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Aroeiras, na PB, fica sem água e seis municípios entram em racionamento, diz Cagepa

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6.12.18


Colapso em Aroeiras foi motivado pelo baixo volume de água do açude de Acauã.
Por G1 PB
A Cagepa suspendeu o fornecimento de água para município de Aroeiras, no Agreste da Paraíba, e implantou o racionamento de água em outras seis cidades. O gerente regional da Companhia, Ronaldo Meneses, explicou que o colapso em Aroeiras foi motivado pelo baixo volume de água do açude de Acauã, que abastece a cidade e o distrito de Pedro Velho, devido à seca.

As unidades residenciais nas zonas urbana e rural vão ser abastecidas por meio de carro-pipa. “Não há mais condições técnicas de realizar a captação de água do reservatório para abastecer Aroeiras”, justifica Ronaldo. O açude de Acauã acumula 19,9 milhões de metros cúbicos de água, o equivalente a 7,9% de sua capacidade total.

As demais cidades são abastecidas, por meio do sistema de captação flutuante, embora comecem a enfrentar problemas no abastecimento, a exemplo de Itabaiana, Salgado de São Félix e São José dos Ramos, além do distrito Boqueirão, que pertence ao município de Gurinhém.

Racionamento
Seis municípios abastecidos pela adutora do Cariri, que recebe água do açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, sofrem com a interrupção no abastecimento. Segundo Ronaldo Meneses, o problema não é o volume de água do reservatório em torno de 23% de sua capacidade total, mas a incapacidade do sistema de levar água, ao mesmo tempo, para as seis cidades, em virtude do aumento da demanda.

Ele acrescentou que a adutora foi construída em 2002 e não suporta o aumento da demanda entre os meses de dezembro e janeiro.

Cronograma
Dias sem água

Eixo 1 – Soledade
Sábado, domingo e segunda-feira.

Eixo 2 – Juazeirinho
Terça e quarta-feira

Eixo 3 - Cubati, São Vicente do Seridó , Olivedos e Pedra Lavrada
Quinta e sexta-feira

Dias com água
Eixo 1- Soledade
Terça-quarta, quinta e sexta-feira

Eixo 2- Juazeirinho
Quinta, sexta, sábado, domingo e segunda-feira

Eixo 3 – Cubati, Seridó, São Vicente do Seridó, Olivedos e Pedra Lavrada
Segunda, terça, quarta, sábado e domingo

Casinhas mais 14 Municípios do Agreste terão racionamento d água ampliado

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16.7.15


Racionamento de água será ampliado em 15 municípios do Agreste de PE
Locais seguem abastecidos por 'Jucazinho', com 3,88% da capacidade total.
Caruaru, Bezerros e Gravatá passarão a ser mantidos por outros mananciais.
Do G1 Caruaru
 Barragem de Jucazinho em Caruaru (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Barragem de Jucazinho está com 3,88% da capacidade total, segundo 
O racionamento de água será ampliado em 15 municípios do Agreste de Pernambuco. A medida foi anunciada nesta quarta-feira (15) pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). O calendário deve ser divulgado nos próximos dias. De acordo com a gerente regional da companhia, Niadja Menezes, as localidades fazem parte das 15 abastecidas pelo de Jucazinho.
Os municípios atingidos serão Casinhas, Cumaru, Frei Miguelinho, Passira, Riacho das Almas, Salgadinho, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria do Cambucá, Surubim, Toritama, Vertente do Lério e Vertentes.
Ainda segundo a gerente, Caruaru passará a ser mantida pela Barragem do Prata, que conta com mais de 63% da capacidade total. Bezerros e Gravatá serão supridas pelos manaciais de Brejão e Amaraji, com volume atual superior a 60%. Ela afirmou ainda que "Caruaru não vai ter um calendário drástico em relação a outras localidades, que estão há mais de 20 dias sem água nas torneiras".
saiba mais
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Falta de chuva deixa barragens de cidades de PE em situação de alerta
A medida foi tomada para evitar que os 12 municípios que não contam com outros reservatórios deixem de ser abastecidos na totalidade. Jucazinho está com 3,88% da capacidade total, perto do volume morto, que é quando se atinge 3% da capacidade, explica ainda Niadja Menezes.
"É preciso reservar esses 3% para apenas essas localidades, para aumentar o alcance em seis meses. Se a gente continuasse a tirar, essa barragem não duraria 30 dias. A nossa garantia é de que durante seis meses esses locais tenham água nas torneiras. Se essas estratégias não fossem tomadas, em seis meses essas cidades ficariam totalmente sem água, dependendo apenas de carros-pipa para a distribuição", detalhou a gestora. Ela esclareceu também que a chuva na região não tem atingido Jucazinho.
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) sinaliza previsão de chuvas abaixo da média, conforme reforça Niadja Menezes: “o ano passado tivemos chuva em Jucazinho no mês de novembro, então a gente torce que essas aconteçam e que, mesmo que seja um percentual mínimo, que dê uma alteração diante do quadro que a barragem vem enfrentando", afirmou Niadja Menezes.

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