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Ipem-PE reprova bombas de combustíveis no Grande Recife, Agreste e Sertão do Estado

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27.3.21


O Instituto de Pesos e Medidas de Pernambuco (Ipem-PE) realizou, de 1 a 24 de março, uma fiscalização em postos de combustíveis no Grande Recife, Agreste e Sertão do Estado. A ação teve o objetivo de verificar se os instrumentos marcavam corretamente a quantidade de combustível e de proteger o consumidor de possíveis irregularidades que causem prejuízo.*

*Durante a blitz foram verificados 1.221 instrumentos, dos quais 105 foram reprovados. Dos 104 postos vistoriados, 34 apresentaram não conformidades. Entre as irregularidades detectadas estavam: mau estado de conservação da bomba e vazamento de combustível.  A ação também interditou um equipamento por apresentar erro de medição superior ao máximo admissível. Os postos foram notificados e têm até 10 dias para apresentar defesa junto ao instituto.*

*De caráter obrigatório, as verificações periódicas são efetuadas anualmente e sempre que o equipamento sofrer um reparo ou manutenção. A verificação da bomba consiste em uma série de procedimentos, a começar pela inspeção visual, onde são verificadas as inscrições obrigatórias, funcionamento, conservação, itens de segurança e selo do Inmetro. Em seguida, iniciam-se os ensaios propriamente ditos, nos quais os fiscais do instituto verificam se existe algum defeito ou adulteração de modo a influir na quantidade de combustível entregue.*

*“O Ipem vem trabalhando diariamente no combate às irregularidades com o objetivo de proteger o consumidor. A exatidão das medições nas bombas de combustíveis é fundamental para evitar possíveis prejuízos“, esclarece Ary Morais, Presidente do Ipem-PE.*

*Cidades fiscalizadas*

*As cidades fiscalizadas pelo órgão estadual foram Recife, Olinda, Paulista, Petrolina, Pombos, Jaboatão dos Guararapes e Vitória de Santo Antão. O Ipem-PE, no entanto, não divulgou os postos notificados em cada cidade. O consumidor que suspeitar de possíveis irregularidades pode entrar em contato com a ouvidoria do Ipem, pelo telefone 0800 081 1526 ou através do formulário de denúncia no site do Ipem-PE e realizar sua denúncia.*


Fonte Carlos Britto


*GRUPO PERNAMBUCO EM DESTAQUE*


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VEREADOR FALTOSO: Vereador de Aroeiras/PB sugere a cassação do mandado do Vereador Júnior de Chicão, irmão do Prefeito

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27.6.20

"Acho desmoralizante até para a Vossa Excelência como presidente, a falta de comparecimento dele aqui". Disse o vereador Doda ao citar a cassação do mandato do vereador Junior de Chicão

Foi Realizado nesta quinta feira 25/06,  na Câmara Municipal de Aroeiras, a Casa Pedro Paulo de Andrade a seção ordinária Presidida pelo vereador Antonio José da Silva, conhecido popularmente por “Zé Bodinho”. O vereador Doda de Emiliano (Solidariedade), pediu ao presidente do legislativo Municipal apoio jurídico para processo de cassação do mandato do vereador Júnior de Chicão (PSDB).Lembrando que o vereador júnior de Chicão, é irmão do Prefeito do Município, Mylton Marques. 
Compareceram a reunião os vereadores Wilder Gomes de Mendonça, O vereador Zé Bodinho, o vereador Bebeto de Souza, o vereador Novinho, o vereador Ricardo, Amaury e  o vereador Doda de Emiliano. Mais uma vez não foi registrado a presença do vereador Júnior de Chicão. Segundo informações as faltas devem coincidir com o livro de ata. Art. 297 – Falsificar, no todo ou em parte, documento público, ou alterar documento público verdadeiro: Pena – reclusão, de dois a seis anos, e multa. § 1º - Se o agente é funcionário público, e comete o crime prevalecendo - se do cargo, aumenta – se a pena de Sexta parte. Por este motivo exigiram a apresentação do livro de ata que deve coincidir com asfaltas do vereador na casa. Aperte o play e assista o pedido do vereador Doda de Emiliano:

