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Sem dinheiro para comprar gás, mãe cozinha com álcool e bebê de 11 meses sofre queimaduras

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22.8.22


A família relatou que o incêndio foi provocado quando a mãe da criança estava tentando cozinha um lanche para os filhos com álcool por falta de dinheiro para comprar gás de cozinha.
Um bebê de 11 meses sofreu queimaduras após um incêndio em casa - FOTO: Arquivo pessoal


Um bebê de apenas 11 meses sofreu queimaduras após um incêndio atingir a casa que ela mora em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana de Goiás, na última sexta-feira (19).
A família relatou que o incêndio foi provocado quando a mãe da criança estava tentando cozinhar um lanche para os filhos com álcool por falta de dinheiro para comprar gás.
A vítima foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros e precisou ficar internado para cuidar das queimaduras, mas já recebeu alta.
A dona de casa de 32 anos teve a casa destruída pelo incêndio e procura forças para se reerguer.
No momento, ela está sem celular e abrigada na casa do pai.  Quando ocorreu o incêndio o pai das crianças, que é pedreiro, estava fazendo um serviço para justamente comprar o dinheiro do gás.
“Queimou tudo, eu tô na casa do meu pai. Não tem condição de ficar lá, não tem roupa, não tem cama, não tem nem mamadeira para os nenéns. Os três usam fralda e não tem, estou precisando de ajuda”, disse em entrevista ao G1.

ELEIÇÃO 2022: Pesquisa BTG Pactual, mostra 52% que recebem o auxílio Brasil, pretendem votar em Lula

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A pesquisa de opinião BTG Pactual, produzida pelo Instituto Fsb Pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (22), reuniu dados sobre a intenção de votos para as eleições deste ano. 
Blog do Jamildo

Entre os entrevistados que recebem o Auxílio Brasil, 52% pretendem votar no candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os que preferem Jair Bolsonaro (PL) aparecem em 31% dos participantes. Outros candidatos representam 8%, indecisos 6% e não irão votar 3%.
Das pessoas que não recebem o benefício, mas conhecem alguém que recebe, 62% irão votar no candidato petista, enquanto 27% pretendem votar no atual presidente Bolsonaro. Outros candidatos ficam com 8% e indecisos pontuam 4%.
Para os participantes que não recebem o Auxílio Brasil, 42% preferem Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e 37% Jair Bolsonaro (PL). 12% pretende voltar em outros candidatos enquanto 2% estão indecisos. Não irão votar representam 6%

PESQUISA PARA PRESIDENTE 2022 BTG/FSB: Confira intenções de voto de Lula e Bolsonaro em nova pesquisa eleitoral
Quem recebe o Auxílio Brasil ?
Entre os entrevistados, 83% não recebem o benefício. Aqueles que recebem ou conhecem alguém que recebe representam 8% cada. 

Sobre a pesquisa

Realizada entre os dias 19 e 21 de agosto, a pesquisa entrevistou 2.000 pessoas e tem a margem de erro de 2 pontos percentuais. O nível de confiança é de 95% e seu registro no TSE é BR-00244/2022. 

Confira o agregador de pesquisa JC

 

 





Governo vai apresentar Orçamento de 2023 com Auxílio Brasil de R$ 400, diz secretário

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25.7.22


Lei só prevê benefício maior até o fim do ano, mas candidatos prometem manter valor de R$ 600
 Agência O Globo

