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Sindicato dos Delegados da PF do Paraná pede transferência de Lula


Eles pedem remoção de Lula para uma unidade das Forças Armadas com melhores condições de segurança para preservar pessoas no entorno e funcionários da PF

Lula chegou à sede da PF em Curitiba na noite do último sábado (7), quando começou a cumprir pena de 12 anos e 1 mês de prisão / Foto: Agência Brasil
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Foto: Agência Brasil
Editoria de Política

Atualizada às 12h04

O Sindicato dos Delegados da Polícia Federal do Estado do Paraná (SinDPF/PR) enviou um ofício à Superintendência da PF de Curitiba solicitando a trasferência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma unidade das Forças Armadas, com melhores condições de segurança e que evite os transtornos às pessoas que moram no entorno, ao público atendido na PF e aos próprios funcionários. A defesa do petista já avaliava solicitar a sua remoção. 

Lula se encontra detido em uma cela especial no quarto andar da PF, no bairro de Santa Cândida, em Curitiba, desde a noite do último sábado (11), quando começou o cumprimento da pena de 12 anos e 1 mês de prisão pela ação penal do triplex.

Desde então, centenas de militantes encontram-se acampados nas ruas do entorno à sede da PF e prometem permanecer até que o ex-presidente seja solto. A Polícia Militar fez um bloqueio que proibiu o acesso de manifestantes e trânsito de pessoas na área. Os apoiadores do petista ainda aguardam a vinda de mais pessoas ao longo desta semana.



O sindicato leva em consideração a presença dos manifestantes e a necessidade de isolar a área, o que prejudica a rotina dos moradores e pessoas que precisam de atendimento na PF, que inclui a emissão de passaportes e antecedentes criminais. 'Além disso, os policiais federais envolvidos nesta operação de segurança estão sem poder desenvolver suas atividades policiais normalmente”, diz nota do sindicato. 

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nessa terça-feira (10) que a transferência de Lula para uma sala de Estado Maior em repartição militar depende de autorização unicamente da Justiça. Segundo o ministro, não há como o Executivo interferir no assunto. Ele também negou que concordaria em flexibilizar regras de visitas ao ex-presidente, como chegou a relatar a presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

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