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'Bibi Perigosa', apontada como articuladora dos ataques no RN, é presa no Rio

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3.4.23


A onda de ataques começou no dia 14 de março e impactou a população potiguar até o dia 25
. Mulher, uma das chefes da facção que controla o tráfico do RN, vivia escondida no Rio de Janeiro desde 2020.

Agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) capturaram, no fim da tarde deste domingo (2), uma das principais articuladoras dos ataques que aterrorizaram o Rio Grande do Norte no mês passado. Andreza Cristina Lima Leitão, conhecida como Bibi Perigosa, estava saindo de um shopping no bairro de Campo Grande, Zona Oeste da cidade.

No último dia 31, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flavio Dino, anunciou uma ajuda de 35 milhões do governo federal além de homens da Força Nacional, que ficarão no estado por tempo indeterminado.

A onda de ataques começou no dia 14 de março e impactou a população potiguar até o dia 25. Bibi Perigosa, uma das chefes da facção que controla o tráfico do estado, vivia escondida no Rio de Janeiro desde 2020.


'Bibi Perigosa', apontada como articuladora dos ataques no RN, é presa no Rio — Foto: Reprodução 
'Bibi Perigosa', apontada como articuladora dos ataques no RN, é presa no Rio — Foto: Reprodução

A DRE vinha monitorando a traficante havia uma semana. De acordo com as investigações, ela ficava escondida na Vila Kennedy. Hoje, quando deixou a favela de Bangu a caminho de Campo Grande, ela foi interceptada pelos policiais civis em frente a um shopping. Contra ela havia um mandado de prisão expedido pela Justiça do Rio Grande do Norte.

“A Andreza criou um grupo de comunicação entre os criminosos que ela intitulou ‘Companhia dos Artilheiros’, que promoveu verdadeiros atos terroristas no Rio Grande do Norte, que incluíram assassinatos, roubos em série, depredação de prédios públicos e incêndios de veículos e residências”, destacou o delegado assistente da DRE, Rodrigo Coelho.

G1

ATOS TERRORISTAS: Vândalo que destruiu relógio de Dom João VI no Planalto pode pegar até 30 anos de prisão

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25.1.23


Ele é investigado por crimes como tentativa de depor governo legitimamente constituído
Por Agência O Globo

Homem que quebrou relógio que Dom João VI trouxe para o Brasil em 1808 foi identificado como Antônio Cláudio Alves Ferreira, de 30 anos - Foto: Reprodução de TV
Identificado como o responsável pela destruição do relógio de Dom João VI no Palácio do Planalto, Antônio Cláudio Ferreira poderá receber uma pena de até 30 anos de prisão.

Além de associação criminosa, ele deve responder por crimes como tentativa de abolir com violência o Estado Democrático de Direito e ato para depor o governo legitimamente constituído.

O mecânico ainda é investigado pela Polícia Federal por destruir um bem protegido por lei e um patrimônio com valor histórico. A relíquia é uma das duas peças existentes do relojoeiro francês Balthazar Martinot.

Na representação pela prisão preventiva de Ferreira, a qual O Globo teve acesso, a PF cita quatro artigos do Código Penal e dois da chamada Lei de Crimes Ambientais. Nesses dispositivos, é imputado ao mecânico a destruição de patrimônio da União e outros itens protegido pela legislação.
Professor de Direito Penal da PUC-Rio, o advogado André Perecmanis explica que, a partir do eventual indiciamento de Ferreira, o Ministério Público Federal poderá denunciá-lo por todos ou parte dos delitos pelos quais ele é investigado. Ainda assim, após o curso do processo, caso ele seja condenado, será realizada a chamada dosimetria da pena, cálculo que define a pena que deverá ser cumprida em uma eventual condenação:

— Dependendo de como for feita a acusação, a pena pode variar muito. Assim, se a Procuradoria-Geral da República entender que o réu praticou várias ações independentes entre si, as penas de cada um dos crimes serão somadas. Por outro lado, se o Ministério Público entender que os vários crimes tinham relação entre si, seja porque cometidos com apenas uma ação ou ainda porque um era a continuação do outro, o juiz deverá considerar a pena do delito mais grave e aumentá-la, a depender da hipótese, em no máximo metade ou dois terços.