dinheiro - Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
O secretário especial de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, afirmou nesta segunda-feira que a proposta do Orçamento para 2023 deverá prever um benefício mínimo do Auxílio Brasil de R$ 400, em vez dos R$ 600 que serão pagos até o fim deste ano.
A proposta orçamentária precisa ser enviada pelo governo ao Congresso até 31 de agosto. O valor do benefício subirá de R$ 400 para R$ 600 até o fim do ano por conta da PEC Eleitoral, proposta que também criou outros benefícios sociais nas vésperas das eleições.
A PEC só prevê o pagamento dos benefícios até o fim deste ano. Os dois candidatos mais bem colocados nas pesquisas eleitorais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro, vêm falando em manter o valor de R$ 600 do auxílio no próximo ano.
A propostas orçamentária, porém, só pode prever o que está estabelecido em lei. Por isso, diz o secretário, o texto virá com um Auxílio de R$ 400.
— Temos um marco legal e a obrigação do marco legal é de um auxílio de R$ 400. Acho que não vamos ter uma mudança de marco legal até a PLOA (proposta de lei orçamentária anual). A PLOA deve vir com R$ 400 — disse Colnago em entrevista à imprensa.
O projeto, porém, deve apresentar estimativas sobre a manutenção desse valor. Segundo o secretário, caso a decisão política seja por manter um Auxílio Brasil de R$ 600 no próximo ano, o custo adicional seria de R$ 50 bilhões a R$ 60 bilhões. Hoje, o programa custa R$ 90 bilhões — ou seja, o gasto anual poderia chegar a R$ 150 bilhões.
Esse valor, afirma Colnago, teria que caber dentro do teto de gastos, a regra que impede que as despesas subam acima da inflação. Apesar da declaração do secretário, o aumento do Auxílio neste ano foi feito fora do teto de gastos.
Pagar um auxílio dentro do teto irá pressionar ainda mais as não obrigatórias, ou seja, investimento e custeio da máquina pública.
— Quando eu falo que tem um desafio grande, é porque as últimas discricionárias (despesas não obrigatórias) estavam em torno de R$ 130 bilhões por ano. Criar o conjunto de obrigações de R$ 50 bilhões, cai as discricionárias para R$ 70 bilh]oes. Seria muito difícil ao longo do exercício, teria como sobreviver, mas é um desafio — afirma.
O secretário também defendeu o teto de gastos.

— O teto é a grande variável fiscal que temos hoje, é o grande instrumento. É o que nos permite caminhar para um superávit neste ano. Teve um crescimento de demandas por parte da sociedade e mesmo com tudo isso acontecendo, a gente conseguiu manter. Entendo que o teto é muito importante e ele ainda tem um papel muito importante para desempenhar — afirmou.

Senado aprova Auxílio Brasil com valor mínimo permanente de R$ 400

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5.5.22


Senado aprova valor mínimo permanente de R$ 400
MP do governo garantia piso de R$ 400 só até o fim de 2022, mas Câmara tornou regra permanente e senadores confirmaram. Mudança vai à sanção de Jair Bolsonaro.
 Sara Resende e Gustavo Garcia, TV Globo e g1 — Brasília

O Senado aprovou nesta quarta-feira (4) a medida provisória (MP) que torna permanente o valor mínimo de R$ 400 para o Auxílio Brasil, benefício pago a famílias de baixa renda e que substituiu, no fim de 2021, o Bolsa Família.

