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Em jogo alucinante, River vence Boca e ganha a Libertadores

Depois de temporal, confusões e polêmicas, finalmente a Libertadores 2018 acabou. E a festa foi do River Plate. Na inusitada decisão realizada no Santiago Bernabéu, neste domingo (9/12), em Madri, na Espanha, os Millonarios venceram o rival o Boca Juniors por 3×1, de virada. Na ida, na Bombonera, as duas equipes empataram por 2×2. Foi o quarto título do River Plate.

A equipe venceu a competição também em 1986, 1996 e 2015 – esta última, já sob comando do técnico Marcelo Gallardo. Com o título, o River Plate se credenciou para a disputa do Mundial de Clubes, já neste mês de dezembro, em Abu Dabi, nos Emirados Árabes. O Real Madrid, vencedor da Champions League, é o principal adversário.
O JOGO

Mesmo com 33% de posse de bola na primeira etapa, o Boca Juniors foi mais efetivo no ataque. Aos 10 minutos, após desvio na área, Perez tentou o voleio, mas Armani defendeu. Aos 19, foi a vez do River tentar jogada ensaiada no escanteio, mas Fernández chutou por cima. Aos 29, quase gol do Boca. Benedetto cobrou falta na barreira e a bola sobrou para Perez. Ele arrematou para o gol, a bola bateu em Casco e foi para fora, passando a centímetros da cabeça de Nández.

De tanto assustar, os xeneizes abriram o placar aos 44. O River desperdiçou bom ataque e a bola parou os pés do uruguaio Nández. Ele fez ótimo lançamento para Benedetto. O atacante deu lindo drible em Maidana e tocou na saída de Armani.

 O River Plate voltou mais ativo no segundo tempo. Logo aos dois minutos, Pratto fez o pivô e Fernández chutou forte, raspando a trave. Para dar ainda mais fogo ofensivo ao time, a comissão técnica do River (Marcelo Gallardo continuou suspenso) sacou o volante Ponzio e colocou o habilidoso meia colombiano Quintero. Schelotto respondeu trocando Benedetto por Ábila.

E não demorou muito para os Millonarios empatarem. Aos 22, após linda triangulação, com a bola passando por Fernández e Palacios até chegar em Pratto, que empurrou para o gol: 1×1.

 Javier SORIANO / AFP
 Aos 31, o árbitro Andres Cunha marcou jogo perigoso de Pinola em Nández dentro da área. Na cobrança, a bola explodiu na barreira e o Boca perdeu ótima chance de desempatar. Foi a última chance dos dois lados e o jogo foi para a prorrogação.

TEMPO EXTRA

Na prorrogação, logo no primeiro minuto, um duro golpe para o Boca. Barrios entrou pesado em Palacios e recebeu o segundo cartão amarelo, sendo expulso consequentemente. Jara entrou no lugar de Villa para recompor a marcação. O River passou a pressionar. Álvarez, aos 11, chutou por cima.

Mas no começo do segundo tempo, aos três minutos, o River conseguiu balançar a rede. Quintero recebeu na entrada da área, ajeitou e acertou um lindo chute, sem chance para Andrada: 2×1.

Logo depois, Tevez entrou logo em seguida. O Boca foi para tudo ou nada. O goleiro Andrada foi para a área, mesmo faltando ainda cinco minutos para acabar o tempo final da prorrogação. Gago ainda sentiu uma lesão e deixou o Boca com dois a menos. Mesmo assim, o Boca ainda acertou uma bola na trave no finalzinho. No contra-ataque, com o Boca sem goleiro, Pity Martinez ainda fez o terceiro.


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