Já o criminalista Breno Melaragno, também professor da PUC-Rio, pondera que o tempo máximo de cumprimento de pena em território brasileiro passou de 30 a 40 anos desde a aprovação do Pacote Anticrime, em 2020. Durante esse período, o preso tem garantido o direito a progressão de regime, de forma gradual, e ainda ao livramento condicional, em que o encarcerado é posto em liberdade se houver preenchido determinadas condições impostas legalmente.
Para chegar até Ferreira, investigadores seguiram diferentes pistas, ouviram testemunhas, monitoraram imagens de rodovias e utilizaram tecnologia de reconhecimento facial. A cena explícita de vandalismo no Planalto, revelada pelo programa Fantástico, da TV GLOBO, impulsionou uma série de denúncias anônimas sobre a identidade do golpista. Duas delas, que o apontavam como principal suspeito, foram feitas à 9ª Delegacia Regional de Polícia de Catalão, cidade localizada a 260 quilômetros da capital de Goiás.

Ao checar as informações, policiais levantaram dados de um veículo do vândalo e vasculharam registros de câmeras de rodovias. Esse banco de dados apontou que o automóvel havia se dirigido para Brasília em 2 de janeiro e voltado para Catalão na madrugada do dia 9 do mesmo mês, logo após as invasões às sedes dos Poderes.

A partir daí, a PF começou a analisar a foto do suspeito. A imagem do vândalo foi submetida à avaliação de um programa de reconhecimento facial — que a comparou com vídeos do sistema de segurança do Planalto. O resultado foi atestado por dois peritos experientes.

Folha PE

MPF abre inquérito para investigar agentes públicos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro

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18.1.23


De acordo com a portaria, assinada na segunda-feira (16) pelo procurador da República no Distrito Federal Carlos Henrique Martins Lima, “os elementos já existentes autorizam desde já a instauração de Inquérito Civil”


| CNN NOVO DIA
Rudá Moreirada CNN

Foi instaurado, pelo Ministério Público Federal (MPF), um inquérito civil para apurar as possíveis responsabilidades de agentes políticos que possam estar envolvidos nos atos criminosos de vandalismo contra os Três Poderes, em Brasília.

De acordo com a portaria, assinada na segunda-feira (16) pelo procurador da República no Distrito Federal Carlos Henrique Martins Lima, “os elementos já existentes autorizam desde já a instauração de Inquérito Civil”.
Demais detalhes da investigação seguem sob sigilo, “para resguardar a eficiência das medidas instrutórias determinadas”.O inquérito terá prazo inicial de um ano.
 

O procurador afirma, no documento, que, “nas decisões do Supremo Tribunal Federal (…) estão descritas evidências de que autoridades públicas, inclusive militares, dolosamente deixaram de cumprir o seu papel de garantir segurança dos prédios públicos federais nos episódios criminosos do dia 8 de janeiro”.

O representante do MPF lembra, ainda, que “omissões dolosas podem configurar ato de
improbidade administrativa”. E considera, também, “que os atos criminosos e antidemocráticos” causaram “graves danos aos prédios do Congresso Nacional, do Palácio
do Planalto e do Supremo Tribunal Federal”.

O comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal à época dos ataques, Fábio Augusto Vieira e o ex-secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres, foram presos na semana que sucedeu os ataques criminosos na Praça dos Três Poderes.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, segue afastado do cargo por decisão da Justiça, referendada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Moraes bloqueia redes de deputados, coleta DNA e confisca passaporte

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16.1.23

 