A proposta já foi aprovada pela Câmara e agora segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Em um primeiro momento, o governo chegou a pagar um benefício médio de R$ 217 no Auxílio Brasil. A medida provisória enviada pelo Executivo ao Congresso criou um piso de R$ 400, mas o texto original só garantia esse valor mínimo até o fim de 2022.
O texto da medida provisória foi alterado na Câmara e, com isso, passou a prever um piso permanente de R$ 400 para o auxílio. O presidente Jair Bolsonaro pode sancionar ou vetar a mudança. Se vetar, o trecho volta à análise do Congresso.
Renda básica
A "renda básica de cidadania" foi criada em 2005 e viabilizada por meio do Bolsa Família. O Auxílio Brasil assume agora a função de ser esse programa de renda básica, e corresponderá à soma dos seguintes benefícios: Primeira Infância, Composição Familiar, Superação da Extrema Pobreza e Compensatório de Transição.
A proposta cria um “benefício extraordinário” para complementar o valor do Auxílio Brasil e atingir os R$ 400. Cada família só pode receber uma parcela por vez do valor extra, junto com o Auxílio Brasil .
Segundo o governo, o gasto estimado com o benefício extraordinário para 2022 é de cerca de R$ 32,04 bilhões.
Todas essas novas regras estão valendo desde 7 de dezembro, quando foi publicada a medida provisória. Para virar lei em definitivo, no entanto, o texto precisava da aprovação do Congresso.
Compensação
O projeto diz que a despesa gerada pelo benefício extraordinário será custeada com o orçamento reservado anualmente ao Programa Auxílio Brasil.
O relator da MP na Câmara, deputado João Roma (PL-BA), aceitou, durante a votação naquela Casa, a sugestão para tornar também este valor extra permanente, o que possibilita e fixa a parcela mínima de R$ 400.
Roma citou, como argumento, a proposta de emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, aprovada no fim do ano passado, que determina que todo brasileiro em situação de vulnerabilidade tem direito a uma renda familiar básica, garantida pelo poder público, reforçando a lei de 2005.
O relator também afirmou que a mesma PEC dispensa, em 2022, a "observância das limitações legais quanto à criação, à expansão ou ao aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento de despesa no referido exercício". Essa seria a brecha orçamentária, segundo Roma, para transformar o benefício temporário em permanente.
O diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Daniel Couri, pontuou ao g1 que tornar o auxílio permanente sem uma fonte de receita para cobrir os novos gastos enfraquece as regras fiscais.
"O governo tem se baseado em dispositivo constitucional introduzido pela PEC dos Precatórios para defender a ausência de compensação. Ainda que seja uma interpretação jurídica possível, ela não resolve a questão fiscal. Um aumento permanente de despesa sem compensação piora a situação das contas públicas", explicou Couri.
"Não teria tanto problema excluir esse gasto da regra de compensação apenas em 2022 ou em um período específico, porque aí é possível medir o impacto. Agora, quando você usa um tipo de justificativa para que o gasto permanente não tenha compensação, é claro que você enfraquece as regras fiscais", prosseguiu.
Teto de gastos
O senador Marcelo Castro (MDB-PI), escolhido como relator-geral do Orçamento de 2023, defendeu nesta quarta que os gastos com o Auxílio Brasil fiquem fora do teto de gastos no próximo ano.
"Não sabemos ainda como o governo vai tratar essa questão. A gente ouve informação de um lado, ouve do outro que o governo iria propor excluir isso do teto de gastos. Não sabemos se isso se efetivará ou não [...] Eu seria favorável", disse.
Segundo Daniel Couri, no entanto, essa mudança teria de ser feita por meio de uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) – tipo de projeto que requer placares maiores e tramitação mais complexa no Congresso para ser aprovado.

Alckmin exalta Lula como "maior líder popular do País" em evento

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14.4.22


Indicado para ser vice na chapa com o petista, ex-governador afirmou que chega para somar esforços, de coração e com entusiasmo em benefício do Brasil

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) formalizam aliança para eleição em 2022
Foto: Bruno Rocha/Enquadrar / Estadão

Um dia após o diretório nacional do PT aprovar o nome do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) à vice na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-tucano participou da agenda política do petista desta quinta, 14, e afirmou que a luta sindical "deu ao Brasil o maior líder popular deste País: Lula". A declaração foi feita de forma exaltada, ao de Lula, durante encontro com representantes das principais centrais sindicais brasileiras, em São Paulo.

"Nós estamos em um dia histórico. Reúnem-se as maiores centrais sindicais do Brasil, de todo o País. É um exemplo, e nos remete à nossa história. Que quando todas as vezes que o Brasil estava em risco, o povo brasileiro, o Brasil se uniu, não se apequenou", disse Alckmin, em alusão ao período da ditadura militar. O ex-tucano iniciou o discurso se referindo aos novos aliados como "companheiro Lula e companheira Gleisi (Hoffmann, presidente do PT)".

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Sob aplausos e gritos dos sindicalistas, Alckmin afirmou que quando houve tentativas de tirar o direito dos trabalhadores, o mundo sindical se reorganizou e ampliou a presença nas indústrias, na cidade e no campo. "Quando precisava tirar da ditadura, liberar o País, o Brasil se uniu, houve uma união. Quando o Brasil precisava de uma Constituição Cidadã, lá estava Lula, Ulysses, Florestan Fernandes, Mário Covas, FHC", afirmou no encontro.

Sem citar nominalmente o presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-governador criticou o governo brasileiro que "odeia a democracia e tem admiração pela tortura". Segundo Alckmin, diante do desemprego, da fome e da inflação que vigoram no País, "o Brasil se agiganta nessa reunião histórica com as mais importantes centrais sindicais". "Venho somar o meu esforço pequeno, humilde, mas de coração e entusiasmo em benefício do Brasil. À luta de vocês", enfatizou.

