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PARAÍBA:Operação prende trio comandado por preso do PB1 para realizar roubos e tráfico e apreende fuzis

17/07/2020

/ por casinhas agreste
Ação resultou na apreensão de três fuzis, uma pistola com adaptador que a transformava em submetralhadora e munições. Três pessoas suspeitas de integrar o grupo foram detidas.
G1 PB
Três fuzis foram apreendidos durante a Operação Coalizão, em João Pessoa — Foto: Divulgação/PMPB

Uma ação integrada desarticulou, na noite desta quinta-feira (16), uma quadrilha responsável pela prática de crimes contra o patrimônio, tráfico e que seria comandada por um preso da unidade prisional Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1, em João Pessoa.

A Operação Coalizão foi da Secretaria da Segurança e da Defesa Social da Paraíba (Seds), por meio da Polícia Militar e da Polícia Civil, e ainda Polícia Federal, Ministério Público Estadual e Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).

A ação resultou na apreensão de três fuzis 556, uma pistola com adaptador que a transformava em submetralhadora e munições de calibres 556 e 9 milímetros. Três pessoas suspeitas de integrar o grupo também foram conduzidas à delegacia.

As abordagens aconteceram no bairro de Mangabeira, com o apoio do Grupamento Tático Aéreo (GTA) da Seds, que acompanhou toda a ação policial, realizada em uma área de mata. De acordo com as investigações, a quadrilha é responsável por roubos a vigilantes da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), de outros órgãos públicos e de estabelecimentos comerciais, sempre com o objetivo de se tomar as armas das vítimas. Já o tráfico acontecia na localidade conhecida como Torre de Babel, no bairro do Valentina Figueiredo, além de outras áreas da zona sul da cidade.


Para a Polícia, tanto os conduzidos, dois homens e uma mulher, como outros suspeitos de fazer parte da quadrilha e que já foram identificados, agiam sob comando de um preso do PB1. Todo o material apreendido e os suspeitos foram encaminhados à Central de Polícia Civil, no bairro do Geisel.

O nome que faz referência ao trabalho integrado das instituições envolvidas para desarticular o grupo, que seria chefiado pelo apenado e é resultado de investigações realizadas há mais de três meses. Nesta quinta-feira (16), os policiais receberam a informações de que os suspeitos estavam na área de mata, no caminho para a praia da Penha, cercaram o local e conseguiram apreender as armas, conduzindo os suspeitos.

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