Ao assumir a tribuna o vereador Doda de Emiliano (Solidariedade), sugeriu aos parlamentares a cassação do vereador Junior de Chicão, irmão do Prefeito de Aroeiras. A alegação do vereador  Doda, é baseada num  argumento fundamentados de que o vereador José Francisco Marques Junior , o “Junior de Chicão”, faltou por inúmeras vezes às reuniões na câmara Municipal. 
Ainda há indício de que o vereador  bateu o recorder no número de faltas em um ano.  A comprovação é feita baseada em fotos, vídeos, como também a ata que foi pedida pelos vereadores em reuniões anteriores. Lembrando que  houve uma morosidade na apresentação da ata nas penúltimas reuniões, motivo que levou a um embate na casa Pedro Paulo de Andrade entre o Presidente Zé Bodinho e o vereador Wilder Gomes. 
Me inscrevi no livro, a respeito, do processo administrativo interino na casa, eu só queria comunicar ao grande expediente, na ordem livre da gente falar , aquilo que agente têm vontade de falar, porque o espaço é aberto, em um grande expediente. A questão é o seguinte Presidente; eu queria saber da Vossa Excelência, se têm como agente marcar uma assessoria jurídica desta casa pra eles nos orientarem como agente têm que fazer como entrar com um processo administrativo com relação ao vereador Júnior de Chicão?. Porque eu acho desmoralizante até para a Vossa Excelência como presidente, a falta de comparecimento dele aqui. Têm o nosso amigo Aluízio (1º suplente) que já vêm a várias políticas. Então queremos saber se o Senhor tem como convocar e vamos entrar com o processo administrativo, vamos precisar dos pares desta casa se agente afasta ele e o vereador Aluízio assume” . Disse 



Moro admite saída se irregularidade for provada

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20.6.19

Em 9 horas no Senado, Moro minimiza crise e admite sair se for provada irregularidade
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Em depoimento de quase nove horas no Senado para explicar a troca de mensagens vazadas com o procurador Deltan Dallagnol, chefe da Lava Jato, o ministro Sergio Moro (Justiça) admitiu nesta quarta-feira (19) a possibilidade de deixar o posto no governo Jair Bolsonaro (PSL) caso sejam apontadas irregularidades em sua conduta.

"Eu não tenho nenhum apego pelo cargo em si. Apresente tudo. Vamos submeter isso, então, ao escrutínio público. E, se houver ali irregularidade da minha parte, eu saio. Mas não houve. Por quê? Porque eu sempre agi com base na lei e de maneira imparcial", disse.

Na audiência, Moro afirmou aos senadores estar "tranquilo" e que, se for divulgada pelo site The Intercept Brasil a íntegra das mensagens, "sem adulteração e sem sensacionalismo", "essa correção vai ser observada". Ele chamou o site de "aliado" de hackers.

O ministro prestou esclarecimentos à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. Ao final da audiência, só havia no plenário parlamentares alinhados à agenda de Moro -e senadores posaram para fotos ao lado do ministro.

"Acho que o objetivo maior desta comissão foi alcançado, que é, senão encontrar a verdade, porque cada um tem a sua opinião sobre ela, tentar buscar a Justiça e a verdade. E o fizemos através de um diálogo franco, aberto, equilibrado, democrático, em que soubemos falar, mas principalmente soubemos ouvir", disse a presidente da comissão, Simone Tebet (MDB-MS). Para oposicionistas, Moro acabou submetido a uma sessão amena, com questionamentos sutis da maioria.