Do Site Terra

Gás de cozinha terá novo aumento na Paraíba

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14.1.22


O aumento no preço do gás de cozinha na Paraíba chegará até o final de janeiro, segundo informou ao ClickPB o presidente Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Paraíba (Sinregás), Marcos Antônio Bezerra, nesta quinta-feira (13).

"Estamos aguardando o aumento. Mas não sabemos quando chegará e os percentuais. Mas, com certeza, terá aumento", disse ao ClickPB o presidente Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Paraíba (Sinregás).

Osso de boi e carcaça de frango têm variação de preço de até 220%: 'para não ficar com fome, famílias terminam comprando', diz economista

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24.11.21


Procon Pernambuco, que incluiu itens na pesquisa pela primeira vez, recebeu denúncias do aumento excessivo nos valores de alimentos que antes chegavam a ser descartados ou doados.
Por g1 PE
O aumento do consumo de alimentos como osso de boi e carcaça de frango, que antes chegavam a ser descartados ou doados, fez com que o Procon Pernambuco identificasse uma variação de preços de até 220%. Essa foi a primeira vez que o órgão, que atua na proteção e defesa dos direitos dos consumidores, incluiu esses produtos na pesquisa.

"Para não ficar com fome, as famílias terminam comprando estes produtos", afirma o economista Écio Costa, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
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Foram visitados, entre 8 e 12 de novembro, 22 estabelecimentos da Região Metropolitana do Recife, (RMR) para checar os preços destes alimentos, bem como de carnes bovina, suína e de frango, queijos e presuntos.

Em um estabelecimento, o osso bovino custa R$ 2,50. Em outro lugar, é vendido por R$ 8. A diferença de preço chega a 220%. A carcaça de frango é encontrada por R$ 2,50, em um lugar, e por R$ 5,99, em outro. A variação é de 139,60%.
De acordo com o secretário de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Pedro Eurico, o Procon incluiu os produtos no levantamento após receber denúncias do aumento excessivo dos preços.

"Começamos a observar que esses dois produtos, que no passado eram até distribuídos de graça aos pobres, começaram a ter um valor. A gente passou a receber denúncias de que esses produtos estavam aumentando exorbitantemente de preço. Não vamos tabelar preço, mas precisamos deixar claro que qualquer preço abusivo fere o código de defesa do consumidor", disse.

Com a alta acumulada de mais de 20% no preço cobrado nos açougues, os pernambucanos têm tido dificuldade para compor o clássico prato com arroz, feijão e carne.

O secretário criticou quem pratica preços excessivos. "Isso reflete a situação de miséria, de pobreza absoluta que boa parte da população está submetida. Os que ainda podem consumir algum tipo de proteína estão comprando salsicha e, às vezes, ovos", disse.

O abandono da carne vermelha foi a saída para 67% dos brasileiros economizarem nas refeições, de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada em 20 de setembro.

A alta acumulada no preço da carne bovina chegou a 36%, entre agosto de 2020 e 2021, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O frango encareceu até mais nesse período: 40,4%. O ovos subiram 20%,.

Imagens de pessoas buscando ossos que costumavam ser descartados por frigoríficos e açougues viraram um retrato da realidade de famílias de baixa renda nos últimos meses no Brasil. A venda dessa mercadoria era uma exceção, mas acabou se tornando uma regra (veja vídeo abaixo).
Análise
De acordo com o economista Ecio Costa, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e consultor de empresas, a inflação está concentrada em itens que são do consumo cotidiano das famílias e penaliza mais a baixa renda.

"A gente está chegando ao fim do ano com uma inflação pressionada e o salário da maioria dos trabalhadores só é ajustado anualmente e, em geral, no início do ano. Então, o poder aquisitivo das famílias mais pobres se deteriorou muito ao longo do ano. Para consumir proteína, as famílias acabam comprando esses produtos", destacou.

Para o economista, a inflação deve ceder no próximo ano, mas não de imediato. "Se tem um aumento do preço da carne bovina termina puxando também o preço da carne de frango, da carne suína, fontes de proteína que tem substitutos. A mesma coisa com a gasolina e o etanol. O mercado todo está super aquecido. Vai levar um certo tempo ao longo do ano para que se reorganize".