Estadao Conteudo 

Desde que atos golpistas deixaram no domingo, dia 8, um rastro de destruição na Praça dos Três Poderes, o ministro Alexandre de Moraes decretou - além de prisões - o bloqueio de contas em redes sociais, inclusive de parlamentares, o cancelamento do passaporte de suposto líder dos protestos antidemocráticos e a coleta de material biológico dos detidos.As ordens constam do inquérito aberto, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), para investigar suposta "omissão" do governador Ibaneis Rocha (MDB), do ex-secretário da Segurança Pública Anderson Torres, do ex-comandante da Polícia Militar do Distrito Federal Fábio Augusto Vieira e do ex-secretário interino da Segurança Pública Fernando de Sousa Oliveira.Boa parte dos despachos foi assinada na quarta-feira passada, mesmo dia em que o ministro proibiu a "interrupção ou embaraço" ao trânsito em todo País em meio a ameaça de novos atos golpistas. Quando assinou a primeira decisão, já no dia 8, Moraes havia determinado o bloqueio de 17 contas, perfis e canais de bolsonaristas acusados de instigar os atos antidemocráticos, sob pena de multa diária de R$ 100 mil em caso de desobediência.Na quarta, o ministro mandou bloquear mais 34 perfis do Facebook, Rumble, Telegram, Tik Tok, Twitter e YouTube. Entre os canais bloqueados estão os dos deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e José Medeiros (PL-MT) e dos influenciadores Monark e Bárbara "Te Atualizei".Moraes afirmou que a medida era "necessária, adequada e urgente" para interrupção de "eventual propagação dos discursos com conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática".MedidasOutra medida adotada pelo ministro do STF foi o cancelamento do passaporte de Esdras Jonatas dos Santos, "investigado por liderar movimentos antidemocráticos". A medida foi decretada em razão da notícia de que Esdras teria se "evadido do território nacional". Ele é o comerciante que obteve, na Justiça de Minas, autorização para voltar a acampar na frente do quartel de Belo Horizonte, desmontado pela prefeitura no início do mês.A reportagem buscou contato com os alvos das medidas decretadas pelo ministro Alexandre de Moraes, mas não obteve retorno até a conclusão da edição de domingo do jornal O Estado de S. Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Ministro da Justiça afirma que novas prisões acontecerão nos próximos dias

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13.1.23


Prejuízos estão avaliados em R$ 10 milhões

 Agência Brasil1


O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, informou nesta sexta-feira (13) que novas prisões de investigados que participaram dos atos antidemocráticos serão realizadas nos próximos dias.
Dino disse que centenas de pessoas que participaram indiretamente dos atos serão presas pela Polícia Federal.

"Temos aproximadamente 1,2 mil pessoas presas. Há prisões efetuadas depois do evento, e há mandados de prisão que serão cumpridos nos próximos dias", informou.

Sobre a apuração dos danos causados, o ministro disse que, até o momento, os prejuízos são avaliados em R$ 10 milhões.

De acordo com Flávio Dino, toda ameaça de realização de atos antidemocráticos tem custos com mobilização de forças de segurança. "Com certeza as ações de reparação, que serão movidas, chegarão a centenas de milhões de reais, porque nós estamos falando dos danos materiais, de ações por danos morais coletivos, em face do patrimônio cultural e histórico, da indenização do gasto dos estados para se proteger", disse.
O ministro Flávio Dino também entregou hoje ao Supremo Tribunal Federal (STF) a réplica da Constituição de 1988 furtada de dentro das instalações do edifício-sede. O exemplar foi devolvido à PF por um homem que mora em Varginha (MG) e participou dos atos. Ele é investigado.

NOVA AMEAÇA GOLPISTA: Rodovias que cortam Região Metropolitana do Recife ganham reforço da PRF

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12.1.23


Grupos de bolsonaristas usaram redes sociais para convocar novos atos nas capitais brasileiras nesta quarta-feira (11)


Confronto entre polícia e manifestantes na invasão em Brasília - FOTO: Sergio Lima / AFP

Diante da possibilidade de que grupos de bolsonaristas realizem atos golpistas nesta quarta-feira (11), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) decidiu aumentar o número de equipes nas rodovias de Pernambuco - principalmente no Recife e Região Metropolitana. 