A fala de Moro sobre eventual saída do cargo foi em resposta ao senador Jaques Wagner (PT-BA), que questionou a garantia de isenção em possíveis investigações sobre seu papel como juiz da Lava Jato -a Polícia Federal está subordinada ao Ministério da Justiça.

Durante evento em Guaratinguetá (interior de SP), Bolsonaro comentou as declarações de seu ministro e disse que não viu "nada de anormal até agora" nas mensagens relevadas pelo Intercept.

"Eu também não tenho apego ao meu cargo", disse Bolsonaro, que depois acrescentou: "Qualquer ministro é livre para fazer o que bem entender. O Sergio Moro é um patrimônio nacional, não é do presidente da República".

No Senado, Moro afirmou que a crise envolvendo a divulgação das mensagens não é um problema de governo e que tem recebido apoio de Bolsonaro. "Estou no governo e acaba havendo esta transferência."

Na sessão, Moro travou embates com senadores petistas e afirmou ainda ser alvo de um ataque hacker que mira as instituições e que tem como objetivo anular condenações por corrupção.

Moro se ofereceu para ir à CCJ para esfriar a coleta de assinaturas para a criação de uma CPI para investigá-lo.
Nas conversas publicadas pelo site, o ex-juiz sugere ao Ministério Público Federal trocar a ordem de fases da Lava Jato, cobra a realização de novas operações, dá conselhos e pistas, antecipa ao menos uma decisão judicial e propõe aos procuradores uma ação contra o que chamou de "showzinho" da defesa do ex-presidente Lula.

Filho mais velho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou que o governo "nunca cogitou" tirar Moro do cargo. "Isso só passa na cabeça de quem não tem nada na cabeça", disse à Folha.

No Senado, o ministro tentou reforçar o discurso de que a crise esperada com a divulgação das conversas não prosperou, já que, para ele, os diálogos não mostram nada mais que a atividade normal de um juiz.

Ele citou diversas vezes artigo de Matthew Stephenson, professor de direito em Harvard, cujo título é "O Incrível Escândalo que Encolheu? Novas Reflexões sobre o Vazamento da Lava Jato".

O texto, publicado no blog Global Anticorruption, Stephenson elenca motivos pelos quais mudou de opinião sobre a série de reportagens.

Ao longo de seu depoimento, Moro repetiu diversas vezes não poder confirmar a veracidade das mensagens, mas relativizou algumas delas, como a que cita o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal. O ministro disse não ver problema na mensagem "in Fux we trust" (em Fux confiamos).

"Posso ter mandado. Qual o problema de uma mensagem assim? Eu confio no Supremo, confio na instituição", afirmou. Mais tarde, disse: "É algo que posso ter dito, mas não posso afirmar com convicção que, eu tendo dito, foram com aquelas palavras".
Moro também negou haver qualquer acordo com o presidente Bolsonaro para que ele seja indicado ministro do STF.

"Essa história de vaga no Supremo é uma fantasia. Nunca me prometeu nada. Isso tem que ser discutido lá na frente. Não sei se vou querer, não sei se ele vai me oferecer", disse.
No Senado, Moro disse que "as vivandeiras da nulidade" querem a anulação completa da Lava Jato, o que seria, segundo ele, "o sonho de consumo de muita gente que se envolveu na prática destes crimes".

O ministro foi alvo de provocações, como quando o senador Otto Alencar (PSD-BA) disse que era exigir demais que Moro se lembrasse das conversas. "Não exijam muito da memória do ministro. Ele tem péssima memória."

Em um tom duro, o senador Cid Gomes (PDT-CE) disse que Moro, enquanto juiz da Lava Jato, tinha postura "de querer aparecer, se colocar como salvador da pátria".

Renan Calheiros (MDB-AL) lançou provocações a Moro e disse que não o prejulgaria. "Defendo sua presunção de inocência, o direito de defesa e acho, mais do que isso, que o senhor não está obrigado a responder sobre questões concretas destes vazamentos. Mas são coisas graves."

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