Calendário do Auxílio Brasil de novembro de 2021 começa amanhã, 17 de novembro; veja quando recebe

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16.11.21


Pagamentos do Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família, começam agora em novembro de 2021

O calendário de novembro tem início na quarta-feira, 17 de novembro - Foto: Welington Lima/JC Imagem
Rádio Jornal

O Auxílio Brasil, novo programa de distribuição de renda, que substitui o antigo Bolsa Família, entrou em vigor na segunda-feira (8). O calendário de novembro tem início na próxima quarta-feira, 17 de novembro. Confira abaixo o calendário já divulgado para os pagamentos de 2021.


Confira o calendário
NIS terminado em 1

17/11
10/12
NIS terminado em 2


18/11
13/12
NIS terminado em 3

19/11
14/12
NIS terminado em 4


22/11
15/12
NIS terminado em 5

23/11
16/12
NIS terminado em 6

24/11
17/12
NIS terminado em 7

25/11
20/12
NIS terminado em 8

26/11
21/12
NIS terminado em 9

29/11
22/12
NIS terminado em 0

30/11
23/12
Dúvidas
Caso o beneficiário tenha algum problema em sacar o benefício, ele pode entrar em contato com a central telefônica da Caixa, pelo telefone 111. O atendimento é feito de segunda a domingo, das 7h às 22h. A ligação é gratuita.

Substituto do Bolsa Família Veja quem deve receber o Auxílio Brasil e como se cadastrar

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11.11.21


O Bolsa Família e o Auxílio Emergencial chegaram ao fim. No lugar desses programas, o governo começa a pagar, no próximo dia 17 de novembro o Auxílio Brasil.

Nas últimas semanas, milhares de brasileiros formaram filas em postos do Cadastro Único, em busca de informações sobre o pagamento do novo programa. Saiba aqui quem vai receber – e se é preciso se cadastrar.

Quem recebe
O Auxílio Brasil será pago a:

Famílias em situação de extrema pobreza;
Famílias em situação de pobreza; e
Famílias em regra de emancipação (famílias já beneficiárias cuja renda em algum momento superar o limite do programa).
Eu recebia o Bolsa Família. E agora?
No mês de novembro, o Auxílio Emergencial será pago aos mesmos beneficiários que receberam o Bolsa Família em outubro. Poderão ser excluídos, no entanto, os beneficiários que, durante o mês de outubro, descumpriram as regras do Bolsa Família (como deixar de frequentar a escola, por exemplo).

Não será preciso se recadastrar – as famílias serão migradas automaticamente para o novo programa.

Não recebia o Bolsa. Como me inscrever?

Os brasileiros que se enquadrarem nas regras poderão vir a receber o Auxílio Brasil. Para isso, é preciso se inscrever no Cadastro Único. Clique aqui e veja como se inscrever no CadÚnico ou veja a matéria completa como se cadastrar.

Quem já estiver no Cadastro Único mas ainda sem receber o Bolsa, precisa atualizar o cadastro se ele tiver mais de dois anos, ou se tiver havido mudança de endereço, renda ou outras informações sobre a família.

O Ministério da Cidadania alerta, no entanto, que mesmo as famílias inscritas no Cadastro Único e que se enquadrem nos critérios do programa, não terão concessão imediata ao Auxílio Brasil. Não existe um prazo definido para a realização dessa concessão.

Além disso, as famílias com dados inconsistentes no Cadastro Único poderão ser impedidas de ingressar no programa até que sejam sanadas as inconsistências identificadas.

Podem se inscrever no Cadastro Único:

Famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa (R$ 550);
Famílias com renda mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.300);
Famílias com renda maior que três salários mínimos, desde que o cadastramento esteja vinculado à inclusão em programas sociais nas três esferas do governo;
Pessoas que moram sozinhas - constituem as chamadas famílias unipessoais;
Pessoas que vivem em situação de rua — sozinhas ou com a família.

