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Homem é preso por suspeita de integrar grupo interestadual que dava golpes usando sites de vendas

28/08/2019

/ por casinhas agreste
Segundo delegado, ele também usava contas de 'laranjas' para colocar o dinheiro arrecado com os crimes. Captura ocorreu em Paulista, no Grande Recife.
Cartões de crédito e celulares foram apreendidos com suspeito de aplicar golpes usando sites de vendas — Foto: Igor Leite/Divulgação
G1 PE

Um homem foi preso em Paulista, no Grande Recife, por suspeita de participar de uma quadrilha interestadual que aplicava golpes usando sites de vendas. Segundo o delegado Igor Leite, Kleydson de Freitas Carneiro Pessoa, de 42 anos, também usava contas bancárias de “laranjas” para guardar o dinheiro arrecadado com o crime.

Em entrevista realizada nesta terça-feira (27), no Recife, o delegado informou que Kleydson foi preso em Maranguape II, no dia 20 de agosto, com celulares e cartões de crédito. Ele participava de um grupo de Minas Gerais, que oferecia na internet produtos que não existiam.

“O dinheiro era colocado em contas de poupança de laranjas, alugadas por R$ 200. Ele convencia os donos das contas que iria depositar recursos lícitos”, informou o policial.

Ainda de acordo com Leite, Kleydson foi autuado por estelionato e está no Centro de Observação e Triagem Criminológica (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife. “Ele sacava o dinheiro, ficava com uma parte e manda o resto para o pessoal em Minas Gerais”, comentou Igor Leite.

O delegado disse, ainda, que Kleydosn praticava outro tipo de gole, sem a participação do grupo interestadual. Esse crime consistia em oferecer pela interne serviços para ajudar pessoas que estavam com dívidas no mercado.


“Ele dizia que iria tirar o nome dessas pessoas de sistemas como Serasa e SPC. É um tipo de coisa que ninguém pode fazer assim, oferecendo em site de vendas”, comentou.

O delegado disse, ainda, que Kleydson pode ter arrecadado muito dinheiro com esses crimes. Ele estava atuando havia pelo menos dois anos.

“Fizemos o levantamento com os cartões de crédito que estavam com ele e descobrimos que o prejuízo para as vítimas é muito grande. Para se ter uma ideia, entravam nas contas ao menos R$ 1 mil por dia”, afirmou o delegado.

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