"A PRF está atuando com suas equipes reforçadas para garantir a segurança viária, o patrimônio público, e ainda com o objetivo de identificar pontos de aglomeração e de interdição de vias. Identificado algum ponto em que esteja sendo privado o direito de ir e vir das pessoas, os agentes irão agir para desobstruir o trânsito, o que envolve uma escala de intervenção que vai da negociação até o uso da força", informou a PRF à Coluna Segurança. 

"No Estado de Pernambuco, as ações da PRF têm sido planejadas de maneira conjunta, com o apoio recíproco entre as instituições de segurança pública", completou o órgão. 

Desde a noite dessa terça-feira (10), começaram a circular mensagens indicando que bolsonaristas golpistas estariam fazendo convocações para atos pelas capitais brasileiras - incluindo o Recife. "Mega manifestação nacional pela retomada do poder", diz uma das mensagens. 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nesta quarta-feira às forças de Segurança Pública de todo o País, incluindo as policias militares, que impeçam qualquer tentativa de bloqueio de vias urbanas e rodovias ou a ocupação de prédios públicos.


Em Brasília, onde houve invasões e depredações nos prédios da Praça dos Três Poderes no último domingo (08), também houve reforço de segurança. 

O trânsito na Esplanada e Praça dos Três Poderes voltou a ficar fechado na manhã desta quarta-feira, contando com reforço do policiamento feito pela Polícia Militar.

ONDE ESTÃO OS PRESOS APÓS INVASÕES EM BRASÍLIA?
Os presos estão sendo apresentados pela Polícia Federal (PF) à Polícia Civil do Distrito Federal, responsável pelo encaminhamento dos detidos ao Instituto Médico Legal e, posteriormente, ao sistema prisional.

Os procedimentos estão sendo acompanhados, ininterruptamente, pela Ordem dos Advogados do Brasil, Corpo de Bombeiros, Secretaria de Saúde do DF, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Defensoria Pública da União.

"Todos estão recebendo alimentação regular (café da manhã, almoço, lanche e jantar), hidratação e atendimento médico quando necessário", afirmou a PF. 

O governo do Distrito Federal divulgou, na noite da terça-feira, uma lista com 412 nomes de pessoas que já foram encaminhadas aos presídios.

Os homens que fazem parte da lista foram levados para o Centro de Detenção Provisória 2, na Papuda. Já as mulheres foram para a Penitenciária Feminina do DF.

QUEM SÃO OS FINANCIADORES DOS ATOS ANTIDEMOCRÁTICOS?
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, declarou que setores do agronegócio participaram do financiamento de grupos bolsonaristas envolvidos nas invasões e depredações nas sedes do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília.


"Eu prefiro não me intrometer em investigações que competem à PF (Polícia Federal) e é precoce porque pode revelar ideia de generalização. Há pessoas vinculadas a este segmento econômico que participaram, é inequívoco, mas isso não significa generalização. Sejam quem for, serão chamados à responsabilização penal e civil", afirmou Flávio Dino, em entrevista coletiva na segunda-feira (09).

Segundo o ministro, a identificação dos financiadores dos atos antidemocráticos vai começar pelos contratantes dos ônibus que levaram os bolsonaristas ao Distrito Federal.

"Não é possível distinguir nitidamente possibilidades de financiamento. O que é possível é dizer cabalmente que há financiamento", destacou.


Denúncias sobre os atos antidemocráticos podem ser feitas para o e-mail do Ministério da Justiça: denuncia@mj.gov.br.

Do Jornal do Comercio PE

Moraes decide afastar o governador Ibaneis Rocha, do Distrito Federal, por 90 dias

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9.1.23


Ministro do STF entendeu que governo do DF foi conivente com golpistas que invadiram e depredaram sedes dos três poderes. Atos 'desprezíveis' não ficarão impunes, escreveu Moraes.


Por Rosanne D'Agostino, g1 — Brasília

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu na madrugada desta segunda-feira (9) afastar o governador do Distrito Federal do cargo por 90 dias.