Como se inscrever no Cadastro Único
A inscrição no Cadastro Único é realizada somente de forma presencial. O cidadão deve verificar onde é feito o procedimento na cidade onde mora. Normalmente, esse atendimento é feito nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) ou em postos de atendimento do Cadastro Único e do Programa Bolsa Família das prefeituras. Veja o passo a passo:

1. Procure um CRAS ou posto do Cadastro Único

Se a família não está registrada no Cadastro Único, ela deve verificar onde é feito o Cadastro Único na cidade onde ela mora. As prefeituras normalmente fazem cadastramento no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou em um posto de atendimento do Cadastro Único e do Programa Bolsa Família.


No CRAS, é possível se informar sobre onde cadastramento é feito, caso o próprio CRAS não faça a entrevista. Existem casos em que é necessário agendar o atendimento por meio de uma central de atendimento. De toda forma, por meio do CRAS, o cidadão saberá quais os passos ele deverá realizar para fazer a sua entrevista.

2. Documentação necessária

A pessoa que fará o cadastramento da família deve ter pelo menos 16 anos, ter CPF ou título de eleitor e ser, preferencialmente, mulher. Essa pessoa, para o Cadastro Único, é chamada de responsável familiar.

É necessário que ela leve seu CPF ou título de eleitor e também apresente pelo menos um documento dos seguintes documentos para cada pessoa da família:

Certidão de Nascimento;
Certidão de Casamento;
CPF;
Carteira de Identidade – RG;
Carteira de Trabalho;
Título de Eleitor;
Registro Administrativo de Nascimento Indígena (RANI) – somente se a pessoa for indígena.
Os responsáveis por famílias indígenas ou quilombolas não precisam apresentar o CPF ou título de eleitor caso não tenham, mas devem levar outro documento de identificação entre os listados acima.

Pessoas sem documentação ou sem registro civil podem se inscrever no Cadastro Único, mas não poderão ter acesso a programas sociais até que possuam a documentação necessária.

3. Entrevista de cadastramento

Ao procurar o atendimento do Cadastro Único, seja no CRAS ou em um posto do Cadastro Único, a etapa mais importante que o responsável familiar deve realizar é a entrevista do Cadastro Único. Um entrevistador social, que é um funcionário da prefeitura, fará perguntas sobre vários aspectos da realidade da família: quem faz parte da família, características do domicílio, despesas, se há pessoas com deficiência na família, grau de escolaridade dos integrantes, características de trabalho e remuneração dos integrantes da família e se a família é indígena ou quilombola.


Essa entrevista pode ser registrada em um formulário específico em papel ou no Sistema de Cadastro Único, diretamente no computador. Em qualquer uma dessas situações, o entrevistador deve solicitar a assinatura do Responsável Familiar no formulário preenchido ou impresso e entregar um comprovante de cadastramento.

4. Confirmação do cadastramento: atribuição do NIS

Ao inserir os dados da família no Sistema de Cadastro Único pela primeira vez, o sistema fará checagens para verificar se as pessoas da família já possuem um NIS, e se não tiverem, será atribuído um NIS a elas. O NIS é o Número de Identificação Social. Esse processo pode demorar até 48 horas e tem como objetivo garantir que cada pessoa cadastrada é única. Apenas pessoas que têm o NIS atribuído podem participar de programas sociais.

5. Atualização dos dados

Quando a família se inscreve no Cadastro Único, ela se compromete a atualizar os dados sempre que há uma mudança nas características da família ou mudança de domicílio ou, no máximo, a cada dois anos. Nesse caso, o próprio cidadão busca espontaneamente um CRAS ou posto do Cadastro Único para atualizar seus dados. Mas o poder público, por meio do governo federal ou municipal também pode convocar as famílias, por meio de cartas, extratos ou telefonemas, a fazer a atualização.

Anualmente, o governo federal realiza a ação de revisão cadastral, no qual as famílias com dados desatualizados são chamadas para atualizar seus cadastros. Caso as famílias fiquem mais de 4 anos sem atualizar os dados, seus registros podem ser excluídos do Cadastro Único.

A família pode ainda ser convocada a fazer a averiguação cadastral. Nesse processo, os dados dos integrantes da família passam por processos de verificação, em que são comparados com informações de outras bases de dados, como registros de trabalho formal ou de benefícios da previdência social. Caso seja identificada uma inconsistência, as famílias são chamadas para atualizar seus cadastros. Caso não atualizem, pode ter seus dados excluídos do Cadastro Único ao final do processo e perder benefícios sociais.


