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Corpo de juíza encontrada morta em Belém é velado em Campina Grande, PB

19.5.22

/ por casinhas agreste

De Campina Grande, corpo da juíza deve seguir para Barra de Santana, onde será sepultado no fim da tarde desta quinta-feira (19).

Polícia investiga morte de juíza no Pará. — Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal


O corpo da juíza Mônica de Oliveira, encontrada morta com um tiro no peito, está sendo velado em Campina Grande, Agreste da Paraíba, nesta quinta-feira (19). O velório teve início por volta das … em um cemitério particular da cidade.

Juíza é encontrada morta dentro de veículo em Belém
O corpo da juíza foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) por volta das 4h desta quarta-feira (18) e começou a ser velado em uma capela, no bairro do Umarizal, em Belém. Por volta das 17h, o corpo embarcou para o Aeroporto Internacional de Guararapes, em Recife, capital pernambucana.
De Recife, o corpo foi trazido para Campina Grande, onde começou a ser velado pela família no início da manhã desta quinta (19).
De Campina Grande, às 12h, o corpo segue para a Câmara de Vereadores de Barra de Santana, cidade natal da juíza, onde também será velado. O sepultamento deve acontecer às 17h, no Cemitério São Joaquim.
Monique Andrade, sobrinha de Mônica de Oliveira, afirmou nesta quarta-feira (18) que imagens de câmeras de segurança do prédio indicam que a magistrada cometeu suicídio. A Divisão de Homicídios da Polícia Civil investiga o caso, que segue sob sigilo de Justiça.
Segundo a sobrinha, o prédio onde a magistrada morava tem muitas câmeras no estacionamento, que captam vários ângulos.
“Ela era uma pessoa extremamente normal, extremamente calma, exercendo a profissão dignamente, exercia seu papel de mãe dignamente e de irmã. Ela devia estar sofrendo e não conseguia se abrir com ninguém”, relatou.
A magistrada foi encontrada morta com tiro no peito dentro do carro. O juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior entrou no veículo, onde estava o corpo da juíza, e dirigiu até a delegacia. Ele afirmou que a morte foi suicídio em um "momento de fraqueza".
A Polícia Civil do Pará não deu detalhes, mas informou que realizou diligências, como o registro da ocorrência e a requisição de perícias, "dentro das suas atribuições legais", e afirmou que já encaminhou o caso para o Poder Judiciário.

O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) divulgou uma nota informando que o promotor de justiça Luiz Márcio Cypriano, da Promotoria de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial de Belém (PJCEAP), vai acompanhará o inquérito policial instaurado para apurar o caso.
O promotor foi designado pelo Procurador-Geral de Justiça, Cesar Mattar Jr., ainda na terça-feira (17).
A Associação dos Magistrados do Pará (Amepa) lamentou a morte da juíza e disse que ela atuava na 38ª Zona Eleitoral de Martins, no estado do Rio Grande do Norte.

Em nota, a Amepa ainda pontua que o juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior, esposo da juíza e quem levou o corpo até a Divisão de Homicídios, é associado da entidade.

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