No domingo (8), as forças de segurança do DF não contiveram vândalos bolsonaristas que invadiram e depredaram o Congresso, o Palácio do Planalto e o prédio do STF.
Moraes tomou a decisão no âmbito do inquérito dos atos antidemocráticos, do qual é relator, ao analisar um pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e da Advocacia-Geral da União.
O ministro disse que os atos terroristas do domingo só podem ter tido a anuência do governo do DF, uma vez que os preparativos para a arruaça eram conhecidos.

“A escalada violenta dos atos criminosos resultou na invasão dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, com depredação do patrimônio público, conforme amplamente noticiado pela imprensa nacional, circunstâncias que somente poderiam ocorrer com a anuência, e até participação efetiva, das autoridades competentes pela segurança pública e inteligência, uma vez que a organização das supostas manifestações era fato notório e sabido, que foi divulgado pela mídia brasileira", escreveu Moraes na decisão.
O ministro afirmou ainda que os ataques aos prédios e às instituições da República foram "desprezíveis" e não ficarão impunes.

"Os desprezíveis ataques terroristas à democracia e às Instituições Republicanas serão responsabilizados, assim como os financiadores, instigadores e os anteriores e atuais agentes públicos coniventes e criminosos, que continuam na ilícita conduta da prática de atos antidemocráticos", afirmou o ministro.
Moraes disse que o afastamento de Ibaneis se justifica diante do cometimento de crimes como: atos preparatórios de terrorismo, associação criminosa, dano, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
"A democracia brasileira não será abalada, muito menos destruída, por criminosos terroristas", completou.
Logo após os atos de vandalismo, Ibaneis gravou um vídeo pedindo desculpa ao presidente Lula e aos demais poderes.

O ministro Alexandre de Moraes — Foto: Reprodução

Indícios de irregularidades

Entre os indícios apontados contra Ibaneis, segundo Moraes, estão:
os terroristas e criminosos foram escoltados por viaturas da Polícia Militar do Distrito Federal até os locais dos crimes;
não foi apresentada, pela Polícia Militar do Distrito Federal, a resistência exigida para a gravidade da situação, havendo notícia, inclusive, de abandono dos postos por parte de alguns policiais
parte do efetivo deslocado para impedir a ocorrência de atos violentos não adotou as providências regulares próprias dos órgãos de segurança, tendo filmado, de forma jocosa e para entretenimento pessoal, os atos terroristas e criminosos
Anderson Torres (secretário de segurança) foi exonerado do cargo no momento em que os atos terroristas ainda estavam ocorrendo

Acampamento deve ser desfeito

Moraes determinou também o desmonte imediato do acampamento de bolsonaristas golpistas na frente do quartel-general do Exército, em Brasília.


A operação deve ser realizada pelas Polícias Militares dos Estados e DF, com apoio da Força Nacional e Polícia Federal se necessário, devendo o governador do Estado e DF ser intimado para efetivar a decisão, sob pena de responsabilidade pessoal.


O comandante militar do QG deverá, igualmente, prestar todo o auxílio necessário para o efetivo cumprimento da medida.


“Absolutamente nada justifica e existência de acampamentos cheios de terroristas, patrocinados por diversos financiadores e com a complacência de autoridades civis e militares em total subversão ao necessário respeito à Constituição Federal", escreveu Moraes.




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Sobe para 300 o número de terroristas presos no DF, diz polícia





Liberação de ruas e prédios




O ministro também manda bolsonaristas desocuparem todas as vias públicas e prédios públicos estaduais e federais em todo o território nacional




Apreensão de ônibus




Moraes determinou também a apreensão e bloqueio de todos os ônibus identificados pela Polícia Federal, que trouxeram os terroristas para o Distrito Federal. Os proprietários deverão ser identificados e ouvidos em 48 (quarenta e oito) horas, apresentando a relação e identificação de todos os passageiros,


Além disso, determinou a proibição imediata, até o dia 31 de janeiro, da entrada de quaisquer ônibus e caminhões com manifestantes no Distrito Federal.


