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Polo Têxtil de Pernambuco já colocou fabricação de máscaras da covid-19 em linha de produção industrial

10/04/2020

/ por casinhas agreste

Video institucional diz que é tempo de construir novas histórias. E que o polo de Pernambuco agora faz parte do grupo de profissionais essenciais ao combate do COVID-19 assinado pelas três associações comerciais do polo têxtil do agreste

 JC Negócios

Enquanto o Brasil discute como ir buscar na China 30 milhões de máscaras, o polo de confecções de Pernambuco está se apresentando ao Governo Federal e dos Estados como um produtor industrial de qualidade e capaz de entregar não apenas milhares nas milhões de máscaras de proteção feitas industrialmente com a mesma tecnologia que usa para fazer roupas.

O polo, numa iniciativa da empresa Rota do Mar, a maior confecção de um setor que reúne 50 cidades, 250 mil pessoas em 18 mil empresas, se apresentou através de um vídeo em que diz que está pronto para entregar máscaras e novos produtos para o vestuário do setor médico.

Segundo as associações Ascap (Associação Empresarial de Santa Cruz do Capibaribe, ACIC (Associação e Industrial de Caruaru) e ACIT, Associação Industrial de Toritama, o polo já está em linha de produção regular.

O vídeo diz que é tempo de construir novas histórias. E que o polo de Pernambuco agora faz parte do grupo de profissionais essenciais ao combate do COVID-19 assinado pelas três associações comerciais do polo têxtil do agreste que adotam também as #essamarevaipassar #mantendoempregos #producaocomresponsabilidade.

Segundo o empresário Arnaldo Xavier, a proposta e ir incluindo novos itens entre eles aventais e jalecos para uso nos hospitais. A proposta é reorientar uma parte do parque de máquinas para um programa que vá muito além das doações feitas voluntariamente.

O Objetivo é passar a atender as necessidades do Governo de forma que as máquinas de costura sejam usadas para produzir mascares e uma linha completa de aventais e até jalecos de uso nos hospitais. Primeiro, porque o governo de Pernambuco pode ser o primeiro comprador e, segundo, porque existe um mercado regional e até nacional para ser atendido.

Presidente maior empresa do setor de confecções de Santa Cruz do Capibaribe, Arnaldo Xavier, diz que está participando das conversas e disse que a proposta interessa a vários empresários depois que ficou claro que a China não vai fornecer tudo que o Brasil vai precisar como por exemplo marcaras.

Além disso, a experiencia internacional mostra que nos hospitais o uso de aventais descartáveis e reutilizáveis terão números gigantescos de atendimento daí porque o setor vê uma oportunidade de reorientar seu parque e ajudar a produzir esses suprimentos.

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