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Chacina em Jaboatão, quatro pessoas são assassinadas com disparos de arma de fogo


Chacina em Jaboatão: Polícia trabalha com duas linhas de investigação
O caso, que ficará com a Divisão de Homicídios Sul, trabalha com hipóteses de morte por engano e desavença entre suspeitos e uma das vítimas

Foto: Diego Nigro / JC Imagem
Da Editoria de Cidades

Veja a reportagem do Jornal do Comércio





A Polícia Civil já tem duas linhas de investigação sobre a chacina que deixou quatro pessoas mortas na noite desse domingo (7), na Usina Suassuna, no bairro de Vila Rica, em Jaboatão dos Guararapes. Em entrevista ao repórter Rafael Carneiro, da Rádio Jornal, a delegada Vilaneida Aguiar, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), afirmou que o inquérito ainda está em fase inicial e deve ser aprofundado pela Divisão de Homicídios Sul. 

"Na verdade, há duas linhas de investigação, mas não podemos detalhar muito. Uma versão seria que o alvo seria outra pessoa, que teria o mesmo nome de uma das vítimas. E a outra seria que uma das vítimas teria tido uma desavença com um dos suspeitos. Mas tudo isso ainda será esclarecido no decorrer das investigações", explicou.

A delegada frisou que as pessoas que já foram ouvidas pela Polícia negaram que as vítimas tivessem algum envolvimento com atividades criminosas. "Na localidade, o que percebemos é que todas disseram desconhecer qualquer envolvimento dessas quatro vítimas na criminalidade", destacou.



No local do crime, morreram Jonatas Francisco da Silva Barbosa, de 30 anos; José Wellington Soares da Silva, de 29; e Carlos José de Melo, de 21. Paulo André Neri, de 37 anos, foi levado para a UPA de Jaboatão às 18h45, mas não resistiu e faleceu na unidade de saúde. "Ele era uma pessoa tranquila, pacata, trabalhadora. Era pintor. De casa para o trabalho e jamais teve envolvimento com crime nenhum", afirmou um morador da região, que acredita que André foi vítima de bala perdida. 

Assassinos perguntaram o nome das vítimas antes de dispararem
Ainda segundo a delegada Vilaneida Aguiar, os quatro homens estavam sentados em frente a algumas casas abandonadas na localidade. Dois indivíduos a pé, ainda não identificados, usando uniformes cor de laranja, abordaram as vítimas e perguntaram o nome de cada um deles. Depois disso, dispararam. 

O perito Tadeu Cruz, do Instituto de Criminalística, informou que as três vítimas que estavam mortas no local foram rendidas e que, quando atingidas, estavam deitadas no chão. Cada homem recebeu pelo menos dois tiros. Todos foram baleados na cabeça. Um dos homens também levou um tiro nas costas. No local, foram encontrados dois estojos de munição do calibre .40. De acordo com o perito, o crime tem características de execução.


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