A PRF e a Polícia Federal deverão providenciar o bloqueio, a imediata apreensão do ônibus e a oitiva de todos os passageiros.




Identificações e redes sociais




Caberá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consultar dados de identificação mantidos pela Corte, mantido o devido sigilo, para identificar pessoas envolvidas.


Redes sociais, entre elas, Facebook, Tik Tok e Twitter, no prazo de duas horas, deverão bloquear os canais/perfis/contas detalhados na decisão, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

Atirador mata pelo menos nove pessoas em escola na Rússia

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26.9.22


Entre as vítimas estão cinco crianças, dois professores e dois seguranças. Homem se matou logo após o ataque

Escola atende cerca de mil alunos na cidade de Izhevsk - FOTO: REPRODUÇÃO

Um atirador abriu fogo em uma escola no centro da Rússia, matando pelo menos nove pessoas e ferindo outras, nesta segunda-feira (26). Após isso, o homem se matou. As informações são da BBC.

Entre as vítimas estão cinco crianças, dois professores e dois seguranças. Ainda não se sabe qual foi a motivação do crime.
Autoridades de emergência estão no local. Funcionários e alunos foram evacuados dos prédios da escola, que atende cerca de mil alunos na cidade de Izhevsk.
A mídia russa colocou vídeos online que mostram cenas de pânico dentro do prédio onde ocorreu o tiroteio.

Em algumas imagens, é possível ver sangue no chão de uma sala de aula e um buraco de bala em uma janela, com crianças agachadas embaixo das mesas.


Um parlamentar local disse que o agressor estava armado com duas pistolas. A agência de notícias estatal Tass citou investigadores dizendo que o atirador usava uma camiseta com o símbolo nazista e uma balaclava.

A escola fica no centro de Izhevsk, uma cidade de cerca de 650 mil habitantes, perto de prédios do governo central.

Jornal do Comércio 

ATAQUE: Número de mortos em explosões Sri Lanka sobe para 207

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21.4.19

 Agência Estado
Foto: Reprodução/AFP.
O número de mortes em uma série de explosões que atingiram o Sri Lanka no domingo de Páscoa subiu para 207, segundo porta-voz da polícia do país. Outras 450 pessoas ficaram feridas.

Seis explosões quase simultâneas ocorreram na manhã de domingo em três igrejas onde fiéis celebravam a Páscoa e em três hotéis frequentados por turistas estrangeiros. Horas depois, uma explosão em uma pousada matou pelo menos duas pessoas. Depois de uma oitava explosão perto de um viaduto na área de Dematagoda nos arredores de Colombo, a capital, o porta-voz da polícia Ruwan Gunasekara disse que três policiais morreram quando foram interrogar suspeitos depois de receberem uma pista. Duas explosões ocorreram pouco depois que os policiais entraram em uma casa em Dematagoda.

O ministro da Defesa disse que sete suspeitos ligados às explosões foram presos. 

O ministro das Relações Exteriores havia dito mais cedo que pelo menos 27 estrangeiros estavam entre os mortos. A imprensa estatal chinesa relatou que um cidadão chinês morreu nos ataques. Mais cedo, a embaixada da China disse que quatro chineses haviam sido hospitalizados e estavam em condições estáveis. O Ministério das Relações Exteriores de Portugal confirmou que uma vítima era cidadã portuguesa.

O governo do Sri Lanka impôs um toque de recolher em todo o país a partir das 18h às 6h (horário local). Lojas estavam fechadas e as ruas estavam desertas na capital. 

A SriLankan Airlines disse aos passageiros que viajam para fora do país que eles poderão voar apesar do toque de recolher imposto após os ataques. A companhia disse em comunicado que os passageiros de todas as companhias aéreas que operam no Aeroporto Internacional de Bandaranaike podem acessar o aeroporto mostrando seus bilhetes e passaportes nos postos de controle. A empresa afirmou ainda que a segurança foi reforçada no aeroporto e aconselhou os passageiros a chegar quatro horas antes de seus voos programados.

