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Secretaria de Educação de Casinhas realiza primeiro encontro de 2019 com equipes gestoras da rede municipal de ensino

10/02/2019

/ por casinhas agreste

Encontro foi conduzido pelo secretário de Educação, Givanildo Melo
(Foto: Henrique Silva/Divulgação) 
ASCOM CASINHAS


Na última quarta-feira (06), a Secretaria de Educação de Casinhas realizou o primeiro encontro do ano com as equipes gestoras das escolas da rede municipal de ensino (leia-se gestores escolares, coordenadores pedagógicos e secretários escolares). O encontro, ocorrido na Escola São Luiz, teve como objetivo o acolhimento e a explanação da proposta educacional de trabalho da SME em 2019. O evento iniciou com um emocionante momento de espiritualidade, conduzido pela coordenadora de Projetos Betânia Leal, e as boas vindas pelo secretário de Educação Givanildo Melo, que explanou sobre a proposta educacional da SME, com foco no INOVAR.

Fotos: Henrique Silva/Divulgação
O momento também foi marcado pelas considerações sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), pela diretora municipal de Ensino, Selma Medeiros, e por um momento de introspecção, pela coordenadora de Educação Especial, a psicopedagoga terapêutica Aniclea Leal. Na ocasião, ainda foram apresentados o Calendário Escolar e a principais ações e projetos a serem desenvolvidas na educação do município.

Fotos: Divulgação/Reprodução
Em seu pronunciamento, o secretário Givanildo Melo aprofundou a questão da atual situação da educação no país. "Na atualidade, muito têm se falado da baixa qualidade da Educação brasileira. Muito vem sendo realizado e ainda há uma imensidão de 'coisas' a serem feitas para que as escolas do nosso País contribuam para o desenvolvimento das capacidades integrais dos alunos. Visualizar o que a escola é o que ela poderia ser é fundamental. Refletir sobre o que já mudou e o que precisa mudar faz toda a diferença. Inovar é preciso", ressaltou.

Fotos: Henrique Silva/Divulgação
"Inovar é repensar na formulação de uma escola e uma forma de educar mais holística, que pense e trabalhe as necessidades dos alunos para além do âmbito acadêmico; é conceber um amplo movimento de forças e ações que exigirá reflexões, planejamento e coordenação de todos os envolvidos; é priorizar um conhecimento mais tangível em vez de abordar conceitos e teorias de forma vaga e desconectada da realidade; é estabelecer conexões entre a teoria e a prática, tendo como ponto de partida a realidade dos alunos; é valorizar os erros como oportunidades de aprendizagem; é treinar habilidades como leitura crítica, comunicação, interpretação, negociação e, sobretudo, resolução de problemas; é valorizar e trabalhar outras inteligências além da intelectual; é criar uma base para ensinamentos sobre finanças pessoais e desenvolvimento pessoal; é transformar!", acrescentou.

Fotos: Henrique Silva/Divulgação
"Não estamos sugerindo uma mudança brusca, uma ruptura radical com o modelo existente, mas um caminho de transformações, um upgrade gradual da estrutura escolar. A sociedade como um todo começa a despertar para essa demanda, e é imperativo que a escola acompanhe esse movimento, fornecendo às crianças e jovens os instrumentos adequados para que prosperem fora de seus muros", finalizou.


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