6. Consulta aos dados do Cadastro Único

Para saber se a família está cadastrada ou não e se precisa atualizar o cadastro, uma pessoa da família pode checar a situação do seu registro por meio do aplicativo Meu CadÚnico, que permite que o cidadão cadastrado no Cadastro Único acesse os próprios dados e de sua família e possibilita a impressão de comprovante de cadastramento.

Também permite saber se o cadastro da família está desatualizado ou se está incluído em algum processo de averiguação cadastral, o que exige nova atualização.

As pessoas podem denunciar casos em que o setor do Cadastro Único não queira fazer o cadastramento, entrando em contato com a Ouvidoria do Ministério da Cidadania, pelo telefone 121.

Calendário do Bolsa Família 2021: confira as datas de pagamento de setembro, outubro, novembro e dezembro

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21.9.21


Os pagamentos do Bolsa Família em setembro e outubro continuam com o Auxílio Emergencial, para quem tem direito.
As parcelas podem ser movimentadas pelo aplicativo Caixa Tem - Foto: JC Imagem
Da Rádio Jornal PE
A Caixa Econômica Federal já liberou o calendário de pagamentos do Bolsa Família de todos os meses restantes de 2021. As parcelas podem ser movimentadas pelo aplicativo Caixa Tem. Além disso, é possível sacar os valores por meio dos cartões Bolsa Família ou Cartão Cidadão.
Como o auxílio emergencial ainda está em andamento, os beneficiários recebem o valor mais vantajoso entre ambos os programas, até outubro. Quando encerrar o pagamento do auxílio emergencial, segundo o Governo Federal, terão início os pagamentos do novo Bolsa Família, o Auxílio Brasil.

NIS terminado em 1

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26/11
21/12
NIS terminado em 9

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28/10
29/11
22/12
NIS terminado em 0

30/09
29/10
30/11
23/12
Dúvidas
Caso o beneficiário tenha algum problema em sacar o benefício, ele pode entrar em contato com a central telefônica da Caixa, pelo telefone 111. O atendimento é feito de segunda a domingo, das 7h às 22h. A ligação é gratuita.

Auxílio Brasil
Após os pagamentos da quinta, sexta e sétima parcelas do Auxílio Emergencial 2021, que serão realizados em agosto, setembro e outubro, o Governo Federal dará início ao Auxílio Brasil. As diretrizes do novo programa social foram definidas na Medida Provisória nº 1.061, entregue pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, ao Congresso Nacional no dia 9 de agosto.

Trabalhadores nascidos em março podem sacar auxílio emergencial

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4.8.21


Parcela do auxílio emergencial foi depositada em 20 de julho

 Trabalhadores nascidos em março podem sacar auxílio emergencial
Novo auxílio emergencial - Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Agência Brasil

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em março podem sacar, a partir de hoje (4), a quarta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 20 de julho.


Os recursos também podem ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

Dinheiro foi depositado por engano na conta de inevstidor.
Caixa começa saques da 4º parcela do auxílio emergencial nesta semana; veja quando recebe

O saque originalmente estava previsto para ocorrer em 19 de agosto, mas foi antecipado em duas semanas por decisão da Caixa. Segundo o banco, a adaptação dos sistemas tecnológicos e dos beneficiários ao sistema de pagamento do auxílio emergencial permitiu o adiantamento do calendário.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Regras
Pelas regras estabelecidas, o auxílio é pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício.

Caixa paga hoje auxílio emergencial a nascidos em abril

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21.7.21


Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil
Trabalhadores informais nascidos em abril recebem hoje (21) a quarta parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.
O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.

Também hoje, beneficiários do Bolsa Família com o Número de Inscrição Social (NIS) de dígito final 3 poderão receber o benefício.

Na última quinta-feira (15), a Caixa anunciou a antecipação do pagamento da quarta parcela. O calendário de depósitos, que começaria no próximo dia 23 e terminaria em 22 de agosto, teve o início antecipado para o último dia 17 e será concluído em 30 de julho.

Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial, que será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

Bolsa Família
Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

O pagamento da terceira parcela aos inscritos no Bolsa Família começou na segunda-feira (19) e segue até o dia 30. O auxílio emergencial somente será depositado quando o valor for superior ao benefício do programa social.