Bolsonaro: invasão de terra tem que ser tipificada como terrorismo

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19.4.19


Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Agência Brasil – O presidente Jair Bolsonaro disse que pretende enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei que tipifique a invasão de terras como crime de terrorismo. A declaração foi dada durante uma transmissão ao vivo em sua página no Facebook na noite dessa quinta-feira (18). Segundo ele, houve apenas um registro de “invasão” de terra no primeiro trimestre deste ano, contra 43 no mesmo período do ano passado.

“No que depender de mim, será tipificado como terrorismo”, afirmou. Ele disse que conversará com parlamentares para buscar uma proposta que seja viável para aprovação no Legislativo.

Bolsonaro também defendeu o envio de um outro projeto de lei que possa estender o direito de legítima de defesa para quem atira contra pessoas que tentem invadir domicílios privados. Esta foi uma das promessas de campanha do presidente. Segundo ele, uma lei semelhante foi aprovada recentemente na Itália.

“Invasão de domicílio ou de propriedade outra, uma fazenda ou uma chácara, o proprietário pode se defender atirando, e se o outro lado resolver morrer, é problema dele. Propriedade privada é sagrada”, disse. Ele também alegou que uma medida dessa natureza precisa ser costurada com parlamentares para ter alguma viabilidade.

A ideia, segundo Bolsonaro, seria aplicar o excludente de ilicitude nos casos em que um proprietário age para defender o seu bem ou sua propriedade.

“O nosso projeto visa que, em legítima defesa da vida própria ou de outrem, legítima defesa da propriedade ou bem próprio ou de outrem, entre aí o excludente de ilicitude. Você responde, mas não tem punição”, disse, citando o caso de policiais em confronto com pessoas armadas, onde o excludente de ilicitude pode ser aplicado caso se reconheça que a ação policial foi em legítima defesa.

Leste Europeu
O presidente também disse que deve viajar ao Leste Europeu no segundo semestre. Ele agradeceu ao filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, pelos contatos internacionais que ele tem feito. Eduardo cumpre agenda internacional na Europa, onde se reuniu com o primeiro-ministro da Hungria, o conservador Viktor Orbán. Depois, o deputado segue para a Itália, onde terá um encontro o com vice-premier Matteo Salvini.

“Eu pretendo viajar para aquela região, no segundo semestre, Hungria, Polônia, para a gente aprofundar nossos laços de amizade bem como, obviamente, comerciais”, disse o presidente.

Desde que assumiu o cargo, Bolsonaro fez quatro viagens internacionais. A primeira foi a participação no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Depois, o presidente foi aos Estados Unidos, Chile e Israel. Bolsonaro deve viajar ao exterior em junho para a reunião do G20, grupo dos 20 países mais ricos do mundo, que ocorre no Japão. Ele também anunciou que irá a China, maior parceiro comercial do Brasil, no segundo semestre.

CRUELDADE: Piloto jordaniano sendo queimado vivo, imagens divulgadas pelo Estado Islâmico

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5.2.15



Estado Islâmico divulga vídeo que mostra piloto sendo queimado vivo
Morte ocorreu em janeiro, segundo Jordânia; Muaz al-Kasasbeh foi capturado em dezembro e seria trocado por mulher-bomba
Moaz al-Kassasbeh, momentos antes de ser queimado vivo pelos militantes do Estado Islâmico. Grupo jihadista "elevou níveis de brutalidade", afirmou especialista americano FotoMoaz al-Kassasbeh, momentos antes de ser queimado vivo pelos militantes do Estado Islâmico. Grupo jihadista "elevou níveis de brutalidade", afirmou especialista americano -RIO - O Estado Islâmico (EI) divulgou um vídeo nesta terça-feira que mostra o piloto jordaniano Muaz al-Kasasbeh sendo queimado vivo. O primeiro-tenente de 26 anos foi capturado no fim de dezembro na Síria e tinha sua libertação condicionada à soltura da mulher-bomba Sajida al-Rishawi pela Jordânia. O governo jordaniano confirmou a morte através de sua televisão estatal, e afirma que ela ocorreu no dia 3 de janeiro. Veja o vídeo abaixo, imagens são proibidas para menores de 18 anos de idade ou pessoas sensíveis





No vídeo de 22 minutos, Kasasbeh aparece como um apresentador jornalístico culpando o governo da Jordânia por sua morte, a exemplo dos outros reféns estrangeiros. Com o olho repleto de hematomas, ele então é filmado em uma jaula, com rastros de petróleo. O primeiro-tenente é queimado, aos gritos, visto de perto por um esquadrão de fuzileiros.

