folha de resposta do concurso da Polícia Civil.

Já o concurso do Corpo de Bombeiros tinha previsão para divulgação do resultado provisório do TAF no dia 5 de novembro, com a convocação dos aprovados para as próximas etapas.

Entenda as investigações da Operação Loki
Doze pessoas são presas em operação que investiga fraude em concursos em Alagoas
Doze pessoas são presas em operação que investiga fraude em concursos em Alagoas


O caso começou a ser apurado depois que cinco candidatos foram presos em flagrante em Pernambuco no dia 29 de agosto, durante aplicação das provas do concurso da Polícia Civil de Alagoas. Essas pessoas utilizavam ponto eletrônico.

De acordo com a Polícia alagoana, quem chefiava o esquema de fraude nos concursos era o ex-policial militar alagoano Flávio Luciano Borges Nascimento. Ele foi expulso da corporação no dia 14 deste mês, após cometer o crime de deserção, quando o militar abandona o posto de serviço por oito dias seguidos.

A Operação Loki descobriu que integrantes da organização criminosa se inscreviam nos concursos e pegavam as provas. Outro grupo respondia as questões e passava as respostas corretas para os candidatos que pagaram pela aprovação.

Três turistas de Toritama e quatro de Garanhuns se afogaram na Praia do Francês em Alagoas

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28.9.21


Três moradores da cidade de Toritama no Agreste de Pernambuco, se afogaram na Praia do Francês na cidade de Marechal Deodoro, no Litoral Sul do estado de Alagoas, neste domingo (26). Também foram vítimas de afogamento nessa praia mais quatro pessoas, sendo dois homens e duas mulheres que são da cidade de Garanhuns, também no Agreste de Pernambuco. 

As pessoas de Toritama, que são três jovens, faziam parte de um grupo que foi á Praia do Francês em uma excursão e o afogamento aconteceu próximo ao posto dos mergulhadores do Corpo de Bombeiros. Dois rapazes, de 17 e 22 anos, foram socorridos e levados à uma unidade hospitalar próxima, já o terceiro desapareceu nas águas, tendo 
o Corpo de Bombeiros, um helicóptero e um jet sky, iniciado buscas imediatamente para localizar o corpo. 

As vítimas socorridas estavam embriagadas e isso foi constatado pelos bombeiros. Os turistas de Garanhuns foram resgatados e receberam atendimento médico no local pelas equipes de resgates presentes, o Corpo de Bombeiros e o SAMU. 

Ainda não se sabe se o jovem de Toritama já foi localizado ou não.
Do Caruaru Noticias 

SURUBIM PE: Polícia Civil prende em Alagoas acusado que matou o Sargento Lino e Tonho do Cadete

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19.12.19

Da Página Na Mira da Notícia 

Por volta das 6 horas da manhã desta quarta-feira (18.12.2019, a equipe de policiais civis da AIS 16, especialmente designada, deu cumprimento a dois mandados de prisão preventiva expedidos pelo Juízo da Primeira Vara da Comarca de Surubim em desfavor de Jamerson Ribeiro dos Santos, vulgo “Jaminho”, “Guaxinim” e “Tamborete” de 23 anos.
A prisão se deu no município de Arapiraca - Alagoas, após exaustivo levantamento no intuito de localizar e prender referido indivíduo, o qual estava foragido.
Vale salientar que Jamerson Ribeiro foi indiciado e denunciado por dois crimes de homicídio qualificado praticados no município de Surubim no ano de 2018, que tiveram por vítimas Antônio Mariano de Miranda, conhecido por “Tonho Cadete”, e o policial militar reformado Juscelino da Silva Bezerra, conhecido por Sargento Lino, este último que gerou significativa comoção social devido ao modus operandi manejado pelos dois executores (ambos devidamente presos), os quais não hesitaram em ceifar barbaramente a vida da vítima, mediante mais de vinte disparos de arma de fogo, fato ocorrido no dia 22.08.2018, por volta das 19h00, em pleno centro da cidade, onde havia outras pessoas, dentre elas uma criança.
Relembre o caso:
Ademais, o capturado foi indiciado e denunciado pela prática do crime de roubo ocorrido no município de Casinhas. Outrossim, há notícias de outras infrações penais perpetradas no estado de Alagoas, de modo que sua atuação criminosa, conforme investigações realizadas, tinha repercussão interestadual e aponta para o seu envolvimento em organização criminosa.
A força tarefa criada para efetuar a prisão contou com o significativo apoio da Polícia Civil de Alagoas, que foi fundamental para o êxito da ação policial.
Investigações no sentido de identificar a participação de JAMERSON RIBEIRO em outros delitos seguem em curso.

Menino de 8 anos morto no lugar do pai que fugiu dos criminosos em Alagoas

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7.6.19


Depoimentos à Polícia Militar apontam ainda que os homens permaneceram na casa por 10 minutos para evitar que a família chamasse a polícia. Crime aconteceu em Arapiraca

 OP9

Criança foi morta com tiros no peito. Foto: redes sociais

A família da criança assassinada a tiros dentro de casa foi ameaçada de morte e ficou sob a mira dos criminosos por dez minutos após o crime, para que a polícia não fosse chamada. É o que aponta o relato do dos sobreviventes à Polícia Militar, que divulgou a informação no Boletim de Ocorrência desta sexta-feira (7). O menino de 8 anos morreu com diversos disparos de arma de fogo que o atingiram no peito na noite da quinta-feira (6), no bairro Batingas, em Arapiraca, Agreste de Alagoas.
Segundo a Polícia Militar, a mãe da vítima contou que quatro homens chegaram em um veículo branco e invadiram a residência. Dois dos autores começaram a atirar. No relato do pai à polícia, a criança estava com ele no quintal e entrou na casa para ver o que estava acontecendo, quando veio a ser atingida pelos disparos na região do peito. De acordo com a PM, o pai da criança conseguiu correr no momento da invasão.

Os depoimentos à Polícia Militar apontam que os homens permaneceram na casa por 10 minutos para evitar que a família chamasse a polícia. Eles afirmavam, segundo familiares, que voltariam e matariam a todos se a polícia entrasse na história. Em entrevista à imprensa, o pai confessou que ele seria o alvo, e que retornou para casa quando os criminosos foram embora, momento em que viu a criança estirada no chão.

Os criminosos fugiram e não foram encontrados. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas, ao chegar no local, a criança já estava morta. A Polícia Militar afirma que está em diligências à procura dos bandidos. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios.

FESTA DO TAPUIA 2022

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