 (Arte: Ministério da Cidadania / Divulgação)
Arte: Ministério da Cidadania / Divulgação

Em todos os casos, o auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

O programa se encerraria neste mês, mas foi prorrogado até outubro com os mesmos valores para as parcelas.

A reportagem elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

Caixa paga 3ª parcela a nascidos em abril e beneficiários do Bolsa Família com NIS final 4

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22.6.21



ambém nesta terça, recebem a terceira parcela os beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 4.
G1


Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidada... (Foto: Reprodução)
A Caixa Econômica Federal (Caixa) paga nesta terça-feira (22) a terceira parcela do Auxílio Emergencial para os trabalhadores nascidos em abril, inscritos no programa por meio do site e do aplicativo, além daqueles que fazem parte do Cadastro Único, mas estão fora do Bolsa Família.

Também nesta terça, recebem a terceira parcela os beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 4.

Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, ajuda será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito nesta terça serão liberados no dia 6 de julho. (veja nos calendários mais abaixo).

Para os beneficiários do Bolsa Família, os pagamentos são feitos da mesma forma que o Bolsa.

trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em abril
beneficiários do Bolsa Família com NIS final 4
Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidada...

BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA

Segundo o Ministério da Cidadania, 9,77 milhões de famílias receberão a terceira parcela do Auxílio Emergencial 2021.

Câmara Municipal de Surubim aprova auxílio Emergencial para mil famílias que vivem em vulnerabilidade

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10.6.21


A Câmara de vereadores de Surubim, cidade que fica no Agreste do Estado, aprovou o Programa de Auxílio Emergencial para famílias que vivem em vulnerabilidade. A proposta foi enviada pela Prefeita Ana Célia. O auxílio será  divido em três parcelas de R$100,00 e será destinado para mil famílias  em situação de vulnerabilidade social, que sejam acompanhadas pelos programas sociais do Município. Agora a lei seguirá para sanção da prefeita e, em seguida, para os processos administrativos necessários.



Com informações Prefeitura de Surubim
Com Blog Casinhas Agreste

Beneficiários do Bolsa Família começa a receber o auxílio hoje

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16.4.21


Os trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família começam a receber, nesta sexta-feira (16), a primeira parcela do Auxílio Emergencial 2021. Os primeiros a receber, já nesta sexta, são os trabalhadores com número do NIS encerrado em 1.

Segundo o Ministério da Cidadania, 10 milhões de beneficiários do Bolsa Família receberão o Auxílio Emergencial em abril – num total de R$ 2,98 bilhões. Mais de 50% desse público (5,098 milhões de pessoas) são mulheres chefes de família, que receberão R$ 375 cada uma. Outros 3,34 milhões receberão parcelas de R$ 250, enquanto 1,56 milhão terão pagamentos de R$ 150.

Para os trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, os pagamentos começaram em 6 de abril. Os nascidos em janeiro a maio já receberam a primeira parcela.

Os pagamentos da primeira parcela do benefício, para todos os públicos, vão até o final do mês de abril (veja nos calendários mais abaixo).


VEJA QUEM RECEBE NESTA SEXTA:
trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, cujo número do NIS termina em 1, e que se enquadram nos critérios do programa
Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/

Os integrantes do Bolsa Família que julgarem que se enquadram nos critérios determinados pela legislação do Auxílio Emergencial 2021 e não foram contemplados em abril podem fazer a contestação a partir desta sexta-feira (16), no Portal de Consultas da Dataprev. O período de contestações para esse público segue até 1º de maio.

Veja aqui como fazer a contestação
Calendários de pagamento
Veja abaixo os calendários de pagamento.


Calendários de pagamento

Veja abaixo os calendários de pagamento.

BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA

Auxílio Emergencial 2021 Bolsa Família — Foto: Economia G1

Auxílio Emergencial 2021 Bolsa Família — Foto: Economia G1

BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA

Auxílio Emergencial 2021 - Calendário para trabalhadores fora do Bolsa Família — Foto: Economia G1

Auxílio Emergencial 2021 - Calendário para trabalhadores fora do Bolsa Família — Foto: Economia G1

FESTA DO TAPUIA 2022

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