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Morre terceiro policial militar atropelado por trem no Recife


O policial Clécio Fagner, 36 anos, havia passado por cirurgia no Hospital da Restauração e estava internado no Hospital da Polícia Militar

Detalhes sobre o sepultamento serão repassados após a corporação consultar a família do soldado / Foto: Reprodução/Facebook

JC Online

Um dos dois sobreviventes ao atropelamento por uma composição do metrô no Centro do Recife, o soldado Clécio Fagner Santos do Nascimento, 36 anos, morreu nesta segunda-feira (21). Após passar por um procedimento cirúrgico no Hospital da Restauração (HR), no Derby, área central da cidade, ele estava internado no Hospital da Polícia Militar, no mesmo bairro. O acidente, no dia 15 de maio, também provocou a morte de outros dois oficiais.

Em nota, coronel Vanildo Maranhão informou que vai decretar três dias de luto oficial na Polícia Militar de Pernambuco. Os detalhes sobre o sepultamento serão repassados após a corporação consultar a família do soldado. Clécio exercia a profissão há nove anos.

Nota de pesar da Polícia Militar
A Polícia Militar lamenta informar que, após lutar bravamente pela vida desde o trágico acidente com um trem do metrô, na terça-feira (15/05), e receber todo o suporte médico da Corporação, veio a óbito nesta segunda-feira o soldado Clécio Fagner Santos do Nascimento, 36 anos, sendo nove deles de excelentes serviços prestados à PMPE.

O comandante geral da Corporação, coronel Vanildo Maranhão, em nome de toda a tropa, se solidariza com os familiares do soldado Clécio. Além das honras militares o comandante vai decretar três dias de luto oficial na PMPE.

Detalhes sobre o sepultamento serão repassados posteriormente após a corporação consultar a família do soldado Clécio.



Coronel PM Vanildo Maranhão

Comandante Geral da Polícia Militar de Pernambuco

No acidente, o policial Clécio sofreu um traumatismo raquimedular. Ele passou por uma neurocirurgia na quarta-feira (16), no HR, e havia sido transferido para o Hospital da Polícia Militar na sexta (18).

Nas redes sociais, multiplicam-se publicações lamentando a morte do soldado. "É com muito pesar que comunico o falecimento de um guerreiro que deixou seu legado, o PM Clécio Fagner. Peço que orem pela família, esposa e filhos. Que Deus conforte os corações", escreveu um usuário do Facebook identificado como Dermison Cunha.

O atropelamento
O acidente com o trem de número 171 ocorreu na noite da terça-feira (15). Seis policiais do Grupamento de Apoio Tático Itinerante (Gati) do 16º Batalhão da Polícia Militar (BPM) perseguiam um grupo de traficantes, que de acordo com informações atua constantemente na área e estaria prestes a matar um rival. Ao chegar ao bairro de São José, pelo lado sul da linha do metrô, os policiais teriam sido recebidos à bala e quatro deles iniciado uma perseguição. Os traficantes teriam pulado o muro de isolamento do sistema metroviário e os policiais fizeram o mesmo, na tentativa de prendê-los.

Na área da linha, os PMs teriam sido surpreendidos por uma das composições do metrô. Após a colisão, eles foram arremessados a uma distância de 30 metros. A CBTU explicou que o trecho onde aconteceu o acidente é um dos mais perigosos da rede porque é uma área de cruzamento. “Quatro metrôs podem passar ali ao mesmo tempo. Temos trens indo e voltando tanto na Linha Centro como na Linha Sul”, afirmou Murilo Barros, gerente operacional da CBTU. O possível desligamento do farol do trem deve ter acontecido porque é regra operacional exigida sempre que as composições se cruzam ou entram nas estações

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