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TRABALHO: Prefeitura de Casinhas anuncia a construção de três novas praças com recursos próprios

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24.6.20

O Governo Municipal de Casinhas acaba de anunciar a construção de três novas praças no Município. As praças serão construídas no centro da cidade, no povoado do junco e no Povoado de Vila Nova. As imagens do projeto foram divulgadas e encontra-se em fase final de conclusão e seguirá para licitação, em breve os serviços serão iniciados. 
As praças irão beneficias as comunidades e consequentemente melhorar a qualidade de vida dos moradores. Em Casinhas, a praça será construída  no local  onde funcionava a antiga delegacia, no povoado do Junco a praça será construída próximo a  UBS- Unidade Básica de Saúde  e no povoado de Vila Nova ao lado da Igreja São Miguel. 
As praças são destinadas à socialização, diversão, encontros, vivência da comunidade e vai trazer inúmeros benefícios para toda a população, além do novo visual urbano. Cada espaço vai contar com  equipamentos e espaço kids,  projeto paisagístico, valorizando cada bairro e devolvendo a autoestima das famílias ali residentes.


CASINHAS - Academia das Cidades e Praça Mãe Rainha recebem novo sistema de iluminação em Led

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16.6.20

Ascom Casinhas

A Prefeitura de Casinhas, através da Secretaria de Infraestrutura do município, está fazendo a instalação de um novo e moderno sistema de iluminação pública em Led na Academia das Cidades (que já se encontra com mais de 80% instalado) e na Praça Mãe Rainha.
As luminárias em LED oferecem maior luminosidade e representam uma economia de mais de 40% do consumo de energia elétrica. Elas também são mais duráveis. Têm uma vida útil de cerca de 50 mil horas ou seis anos.
O Secretário de Infraestrutura, Marlon Andrade destaca: “O objetivo das instalações das lâmpadas de LED é levar uma iluminação mais potente nesses espaços públicos de lazer. Com o serviço concluído, a Academia e a Praça Mãe Rainha passam a ter uma iluminação de maior qualidade”.Disse.











Conheça os finalistas do Concurso Garoto e Garota Emancipação de Casinhas 2019

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8.7.19

ASCOM CASINHAS

Conheça agora os 20 finalistas do Concurso Garoto e Garota Emancipação de Casinhas 2019, que acontece nesta terça-feira, dia 9 de junho, no Auditório do Funpreca, no Centro, a partir das 19h, dentro da programação especial dos 24 anos de emancipação política da cidade. De acordo com a Diretoria de Cultura e Eventos, foram mais de 50 inscritos, sendo 30 garotos e 26 garotas. Na seletiva, estiveram presentes 24 garotos e 19 garotas. Veja os 10 garotos e as 10 garotas finalistas:

GAROTOS:









Fotos: Henrique Silva/Divulgação
GAROTAS:










Prefeitura de Casinhas abre inscrições para o Concurso Garoto e Garota Emancipação 2019

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28.6.19

Foto: Henrique Silva/Divulgação

 ASCOM CASINHAS


As inscrições para quem deseja participar da quarta edição do Concurso Garoto e Garota Emancipação de Casinhas começam nesta sexta-feira, dia 28 de junho, e seguem até o próximo dia 5 de julho. A seletiva ocorrerá no dia 6 de julho. Podem concorrer garotos e garotas a partir dos 15 anos e menos de 25. Os interessados devem procurar a Diretora Municipal de Cultura e Eventos, em frente à Câmara de Vereadores, no Centro, no período da manhã e tarde, a partir das 8h. No ato da inscrição, é necessário apresentar RG, CPF e Comprovante de Residência. O Concurso será realizado no dia 9 de julho, por ocasião das festividades alusivas ao aniversário de 24 anos de emancipação política de Casinhas.

VÍDEO: Viagem saindo de Campina Grande, passando por Queimadas, mostra paisagens até Aroeiras, na Paraíba

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29.3.18



Um vídeo divulgado pelo Portal Casinhas Agreste divulga a paisagem saindo da cidade de Campina Grande, Queimadas passando pela BR 104, PB 102,  povoados de Queimadas, Aroeiras divisa com Gado Bravo.