Inicialmente, a autenticidade do vídeo não foi confirmada, mas um membro da família disse à Reuters que o chefe das Forças Armadas do país confirmou aos parentes de Kasasbeh sua execução. Segundo fontes jordanianas à SkyNews Arabia, Sajida e outros cinco extremistas islâmicos serão executados nesta noite.

Inicialmente, a Jordânia havia concordado com a libertação de Sajida — que deveria ser levada para a fronteira com a Turquia — em troca de Kasasbeh, mas pediu provas de que o piloto ainda estivesse vivo. A organização terrorista, no entanto, não deu qualquer retorno a Amã após o pedido. Funcionários jordanianos ameaçaram então enforcar seus prisioneiros radicais islâmicos caso Kasasbeh fosse morto.

Outros dois reféns, os japoneses Haruna Yukawa e Kenji Goto, foram decapitados pelo grupo nos últimos dias. O premier do país, Shinzo Abe, tentou negociar a libertação dos dois sem sucesso. A comunidade internacional se prontificou a tomar medidas urgentes contra o EI após as mortes.

Esta foi a primeira execução de reféns internacionais pelo EI a ser feita por imolação. Todas as demais foram realizadas por decapitação. Outros métodos utilizados em execuções de cidadãos iraquianos e sírios envolviam também apedrejamento e lançamento das vítimas a partir de edifícios.

— Eles elevaram os níveis de brutalidade — afirmou David L. Philips, ex-assistente do Departamento americano de Estado para a pacificação do Iraque, e atual diretor do Instituto de Estudos dos Direitos Humanos da Universidade de Columbia — Isso irá afastá-los ainda mais dos outros muçulmanos e da comunidade internacional.


No fim de dezembro, o piloto teve seu avião abatido por um míssil enquanto sobrevoava a cidade síria de Raqqa. Aos 26 anos, o primeiro-tenente foi feito refém, sendo o primeiro caso de incidentes com a coalizão militar liderada pelos EUA contra o grupo extremista.

Originalmente, o EI pediu US$ 200 milhões pelas vidas dos reféns japoneses, mas após matar Yakawa, exigiu a libertação de Sajida em troca das vidas de Kasasbeh e de Goto, e uma eventual libertação deles.

A mulher-bomba, ligada à al-Qaeda, foi condenada e detida na Jordânia por seu envolvimento nos atentados de Amã em 2005. Ela e o marido tinham se organizado para que ambos se explodissem em um hotel — como parte de outros ataques simultâneos —, mas o cinto de explosivos dela falhou.

Em janeiro, a Jordânia ameaçou agilizar os julgamentos de prisioneiros associados ao Estado Islâmico, muitos deles com possibilidades de serem condenados à morte, caso o grupo matasse o piloto. Uma fonte em Amã afirmou à rede CBC que Sadija havia sido trandferida para a prisão na qual as execuções legais são aplicadas.

Em Washington, o presidente americano, Barack Obama, comentou a morte de al-Kasasbeh, e afirmou que a coalizão terá que "redobrar a vigilância".

— Teremos que redobrar a vigilância para ter certeza de que ele sejam grandemente derrotados, independente de sua ideologia — afirmou o presidente americano. — Foi mais uma demonstração da crueldade e da barbárie deste grupo, interessado apenas em morte e destruição.

Blog Casinhas Agreste 
www.casinhasagreste.com.

  Com Edmilson Arruda

FESTA DO TAPUIA 2022

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