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Governo da Paraíba defende liberdade nas escolas e questiona intenção do MEC com recomendação sobre hino

26/02/2019

/ por casinhas agreste

Do Click PB 

João Azevêdo defende liberdade nas escolas e questiona intenção do MEC com recomendação sobre hino
“A escola tem que ser um espaço livre para debater, para se discutir exatamente o futuro para essa juventude que a gente quer", afirmou o governador.

Em entrevista nesta terça-feira (26), João Azevêdo afirmou que a escola precisa ser um ambiente de liberdade de debate (Foto: ClickPB)
O governador João Azevêdo considerou como "uma série de equívocos" a recomendação do Ministério da Educação feita a escolas para execução do hino nacional e filmagem das crianças cantando. Em entrevista nesta terça-feira (26), João Azevêdo afirmou que a escola precisa ser um ambiente de liberdade de debate.

“O que nos preocupa é o fato de solicitar no mesmo documento que seja filmado as crianças que estejam cantando com o nome da escola e que isso seja encaminhado ao Ministério da Educação”, afirmou João Azevêdo, dizendo ainda que não é um problema para as escolas a execução do hino nacional.

Ele questionou ainda o objetivo da recomendação e o motivo de fazer as filmagens e encaminhar ao Ministério da Educação. “A escola tem que ser um espaço livre para debater, para se discutir exatamente o futuro para essa juventude que a gente quer. E quando a gente vê medidas como essa, inclusive, que no final da mensagem as crianças gritem o slogan do governo, isso realmente é muito estranho”, afirmou o governador.

Questionado se as escolas devem acatar a recomendação do Ministério da Educação, João comentou que “eu acho que esse tipo de coisa, as escolas mesmo não farão. porque é um processo natural de escolha e eu continuo dizendo que na Paraíba nós temos uma escola livre. Temos uma escola em que o livre pensar é claro e determinado através de lei, através de decretos que faz com que a escola na Paraíba continue livre”.

O governador considera que a divulgação do slogan do governo de Jair Bolsonaro configura ainda autopromoção. “É divulgação do governo dentro de uma unidade que deveria estar preocupada com a qualidade de ensino, com os processos e métodos de ensino cada vez mais aperfeiçoados. É isso que tem que ter a preocupação e não gritar slogan de campanha”, criticou.

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