Edição e imagens: Edmilson Gonçalves Portal Casinhas Agreste
 Confira.
Veja mais










Aroeiras PB: Vêm aí o lançamento da Coleção Outono Inverno da Loja Incanti neste sábado (24)

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23.3.18


A loja Incanti da cidade de Aroeiras, no Agreste da Paraíba, realiza neste sábado (24), lançamento da Coleção outono inverno. O evento acontece na Loja Incanti às 16 horas na Rua Antônio Gonçalves.
A loja realiza o mais esperado lançamento de moda outono Inverno Incanti com os melhores Looks do momento.Não Perca o lançamento da coleção.
O evento conta com a Presença da equipe de consultores de Mary Kay, além de um delicioso coquetel oferecido pela equipe da Loja Incanti.

O convite:

É com muita alegria que convidamos vocês para o Coquetel de Lançamento da Coleção Outono/Inverno Incanti.
Salvem essa data 24/03 - próximo sábado!!! Serão momentos bem descontraídos, onde apresentaremos uma coleção ‘Incantadora’, com muitos brindes e um delicioso coquetel. Além disso, teremos uma equipe de consultoras Mary Kay, oferecendo gratuitamente procedimentos de beleza e estética para nossas convidas. E aí, vai perder???!!!
Estamos esperando vocês com todo carinho de sempre!

Como chegar





EXCLUSIVO: Rio Paraíba, Imagens revelam as belezas naturais do lugar que fica entre os Municípios de Umbuzeiro, Gado Bravo e Aroeiras

Um comentário

5.3.18


Fotos: Edmilson Portal Casinhas Agreste

No final da tarde desta segunda feira (05), o Portal de Notícias Casinhas Agreste visitou o Rio Paraíba, localizado às margens da PB 102, entre os Municípios de Aroeiras, Gado Bravo e Umbuzeiro. As últimas chuvas que caíram durante a semana, mereceu destaque pelo motivo das aguas  aumentarem o nível  Barragem de Acauã, que fica no Município de Itatuba.
As imagens foram captadas pelo editor deste Portal, Edmilson Portal Casinhas Agreste, mediante a beleza que enobrece a região, o rio forma em suas curvas, uma beleza contagiante que não só contagia os moradores, mas também aos visitantes.
De acordo com o wilkpédia.
O rio Paraíba é um rio que banha o estado da Paraíba, no Brasil. É um dos mais importantes do estado devido a sua extensão e relevância econômica. Quanto à perenidade, é considerado um rio intermediário. Parte de seu leito se altera na largura em épocas de seca, e seu médio curso é perene até a foz. Em 2006, um levantamento da avifauna de seu estuário revelou a ocorrência de 89 espécies de aves endêmicas ou migratórias.




A bacia hidrográfica do Paraíba é a segunda maior do estado da Paraíba (fica atrás apenas da do rio Piranhas) e abrange 38% do território, abrigando 1 828 178 habitantes, o que corresponde a 52% da população total do estado. O Paraíba banha dezenas de municípios e cidades importantes, passando pela região mais urbanizada e industrializada do estado. Em sua área de abrangência, estão incluídas as cidades de João Pessoa, a capital, e Campina Grande, o segundo maior centro urbano do estado. Do ponto de vista hidrográfico, é a «espinha dorsal da civilização paraibana». Sua porção oeste é dominada pela pecuária.


O etimologista Antenor Nascentes determina a origem do nome do rio (e posteriormente do estado) nos termos da língua tupi pa'ra (rio) e a'iba («impraticável à navegação»).[4] Entretanto, outras fontes sugerem que essa mesma palavra provenha do nome indígena para a árvore Simarouba versicolor, que floresce abundantemente na região e é popularmente denominada pau-paraíba. Uma terceira versão, ratificada no romance Iracema pelo escritor cearense José de Alencar, sugere que o significado é «rio que é braço de mar» (pará-hyba).

Antes da descoberta da Paraíba pelos portugueses, o rio já era conhecido pelos índios potiguaras por seu atual nome, Paraíba.[6] O explorador português André Gonçalves denominou-o «rio de São Domingos»,[ que é uma adaptação daquele que os franceses — então presença constante no litoral paraibano — já chamavam de Saint-Domingue.






Tal afirmação é corroborada por vários autores, como se faz na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, de 1928:

O rio Parahyba começa a aparecer na cartografia brasileira, depois da expedição de Solis, no Atlas de [Cosme de] Kunstmann, sob o nome de São Domingos, e vai até muito perto da conquista da capitania, quando foi trocado o nome português pelo indígena conservado até os nossos dias.
As etimologias acima, entretanto, podem faltar com adequação conforme a ortografia da língua tupi utilizada hodiernamente ou apenas faltar com precisão linguística. Com a evolução dos estudos na área da língua tupi (principalmente do século 20 aos dias de hoje), sabe-se, hoje, que a denominação Paraíba advém da composição dos termos tupis antigos pará («rio»), aíb («ruim») e a (sufixo nominal).






História

Mapa do século XVI da então Capitania da Parahyba, com o rio Paraíba ao centro.
Em 1574, uma grande expedição lusitana rumou da Capitania de Pernambuco até a foz do rio Paraíba e seu comandante tomou posse da região em nome de rei de Portugal com atos e solenidades.[6] Os índios potiguaras, que não entendiam o que se passava, não só não aceitaram a conquista, como retomaram a posse das terras, chegando a matar um dos filhos de Diogo Dias, o qual reconstruía o engenho de seu pai nos poucos meses em que permaneceu em terras paraibanas.[6] Como as respostas aos índios se tornaram muito dispendiosas nesse começo de colonização portuguesa, a Paraíba cai em dez anos de esquecimento, sem colonização portuguesa alguma até 1585, data da efetiva fundação da capitania. Até então, os portugueses se contentaram em enviar algumas expedições, que apenas destruíam as embarcações francesas, forçando os náufragos a viver com os potiguaras.

Durante mais de dez anos, até 1585, a presença efetiva de portugueses na Capitania de Itamaracá, como então se chamava a Paraíba, continuaria a se limitar às margens do rio Goiana, já que, na desembocadura do então rio Paraíba, apenas traficantes franceses de pau-brasil e aventureiros europeus ousavam adentrar.

























A primeira cheia do rio Paraíba de que se tem notícia ocorreu em 1641, causando estragos às culturas da várzea, mas tendo pouco impacto sobre a população. Outras que se sucederam ainda no tempo do Brasil Colônia foram as de 1698 e 1731. A de 1780 trouxe, consigo, uma cruz ao Engenho Espírito Santo, gerando o nome da vila ali existente. Já a de 1924 arrasou cidades do agreste paraibano, como Itabaiana e Pilar. A construção do Açude Boqueirão, no médio curso do rio, espaçou as constantes enchentes, que, hoje, ocorrem apenas no baixo curso do rio, alimentado por afluentes. Um exemplo é a cheia de 1985, que arrasou a cidade de Cruz do Espírito Santo, e a mais recente, de 2004, que causou vários estragos em muitas localidades.

Bacia hidrográfica

Sob constante ameaça, o rio ainda apresenta extenso manguezal.
Características
O Paraíba nasce a mais de mil metros de altitude na Serra de Jabitacá, no município de Monteiro, divisa com Sertânia, em Pernambuco, percorrendo toda a região centro–sul paraibana e banhando uma área de 20 071,83 km², compreendida entre as latitudes 6°51'31" e 8°26'21" sul e as longitudes 34°48'35" e 37°2'15" a oeste do meridiano de Greenwich. A vertente mais alta do rio Paraíba, que nasce com o nome de rio do Meio, apresenta uma altitude de 1 079 metros, no pico da Bolandeira.Ainda no alto curso, recebe, entre outros afluentes, o rio Taperoá, antes de formar o Açude Boqueirão.

No médio curso, o Paraíba tem, como principal afluente, o rio Paraibinha, que forma a Represa de Acauã, e o Rio Gurinhém, a partir do qual passa a correr em seu baixo curso, onde seus principais tributários são o rio Paroeira e o rio Sanhauá, que separa as cidades de João Pessoa e Bayeux.

O Paraíba, no passado, era navegável de Santa Rita até Cabedelo, época em que usineiros transportavam suas mercadorias ao Porto de Cabedelo através de barcaças. Atualmente, tal navegabilidade não mais existe, limitando-se apenas a pequenas canoas, jangadas e barcos de pequeno calado, e em alguns trechos com restrições. O Paraíba necessita, portanto, de desassoreamento de seu leito para que a antiga navegabilidade se restabeleça. A montante dessa região, somente trafegam pequenas embarcações, já que as condições de navegabilidade só possibilitam que embarcações com calado máximo de seis metros trafeguem, não influindo o volume e o peso das cargas movimentadas.[16] Seu curso total tem 380 quilômetros e segue o sentido sudoeste–leste, quando, então, deságua no oceano Atlântico, entre os municípios de Cabedelo, Lucena, Santa Rita, Bayeux e João Pessoa, formando uma foz do tipo mista.


Estuário e principais localidades.
Em seu estuário, encontram-se dezenas de desembocaduras de outros rios, manguezais, o Porto de Cabedelo — escoadouro da capital paraibana — e também diversas ilhas, como Restinga, Stuart e Tiriri. As marés do rio sobem até a localidade de Várzea Nova, distante 30 quilômetros da foz.[17][18] Muitos autores do século 19 afirmaram que o Paraíba era navegável até a capital com galeotas e barcos de porte médio e até Pilar em canoas,[19] já que dessa cidade à montante o rio tem menos caudal, chegando mesmo a ser temporário no alto curso, próximo às nascentes.

Cartografia desatualizada
Pelos mapas oficiais disponíveis até o momento, o rio Paraíba ainda deságua defronte à Ilha do Eixo,[20] onde se divide em dois braços: um rumando a sudeste (encontrando o Sanhauá) e o outro a nordeste, em direção à Ilha Tiriri. Contudo, uma cheia na década de 1980 escavou um novo leito, levando o Paraíba a jogar suas águas no rio Paroeira. A região estuarina do rio Paraíba é formada de aluviões e terras baixas e pantanosas (várzeas), portanto suscetíveis a eventuais mudanças por erosão.[21] O antigo leito secou e perdeu a conexão com o rio Paraíba, retomando apenas no período de grandes cheias.

Essa mudança ainda não foi registrada nos mapas oficiais brasileiros, mas consta dos mapas do Google Earth, que usa imagens de satélites como parâmetro de mapeamento.

Administração da bacia
Comitê do Paraíba
Através dos governos federal e estadual, foram construídos, na área de sua bacia, vários açudes públicos, que são utilizados no abastecimento das populações e rebanhos, irrigação, pesca e em algumas iniciativas de lazer e turismo regional.[23] Tais reservatórios são as principais fontes de água da região e, na ocorrência de estiagens, muitos deles entram em colapso, ocasionando conflitos pelo uso dos recursos hídricos e graves problemas de ordem socioeconômica, como é o caso do Açude Boqueirão.

Por isso, há alguns anos foi formado o Comitê da Bacia Hidrográfica do rio Paraíba, aprovado pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos, como um órgão colegiado, de caráter consultivo e deliberativo que comporá o Sistema Integrado de Planejamento e Gerenciamento de Recursos Hídricos do estado.[23] O comitê tem como função o diagnóstico da situação dos recursos hídricos na bacia, bem como a identificação dos conflitos entre usuários, além dos riscos de racionamento dos recursos hídricos ou de sua poluição e de degradação ambiental em razão de sua má utilização.

Barcos cruzando a foz do Paraíba durante o pôr do sol.

Considerada a porta de entrada das águas do rio São Francisco no estado, que chegam via Canal Leste, o canal Acauã–Araçagi é uma obra de grande envergadura, orçada em 933 milhões de reais.[24] A obra foi iniciada em outubro de 2012 e prevê-se que irrigará 16 mil hectares de terras agricultáveis.[25] Tal canal visa a integrar as bacias hidrográficas da região litorânea paraibana a fim de aproveitar as águas vindas do São Francisco.[24] Finda a construção, haverá conexão entre as bacias e sub-bacias do Alto Paraíba, Camaratuba, Gurinhém, Miriri e Araçagi–Mamanguape.[24]

O canal foi considerado a maior obra hídrica dos últimos trinta anos na Paraíba, pois terá terá 112 quilômetros de extensão quando estiver concluído, e garantirá água para 500 mil habitantes de 35 cidades.[25]


FESTA DO TAPUIA 2022

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